sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Aprenda a fazer um brigadeiro sustentável

Quem aproveita os alimentos em sua totalidade, sabe os benefícios que essa prática traz, não só para o nosso corpo, mas também para todo o planeta. Ingredientes que costumam ir para o lixo podem esconder grandes segredos da culinária sustentável.


A sustentabilidade na cozinha é simples, prática e valoriza cada parte que compõe uma receita. Quem sabe aproveitar tudo o que os ingredientes podem oferecer, sempre descobre novos sabores e também contribui para o fim do desperdício dos alimentos em nossa sociedade.

Outra característica da culinária sustentável é utilizar ingredientes regionais no preparo da receita, e, para isso, nada melhor do que fazer um brigadeiro, doce típico da culinária brasileira. A origem do nome é desconhecida, mas, diz a lenda, que o doce foi nomeado em homenagem ao Brigadeiro Eduardo Gomes, um candidato “galã” que se candidatou à Presidência da República em 1946 e 1950.

A receita era preparada por seus seguidores nos eventos da campanha política, e foi chamada, por um bom tempo, de “docinho do Brigadeiro”. Mesmo não tendo assumido a Presidência da República, a guloseima tornou-se ícone da culinária brasileira, sobretudo nas festas infantis. Para fazer a versão sustentável da receita, utilizando cascas de banana, você vai precisar de:

1 lata de leite condensado;

½ lata de leite (integral ou desnatado) – (use a lata de leite condensado);

13 cascas de bananas lavadas (qualquer tipo, menos banana da terra);

1 colher de sopa de margarina;

4 colheres de sopa de amido (Maizena);

6 colheres de sopa de achocolatado em pó;

200 gramas de chocolate granulado.

Modo de preparo

Primeiro, bata todos os ingredientes no liquidificador. Coloque a mistura em uma panela e cozinhe em fogo médio, mexendo sempre. Assim que o brigadeiro descolar do fundo da panela, sua receita está pronta. Depois de esfriar, faça pequenas bolinhas e cubra-as com o chocolate granulado.

Fonte: Ciclo Vivo  

ZARA assume compromisso de eliminar substâncias químicas perigosas até 2020

O maior varejista de moda do mundo, o grupo têxtil Inditex, do qual a Zara faz parte, assumiu hoje o compromisso de eliminar todas as substâncias químicas perigosas de sua cadeia de produção, incluindo a de fornecedores, até 2020. A decisão é uma resposta à pressão pública que a Zara recebeu com a campanha Detox do Greenpeace Internacional.

Como parte do compromisso, a Inditex exigirá que seus 20 fornecedores divulguem informações sobre as substâncias utilizadas já em março de 2013, fazendo com que aqueles que moram perto das fábricas finalmente tenham acesso às informações sobre os descartes de resíduos no ambiente.

“O Greenpeace parabeniza a Zara pelo compromisso de fazer moda sem poluir. Se a maior varejista de moda do mundo pode mudar, não há desculpa para que as outras marcas não limpem suas cadeias de produção”, afirmou Martin Hojsik, Coordenador da Campanha Detox do Greenpeace Internacional. Ele ainda disse que “as pessoas se manifestaram em todo o mundo contra a moda tóxica e agora é o momento para que outras marcas, como a Esprit, Gap, Levi’s e a Victoria Secret ouçam seus clientes e se 'desintoxiquem' também”.

O compromisso e a resposta da Zara vieram apenas oito dias depois de o Greenpeace ter lançado o relatório “Fios tóxicos: o grande remendo da indústria da moda”, em Pequim. Desde então, mais de 300 mil pessoas se juntaram à campanha, com dezenas de milhares de pessoas compartilhando a mensagem de que a Zara precisava limpar sua cadeia de produção no Facebook e no Twitter. Sem deixar de mencionar as mais de 700 pessoas que foram às ruas protestar nas fachadas das lojas da Zara em todo o mundo.

A Zara é a oitava marca a se comprometer a eliminar o descarte de produtos químicos perigosos em toda sua cadeia de fornecimento e em seus produtos desde que a  campanha foi lançada, em 2011. Ela se junta às marcas Nike, Adidas, Puma, H&M, M&S, C&A e Li-Ning, que já se comprometerem.

Além disso, a Zara exigirá que pelo menos 20 fornecedores comecem a divulgar os dados sobre poluição até o final de março de 2013 e pelo menos cem fornecedores até o final de 2013, incluindo informações sobre os corantes azóicos que são cancerígenos.

“As pessoas têm o direito de saber com o que os seus rios estão sendo poluídos e quais são os produtos químicos perigosos em suas roupas. O compromisso da Zara de agir de forma mais transparente é um marco na maneira como as roupas são fabricadas e será a chave para forçar que mais marcas se comprometam com a poluição ‘zero’ por substâncias químicas perigosas até 2020”, disse Li Yifang, da campanha de Tóxicos do Greenpeace Sudeste Asiático.

A campanha Detox do Greenpeace exige que as marcas de moda se comprometam a não descartar nenhum resíduo químico perigoso no ambiente até 2020 e que exijam que seus fornecedores divulguem todas as substâncias tóxicas descartadas nos rios para as comunidades locais.

A organização comprou e testou roupas das 20 maiores marcas em abril de 2012. Dentre as substâncias encontradas, destacou-se a presença de etoxilatos de nonilfenol, que se quebram no meio ambiente e formam substâncias químicas que são interferentes hormonais.

Fonte: Ciclo Vivo  

Projeto na Espanha usa energia solar


Uma construção de frente para o mar na cidade de Barcelona, na Espanha, é um exemplo de como é possível fazer um projeto arquitetônico que amplie a utilização de energias alternativas.

Conhecida como Pavilhão Endesa ou Solar House 2.0, a estrutura angulada permite o suporte de uma série de painéis fotovoltaicos, fornecendo energia limpa para uso no espaço. Além disso, a construção foi feita em apenas um mês, com as peças pré-fabricadas e aumentando a eficiência de produção do espaço.

Nos meses quentes, a estrutura dos painéis solares ajuda a diminuir a incidência de raios solares no interior, deixando a temperatura mais agradável e ajudando na diminuição do uso de aparelhos com essa finalidade. Já no inverno, devido à diferença de angulação da insolação, o espaço deve receber maior quantidade de luz solar (e consequentemente de calor).

O espaço foi desenhado pelo Instituto de Arquitetura Avançada da Catalunha e teve apoio da companhia de energia Endesa.

Fonte: Atitude Sustentável 

5 maneiras de aproveitar o óleo de cozinha na limpeza ecológica


Nas prateleiras do armário da cozinha há uma infinidade de produtos que podem ser usados na limpeza da casa. Antes da hora da faxina, veja as dicas a seguir para aproveitar o óleo alimentar, tanto o de girassol, como o azeite virgem.

- Mobiliário de madeira: Faça seu próprio polidor de móveis com dois copos de óleo vegetal ou azeite virgem e o sumo de um limão. Basta misturar os dois ingredientes e aplicar nos móveis com um pano macio. Essa solução também é eficaz para disfarçar riscos em móveis de madeira clara.

- Mobiliário de vime e rattan: São móveis mais artesanais e que tendem a secar e rachar ou se partir. Para evitar que isso ocorra, aqueça um pouco de óleo vegetal ou de girassol e pincele em toda a peça.

- Panelas de ferro fundido: Este tipo de panela não pode ser muito esfregada, pois isso faz com que ela solte uma ferrugem prejudicial à saúde. Então, se ficarem restos de alimentos grudados na peça utilize uma pasta feita da mistura de sal grosso e óleo vegetal para limpá-la. Após passar em toda a panela, lave normalmente com água quente.

- Superfícies em aço inoxidável: Não precisa utilizar produtos tóxicos para dar brilho às suas peças. Um pouco de azeite virgem em um pano macio é a solução para deixar a superfície mais limpa e brilhosa.

- Limpe janelas e esquadrias de alumínio: Misture óleo de cozinha e álcool, a mesma medida para ambos. Coloque um pouco da solução em um pano macio ou flanela e depois no alumínio. É importante não passar diretamente na peça a ser limpa.

Fonte: Ciclo Vivo 

Atividades do programa “Escolas de Bicicleta” são interrompidas e alunos perdem suas bikes

Desde outubro, os monitores do programa “Escolas de Bicicleta” estão de braços cruzados devido ao atraso de seus salários. As atividades foram interrompidas e as bikes foram retiradas dos alunos que participavam do projeto.

Se, nos primeiros dias do programa “Escolas de Bicicleta”, os alunos estavam empolgados com o novo meio de transporte usado no trajeto casa/escola, a expressão dos estudantes agora é outra. Foi combinado que, depois de fazerem os testes necessários e frequentarem as aulas práticas, os alunos dos CEUs poderiam usufruir das bikes de bambu até o final deste ano. Assim, além de aprenderem as normas do uso das bikes, também praticariam atividade física e teriam um novo meio de transporte para o deslocamento diário.

Entretanto, nem se passaram seis meses desde o lançamento do projeto e as atividades já foram suspensas: sem receber seus salários, os monitores abandonaram o trabalho e as bicicletas foram retiradas dos alunos, sem nenhum aviso prévio, nem para as crianças, nem para os pais, que assinaram um termo de responsabilidade sobre o uso de cada bicicleta.

As bikes de bambu, que deveriam estar nas mãos dos cem alunos atendidos pelo projeto, nem sequer ficam estacionadas nos bicicletários dos CEUs – muitas estão guardadas nas próprias salas de aula das escolas públicas.

A Prefeitura de São Paulo alega que o instituto responsável pelo programa atrasou os salários dos monitores no mês passado, mas que o pagamento já foi efetuado. A Prefeitura também afirma que as bicicletas precisam passar por manutenção, e que a continuidade do programa é encargo da próxima administração da cidade.

As bikes utilizadas no projeto fazem parte de uma linha exclusiva criada pelo designer brasileiro Flávio Deslandes, que, atualmente, desenvolve suas criações na Europa. Inicialmente, a Secretaria Municipal de Educação desembolsou R$ 3,1 milhões para a elaboração do programa, que atenderia os alunos dos CEUs da capital paulista.

Os alunos que participam do programa também receberam um kit com acessórios, composto por capacetes, iluminação, colete refletivo, bagageiro, buzina, espelho retrovisor e cadeado.

Fonte: Ciclo Vivo 

Praça Victor Civita comemora quatro anos



Em novembro a Praça Victor Civita celebra quatro anos e tem motivos de sobra para comemorar. Fruto de uma bem-sucedida parceria entre o Instituto Abril, a Prefeitura da Cidade de São Paulo e empresas privadas, o espaço já está inserido na agenda cultural da capital.

Inaugurada em 2008, a Praça foi construída em uma área que abrigou durante 40 anos o Incinerador Pinheiros, e por essa razão, tinha seu terreno altamente contaminado. Um projeto arquitetônico possibilitou a revitalização do local, criando um novo, diversificado e acolhedor espaço que vai muito além de uma praça: funciona como centro cultural e de lazer.


A Praça oferece programação regular e diversificada todos os finais de semana. Já se apresentaram no local – que conta com uma arena e arquibancada para 300 pessoas – artistas como Criolo, Pitty, João Carlos Martins, Otto, Toquinho, Ivan Lins, Jair Rodrigues, Nando Reis, entre outros.


Atividades esportivas são oferecidas diariamente com o projeto “Mexa-se na Praça” no qual professores especializados conduzem aulas de ioga, pilates, exercícios de condicionamento físico e alongamento.

Também está instalado na Praça o CIIPE – Centro de Integração, Informação e Preparação para o Envelhecimento, que desenvolve atividades específicas para o público da terceira idade.

Completando a programação, o Instituto Verdescola tem um programa de educação ambiental dirigido a escolas em geral, que conta com visitas orientadas pelos espaços pedagógicos da Praça e também com oficinas de reaproveitamento de materiais.


O desenvolvimento sustentável é o fio condutor que norteou toda a recuperação do espaço. A praça é modelo de revitalização urbana, ao dar novo uso a um espaço anteriormente condenado, e abriga o Museu da Sustentabilidade, localizado no antigo prédio do Incinerador Pinheiros, além dos jardins suspensos, também chamados de “tec garden”, que servem como exemplo de cultivo sustentável de plantas usadas para fins fitoterápicos e de produção de bio combustíveis.

Graças a um modelo de gestão compartilhada – contando com as empresas Abril, CCR, Claro, Levisky Arquitetos, Gerdau, Itaú, Sabesp, Instituto Verdescola e outros importantes parceiros, a Praça Victor Civita se insere na agenda pública da cidade como um espaço democrático de cultura e convivência.

É por isso que, para a Associação Amigos da Praça Victor Civita (AAPVC), que assumiu oficialmente a gestão da Praça em setembro de 2012, torna-se prioridade a chegada de novos parceiros, amigos da cidade que potencializem a promoção de suas ações socioculturais.


“Com a adoção deste modelo de gestão colaborativa, as empresas mantenedoras do espaço têm participação ativa nas políticas e práticas da Praça. E a AAPVC está sempre aberta a novos parceiros, como empresas interessadas em se juntar a um projeto de difusão cultural, de formação para a cidadania e de qualificação da experiência urbana”, afirma Marcelo Bressanin, superintendente da Praça Victor Civita.

A Praça Victor Civita abre diariamente, das 6h30 às 19h e localiza-se na rua Sumidouro, 580, quase na esquina com a Marginal Pinheiros, no bairro de Pinheiros, em São Paulo. Para mais informações, acesse: www.pracavictorcivita.org.br

Fonte: Ciclo Vivo 

Norte-americano cria escultura com galhos de árvores



Patrick Dougherty, um veterano na arte ecológica, criou a “Ballroom”, uma escultura elaborada com galhos e instalada em Federation Square, em Melbourne. A obra é inspirada na Catedral de St. Paul, que fica na região do polo cultural australiano.

Mais de dez toneladas de galhos de salgueiro foram utilizadas na construção da nova escultura do artista Patrick Dougherty, nascido em Oklahoma, nos EUA. A “Ballroom” levou apenas três semanas para ficar pronta. Ela possui uma cúpula interna e janelas curvadas, para permitir a entrada da luz do sol. A inspiração para a obra é a Catedral de St. Paul, localizada nas imediações de Federation Square. Foi utilizada uma estrutura de metal para dar sustentação à escultura de galhos.


Os australianos consideram o salgueiro como uma praga arbórea, uma vez que suas raízes atingem os canos subterrâneos, prejudicando o sistema de esgotos das cidades. Embora as raízes sejam inimigas das redes subterrâneas, Dougherty provou que, ao menos, estas árvores tem um enorme potencial artístico a oferecer.

A obra ficará exposta até o início do ano que vem, e a realização do projeto fica por conta da própria administração da Federation Square, polo de efervescência cultural de Melbourne, que agrega museus, cinemas, teatros e restaurantes.


Patrick Dougherty tem mais de 200 criações ecológicas e nomeou sua técnica como stickwork. Ele desenvolve diversos materiais com galhos de árvores – desde telhados, cabanas, até trabalhos mais complexos, como moradias sustentáveis e esculturas.

Fonte: Ciclo Vivo 

Tecnologia aproveita a vibração dos trens para produzir energia


O trabalho da equipe do “Mechanical Motion Rectifie” foi reconhecido como a “Melhor aplicação de captação de energia” em uma conferência realizada em Washington, EUA. O projeto consiste em reaproveitar a energia da vibração dos trilhos de trem.

O grupo é formado pelos estudantes Teng Lin e John Wang, sob a liderança do professor Lei Zuo. De acordo com o orientador, a tecnologia seria capaz de proporcionar uma economia de mais de US$ 10 milhões nos custos dos sistemas de fornecimento de energia às ferrovias do estado de Nova York e de meio milhão de dólares na produção energética para este fim.

Além do benefício financeiro, o projeto tem uma enorme parcela ambiental, permitindo reduzir as emissões de três mil toneladas de CO2 ao ano. A iniciativa é bastante promissora, porque campo para aplicação, o país da América do Norte tem de sobra. Os Estados Unidos têm, atualmente, mais de 225 mil quilômetros de ferrovias, espalhados por todo o seu território.

Zuo explica que essas estruturas muitas vezes estão instaladas em áreas remotas, o que dificulta muito e encarece a infraestrutura e a instalação de sensores de monitoramente. “A nossa invenção pode aproveitar 200 watts de energia elétrica a partir de desvios de trem, induzidas para alimentar dispositivos elétricos instalados na via”, explicou o professor.

Um sistema específico utilizado no projeto muda a vibração dos captadores, tornando-os mais seguros e eficientes, podendo converter até 70% do potencial bruto da estrutura. “Esse projeto não só evita os desafios de fricção e os choques induzidos pelo movimento de oscilação, mas também nos permite fazer pleno uso dos recursos de pulso como faixa de vibração para colher mais energia”, finalizou o comandante do grupo de trabalho.

Fonte: Ciclo Vivo 

Saiba o caminho percorrido pela madeira, da extração ao consumo final


Quando você compra um móvel, tem ideia da rota percorrida pela madeira que foi usada na fabricação? Para ajudar a entender esse processo, a Rede Amigos da Amazônia criou uma animação virtual que mostra os caminhos produtivos – o legal e o ilegal – da madeira.

A Rota da Madeira mostra, passo-a-passo, o que acontece desde o momento em que a árvore é tirada da floresta até quando um bem de consumo chega ao consumidor final.
Infelizmente, o “jeitinho” e a corrupção entremeados no processo fazem com que um terço da produção madeireira amazônica tenha origem ilegal.

A Rota da Madeira começa na fase de extração, com manejo florestal de um lado e fraudes em mapas e documentos de outro. Depois, passa pela fase do transporte, que, sem feito na legalidade, tem documentação para comprovar a origem e destino da carga. A etapa da serraria fala sobre a omissão e alteração de informações para passar pela fiscalização.
A próxima etapa mostra como a atitude da indústria como ponto final do processamento da madeira influencia todas as fases anteriores. Por último, fala sobre o depósito de madeira e o papel do consumidor final, que ao comprar madeira sem certificação alimenta todo o processo.

“O consumo nas cidades interfere na conservação da floresta”, conclui o Rota da Madeira. “No caso da madeira, além da conexão direta com a floresta, a sua exploração está relacionada à carne, à soja, às hidrelétricas e outras atividades econômicas que causam impactos na Amazônia e são sustentadas pelo consumo nos centros urbanos”.

Ou seja, a questão também tem a ver com você! Acesse aanimação e saiba mais!


Fonte: Super Interessante

Boletim FIMAI 2012


FecomercioSP, Secretaria do Verde e Vivo lançam campanha “recicle seu celular”



A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), em parceria com a Vivo e a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, lançam na próxima sexta-feira (30) a campanha “Recicle seu Celular”.

A ação consiste em enviar 200 mil mensagens de texto a clientes da operadora Vivo, com DDD 11, com o seguinte texto: “Vivo, Secretaria do Meio Ambiente e FecomercioSP,  juntas pela sustentabilidade. Descarte seu celular usado em uma de nossas lojas. Veja em: www.vivo.com.br/lojas.

O evento, que será realizado na sede da Federação, será aberto pelo presidente da entidade, Abram Szajman e contará com a presença do secretário do Meio Ambiente, Bruno Covas e do presidente do Conselho de Sustentabilidade da FecomercioSP, José Goldemberg e representantes da Vivo.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Ela é responsável por administrar, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).

De acordo com o Instituto Vivo, o tempo médio de vida de um celular no país é de apenas 18 meses, sendo que para cada quilo de aparelhos coletados são reciclados: 100 a 150 mg de ouro, 400 a 600 mg de prata, 20 a 30 mg de paladium, 100 a 130 g de cobre, 10 a 20 g de outros metais e 200 g de plástico. Para amenizar o impacto e reduzir o lixo eletrônico no meio ambiente, o Instituto criou em 2006 o Projeto Vivo Recicle seu Celular. Para saber mais sobre o projeto clique aqui.

Assista ao vídeo da campanha da operadora Vivo:



Fonte: CicloVivo

Condomínios participam de disputa por economia de água




Desafiados pela ação “Disputa de Condomínios”, moradores e funcionários de prédios do bairro de Moema, na capital paulista, entraram em uma competição saudável para descobrir quem era capaz de poupar mais água ao longo de dois meses. A brincadeira rendeu a economia de dois milhões de litros do recurso e, em 2013, será estendida a outros bairros da cidade e, também, a estabelecimentos comerciais e colégios, com apoio da Sabesp.
 
Nada melhor do que uma competição saudável para incentivar mudanças de hábito, não é mesmo? Funcionários e moradores de 15 prédios residenciais do bairro de Moema, localizado na zona sul da cidade de São Paulo, viveram na pele essa experiência. Eles foram convidados a participar da Disputa de Condomínios, iniciativa que desafia edifícios a economizar água.

A ideia é conscientizar todas as pessoas que participam do dia a dia dos prédios - como moradores, zeladores, porteiros, faxineiros e empregadas domésticas - para a importância de reduzir os gastos hídricos e, em seguida, desafiá-los a poupar a maior quantidade possível do recurso. Quem economizar mais vence a brincadeira e ainda ganha como prêmio equipamentos que facilitam a economia de água - entre eles, torneiras e descargas - para as áreas comuns do condomínio e, também, para todos os apartamentos.

Escolhidos a partir de uma rigorosa avaliação - que levou em conta critérios como tempo de construção, período em que foi feita a última reforma e tipo de medição dos gastos com água -, os edifícios passaram dois meses, junho e julho deste ano, participando da competição e, juntos, conseguiram baixar seu consumo em 73%, economizando cerca de dois milhões de litros do recurso - quantidade suficiente para uma pessoa viver por 2.670 anos.

O vencedor da brincadeira foi o condomínio Ponte di Rialto, que teve uma economia média de 14% no consumo de água, poupando mais de 200 mil litros do recurso nos dois meses de desafio.

Os bons resultados fizeram a iniciativa crescer. Em 2013, a Disputa de Condomínios - promovida pela Sagarana Comunicação, em parceria com a Sabesp - será ampliada para outros bairros de São Paulo e, ainda, será adaptada para ser realizada em estabelecimentos comerciais e colégios. Quer participar? Inscreva seu condomínio.


Fonte: Planeta Sustentável

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

L’Oréal é exemplo de empresa de cosméticos que não realiza testes em animais




A famosa indústria cosmética da L’Oréal participa, esta  semana, do COLAMA, importante encontro que reúne grupos da América Latina interessados em métodos alternativos ao uso de animais em áreas científicas e industriais. Organizado por Universidade Federal Fluminense (UFF), Inmetro e Fiocruz, o evento acontece em Niterói, Rio de Janeiro. 


Com o compromisso de inovar com segurança para benefício dos consumidores, desde 1989 a L’Oréal parou voluntariamente de usar testes em animais para a avaliação de sua linha de produtos acabados.

Seus laboratórios contribuíram para a implementação da maioria dos métodos de substituição aceitos hoje na indústria cosmética – incluindo os testes no modelo Episkin, um modelo de pele reconstruída, validados pelo Centro Europeu para a Validação de Métodos Alternativos (ECVAM – European Centre for the Validation of Alternative Methods), que se tornou um método padrão na indústria. Outros métodos alternativos – para testar a irritação ocular e reações alérgicas – estão atualmente sendo validados.

A L’Oréal também iniciou, junto com outras empresas, a Parceria Europeia para Abordagens Alternativas aos Testes em Animais (EPAA - European Partnership for Alternative Approaches to Animal Testing), uma parceria europeia para a troca de métodos e progressos científicos e o desenvolvimento do diálogo com as partes interessadas, incluindo as organizações protetoras de animais.

Nos últimos 20 anos, o Grupo L’Oréal investiu 600 milhões de euros em centros de pesquisa internacionais, nos núcleos de produção do Episkin – adquirida pelo Grupo em 1994 -  e nos núcleos de comercialização SkinEthic – adquirida em 2006. Somente em seu laboratório localizado em Gerland, na França, o Grupo já investiu mais de 16 milhões de euros na produção de peles reconstruídas. Atualmente, são produzidos 130 mil unidades de tecido biológico por ano. O lançamento mais recente, fruto dessa tecnologia é o Visionnaire, da marca Lancôme.

Congresso Latino-Americano de Métodos Alternativos ao Uso de Animais no Ensino, Pesquisa e Indústria, o COLAMA, visa proporcionar um momento de divulgação e atualização sobre métodos alternativos ao uso de animais, baseado nos três conceitos: redução, refinamento e substituição. O evento teve início no último domingo (25) e terminará na próxima quinta-feira (29).  


Fonte: Ciclo Vivo

Ter inveja (da placa solar) do vizinho é bom para o meio ambiente



Na Califórnia, a grama mais verde não é o único motivo de inveja entre vizinhos. Outro elemento está disseminando esse sentimento de cobiça pela realidade alheia. Mas, ao contrário do que se possa imaginar, neste caso a energia propagada é muito positiva.

Positiva e limpa. O motivo é a instalação de placas solares nas residências. Não pense que atribuir a propagação desta tecnologia à inveja é exagero ou bobagem. O fenômeno foi comprovado por pesquisadores das Universidades de Yale e Nova York.

Segundo o estudo Peer Effects in the Diffusion of Solar Photovoltaic Panels, publicado na revista Marketing Science, o norte-americano é mais propenso a instalar uma placa solar em sua casa se tiver outras na mesma rua ou em sua área postal.

De acordo com os cálculos feitos pelos pesquisadores – com base nas instalações solares de janeiro a dezembro de 2011 -, se uma região postal tiver 10 adeptos das placas, a probabilidade de vizinhos serem “contagiados” por esta atitude cresce 7,8%. E se o aumento das instalações for de 10%, a chance de mais adoções ao consumo de energia natural sobe para 54%.

Além de exibir a novidade no telhado de casa, a disseminação boca a boca também desperta o interesse da vizinhança. “Se o meu vizinho instala uma placa solar e me conta que está economizando dinheiro e está muito empolgado com isso, provavelmente vou fazer a mesma coisa. Também há aqueles que vão instalar porque não querem ficar ultrapassados em relação aos seus vizinhos”, conta Kenneth Gillingham, coautor do estudo, para o site da Yale.

Na Califórnia, ainda há outro incentivo para que seus moradores invistam em energia solar: eles contam com subsídios do programa California Solar Initiative, estabelecido em 2006 e que, por uma década, destina US$ 3.3 bilhões para a instalação de infraestrutura de placas solares.

Quem diria que o interesse pela vida do vizinho seria mais uma forma de estímulo a essa prática sustentável…

E você? Também contagia os que estão à sua volta com boas atitudes? 


Fonte: Super Interessante

Jovens criam aparelho que gera energia a partir de urina


Quatro adolescentes chamaram a atenção com um equipamento que gera energia a partir de urina. A ideia foi apresentada na edição 2012 do Maker Faire Africa em Lagos, na Nigéria, evento que reúne pessoas que “constroem coisas”, desde artesanatos tradicionais até invenções modernas.
O gerador foi criado por Duro-Aina Adebola, Akindele Abiola, Faleke Oluwatoyin (as três de 14 anos) e Bello Eniola, de 15. Com ele, um litro de urina fornece até 6 horas de eletricidade.


O sistema funciona com a adição de urina em uma célula eletrolítica que separa o hidrogênio. Ele vai para um filtro e é empurrado para um cilindro de gás. Depois, passa por outro cilindro no qual é removida qualquer umidade e então é empurrado para o gerador.
Mais um ideia para gerar energia! Curtiu?


Fonte: Super Interessante


Mecanismo de Desenvolvimento Limpo evitou emissão de 1 bilhão de toneladas de CO2



Manifestantes cobram metas ambiciosas dos líderes mundiais em Doha
Foto: iisd.ca

Por Rádio ONU

A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-18), em Doha, capital do Catar, tem como uma das metas principais discutir a urgência para combater o aquecimento global.

O embaixador André Corrêa do Lago, que chefia a missão brasileira, afirmou que o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) é um "instrumento brilhante" para reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2). O dispositivo consta no Protocolo de Kyoto.

Segundo ele, os países têm muitas coisas para corrigir, mas devem manter viva a estrutura para que isso possa acontecer. Falando em inglês, Corrêa do Lago afirmou que cerca de 5 mil projetos ambientais aprovados pelo MDL foram responsáveis pela redução de mais de 1 bilhão de toneladas equivalentes de emissões de dióxido de carbono.

O embaixador destacou ainda que as negociações estão muito difíceis e que o Brasil está alinhado às posições do G77 + China. O grupo representa os interesses dos países em desenvolvimento.

Além do Brasil e da China, fazem parte também África do Sul e Índia. Eles argumentam que os países desenvolvidos devem se comprometer a uma redução maior das emissões de carbono.

Temperatura alta

A secretária-executiva da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), Christiana Figueres, comentou a urgência de evitar que a temperatura do planeta aumente mais de 2 graus Celsius até o final do século.

Entre os objetivos da COP-18, que termina em 7 de dezembro, está a prorrogação do Protocolo de Kyoto, que expira em 31 de dezembro de 2012.




quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Dicas para reduzir o consumo de energia em sete pontos da casa


Quer reduzir seu impacto ambiental e, de quebra, poupar na conta de luz? Basta seguir algumas dicas simples para serem aplicadas no uso dos equipamentos mais comuns de casa: ar condicionado, chuveiro elétrico, geladeira, máquina de lavar, lâmpadas e ferro elétrico.

Ar condicionado

  • Mantenha portas e janelas bem fechadas para evitar entrada de ar do ambiente externo;
  • Verifique o correto funcionamento do termostato, regulando-o adequadamente para 25°C;
  • Se possível, instale o aparelho onde ele não fique exposto ao sol.


Chuveiro


  • Limite seu tempo debaixo da água quente ao mínimo indispensável;
  • Não tente aproveitar uma resistência queimada, isso aumenta o consumo;
  • Nos dias quentes, mantenha a chave de temperatura na posição "verão" (na posição "inverno", o consumo é aproximadamente 30% maior).


Televisor

  • Não deixe o televisor ligado sem necessidade;
  • Não durma com o televisor ligado;
  • Não tente consertar o televisor. Mesmo desligado existe o risco de choque.





Geladeira


  • Coloque a geladeira em local ventilado, afastada de paredes, fora do alcance dos raios solares e distante de fogões e estufas;
  • Não use a parte traseira da geladeira para secar panos ou roupas;
  • Não a deixe aberta, nem fique abrindo desnecessariamente;
  • Não coloque alimentos quentes na geladeira;
  • Verifique se as borrachas de vedação da porta estão em bom estado;
  • Descongele sua geladeira regularmente;
  • Observe as recomendações do fabricante.


Máquina de lavar

  • Procure lavar de uma só vez a quantidade de roupa indicada pelo fabricante;
  • Utilize a dosagem correta de sabão para que você não tenha de repetir a operação enxaguar;
  • Leia com atenção o manual do fabricante para tirar maior proveito de sua máquina de lavar.


Iluminação


  • Habitue-se a apagar as lâmpadas dos ambientes desocupados;
  • Evite acender qualquer lâmpada durante o dia, utilizando melhor a iluminação natural;
  • Opte, sempre que possível, por lâmpadas fluorescentes. Elas dão melhor resultado, duram mais e gastam menos energia;
  • E lembre-se: lâmpadas de maior potência consomem mais energia.


Ferro elétrico

  • Habitue-se acumular a maior quantidade possível de roupas, para passá-las de uma só vez;
  • Use a temperatura indicada para cada tipo de tecido, no caso de ferro automático;
  • Quando precisar interromper o serviço, desligue o ferro.


 Fonte: Ecodesenvolvimento 






6 plantas que melhoram a qualidade do ar em residências


Quem mora nas grandes cidades sofre muito com a poluição urbana. O ar poluído pode afetar até mesmo os que passam mais tempo em casa do que nas ruas. Isso acontece porque o ar que circula nos ambientes internos também pode ser prejudicial à saúde humana.

Neste sentido, não só como item de decoração, cultivar plantas em casa é um grande benefício para seus moradores. Algumas plantas, em especial, podem desempenhar seu papel de forma mais eficaz. Conheça seis delas que melhoram a qualidade do ar.

- Azaléia

Eficiente para combater poluentes como COVs (Compostos orgânicos voláteis) e amoníacos (um composto presente em diversos produtos de limpeza). Essa planta é indicada para cozinhas e banheiros. Precisa de rega apenas uma vez por semana e de cinco horas de sol diariamente.

- Bromélia

Ajuda na absorção de fumaça, por isso é indicada para cozinha. Para manter essa planta, basta fazer uma rega a cada três dias. Ao contrário da Azaléia que precisa de muito sol, a Bromélia necessita apenas de luz solar indireta.

- Cacto

Muito útil para barrar as ondas eletromagnéticas. É indicado ter um cacto na sala próximo ao aparelho de TV ou na cozinha, junto ao micro-ondas. Para os supersticiosos, a planta ajuda a tirar o mau olhado nos ambientes.

- Gérbera, begônia e crisântemo

São indicadas para as residências onde há fumantes. As três podem atuar com eficiência contra a fumaça de cigarro. A Gérbera gosta de luz, já a Begônia tem que ser protegida da luz solar direta, assim como a Crisântemo que, apesar de precisar de muita luz, não suporta sol direto. Elas devem ser expostas nas salas e quartos.

Fonte: Ciclo Vivo 

Norte-americano usa materiais reciclados para construir casa na floresta


O arquiteto norte-americano conhecido como “Jeffrey, o construtor natural” projetou uma pequena casa feita com materiais reciclados e edificada em meio à floresta de Cottage Grove, no estado no Oregon, EUA. A moradia foi idealizada para ter impacto ambiental mínimo.

“Meu objetivo era fazer uma cabine bem construída e barata, usando o máximo de material reaproveitado quanto fosse possível”, explica Jeffrey, em seu blog. Além da preocupação com os materiais usados, o construtor explica que o projeto também pretende modificar os padrões atuais de consumo, em que as casas são muito grandes e as pessoas descartam utensílios, antes mesmo de tentar consertá-los.

A casa foi construída com o espaço suficiente para abrigar apenas o essencial: cama, mesa e um pequeno fogão a lenha, que auxilia no controle da temperatura local durante o inverno. O formato escolhido pelo arquiteto foi o geodésico, sem cantos, para que o morador se sentisse aconchegado dentro da estrutura.


A base da construção foi feita com madeira recuperada, encontrada em um cais, e blocos de concreto também reaproveitados. A cúpula superior é composta por madeiras de pallets, fixadas com tubos de PVC. Mesmo assim, Jeffrey achou importante fazer um telhado para melhorar a impermeabilização do local, utilizando restos de cedro.


O isolamento é feito com lã de ovelha, um material barato e abundante na região. Jeffrey conta que conseguiu todo o montante que precisava, trocando um dia de trabalho em uma fazenda local por seis sacos de lã.


Os acabamentos da “cabana” foram feitos a partir de uma mistura entre a argila coletada localmente, areia e palha, que havia sobrado de um projeto realizado no campus da Universidade de Aprovecho. Externamente a casa ficou com uma aparência bastante rústica. Por dentro, o arquiteto tomou muito cuidado com a recuperação dos materiais, para que o ambiente se tornasse bastante agradável.

A construção total levou aproximadamente dois meses e os gastos básicos foram com a compra de parafusos, pregos, areia e outros pequenos materiais, que somaram US$ 200. O restante, o arquiteto retirou de aterros e entulhos de construção.

Fonte: Ciclo Vivo 

Leblon ganhará 51 bicicletários


Em busca de uma forma de minimizar os transtornos causados pela interdição do trânsito em trechos da Av. Ataulfo de Paiva em função das obras da Linha 4 do metrô, a Prefeitura vai instalar 51 bicicletários no bairro. Os equipamentos terão vagas para 210 bicicletas no total e ficarão instalados próximos a pontos comerciais, como padarias, bancos e farmácias.

O objetivo da Prefeitura é facilitar a vida dos moradores do Leblon, com o estímulo ao uso da bicicleta para deslocamento dentro do bairro. A Av. Ataulfo de Paiva, principal afetada com as interdições, receberá 29 dos novos bicicletários.  

Fonte: Planeta Sustentável