sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Aprenda a fazer luminárias e outros utensílios com fitas K7


As fitas K7 se tornaram utensílios ultrapassados, visto a diversidade tecnológica disponível atualmente. No entanto, elas ainda podem ser úteis para o upcycle, com a chance de serem transformadas em luminárias, mesas e assentos para cadeiras.

A dica foi inspirada nas criações da designer espanhola Vanessa Moreno, que produz e comercializa diversas peças feitas com antigas fitas K7. A técnica é simples e permite variações de acordo com a quantidade de fitas disponíveis.


Para fazer uma pequena luminária, por exemplo, são necessárias 30 fitas, que podem ser de cores diferentes, para deixá-la com aparência divertida. O artesanato é simples e para fazê-lo é necessário também a utilização de lacres plásticos, por isso, tenham em mãos vários deles.

No caso da luminária, as fitas serão anexadas em grupos de seis, que formarão cada um dos lados de um cubo, como é possível observar na galeria de fotos. Os lacres devem passar por todas as laterais das fitas, para que elas fiquem fixas de maneira bastante segura. A face inferior é aberta para que seja posta sobre a base, em que estará a lâmpada.


A partir desta ideia de fazer uma rede de fitas é possível criar outras coisas. Um cubo maior, por exemplo, pode ser uma mesa para crianças. Vanessa ainda sugere que as fitas se transformem em assentos e encostos para cadeira, dando um visual retrô aos objetivos.


Fonte: Ciclo Vivo 

Campanha visa estimular descarte correto de embalagens plásticas de cosméticos

A campanha pretende evitar descartes de embalagens em lixões ou aterros sanitários. Imagem: Divulgação

Para garantir destino correto a centenas de embalagens plásticas de shampoos, condicionadores, cremes para pentear, de tratamento e coloração para cabelos, a Garnier Nuctris, marca da empresa L'Oréal, e a TerraCycle, companhia eco–friendly, uniram-se para possibilitar o descarte certo dos resíduos, por meio da Brigada de Cuidados com os Cabelos Garnier Fructis.

A campanha pretende utilizar as embalagens para reciclagem, com o objetivo de evitar o descarte das mesmas em lixões ou aterros sanitários. A ideia também deve ser utilizada para os materiais de papel dos produtos da linha. Além de reduzir a quantidade de resíduos, a ação diminui a extração de matéria-prima virgem, contribuindo para a preservação do planeta, de acordo com a TerraCycle.

“A Brigada de Cuidado com os Cabelos Garnier Fructis contribuirá com a preocupação ambiental da empresa, além de levar essa ideia aos seus consumidores. A participação no Programa de Coleta aumenta a consciência ambiental de todos e transforma a visão que as pessoas têm do que é lixo e do que podemos fazer com ele”, afirmou o presidente da TerraCycle Brasil, Bruno Massote.

Como participar

Comunidades, como escolas, organizações e empresas podem selecionar um time de coleta, com um representante maior de 13 anos. Este deve cadastrar sua equipe na Brigada de Cuidados com os Cabelos Garnier Fructis, gratuitamente, no website da TerraCycle, e imprimir as etiquetas pré-pagas (sem custo para a equipe) de envio das embalagens, ou solicitar que sejam enviadas via correio.

Após a junção de, no mínimo 50 embalagens, o representante deve colocá-las em uma caixa, colar a etiqueta pré-paga de envio e entregá-la numa agência própria dos Correios.

Para cada unidade de resíduo enviada, o seu time de coleta receberá dois pontos TerraCycle, que equivalem a R$0,02 e poderão ser revertidos em doações para uma entidade sem fins lucrativos ou escola de sua escolha.

Saiba mais aqui.


Fonte: EcoDesenvolvimento 

Marca italiana desenvolve case biodegradável para iPhone


A produção de cases sustentáveis são cada vez mais comuns. A novidade do iNature é a promessa de ser degradar em 180 dias após entrar em contato com o solo.


A empresa afirma que o case tem impacto zero e é 100% biodegradável. | Imagem: Divulgação


Os criadores da marca, Luca e Paolo, têm como estilo de vida o respeito ao meio ambiente. Desta filosofia surgiu a ideia do nome iNature, em português “eu e a natureza”. O produto é uma junção das empresas Med Computer Srl e Biomood Srl.

“Ao introduzi-lo em lojas de todo o mundo, esperamos tornar os clientes mais conscientes e sensíveis à sustentabilidade, unindo os conceitos de moda e uma cultura ‘verde’”, dizem os designers no site da marca.

A empresa afirma que o produto tem impacto zero e é 100% biodegradável. Mesmo tendo esta característica ele é muito durável. Portanto, seu principal recurso sustentável só será comprovado pelo usuário após um longo tempo de uso.

O sucesso do iPhone movimenta uma grande indústria de acessórios, entre eles os cases de plástico e os de silicone. Tais materiais demoram muito tempo para se decompor na natureza.

Além disso, o descarte dos cases para eletrônicos é grande, pois há um consumo exagerado e uma troca constante pelas capas mais atrativas e diferentes. Por conta disso, o iNature tem a vantagem de não contaminar o solo. “A criação de capas biodegradáveis ​​é uma pequena contribuição para a batalha mundial contra a poluição”, afirma a empresa.

O produto é funcional e está disponível em diversas cores. Para os criadores é uma grande conquista, uma vez que, saindo da ideia do conceitual, eles buscavam produzir o case para comercialização e era necessário que ele fosse atraente.

“A criação de capas 100% biodegradáveis é uma pequena contribuição para a batalha mundial contra a poluição”. | Imagem: Divulgação


O produto é funcional e está disponível em diversas cores. | Imagem: Divulgação


Confira a página da iNature no facebook.




Fonte: CicloVivo

Poupe água e energia !


O vídeo mostra o desperdício de água e energia comum em muitas casas e apresenta soluções para melhorar a conservação e o uso racional da energia. 


Vídeo da Campanha Europeia de Energia





Fonte: CicloVivo

Bomba d'água movida a energia solar ajuda irrigar pequenas propriedades


A indústria de motores Anauger desenvolveu uma tecnologia 100% nacional, que capta raios solares e os transforma em fonte de energia através de painéis fotovoltaicos, a fim de promover o funcionamento das bombas de irrigação. O sistema promete ajudar a mudar a vida de pequenos agricultores. Detalhe: a inovação dispensa a eletricidade e pode representar um avanço significativo para áreas como a do Nordeste brasileiro, que sofrem com a falta de recursos hídricos e energéticos.

"As bombas ficam submersas em poços, reservatórios e cisternas, funcionando por um sistema de vibração para captação de água e irrigação da terra", explicou ao Brasil Econômico o diretor comercial da empresa, Marco Aurélio Gimenez.

Pelo fato de poder ser instalada em qualquer lugar, Gimenez lembrou que sua utilização vai além do setor agropecuário, podendo ser utilizado também em parques, praias, condomínios residenciais e comerciais. "Esse produto chega em momento crucial, em que estudos revelam que mais de 1 bilhão de pessoas, a maioria vivendo nas grandes cidades, poderão ficar sem água em 2050", argumentou.

No entanto, o desenvolvimento do produto, de acordo com o empresário, não se deu apenas por esses motivos, mas por conta de a sustentabilidade ser uma das missões da companhia. "Estávamos há 10 anos buscando alternativas para o funcionamento sustentável das bombas. Ela está há um ano no mercado", detalhou o executivo, que garante não existir ainda no mundo um produto de igual tecnologia.

"Os modelos disponíveis no mercado utilizam um sistema como o bombeamento de motores a diesel e gasolina ou ainda sistema de roda da água que geram impactos ambientais", observou Gimenez, ao ressaltar que a eficiência vibratória acaba sendo maior que a dos modelos tradicionais por conta de a energia ser armazenada em capacitores - tipo de bateria, que fornece energia para as bombas.

Sistema híbrido

As bombas da Anauger tem capacidade para bombear 8 mil litros de água por dia, e em dias chuvosos de 500 a 600 litros. Mas o investimento da empresa não para por aí. Gimenez contou que a companhia está empenhada em buscar novas fontes alternativas para ampliar a aplicação dos sistemas de bombeamento.

"Estamos desenvolvendo bombas por geradores eólicos. Nossa meta é oferecer em 2013 um sistema híbrido, que poderá funcionar 24 horas por dia", projetou o executivo.

Quanto ao investimento, Gimenez argumentou que a instalação da bomba a partir de uma distância de 300 metros da rede já significa lucro, uma vez que não será mais preciso arcar com custos de energia junto a uma companhia distribuidora elétrica. Segundo ele, o sistema de geração de energia fotovoltica tem durabilidade de 25 anos. "O custo pode ser alto no início (o valor do sistema completo de cada bomba é de R$ 3 mil), mas em 10 anos esse investimento é amortizado", ponderou.



Fonte: EcoDesenvolvimento


Casa Noturna Sustentável – Dance to Save The World!


 Foi inaugurada em Londres uma casa noturna em que a eletricidade não vem da tomada: vem da animação da galera.



Tudo graças a uma pista de dança que consegue transformar o movimento das pessoas em eletricidade, pressionando a pista com os pés conforme elas dançam.

A pista de dança é feita, justamente, de uma mistura de cerâmica com cristais de quartzo. Quando as pessoas dançam e pulam, os cristais são comprimidos e geram corrente elétrica – que é utilizada para alimentar o clube.

A pista high-tech consegue gerar até 60% de toda a eletricidade consumida pelo clube, que se chama Surya (“Deus-Sol”, em sânscrito). Mas o que acontece se o DJ não empolgar a galera e ninguém entrar na pista? Acaba a luz? Para evitar que isso aconteça, a casa noturna conta com um sistema de baterias, painéis de energia solar e uma turbina eólica. Somando tudo isso, os donos do clube dizem que a eletricidade dá e sobra – o excedente é doado aos imóveis vizinhos.

As paredes do Surya são sensíveis ao calor e mudam de cor quando a casa está cheia e, literalmente, “fervendo” – a idéia é fazer uma referência ao aquecimento global. No banheiro, as descargas e torneiras utilizam água de chuva. E como não poderia deixar de ser, todos os vidros, metais, plásticos e papéis são reciclados. O bar só serve bebidas orgânicas, feitas sem nenhum tipo de agrotóxico ou produto químico, e seu destaque é bem esquisito: uma tal de “biocerveja”



Fonte: Garimpo Verde
                

"Cadeira útero" feita com material reciclado é refúgio para vida agitada


Imagine aqueles dias em que o cansaço é tão grande, que parece impossível aguentar momentos simples do cotidiano, como ouvir o telefone tocar, por exemplo. Quem nunca passou por isso? A boa notícia é que não é mais preciso se preocupar com o que fazer nessas horas, pois a artista e designer Freyja Sewell criou a "cadeira útero", para que as pessoas possam se recolher.

Criada a partir de feltro de lã, com almofadas recheadas de fibras de lãs recicladas, a cadeira Hush envolve o corpo por completo e também pode se transformar em um assento tradicional (mais aberto). Em seu formato fechado, o produto propõe proporcionar às pessoas um retiro pessoal, uma fuga em um lugar escuro, tranquilo e natural.

Segundo Freyja, a criação da cadeira é uma maneira de permitir que as pessoas coexistam de maneira confortável em ambientes densamente povoados. "O útero representa para mim um lugar morno e aconchegante, para contemplação e descanso", afirmou a designer, em seu website.

"Existem hoje 21 cidades com população acima de 10 milhões de pessoas, e já se prevê que haverá muito mais no futuro. Os preços de imóveis em elevação e a falta de espaço estão levando cada vez mais pessoas a buscar alternativas para a compra da própria moradia, como dividir o quarto com um parceiro, irmão ou amigo. É essencial continuar a desenvolver novas maneiras de descanso", completou Freyja.

Freyja Sewell atua como designer residente no Museu do Design, em Londres (Inglaterra).



Fonte: EcoDesenvolvimento

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Empresa holandesa cria móvel versátil a partir de bambu



A Pixel Table pode até parecer uma simples pilha de varas de bambu, mas ela vai além. O móvel é, na verdade, um conjunto de tabelas de bambu que podem ser empurradas ou puxadas para criar novas funcionalidades. Assim ela pode armazenar objetos ou servir de prateleiras.


O designer simples e elegante, com a força e a beleza natural do bambu, foi criado pela empresa holandesa Studio Intussen. A peça tem 45 cm de altura e a largura pode ser ajustada, a depender da função.


VANTAGENS DO BAMBU

  •          O bambu é relativamente forte e rígido
  •         Pode ser cortado com ferramentas simples
  •          A superfície é dura e limpa
  •         Pode ser cultivado em pequena escala
  •          O retorno do capital é mais rápido do que se fosse usada a madeira
  •         As estruturas são flexíveis durante tempestades e terremotos
  •          Pode ser usado com sucesso para reforçar um terreno deficiente

5 ideias para fazer camas e casas sustentáveis para cachorros


O CicloVivo separou algumas ideias para quem quer montar uma casinha ou cama sustentável para os animais. As dicas podem ser ajustadas e aperfeiçoadas e são válidas também para os gatos.


Telhado verde: No Brasil pode ser novidade, já em outros países este tipo de casinha é comum. O único problema é que elas não são muito baratas, mas é possível fazê-las em casa. Basta ter os pedaços de madeira e certa habilidade para construir a estrutura. O solo também precisa ser cuidado e fertilizado, nele podem ser cultivados temperos: como cheiro verde, salsa ou cebolinha. 


Caixotes de madeira: Esta é uma opção para acomodar os animais. Para que eles não fiquem desconfortáveis, coloque uma almofada ou travesseiro velho dentro do objeto. No caso dos filhotes, é possível usar caixas de frutas que são menores, para os maiores use caixotes de feira. Se quiser, pinte a caixa para deixá-la esteticamente mais bonita.


Placas recicladas: Um novo tipo de estrutura que vem ganhando espaço no mercado são as chapas feitas a partir da reciclagem do tubo de creme dental. Neste caso, é preciso comprar as placas ou telhas já prontas para montar a casinha. A chapa reciclada é muito resistente, impermeável e difícil de estragar.


Pneu velho: Com um pneu e uma almofada é possível fazer uma caminha sustentável. Fazendo uma pintura no objeto, você disfarça o desgaste e ainda deixa a cama mais bonita. É uma forma interessante de reutilizar o pneu, que se descartado na natureza demora muitos anos para se decompor.

Caixas de papelão: É uma das opções mais simples e utilizadas. Neste caso, coloque espumas dentro da caixa e personalize-a. Há diversas maneiras de fazer isso: pintando o papelão, desenhando a parte externa da casinha, cobrindo com papeis de presente ou cortando e montando a casa em um formato diferente.



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Fonte: Ciclo Vivo 

Placa solar 3D é 200% mais eficiente que modelos comuns



A empresa norte-americana Solar3D apresentou um projeto revolucionário em termos de eficiência para placas fotovoltaicas. O modelo de silício, feito em 3D, maximiza a conversão da luz solar em energia elétrica e, segundo os fabricantes, é 200% mais eficiente que os modelos tradicionais.

A tecnologia tem duas características principais: a maximização do processo de transformação dos fótons em elétrons e a angulação cuidadosamente planejada para que as células captem mais luminosidade, principalmente nas primeiras horas da manhã e no inverno, quando a incidência solar é mais baixa.

Devido à alta eficiência do sistema, o investimento é recompensado rapidamente. A Solar3D estima que seja 40% mais rápido ter o retorno do montante investido quando se opta pelo novo modelo.

Células solares convencionais tornam-se pouco eficientes quando o sol não está brilhando em uma estreita faixa de ângulos de incidência. Já as placas em 3D aproveitam a luminosidade em uma ampla gama de ângulos. As microestruturas em 3D são acondicionadas abaixo da superfície da célula, para fazer o trabalho de conversão energética.

Teoricamente, a eficiência das células de silício é de 29%. No entanto, na prática comercial, o percentual médio vária de 15 a 19%. A empresa norte-americana garante que consegue ultrapassar estes valores, chegando à eficiência interna de 25,47%.

A Solar3D já alcançou sucesso no primeiro protótipo, mas os testes continuam a ser feitos para que seja possível produzir as placas 3D em escala comercial.

Fonte: Ciclo Vivo 

O sonho "verde" do Poderoso Chefão: um eco resort no Taiti



Imortalizado no papel de Don Vito Corleone em "O Poderoso Chefão", Marlon Brando tinha um sonho: transformar sua ilha particular na Polinésia Francesa num refúgio sustentável.

Em 1960, quando procurava locações ao redor do Taiti para filmar seu próximo filme "Mutiny on the Bounty" (O Grande Motin), o astro de Hollywood se apaixonou pelo atol Tetiaroa e desembolsou 300 mil dólares para comprar esse paraíso natural de 27 km². Ele sonhava em transformar a região numa espécie de 'laboratório ambiental' com direito a um hotel ecológico. Junto com sua terceira esposa, a atriz Tarita Teriipia, Brando chegou a construir uma modesta pousada, mas abandonou tudo depois do suicídio de sua filha Cheyenne.

Sabendo do desejo frustrado do astro, que faleceu em 2004, o arquiteto Harry Gesner, um dos mais badalados da Polinésia Francesa, com a permissão dos herdeiros do ator, começou a transformar em realidade o sonho verde do Poderoso Chefão. Segundo o site The Hollywood Reporter, o ecoresort chamado “The Brando” deve abrir ao público no começo de 2013. As 35 eco vilas, em construção desde 2009, serão totalmente abastecidas por energia renovável, vinda de uma combinação de paineis solares e geradores movidos a óleo de côco.

Além de reduzir ao máximo sua pegada de carbono com a geração de energia limpa, toda a construção do eco resort segue padrões ecológicos rigorosos exigidos pelo Green Building Council dos EUA (Conselho Amerciano de Construção Sustentável).

Fonte: Exame

Form Laboratory: em SP, objetos viram esculturas


O artista plástico e escultor norte-americano Les Joynes veio a São Paulo buscar inspiração para a sua arte. Seguindo o processo de criação do Form Laboratory*, de sua autoria, Joynes percorreu as ruas da cidade e colheu objetos das diferentes regiões para compor suas esculturas, junto com outros materiais plásticos. O resultado estará exposto no MuBE - Museu Brasileiro da Escultura*, de 04 a 27 de agosto.

O Form Laboratory chega à maior metrópole brasileira depois de passar por Nova York, Berlim, Cingapura, Tóquio e Limousin. A exposição discutirá a identidade de São Paulo, composta por diversas etnias - como japoneses, chineses, imigrantes europeus e afro brasileiros, entre outros -, cultos, línguas e tradições.

De acordo com o artista, seu trabalho representa um sítio arqueológico da cidade estudada e cria "um museu dentro do museu". Os itens garimpados são categorizados antes de ser combinados com outros materiais e transformados em esculturas.

Os visitantes de qualquer exposição de Les Joynes pelo mundo, também podem assistir ao artista em ação, criando suas obras. Em São Paulo, estão programadas performances abertas ao público, com a ajuda de assistentes, às terças e quintas, das 14h às 16h.

O objetivo do Form Laboratory é tornar-se uma estrutura contínua nômade em outros países da Ásia, União Européia e América do Sul.

Fonte: Planeta Sustentável 

Esmaltes Ecológicos


A linha de esmaltes ecológicos da marca americana Priti NYC promete transformar um dos produtos de beleza mais tóxicos que existem, os esmaltes, em produtos ecológicos, com ingredientes orgânicos, não tóxicos e sem fragrâncias ou cores sintéticas!

A Priti NYC cuida das unhas com ingredientes exóticos como extrato de ginseng e óleos naturais.

Os frascos de esmaltes da Priti são 100% biodegradáveis.

Além disso os removedores são 100% biodegradáveis, não tóxicos, não cancerígenos, com ingredientes orgânicos e os frascos são totalmente recicláveis.

   



Fonte: Garimpo Verde

WWF: Estamos todos conectados



Vídeo de campanha da WWF 2012, que espera capacitar o público para se tornarem defensores da proteção da natureza, reduzindo o impacto ambiental, humano, e criado um futuro mais sustentável. Saiba o que você pode fazer aqui.

Fonte: Ciclo Vivo

5 dicas de reciclagem para crianças


As práticas sustentáveis devem ser estendidas a toda a família. Ensinar a importância da reciclagem e ajudar os familiares a se adaptarem faz com que as ações em prol do meio ambiente tenham mais força.

É comum as crianças e os idosos não terem consciência de que é errado jogar garrafas PET, papel e restos de comida no mesmo recipiente. Muitos também não entendem a necessidade de reciclar o lixo.


Para começar esta conscientização em casa tenha em mente as cinco dicas a seguir.

Ajude as crianças a compreenderem a importância da reciclagem:

Praticar tarefas além das obrigações habituais pode ser um fardo, especialmente, para as crianças. Então, o primeiro passo é saber que ao falar sobre uma atitude sustentável deve-se explicar de forma clara a necessidade de aplicá-la e o porquê de sua importância.

Uma alternativa é usar jogos para mostrar de forma divertida como funciona o processo de reciclagem. Desta forma, ficará mais fácil para a criança entender para onde vai todo o lixo consumido diariamente.

Reforce a memória coletiva:

Por mais que a família demonstre boa vontade, é normal que no início os integrantes se esqueçam de separar o lixo corretamente. Para facilitar e deixá-los sempre atentos coloque caixas em locais acessíveis, uma atitude simples que irá lembrá-los das obrigações.

Reserve um recipiente para deixar próximo à entrada da casa ou apartamento. Será útil para colocar os diversos folhetos e envelopes de publicidade que, sem utilidade, são jogados fora.

Aliás, deixe bem separadas e identificadas as lixeiras para cada tipo de material: metal, plástico, papel, vidro e também um recipiente para os matérias que não podem ser reciclados.

Promova competições:

Organize uma competição em família, assim como é feito em muitas escolas atualmente. O prêmio para recompensar as crianças pode ser brinquedos ecológicos ou, até mais simples, um passeio a um parque local.

Uma dica é estimular que eles juntem latinhas de alumínio e depois levá-las para os locais que pagam por elas. Desta forma, a criança entenderá que além do benefício ambiental, as práticas sustentáveis podem ter retorno econômico.

Antes de reciclar, ensine a reutilizar:

Se para os adultos, reaproveitar objetos pode ser uma atividade estimulante, para as crianças a pratica é quase sempre bem divertida.

Mostre às crianças maneiras de reutilizar rolos de papel, potes de vidro, revistas e jornais, roupas, entre outros objetos. Procure dicas de artesanato para os pequenos e surpreenda dando novas utilidades para o que chamam de lixo. Uma prática simples é pegar velhas caixas e dar às crianças para que elas decorem com o que tiverem em casa. Esta, de certa forma, é uma forma de estimular o uso da caixa, personalizadas por elas, para separar materiais.

Aposte na compostagem:

A compostagem além de ser uma boa maneira reduzir o lixo doméstico é também uma lição sobre o significado da reciclagem. As crianças podem acompanhar o processo que transforma suas cascas de banana, sanduíche e restos do jantar em solo nutritivo.

Esta prática já é comum em muitas escolas que reciclam parte dos resíduos produzidos no refeitório. A compostagem domiciliar é uma continuidade da separação do lixo e também deve ser estimulada. 



Com informações do Green Blog.
Fonte: CicloVivo

Quanto custa o seu perfil no Facebook para o planeta?


Rede social revela pela primeira vez sua pegada de carbono: por ano, impacto ambiental de um usuário equivale ao de uma xícara de café com leite, três bananas ou uma taça de vinho.


Você já se perguntou quanto “custa” para o planeta o seu perfil no Facebook? Sai por algo como três bananas graúdas, uma xícara de café com leite ou ainda uma taça de vinho. Noutras palavras, durante um ano inteiro, o acesso de cada um dos mais de 950 milhões de usuários da rede social é responsável pela emissão de 269 gramas de CO2e, quantidade equivalente ao que é emitido pela produção dos alimentos citados. Os dados curiosos são parte do primeiro relatório de Pegada de Carbono do Facebook, divulgado nesta quarta-feira ( 1º de Agosto).

Em 2011, as emissões de gases de efeito estufa da empresa fundada por Mark Zuckerberg giraram em torno de 285 mil toneladas de CO2e. A título de comparação, isso é menos de um centésimo (aproximadamente 0,17%) das emissões da frota de carro brasileira. Entram na conta o impacto gerado em diversos setores, como centros de dados, escritórios, viagens e transporte em geral de funcionários.

No relatório, o Facebook também detalhou o mix de fontes de energia que abastecem os seus centros de dados. A maior parte, 27%, provém da energia gerada pelo carvão, o combustível fóssil com maior indicador de emissão de CO2. Outra fatia, de 23%, é proveiente de fontes renováveis, como eólica e solar. Depois aparecem o gás, que fornece 17% da energia, e fontes nucleares (13%).

Em comunicado, o Facebook diz que está comprometido em “limpar” mais ainda seu mix de energia, mas que esse processo é um desafio. Exemplo dos esfoços nesse sentido é o novo centro de dados que a empresa está construindo na Suécia, totalmente alimentado por fontes renováveis.



Fonte: Exame

Bancos Sustentáveis



















































































Fonte: Jornal Meio Ambiente

Coca-cola alia histórias reais a sustentabilidade em nova campanha



A Coca-Cola Brasil dá início este mês à segunda fase da campanha “Cada Garrafa Tem Uma História”. A ação, que faz parte da plataforma Viva Positivamente, traz cinco novos filmes que falam dos projetos de sustentabilidade da companhia, aliados a histórias reais.

Idealizadas pela Ogilvy & Mather Rio, com consultoria do Facebook, as interações digitais visam ainda compartilhar histórias de personagens reais que tiveram suas vidas e de suas comunidades transformadas a partir dos projetos de sustentabilidade patrocinados pela Coca-Cola.

O grande centro dessas interações está na página da marca no Facebook. O usuário irá conhecer o um pouco mais das histórias dos protagonistas dos projetos.

A campanha, criada exclusivamente para a América Latina, reforça histórias que materializam a essência da marca Coca-Cola e que valem ser compartilhadas.

“A Coca-Cola entende sustentabilidade como uma jornada, que requer compromisso e envolvimento de diferentes setores da sociedade. No filme Murilo, por exemplo, apresentamos um jovem que teve sua vida modificada pela prática regular de exercícios, passando a ter uma vida ativa e saudável. Ao longo desse caminho, a empresa tem ajudado a construir histórias de luta, superação e felicidade. Queremos que todos os nossos consumidores saibam que cada vez que eles bebem um produto da Coca-Cola, eles se tornam parte dessas histórias de otimismo”, reforça Luciana Feres, Diretora de Marketing de Coca-Cola Brasil.


Veja os vídeos:







Fonte: CicloVivo

Ciência e Arquitetura Sustentável: Academia de Ciências da Califórnia


A nova Academia de Ciências da Califórnia é um dos poucos institutos onde a exposição pública acontece junto com a pesquisa científica, além de um grande exemplo de Arquitetura Sustentável.



Sua superfície total tem 38.000 m² e se localiza na cidade de São Francisco, na Califórnia. Sua cobertura conta com 55.000 células fotovoltaicas que suprem as necessidades energéticas de todo o complexo.


Os principais materiais utilizados em sua construção são calcário, concreto cinza claro, aço e vidro e sua estrutura é formada por concreto armado.

Os parâmetros ambientais do projeto são a eficiência do seu sistema de climatização e a reutilização dos materiais de edifícios demolidos na antiga academia. Sua iluminação e ventilação internas são feitas de forma natural, graças ao uso de lâminas reguláveis e persianas automáticas que controlam a quantidade de luz que chega a seu interior. A água utilizada no prédio é recolhida da cobertura, onde se encontra um telhado verde com vegetação xerófila e onde foram instalados os painéis fotovoltaicos.


O projeto é de autoria do arquiteto italiano Renzo Piano e conquistou a LEED Platinum, uma certificação para edifícios sustentáveis concebidos pela ONG americana USGBC.


                                       
Informações: Atlas de Arquitetura Ecológica
Fonte: Arquitetura Sustentável

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

II Workshop

Controle e Garantia da qualidade de Produtos Químicos para Tratamento de Água para Consumo Humano no Brasil - Diretrizes para Atendimento das Exigências da Portaria 2914/MS- EVENTO GRATUITO




Embalagens de alimentos são reaproveitadas na criação de móveis



Embalagens de comidas e bebidas ganharam uma nova utilidade com a linha de móveis Dala. O estúdio Readymade Projects aproveitou as fibras sintéticas da reciclagem dos plásticos para criar novos móveis.


O conceito foi desenvolvido pelo designer norte-americano Stephen Burks, que surgiu com a ideia após uma viagem ao Senegal, onde se reuniu com artesãos locais. Logo, ele montou sua coleção de móveis ecológicos, com poltronas, divãs, bancos e mesas de centro.

Os móveis são leves e comercializados pela empresa alemã Dedon. A fibra é produzida de forma sustentável, 100% reciclável e completamente atóxica.


As peças foram feitas com embalagens de alimentos e bebidas, com armação de alumínio. O projeto engloba o uso de materiais sustentáveis ​​para uma estética moderna e artesanal.

Além de reaproveitar embalagens, os móveis foram desenhados seguindo o conceito da adaptabilidade, podendo ser utilizados em diversos ambientes.


O objetivo é mostrar que não é preciso ter muitas mesas e cadeiras, uma vez que poucos móveis já são suficientes e podem ser revezados nos cômodos e assim, a casa pode ser redecorada sempre que o proprietário sentir necessidade.

Neste ano, as peças foram apresentadas na Milan Design Week, na Semana de Design de Milão.

Fonte: Ciclo Vivo 

Verdes mares: porta-aviões do exército usa combustível de óleo de cozinha e algas


As Forças Armadas norte-americanas realizaram na última semana de julho o primeiro teste com um porta-aviões e 71 aeronaves abastecidas com óleo de cozinha e algas (misturadas ao combustível convencional), durante uma simulação de operação militar.

O USS Nimitiz é o primeiro navio da "grande frota verde", pacote de metas americanas para cortar o uso de petróleo por equipamentos militares até 2020 - o exército é o maior consumidor de combustíveis do país e gasta quatro vezes mais energia do que os demais órgãos governamentais somados.

Além do apelo ambiental das mudanças climáticas, o exercício também busca minimizar a dependência de óleo importado de nações estrangeiras. A iniciativa causou polêmica pelo alto custo (até quatro vezes maior que o combustível normal), mas pode até mudar radicalmente a política externa americana.

O USS Nimitiz se desloca pelo Oceano Pacífico até agosto movido a algas e diesel comum. Já os helicópteros, jatos e naves de apoio adotam o bioquerosene, com óleo de cozinha usado. Os combustíveis são drop-in, ou seja, mesclam biomassa ao combustível e dispensam adaptações em motores e estruturas de abastecimento.

"Estamos empenhados em achar alternativas ao petróleo estrangeiro. Acreditamos que é fundamental para a segurança nacional e nossa capacidade de combate", afirmou Ray Mobus, secretário da Marinha americana, ao jornal britânico The Guardian. As importações de óleo estrangeiro registram queda desde 2005, segundo dados da Agência Governamental de Informações sobre Energia.

Ex-ministro das Relações Exteriores (1995-2001) e professor da ESPM, Luiz Felipe Lampreia avaliou, em entrevista à Isto É, que a vulnerabilidade energética influencia as decisões da potência militar e foi determinante nas disputas após a Segunda Guerra Mundial. Mas descarta a substituição total do petróleo ainda que as barreiras aos biocombustíveis fossem levantadas. "Não haveria condição de produzir tanto nem se plantasse cana-de-açúcar em toda a Amazônia", acredita.
Projetos no Brasil
Existem projetos para práticas sustentáveis na aviação brasileira. Além de experimentos com bioquerosene, a Aeronáutica desenvolve um inédito motor flex para aviões, turbina exclusiva para etanol e ainda uma opção impulsionada por oxigênio líquido.

Conforme o EcoD noticiou em março, o país terá um centro de pesquisa e desenvolvimento de biocombustíveis para aviação comercial, que deverá ser construído a partir de 2013 em São Paulo, por meio de uma parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Boeing e Embraer.

Fonte: Ecodesenvolvimento

Pneu Ecológico


A fabricante de pneus Bridgestone apresentou em Tóquio, no Japão, seu mais recente projeto: pneus que não necessitam de ar em seu interior.

Feitos com material 100% reciclável, os pneus utilizam uma mistura de resina termoplástica para funcionar.

Esse material fica disposto em raios com curvaturas bem definidas, e, assim, os pneus tornam-se aptos a suportar a pressão elevada exercida pelo carro e por irregularidades da via.

 Além de ser ecológico, a novidade oferece mais segurança à condução, uma vez que impede qualquer tipo de furos, diminuindo o risco de acidentes (e eliminando o uso de estepes).





Fonte: Garimpo Verde

Taxista de Gaza cria 1º carro elétrico "made in Palestine"


O taxista Monzer al Qasas, de 30 anos e morador da cidade de Gaza, conseguiu criar com suas próprias mãos o primeiro automóvel elétrico com peças locais, que exibe com orgulho um cartaz de "made in Palestine"

"A razão que me levou a construir este carro elétrico é a severa falta de combustível na Faixa de Gaza. Às vezes, essa crise é reduzida, mas, em outras ocasiões, costuma ser ainda mais difícil (...), portanto, não há como depender sempre desta situação?", explicou à Agência Efe o empreendedor palestino.

O automóvel, feito com madeira e ferro, conta apenas com uma bateria elétrica e foi construído por conta própria, ou seja, sem contar com nenhum tipo de ajuda financeira ou conhecimento prévio.
Enquanto a indústria automobilística internacional tenta impulsionar este tipo de veículo, que não exige combustível, a instabilidade na faixa mediterrânea aumenta e muito essa necessidade e, por isso, acaba aguçando a criatividade de seus habitantes.
"Pensei em construir um táxi elétrico que não precisasse de gasolina e que ao mesmo tempo respeitasse o meio ambiente. Esse modelo não danifica, não faz fumaça e nem faz barulho", afirma Al Qasas, ao abordar as vantagens de sua invenção.
Entre a necessidade de contornar as duras condições de vida na paupérrima Faixa de Gaza e uma grande prova de patriotismo, o palestino reuniu e reaproveitou peças de outros veículos para confeccionar seu veículo, que teve apenas uma bateria elétrica de pequena dimensão acrescentada.
O resultado é uma espécie de carrinho de golfe com espaço para o motorista e dois passageiros. No lugar do teto, o veículo conta com uma lona semelhante às usadas nas carroças, enquanto as rodas parecem com as de uma bicicleta, embora o carro não precise de pedais. Isso porque, o motor é suficiente potente para mover o veículo, que, por sua vez, não passa dos 20 km/h.
"O carro é branco, tem o mesmo tamanho que um carrinho de golfe e é aberto em ambos os lados. Ao todo, o veículo custou US$ 800", explica o taxista.
Al Qasas também ressalta que o automóvel é inteiramente palestino, elaborado com materiais locais, o que contraria a aqueles introduzidos na Faixa de Gaza de forma clandestina e através de túneis vindo do território egípcio. Por conta deste fato, o taxista faz questão de exibir o adesivo colado na traseira do veículo, o qual exalta a frase "Made in Palestine".
Após construir seu primeiro carro, o taxista já possui outro projeto de veículo em mente. Neste, que deverá ser muito mais elaborado, Al Qasas pretende explorar a energia solar e também incluir portas e teto fixo.
Segundo o taxista, este novo veículo poderá servir de ambulância, já que o projetista palestino pretende equipar sua futura invenção com materiais de primeiros socorros e bujões de oxigênio.
No entanto, o automóvel elétrico e a futura ambulância não são as únicas invenções de Al Qasas. Anteriormente, o taxista chegou a desenvolver alguns protótipos para ajudar a incapacitados e paralíticos, como um controle remoto que pode ser operado com a cabeça e com língua.
"Tenho uma mensagem para os líderes palestinos que podemos fazer muitas coisas, incluindo a construção de um estado independente. Se as dificuldades relacionadas ao combustível persistirem por muito tempo, podemos investir em nossos carros elétricos", concluiu o taxista.

Fonte: Exame.com