sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Palestra do Presidente Glen Daigger


Reformas devem trazer mais sustentabilidade para estádio Mané Garrincha


Reformas no estádio Mané Garrincha, Brasília, pretendem deixar o espaço mais sustentável. As obras são feitas para melhoria de infraestrutura do espaço para a Copa de 2014. A nova construção terá capacidade de abrigar 72.000 pessoas.

Um dos objetivos da obra e fazer com que o estádio gaste cerca de 50% a menos de energia do que um empreendimento desse porte normalmente gastaria. Para isso, o escritório de arquitetura Castro Mello, responsável pelas obras, usou o software AutoCAD 2012, que permite uma análise de energética da obra.

Assim, a equipe de arquitetos pode medir o desempenho e o comportamento ambiental do projeto e projetar o sistema de maneira mais eficiente.

Além disso, outros detalhes são importantes para atingir o nível máximo da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design).

Fonte: Atitude Sustentável 

Seminário para Disseminação do Conhecimento - Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Implantação de Coleta Seletiva


Futuro Sustentável é uma questão de escolha



Especialista em economia criativa propõe uso mais racional e reaproveitamento de produtos como alternativa para mudar modelo de consumo predominante

Em evento realizado pelo Núcleo de Estudos do Futuro (NEF) da PUC/SP no último dia 31/10 que reuniu cerca de 60 participantes, Lala Deheinzelin, especialista mundial em economia criativa, destacou a necessidade de se modificar a lógica de produção e consumo que temos hoje para alcançar um futuro mais sustentável. Lala afirma que hoje carecemos de processos inteligentes para tornar o que já temos mais sustentável.

Um dos caminhos propostos pela especialista é o melhor uso ou reaproveitamento dos produtos e infraestrutura disponíveis. Por exemplo, no caso do transporte, nenhuma inovação será suficiente se o modelo não for modificado para priorizar a locomoção em vez da propriedade do automóvel. “Não precisamos ter um carro, precisamos usar um carro”, apontou. Já o problema habitacional das grandes cidades pode ser resolvido por meio de um melhor uso dos imóveis vazios, que nem sempre precisa estar atrelado à sua posse. “Não são as coisas que faltam. A questão não é mudar o produto, mas o processo”, analisou.

Até mesmo o tempo se encaixa na filosofia apontada por Lala, que entende o recurso como sendo “não-renovável” e de vital importância para a sustentabilidade no futuro. “Gastamos 1 trilhão de horas por ano assistindo à televisão no mundo e 100 milhões de horas somente em comerciais em um país como os EUA”, ilustrou. Para Lala, para trilhar um caminho de transformação para uma vida de mais bem-estar e com mais qualidade seria necessário repensar essa dinâmica, o que possibilitaria o uso do excedente de horas para atividades como o exercício da cidadania e a participação política, por exemplo.

Otimista, Lala concluiu afirmando que a sustentabilidade será inerente ao futuro: “Iremos viver a abolição do insustentável”. Ideias como cidades inteligentes, com sistemas de caronas e compras coletivas, aproveitamento da infraestrutura já existente nos espaços construídos e a popularização do uso de papel virtual serão realidade em alguns anos.


Fonte: Envolverde

Arquiteta brasileira projeta parque linear para a Vila Madalena



A premiada arquiteta Anna Dietzch projetou mais uma área verde para a cidade de São Paulo. Sua ideia é criar um parque linear na Vila Madalena, além de um plano de bairro. As propostas estão na Secretaria do Verde e serão encaminhadas para licitação.

O Parque Linear Córrego Verde terá 65,4 mil metros quadrados. Na construção será implementado uma tecnologia que permitirá maior absorção de água na região, para conter as enchentes em longas temporadas de chuva. Portanto, o piso será feito de um material permeável.

"Ele funcionará como um minipiscinão já que, além de deixar a água entrar no lençol freático, ele próprio conseguirá reter a chuva e diminuir as enchentes", afirma Anna ao O Estado de S. Paulo. No entanto, ela ressalta que não resolverá a questão por completo. "O problema das enchentes ali, porém, só vai ser resolvido com uma obra extra de aumento das galerias pluviais".

Com 1,6 quilômetro de extensão, o projeto do parque não deve causar desapropriações. Na primeira fase será feito o desenterramento da nascente do Córrego Verde, localizada próximo à estação Vila Madalena do metrô. Serão interligadas algumas praças e as ruas com pouco movimento de carros serão fechadas.

"O futuro parque linear deve acompanhar o leito do rio e ajudar na drenagem das águas pluviais, contenção de enchentes, além de favorecer a circulação de pedestres e ciclistas, fortalecendo assim a expressão cultural, de recreação e lazer", afirmou, em nota, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente.

Na semana passada, ativistas da capital paulista promoveram o evento “Existe Rio em SP”. A mobilização reuniu os moradores, com diversas atrações musicais, esportivas e artísticas, a fim de unirem forças em favor da implementação do parque.

O projeto precisa ter a concessão da Licença Ambiental de Instalação (LAI), que será votada no Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Cades). Além do parque, está prevista a construção da Praça das Águas. No espaço haverá quadras de basquete, terraço de esculturas, playground infantil e um mirante com vista para o bairro.

Com informações de O Estado de S. Paulo e Vila Mundo.

Fonte: CicloVivo

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Lenha ecológica é mais eficiente do que a comum na produção de energia



O briquete é uma alternativa viável e sustentável para substituir os combustíveis tradicionais na produção de energia. Chamada de lenha ecológica, além de ser uma opção melhor para o meio ambiente, ela tem uma potência energética superior.

Para produzir os briquetes são reaproveitados diversos materiais, como casca de arroz, bagaço de cana-de-açúcar, casca de amendoim, palha de milho e resíduos de eucalipto. O produto é então utilizado em fornalhas, caldeiras, fornos e churrasqueiras.

De acordo com uma pesquisa da Embrapa, somente em São Paulo e na região Sul do país são produzidos cerca de 7,4 mil toneladas de briquetes mensalmente. Esse total equivale a 14 mil toneladas de lenha tradicional, pois o poder calorífico dos briquetes pode ser duas vezes maior.

“A composição básica dele é a mesma da lenha, mas como ele é mais compactado e mais denso, tem um potencial calorífico maior. Por isso, estamos fazendo esse trabalho de promoção, para que essa tecnologia seja mais utilizada no Brasil, principalmente para aproveitar melhor os resíduos agrícolas, agroindustriais e florestais”, explica o pesquisador da Embrapa Agroenergia, José Manoel Sousa Dias.

O fato dos briquetes serem mais compactos também ajuda no transporte, manuseio e armazenagem. O setor de alimentação é um dos que mais pode se beneficiar deste produto, como padarias e pizzarias. Também é preciso levar em consideração que muitas famílias do Brasil, principalmente as que moram no interior, ainda usam o fogão a lenha para cozinhar.

A produção de briquetes libera gás carbônico da mesma forma que a lenha e outras fontes de energia. Porém, Dias explica que os resíduos utilizados já iriam produzir CO2 de qualquer maneira. “Estamos gerando gás carbônico a partir de um resíduo que pelo seu próprio processo de degradação já iriam produzir gás carbônico. O que estamos fazendo é dar um aproveitamento mais eficiente a esses resíduos e evitando o corte tanto da lenha nativa como a de reflorestamento para esse aproveitamento”, conclui. Com informações da Revista Globo Rural.


Fonte: CicloVivo

Projeto da Fiat desenvolve acessórios com materiais descartados de automóveis



Retalhos de tecido automotivo, aparas de cinto de segurança ou sobras de espuma. Todos esses itens de uma companhia automobilística viram matéria-prima de qualidade nas mãos dos membros de uma cooperativa em Minas Gerais.

Trata-se da Cooperárvore, a cooperativa social do Programa Árvore da Vida, do Jardim Teresópolis, localizada na cidade mineira Betim. O programa, idealizado e elaborado pela Fiat Automóveis, propõe ações para contribuir com o desenvolvimento territorial da região.

A cooperativa foi uma forma de estimular a geração de empregos e renda para as mulheres da comunidade e, ainda, encontrar um destino nobre a muitos materiais descartados no dia-a-dia da fábrica.

No portfólio da Cooperárvore estão mais de 30 produtos como bolsas, carteiras, mochilas, nécessaires, cases para notebook, chaveiros, ecobags e lixocar. A confecção desses produtos evitou, em 2011, que fossem parar no lixo cerca de 2.600 metros de tecido automotivo e 4.500 quilos de aparas de cinto de segurança. Tudo isto se transformou em 56 mil peças, algumas com detalhes exclusivos.

A designer Rafaella Thomé, responsável pela criação dos produtos, diz que “aliar design e sustentabilidade é uma tendência e um desafio para os profissionais”. “É muito mais difícil criar nesse contexto, porque o profissional não conta com o tecido linear. É preciso criatividade para aproveitar o formato dos retalhos, as costuras, e gerar o menor volume possível de resíduos”, explica.

Além dos materiais reaproveitados da produção dos carros, a Cooperárvore também utiliza banners, madeira, algodão e tecidos pet. A grande maioria das matérias primas é doada. “Quando precisamos comprar tecido para fazer algum detalhe, optamos por algodão ou tecido pet, para manter a lógica do nosso negócio”, diz Rafaella.

Todos os anos, a Cooperárvore lança uma nova coleção, de olho nas tendências do mercado e inspirada no estágio de desenvolvimento da cooperativa. A coleção de 2013 tem como tema “Minas e seus tesouros”. Segundo a design Rafaella Thomé, “o tema possibilitou dar às peças requintes mais sofisticados, remetendo à riqueza do ouro de Mina.”

A cooperativa também cria produtos específicos para datas comemorativas, como o Dia das Mães. Este ano, a coleção especial para a data foi inspirada na organização. São nécessaires, porta bijuterias, organizador de maquiagem e de sapatos feitos em tecido automotivo e cinto de segurança, com detalhes em algodão floral. Os preços variam de R$ 25,00 a R$ 50,00.


Atualmente, 22 mulheres da comunidade trabalham na cooperativa, que gera uma renda mensal de R$ 670,00 para cada uma. A compra dos produtos pode ser feita pelo site ou na sede da cooperativa, localizada na Rua Duque de Caxias, 956, em Betim, Minas Gerais.


Fonte: Ciclo Vivo

Marca de esmaltes lança coleção com sistema de logística reversa




A marca de esmaltes Maria Helena Misturinhas chega ao mercado com uma proposta ecológica. Além das cores exclusivas, a empresa oferecerá o serviço de logística reversa, em que os consumidores poderão trocar as embalagens vazias por novos esmaltes.

Ruchelle Crepaldi e Liliane Lelis, sócias da manicure e idealizadora do projeto Maria Helena, cuidam para que embalagem e composição tenham máxima qualidade. “Posso afirmar que apresentamos um produto diferente de tudo que existe no mercado nacional”, conta Ruchelle.

Além do produto em si, o grande diferencial da marca é que as embalagens são retornáveis. A preocupação com os recipientes usados faz parte do plano de logística reversa da empresa que, além de dar a destinação correta ao conteúdo que fica no final do vidro, também oferece aos seus consumidores uma redução no custo dos produtos.

Os clientes que juntarem cinco embalagens vazias podem ir até algum ponto de venda e trocar por um produto novo. Os vidros e tampas passam por um processo de limpeza de resíduos e são reaproveitados, o pincel é trocado. “Queremos nos antecipar aos projetos de lei que tramitam na Câmara dos Deputados, mas, independente da resolução, a consciência de cidadania é que dirige nossa empresa” ressalta Liliane. “A Maria Helena quer fazer esmaltes com histórias e deixar marcas na história de recicláveis” completa Ruchelle.

Os esmaltes Maria Helena são finos, secam rapidamente e tem ótima durabilidade. Com o selo Tox Free, são livres de DBP, tolueno e formoldeído, substituídos por resina natural. Pessoas com sensibilidade podem usar sem restrições.


Fonte: Ciclo Vivo

São Paulo recebe feira de sustentabilidade



A 14ª edição da FIMAI acontece entre os dias 6 a 8 de novembro. A feira reúne representantes de empresas e diplomatas de vários países, que trocam suas experiências de sustentabilidade com os visitantes, que têm entrada gratuita.

Este ano, a FIMAI – Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade – acontece na Expo Center Norte e traz várias empresas que estão se destacando por suas ações de sustentabilidade no mercado atual. O grande número de corporações estrangeiras presentes no evento evidencia que a economia brasileira hoje é, sem dúvida, uma das primeiras em desenvolvimento sustentável no mundo.

Líderes em tecnologias verdes de vários países compartilham suas experiências de mercado com o público. É o caso de algumas empresas da Suécia, especializadas em tratamento de lixo, por exemplo. O descarte correto dos materiais é um tema em evidência no país, principalmente porque, depois que a Lei dos Resíduos Sólidos (12.035/2010) foi aprovada no Brasil, aumentou a procura por sistemas corretos de armazenamento de resíduos.

A Tetra Pak, líder mundial em embalagens longa vida, vai fazer demonstrações da reciclagem dos seus produtos para o público. Enquanto a Sotralentz apresenta aos visitantes as maneiras de aproveitar a água residual das casas, condomínios e hotéis, por meio de um processo de conexão à rede de esgotos. A empresa também expõe depósitos antimicrobianos para armazenar água.

O Consulado Britânico é outra presença importante na FIMAI, exibindo tecnologias para recursos hídricos e sistemas de proteção à biodiversidade, como o monitoramento de afluentes e análises de emissões de gases poluentes.  A Itália e a Alemanha também vão expor suas principais tecnologias verdes, ao lado das câmaras de comércio, que incentivam a prospecção de negócios entre os visitantes e os expositores.

O evento é gratuito, mas há opções pagas, que incluem o acesso a palestras e seminários. O visitante que optar pelo acesso restrito, também poderá testar bikes e veículos elétricos em uma pista para test drive instalada no pavilhão.


Fonte: CicloVivo

A ABES São Paulo também esta participando da FIMAI! Venha conhecer nosso estande!


quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Empresa brasileira lança escova biodegradável



Uma escova biodegradável foi lançada por uma empresa brasileira. O produto é feito com matéria prima renovável e foi desenvolvido por dentistas.

Com design anatômico, o cabo é totalmente biodegradável, o que substitui as tradicionais escovas de plástico. A vantagem ambiental não desqualifica sua capacidade de higienização.

O formato da escova permite alcançar os dentes mais distantes e as cerdas são macias, arredondadas e polidas, ou seja, a qualidade também é garantida. A empresa Dr. Veit Produtos ressalta que as cerdas não são biodegradáveis.

Batizada de Dr. Veit Bio, a escova demora seis meses para se decompor, se descartada em ambiente de compostagem. Já as escovas deixadas no meio ambiente, sujeitas às condições climáticas, podem demorar quatro anos.

A empresa percebeu que em termos ambientais algo deveria ser feito para amenizar o impacto ambiental do descarte e iniciou o projeto em 2009. “Várias pesquisas sobre consumo indicam que, a cada ano, em média, as pessoas trocam de escovas de dente quatro vezes. São 26 bilhões descartados todo ano no mundo. Só no Brasil isso representa um consumo de 768 milhões de escovas, com o descarte gerando forte impacto ambiental, porque o plástico convencional dura até 400 anos”, explicou o CEO da Dr.Veit Produtos Oral Care, Avelino Veit, ao Jornal do Brasil.

Para desenvolver as escovas, as pesquisas começaram a ser feitas em centros acadêmicos e indústrias. O problema inicial ficou por conta da matéria-prima a ser utilizada. “Só chegávamos ao material à base de amido de milho, que, para o consumidor, tem um grande inconveniente: derrete-se fácil demais. Você começa a usar e, no terceiro dia, a escova, por sua porosidade e outros fatores, já se derrete. Não adianta, porque não é completamente sustentável segundo critérios mais amplos”, explica Veit.

A companhia a se juntou a empresa francesa que fabrica produtos à base de ácido polilático, material de alta resistência derivado de fontes renováveis. “O bacana desse material é que você consegue usar sua escova sem que ela se derreta rapidamente e, quando descartada no meio ambiente, num vazadouro tecnicamente adequado, em dois anos ela se degrada”, afirma Veit.


Fonte: Ciclo Vivo

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Restos de bebidas podem ser usados na produção de cereais e salgadinhos



Segundo um estudo realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), é possível transformar alguns resíduos industriais em alimentos. Cerveja e suco de maracujá podem ser aproveitados para produzir cereais e salgadinhos.

O projeto, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), mostra que o aproveitamento de resíduos industriais pode contribuir para a produção de alimentos de qualidade e mais baratos.

A pesquisa aproveita resíduos da produção sucroalcooleira, cerveja e suco de maracujá, (provenientes das matérias-primas vegetais cana-de-açúcar, cevada e maracujá, respectivamente), por meio de uma tecnologia chamada extrusão termoplástica.

"A extrusão termoplástica é uma  tecnologia de processo que utiliza uma máquina de tratamento térmico. É uma combinação de calor, umidade e processo mecânico em que se colocam os resíduos. Com isso, você tem a alteração das matérias primas, dando-lhe novas formas, estruturas e características nutricionais", explica o coordenador do estudo, o engenheiro agrônomo Carlos Wanderlei Piler de Carvalho.

Carvalho diz que nessa máquina é colocada uma farinha de arroz, preparada separadamente, juntamente com o bagaço de cana-de-açúcar, da cevada ou a casca do maracujá, que são submetidos a altas temperaturas na hora do cozimento. Diante dessa pressão, os resíduos são moldados em forma de salgadinho, do mesmo tipo que se vendem em mercados, e cereais matinais, que são aproveitados como fontes de nutrientes, em especial fibras e minerais, e utilizados na elaboração de diversos alimentos, como farinha e amido de milho.

De acordo com o coordenador, o aproveitamento desses produtos com maior teor de fibra que os produtos tradicionais, tem sido cada vez mais levado em consideração pela sociedade. "Está havendo maior distribuição desses alimentos por um custo menor. Estamos com a intenção de aumentar o valor agregado para quem vende os produtos e dar uma alternativa de uso desse coproduto. É preciso investir cada vez mais em pesquisa para que esses estudos possam ser viabilizados”, diz.

Segundo Carvalho, o projeto envolve parcerias com alunos de doutorado da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF). A Embrapa informou que está na fase final de construção de um laboratório previsto para fevereiro de 2013, em Guaratiba, zona oeste do Rio, que irá reunir pesquisadores e técnicos para trabalhar exclusivamente com coprodutos do setor agrícola e com produção na agroindústria.


Fonte: Ciclo Vivo

Global Team of 200: mães blogueiras X mudanças climáticas



A sociedade está mais conectada a cada dia. Novas ferramentas de mídia social surgem e se estabelecem, provocando grandes mudanças na estrutura do poder social. Cidadãos passam a gerar, individualmente, conteúdo e influenciar pessoas e decisões, a um custo praticamente nulo. Mas o que faz a informação ainda mais poderosa são as novas conexões, que envolvem ainda mais pessoas.

Pensando nisso, mães digitais se uniram para enfrentar problemas globais: as blogueiras da comunidade Mom Bloggers for Social Good (Mães Blogueiras pelo Bem Social, em português), que reúne membros de 17 países – Brasil, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Índia, Espanha, Nigéria, Cingapura, Paquistão, Malásia, Austrália, Nova Zelândia, Bulgária, Peru, Jamaica, Filipinas e Holanda – se uniram para discutir questões que envolvem mulheres e meninas, crianças, fome mundial e saúde materna: o Global Team of200.

Munidas com Tumblr, Twitter, Pinterest e Facebook, as blogueiras levantam temas urgentes, destacando a influência das mudanças climáticas sobre eles. O objetivo do grupo é mostrar como é possível trabalhar para adaptar e mitigar esses impactos por meio da educação, informação, manifestação e ação.

A cada mês, elas blogam a respeito de uma causa global diferente. Em setembro, quando a iniciativa foi lançada, as blogueiras escreveram a respeito da fome e de como ajudar crianças que passam por necessidades, divulgando informações da Oxfam, da Unicef – Fundo das Nações Unidas para a Infância e do Programa Alimentar Mundial.

O lema do grupo é: “Individualmente, somos poderosos. Juntos, podemos mudar o mundo”.
E você? Acredita que o poder da ação coletiva pode fazer do mundo um lugar melhor para as crianças?


Fonte: Super Interessante

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

8 dicas para ser sustentável no supermercado


Para algumas pessoas as compras no mercado podem representar um grande empecilho para uma vida sustentável. Sugerimos oito dicas para evitar o desperdício de alimentos e fazer escolhas mais saudáveis para o meio ambiente e até para o bolso.

- Listas: Fazer uma lista dos itens necessários antes de sair de casa é muito importante, pois evita as compras por impulso. Para não cair na tentação passe longe dos setores de guloseimas, onde ficam os produtos menos importantes.

- Validade dos produtos: Sempre preste atenção no prazo de validade dos alimentos. Em especial, os que estiverem em promoção, pois geralmente o mercado baixa os preços dos produtos quando estão perto de vencer. Caso opte por comprar o produto mesmo assim, avalie se conseguirá consumi-lo até a data estipulada e se você realmente precisa dela, talvez você perceba que só quer comprar porque está barato.

- Alimente-se antes das compras: Ir ao supermercado com fome aumenta muito as chances de comprar produtos desnecessários. Já existe estudos que comprovam que quem vai às compras com fome tende a gastar mais.

- Não compre tudo de uma só vez: Para economizar tempo, muitas pessoas procuram fazer somente única compra por mês. Entretanto, o ideal é ir ao supermercado a cada 15 dias. Dessa forma, o consumidor tem mais chances de ter em casa produtos mais frescos, como hortaliças, verduras e frutas.

- Compra a granel: Opte pela compra a granel se tiver alguma loja perto de casa. Além de prática, ela evita o desperdício. Neste caso, o consumidor leva uma vasilha para armazenar a quantia exata de alimento necessária.

- Busque alimentos da estação: Prefira sempre verduras, legumes e frutas da estação. Esses alimentos são mais saudáveis, pois não são produzidos de forma induzida, o que gasta muita água e agrotóxicos, que são prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.

- Prefira orgânicos: Sempre que possível compre os alimentos orgânicos que são cultivados sem nenhum tipo de inseticida ou modificação genética. Eles não contêm agrotóxicos e pesticidas, além de serem mais saborosos e terem mais vitaminas.

- Recuse sacolas plásticas: É valido lembrar, mesmo que a sua cidade não proíba ou limite o uso de sacos plásticos tente reduzir ao máximo o uso deles. Algumas das alternativas são: levar ecobags, carrinho de feira ou, se for levar as compras no carro ou morar perto do mercado, use caixas de papelão.

Fonte: Ciclo Vivo  

Designer gaúcho produz sapatos e bolsas reutilizando sobras industriais


O designer Cristiano Bronzatto investe na combinação de peças contemporâneas e sustentáveis. Com a marca Louloux, ele produz calçados e bolsas reaproveitando sobras de indústrias.

Bronzatto utiliza retalhos de couro, de verniz, de tecidos metalizados e de camurça para fazer o acabamento de seus sapatos e sandálias. Todos os materiais que servem de matéria-prima para ele, já foram utilizados e descartados por grandes empresas de moda.

A vantagem de seu trabalho é que além do consumidor saber que a marca se preocupa com a responsabilidade ambiental, o valor das peças é mais acessível se comparado a trabalhos similares que estão no mercado. Em médias, os pares de sapato custam de R$ 100 a R$ 200, sendo que as técnicas do designer resultam em uma produção quase artesanal.


Nascido em uma família italiana de varejistas de sapatos, o designer começou seu trabalho na internet, mais especificamente na rede social Facebook. O sucesso foi tanto que ele começou a viajar pelo país com lojas temporárias. Em 2007, o gaúcho chegou a abrir uma loja em Nova Iorque, Estados Unidos, porém a crise econômica no ano seguinte o obrigou a fecha-la. Ele continua a investir no e-commerce.


O fundador da grife Louloux possui fábrica em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, e continua a rodar o Brasil abrindo lojas temporárias. Estima-se que ele já tenha sete mil modelos desde o lançamento de sua marca, em 2005.  



Fonte: Ciclo Vivo 

Estudantes participam de corrida de veículos elétricos brasileiros


Entre os dias 30 de novembro e dois de dezembro, Piracicaba receberá a primeira Fórmula Elétrica, organizada pelo SAE Brasil. Quatro equipes de estudantes de engenharia vão participar da corrida, que tem até motor de Ferrari movido a eletricidade.

As quatro universidades que participam do evento são: Unicamp (E-Racing), Faculdade de Engenharia de Sorocaba (B'Energy), Universidade Federal de Itajubá (Cheetah Racing) e o Centro Universitário da FEI (Fórmula FEI Elétrico).

A Fórmula Elétrica será divida em etapas: a prova principal é a endurance, mas também ocorrerão provas dinâmicas (autocross, skidpad e aceleração), além da fase de apresentação do projeto técnico aos juízes, que determinarão a viabilidade de cada protótipo. O vencedor da competição será classificado para disputar uma corrida entre carros elétricos nos Estados Unidos.


Os integrantes da E-Racing desenvolveram um veículo elétrico capaz de acelerar de zero a 100km/h em quatro segundos, mesmo tempo que leva uma Ferrari Enzo, um superesportivo da marca italiana. O carro custou cerca de R$ 200 mil, e demorou 13 meses para ser produzido. O esportivo possui 130 cavalos e estrutura de aço e fibra de vidro. O motor foi construído por uma empresa da Inglaterra e contou com a participação de pesquisadores da Universidade de Oxford.

Mas não é só a equipe de Campinas que ganha destaque. Alimentado por baterias velhas de celulares, o veículo da equipe Fórmula FEI Elétrico foi apresentado no ano passado, e deve superar os 100 km/h nas pistas de Piracicaba. Embora a autonomia do carro seja curta (de apenas 30 minutos), a recarga integral do veículo da FEI leva, no máximo, quatro horas.


Já os membros da B’Energy, equipe da Faculdade de Engenharia de Sorocaba, participaram da Formula Student Germany, na Alemanha. A Cheetah Racing, equipe da Universidade Federal de Itajubá, conta com a força de estudantes de vários cursos, que agregaram conhecimentos diversificados ao projeto. No entanto, a Cheetah Racing ainda está à procura de parceiros para concluir o protótipo, já em fase final.

Fonte: Ciclo Vivo  

Mais de 40 novas espécies de peixes são encontradas no Rio Madeira



Uma pesquisa feito na Bacia do Rio Madeira, em Porto Velho, encontrou peixes que não passam dos 30 centímetros de comprimento e que possuem estruturas ósseas, morfologia dentária, padrão de cores, olhos e número de escamas nunca antes descritos pela ciência. As 40 novas espécies ainda serão catalogadas e reconhecidas cientificamente.

Seja em dois metros de profundidade, seja em 60 metros, o Rio Madeira não para de surpreender. A maior parte dos novos animais encontrados são de pequeno porte, que dificilmente atingem mais de 15 centímetros e são encontrados em profundidades de dois a 60 metros.


Entre as novas espécies encontradas, o maior animal registrado mede 30 centímetros e recebeu o nome de Ageneiosus spn. Vittatus, tem a cabeça alongada e com um filamento que se parece com uma antena, é da cor branca com listras marrons. Como ainda estão sendo estudadas, não se sabe muito sobre os hábitos e comportamentos destas novas espécies.

"Descobrir exemplares novos também pode ser um indicativo de que determinada espécie está se extinguindo antes que possamos conhecê-la e isso pode ser um reflexo da interferência humana no ecossistema", reflete o biólogo e coordenador do inventário taxonômico da pesquisa, João Alves de Lima Filho.


A pesquisa

Foram monitorados 1,7 mil quilômetros do Rio Madeira, entre os estados de Rondônia, Mato Grosso e Amazonas. Foram catalogadas 907 espécies, o que garante ao Rio Madeira o primeiro lugar como o rio mais em diversidade de peixes do mundo.

Uma coleção de ictiofauna [estudo dos peixes] está sendo montada por biólogos e pesquisadores da Universidade Federal de Rondônia (Unir) a partir do resultado do monitoramento, que foi desenvolvido durante quatro anos para conhecer as consequências da construção da Usina Hidrelétrica Santo Antônio. 

Os estudos fazem parte das condicionantes impostas pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos  Naturais Renováveis (Ibama) para a liberação da Licença de Operação à concessionária Santo Antônio Energia.

Esta já é a coleção que possui o segundo maior banco de registros genéticos do Brasil, com 16 mil amostras e também o terceiro maior em número de espécies.


Segundo o biólogo coordenador da coleção, João Alves, todas os indivíduos que não foram identificados estão em processo de estudo.

O estudo é feito manualmente, a medição e análise das caracteríscas e do ambiente. Além disso, é feita a aferição do código genético dos animais encontrados.

"No final, para divulgação da nova espécie e suas especificidades é redigido um artigo científico que é publicado para que a comunidade científica tome conhecimento da descoberta", conta João Alves.


Em novembro, a Unir espera que pelo menos uma das novas espécies seja reconhecida. "Um dos nossos pesquisadores está finalizando o artigo sobre um dos novos animais descobertos. Essa seria uma nova espécie de lambari”, antecipa João.

O estudo para a publicação de um artigo como este demora em média um ano e meio. “O primeiro passo é descrever essas espécies, e posteriormente iniciar os estudos de sua biologia e ecologia”, conta João Alves.

Monitoramento e captura

Os pesquisadores vão à campo no Rio Madeira e seus afluentes com uma metodologia padronizada de captura dos animais.


Todo os espécies coletados em campo passam por um processo de análise e armazenamento específico para que possa fazer parte da coleção de estudos e para poder durar até 150 anos em bom estado de conservação.

Fonte: Globo.com 

Caminhada pelo centro de SP com o Planeta Sustentável!


O lixo é uma das grandes questões da atualidade em todo o mundo, principalmente nas cidades grandes. Então, que tal refletir sobre o tema, de forma descontraída, durante um passeio pelo centro histórico da capital paulista? Essa é a proposta do Planeta Sustentável para a caminhada que promoverá no dia 11/11. Quer participar? Inscreva-se por e-mail, gratuitamente! Mas corra, porque as vagas são limitadas!


Turma da Reciclagem estampa a camiseta dos participantes da caminhada do Planeta Sustentável.
 
Conhecer mais a respeito da história e das paisagens da cidade onde moramos é uma excelente maneira de aprender a valorizá-la e respeitá-la mais. Por isso, o Planeta Sustentável convida os moradores da capital paulista - e também quem estiver passando pela cidade - a participar de um delicioso passeio pelo centro histórico de São Paulo, dia 11/11.

Acompanhados de monitores especializados, os participantes da Caminhada pelo Centro de SP passarão por pontos famosos da capital - como o Viaduto do Chá, a Praça do Patriarca, o Pátio do Colégio e a Catedral da Sé -, enquanto aprendem e refletem a respeito de uma das principais questões de todas as grandes cidades do mundo: o lixo.

Que tal se juntar à galera do Planeta Sustentável nesse passeio? Para se inscrever, basta enviar seu nome completo para o e-mail psustentavel@abril.com.br. A caminhada é gratuita e as vagas são limitadas, por isso, não perca tempo!

Os participantes receberão kit com água, um exemplar da revista da National Geographic Brasil - que é uma das 40 revistas da Editora Abril parceiras do nosso movimento -, e uma linda camiseta com os quatro monstrinhos da Turma da Reciclagem: Celio Ozzy, Crock Vidro, Papalatas e Pet Pellet. Participe!


CAMINHADA PELO CENTRO DE SP
Data: 11/11
Horário: 10h às 11h30
Ponto de encontro: Restaurante APFEL - Rua Dom José de Barro, 99, esquina com a Barão de Itapetininga
Inscrições gratuitas pelo email psustentavel@abril.com.br


Fonte: Planeta Sustentável

E se as ciclovias fossem suspensas?



Usar a bicicleta como meio de transporte diário nas grandes cidades é desafiador. É preciso atenção, agilidade e uma dose extra de segurança. Principalmente se você viver em uma cidade que ainda não a enxerga como meio de transporte e não respeita seu espaço no trânsito. O perigo da convivência com carros e ônibus – que realmente existe em alguns lugares - faz com que muitos simpatizantes da magrela não enfrentem as ruas no seu dia a dia. É o caso do arquiteto inglês Sam Martin, que decidiu transformar seu medo em motivação.

Martin projetou o SkyCicle, que, como seu nome sugere, pretende levar os ciclistas aos céus. A ideia é que a cidade de Londres, na Inglaterra, abrigue um túnel suspenso ligado às estações de metrô para servir de ciclovia. O arquiteto – que é diretor do escritório Exterior Architecture - garante que a obra atrairá mais adeptos da bicicleta e que, no céu, as pessoas terão mais segurança para pedalar na cidade. Veja no vídeo abaixo como o SkyCicle funcionaria:



Apesar de parecer muito futurista, o SkyCicle tem chances de sair do papel! Segundo declarações de Martin, o projeto agradou a Boris Johnson, prefeito de Londres, que já estaria conversando com a Network Rail, empresa que desenvolve e administra a rede londrina de metrô, para viabilizar o SkyCicle até 2015.
Mesmo com a conversa em estágio inicial, já se discute se os ciclistas teriam de pagar para usar a via suspensa. A intenção é cobrar uma libra esterlina por viagem, taxa mais barata do que a cobrada pelo transporte público.
Como funciona a relação entre ciclistas e motoristas na sua cidade? É ideal separar o espaço dos ciclistas? E se as ciclovias fossem suspensas? Conte sua experiência.


Fonte: Super Interessante

Ministério do Meio Ambiente lança cartilha com dicas para consumo consciente infantil



A cartilha é destinada às crianças, pais, professores e educadores
Foto: Divulgação

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou a cartilha Consumismo Infantil: na contramão da sustentabilidade, que apresenta dicas para o consumo consciente dos jovens. O documento, lançado dia 31 de outubro, é destinado às crianças, pais, professores e educadores.

Focado na publicidade infantil, sobretudo a televisiva, o projeto ensina ações simples, como doar brinquedos usados quando ganhar um novo, reciclar as embalagens dos produtos, desligar a TV e brincar ao ar livre.

"As crianças até 10 anos não diferenciam o que é entretenimento do que é publicidade. Anunciar para esse público é contra qualquer padrão de sustentabilidade", afirmou Gabriela Vuolo, do Instituto Alana (parceiro do MMA, no projeto) ao portal Estadão.

De acordo com a cartilha, os jovens e seus pais devem se questionar: "Eu quero ou eu preciso?" sempre que surgir a vontade de comprar um produto, principalmente se isso acontecer a partir de uma propaganda. O documento também frisa a alimentação infantil, indicando quais tipos de lanches são os mais saudáveis e que produzem menos resíduos.

O Ministério da Educação pretende distribuir cerca de 70 mil exemplares da cartilha em todo o país;  o MMA ficará responsável pela entrega de aproximadamente 10 mil e a Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP) de outros 15 mil.




Coca-Cola e Microsoft se unem em prol da geração de renda de jovens brasileiros



O Instituto Coca-Cola Brasil e a Microsoft firmam uma parceria que beneficiará mais de 750 comunidades em todo o País até 2014. Trata-se de um acordo de transferência da expertise de uso dos softwares da Microsoft para a equipe do Coletivo Coca-Cola – programa que tem o objetivo de valorizar a autoestima e promover a geração de renda por meio da capacitação de jovens e mulheres em comunidades de baixa renda, e do apoio a grupos produtivos e cooperativas de catadores.

Desde 2010, as empresas vêm trabalhando nesta parceria que irá favorecer a qualificação de 45 mil jovens em mais de 400 comunidades brasileiras, até dezembro de 2012. Com esta ampliação, a meta é beneficiar mais 250 mil pessoas até 2014. A Microsoft já investiu mais de R$ 3,5 milhões em doações de software e, com este novo acordo, mais R$ 1,5 milhões serão doados, totalizando um investimento de cerca de R$ 5 milhões.

No dia 31 de outubro, executivos das duas empresas estiveram presentes na unidade do Coletivo do Morro dos Macacos, em Vila Isabel (RJ), para a assinatura do acordo. Por meio dele, a Microsoft vai treinar os multiplicadores do programa Coletivo Coca-Cola, aprimorando as aulas dos cursos de Varejo, Logística e Empreendedorismo do programa. A tecnologia também vai permear o apoio de gestão às cooperativas de catadores e aos grupos produtivos de artesãs que participam do projeto.

“Com esta parceria unimos as melhores competências de Coca-Cola e Microsoft para gerar transformação social em larga escala, valorizando a autoestima e promovendo o aumento da geração de renda”, enfatiza Claudia Lorenzo, diretora executiva do Instituto Coca-Cola Brasil.

Rodolfo Fucher, diretor de assuntos corporativos da Microsoft, ressalta que a parceria é resultado da iniciativa global da Microsoft YouthSpark, que visa capacitar os jovens a imaginar e realizar todo seu potencial, oferecendo-lhes maiores oportunidades de educação, emprego e empreendedorismo. “A parceria com a Coca-Cola concretiza a nossa visão que é beneficiar milhares de jovens no País por meio da tecnologia e colaborar para a geração de um País mais competitivo. Com a parceria iremos alavancar a autoestima de jovens profissionais e contribuir para que possam ajudar a si mesmos, e a construir um País melhor, com menos desigualdade social”, afirma.  


Fonte: Ciclo Vivo