sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Saneamento Ambiental: Caminho para o futuro


A cidade de São Paulo está completando 460 anos de existência. Sem dúvida alguma podemos notar diversos avanços na expansão urbana em decorrência do avanço da legislação ambiental e no estabelecimento de Políticas Públicas que buscam ordenamento no uso e ocupação do solo urbano.

Entretanto, é possível notar que, muito embora as normas e diretrizes apontem na direção da regularização urbanística, a percepção do Cidadão é que a realidade da expansão territorial da Cidade, praticamente, caminha na direção oposta, uma vez que nos vemos diante do crescimento de uma “Cidade Clandestina”, onde as ocupações irregulares aumentam em função de diversos fatores sociais e políticos.

O Saneamento Básico está intrinsicamente associado à melhoria da qualidade de vida, uma vez que promove a organização das condições sociais e ambientais urbanas.

A partir da década de 80, o conceito de Desenvolvimento Sustentável trouxe um novo horizonte ao planejamento urbano.

É importante que o Cidadão saiba que, quando falamos em Saneamento Básico estamos falando de abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos, drenagem e manejo das águas pluviais urbanas[1], ou seja, aspectos primordiais às ações de planejamento das Cidades.

Ainda nesse espectro, com o advento do Estatuto da Cidade[2] e com a elaboração do Plano Diretor Municipal[3] e mais recentemente com a publicação do Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB), o Saneamento Ambiental na cidade de São Paulo ganha destaque na elaboração de Políticas Públicas e se consolida como peça essencial para o funcionamento da “engrenagem urbana”.

São Paulo é uma cidade que se destaca no cenário nacional em função da grandeza de seus números, ou seja, tudo que se pode mensurar é superlativo, inclusive os problemas sociais e ambientais.

Embora o Saneamento Básico seja um elemento fundamental ao planejamento urbano, ainda há deficiências no setor que vão desde a regulação dos serviços até os procedimentos operacionais. Isso reflete diretamente na qualidade do serviço a ser prestado.

É sempre mais fácil apontar as fraquezas do setor do que reconhecer os avanços. Os esforços em busca de melhores práticas e qualidade assegurada na prestação dos serviços já é uma realidade no setor e as concessionárias estão buscando a excelência operacional.

Na cidade de São Paulo, 83% do esgoto é coletado e 77% é tratado[4]. Isso é bastante expressivo se considerarmos a extensão territorial da Cidade. Porém, as distorções no uso e ocupação do solo urbano, especialmente as ocupações irregulares, representam séria ameaça aos esforços positivos para o adequado ordenamento urbano. Outra ameaça (constante) são as ligações ilegais de água e esgoto cujo reflexo é o aumento da degradação dos mananciais destinados ao abastecimento público de água potável.

Outro grande desafio é a questão da Drenagem Urbana. Todos os anos a população paulistana sofre com as enchentes e alagamentos, especialmente, na época das chuvas. As ações para diminuir os impactos negativos são complexas e demandam planejamento e tempo. Os administradores públicos precisam deixar de lado as diferenças e agir em prol da Cidade de São Paulo, uma vez que a Cidade não tem partido político, ou seja, ela é dos Cidadãos.

O manejo dos resíduos sólidos também é um desafio significativo aos gestores da cidade de São Paulo. São Paulo produz, diariamente, cerca de 18 mil Toneladas[5] de resíduos sólidos, sendo que, só 2% deste montante é encaminhado à Reciclagem. Considerando que nossos aterros operam em capacidade máxima é preciso repensar a maneira como destinamos nossos resíduos, caso contrário, será difícil encontrar áreas apropriadas para construção de novos aterros. Buscar novas alternativas técnica, econômica e ambientalmente viáveis é o maior desafio aos Gestores Públicos.

São Paulo não pode parar. Todos já ouviram ou até mesmo pronunciaram está frase. Mas, quando queremos alcançar melhoria na qualidade de vida, é preciso “Parar” para Pensar na Cidade que vivemos e Planejar as ações futuras, pois, só assim o futuro da Cidade de São Paulo será mais justo do ponto de vista Social e Ambiental.

A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES-SP) tem orgulho de fazer parte dessa história e contribuir, ativamente, na defesa do Meio Ambiente e com o desenvolvimento de políticas públicas para melhorar o Saneamento Ambiental da Cidade de São Paulo.

Parabéns, São Paulo pelos seus 460 anos!!! Que o futuro seja construído com muito Planejamento.

Conheça a ABES-SP: http://www.abes-sp.org.br/



[1] Art. 3º da Lei Federal nº 11.445/07 (Lei de Saneamento Básico)
[2] Lei Federal nº 10.257/01 (Estatuto das Cidades)
[3] Lei Municipal nº 13.430/02 (Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo)

Parabéns São Paulo pelos seus 460 anos


Software ajuda empresa a economizar 22% de sua energia

gas-ecod.jpg

Acostumada a monitorar seus indicadores operacionais, a Copagaz, uma das maiores distribuidoras de gás liquefeito do país, decidiu estabelecer uma gestão mais detalhada com relação aos seus investimentos ambientais, consumo de energia e água. Com base em análise dos indicadores GRI (Global Reporting Initiative), a empresa implantou uma ferramenta customizada por uma consultoria de business intelligence, a fim de coletar e analisar as informações para os relatórios de sustentabilidade.

Dessa forma, o trabalho que antes era realizado por meio de planilhas de Excel e enviado de cada filial pela intranet, agora está totalmente reformulado. Hoje o sistema de gestão, que pode ser acessado de qualquer local, permite à Copagaz mensurar e monitorar em tempo real todos os seus indicadores de sustentabilidade.

São observados indicadores de diferentes áreas, tais como: Recursos Humanos, Engenharia, Saúde e Segurança. O novo software trouxe uma flexibilidade que antes não tinha e também permitiu que fossem estabelecidas metas e estratégias em longo prazo a partir da identificação dos impactos gerados pela empresa.

O resultado foi percebido nos acidentes com afastamento, por exemplo. O número de dias perdidos caiu pela metade, de 2005 casos para 1046 entre 2010 e 2012; e as doenças ocupacionais caíram de 5 casos para 0 (zero) entre 2010 e 2012. A facilidade de poder concentrar e gerenciar as informações da empresa em uma mesma ferramenta também foi um grande ganho; mas o maior benefício foi conseguir entender os padrões de consumo e monitorá-los de forma mais assertiva.

Redução de custos

Gerenciar e controlar os gastos das 13 filiais e 14 depósitos avançados também ajudou a garantir redução de custos, pois, em um mês que o gasto de energia, por exemplo, tenha sido maior que a média, todos envolvidos atuam com o objetivo de reduzir e sanar esse problema. O controle é maior. Com essa atitude o consumo de energia primaria diminuiu de 646 gigajoules (GJ) em 2010 para 506 gigajoules (GJ) em 2012. Uma economia de 22%.

“O novo software implantado trouxe maior agilidade e fortaleceu a gestão da empresa sobre esses indicadores estratégicos”, destacou o engenheiro ambiental Claudio Teodoro ao portal da Fiesp.


Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Área equivalente a do Brasil pode estar degradada até 2050, alerta Pnuma

desertificacao-ecod.jpg
O mundo pode ter 849 milhões de hectares (uma área equivalente ao território do Brasil) degradados até 2050 caso os padrões insustentáveis de uso da terra sejam mantidos. A conclusão consta no relatório Assessing Global Land Use: Balancing Consumption with Sustainable Supply, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), lançado na sexta-feira, 24 de janeiro, durante o Fórum de Davos, na Suíça.

A necessidade de produzir alimentos para uma população global em crescimento levou a agricultura a ocupar 30% das terras do mundo, resultando em uma degradação e perda de biodiversidade em 23% dos solos globais. Entre 1961 e 2007, as terras cultiváveis foram expandidas em 11%, índice que continua a crescer.

O relatório foi produzido pelo International Resource Panel (IRP), com a participação de 27 cientistas, 33 representantes de governos e outros grupos. “As conclusões do IRP mostram um declínio acentuado nos ecossistemas terrestres nas últimas décadas. Florestas e outros biomas foram convertidos em terras para cultivo a um custo que não é sustentável. Como a terra é um recurso limitado, precisamos nos tornar mais eficientes na forma de produzir e consumir", observou o diretor executivo do Pnuma, Achim Steiner.

"As recomendações do relatório devem alertar líderes e contribuir para as discussões sobre o uso sustentável de recursos, incluindo novas metas para o desenvolvimento sustentável pós-2015”, defendeu Steiner.

Consumo e sustentabilidade

O estudo reforça a necessidade de equilibrar o consumo com a produção sustentável. O crescimento da renda e da urbanização está alterando a maneira das pessoas consumirem alimentos, e há poucas políticas públicas voltadas para hábitos responsáveis de consumo.

Ao mesmo tempo, a população em expansão e em migração para cidades leva a uma projeção de que, em 2050, 5% das terras do mundo – cerca de 15 bilhões de hectares – serão ocupados por cidades. No atual ritmo, as terras cultiváveis deverão ocupar de 120 a 500 milhões de hectares na mesma projeção.

Recomendações

O Pnuma afirma que até 319 milhões de hectares podem ser preservados até 2050, se algumas medidas foram seguidas. Elas incluem:

· Investimento na recuperação de solos degradados;

· Melhoria nas técnicas de manejo e planejamento do uso da terra para minimizar a expansão;

· Intensificar as práticas de proteção ambiental na agricultura, de uma maneira ecológica e socialmente aceitável;

· Monitorar o uso global da terra e o consumo de produtos da agricultura para permitir comparações e gerar subsídios para políticas setoriais;

· Reduzir a perda e o desperdício de alimentos;

· Reduzir subsídios para plantações para produção de combustíveis.

Outras conclusões do relatório

· Mais da metade de todos os fertilizantes sintéticos de nitrogênio produzidos na história foram usados nos últimos 25 anos;

· Em 2005, as dez maiores corporações de agricultura e sementes controlavam metade das vendas de sementes, as cinco maiores companhias de comércio de grãos ocupavam 75% do mercado, e os dez maiores produtores de pesticidas forneciam 84% dos produtos do setor;

· O comércio internacional de bens da agricultura cresceu dez vezes desde os anos 1960;

· Neste período, foi criado um mercado global do agronegócio, caracterizado pela alta concentração, um rápido crescimento da parcela de cadeias de supermercado, e um mercado crescente de fertilizantes e pesticidas;


· O preço global dos alimentos mantém-se abaixo do pico durante a crise de 2008, mas mais caro que antes da crise na maior parte dos países em desenvolvimento.

Fonte: Ecodesenvolvimento.com

Designer espanhol cria luminária com borra de café

A borra de café que seria descartada ganha um tratamento especial.
O designer espanhol Raúl Laurí apostou em um produto curioso. Trata-se de uma lâmpada em formato de caneca, feita a partir de pó de café usado. A criação da peça inusitada foi desenvolvida em dois anos.

Laurí utiliza borra de café que seria descartada, mas antes de usá-la, ela passa por um tratamento especial. Apesar de não explicar detalhadamente o processo, sabe-se que é por meio de calor e pressão que o objeto de materiais naturais adquire a forma de uma caneca. A lâmpada foi apelidada de Decafé.


O design da luminária é interessante e simples: basta colocá-la em sua base para que ela se acenda. No processo de criação, a cor e o aroma do café foram mantidos no produto. 


Segundo o artista, a Decafé é uma reflexão sobre o ciclo de materiais naturais que passam pelas nossas mãos diariamente. Ele propõe uma segunda vida aos restos de café e aproveita o aspecto emocional do produto, importante no dia-a-dia das pessoas e na cultura de muitos povos.

O projeto do espanhol foi premiado na Semana de Design de Milão 2012 em reconhecimento para o projeto de pesquisa, desenvolvimento e experimentação com materiais sustentáveis. A coleção apresentada no evento inclui mesa, lâmpadas de assoalho, assim como utensílios de mesa decorativos. Com informações do Ideias Verdes.


Fonte: Ciclo Vivo 

Carro híbrido da Ford lidera ranking de economia, segundo Inmetro


O Ford Fusion Hybrid mantém o título de carro mais econômico do País no ranking do INMETRO para carros ano 2014. O New Fiesta e o Focus também se destacaram na medição que classifica 496 modelos de 36 marcas dentro do Programa de Etiquetagem Veicular, com base no consumo de combustível.

Com um consumo de 16,8 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada, o Fusion Hybrid é o campeão em economia de combustível do Brasil, combinando os motores 2.0 16V a gasolina e elétrico. Mesmo sendo um sedã de luxo – classificado pelo INMETRO na nova categoria extra grande – com todos os equipamentos de segurança, conveniência e conforto, ele consegue ser mais econômico que carros compactos 1.0 muito mais leves e sem ar-condicionado.

O New Fiesta e o Novo Focus também estão entre os modelos distinguidos com o Selo CONPET de Eficiência Energética. A classificação é feita com base em testes de laboratório que simulam a rodagem em cidade e estrada com cada combustível.

“Os avanços para a eficiência energética dos veículos hoje incluem refinamentos no motor e na transmissão, bem como uma série de outros sistemas. Estão presentes também em itens como redução do peso e design aerodinâmico da carroceria, resistência à rolagem dos pneus e consumo de energia dos acessórios elétricos e eletrônicos”, diz Celso Ribeiro, gerente de Engenharia de Energia Veicular da Ford. “O padrão de economia que os carros da Ford oferecem hoje é resultado da combinação de todos esses aspectos.”

No segmento de compactos, o New Fiesta 1.6 Flex conta com o Selo CONPET de Eficiência Energética nas versões Hatch e Sedan, tanto com transmissão manual como no modelo automático PowerShift de seis velocidades. Nos médios, o Novo Focus Hatch 1.6 com câmbio manual também exibe o selo.

No total, a Ford tem 18 modelos com padrão A de consumo do INMETRO, incluindo o Novo EcoSport nas versões 1.6 com transmissão manual, 2.0 Automático PowerShift e 2.0 4WD, com tração integral. “Atingir esse padrão de economia em um utilitário esportivo, com motores dessa cilindrada e tração 4x4 é uma conquista importante para os consumidores que demandam essa característica esportiva do veículo e valorizam a eficiência”, completa Ribeiro.

Fonte: Ciclo Vivo 

Ação da Comlurb mostra montanha de lixo deixado em Copacabana durante o feriado


Os moradores de Copacabana acordaram na manhã da última terça-feira (21) com uma surpresa na areia da praia: uma montanha de lixo com um laço de fita vermelho. A ação da Comlurb, em parceria com o movimento “Rio Eu Amo Eu Cuido”, teve como objetivo mostrar para a população como ficou a Praia de Copacabana sem limpeza, em apenas um dia de praia lotada. No total, foram amontoadas 40 toneladas de resíduos, largados na areia pelos banhistas no feriado de São Sebastião (20). 

“Essa é uma iniciativa para chamar a atenção do carioca para o lixo descartado de forma incorreta e para alertar sobre o que aconteceria se os garis não limpassem, com a mesma intensidade, com que rotineiramente trabalham. Quarenta toneladas é uma quantidade muito grande, que enfeia a praia e cria uma situação insalubre. Por isso, estamos aqui para trazer essa discussão e conscientizar tanto o carioca quanto o visitante de que devem manter a praia e a cidade limpas”, explicou o presidente da Comlurb, Vinicius Roriz.

A Operação Praia Limpa, atuou com 90 trabalhadores durante toda a madrugada da terça-feira para recolher o lixo deixado pela população. Os resíduos que estavam depositados em lixeiras e nos 560 contêineres – que ficam dispostos de 25 em 25 metros na orla do Leme ao Posto 6 - foram devidamente recolhidos pelos caminhões da Comlurb, enquanto os descartados de forma irregular na areia foram acumulados próximo ao Posto 4, na altura da Rua Constante Ramos. Para facilitar o trabalho, foram utilizados quatro tratores, uma pá mecânica, além de caminhões para o transporte dos detritos.


Moradora de Copacabana, a advogada e empresária Márcia Cristina da Cunha ficou espantada com a montanha de lixo no “quintal de casa”, a qual ela se deparou quando saia para andar de bicicleta. “Quando eu vi essa montoeira de lixo aqui fiquei triste e ao mesmo tempo assustada. A Prefeitura faz a sua parte, mas o povo tem que parar com essa mentalidade de querer deixar a responsabilidade apenas para os governantes”.

Para Ana Lycia Gayoso, coordenadora do movimento Rio Eu Amo Eu Cuido, a iniciativa foi a forma encontrada de “chocar para sensibilizar” e tentar mudar as atitudes dos cariocas e visitantes. “Fizemos essa montanha de lixo com o laço de presente e as faixas para mostrar que o carioca deixa na praia presentes horríveis para a cidade. Só se chocando que a pessoa vê o quanto ela está se alienando no seu papel de cidadão”, afirmou Ana.

Fonte: Ciclo Vivo

ABES-SP sorteia duas bolsas de estudos para associados no curso de pós-graduação na Universidade Mackenzie


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Mudança de temperatura provoca aparecimento de manchas e águas-vivas no RJ



Mudanças bruscas de temperatura na costa da cidade têm provocado uma série de fenômenos nas praias que chamam atenção de banhistas. Depois da espuma que se alastrou por várias praias, nas primeiras semanas do ano, agora é a vez das águas-vivas, que apareceram mortas aos milhares na faixa de areia entre Ipanema e Leblon.

De acordo com Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão responsável por verificar as condições do mar, asvariações de temperatura e as mudanças nas correntes provocam alterações na flora e fauna marítimas. No caso das águas-vivas, o aumento da temperatura da água, que estava gelada na última semana, é uma das hipóteses.

O biólogo Mario Moscatelli, especialista em ecossistemas marítimos, explica que as águas-vivas são animais acostumados com baixas temperaturas e que não sobrevivem no calor. "Provavelmente entrou alguma corrente de água mais quente que gerou essa mortandade. Essa é uma das hipóteses", avaliou, em entrevista à Agência Brasil.

O contato de águas-vivas com a pele pode provocar queimaduras. O Corpo de Bombeiros não fez atendimento desse tipo ao longo dia, mas a recomendação, para quem teve contato com o animal vivo (espécie de gelatina transparente), é lavar bem o local com água e ir ao médico.

O Inea também explica que a espuma esverdeada que apareceu neste domingo, 19/01, na Praia da Barra da Tijuca, na zona oeste, e uma mancha "acastanhada" nas praias da zona sul também podem estar ligadas ao aumento da temperatura no mar, que favorece a proliferação e a decomposição de algas e microalgas, fenômeno agravado pela agitação do mar, com ondas de até dois metros.

A gerência de Qualidade das Águas do Inea atribui o aumento da floração das algas ao despejo irregular de esgoto, às chuvas dos últimos dias - que levam matéria orgânicapara o mar - e à maré vazante, que favorece a chegada de uma maior quantidade de águas de rios, canais e baías.

E o país que melhor enfrenta as mudanças climáticas é a... China?

eolico-ecod.jpg

Embora seja a maior emissora mundial de gases de efeito estufa (que aceleram as mudanças climáticas), a China é também o país que está “fazendo o correto” no enfrentamento ao aquecimento global. A afirmação foi feita na segunda semana de janeiro pela secretária-executiva da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), Christiana Figueres, em entrevista a Bloomberg News.

O gigante asiático enfrenta, atualmente, uma crescente pressão pública dos cidadãos para reduzir a poluição do ar, devida em grande parte à queima de carvão. Seus esforços para promover a eficiência energética e a energia renovável se baseiam na constatação de que fazê-lo valerá a pena em longo prazo, afirmou Figueres.

A China tem alguns dos mais rigorosos padrões de eficiência energética para edifícios e meios de transporte, e seu apoio à tecnologia fotovoltaica ajudou a reduzir os custos dos painéis solares em 80% desde 2008, observou Figueres.

“Eles realmente querem respirar um ar que não tenham que estar controlando. Não estão fazendo isso porque querem salvar o planeta. Eles estão fazendo isso porque é de interesse nacional”, ressaltou a secretária-executiva da UNFCCC.

Sistemas políticos

A China também é capaz de implementar tais ações porque seu sistema político evita alguns dos obstáculos no poder legislativo vistos em países como os Estados Unidos, reforçou Figueres.

Políticas-chave, reformas e nomeações são decididas em uma sessão plenária ou em uma reunião do Comitê Central do Partido Comunista, formado por mais de 200 membros. O Congresso Nacional do Povo, a legislatura unicameral da China, em grande parte chancela as decisões tomadas pelo partido e outros órgãos executivos.

A divisão política no Congresso dos EUA desacelerou os esforços para aprovar a legislação sobre o clima e é “muito prejudicial” à luta contra o aquecimento global, lembrou a executiva da ONU.

Novo acordo

Christiana Figueres é responsável por liderar mais de 190 estados-membros em uma iniciativa liderada pela ONU para projetar um tratado internacional de luta contra o aquecimento global. A meta é assinar, em 2015, um acordo vinculante (de cumprimento obrigatório) que passará a valer em 2020, substituindo o Protocolo de Kyoto, adotado em 1997.

Figueres espera que uma versão preliminar do tratado de 2015 seja discutida em reuniões em Lima, no Peru, em dezembro de 2014. A elaboração de um acordo será facilitada por outros países, como a China, que perceberam que reduzir as mudanças do clima redundará em benefícios em longo prazo que compensam os custos de curto prazo, justificou ela.


Protocolo de Nagoya: Meta é conseguir 29 ratificações de países até junho

dias-ecod.jpg

Adotado no Japão em outubro de 2010, o Protocolo de Nagoya objetiva a repartição justa e equitativa de benefícios resultantes da utilização de recursos genéticos, contribuindo para a conservação e uso sustentável da biodiversidade, além de inibir a chamada biopirataria. O secretário executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) da Organização das Nações Unidas (ONU), o brasileiro Bráulio Dias, espera, até junho, obter as 50 ratificações necessárias à adoção prática do acordo.

Até agora, 21 países já ratificaram o texto do Protocolo e o secretário executivo da CDB espera obter 27 das 29 ratificações restantes entre os países europeus, incluindo os integrantes da Comunidade Europeia. “Os países africanos e os asiáticos aderiram em massa”, afirmou Dias.

Uma vez ratificado, o Protocolo de Nagoya sobre Acesso a Recursos Genéticos e Repartição Justa e Equitativa dos Benefícios Advindos de sua Utilização (ABS) passará a vigorar 90 dias após o quinquagésimo país apresentar o instrumento de ratificação.

Plano de ação

Em palestra promovida pela Secretaria de Biodiversidade e Florestas (SBF) na primeira semana de janeiro, Bráulio Dias falou a servidores do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e de entidades vinculadas sobre os temas que serão destaques nas rodadas de debates e negociações promovidas pela CDB ao longo deste ano.

Dias acredita que, nos primeiros meses deste ano, autoridades dos 193 países que integram a CDB vão enviar à entidade seus relatórios nacionais, que servirão de base para a elaboração de um texto coletivo mostrando o panorama global sobre a biodiversidade em todo o planeta. “Vamos encaminhar aos países membros uma notificação solicitando que nos enviem ideias para compor este plano coletivo, como o acesso a pesquisas envolvendo a biodiversidade, por exemplo, além de identificar parcerias”, explicou.

Durante a palestra, ele ressaltou que o Brasil dispõe de muitas experiências a serem compartilhadas. Citou como exemplo o Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa e o Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAM).


Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Produtos poderão ganhar selo verde para atestar preservação da Amazônia



Câmara dos Deputados analisa proposta que cria oSelo Verde Preservação da Amazônia para produtos oriundos da Zona Franca de Manaus e de zonas de processamento de exportação e áreas de livre comércio localizadas na Amazônia Legal. O texto em tramitação é o Projeto de Lei 5760/13, de autoria do Senado.

Pela proposta, deverão ser considerados os seguintes critérios para concessão do selo:

- Geração de empregos na Amazônia Legal que diminuam aexploração predatória da floresta e o desmatamento;
-  Conformidade do produto com as normas e padrões exigidos pela legislação ambiental;
-  Reduzido impacto ambiental do produto durante o seuciclo de vida;
- Utilização de meio de transporte pouco impactante e que ofereça menores riscos ao meio ambiente e à saúde humana;
boa durabilidade do produto;
-  Possibilidade de reúso ou reciclagem do produto e de sua embalagem; e
- Destinação adequada dos resíduos gerados, com a previsão de recolhimento pós-consumo, se for o caso.

Já os órgãos ou entidades responsáveis pela concessão do selo estarão autorizados a cobrar taxa de serviço para essa concessão. Também poderão firmar convênio ou contrato com órgãos técnicos para estabelecer pontos como definição das classes de produtos passíveis de obtenção do selo, da metodologia de avaliação e dos prazos de concessão.

O projeto considera como integrantes da Amazônia Legal: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Rondônia, Roraima, Tocantins, Pará e parte do Maranhão a oeste do Meridiano 44°. O texto foi apresentado originalmente pela senadora e ex-deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

TRAMITAÇÃO
Em caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Salão de Detroit: Elétrico da Smart faz 122 km sem precisar carregar bateria


Primeiro grande evento automotivo do ano, o Salão de Detroit, nos Estados Unidos, teve início em 13 de janeiro e segue até o dia 26 com alguns dos lançamentos das principais montadoras.

jeremy-ecod.jpg

Uma das novidades que chamam a atenção do público presente ao Cobo Center nesta 107ª edição do evento é o Jeremy Scott, um exótico fortwo da Smart movido a eletricidade e que pode rodar até 122 quilômetros sem necessidade de recarregar a bateria. Seu design inusitado, customizado por um estilista de moda, inclui duas asas vermelhas coladas a traseira do veículo.

"É uma verdadeira bola de fogo da criatividade e será, fatalmente, objeto de desejo, uma espécie de fetiche para muitas pessoas", definiu o designer de veículos Gorden Wagener.

Os preços do Jeremy Scott, que não tem previsão de vendas no Brasil, variam entre US$ 43 mil e US$ 53 mil.


Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Estudo: poluição de produtos feitos na China "retorna" aos EUA

Poluição do ar cobre a cidade de Pequim Foto: AFP

Um estudo indica que a poluição do ar na China que é levada pelo vento através do Pacífico até os Estados Unidos é geralmente causada pela produção de bens que serão exportados para os americanos e europeus. A pesquisa foi divulgada nesta segunda-feira na publicação especializada Proceedings of the National Academy of Sciences.

"Nós estamos terceirizando muito da nossa manufatura e da nossa poluição, mas boa parte está voltando através do Pacífico para nos assombrar", diz Steve Davis, da Universidade da Califórnia em Irvine (EUA), coautor do estudo. "Há muitas reclamações sobre como a poluição na China está afetando outros países, esse artigo mostra que talvez boa parte da culpa deva ser compartilhada."

A poluição que sai da China faz com que Los Angeles, por exemplo, tenho um dia a mais por ano em que o 'smog' (neblina tóxica) exceda o limite federal. Em outros dias, cerca de um quarto da poluição por sulfatos na costa oeste americana é causada por fábricas chinesas que preparam produtos para exportar para os Estados Unidos e Europa.

Os ventos que sopram da China para os Estados Unidos podem levar poluentes em poucos dias até o continente americano. Poeira, ozônio e carbono se acumulam em vales e bacias de Estados do Oeste.

"Quando você compra algo no Walmart, ele foi feito em outro lugar. O produto não contém a poluição, mas produzi-lo causa poluição", diz Davis.


Fonte: Ciclo Vivo 

Começa semana da sustentabilidade em Abu Dabi

A partir desta segunda-feira, Abu Dabi sedia a VI Cúpula Mundial da Energia do Futuro, que conta com a participação de 172 países com o objetivo de analisar o papel da energia no desenvolvimento sustentável.

Sob o lema "Promover a inovação e o investimento na energia do futuro" e com a África como tema de abertura, o evento reunirá por três dias autoridades, especialistas e empresários.

Na abertura, os presidentes do Senegal, de Serra Leoa e Etiópia destacaram o potencial da África, um continente de 800 milhões de habitantes, para promover as novas energias, incluindo a solar, eólica e hidrelétrica, em seus planos de desenvolvimento.

Em paralelo, também acontece em Abu Dabi a Cúpula Internacional da água. Cerca de 50 países participam desse evento para discutir a dessalinização nas regiões áridas, as melhores estratégias para a reciclagem de água e a melhora da produção de água.

Aqui, o objetivo é estimular a inovação e a cooperação para encontrar melhores soluções que amenizem a escassez de água no planeta.

"Juntas, a Cúpula Mundial de Energia do Futuro e a Cúpula Internacional da Água (...) oferecem a oportunidade (...) de abordar os três principais desafios para o futuro do desenvolvimento sustentável: a demanda energética, a escassez de água e a eliminação de dejetos", afirmam os organizadores, em um comunicado.




Fonte: Ciclo Vivo 

Livro apresenta principais avanços científicos em bioenergia

A publicação abrange estudos para melhoramento de culturas e métodos de processamento da biomassa.

Superar a dependência global de petróleo é um desafio que requer um novo paradigma de pesquisa em bioenergia para o século 21. Com o objetivo de contribuir para essa empreitada, e oferecer um panorama sobre os avanços científicos recentes alcançados no continente americano, foi lançado pela editora Springer o livro Plants and Bioenergy.

A obra é fruto de um evento homônimo realizado na cidade de São Pedro, interior de São Paulo, em 2010, sob a coordenação de Marcos Silveira Buckeridge, professor da USP. O pesquisador dividiu a edição do livro e a organização do evento com Maureen McCann e Nicholas Carpita – ambos da Purdue University, nos Estados Unidos.

“Realizamos no México, em 2008, o primeiro Congresso Pan-americano sobre Plantas e Bioenergia, com o objetivo de fomentar a colaboração científica na área. A partir de então, o evento se tornou bienal. A segunda edição foi no Brasil; a terceira, nos Estados Unidos; e em julho de 2014 haverá outra no Canadá”, disse Buckeridge.

O congresso de 2008 deu origem ao livro Routes to Cellulosic Ethanol, focado apenas em pesquisas relacionadas à produção do etanol de segunda geração e lançado pela Springer em 2010.

A proposta deste segundo livro da série, porém, é ser um apanhado mais amplo sobre os estudos relacionados à bioenergia, abrangendo desde os aspectos políticos e econômicos até estudos genéticos para melhoramento de culturas como o sorgo e métodos de processamento da biomassa.

“Embora o foco continue a ser Brasil e Estados Unidos – os dois países americanos mais fortes em bioenergia –, tentamos dar uma perspectiva mundial sobre o tema. Para isso convidamos também pesquisadores europeus para escrever alguns capítulos, entre eles Jeremy Woods, do Imperial College London, no Reino Unido”, contou Buckeridge.

A primeira parte da obra, intitulada “Economia da Bioenergia”, discute temas como uso sustentável da terra e a potencial competição entre produção de alimentos e de bioenergia. Também aborda as perspectivas futuras para o etanol de primeira geração e as incertezas políticas relacionadas à segunda geração. Trata ainda do cultivo de algas tanto para a obtenção de combustíveis como de outros bioprodutos.

O livro de 289 páginas está disponível para compra, veja aqui

Clique aqui para ler a matéria na íntegra. 

Barra da tijuca terá empreendimento misto certificado pelo AQUA

 Previsto para ser entregue em 2016, o conjunto terá 429 unidades.

A certificação AQUA (sigla para Alta Qualidade Ambiental) certifica, na fase programa, o projeto do Neolink Office, Mall & Stay, um empreendimento programado para ser de uso misto a ser erguido no bairro da Barra da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro. O selo reconhece a adoção de práticas sustentáveis em três etapas da construção civil: programa, concepção e realização.

Entre os destaques no quesito de sustentabilidade, o projeto arquitetônico do Neolink Office priorizou o baixo impacto do empreendimento no local, uma vez que promove uma integração com o entorno.

Para alcançar esse objetivo, os edifícios foram projetados com uma altura máxima de três pavimentos, o que garante a continuidade da vista dos usuários das edificações vizinhas. Além disso, por ser de uso misto, o projeto visa reduzir os deslocamentos dos usuários pelo bairro, diminuindo os impactos negativos no trânsito da região.

O empreendimento será construído pela Dominus, com incorporação da Helbor, e conta com o trabalho de consultoria em sustentabilidade da Inovatech Engenharia.


A atuação da consultoria para a conquista da certificação consistiu em realizar recomendações e fornecer diretrizes para as equipes de projeto e de obra desde a demolição do edifício existente no local até a implantação de um canteiro de obras sustentável, que está previsto para começar a operar em 2014, quando iniciam as obras.

De acordo com a Dominus, o local pretende estabelecer harmonia entre habitações, comércios, serviços, negócios e sustentabilidade. Previsto para ser entregue em 2016, o conjunto terá 429 unidades, sendo 228 salas comerciais (20m² a 53m²), um mall com 119 lojas de (28m² a 325m²) e 82 unidades Stay (71m²) voltadas para locação por temporada com serviços.

Veja abaixo as soluções sustentáveis adotadas neste empreendimento:

- Instalação de sistema de aquecimento solar de água nas unidades stay;

- Sistema de aproveitamento de água de chuva para irrigação de jardim;

- Utilização de metais sanitários com arejadores e sistema de fechamento automático;

- Utilização de bacias sanitárias com válvula de descarga de duplo fluxo;

- Melhoria do coeficiente de permeabilidade com relação à situação existente;

- Área destinada a depósito final de resíduos possui espaço suficiente para triagem (reciclados/não-reciclados);

- Depósito específico para resíduos especiais (como pilhas, baterias, óleo de cozinha usado, lâmpadas, entre outros);


- Por fim, na implantação da edificação no terreno, a escolha por fachadas no lado oeste foi evitada, já que é onde há maior incidência de raios solares, o que prejudicaria o conforto térmico dos usuários, sobretudo na cidade do Rio de Janeiro, onde as temperaturas são altas.



Fonte: Ciclo Vivo 

Pinguins resgatados no litoral de SP são devolvidos ao seu habitat natural

Grupo de 36 animais reabilitados foi liberado em operação que teve apoio do INPE e da Marinha.

Na última sexta (17), os técnicos do Instituto Argonauta realizaram a soltura de 36 Pinguins-de-Magalhães na região do litoral norte de São Paulo. Estes animais, que migraram da Patagônia e das Ilhas Malvinas durante o inverno, vieram parar na costa brasileira, onde foram resgatados e encaminhados para receberem tratamento de reabilitação. Recuperados, os pinguins voltaram às suas regiões de origem.

A operação  foi realizada por técnicos do Instituto Argonauta com o apoio do Aquário de Ubatuba, do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e da Marinha do Brasil. Nesta temporada, pela primeira vez no país, além dos anéis de identificação, um animal foi solto com um rastreador, sistema GPS e monitorado por satélite, que transmitirá, em tempo real, as condições de temperatura e localização do animal.

As medições, neste primeiro momento, serão feitas três vezes por semana, visando testar a metodologia, que em um futuro estudo poderá fornecer dados para os pesquisadores entenderem o que ocorre com os animais após a soltura.

Há alguns anos, o número de pinguins encontrados no litoral brasileiro aumentou consideravelmente e, embora haja um processo de seleção natural, não se sabe ainda o quanto a ação humana (poluição do mar, pesca predatória, entre outros) tem interferido na sobrevivência desses animais durante a migração anual.

No ano passado, 62 pinguins foram liberados, e apesar dos esforços, ainda não é claro para os pesquisadores o que acontece com eles após serem devolvidos ao mar.

Segundo o oceanógrafo Hugo Gallo, coordenador da operação, os animais foram soltos nas melhores condições possíveis. “A escolha da data e do ponto de soltura destes animais foi planejada de acordo com as condições dos ventos e das correntes marítimas, que aumentam as chances de retorno às colônias de reprodução. O ponto de soltura foi a 150 km da costa”, informa Gallo. Os pinguins que forem considerados inaptos a serem soltos pelos veterinários, serão encaminhados a zoológicos e aquários pelos órgãos governamentais de gestão de fauna.

Fonte: Ciclo Vivo 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Gasolina brasileira está com 94% menos poluente em 2014


Por Ministério do Meio Ambiente

O trânsito em todo o território nacional passou a causar efeitos menos nocivos à atmosfera. Para atender a determinação do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), os postos de combustíveis do país começaram a vender uma gasolina menos poluente este ano. A mudança decorre da regulamentação que obriga motocicletas e veículos leves nacionais e importados, introduzidos no Brasil a partir de 2014, a saírem de fábrica com motores diferenciados com menor nível de emissão de poluentes.

Quem abastecer o carro em qualquer lugar encontrará o combustível mais limpo que obedece aos limites máximos de emissões definidos pelo Conama. A gasolina comercializada agora é do tipo S50 e contém 94% a menos de enxofre do que o produto encontrado nos postos até 2013. Além disso, desde 2013, já estava sendo distribuído o diesel S10, que também apresenta baixo potencial de emissões de poluentes.

As mudanças fazem parte das medidas encabeçadas pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) de controle da poluição e entraram no mercado com sucesso. A diretora de Qualidade Ambiental do MMA, Letícia Carvalho, analisa a implantação da medida entre os distribuidores do combustível. “É uma ação que está revolucionando o ambiente urbano”, explica. “Há um êxito fantástico e todo o país está atendendo à determinação do conselho.”

Motores

Os próprios carros causarão menos impactos ao meio ambiente. Agora, tantos os veículos produzidos no país quanto os importados, inclusive as motos, obedecerão às normas impostas pelo Conama. Antes de chegar às concessionárias, os modelos novos que entrarem no mercado brasileiro a partir deste ano deverão ter os motores homologados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Isso vale para os chamados veículos leves da fase L6 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) e para as motos da fase M4 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares (Promot). As duas fases se complementarão em janeiro de 2015, quando os limites máximos de emissão serão os mesmos para todos os modelos.


Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Tomada "inteligente" reduz até 50% o consumo de eletricidade dos aparelhos


Alguns dos aparelhos eletrônicos que costumamos utilizar em casa costumam ficar em standby boa parte do dia, o que ao contrário do que muitos imaginam, gasta sim eletricidade. Ao pensar nisso, uma empresa da Alemanha desenvolveu uma tomada inteligente que corta o fornecimento de energia durante esses momentos.

A tomada Parce guarda informações sobre o uso do aparelho e cria um perfil de sua utilização. Ela não interfere nos horários em que a pessoa mais utiliza. Durante a madrugada ou a jornada de trabalho, o dispositivo corta a eletricidade.

Todas as estatísticas e padrões de consumo são colocadas na internet e o usuário pode acessá-los, de onde estiver, via smartphone. Se quiser ligar ou desligar um aparelho quando estiver fora de casa, é só fazê-lo através do celular. Os padrões de consumo também geram um histórico que pode ser monitorado.

A empresa alemã pede financiamento no Indiegogo para iniciar a produção em série das primeiras tomadas Parce. O valor pleiteado é de US$ 100 mil e o prazo para conseguir atingi-lo é o dia 14 de março.

Fonte: Ecodesenvolvimento.com

Reunião Programa Jovens Profissionais do Saneamento - SP


Organização Mundial de Meteorologia quer atrair atenção dos jovens


A Organização Mundial de Meteorologia (OMM) criou um website especial para atrair a atenção dos jovens sobre assuntos relacionados ao tempo e ao clima. A chamada "Esquina do Jovem" foi reformulada para celebrar o tema de 2014 do Dia Mundial da Meteorologia, em 23 de março: Tempo e Clima: Engajando a Juventude.

O site tem como objetivo explicar, por meio de uma linguagem simples, as questões-chave relacionadas não só ao tempo e ao clima, mas também à água. A "Esquina do Jovem" responde dúvidas como o que causa as mudanças climáticas, o que faz da água um bem tão valioso e como prever o tempo?

Os usuários podem acessar o site através de computadores, tablets e telefones celulares já seguindo a tendência atual do uso de aparelhos móveis.

Novas oportunidades

A OMM planeja realizar atividades especiais durante todo o ano para comemorar a data, principalmente pelos canais de mídia social. A meta é engajar os jovens no debate sobre o clima.

O secretário-geral da organização, Michel Jarraud, destacou que os impactos das mudanças climáticas estão sendo sentidos pela juventude e continuarão sendo, principalmente, nos países em desenvolvimento.

Ao mesmo tempo, Jarraud também afirmou que as mudanças climáticas vão gerar novas oportunidades, como a criação dos chamados empregos verdes nos setores de energia, produtos recicláveis e transportes.


Fonte: Ecodesenvolvimento.com