quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Norte-americano usa materiais reciclados para construir casa na floresta


O arquiteto norte-americano conhecido como “Jeffrey, o construtor natural” projetou uma pequena casa feita com materiais reciclados e edificada em meio à floresta de Cottage Grove, no estado no Oregon, EUA. A moradia foi idealizada para ter impacto ambiental mínimo.

“Meu objetivo era fazer uma cabine bem construída e barata, usando o máximo de material reaproveitado quanto fosse possível”, explica Jeffrey, em seu blog. Além da preocupação com os materiais usados, o construtor explica que o projeto também pretende modificar os padrões atuais de consumo, em que as casas são muito grandes e as pessoas descartam utensílios, antes mesmo de tentar consertá-los.

A casa foi construída com o espaço suficiente para abrigar apenas o essencial: cama, mesa e um pequeno fogão a lenha, que auxilia no controle da temperatura local durante o inverno. O formato escolhido pelo arquiteto foi o geodésico, sem cantos, para que o morador se sentisse aconchegado dentro da estrutura.


A base da construção foi feita com madeira recuperada, encontrada em um cais, e blocos de concreto também reaproveitados. A cúpula superior é composta por madeiras de pallets, fixadas com tubos de PVC. Mesmo assim, Jeffrey achou importante fazer um telhado para melhorar a impermeabilização do local, utilizando restos de cedro.


O isolamento é feito com lã de ovelha, um material barato e abundante na região. Jeffrey conta que conseguiu todo o montante que precisava, trocando um dia de trabalho em uma fazenda local por seis sacos de lã.


Os acabamentos da “cabana” foram feitos a partir de uma mistura entre a argila coletada localmente, areia e palha, que havia sobrado de um projeto realizado no campus da Universidade de Aprovecho. Externamente a casa ficou com uma aparência bastante rústica. Por dentro, o arquiteto tomou muito cuidado com a recuperação dos materiais, para que o ambiente se tornasse bastante agradável.

A construção total levou aproximadamente dois meses e os gastos básicos foram com a compra de parafusos, pregos, areia e outros pequenos materiais, que somaram US$ 200. O restante, o arquiteto retirou de aterros e entulhos de construção.

Fonte: Ciclo Vivo 
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