sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Reformas devem trazer mais sustentabilidade para estádio Mané Garrincha
Reformas no estádio Mané Garrincha, Brasília, pretendem
deixar o espaço mais sustentável. As obras são feitas para melhoria de
infraestrutura do espaço para a Copa de 2014. A nova construção terá capacidade
de abrigar 72.000 pessoas.
Um dos objetivos da obra e fazer com que o estádio gaste
cerca de 50% a menos de energia do que um empreendimento desse porte
normalmente gastaria. Para isso, o escritório de arquitetura Castro Mello,
responsável pelas obras, usou o software AutoCAD 2012, que permite uma análise
de energética da obra.
Assim, a equipe de arquitetos pode medir o desempenho e
o comportamento ambiental do projeto e projetar o sistema de maneira mais
eficiente.
Além disso, outros detalhes são importantes para atingir o
nível máximo da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental
Design).
Fonte: Atitude Sustentável
Futuro Sustentável é uma questão de escolha
Especialista em economia criativa propõe uso mais racional e
reaproveitamento de produtos como alternativa para mudar modelo de consumo
predominante
Em evento realizado pelo Núcleo de Estudos do Futuro (NEF)
da PUC/SP no último dia 31/10 que reuniu cerca de 60 participantes, Lala
Deheinzelin, especialista mundial em economia criativa, destacou a necessidade
de se modificar a lógica de produção e consumo que temos hoje para alcançar um
futuro mais sustentável. Lala afirma que hoje carecemos de processos
inteligentes para tornar o que já temos mais sustentável.
Um dos caminhos propostos pela especialista é o melhor uso
ou reaproveitamento dos produtos e infraestrutura disponíveis. Por exemplo, no
caso do transporte, nenhuma inovação será suficiente se o modelo não for
modificado para priorizar a locomoção em vez da propriedade do automóvel. “Não
precisamos ter um carro, precisamos usar um carro”, apontou. Já o problema
habitacional das grandes cidades pode ser resolvido por meio de um melhor uso
dos imóveis vazios, que nem sempre precisa estar atrelado à sua posse. “Não são
as coisas que faltam. A questão não é mudar o produto, mas o processo”,
analisou.
Até mesmo o tempo se encaixa na filosofia apontada por Lala,
que entende o recurso como sendo “não-renovável” e de vital importância para a
sustentabilidade no futuro. “Gastamos 1 trilhão de horas por ano assistindo à
televisão no mundo e 100 milhões de horas somente em comerciais em um país como
os EUA”, ilustrou. Para Lala, para trilhar um caminho de transformação para uma
vida de mais bem-estar e com mais qualidade seria necessário repensar essa
dinâmica, o que possibilitaria o uso do excedente de horas para atividades como
o exercício da cidadania e a participação política, por exemplo.
Otimista, Lala concluiu afirmando que a sustentabilidade
será inerente ao futuro: “Iremos viver a abolição do insustentável”. Ideias
como cidades inteligentes, com sistemas de caronas e compras coletivas,
aproveitamento da infraestrutura já existente nos espaços construídos e a
popularização do uso de papel virtual serão realidade em alguns anos.
Fonte: Envolverde
Arquiteta brasileira projeta parque linear para a Vila Madalena
A premiada arquiteta Anna Dietzch projetou mais uma área
verde para a cidade de São Paulo. Sua ideia é criar um parque linear na Vila
Madalena, além de um plano de bairro. As propostas estão na Secretaria do Verde
e serão encaminhadas para licitação.
O Parque Linear Córrego Verde terá 65,4 mil metros
quadrados. Na construção será implementado uma tecnologia que permitirá maior
absorção de água na região, para conter as enchentes em longas temporadas de
chuva. Portanto, o piso será feito de um material permeável.
"Ele funcionará como um minipiscinão já que, além de
deixar a água entrar no lençol freático, ele próprio conseguirá reter a chuva e
diminuir as enchentes", afirma Anna ao O Estado de S. Paulo. No entanto,
ela ressalta que não resolverá a questão por completo. "O problema das
enchentes ali, porém, só vai ser resolvido com uma obra extra de aumento das
galerias pluviais".
Com 1,6 quilômetro de extensão, o projeto do parque não deve
causar desapropriações. Na primeira fase será feito o desenterramento da
nascente do Córrego Verde, localizada próximo à estação Vila Madalena do metrô.
Serão interligadas algumas praças e as ruas com pouco movimento de carros serão
fechadas.
"O futuro parque linear deve acompanhar o leito do rio
e ajudar na drenagem das águas pluviais, contenção de enchentes, além de
favorecer a circulação de pedestres e ciclistas, fortalecendo assim a expressão
cultural, de recreação e lazer", afirmou, em nota, a Secretaria do Verde e
do Meio Ambiente.
Na semana passada, ativistas da capital paulista promoveram
o evento “Existe Rio em SP”. A mobilização reuniu os moradores, com diversas
atrações musicais, esportivas e artísticas, a fim de unirem forças em favor da
implementação do parque.
O projeto precisa ter a concessão da Licença Ambiental de
Instalação (LAI), que será votada no Conselho Municipal do Meio Ambiente e
Desenvolvimento Sustentável (Cades). Além do parque, está prevista a construção
da Praça das Águas. No espaço haverá quadras de basquete, terraço de
esculturas, playground infantil e um mirante com vista para o bairro.
Com informações de O Estado de S. Paulo e Vila Mundo.
Fonte: CicloVivo
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Lenha ecológica é mais eficiente do que a comum na produção de energia
O briquete é uma alternativa viável e sustentável para
substituir os combustíveis tradicionais na produção de energia. Chamada de
lenha ecológica, além de ser uma opção melhor para o meio ambiente, ela tem uma
potência energética superior.
Para produzir os briquetes são reaproveitados diversos
materiais, como casca de arroz, bagaço de cana-de-açúcar, casca de amendoim,
palha de milho e resíduos de eucalipto. O produto é então utilizado em
fornalhas, caldeiras, fornos e churrasqueiras.
De acordo com uma pesquisa da Embrapa, somente em São Paulo
e na região Sul do país são produzidos cerca de 7,4 mil toneladas de briquetes
mensalmente. Esse total equivale a 14 mil toneladas de lenha tradicional, pois
o poder calorífico dos briquetes pode ser duas vezes maior.
“A composição básica dele é a mesma da lenha, mas como ele é
mais compactado e mais denso, tem um potencial calorífico maior. Por isso,
estamos fazendo esse trabalho de promoção, para que essa tecnologia seja mais
utilizada no Brasil, principalmente para aproveitar melhor os resíduos
agrícolas, agroindustriais e florestais”, explica o pesquisador da Embrapa
Agroenergia, José Manoel Sousa Dias.
O fato dos briquetes serem mais compactos também ajuda no
transporte, manuseio e armazenagem. O setor de alimentação é um dos que mais
pode se beneficiar deste produto, como padarias e pizzarias. Também é preciso
levar em consideração que muitas famílias do Brasil, principalmente as que
moram no interior, ainda usam o fogão a lenha para cozinhar.
A produção de briquetes libera gás carbônico da mesma forma
que a lenha e outras fontes de energia. Porém, Dias explica que os resíduos
utilizados já iriam produzir CO2 de qualquer maneira. “Estamos gerando gás
carbônico a partir de um resíduo que pelo seu próprio processo de degradação já
iriam produzir gás carbônico. O que estamos fazendo é dar um aproveitamento
mais eficiente a esses resíduos e evitando o corte tanto da lenha nativa como a
de reflorestamento para esse aproveitamento”, conclui. Com informações da
Revista Globo Rural.
Fonte: CicloVivo
Projeto da Fiat desenvolve acessórios com materiais descartados de automóveis
Retalhos de tecido automotivo, aparas de cinto de segurança
ou sobras de espuma. Todos esses itens de uma companhia automobilística viram
matéria-prima de qualidade nas mãos dos membros de uma cooperativa em Minas
Gerais.
Trata-se da Cooperárvore, a cooperativa social do Programa
Árvore da Vida, do Jardim Teresópolis, localizada na cidade mineira Betim. O
programa, idealizado e elaborado pela Fiat Automóveis, propõe ações para
contribuir com o desenvolvimento territorial da região.
A cooperativa foi uma forma de estimular a geração de
empregos e renda para as mulheres da comunidade e, ainda, encontrar um destino
nobre a muitos materiais descartados no dia-a-dia da fábrica.
No portfólio da Cooperárvore estão mais de 30 produtos como
bolsas, carteiras, mochilas, nécessaires, cases para notebook, chaveiros,
ecobags e lixocar. A confecção desses produtos evitou, em 2011, que fossem
parar no lixo cerca de 2.600 metros de tecido automotivo e 4.500 quilos de
aparas de cinto de segurança. Tudo isto se transformou em 56 mil peças, algumas
com detalhes exclusivos.
A designer Rafaella Thomé, responsável pela criação dos
produtos, diz que “aliar design e sustentabilidade é uma tendência e um desafio
para os profissionais”. “É muito mais difícil criar nesse contexto, porque o
profissional não conta com o tecido linear. É preciso criatividade para
aproveitar o formato dos retalhos, as costuras, e gerar o menor volume possível
de resíduos”, explica.
Além dos materiais reaproveitados da produção dos carros, a
Cooperárvore também utiliza banners, madeira, algodão e tecidos pet. A grande
maioria das matérias primas é doada. “Quando precisamos comprar tecido para
fazer algum detalhe, optamos por algodão ou tecido pet, para manter a lógica do
nosso negócio”, diz Rafaella.
Todos os anos, a Cooperárvore lança uma nova coleção, de
olho nas tendências do mercado e inspirada no estágio de desenvolvimento da
cooperativa. A coleção de 2013 tem como tema “Minas e seus tesouros”. Segundo a
design Rafaella Thomé, “o tema possibilitou dar às peças requintes mais
sofisticados, remetendo à riqueza do ouro de Mina.”
A cooperativa também cria produtos específicos para datas
comemorativas, como o Dia das Mães. Este ano, a coleção especial para a data
foi inspirada na organização. São nécessaires, porta bijuterias, organizador de
maquiagem e de sapatos feitos em tecido automotivo e cinto de segurança, com
detalhes em algodão floral. Os preços variam de R$ 25,00 a R$ 50,00.
Atualmente, 22 mulheres da comunidade trabalham na
cooperativa, que gera uma renda mensal de R$ 670,00 para cada uma. A compra dos
produtos pode ser feita pelo site ou na sede da cooperativa, localizada na Rua
Duque de Caxias, 956, em Betim, Minas Gerais.
Fonte: Ciclo Vivo
Marca de esmaltes lança coleção com sistema de logística reversa
A marca de esmaltes Maria Helena Misturinhas chega ao
mercado com uma proposta ecológica. Além das cores exclusivas, a empresa
oferecerá o serviço de logística reversa, em que os consumidores poderão trocar
as embalagens vazias por novos esmaltes.
Ruchelle Crepaldi e Liliane Lelis, sócias da manicure e
idealizadora do projeto Maria Helena, cuidam para que embalagem e composição
tenham máxima qualidade. “Posso afirmar que apresentamos um produto diferente
de tudo que existe no mercado nacional”, conta Ruchelle.
Além do produto em si, o grande diferencial da marca é que
as embalagens são retornáveis. A preocupação com os recipientes usados faz
parte do plano de logística reversa da empresa que, além de dar a destinação
correta ao conteúdo que fica no final do vidro, também oferece aos seus
consumidores uma redução no custo dos produtos.
Os clientes que juntarem cinco embalagens vazias podem ir
até algum ponto de venda e trocar por um produto novo. Os vidros e tampas
passam por um processo de limpeza de resíduos e são reaproveitados, o pincel é
trocado. “Queremos nos antecipar aos projetos de lei que tramitam na Câmara dos
Deputados, mas, independente da resolução, a consciência de cidadania é que
dirige nossa empresa” ressalta Liliane. “A Maria Helena quer fazer esmaltes com
histórias e deixar marcas na história de recicláveis” completa Ruchelle.
Os esmaltes Maria Helena são finos, secam rapidamente e tem
ótima durabilidade. Com o selo Tox Free, são livres de DBP, tolueno e
formoldeído, substituídos por resina natural. Pessoas com sensibilidade podem
usar sem restrições.
Fonte: Ciclo Vivo
São Paulo recebe feira de sustentabilidade
A 14ª edição da FIMAI acontece entre os dias 6 a 8 de
novembro. A feira reúne representantes de empresas e diplomatas de vários
países, que trocam suas experiências de sustentabilidade com os visitantes, que
têm entrada gratuita.
Este ano, a FIMAI – Feira Internacional de Meio Ambiente
Industrial e Sustentabilidade – acontece na Expo Center Norte e traz várias
empresas que estão se destacando por suas ações de sustentabilidade no mercado
atual. O grande número de corporações estrangeiras presentes no evento
evidencia que a economia brasileira hoje é, sem dúvida, uma das primeiras em
desenvolvimento sustentável no mundo.
Líderes em tecnologias verdes de vários países compartilham
suas experiências de mercado com o público. É o caso de algumas empresas da Suécia,
especializadas em tratamento de lixo, por exemplo. O descarte correto dos
materiais é um tema em evidência no país, principalmente porque, depois que a
Lei dos Resíduos Sólidos (12.035/2010) foi aprovada no Brasil, aumentou a
procura por sistemas corretos de armazenamento de resíduos.
A Tetra Pak, líder mundial em embalagens longa vida, vai
fazer demonstrações da reciclagem dos seus produtos para o público. Enquanto a
Sotralentz apresenta aos visitantes as maneiras de aproveitar a água residual
das casas, condomínios e hotéis, por meio de um processo de conexão à rede de
esgotos. A empresa também expõe depósitos antimicrobianos para armazenar água.
O Consulado Britânico é outra presença importante na FIMAI,
exibindo tecnologias para recursos hídricos e sistemas de proteção à
biodiversidade, como o monitoramento de afluentes e análises de emissões de
gases poluentes. A Itália e a Alemanha
também vão expor suas principais tecnologias verdes, ao lado das câmaras de
comércio, que incentivam a prospecção de negócios entre os visitantes e os
expositores.
O evento é gratuito, mas há opções pagas, que incluem o
acesso a palestras e seminários. O visitante que optar pelo acesso restrito,
também poderá testar bikes e veículos elétricos em uma pista para test drive
instalada no pavilhão.
Fonte: CicloVivo
A ABES São Paulo também esta participando da FIMAI! Venha conhecer nosso estande!
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Empresa brasileira lança escova biodegradável
Uma escova biodegradável foi lançada por uma empresa
brasileira. O produto é feito com matéria prima renovável e foi desenvolvido
por dentistas.
Com design anatômico, o cabo é totalmente biodegradável, o
que substitui as tradicionais escovas de plástico. A vantagem ambiental não
desqualifica sua capacidade de higienização.
O formato da escova permite alcançar os dentes mais
distantes e as cerdas são macias, arredondadas e polidas, ou seja, a qualidade
também é garantida. A empresa Dr. Veit Produtos ressalta que as cerdas não são
biodegradáveis.
Batizada de Dr. Veit Bio, a escova demora seis meses para se
decompor, se descartada em ambiente de compostagem. Já as escovas deixadas no
meio ambiente, sujeitas às condições climáticas, podem demorar quatro anos.
A empresa percebeu que em termos ambientais algo deveria ser
feito para amenizar o impacto ambiental do descarte e iniciou o projeto em
2009. “Várias pesquisas sobre consumo indicam que, a cada ano, em média, as
pessoas trocam de escovas de dente quatro vezes. São 26 bilhões descartados
todo ano no mundo. Só no Brasil isso representa um consumo de 768 milhões de
escovas, com o descarte gerando forte impacto ambiental, porque o plástico
convencional dura até 400 anos”, explicou o CEO da Dr.Veit Produtos Oral Care,
Avelino Veit, ao Jornal do Brasil.
Para desenvolver as escovas, as pesquisas começaram a ser
feitas em centros acadêmicos e indústrias. O problema inicial ficou por conta
da matéria-prima a ser utilizada. “Só chegávamos ao material à base de amido de
milho, que, para o consumidor, tem um grande inconveniente: derrete-se fácil
demais. Você começa a usar e, no terceiro dia, a escova, por sua porosidade e
outros fatores, já se derrete. Não adianta, porque não é completamente sustentável
segundo critérios mais amplos”, explica Veit.
A companhia a se juntou a empresa francesa que fabrica
produtos à base de ácido polilático, material de alta resistência derivado de
fontes renováveis. “O bacana desse material é que você consegue usar sua escova
sem que ela se derreta rapidamente e, quando descartada no meio ambiente, num
vazadouro tecnicamente adequado, em dois anos ela se degrada”, afirma Veit.
Fonte: Ciclo Vivo
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Restos de bebidas podem ser usados na produção de cereais e salgadinhos
Segundo um estudo realizado pela Empresa Brasileira de
Pesquisa Agropecuária (Embrapa), é possível transformar alguns resíduos
industriais em alimentos. Cerveja e suco de maracujá podem ser aproveitados
para produzir cereais e salgadinhos.
O projeto, com apoio da
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), mostra que
o aproveitamento de resíduos industriais pode contribuir para a produção de
alimentos de qualidade e mais baratos.
A pesquisa aproveita resíduos da produção sucroalcooleira,
cerveja e suco de maracujá, (provenientes das matérias-primas vegetais
cana-de-açúcar, cevada e maracujá, respectivamente), por meio de uma tecnologia
chamada extrusão termoplástica.
"A extrusão termoplástica é uma tecnologia de processo que utiliza uma
máquina de tratamento térmico. É uma combinação de calor, umidade e processo
mecânico em que se colocam os resíduos. Com isso, você tem a alteração das
matérias primas, dando-lhe novas formas, estruturas e características
nutricionais", explica o coordenador do estudo, o engenheiro agrônomo
Carlos Wanderlei Piler de Carvalho.
Carvalho diz que nessa máquina é colocada uma farinha de
arroz, preparada separadamente, juntamente com o bagaço de cana-de-açúcar, da
cevada ou a casca do maracujá, que são submetidos a altas temperaturas na hora
do cozimento. Diante dessa pressão, os resíduos são moldados em forma de
salgadinho, do mesmo tipo que se vendem em mercados, e cereais matinais, que
são aproveitados como fontes de nutrientes, em especial fibras e minerais, e
utilizados na elaboração de diversos alimentos, como farinha e amido de milho.
De acordo com o coordenador, o aproveitamento desses
produtos com maior teor de fibra que os produtos tradicionais, tem sido cada
vez mais levado em consideração pela sociedade. "Está havendo maior
distribuição desses alimentos por um custo menor. Estamos com a intenção de
aumentar o valor agregado para quem vende os produtos e dar uma alternativa de
uso desse coproduto. É preciso investir cada vez mais em pesquisa para que
esses estudos possam ser viabilizados”, diz.
Segundo Carvalho, o projeto envolve parcerias com alunos de
doutorado da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), da Universidade
Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Estadual do Norte Fluminense
(UENF). A Embrapa informou que está na fase final de construção de um
laboratório previsto para fevereiro de 2013, em Guaratiba, zona oeste do Rio,
que irá reunir pesquisadores e técnicos para trabalhar exclusivamente com
coprodutos do setor agrícola e com produção na agroindústria.
Fonte: Ciclo Vivo
Global Team of 200: mães blogueiras X mudanças climáticas
A sociedade está mais conectada a cada dia. Novas
ferramentas de mídia social surgem e se estabelecem, provocando grandes
mudanças na estrutura do poder social. Cidadãos passam a gerar,
individualmente, conteúdo e influenciar pessoas e decisões, a um custo
praticamente nulo. Mas o que faz a informação ainda mais poderosa são as novas
conexões, que envolvem ainda mais pessoas.
Pensando nisso, mães digitais se uniram para enfrentar
problemas globais: as blogueiras da comunidade Mom Bloggers for Social Good (Mães Blogueiras pelo Bem Social, em português), que reúne membros de 17 países
– Brasil, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Índia, Espanha, Nigéria,
Cingapura, Paquistão, Malásia, Austrália, Nova Zelândia, Bulgária, Peru,
Jamaica, Filipinas e Holanda – se uniram para discutir questões que envolvem
mulheres e meninas, crianças, fome mundial e saúde materna: o Global Team of200.
Munidas com Tumblr, Twitter, Pinterest e Facebook, as
blogueiras levantam temas urgentes, destacando a influência das mudanças
climáticas sobre eles. O objetivo do grupo é mostrar como é possível trabalhar
para adaptar e mitigar esses impactos por meio da educação, informação,
manifestação e ação.
A cada mês, elas blogam a respeito de uma causa global
diferente. Em setembro, quando a iniciativa foi lançada, as blogueiras
escreveram a respeito da fome e de como ajudar crianças que passam por
necessidades, divulgando informações da Oxfam, da Unicef – Fundo das Nações
Unidas para a Infância e do Programa Alimentar Mundial.
O lema do grupo é: “Individualmente, somos poderosos.
Juntos, podemos mudar o mundo”.
E você? Acredita que o poder da ação coletiva pode fazer do
mundo um lugar melhor para as crianças?
Fonte: Super Interessante
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
8 dicas para ser sustentável no supermercado
Para algumas pessoas as compras no mercado podem representar
um grande empecilho para uma vida sustentável. Sugerimos oito dicas
para evitar o desperdício de alimentos e fazer escolhas mais saudáveis para o
meio ambiente e até para o bolso.
- Listas: Fazer uma lista dos itens necessários antes de
sair de casa é muito importante, pois evita as compras por impulso. Para não
cair na tentação passe longe dos setores de guloseimas, onde ficam os produtos
menos importantes.
- Validade dos produtos: Sempre preste atenção no prazo de
validade dos alimentos. Em especial, os que estiverem em promoção, pois
geralmente o mercado baixa os preços dos produtos quando estão perto de vencer.
Caso opte por comprar o produto mesmo assim, avalie se conseguirá consumi-lo
até a data estipulada e se você realmente precisa dela, talvez você perceba que
só quer comprar porque está barato.
- Alimente-se antes das compras: Ir ao supermercado com fome
aumenta muito as chances de comprar produtos desnecessários. Já existe estudos
que comprovam que quem vai às compras com fome tende a gastar mais.
- Não compre tudo de uma só vez: Para economizar tempo,
muitas pessoas procuram fazer somente única compra por mês. Entretanto, o ideal
é ir ao supermercado a cada 15 dias. Dessa forma, o consumidor tem mais chances
de ter em casa produtos mais frescos, como hortaliças, verduras e frutas.
- Compra a granel: Opte pela compra a granel se tiver alguma
loja perto de casa. Além de prática, ela evita o desperdício. Neste caso, o
consumidor leva uma vasilha para armazenar a quantia exata de alimento
necessária.
- Busque alimentos da estação: Prefira sempre verduras,
legumes e frutas da estação. Esses alimentos são mais saudáveis, pois não são
produzidos de forma induzida, o que gasta muita água e agrotóxicos, que são
prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.
- Prefira orgânicos: Sempre que possível compre os alimentos
orgânicos que são cultivados sem nenhum tipo de inseticida ou modificação
genética. Eles não contêm agrotóxicos e pesticidas, além de serem mais
saborosos e terem mais vitaminas.
- Recuse sacolas plásticas: É valido lembrar, mesmo que a
sua cidade não proíba ou limite o uso de sacos plásticos tente reduzir ao
máximo o uso deles. Algumas das alternativas são: levar ecobags, carrinho de
feira ou, se for levar as compras no carro ou morar perto do mercado, use
caixas de papelão.
Fonte: Ciclo Vivo
Designer gaúcho produz sapatos e bolsas reutilizando sobras industriais
O designer Cristiano Bronzatto investe na combinação de
peças contemporâneas e sustentáveis. Com a marca Louloux, ele produz calçados e
bolsas reaproveitando sobras de indústrias.
Bronzatto utiliza retalhos de couro, de verniz, de tecidos
metalizados e de camurça para fazer o acabamento de seus sapatos e sandálias.
Todos os materiais que servem de matéria-prima para ele, já foram utilizados e
descartados por grandes empresas de moda.
A vantagem de seu trabalho é que além do consumidor saber
que a marca se preocupa com a responsabilidade ambiental, o valor das peças é
mais acessível se comparado a trabalhos similares que estão no mercado. Em
médias, os pares de sapato custam de R$ 100 a R$ 200, sendo que as técnicas do
designer resultam em uma produção quase artesanal.
Nascido em uma família italiana de varejistas de sapatos, o
designer começou seu trabalho na internet, mais especificamente na rede social
Facebook. O sucesso foi tanto que ele começou a viajar pelo país com lojas
temporárias. Em 2007, o gaúcho chegou a abrir uma loja em Nova Iorque, Estados
Unidos, porém a crise econômica no ano seguinte o obrigou a fecha-la. Ele
continua a investir no e-commerce.
O fundador da grife Louloux possui fábrica em Novo Hamburgo,
no Rio Grande do Sul, e continua a rodar o Brasil abrindo lojas temporárias.
Estima-se que ele já tenha sete mil modelos desde o lançamento de sua marca, em
2005.
Fonte: Ciclo Vivo
Estudantes participam de corrida de veículos elétricos brasileiros
Entre os dias 30 de novembro e dois de dezembro, Piracicaba
receberá a primeira Fórmula Elétrica, organizada pelo SAE Brasil. Quatro
equipes de estudantes de engenharia vão participar da corrida, que tem até
motor de Ferrari movido a eletricidade.
As quatro universidades que participam do evento são:
Unicamp (E-Racing), Faculdade de Engenharia de Sorocaba (B'Energy),
Universidade Federal de Itajubá (Cheetah Racing) e o Centro Universitário da
FEI (Fórmula FEI Elétrico).
A Fórmula Elétrica será divida em etapas: a prova principal
é a endurance, mas também ocorrerão provas dinâmicas (autocross, skidpad e
aceleração), além da fase de apresentação do projeto técnico aos juízes, que
determinarão a viabilidade de cada protótipo. O vencedor da competição será
classificado para disputar uma corrida entre carros elétricos nos Estados
Unidos.
Os integrantes da E-Racing desenvolveram um veículo elétrico
capaz de acelerar de zero a 100km/h em quatro segundos, mesmo tempo que leva
uma Ferrari Enzo, um superesportivo da marca italiana. O carro custou cerca de
R$ 200 mil, e demorou 13 meses para ser produzido. O esportivo possui 130
cavalos e estrutura de aço e fibra de vidro. O motor foi construído por uma
empresa da Inglaterra e contou com a participação de pesquisadores da
Universidade de Oxford.
Mas não é só a equipe de Campinas que ganha destaque.
Alimentado por baterias velhas de celulares, o veículo da equipe Fórmula FEI
Elétrico foi apresentado no ano passado, e deve superar os 100 km/h nas pistas
de Piracicaba. Embora a autonomia do carro seja curta (de apenas 30 minutos), a
recarga integral do veículo da FEI leva, no máximo, quatro horas.
Já os membros da B’Energy, equipe da Faculdade de Engenharia
de Sorocaba, participaram da Formula Student Germany, na Alemanha. A Cheetah
Racing, equipe da Universidade Federal de Itajubá, conta com a força de
estudantes de vários cursos, que agregaram conhecimentos diversificados ao
projeto. No entanto, a Cheetah Racing ainda está à procura de parceiros para
concluir o protótipo, já em fase final.
Fonte: Ciclo Vivo
Mais de 40 novas espécies de peixes são encontradas no Rio Madeira
Uma pesquisa feito na Bacia do Rio Madeira, em Porto Velho,
encontrou peixes que não passam dos 30 centímetros de comprimento e que possuem
estruturas ósseas, morfologia dentária, padrão de cores, olhos e número de
escamas nunca antes descritos pela ciência. As 40 novas espécies ainda serão
catalogadas e reconhecidas cientificamente.
Seja em dois metros de profundidade, seja em 60 metros, o
Rio Madeira não para de surpreender. A maior parte dos novos animais
encontrados são de pequeno porte, que dificilmente atingem mais de 15
centímetros e são encontrados em profundidades de dois a 60 metros.
Entre as novas espécies encontradas, o maior animal
registrado mede 30 centímetros e recebeu o nome de Ageneiosus spn. Vittatus,
tem a cabeça alongada e com um filamento que se parece com uma antena, é da cor
branca com listras marrons. Como ainda estão sendo estudadas, não se sabe muito
sobre os hábitos e comportamentos destas novas espécies.
"Descobrir exemplares novos também pode ser um
indicativo de que determinada espécie está se extinguindo antes que possamos
conhecê-la e isso pode ser um reflexo da interferência humana no
ecossistema", reflete o biólogo e coordenador do inventário taxonômico da
pesquisa, João Alves de Lima Filho.
A pesquisa
Foram monitorados 1,7 mil quilômetros do Rio Madeira, entre
os estados de Rondônia, Mato Grosso e Amazonas. Foram catalogadas 907 espécies,
o que garante ao Rio Madeira o primeiro lugar como o rio mais em diversidade de
peixes do mundo.
Uma coleção de ictiofauna [estudo dos peixes] está sendo
montada por biólogos e pesquisadores da Universidade Federal de Rondônia (Unir)
a partir do resultado do monitoramento, que foi desenvolvido durante quatro
anos para conhecer as consequências da construção da Usina Hidrelétrica Santo
Antônio.
Os estudos fazem parte das condicionantes impostas pelo Instituto
Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos
Naturais Renováveis (Ibama) para a liberação da Licença de Operação à
concessionária Santo Antônio Energia.
Esta já é a coleção que possui o segundo maior banco de
registros genéticos do Brasil, com 16 mil amostras e também o terceiro maior em
número de espécies.
Segundo o biólogo coordenador da coleção, João Alves, todas
os indivíduos que não foram identificados estão em processo de estudo.
O estudo é feito manualmente, a medição e análise das
caracteríscas e do ambiente. Além disso, é feita a aferição do código genético
dos animais encontrados.
"No final, para divulgação da nova espécie e suas
especificidades é redigido um artigo científico que é publicado para que a
comunidade científica tome conhecimento da descoberta", conta João Alves.
Em novembro, a Unir espera que pelo menos uma das novas
espécies seja reconhecida. "Um dos nossos pesquisadores está finalizando o
artigo sobre um dos novos animais descobertos. Essa seria uma nova espécie de
lambari”, antecipa João.
O estudo para a publicação de um artigo como este demora em
média um ano e meio. “O primeiro passo é descrever essas espécies, e
posteriormente iniciar os estudos de sua biologia e ecologia”, conta João
Alves.
Monitoramento e captura
Os pesquisadores vão à campo no Rio Madeira e seus afluentes
com uma metodologia padronizada de captura dos animais.
Todo os espécies coletados em campo passam por um processo
de análise e armazenamento específico para que possa fazer parte da coleção de
estudos e para poder durar até 150 anos em bom estado de conservação.
Fonte: Globo.com
Caminhada pelo centro de SP com o Planeta Sustentável!
O lixo é uma das grandes questões da atualidade em todo o
mundo, principalmente nas cidades grandes. Então, que tal refletir sobre o
tema, de forma descontraída, durante um passeio pelo centro histórico da
capital paulista? Essa é a proposta do Planeta Sustentável para a caminhada que
promoverá no dia 11/11. Quer participar? Inscreva-se por e-mail, gratuitamente!
Mas corra, porque as vagas são limitadas!
Turma da Reciclagem estampa a camiseta dos participantes da caminhada do Planeta Sustentável.
Conhecer mais a respeito da história e das paisagens da
cidade onde moramos é uma excelente maneira de aprender a valorizá-la e
respeitá-la mais. Por isso, o Planeta Sustentável convida os moradores da
capital paulista - e também quem estiver passando pela cidade - a participar de
um delicioso passeio pelo centro histórico de São Paulo, dia 11/11.
Acompanhados de monitores especializados, os participantes
da Caminhada pelo Centro de SP passarão por pontos famosos da capital - como o
Viaduto do Chá, a Praça do Patriarca, o Pátio do Colégio e a Catedral da Sé -,
enquanto aprendem e refletem a respeito de uma das principais questões de todas
as grandes cidades do mundo: o lixo.
Que tal se juntar à galera do Planeta Sustentável nesse
passeio? Para se inscrever, basta enviar seu nome completo para o e-mail
psustentavel@abril.com.br. A caminhada é gratuita e as vagas são limitadas, por
isso, não perca tempo!
Os participantes receberão kit com água, um exemplar da
revista da National Geographic Brasil - que é uma das 40 revistas da Editora
Abril parceiras do nosso movimento -, e uma linda camiseta com os quatro
monstrinhos da Turma da Reciclagem: Celio Ozzy, Crock Vidro, Papalatas e Pet
Pellet. Participe!
CAMINHADA PELO CENTRO DE SP
Data: 11/11
Horário: 10h às 11h30
Ponto de encontro: Restaurante APFEL - Rua Dom José de
Barro, 99, esquina com a Barão de Itapetininga
Inscrições gratuitas pelo email psustentavel@abril.com.br
Fonte: Planeta Sustentável
E se as ciclovias fossem suspensas?
Usar a bicicleta como meio de transporte diário nas grandes
cidades é desafiador. É preciso atenção, agilidade e uma dose extra de
segurança. Principalmente se você viver em uma cidade que ainda não a enxerga
como meio de transporte e não respeita seu espaço no trânsito. O perigo da
convivência com carros e ônibus – que realmente existe em alguns lugares - faz
com que muitos simpatizantes da magrela não enfrentem as ruas no seu dia a dia.
É o caso do arquiteto inglês Sam Martin, que decidiu transformar seu medo em
motivação.
Martin projetou o SkyCicle, que, como seu nome sugere,
pretende levar os ciclistas aos céus. A ideia é que a cidade de Londres, na
Inglaterra, abrigue um túnel suspenso ligado às estações de metrô para servir
de ciclovia. O arquiteto – que é diretor do escritório Exterior Architecture -
garante que a obra atrairá mais adeptos da bicicleta e que, no céu, as pessoas
terão mais segurança para pedalar na cidade. Veja no vídeo abaixo como o
SkyCicle funcionaria:
Apesar de parecer muito futurista, o SkyCicle tem chances de
sair do papel! Segundo declarações de Martin, o projeto agradou a Boris
Johnson, prefeito de Londres, que já estaria conversando com a Network Rail,
empresa que desenvolve e administra a rede londrina de metrô, para viabilizar o
SkyCicle até 2015.
Mesmo com a conversa em estágio inicial, já se discute se os
ciclistas teriam de pagar para usar a via suspensa. A intenção é cobrar uma
libra esterlina por viagem, taxa mais barata do que a cobrada pelo transporte
público.
Como funciona a relação entre ciclistas e motoristas na sua
cidade? É ideal separar o espaço dos ciclistas? E se as ciclovias fossem
suspensas? Conte sua experiência.
Fonte: Super Interessante
Ministério do Meio Ambiente lança cartilha com dicas para consumo consciente infantil
A cartilha é destinada às crianças, pais, professores e
educadores
Foto: Divulgação
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou a cartilha
Consumismo Infantil: na contramão da sustentabilidade, que apresenta dicas para
o consumo consciente dos jovens. O documento, lançado dia 31 de outubro, é
destinado às crianças, pais, professores e educadores.
Focado na publicidade infantil, sobretudo a televisiva, o
projeto ensina ações simples, como doar brinquedos usados quando ganhar um
novo, reciclar as embalagens dos produtos, desligar a TV e brincar ao ar livre.
"As crianças até 10 anos não diferenciam o que é
entretenimento do que é publicidade. Anunciar para esse público é contra
qualquer padrão de sustentabilidade", afirmou Gabriela Vuolo, do Instituto
Alana (parceiro do MMA, no projeto) ao portal Estadão.
De acordo com a cartilha, os jovens e seus pais devem se
questionar: "Eu quero ou eu preciso?" sempre que surgir a vontade de
comprar um produto, principalmente se isso acontecer a partir de uma
propaganda. O documento também frisa a alimentação infantil, indicando quais
tipos de lanches são os mais saudáveis e que produzem menos resíduos.
O Ministério da Educação pretende distribuir cerca de 70 mil
exemplares da cartilha em todo o país; o
MMA ficará responsável pela entrega de aproximadamente 10 mil e a Federação
Nacional das Escolas Particulares (FENEP) de outros 15 mil.
Fonte: EcoDesenvolvimento
Coca-Cola e Microsoft se unem em prol da geração de renda de jovens brasileiros
O Instituto Coca-Cola Brasil e a Microsoft firmam uma
parceria que beneficiará mais de 750 comunidades em todo o País até 2014.
Trata-se de um acordo de transferência da expertise de uso dos softwares da
Microsoft para a equipe do Coletivo Coca-Cola – programa que tem o objetivo de
valorizar a autoestima e promover a geração de renda por meio da capacitação de
jovens e mulheres em comunidades de baixa renda, e do apoio a grupos produtivos
e cooperativas de catadores.
Desde 2010, as empresas vêm trabalhando nesta parceria que
irá favorecer a qualificação de 45 mil jovens em mais de 400 comunidades
brasileiras, até dezembro de 2012. Com esta ampliação, a meta é beneficiar mais
250 mil pessoas até 2014. A Microsoft já investiu mais de R$ 3,5 milhões em doações
de software e, com este novo acordo, mais R$ 1,5 milhões serão doados,
totalizando um investimento de cerca de R$ 5 milhões.
No dia 31 de outubro, executivos das duas empresas estiveram
presentes na unidade do Coletivo do Morro dos Macacos, em Vila Isabel (RJ),
para a assinatura do acordo. Por meio dele, a Microsoft vai treinar os
multiplicadores do programa Coletivo Coca-Cola, aprimorando as aulas dos cursos
de Varejo, Logística e Empreendedorismo do programa. A tecnologia também vai
permear o apoio de gestão às cooperativas de catadores e aos grupos produtivos
de artesãs que participam do projeto.
“Com esta parceria unimos as melhores competências de
Coca-Cola e Microsoft para gerar transformação social em larga escala,
valorizando a autoestima e promovendo o aumento da geração de renda”, enfatiza
Claudia Lorenzo, diretora executiva do Instituto Coca-Cola Brasil.
Rodolfo Fucher, diretor de assuntos corporativos da
Microsoft, ressalta que a parceria é resultado da iniciativa global da
Microsoft YouthSpark, que visa capacitar os jovens a imaginar e realizar todo
seu potencial, oferecendo-lhes maiores oportunidades de educação, emprego e
empreendedorismo. “A parceria com a Coca-Cola concretiza a nossa visão que é
beneficiar milhares de jovens no País por meio da tecnologia e colaborar para a
geração de um País mais competitivo. Com a parceria iremos alavancar a
autoestima de jovens profissionais e contribuir para que possam ajudar a si
mesmos, e a construir um País melhor, com menos desigualdade social”,
afirma.
Fonte: Ciclo Vivo
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