sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Haddad suspende inspeção ambiental veicular em SP

Marcos Santos/USP imagens
O prefeito Fernando Haddad (PT) anunciou nesta sexta-feira, 11, que o contrato com a empresa responsável pela inspeção ambiental veicular - a Controlar - terminou. A partir de segunda-feira, 14, ninguém mais vai precisar fazer a inspeção veicular até que seja concluída uma licitação para contratação de empresas para fazer o serviço. O serviço ficará suspenso por no máximo seis meses, segundo a Prefeitura.

A administração estima que 300 mil veículos que fariam a inspeção ainda este ano não passarão pela fiscalização. Os proprietários desses veículos deverão fazer a inspeção no ano que vem. Além deles, em 2014, pelas novas regras, passarão pela inspeção todos os veículos fabricados e licenciados em 2011, 2009, 2007, 2005 e anos anteriores.

Quem já pagou a inspeção, mas ainda não passou pela fiscalização, poderá pedir o reembolso pelo site da Prefeitura.

Ainda não foi definido se a Controlar poderá participar da nova licitação, que, desta vez, deve ser dividida em quatro lotes.


Fonte: Exame.com 

Bill Gates quer transformar resíduos de usina nuclear em energia

Tecnologia idealizada por Gates pode combater produção de armas
 e desastres nucleares.|Foto :Suzie Katz/Flickr

Um dos nomes mais influentes do mundo em tecnologias e responsabilidade social, Bill Gates anunciou recentemente que pretende usar os resíduos das usinas nucleares para gerar eletricidade para todo o território norte-americano durante os próximos 800 anos.

O ambicioso projeto vai demandar investimentos da ordem de cinco bilhões de dólares e tem por objetivo aumentar a matriz de energias limpas nos EUA, além de combater a produção de armas nucleares no mundo todo.

Os trabalhos para desenvolver o projeto são coordenados por Gates e seu companheiro Nathan Myhrvold, por meio da startup TerraPower, localizada em Bellevue, nos EUA. No entanto, provavelmente, a primeira unidade experimental será construída na China. Ao aproveitar os resíduos das centrais nucleares, a iniciativa pode ajudar a reduzir danos ambientais e ainda inibir a produção de armas nucleares ao redor do mundo, já que o urânio enriquecido se origina do excedente da geração de energia nuclear.

O reator que aproveita os resíduos para a produção de energia também vai diminuir os riscos ambientais nas usinas: como, atualmente, o armazenamento do lixo nuclear não é 100% eficiente, os vazamentos podem causar sérios estragos na natureza e para a vida das pessoas. Além disso, os trabalhos com o reator de resíduos têm tudo para diminuir as mudanças climáticas e a pobreza no mundo.

Os esforços para o desenvolvimento da nova tecnologia seguem a todo vapor, mas a implantação definitiva deverá ocorrer a longo prazo: os mais otimistas estimam que o reator inicie suas atividades somente em 2030.


Fonte: Ciclo Vivo 

Nasa e UE aplicarão sistema de informação ambiental na Amazônia

O governo do Brasil, a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) e a União Europeia utilizarão na floresta amazônica um sistema de informação ambiental desenvolvido na Universidade de Granada, da Espanha, informou nesta sexta-feira (11) a instituição acadêmica.

Os pesquisadores espanhóis participam do projeto Large Scale Biosphere Atmosphere Experiment in Amazônia (LBA), experimento em grande escala sobre a atmosfera e a biosfera da Amazônia no qual participam mais de 800 cientistas de diferentes países. A iniciativa é um dos maiores projetos ambientais já realizados em nível mundial e é coordenado pelo Inpa (Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia).

A iniciativa pretende conhecer com detalhe o papel da floresta amazônica no sistema climático global, já que constitui a maior superfície florestal tropical de todo o planeta e contém, além disso, um terço da diversidade biológica de toda a Terra.

O papel dos pesquisadores da Universidade de Granada será planejar uma série de aplicações informáticas para armazenar a enorme quantidade de dados gerados durante o desenvolvimento do projeto e que se seguem gerando na atualidade.

Francisco Javier Bonet García, cientista da Universidade, explicou que atualmente existem 23 torres de fluxos de carbono na Amazônia, que coletam dados desde os anos 1990.

"No total, estimamos que haverá cerca de 3 terabytes de dados prontos para serem processados e armazenados. Nós usaremos bases de dados potentes para integrar toda essa informação; desenvolveremos um sistema para realizar consultas dinâmicas à informação anterior", declarou.

Em uma segunda fase, os pesquisadores se encarregarão de integrar os dados anteriores a outros de caráter biótico: inventários florestais para caracterizar a estrutura da floresta e censos de fauna.

Os cientistas acreditam que a grande quantidade de organismos que vivem na Amazônia, fazem a fotossíntese e retiram carbono da atmosfera devem provocar um efeito em escala global.

O objetivo final do projeto LBA é determinar se essas florestas podem ser consideradas o pulmão da Terra.

A iniciativa pretende compreender o funcionamento climatológico, ecológico, biogeoquímico e hidrológico da região e avaliar o impacto das mudanças no uso do solo nessas funções e explicar as interações entre a Amazônia e o sistema biogeográfico global.


Fonte: Uol.com

Cinco lições de sustentabilidade para ensinar às crianças

É comum ver crianças curiosas e que gostam de brincar com eletricidade e água, causando um desperdício significativo desses recursos. Também é verdade que não há nada melhor do que aprender a importância do meio ambiente ainda nos primeiros anos de vida, até porque assim formam-se adultos conscientes. Listamos cinco dicas bem bacanas para transmitir aos pequenos.

Ao pensar nisso, o EcoD listou cinco lições essenciais de sustentabilidade para ensinar a uma criança, com base no site Eco Friend. Conheça:

Desligar os aparelhos que não estão em uso


Este é o meio mais comum de desperdício de energia: deixar luzes, ventiladores, ar-condicionados, TVs e computadores ligados sem uso. O impacto dessa prática não diz respeito apenas ao consumo de energia, mas também resulta no aumento do valor da conta de luz. Por isso é melhor alertar as crianças sobre o consumo de energia ainda quando elas estão pequenas, a fim de que esse cuidado se torne um hábito para toda a vida.

Os jovens, geralmente gostam de equipamentos como os vídeo-games, que normalmente são mantidos ligados pelas crianças mesmo depois de terem acabado de jogar. Talvez a melhor maneira de começar esse ensinamento seja alertando quanto aos jogos eletrônicos.

Fechar as torneiras corretamente

É natural que as crianças gostem de brincar com água e não saibam a dimensão dos problemas de desperdício. Algumas até deixam as torneiras totalmente ou parcialmente abertas depois de obter a quantidade desejada de água. Ensine-as o porquê de mantê-las completamente fechadas.

A organização não governamental WWF-Brasil revelou que é grande o desperdício de água entre os brasileiros: mais de 80% da população consultada em 26 estados da Federação reconheceram que vão ter problemas de abastecimento de água no futuro e, desses, 68% reconheceram que o desperdício de água é a principal causa desse problema. Por isso, mantenha as crianças informadas.

Retirar os dispositivos das tomadas quando não estiverem sendo utilizados


Não é estranho ver crianças e até adultos deixando o carregador do celular e de pilhas ligados na tomada mesmo sem estar em uso. Muitos deles não entendem a real importância de não realizar essa prática.

Na verdade, sempre que uma tomada está ligada, independentemente do dispositivo estar sendo usado ou não, ele consome energia. O ideal é que as crianças aprendam essa realidade desde pequenas.

Incentivar a reutilizar materiais


Um passo mais largo para se conquistar um estilo de vida mais sustentável é a reciclagem de materiais. Incentive-os a reaproveitas sacos plásticos, papéis e brinquedos - a prática também vai auxiliar na educação dos pequenos. Além de poupar o meio ambiente, o jovem vai aprender a consumir produtos com consciência.

Cultivar hábitos de leitura sobre o meio ambiente


Incentivar a criança à leitura é, comprovadamente, muito importante para o seu desenvolvimento social e intelectual. Mas que tal apresentá-los a obras sobre o meio ambiente?

Alertá-la para a realidade do mundo em que vive e ensinar-lhe a buscar aprender sobre o meio ambiente, pode ajudá-la a ser um adulto mais consciente e que preserva mais o mundo em que habita.



Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Parkcycle possibilita que qualquer pessoa monte uma área verde nos espaços públicos

Sistema foi utilizado recentemente no Azerbaijão e propõe nova forma 
de ocupação do espaço público | Foto: Rebargroup

Você já reparou como está cada vez mais difícil encontrar uma área verde nos centros urbanos? Ao contrário disso, o que vemos com bastante frequência nas cidades, diariamente, são verdadeiras "selvas de pedras". Por essa razão, uma ideia que nasceu em um estúdio de design da Califórnia, em 2007, ganha cada vez mais adeptos em todo o mundo.

O Parkcycle é um sistema que permite a qualquer pessoa montar espaços verdes em áreas urbanas públicas. Como essa estrutura é móvel, ela pode ser implantada em estacionamentos ou outros locais abertos, desprovidos de verde. Cada pedaço de vegetação ocupa a largura de uma calçada normal e pode ser adaptado à parte de trás de uma bicicleta para ser transportado.

A parte superior da plataforma é revestida com grama natural e algumas seções apresentam um arbusto ou até mesmo uma pequena árvore. Cada peça permite que duas ou três pessoas desfrutem de um espaço verde - se as partes forem adicionadas umas às outras elas formam um parque maior.

Recentemente um Parkcycle foi exibido no festival Yarat de arte pública, no Azerbaijão.


Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

SP transforma lixo de feiras em adubo

A intenção é que o projeto chegue às 900 feiras que ocorrem na capital
 paulista toda semana. | Foto :Luiz Fernando/Sonia Maria/Flickr

Por onde passam, as feiras livres sempre deixam um odor característico, assim como os restos de alimentos. Para dar um fim adequado a esses resíduos, a Prefeitura de São Paulo está testando um projeto que transforma as sobras de verduras e frutas em adubo.

A intenção é que o projeto chegue às 900 feiras que ocorrem na capital paulista toda semana, e faz parte dos planos do prefeito Fernando Haddad, que espera retirar cerca de 62 mil toneladas de lixo por ano dos aterros – locais em que o processo de decomposição provoca 20 vezes mais efeito estufa.

O projeto teve início numa feira de São Mateus, bairro da zona leste da cidade. "Hoje, 53% do lixo coletado na cidade é orgânico, e nós não fazemos nada para aproveitá-lo. Nas feiras, quase tudo que é descartado pode virar composto e dar vida ao solo, em vez de ir para o aterro e produzir gás metano", afirmou ao Estadão a agrônoma Lúcia Salles França Pinto, coordenadora do projeto.

Planeja-se criar quatro centrais de compostagem até 2016, sendo que cada uma deverá custar 500 mil reais por mês – mesmo valor que a Prefeitura hoje gasta para enterrar o lixo nos aterros.

Em São Mateus, o projeto já tem o apoio de feirantes, que descartam os restos dos alimentos em caixas que vão direto para compostagem. A medida também ajuda a deixar o região mais limpa e evitar o entupimento de bueiros em períodos de chuva.

No bairro, o processo de compostagem é feito em um terreno localizado ao lado da subprefeitura. O espaço, que comporta até seis das 38 feiras da região, estava abandonado. Com o projeto, outras subprefeituras já entraram em contato interessadas em realizar a compostagem.


Fonte: Ciclo Vivo 

Empresa que usa cana para fabricar plásticos é a mais sustentável do Brasil

Braskem fabrica diversos produtos com bioplástico e inclui
 funcionários em suas estratégias. | Foto :Divulgação
Usar cana-de-açúcar para fabricar plásticos, levar a sério a importância de cada um de seus funcionários e adotar estratégias para a redução de carbono e reaproveitamento de resíduos foram as principais ações que fizeram a Braskem ser eleita como a empresa líder em desempenho frente às mudanças climáticas no Brasil em 2013. O anúncio foi realizado na última quarta-feira (9), durante o lançamento do relatório da ONG internacional CDP, divulgado em São Paulo.

Fundada em 2002, a empresa foi a única a alcançar desempenho exemplar entre as 100 participantes do relatório. Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, declarou ao CicloVivo que os investimentos em economia verde servem para aumentar os lucros da empresa, sem prejudicar o meio ambiente. “Promover a sustentabilidade empresarial não é um peso, muito pelo contrário: no âmbito corporativo, é mais uma oportunidade no desenvolvimento de negócios, diminuindo prejuízos e ampliando o campo de atuação da marca”, contou Soto.

Os plásticos com a certificação “I’m Green” mostram, na prática, o resultado dos esforços em sustentabilidade assumidos pela empresa com os consumidores. No entanto, introduzir o produto no mercado não foi tarefa fácil. “Um dos grandes desafios ainda é o envolvimento do consumidor. O cliente precisa querer produtos mais sustentáveis”, diz o representante da Braskem sobre os bioplásticos, que reduzem as emissões de carbono e são encontrados em vários produtos, como embalagens e até roupas.

Já nos prédios e unidades de produção, as medidas de sustentabilidade incluem mitigação de carbono e reaproveitamento de resíduos, prática que combateu de vez o desperdício nas fábricas – de acordo com o representante da empresa, mais de 500 milhões de reais foram economizados a partir da redução de riscos e perdas, que incluem resíduos, efluentes, emissões e consumo. “A gente contabiliza as nossas reduções de desperdícios: entre 2002 e 2012, reduzimos em 60% o volume de resíduos. Tudo isso é energia que você consome menos, ou lixo que deixa de ser jogado no meio ambiente”, explica Soto.

Valorizar equipe de funcionários também é uma das estratégias que garantiram o reconhecimento à Braskem. Assim, além de cumprir as premissas de sustentabilidade propostas no ambiente corporativo, os colaboradores também propõem novas soluções para o trabalho, que são incluídas no planejamento da empresa. Além disso, as pessoas que se destacam recebem incentivos. “Os funcionários são os protagonistas do aperfeiçoamento da empresa, e também passam a ser reconhecidos com remunerações quando essas melhorias são alcançadas”, finaliza.


Fonte: Ciclo Vivo 

CDs e DVDs antigos podem descontaminar a água do esgoto

Alternativa de purificação tem baixo custo e aproveita resíduos 
encontrados em todo o planeta. | Foto :swanksalot/Flickr
Uma equipe de pesquisadores da Universidade Nacional do Taiwan descobriu que os CDs e DVDs antigos podem ser usados para purificar até a água do esgoto, deixando-a própria para consumo. Além de aproveitar um tipo de resíduo encontrado em grande quantidade no mundo, a técnica também utiliza poucos recursos, como pequenas barras de óxido de zinco e raios ultravioleta.

Coordenada pelo físico Din Ping Tsai, a equipe de cientistas usou a superfície dos discos como uma plataforma para aumentar o tamanho de minúsculas barras de óxido de zinco, elemento de baixo custo que é capaz de quebrar as moléculas orgânicas dos componentes que poluem a água do esgoto, quando exposto aos raios ultravioleta. Os estudos apontaram que o método é capaz de tratar 150 mL de água de esgoto a cada minuto, e, em uma das experiências, os pesquisadores levaram cerca de uma hora para purificar 95% de uma solução de meio litro de corante.

De acordo com o site português Greensavers, para aumentar a eficiência da purificação da água, os experimentos também utilizaram um dispositivo que faz o líquido circular. Como os CDs têm capacidade de girar rapidamente, a água poluída escorre para o dispositivo e se espalha numa superfície fina, em que a luz consegue penetrar, deixando, enfim, a água limpa.
A equipe taiwanesa não é a primeira a filtrar a água com as nano barras de óxido de zinco, que têm cerca de um milésimo da largura de um fio de cabelo, mas esta é a primeira experiência que utiliza discos antigos durante o processo – o que viabiliza um bom destino aos cerca de 20 bilhões de CDs e DVDs produzidos no mundo todos os anos.


Fonte: Ciclo Vivo 

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Tonelada do lixo eletrônico reciclado poderia render até 15 toneladas de ouro

Novas estratégias devem ser desenvolvidas para diminuir os impactos 
negativos da má destinação dos resíduos sólidos | Foto: Pnuma/Divulgação

Cerca de 3,5 bilhões de pessoas, metade da população mundial, não dispõem de serviços cruciais de gestão de resíduos, o que significa um prejuízo significativo para o meio ambiente, a saúde e as economias, alertou as Nações Unidas na segunda-feira, 7 de outubro. A ONU também ressaltou que a reciclagem e o tratamento adequado do lixo podem ser, literalmente, uma mina de ouro.

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) chamou de “impressionante” os números divulgados no relatório Diretrizes para Estratégias Nacionais de Gestão de Resíduos: Dos Desafios às Oportunidades, lançado em parceria com Instituto das Nações Unidas para Formação e Pesquisa (Unitar).

O estudo mostra que uma tonelada de lixo eletrônico reciclado poderia render o equivalente entre cinco e 15 toneladas de ouro e afirma que a gestão de resíduos não é apenas um desafio, mas “uma oportunidade inexplorada”.

Além do potencial de ouro que pode ser extraído de uma tonelada de resíduos de equipamentos eletroeletrônicos (e-waste), a pesquisa observa que a quantidade de cobre, alumínio e metais raros retirados do material reciclado excederia muitas vezes a quantidade encontrada naturalmente.

No geral, um número estimado de 1,3 bilhão de toneladas de resíduos sólidos são coletados em todo o mundo, uma quantidade que deverá aumentar para 2,2 bilhões de toneladas até 2025. Além disso, a degradação da fração orgânica dos resíduos sólidos contribui com cerca de 5% dos gases de efeito estufa emitidos no mundo.


      Por ONU Brasil


Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Resíduos jogados no mar podem ter alcance inimagináveis

A expedição vai compor uma exposição
 em Museus | Fotos: Divulgação 
Um grupo de cientistas e artistas resolveu fazer uma expedição pelas praias de um dos lugares mais selvagens da América, o Alasca. Durante o trabalho, chamado de Giro, e que tem o objetivo de conscientizar a população sobre o que o lixo pode causar a vida marinha, os pesquisadores descobriram que parte dos resíduos marinhos encontrados no local vem de uma grande corrente oceânica conhecida como Giro do Pacífico Norte.

E espantem-se: há detritos arrastados do tsunami japonês, ocorrido em 2011. Embora esse lixo venha de todas as formas e tamanhos, quase tudo é de plástico.

Segundo Julie Decker, curadora do Museu Anchorage e uma das participantes da jornada, encontrar esses resíduos fez aumentar a conscientização sobre o lixo marinho.


A equipe do Giro achou milhares de mata-moscas estampadas com logos de equipes de esportes americanos, engradados de plástico de cerveja, refrigerante e inúmeras garrafas. O tipo mais comum de lixo foram os materiais perdidos de barcos de pesca e navegação comercial, como redes de pesca, boias e corda - objetos que são mais propensos a armadilhas marinhas, prejudicando a vida selvagem.

Resíduos e Arte

Os resíduos coletados durante a expedição serão usados ​​para criar esculturas voltadas a uma exposição comissariada do Museu de Anchorage. "Os artistas vão se engajar em pesquisa da mesma maneira que os cientistas fazem", explicou Julie ao site Fast.Co Exist.


Mark Dion, um dos artistas presentes na expedição, sugere que artistas e cientistas sejam aliados naturais no esforço para impedir que os oceanos do mundo se tornem um grande aterro, porque ambos pensam e se preocupam profundamente com questões de conservação.

Após a exposição no Museu Anchorage, os organizadores vão reembalar as peças para realizar apresentações itinerantes ao redor do mundo.


Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

5 produtos para crianças feitos a partir de jeans velhos

Muita coisa pode ser feita com os velhos jeans. Reaproveitar roupas antigas é uma boa maneira de economizar dinheiro e ainda ajudar o meio ambiente. O lixo nos aterros sanitários aumenta a cada e cabe a todos o dever de reduzir a produção de resíduos.

Cortar jeans velhos e reutilizar o pano é uma excelente ideia. O CicloVivo separou um conjunto de sugestões para você começar a reaproveitar este material.

Roupas

As crianças são geralmente menores em tamanho por isso é mais fácil criar roupas para elas. O jeans é um tecido resistente, portanto o reaproveitamento deste material irá resultar em uma roupa nova que não vai desgastar ou rasgar facilmente. Anexar zíperes, ganchos e botões também é muito simples.

Podem ser feitos saias ou um par de shorts. Para isso, basta cortar o jeans na parte inferior e redimensioná-las na largura ideal. Você pode também criar jaquetas, casacos, bonés, chapéus e luvas a partir deles. Se seu filho for atleta, podem ser feitas joelheiras.

Colcha

As crianças adoram coisas diferentes que se destacam. Você pode usar o jeans na roupa de cama, como por exemplo, em uma colcha. Para isso, basta usar a técnica de patchwork com os retalhos de jeans. Outra maneira de aproveitar este material é criar um acabamento nas bordas das fronhas.








Sapatos

Há muitos sapatos diferentes que podem ser feitos a partir do jeans. As botas são fáceis de fazer, além de serem muito bonitas. Use camurça ou couro para a sola e coloque uma camada de flanela entre dois panos. Isso fará com que elas fiquem confortáveis e seus filhos possam usá-las no inverno também. Você pode facilmente fazer sapatilhas e chinelos.

O jeans pode ser bordado ou costurados com flores, frutas, desenhos animados e outras formas que as crianças adoram.


Mobílias

Ao invés de comprar tecidos caros para fazer de “porta bagunça”, use calça jeans velha em seu lugar. Objetos miúdos e brinquedos podem ser guardados neste organizador.

Mesa, computador, televisão ou qualquer outro aparelho que possa ter no quarto podem ser cobertos com peças feitas de jeans.

Para ajudar na decoração, o tecido se transforma em tapete ou em tamanho um tapetinho de porta ou de banheiro. Enfeite-os com rendas, crochê ou patchwork.


Estojo

Fazer pequenos artigos de uso diário é ainda mais fácil. Você não terá que planejar meticulosamente como cortar o tecido. Utilizando pequenos pedaços do tecido fica ainda mais interessante.

Uma ótima ideia é criar um estojo para as crianças guardarem seus lápis, apontadores, borrachas entre outros. Faça uma bolsa kit, para armazenar apetrechos como: tintas, cola, fitas adesiva etc. As crianças adoram coisas coloridas. Então uma sugestão é decorar todos os itens com botões, fitas, glitter e tintas.


Fonte: Ciclo Vivo 

Estudantes desenvolvem carro solar "tamanho família"


Alunos da Universidade Tecnológica de Eindhoven, na Holanda, criaram um carro movido a energia solar especial para levar toda a família. Batizado de Stella, o veículo comporta até quatro pessoas e produz mais energia do que consome.


Com painéis fotovoltaicos instalados no teto, o automóvel consegue percorrer 600 km sem nenhuma recarga. Além de transformar luz solar em eletricidade, ele é capaz de aproveitar a energia excedente captada transferindo-a para a rede elétrica.


O carro levará em consideração todas as informações disponíveis, tais como as condições de clima, estradas e tráfego para determinar qual a velocidade ideal. A tecnologia também está presente em um sistema de comunicação entre o veículo e o motorista. O carro tomará decisões que serão informadas ao condutor.


Haverá espaço de sobra para os passageiros entrarem e saírem do veículo sem causar tumultos. O carro foi desenvolvido de forma que pudesse proporcionar uma viagem confortável. Além disso, ele é largo para captar a maior quantidade de luz solar possível.


Veja abaixo o carro solar em ação:

Fonte: Ciclo Vivo 

Mostra sobre a flora brasileira é inaugurada em Londres

A mostra é composta por 37 painéis, com reproduções de imagens,
 ilustrações e textos explicativos. | Foto :Chico Ferreira/Flickr

A exposição Brazilian Nature – Mystery and Destiny retrata o trabalho de documentação da flora brasileira feito pelo naturalista alemão Carl Friedrich Philipp von Martius no século 19 – ainda hoje considerado o mais completo já realizado sobre o tema.

Composta por 37 painéis, com reproduções de imagens, ilustrações e textos explicativos, a mostra é resultado de uma parceria entre a Fapesp e o Museu Botânico de Berlim e ficará aberta à visitação na embaixada do Brasil em Londres até o dia 15 de outubro de 2013.



Os painéis da exposição reúnem informações e ilustrações sobre o projeto Flora Brasiliensis On-line e Revisitada e permitem comparar imagens originais com fotografias atuais de plantas e biomas e retratar alguns dos resultados de pesquisas realizadas no âmbito do projeto Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo e do programa Biota-Fapesp.


“É uma exposição que combina ciência e arte. A importância da pesquisa do passado e a relevância da pesquisa do presente, portanto um bom marco de nossa presença na FAPESP Week de Londres”, disse Celso Lafer, presidente da fundação de pesquisa.

Já os painéis digitalizados da exposição podem ser vistos com legendas em português, inglês, espanhol, japonês e alemão neste link.

A exposição já passou por diversas cidades alemãs, como Berlim, Bremen, Leipizig, Heidelberg, Erlangen e Eichstätt, e também já foi exibida em Toronto (Canadá), Washington, Boston e Morgantown (Estados Unidos), Salamanca e Madri (Espanha) e em Tóquio (Japão).



Fonte: Ciclo Vivo 

Água é vida, uma lição para crianças e adultos

Em homenagem ao Dia da Criança, publicamos a animação “Rebelião das Águas”, do cartunista Agê (direção e animação) e do jornalista Reinaldo Canto (argumento e roteiro original). O desenho é um alerta para a importância de preservarmos a água e evitarmos desperdícios e contaminações para esse insumo tão fundamental para a vida de todos nós.


Assista abaixo:


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Rio Grande do Sul construirá mais 10 parques eólicos

O Rio Grande do Sul está em segundo lugar na produção nacional de energia eólica. A busca pela liderança, hoje ocupada pelo Ceará, ganhou um novo incentivo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que aprovou financiamento de R$ 603,9 milhões para a construção de dez parques eólicos no estado.

As usinas são da Eletrosul Centrais Elétricas S.A. e formam o Complexo Eólico Geribatu. Juntas terão potência de 258 megawatts, o que será suficiente para abastecer uma cidade de, aproximadamente, 500 mil habitantes.

Com o apoio do BNDS, o grupo terá o investimento de R$ 956,5 milhões, correspondendo a 63,7% do total necessário. Os parques eólicos foram concedidos durante um leilão que ocorreu em agosto de 2011.

O Rio Grande do Sul está entre os estados brasileiros que mais cresceram e investiram em energia limpa. As condições geográficas propícias e os trabalhos de incentivo resultaram nos 15 parques eólicos já em funcionamento. A previsão é que a operação destes dez novos parques inicie no fim de 2014.


Fonte: Ciclo Vivo 

Brasil polui como país desenvolvido, diz pesquisador do IPCC

O desmatamento deixou de ser a principal causa de emissão de gases de efeito estufa no Brasil, que passou a ter como principal fonte de emissão a queima de combustível fóssil, poluindo "como um país desenvolvido”, segundo avaliação do pesquisador peruano José Marengo, representante latino-americano no Painel Intergovernamental da ONU sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Ele é professor de pós-graduação do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e foi indicado pelo governo brasileiro para o programa de monitoramento do clima.

De acordo com o pesquisador, o inventário de emissão de gases de efeito estufa de 2010, lançado em 2013 pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, mostra que houve a inversão do tipo de poluição predominante no Brasil em comparação ao relatório anterior, de
“Desde 2008, talvez um pouquinho antes, a taxa de desmatamento na Amazônia diminuiu bastante, mas a frota de veículos aumentou. A agricultura também tem melhorado um pouco, mas ainda contribui, principalmente [a cultura de arroz], para a emissão de metano, a mineração contribui, tem as termelétricas. O que basicamente coloca o Brasil como país poluidor tipo primeiro mundo é mais a queima de combustíveis fósseis, e aqui no Brasil são basicamente termelétricas, de qualquer tecnologia, e também a frota veicular”.

Transporte público decente

Para ele, apesar da diminuição no desmatamento, a situação ainda é preocupante. “Sempre criticamos os países desenvolvidos por isso [queima de combustível fóssil]. Obviamente, se nós tivéssemos um sistema de transporte massivo, confiável, confortável, as pessoas deixariam os carros em casa. Mas se vocês querem tomar o metrô em São Paulo, no Rio, em uma certa hora do dia, é uma humilhação. Se você vai de bicicleta, te atropelam. Então, isso tem que mudar, a única forma é favorecer o transporte público, decente, para que as pessoas deixem o carro em casa”.

Marengo lembra que o IPCC não trabalha com o tempo geológico, que estuda os grandes ciclos do planeta, e já provou que houve eras de aquecimento e resfriamento da Terra sem a interferência humana. As análises são de um período de 200 anos e mostram que as causas naturais do aquecimento são de longo prazo e levam a variações pequenas, enquanto a intervenção humana é de curto prazo e tem ação “superrápida”.

Medidas de mitigação

“A única forma [de evitar um aquecimento maior] é reduzir a emissão de gases de efeito estufa, diminuindo por exemplo a frota de veículos, [aumentar as] energias renováveis, solar, eólica, biomassa, redução no consumo de termelétricas, obviamente não podemos fechar, zerar a contribuição de gases de queima de combustíveis fósseis, o ideal é misturar um e colocar outras fontes, obviamente isso pode ter um custo elevado. Medidas de mitigação são caras”.

Marengo apresentou na terça-feira, 8 de outubro, um resumo do relatório do Grupo de Trabalho 1 do IPCC, lançado no fim de setembro em Estocolmo, na Suécia, com as análises dos aspectos físicos e científicos dos sistemas e das mudanças climáticas.

O Grupo de Trabalho 2 faz a análise sócio econômica dos impactos das mudanças climáticas e tem previsão de lançar o relatório em março de 2014 em Yokohama, no Japão. O Grupo 3 vai apresentar os resultados dos estudos sobre mitigação e opções para redução da emissão dos gases de efeito estufa em abril de 2014, em Berlim, na Alemanha.

Além dos três relatórios setoriais, também está previsto o lançamento do relatório de síntese em outubro de 2014 em Copenhague, na Dinamarca. Este é o quinto relatório produzido pelo grupo, criado pela Organização das Nações Unidas.


Fonte: Ecodesenvolvimento.com

Arquiteto Luis de Garrido projeta 'ecomansão' para Lionel Messi


Convidar arquitetos para desenhar, por conta própria, casas ecologicamente corretas para celebridades, a fim de que essas pessoas famosas possam disseminar e apoiar as construções sustentáveis. Esse é o objetivo do projeto 33 BIP VIP, encabeçado pelo arquiteto espanhol Luis de Garrido, que apresentou recentemente uma ecomansão em homenagem ao astro do futebol Lionel Messi, informou o site Dezeen.

luisretrato-ecod.jpgVista do alto, a mansão assemelha-se a um campo de futebol: tem uma entrada retangular e conta com um edifício circular de dois andares que remete a uma bola.

A porta de entrada forma, juntamente com a casa principal, o número 10 usado por Messi a serviço do Barcelona e da seleção argentina.

Em um dos lados da mansão fica um grande lote de terra, todo verdejante, para a realização de amistosos, enquanto do outro lado, uma gigantesca piscina vira um convite atraente para um dolce far niente. Boa parte do teto conta com telhado verde, composto por plantas.
Gerações futuras

Segundo o arquiteto, os projetos devem servir como uma referência para as gerações futuras, como novo paradigma na arquitetura, perfeitamente integrado no ecossistema natural.

Entre as 33 celebridades que o projeto pretende homenagear estão Barack Obama, Angelina Jolie, Beyoncé, Brad Pitt, Johnny Depp, Mark Zuckerberg e Opra Winfrey.


Conhecido por seu trabalho em sustentabilidade, Luis de Garrido já projetou mansões para celebridades como a modelo Naomi Campbell - a casa está situada na ilha de Sedir, na Turquia, e é autossuficiente em energia. Ele é professor visitante no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e diretor de mestrado em arquitetura sustentável na Espanha.


Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Para cultivar alimentos orgânicos em casa, jovens criam uma horta-aquário


Cultivar alimentos orgânicos frescos em qualquer lugar. Essa é a proposta do Aqualibrium Garden, um projeto proposto por três jovens norte-americanos que consiste em uma horta e um aquário.



Composta por módulos a invenção funciona com um sistema de hidroponia, em um sistema fechado para criação de plantas e peixes. A relação é simples: os peixes fornecem os nutrientes que fertilizam a terra para as mudas, enquanto as plantas fazem a purificação da água dos peixes.

O projeto foi cadastrado no Kickstarter | Fotos: Divulgação

O projeto foi cadastrado no Kickstarter

O sistema não ocupa muito espaço dentro de casa  e a estrutura dispensa uso de agrotóxicos ou fertilizantes químicos, garantindo os alimentos orgânicos. "Observar os peixes e ver como as plantas crescem pode ser um ótimo passatempo, uma ferramenta educacional maravilhosa para as crianças e uma forma inteligente de economizar com o alto custo dos alimentos", asseguram os criadores.


Para o projeto sair do papel, os jovens cadastraram a inovação no site de financiamento coletivo Kickstarter, e precisam atingir a marca de 108 mil dólares. Faltando 15 dias para o prazo final, os norte-americanos já conseguiram cerca de 92 mil dólares até o fechamento deste post.

Caso prefira criar sua própria horta orgânica em casa, o EcoD ensina o passo a passo de como construí-la de forma correta.


Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Caixas de papelão reutilizadas podem virar diversão para seu gato

Quem tem gato em casa sabe que este animal adora se alongar e arranhar suas unhas afiadas nos braços do sofá e paredes de sua casa estragando e desfiando várias partes da mobília da sala.

Existem no mercado diversos modelos de postes para seu gato arranhar, mas uma boa opção para seu gato se divertir e deixar de estragar os móveis de sua casa é a fabricação de seu próprio arranha gato.

Você acaba com este tipo de problema e ajuda o meio ambiente reutilizando materiais que seriam descartados em aterros sanitários, fabricando-o com caixas de papelão usadas.

Os gatos preferem realmente o papelão a todos os postes de qualquer material que você possa comprar. Você reutiliza um material que iria para o lixo e quando este não servir mais ainda poderá ser reciclado. No meio ambiente demoraria poucos meses para se decompor.


O arranha gato de papelão é fácil de embalar e leve para carregar. O modelo das fotos, chamado de Cat Attack!,  está a venda pelo site iOffer pelo valor de R$ 88,26, e não possui cola tóxica. Porém, seguindo a foto você consegue adaptar e montar o seu. Assim sua mobília se mantém nova, seu gato se diverte e além de tudo você contribui com o meio ambiente. Para isso basta guardar algumas caixas de papelão.



Fonte: Ciclo Vivo 

4 trabalhos de artistas que transformam lixo em arte


Transformar lixo em arte tornou-se uma prática comum. Os artistas conseguem dar valor aos materiais descartáveis utilizando desde os objetos mais simples até as esculturas mais incríveis. Conheça quatro exemplos de trabalhos impressionantes.

Sayaka Kajita é uma artista japonesa que consegue fazer esculturas com peças de plástico como colheres e copos. Ao fazer animais com colheres velhas de plástico, por exemplo, o mais impressionante é como ela consegue dar a ideia de movimento e definir tão bem as formas de cada item que monta.


Ann P. Smith é uma norte-americana que aproveita peças de eletrodomésticos e eletrônicos descartados para suas criações. O trabalho da artista consiste em recolher as máquinas sem serventia, desmontá-las para criar as esculturas-robôs. Ela também grava pequenos clipes de stop-motion com as peças. A ideia é dos vídeos é mostrar o ciclo natural dos materiais na terra.


Jaime Prades é um artista brasileiro que encontra nas ruas uma de suas matérias-primas: a madeira. Ele recolhe os restos de madeira, que podem ser de móveis velhos, para construir novas peças. Prades tanto refaz móveis quanto constrói “árvores”, isso gera o ciclo da árvore que se transforma em objeto, posteriormente, é descartado no lixo para depois ser reaproveitado. Este trabalho dele é intitulado “Natureza Humana”.


Erika Iris Simmons reaproveita as fitas de antigas fitas cassetes para criar quadros de ícones da música, como John Lennon e Michael Jackson. Além de aproveitar o material, a ideia da norte-americana é utilizá-las como símbolo do obsoleto para construir a metáfora de como as fitas ajudaram a imortalizar o espírito dos cantores retratados.



Fonte: Ciclo Vivo