sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Celular tem formato de relógio de pulso e armazena energia solar



 Alguns já deixaram o relógio de lado, pois acham mais prático conferir as horas pelo celular. Para dar mais praticidade ao aparelho, uma empresa reuniu as duas tecnologias em um só dispositivo.

O celular têm um designer flexível e aparência de um relógio de bolso. Com características de um modelo simples, ele apenas realiza chamadas e troca de mensagens de texto. Mas, além do formato, há um grande diferencial no celular: ele consegue armazenar energia solar.

Batizado de Leaf, ele pode ser um ótimo celular para os que costumam se esquecer de carregar a bateria. Dificilmente, o usuário terá este problema, pois a energia do sol armazenada funciona como bateria extra. Além disso, será mais difícil o usuário esquecer o celular em casa, uma vez que ele poderá ser colocado no braço como uma pulseira.




 O aparelho é uma criação dos designers Seungkyun Woo e Junyi Heo. Para eles, o principal objetivo do aparelho é “lembrar as pessoas que elas podem contribuir para a eficiência energética”. A ideia futurista do celular veio do processo de fotossíntese das plantas.






O painel solar está localizado na parte traseira do modelo, gerando energia suficiente para abastecer e manter o celular funcionando. No entanto, ele também pode ser usado normalmente com sua bateria tradicional.


Fonte: Ciclo Vivo 



Restaurantes canadenses trocam embalagens descartáveis por “marmitas” de metal


O Tiffin Project é uma ideia destinada a tornar o consumo de alimentos em restaurantes mais sustentável. O projeto é simples e consiste basicamente em trocar as embalagens descartáveis de comida “para viagem”, por recipientes reutilizáveis.

Por trás deste trabalho está a Tiffin Project Foundation, uma Organização Não Governamental com sede em Vancouver, Canadá, onde os esforços estão centralizados. Para que as ações surtam efeito, o Tiffin conta com o apoio de doadores e também de restaurantes.

O processo é o seguinte: o consumidor que adere ao projeto compra o recipiente reutilizável feito de metal por 25 dólares canadense. tendo a embalagem em mãos, sempre que ele vai aos restaurantes cadastrados os alimentos serão entregues nesta embalagem, para evitar o descarte desnecessário.


Além de evitar a produção de resíduos constantes o projeto também estimula os restaurantes a optarem por produtos locais. Parte da verba arrecadada serve como subsídio para que os proprietários possam valorizar a economia da região, ao invés de trazer itens importados que teriam menores custos.

Os clientes também são beneficiados financeiramente. Todas as vezes que eles vão aos estabelecimentos parceiros, portando suas próprias embalagens, é dado um desconto no valor da compra do alimento.



Fonte: Ciclo Vivo 

Cômoda feita com malas antigas




O estúdio de design britânico Jamesplumb fez uma cômoda usando malas antigas como gavetas. Para isso, as malas passaram por processos de limpeza e reparação. Em seguida, eles montam a estrutura adequada para o tamanho das malas (que pode ser similar ou não).

Clique aqui para conhecer mais dotrabalho da Jamesplumb. A empresa realiza diversos trabalhos de decoração reutilizando materiais que encontram.



Fonte: Ciclo Vivo 

XIV Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade.


Dia 6,7 e 8 de Novembro, no Expo Center Norte - Pavilhão Azul 

Garrafas PET são usadas na captura de água da chuva.




O projeto é do designer norte-americano Evan Gant e recebeu a medalha de ouro no concurso "Design for Poverty" (Design para a Pobreza, na tradução literal), promovido pelo site Yanko Design.


Fonte: Engenharia Ambiental e Sanitária

Crianças fotografam atual situação do planeta


Provocadas pela ONG internacional Children's Eyes on Earth, que lançou o Concurso de Fotografia Jovem, mais de quatro mil crianças de 90 diferentes países fotografaram situações que, para elas, resumem o estado atual do planeta. Confira as imagens vencedoras da competição.


Se você tivesse que retratar em, apenas, uma imagem o tema Eu amo a natureza e odeio a poluição, qual escolheria? Esse foi o desafio que o Concurso de Fotografia Jovem 2012, promovido pela ONG internacional Children'sEyes on Earth, propôs às crianças de todos os cantos do planeta. E elas não "fugiram da raia"!

Mais de quatro mil fotógrafos mirins, de até 17 anos de idade, que moram em 90 diferentes países, pegaram suas máquinas e saíram à procura de situações que pudessem resumir, em um click, o atual estado do planeta.

As fotografias foram julgadas por um júri de especialistas - formado, entre outros, por fotógrafos das agências internacionais de notícias Reuters e Associated Press e, também, da National Geographic -, que elegeram as três melhores imagens clicadas pelas crianças e, também, uma Menção Honrosa. Ficou curioso para saber quais são? 



Intitulada SOS, essa é a imagem vencedora do Concurso de Fotografia Jovem 2012, promovido pela ONG internacional Children's Eyes on Earth. A fotografia foi tirada por Anastasya Vorobko, uma menina russa de apenas oito anos, que registrou o voo de um pássaro no ceú poluído pelas emissões de uma fábrica. Na opinião do júri, a imagem mostra uma maturidade artística que vai muito além da idade da fotógrafa.



O segundo lugar foi para Juan Carlos Canales, de 14 anos. O adolescente enviou da Espanha a imagem Saída de Emergência e conquistou a posição de vice na competição da Children's Eyes on Earth.



A posição mais disputada foi o terceiro lugar. Tanto que duas crianças foram premiadas com a medalha de bronze pelo júri especializado. A primeira delas foi a menina romena Bianca Stan, de 14 anos, que clicou a foto Campos Verdes.




Michael Theodric, de 14 anos, foi o segundo premiado com medalha de bronze. O menino conquistou o terceiro lugar da competição com a fotografia Manhã em Situ Gunung, um famoso lago da Indonésia, onde vive Michael.


O prêmio Menção Honrosa do concurso ficou com a francesa Sophie Vela, de 14 anos. A menina clicou a fotografia No Vento, que faz referência a um dos grandes problemas da atualidade: o consumo exagerado e o descarte incorreto das sacolinhas plásticas.



O público também teve a chance de votar na sua fotografia preferida, entre as mais de quatro mil enviadas pelas crianças. Na opinião dos internautas, a melhor imagem foi feita pela russa Kseniya Saberzhanova, de 17 anos. Intitulada O Último Suspiro, a foto revela, de maneira subliminar, o quanto a fauna e flora sofrem com certas atitudes do homem, como o descarte de lixo na natureza.




Fonte: Planeta Sustentável



Com o mesmo intuito a ABES-SP está promovendo o 3º Concurso de Desenho Infantil do DIADESOL, com o tema: "Como você vê o lixo do seu bairro". Participe!


Telhas de PET



Fonte: Engenharia Ambiental e Sanitária

Código Florestal pode “reflorestar” área maior que São Paulo


Entre 25 e 30 milhões de hectares devem ser recompostos para atender às exigências da nova lei, segundo estimativa inicial. Números precisos, só com cadastro dos imóveis irregulares.


 A maior parte do passivo ambiental do Brasil encontra-se na região centro-sul e no Nordeste.

Com os vetos da presidente Dilma Rousseff à Medida Provisória que modifica o Código Florestal brasileiro, publicados em decreto no Diário Oficial da União, a nova lei pode levar ao reflorestamento de 25 a 30 milhões de hectares em todo o país. A extensão degradada sujeita à recomposição equivale a uma área maior que a do Estado de São Paulo.
Os números são parte de uma estimativa inicial sobre a qual o Ministério do Meio Ambiente vem trabalhando desde a Medida Provisória editada em maio pelo executivo, que trazia regras mais severas sobre os limites de recomposição das chamadas Áreas de Preservação Permanentes (APPs) do que a versão alterada na Câmara e aprovada pelos senadores, em setembro, de contornos ruralistas.

Dilma defendia a regra da “escadinha”, que define que quanto maior a propriedade, maior a recomposição da vegetação desmatadada – premissa que foi retirada do texto após análise no Senado. Por considerar que as alterações aprovadas no Congresso beneficiavam grandes proprietários, a presidente vetou o parágrafo 4º do artigo 61-A (veja cada um dos 9 vetos), que discorre sobre a obrigatoriedade do reflorestamento. Dessa forma, volta a vigorar a regra da “escadinha”.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, apesar da estimativa inicial de reflorestamento, o tamanho da área degradada que deverá ser recomposta somente será conhecido com precisão após todos os proprietários rurais irregulares do país realizare o Cadastro Ambienta Rural, parte do Programa de Regularização Ambiental (PRA).

A partir daí, será possível proceder a um levantamento detalhado de quais biomas e regiões brasileiras mais se beneficiarão da nova Lei. Atualmente, segundo o Probio (Programa de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica), a maior parte do passivo ambiental do Brasil encontra-se na região centro-sul e no Nordeste. Enquanto 80% dos hectares degradados são ocupados por pastagens.



Fonte: Exame

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Dicas para fazer compras sustentáveis nas lojas virtuais


Muitas pessoas conseguem se controlar diante das boutiques nas ruas e físicas, mas não resistem aos descontos atrativos das lojas virtuais. Como na maior parte das vezes compensa, alguns exageram e vão além das compras necessárias.

O chamado e-commerce movimenta um mercado que tende a render cada vez mais. O sucesso das vendas online pode ser percebido pela instalação de uma filial da Amazon no Brasil, maior empresa americana de comércio eletrônico. De acordo com a Info, o faturamento no setor deve ultrapassar a marca de 22 bilhões de reais neste ano.

Para quem já está inserido neste mundo virtual, as dicas a seguir vão ajudar a fazer compras online mais conscientes:

- Acumule os itens que precisa comprar: Fazer um pedido por semana causa muito impacto ambiental. A cada entrega, aumenta a emissão de gases poluentes da transportadora. Faça uma lista de itens que deseja e só efetue a compra quando puder comprá-los todos de uma só vez.

- Evite a devolução do produto: Todas as empresas, mesmo as lojas físicas, passam pelo problema de não encontrar o cliente em casa. Essa situação faz com que aumente o número de viagens do caminhão de entrega. Para evitar essa situação, opte por colocar o endereço de entrega na casa de um parente ou amigo, onde sabe que terá alguém para receber ou, se possível, envie suas encomendas para seu local de trabalho.

- Evite imprimir comprovantes: Procure imprimir os documentos realmente necessários. Por precaução, muitas pessoas imprimem tudo o que veem pela frente, recibos de entrega, confirmações de pedidos, entre outros arquivos que provavelmente não terão serventia alguma. Deixe os documentos online, e, para sua segurança, faça backup de seu e-mail e de seus arquivos do computador.

- Compre menos: Livrarias, loja de eletrodomésticos, eletrônicos. Tudo na internet parece sair “mais em conta” e, na maioria das vezes, é mesmo. Mas isso não é motivo para comprar descontroladamente. Resista às promoções, aos descontos, ao compre um, leve dois, três, enfim, evite o consumismo.

Fonte: Ciclo Vivo 

Desabrigados da Califórnia vão ganhar centro de apoio sustentável


Construído para acolher os sem-teto de Marin County, na Califórnia, um centro de apoio e habitação vai reintegrar os desabrigados por meio de práticas sustentáveis, presentes desde as obras ecológicas até a convivência entre as pessoas.

A construtora Blu Homes anunciou que iniciará as obras de um centro de apoio comunitário à população desabrigada na região de Marin County, Califórnia. Chamado de Vila Oma, o complexo com casas ecológicas será entregue para os desalojados no segundo semestre de 2013.

Para a elaboração do projeto, os arquitetos priorizam a reciclagem dos materiais utilizados na obra, como o aço e a madeira. Além disso, durante a construção, não serão utilizados materiais que emitem gases tóxicos. O objetivo do projeto Vila Oma, parceria entre a construtora norte-americana Blu Homes e uma fundação sem fins lucrativos da Califórnia, é criar 14 habitações pequenas, baratas e modernas.

Além disso, a vila sustentável terá uma clínica de reabilitação para alcoólatras e usuários de drogas, além de centros de convivência, que explorem, da melhor maneira possível, o espaço comunitário para a reintegração social destas pessoas. No complexo, também haverá um centro de acesso à internet e uma escola para fornecer cursos profissionalizantes e empregos para os desalojados.

Fundada em 2008, a Blu Homes desenvolve casas pré-fabricadas utilizando conceitos sustentáveis e materiais reciclados de alta durabilidade, com alternativas para reduzir a pegada de carbono e os gastos de água e energia.

Fonte: Ciclo Vivo 

SP terá fábrica de resina usada em ecogarrafa da Coca-Cola



A Coca-Cola anunciou a construção da maior fábrica de produção de BioMEG do mundo, principal ingrediente das embalagens PlantBottle™ - a primeira garrafa PET reciclável feita parcialmente de material vegetal a partir da cana-de-açúcar.

Fruto de uma parceria com a JBF, a iniciativa é parte da meta da empresa de adotar a tecnologia do bioplástico em toda sua produção de garrafas plásticas no Brasil até 2015.

Com a nova unidade, o Brasil se tornará o maior produtor e exportador de BioMEG do mundo, com capacidade de produção estimada em 500 mil toneladas/ano, gerando 1.650 empregos diretos e indiretos. As obras terão início ainda em 2012 e a operação está prevista para começar 24 meses após.

Disponível em mais de 24 países, o uso da embalagem verde eliminou, desde seu lançamento em 2009, o equivalente a quase 100 mil toneladas de emissões de dióxido carbono, o equivalente a 200 mil barris de petróleo.

Fonte: Info Exame

Aprenda a fazer uma flor reutilizando colheres descartáveis




Materiais

17 colheres de plástico (lavadas e reutilizadas); vela; 1 prato; tesoura; alicate; agulha; pistola de cola; tinta spray; e alfinete para broche.

Método

*Corte os cabos das colheres, deixando uma pequena haste. Para dez colheres, que servirão para as pétalas exteriores, devem ser deixados 2cm de cabo. Para cinco colheres, que ficarão no meio da flor, devem ser deixados 1cm de cabo, e para as duas colheres restante, que ficarão no centro, devem ser deixados 0,5cm.

*Acenda a vela, e com o auxílio de um alicate segure a colher. Não deixe a colher muito próxima da chama para que o plástico não fique escurecido.

*Derreta a parte central da colher, deixe que esfrie um pouco, mas apenas o suficiente para que ainda esteja moldável. Com cuidado para não se queimar e vá dando forma a pétala. Fica mais fácil segurando nas bordas e dobrando-as para trás. Faça o mesmo com todas as colheres.

*Para começar a montar a rosa, pegue as dez colheres das pétalas exteriores, derreta o que sobrou do cabo da colher e vá grudando um cabo da pétala no outro. Faça isso com o auxílio do alicate enquanto os cabos estiverem quentes. Repita este processo até que consiga fazer a base da rosa. Você também pode utilizar a cola quente para ajudar neste processo.

*Faça a mesma coisa com o conjunto de cinco colheres, que ficará no centro, e, em seguida, com as duas colheres restantes, que serão o miolo da flor.

*Monte o conjunto de dois dentro do conjunto de cinco pétalas, e o de cinco, dentro do conjunto de dez pétalas. Cole-as com cola quente. Leve mais uma vez a flor junto à vela, e pressione a base contra o prato, para que fique bem plano.

*Para fazer um broche, cole o alfinete na base enquanto ainda está quente,

*Faça com que o plástico trespasse a base de metal, para que fique firme. Depois é só pintar da cor de sua preferência utilizando tinta spray.



Fonte: Planeta 10

Teias de aranha: o futuro das cirurgias e dos gadgets biodegradáveis



A seda, conhecida por ser utilizada por insetos na fabricação de teias e casulos, também pode ser utilizado como um cabo de fibra óptica
Foto: Sxc.hu

Os fios de seda são conhecidos pela sua força e flexibilidade. E foram essas características que direcionaram os pesquisadores do Institut de Physique de Rennes, na França a incorporarem este material em componentes eletrônicos, tornando-os biodegradáveis.

Os cientistas descobriram que o material, utilizado por insetos na fabricação de teias e casulos, também pode ser usado como um cabo de fibra óptica, onde a luz pode viajar através do fio com facilidade. "Quando testamos a seda de aranha, não sabíamos o que esperar", confessou o físico Nolwenn Huby ao site Wired. "Mas depois nós pensamos, por que não tentar utilizá-lo como fibra óptica para propagar a luz?".

Huby e sua equipe conseguiram transmitir luz laser por um fio curto de seda em um chip de circuito integrado. Segundo o pesquisador, com o aperfeiçoamento de um revestimento próprio, a seda poderá melhorar sua capacidade de transmissão.

Uma das principais aplicações da pesquisa está na possibilidade de seu emprego em procedimentos médicos. Como as fibras de seda são capazes de transportar luz, essa capacidade poderia ser usada para gerar imagens dentro do corpo humano, possibilitando a realização de exames e procedimentos cirúrgicos por meio de pequenas aberturas no corpo, já que a seda é extremamente fina.


Fibra de seda integrada em um chip fotônico, conectando três discos que podem armazenar luz.
Foto: Divulgação Nolwenn Huby

Segundo o engenheiro biomédico Fiorenzo Omenetto da Tufts University, em Cambridge, Massachusetts, o material é, acima de tudo, inofensivo, podendo ser implantando no corpo sem qualquer tipo de reação.

A partir dessa característica, outra aplicação futura foi prevista por Omenetto. Os fios de seda podem servir como uma bandagem que pode ser implantada no paciente depois de um procedimento médico, no intuito de monitorar possíveis infecções. E o melhor de tudo é que depois de implantado, o dispositivo não precisará mais ser removido, pois o corpo vai absorver o material, que é biodegradável, naturalmente.

Além da aplicação médica, Omenetto enxerga a possibilidade de utilizar os fios de seda como componentes de gadgets totalmente recicláveis.

Por meio de muito estudo, o pesquisador afirma que o lixo eletrônico pode ser uma coisa do passado. Mas ele salienta que este acontecimento está a décadas de distância. "Circuitos compostáveis são uma coisa, mas os engenheiros ainda precisam descobrir como tornar as baterias e interfaces biodegradáveis. Temos que ser muito realistas sobre essas coisas", acrescentou.



Óleo de cozinha é transformado em biodiesel em universidade dos EUA




Na Universidade de Delaware, nos EUA, estudantes de engenharia produzem o combustível da frota de ônibus da própria instituição. O biodiesel é feito a partir de óleo de cozinha, emite menos poluentes e é biodegradável.

A matéria-prima é transformada em combustível por meio de um método chamado “transesterificação”,  processo que separa a glicerina do óleo vegetal – depois de separado, o óleo já pode ser usado para substituir o diesel.

Cada litro reciclado significa um galão de diesel a menos, segundo o reitor da universidade, Matthew Wehrman. O projeto começou com a doação de um processador de biodiesel, em 2010, por James Seferis, um pesquisador da área de engenharia química que se doutorou na universidade em 1977.

A máquina é capaz de produzir 100 litros de biodiesel a partir de cerca de 150 litros de óleo de cozinha usado. Em média, os alunos produzem semanalmente 42 litros de combustível e 11 litros de glicerina, substância usada na agricultura e produtos farmacêuticos e de beleza.


Fonte: Super Interessante

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Compostagem Caseira: Como fazer?


A compostagem é um processo biológico no qual ocorre a transformação de resíduos orgânicos (por exemplo, restos de comida, papel, folhas…) num adubo natural. Este processo ocorre através da ação de microrganismos, os quais decompõem os elementos da mistura, originando o composto final, o que pode demorar entre 2 a 6 meses.

COMO FAZER A COMPOSTAGEM

1. Escolher o local: Deve ter sombra no verão e sol no inverno, geralmente debaixo de uma árvore;
2. Preparar o fundo: No fundo do compostor, colocar uma camada de ramos para permitir a circulação de ar, a entrada de microrganismos e a drenagem das águas;
3. Boa mistura de materiais: O enchimento do compostor deve ser feito por camadas, intercalando resíduos verdes, ricos em azoto, e resíduos castanhos, ricos em carbono;
4. Garantir arejamento: Remexer o conteúdo do compostor quando compactado;
5. Garantir humidade: Adicionar água se estiver muito seco e adicionar papel, cartão ou folhas secas se estiver muito húmido.

A mistura deve conter camadas intercaladas de resíduos verdes ricos em azoto e resíduos castanhos ricos em carbono!

Resíduos verdes: restos de vegetais crus e cascas de fruta e ovos, borras de café (incluindo os filtros), arroz e massas cozinhados, folhas verdes, sacos de chá, cereais e ervas daninhas sem semente.

Resíduos castanhos: feno, palha, aparas de madeira, folhas secas, ramos, aparas de relva e relva seca.

Resíduos que não se deve colocar: carne, peixe, marisco, laticínios, resíduos de jardim tratados com pesticidas, plantas doentes, plástico, papel, vidro, pilhas, excrementos de animais e gorduras.

Apesar de existirem vários tipos de compostores no mercado, estes podem facilmente ser feitos em casa a partir de uma caixa de cartão, plástico ou madeira furada por baixo.

O composto final pode ser aplicado nas plantações, funcionando como um adubo natural e, desta forma, melhorando a qualidade do solo, ao diminuir a utilização de produtos químicos. Para além disso, elimina os problemas de deposição de estrumes, reduzindo as escorrências e a contaminação de poços por nitratos.

VANTAGENS

• Contribui para a redução dos resíduos enviados para o aterro;
• Permite produzir um adubo natural de boa qualidade, que pode aplicar no seu jardim, horta, vasos e floreiras;
• Melhora a estrutura do solo e a resistência das plantas a pragas;
• Ao utilizar o composto obtido em vez de adubos químicos, reduz a contaminação nos alimentos e no solo.




Edifício Comunitário Sustentável




O edifício comunitário Keast Park foi projetado pelo escritório Lloyd Group para revitalizar a orla de Melbourne, criando um novo ponto de encontro e recreação para a cidade.

O prédio possui dois andares, neles os usos são diversos com café, sanitários, salas de reunião e salas multiusos. Na parte externa as quadras de Bowling Club proporcionam ao usuário a vivência de todo o edifício.

O projeto possui várias estratégias de sustentabilidade aplicadas. Baixo impacto no terreno, a madeira é toda certificada, as varandas são cobertas proporcionando sombreamento, as aberturas são projetadas de maneira que a ventilação cruzada aconteça passivamente, os brises-persianas auxiliam o usuário a filtrar a iluminação e a água coletada da água da chuva pelo telhado é utilizada para a irrigação do jardim.






Fonte: Garimpo Verde

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Bicicleta elétrica dispensa correntes e transforma pedalada em energia



A Footloose é uma bicicleta elétrica inspirada na tecnologia dos carros. O grande diferencial estrutural do modelo está no fato de rejeitar as tradicionais correntes, usadas para mover a roda traseira. No lugar disso, as pedaladas são transformadas em energia.


Assim como em outras bicicletas elétricas, a Footloose funciona exclusivamente a partir do motor ou também pela força exercida pelo usuário. O design foi desenvolvido a partir da cooperação de trabalho dos fornecedores coreanos Mando Corp. e Meister Inc., com o designer britânico Mark Sanders e o especialista holandês em bicicletas Han Goes.


De acordo com os criadores, a bicicleta possui autonomia de até 30 quilômetros com o motor funcionando sozinho, mas este potencial pode ser elevado de acordo com a força exercida pelo ciclista.



O fato de não ter corrente facilita muito o uso, pois reduz as preocupações com a sujeita da graxa ou com a segurança de quem pedala. Através da tecnologia aplicada na substituição deste sistema tradicional, a força exercida no pedal já é automaticamente transformada em energia.

Toda a eletricidade acumulada fica armazenada em uma bateria de íon-lítio, usada para alimentar o motor. Como diferencial tecnológico a Footloose possui uma Unidade de Controle Eletrônico, que trabalha com sensores para a troca de marcha automática, de acordo com as condições do terreno.


Outro item interessante é a utilização de um monitor humano (HMI), que controla o sistema para informar eventuais problemas, ele também informa a distância percorrida, velocidade e a quantidade de eletricidade produzida. O melhor de tudo é que este equipamento é removível e a bicicleta não funciona sem ele, tornando-se assim uma boa estratégia antirroubo. Ela ainda pode ser dobrada para facilitar o transporte.

Por se tratar de um conceito, ainda não existe previsão de que o modelo esteja disponível comercialmente.



Fonte: Ciclo Vivo 

Possibilidades de uso para os pneus reciclados


A reutilização, recauchutagem e reciclagem são importantes alternativas para a destinação final de pneus velhos. Eles podem ser utilizados inteiros ou picados, por meio de distintas aplicações. Conheça algumas delas.
 
Contenção de erosão do solo - Pneus inteiros associados a plantas de raízes grandes podem ser utilizados para ajudar na contenção da erosão do solo.



Móveis e decoração - O pneu inteiro também pode virar pufes, poltronas, cadeiras, mesas e o que mais a imaginação permitir.



Equipamentos para playground - Os pneus podem virar diversos brinquedos como balanços, obstáculos e equipamentos para amenizar as quedas e evitar acidentes.

                              

Esportes - Eles também podem se usados em corridas de cavalo e carros, ou eventos que necessitem de uma limitação do território a percorrer.


Sinalização rodoviária e para-choques de carros - Uma outra ideia é reciclar pneus inteiros fazendo postes para sinalização rodoviária e amortecimento de choques, porque diminui os gastos com manutenção e soluciona o problema de armazenagem de pneus velhos.



Pneus picados:

Pavimentos para estradas - A mistura de betume modificado com borracha de pneus usados tem sido empregada com o objetivo de melhorar a capacidade estrutural de pavimentos novos ou que precisam ser recuperados.



Pisos industriais, sola de sapato, tapetes de automóveis, tapetes para banheiros e borracha de vedação - Depois do processo de desvulcanização, que faz parte da reciclagem, pode-se adicionar óleos aromáticos para criar uma pasta, a qual pode ser usada na produção de novos materiais.



Compostagem - O pneu não pode ser transformado em adubo, mas, sua borracha cortada em pedaços de 5 cm pode servir para aeração (processo que proporciona a melhoria da qualidade do solo que muitos agricultores fazem em seus terrenos para o plantio) de compostos orgânicos.

Fonte: Ecodesenvolvimento

Chicago pode ganhar arranha-céus que limpam o ar



Morar em um ambiente sustentável e sem poluição não é, necessariamente, sinônimo de uma casinha no campo. Claro que nas grandes cidades também é possível viver em casas ou edifícios que oferecem qualidade de vida e evitam desperdício de recursos como água e energia. Isso é o que propõem os arquitetos Danny Mui e Benjamin Sahagun para um par de arranha-céu (quem diria) em Chicago, nos Estados Unidos.

Uma das funções verdes destas torres, projetadas enquanto ambos eram estudantes do Illinois Institute of Technology, é limpar o ar da região onde elas seriam construídas. Funcionaria assim: o gás carbônico emitido pelos carros que circulam por perto dos prédios seria absorvido por algas em crescimento, que estariam em tanques biorreatores instalados nos topos e nas laterais das torres.

Outra função destas plantas é servir de matéria-prima para a produção de biocombustível, que abasteceria os automóveis dos residentes dos prédios, como alternativa aos combustíveis de origem fóssil.

E se a forma destes arranha-céus parece estranha à você, saiba que há um motivo: não bloquear a vista para a cidade e criar uma espécie de portão de visão na enorme avenida Eisenhower Expressway, onde os arquitetos sugerem construí-los.

As CO2ngress Gateway Towers, como foram batizados, ainda têm fachadas com camadas duplas de janelas, para eliminar a poluição sonora que chega da rua e abrigar pequenas varandas internas, como você pode ver na foto abaixo.


Por enquanto não há planos de construir este projeto, mas ele rende boas inspirações para as grandes cidades, não é mesmo? Que outras funções ambientais você espera de um prédio ou condomínio? Comente.


Fonte: Super Interessante

Designer cria coleção decorativa feita com sobras de madeira




O designer norueguês Lars Beller desenvolveu uma linha de enfeites feitos a partir de sobras de madeira. A coleção é chamada de Re-turned” e possui ornamentos em formato de aves e ovos. Entre a matéria-prima estão móveis quebrados, que agora ganham uma nova utilidade.

O trabalho não se baseia em técnicas sofisticadas de manufatura da madeira. Pelo contrário, Beller utilizou métodos tradicionais para manusear as madeiras e transformá-las em peças decorativas sutis e de muito bom gosto.

O designer explica que a coleção “Re-turned” transforma o material que seria visto como lixo para se tornar algo desejável. Acima da beleza, ele exalta o fato de serem peças 100% recicláveis, que reforçam a importância do cuidado com a natureza.

Os pássaros criados pela empresa são bastante originais. Formados em somente uma peça, eles variam em tamanho e formato. Mas, sempre mantêm algumas características únicas que alimentam a identidade da coleção, como os pequenos olhos e o bico preto.

Além de ser sustentável no uso da madeira, o designer optou por ter embalagens sustentáveis. Assim, a coleção é comercializada em uma caixa de papelão reciclado. A expectativa é de que os pássaros estejam à venda ainda neste ano, através do site do designer.



Com informações do TreeHugger.

Fonte:  CicloVivo

Nova lâmpada dura 40 anos e economiza 90% de energia



Que tal passar décadas sem precisar trocar uma lâmpada? Uma empresa norte-americana desenvolveu a Firefly LED, uma luz que dura até 40 anos e economiza cerca de 90% da energia utilizada para iluminar os cômodos da sua casa.

No começo deste mês, a Firefly lançou um novo modelo em LED que pretende acabar com as constantes queimas e trocas de lâmpadas, e ainda reduzir, de forma significativa, os gastos com iluminação residencial e os problemas com os descartes de lâmpadas.

Desenvolvida no Texas, a longa duração do novo LED depende de uma tecnologia capaz de reduzir o calor que se forma ao redor da luz: um dissipador reduz a temperatura em 32%, prolongando a vida da lâmpada por até quatro décadas.

Não obstante, a Firefly, empresa responsável pela criação, também patenteou um sistema que permite que a lâmpada funcione com apenas 5% de sua capacidade energética, economizando uma grande quantidade de eletricidade. 

Caso seja necessário melhorar o desempenho da luz, deve-se apenas trocar o dispositivo de LED que fica dentro da estrutura, também fabricado pela empresa. Chamados de Smart LED, os pequenos dispositivos são fáceis de trocar e eliminam a preocupação de reciclagem, sempre associada às incandescentes, fluorescentes e até LEDs convencionais.

O sistema de iluminação desenvolvido pela Firefly pode ser utilizado não apenas por residências, como também por edifícios e empresas. O produto deverá custar cerca de US$ 35 (R$ 70). Embora o preço no mercado seja superior ao das lâmpadas convencionais, a tecnologia permite uma economia de eletricidade em até 90%, o que diminuirá as despesas de iluminação na conta de luz. 

Com informações do TreeHugger.

Fonte: CicloVivo