sexta-feira, 8 de março de 2013

Dieta das mulheres é mais sustentável que a masculina, diz estudo


Os hábitos alimentares das mulheres têm menos impactos ambientais que os costumes masculinos. Esta é a conclusão de um estudo realizado por pesquisadores alemães da Universidade de Halle-Winterberg. Se os homens seguissem os mesmos passos das mulheres as emissões seriam reduzidas em 15 milhões de CO2 ao ano.

A justificativa para tamanha diferença entre os sexos deve-se ao fato de que, entre os entrevistados, as mulheres se alimentam de maneira mais saudável. Elas tendem a incluir mais frutas e vegetais na dieta, enquanto os homens mantêm alto consumo de carnes.

Além da redução na pegada de carbono, se os homens se assemelhassem mais às dietas femininas a quantidade de água limpa preservada seria enorme, de aproximadamente 94 milhões de metros cúbicos.

Os cientistas trabalharam com informações pessoais coletadas entre 20 mil alemães. Os dados recentes foram comparados com um levantamento sobre o perfil do consumo no país europeu em 2006. O que se identificou é um conjunto de fatores que colaboram para a preservação ambiental. Os alimentos comumente presentes nas dietas femininas emitem menos amoníaco e necessitam de menos fertilizantes.

Na Alemanha houve uma crescente em hábitos saudáveis, mas o mesmo não é identificado no Brasil. Conforme noticiado pela agência Deustche Welle, um estudo feito pela Universidade de São Paulo (USP) em 2012 mostrou que os brasileiros têm incluído mais carne e alimentos processados em suas dietas. Por conta disso, foram acrescentados 18 milhões de toneladas de CO2 às emissões nacionais.

Fonte: Ciclo Vivo 

Coleção ecológica de filha do ex-Beatle Paul McCartney tem destaque em Paris


Stella McCartney, filha do ex-Beatle PaulMcCartney, ganhou destaque na semana de moda em Paris com sua linha ecologicamente correta. Sapatos biodegradáveis, tecidos nobres, e ausência de couro e peles são alguns dos itens que desfilaram nas passarelas da capital francesa.

A britânica apresentou sua coleção de inverno, na última segunda-feira (4). De acordo com a Folha de S. Paulo, Stella foi a única estilista que conseguiu construir uma marca lucrável com base na sustentabilidade. Durante o evento, ela chegou a pedir a manutenção da proibição da caça de ursos polares com fins comerciais.

Em sua conta na rede social Twitter, a estilista contou que fez uma viagem à Manitoba, no Canadá, apenas para admirá-los. Eles, de acordo com suas palavras, são criaturas espetaculares da natureza. Stella também lamentou a previsão de dois terços da população mundial de ursos polares desaparecerem até 2050.

A filha do astro britânico estreou no mundo da moda, em 1997, comandando a marca francesa Chloé. Em 2001, decidiu investir em uma marca própria dentro da Gucci. Atualmente, estima-se que seu império seja de cem milhões de euros, equivalente a R$ 257, 6 milhões.

Para alcançar tal crescimento, Stella não precisou abandonar seus valores éticos. A causa ambientalista da estilista também segue ideais defendidos pela mãe vegetariana Linda McCartney, que morreu em 1998.

A estilista também não come nada de origem animal e abomina o uso de couro ou peles na produção de suas coleções. Invés disso, ela prefere tecidos orgânicos, como lã e algodão.

Sua marca parece seguir os princípios ecológicos defendidos pelo Greenpeace. O órgão ambiental tem pressionado as grandes companhias da moda que utilizam produtos tóxicos na produção de suas roupas. Inclusive, desafiou 15 marcas de luxo a adotarem práticas sustentáveis e criou o ranking “Duelo da Moda” avaliando-as com base em três quesitos: couro, embalagem e têxtil.

Fonte: Ciclo Vivo 

Designer português reaproveita tampas de perfume para criar anéis sustentáveis




O designer português Luis Teixeira encontrou uma solução para os vidros de perfume vazios: transformá-los em anéis. A ideia oferece uma solução aos resíduos e também traz uma nova gama de acessórios às mulheres que gostam do glamour dos grandes anéis.

O modelo criado pelo designer é prático e elegante. No lugar das pedras que atraem os olhares, Teixeira utiliza as tampas dos perfumes. Por isso, a diversidade de cores e formatos é enorme e existem opções desde as mais simples até as mais extravagantes.

Para facilitar a vida das mulheres, que desejam que os acessórios sempre estejam combinando com as roupas e maquiagens, os enfeites são aplicados aos anéis por imãs, assim é fácil trocar os detalhes sempre que a pessoa quiser inovar. A coleção conta com 360 peças.

Além dos anéis sustentáveis, o designer possui outros trabalhos feitos a partir de materiais reaproveitados. Um dos exemplos mais famosos é o lustre feito com cabides. As peças transparentes fazem a vez do cristal, com efeito bastante semelhante e luxuoso.


Telefones antigos e embalagens de leite também ganham nova vida, sendo transformados em luminárias. Os trabalhos de Luis Teixeira comprovam que peças feitas a partir de materiais reaproveitados também podem ser elegantes.

Fonte: Ciclo Vivo 

Oficina de Política e Plano Municipal de Saneamento Básico


A oficina é dirigida a gestores e técnicos do setor de saneamento básico da Funasa e de municípios com até 50.000 habitantes; associados da Assemae; ocupante de cargo público municipal ou do Distrito Federal com papel de decisão na área do curso; técnicos de municípios que receberam recursos federais sobre o tema; gestores de órgãos públicos federais, estaduais, regionais e municipais; integrantes de movimentos sociais e catadores de materiais recicláveis; membros de ONGs; membros de universidades e profissionais liberais.
Será realizada de segunda a sexta-feira, pela manhã e à tarde, com um total de 32 horas/aula, no horário de 8 às 18 horas, sendo que na segunda-feira a oficina terá início às 14 horas, com abertura às 13h30 e, na sexta-feira, será concluído às 12 horas.
  
A Funasa e a Assemae conferirão certificado aos participantes.
 
Para participar da oficina é necessária realizar a pré-inscrição que pode ser feita no site www.planosmunicipais.org.br. - A OFICINA É GRATUITA.

A PRÓXIMA OFICINA OCORRERÁ EM JABOTICABAL  - 1 a 5 DE ABRIL em mais outras duas em BAURU - 17 a 21 de junho e em CAMPINAS de 21 a 25 de Outubro.
Na oficina, serão apresentados estudos dos aspectos legais da política e do plano municipal de saneamento básico, das metodologias de planejamento estratégico, comunicação e mobilização social, elaboração, aprovação, implantação e revisão do plano municipal. Será feita discussão sobre a necessidade da interação entre as demais políticas do município e dos planos diretores, de habitação e outros.



Os participantes também receberão orientações sobre a formação dos grupos de trabalho - comitê de coordenação e comitê executivo; plano de mobilização social; diagnóstico técnico-participativo dos quatro componentes do saneamento: abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e drenagem urbana; prospectiva e planejamento estratégico para o setor de saneamento no município; programas, projetos e ações para alcance do cenário de referência; plano de execução; experiências de planos municipais de saneamento básico; processo de comunicação permanente; sistema de informações para auxílio à tomada de decisão; indicadores de desempenho do plano municipal de saneamento básico; regulação dos serviços de saneamento; e terão acesso à bibliografia de referência em mídia eletrônica. 

A ABES-SP parabeniza a todas as mulheres pelo seu dia!


10 ideias inspiradoras pelos direitos das mulheres no mundo

É estranho – em pleno século XXI – falar em direitos das mulheres. Depois de tantas conquistas realizadas nos dois últimos séculos, muitas ainda sofrem com a falta de controle sobre o próprio corpo e com as desigualdades entre os gêneros.

Para aderir às celebrações do Dia Internacional da Mulher, 08/03, reunimos histórias inspiradoras de gente que luta para fazer valer esses direitos. Entre elas, muitas mulheres, mas também homens como o economista brasileiro Sérgio Besserman, que diz que o desenvolvimento sustentável só será possível se for mais feminino.

1) “A burca não é uma jaula”


Considerada uma das dez melhores artistas do Afeganistão, Shamsia Hassani grafita as ruas de Cabul para mostrar que “a burca não é uma jaula”. Aos 25 anos, a artista de rua acredita que a liberdade não é o que vestimos, mas “o que decidimos, o que dizemos, o que fazemos para estarmos confortáveis e para termos paz”.
Para esta jovem professora de arte da Universidade de Cabul, mudar o sentido da burca com a arte para mostrar mulheres felizes é uma forma de mudar como as pessoas enxergam a mulher. Ela não se engana: existem outros grandes problemas em sua sociedade. Mas crê que, mesmo com a burca, as mulheres podem fazer de tudo: estudar, trabalhar, fazer arte e muitas outras atividades.
Por ser mulher, seu trabalho como artista é complicado: a reação negativa das pessoas – inclusive de outras mulheres – e os problemas de segurança são alguns dos motivos que a impedem de pintar seus grafites em ruas que não conhece.


2) Primeira rapper afegã contra a repressão
Aos 23 anos, a primeira mulher a fazer música Rap no Afeganistão lançou seu primeiro single (“Our Neighbors”, confira no vídeo abaixo) que retrata a repressão contra mulheres e crianças e o desejo de paz em seu país.


Logo após a divulgação do vídeo – feito com baixo orçamento, em que aparecem fotos de Soosan Firooz sem burca, com roupa ocidental, acessórios e maquiagem –, sua família recebeu diversas ameaças anônimas de morte. Mesmo assim, continuou apoiando seu trabalho: tanto que seu pai abandonou o trabalho em uma companhia de eletricidade para ser guarda-costas da filha, em tempo integral.
Agora, Soosan prepara seu novo single, em que contará como é ser uma jovem mulher que vive no Afeganistão.


3) “Garotas não são tão inocentes”


Mais conhecida como Maria João Barbosa, a webdesigner e ilustradora portuguesa Luna Kirsche exalta a “feminilidade não esterotipada” com seu recente trabalho criativo “Girls aren’t so innocent”. Para a artista, que sempre cria desenhos arrojados e com muita personalidade, as mulheres devem ser retratadas sem tabus para que a imagem preconcebida que algumas pessoas têm das mulheres não motive preconceitos e discriminação.
Com muita cor, sensualidade e tatuagens, as mulheres retratadas por Luna têm longos cabelos armados, usam corpete e cinta-liga e tem símbolos – de diversas cultuas – espalhados pelos cabelos, pela pele ou pelas roupas. Todas podem ser vistas em seu site.


4) Cantadas de rua inspiram documentário

Quando a estudante belga de cinema Sofia Peeters criou documentário “Femme de la rue” para mostrar como as mulheres são assediadas pelos homens quando passam nas ruas de Bruxelas, o filme de 17 minutos gerou tanta controvérsia que o Ministério Público da cidade e os municípios belgas adotaram medidas para prevenir a situação: quem molestar uma mulher na rua terá que pagar multa de 250 euros – aproximadamente 640 reais! Confira o trailer, abaixo:


“Estas caminhadas na rua me causavam algum sofrimento”, conta Sofia, justificando a escolha do tema. Segundo ela, muitas mulheres pelo mundo se identificam com esse trabalho já que não é preciso ser belga para entender a situação das mulheres retratadas pelo documentário. No Brasil, inclusive: assobios e cantadas de rua acontecem muito frequentemente por aqui também.


5) Até que a morte os separe


Para sensibilizar a população de Portugal sobre a violência contra mulheres, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima lançou, no final do ano passado, uma campanha que inclui retratos de duas vítimas. Ambas apresentam marcas da agressão e estão vestidas de noiva. Ao lado das imagens, a frase “até que a morte nos separe”, que sugere o crescente número de mulheres assassinadas por seus maridos.


6) Homem de verdade não bate em mulher


No Brasil, estima-se que uma em cada cinco mulheres já sofreu violência dentro de casa. Para chamar a atenção para o problema e acabar com o estigma de que a Lei Maria da Penha é contra os homens, a campanha “Homem de Verdade Não Bate em Mulher”, lançada em 01/03 pelo Banco Mundial, tem a adesão de dez brasileiros famosos. Saiba mais sobre a campanha em Homem deVerdade Não Bate em Mulher: campanha conscientiza sobre a violência doméstica.

7) “As mulheres salvarão o planeta”


“Se eu achasse a lâmpada de Aladim e o gênio me dissesse: ‘Você tem direito a um pedido para o desenvolvimento sustentável. Só um!’ Eu, sinceramente, escolheria: acesso à informação e direito à liberdade sobre o próprio corpo para todas as mulheres do mundo”, disse o economista e ambientalista Sérgio Besserman,  em entrevista à revista Claudia de junho de 2012.


8 ) Jovens mães, em situação de risco, recuperadas


A ação já ajudou mais de 150 mulheres e é modelo de política pública em 13 estados brasileiros para recuperar usuárias de crack. Em dezembro de 2011, Raquel apresentou seu projeto no encontro “Você tem fome de quê?”, promovido pela Natura. O Planeta Sustentável estava lá e contou sua história no site: Lua Nova: apoio a mulheres carentes vira política pública.


9) Reino das mulheres cobertas


Depois de uma temporada dramática no Afeganistão, em 2003, um médico afegão, radicado nos Estados Unidos, escreveu um relato que descortina a vida complicada das mulheres de seu país: A Cidade do Sol.
Na obra, as duas protagonistas são obrigadas a casar com um mesmo homem violento. Apesar de o livro ser uma ficção, Khaled Hosseini – que ficou famoso depois de lançar O Caçador de Pipas – garante que muitas das cenas de abuso descritas são experiências de pessoas reais. “Houve quem dissesse que o livro é um melodrama. Essas pessoas não entendem que a realidade pode ser mais absurda do que a imaginação concebe”, disse em entrevista à revistaClaudia, em sua edição de outubro de 2007.


10) Contra o tráfico de mulheres


É contra o universo pavoroso do tráfico humano para exploração sexual – terceira maior fonte de renda ilegal do mundo e também a que mais cresce – que luta a jornalista brasileira Priscila Siqueira. “Muita gente ainda duvida de que esse comércio exista ou fica indiferente, talvez acreditando que o problema é grande demais para ser enfrentado”, declarou a autora do livro Tráfico de Mulheres: Oferta, Demanda e Impunidade em entrevistaà revista Claudia, na edição de abril de 2009.
Para se ter ideia da dimensão do problema, na reportagem Priscila cita o depoimento de um cafetão canadense que declarou publicamente que preferia vender mulheres a drogas e armas porque as últimas só se vendem uma vez – e a mulher pode ser revendida até morrer, ficar louca ou se matar.


Conhece outras histórias ou iniciativas inspiradoras em prol dos direitos das mulheres? Compartilhe com a gente!


Fonte: Super Interessante

Como o ouriço do mar pode contribuir com o sequestro de carbono



Capacidade do animal de absorver CO2 pode servir de modelo para desenvolvimento de novas técnicas

Cientistas descobriram uma nova e curiosa habilidade do ouriço do mar. O animal consegue, utilizando o metal níquel, transformar dióxido de carbono (CO²) em conchas. Mas como esse gás do efeito estufa se torna carbonato de cálcio, a matéria-prima da concha?

Durante um estudo, ao observar larvas de ouriço do mar, pesquisadores da Universidade de Newcastle acidentalmente descobriram que seu exoesqueleto possui nanopartículas de níquel.  Ao serem expostas a uma solução de CO², as partículas extraíram todo gás carbônico presente no ambiente, transformando-o em conchas. Esse processo é bastante semelhante ao realizado por ostras e outros animais marinhos.

A tecnologia atual de sequestro e armazenamento de carbono consiste na captura do gás e no seu armazenamento em formações geológicas subterrâneas, como poços de petróleo vazios. O risco de vazamento é grande, fazendo com que esse método não seja absolutamente confiável.

Com a nova descoberta novas técnicas mais em conta e menos perigosas podem ser criadas, já que a utilização do níquel, que assim como outros metais pesados afeta negativamente a saúde humana, faz com que os custos dessa nova tecnologia sejam menores em comparação com as já existentes. É uma nova arma que pode evoluir muito a fim de auxiliar no combate ao aquecimento global.

Fonte: eCycle

Calendário vivo: produto lançado pela WWF marca os dias enquanto ajuda planta a crescer



One Daily Drop incentiva cuidados com planta usando pouca água

Regar uma planta e ainda ter um calendário sustentável. Essa é a ideia do "One Daily Drop Living Calendar", uma espécie de "calendário vivo" criado pela ONG World Wildlife Fund (WWF) para comemorar seus 50 anos. O objetivo do produto é incutir hábitos simples e sustentáveis nos indivíduos. Nesse caso específico, você pode ajudar uma planta crescer em um pequeno espaço e ainda dar um pouco mais de sentido aos dias que passam no seu calendário.

Com o "One Daily Drop", você consegue acompanhar o calendário através da vazão diária de uma pequena quantidade de água, todos os dias de cada mês, a partir de um tubo conta-gotas. Após encher o tubo no primeiro dia do mês, basta empurrar a bolinha que veda o recipiente uma vez por dia para a água cair e regar a planta localizada abaixo.

O produto, criado pela WWF da Colômbia, tem um vaso de cerâmica na parte de baixo e um grande conta-gotas de vidro, preso por um suporte na parte de cima. Ele tem uma graduação transparente com números que variam de 1 a 31, referentes aos dias do mês. Na ponta desse conta gotas existe uma tampa muito bem selada e que possui o diferencial do produto, uma pequena bola que se move para deixar o ar entrar no conta gotas e fazer com a água saia pelo orifício inferior. A planta escolhida fica a critério do cliente. No entanto, ela deve ser de uma espécie que germine com rapidez, precise de pouca água e floresça em pouco espaço.



Em volta do produto, existem duas estruturas de vidro e, em umas delas, estão grafados os meses do ano, juntamente de um grampo ajustável que pode ser movido para cima ao longo dos meses. Fazendo isso, o usuário se situa sobre os dias do ano e ainda acompanha o crescimento de uma planta.

Escolhida a semente, 0,5 kg de solo fertilizado deve ser colocado no vaso com o grão. Em seguida, o conta-gotas precisa ser enchido com água e a vazão tem que ocorrer um vez por dia. Desse modo, a planta receberá três centímetros cúbicos de água todos os dias.

Quando acabar a água do conta-gotas, significa que um mês se passou. Assim, basta subir o grampo lateral para o mês seguinte e repetir o processo.

Com apenas um dedo e três segundos do seu tempo, você dá água para uma planta e vida a um calendário.

Para mais informações, confira o vídeo explicativo do produto:



Fonte: eCycle

5 ideias para transformar pallets velhos em móveis


A técnica de upcycle consiste em dar nova utilidade a coisas que parecem não ter mais serventia. Através dela, quase tudo pode ser reaproveitado. Os pallets, usados em transportes de carga, são bons exemplos disso.

É importante utilizar um pallet que já esteja sem uso, desta forma você coloca as madeiras jogadas fora, no mercado novamente e garante que o material seja reaproveitado.

Por ser uma técnica simples, qualquer pessoa com um pouco de prática no manuseio de madeira pode obter bons resultados e fazer os mais diversos tipos de móveis. As criações ainda podem ser comercializadas, gerando renda.

1. Suporte para bicicleta e estante

O suporte criado pelo designer norte-americano Chris Meierling é perfeito para decorar ambientes internos. Os pallets são dispostos verticalmente e neles foram colocados dois suportes simples. A mesma técnica foi utilizada para fazer estantes de livros que completam a decoração. (veja mais)




2. Cadeiras

A designer inglesa Nina Tolstrup resolveu dar um final feliz aos pallets, transformando-os em diferentes cadeira e poltronas. O design é simples, porém muito original. (saiba mais)




3. Jardim Vertical

Existem muitos projetos decorativos que usam pallets, da mesma forma que existem diversas opções de jardins verticais. A ideia de misturar os dois é da paisagista Fern Richardson, o resultado é um jardim funcional. Você também pode fazer uma horta utilizando a mesma técnica. (veja o passo a passo)




4. Mesas

Uma ideia bem bacana é transformar os pallets em mesas. Eles podem servir tanto como tampo de mesas mais altas, como para mesinhas de centro. No caso das mesas de centro, é só acrescentar rodinhas e um tampo de vidro para dar um toque especial.




5. Cabeceira para cama

Uma maneira muito fácil de reutilizar este tipo de madeira é fazer uma cabeceira para cama. O método é simples: basta lixar bem a madeira e fixá-la à parede atrás de sua cama. A cabeceira pode ser personalizada, utilizando tinta ou verniz.




Fonte: CicloVivo

Designers britânicos produzem banquetas com plástico do mar


Os bancos são feitos a partir de resíduos plásticos retirados do mar. | Foto: Reprodução/Vídeo

O Studio Swine desenvolveu uma linha de bancos feitos a partir de resíduos plásticos retirados do mar. A coleção é feita de maneira simples, utilizando ferramentas comuns, o que torna a criação replicável por pessoas em qualquer lugar do mundo.

De acordo com o site do estúdio de design, a coleta de plástico feita nas praias é a maneira mais fácil de conseguir plástico e ainda evitar que estes resíduos sejam levados para o alto mar, onde se transforma em um perigo aos animais. 

O primeiro cuidado tido pelos designers após a coleta do plástico é separado da areia, o que é feito usando apenas um balde com água. Depois disso, eles separam os plásticos de acordo com os pontos de fusão semelhantes. Existem gráficos e marcações em todos os plásticos fabricados que identificam seus componentes. Em alguns casos não é possível fazer a identificação correta. Assim, a sugestão é de que seja coletada uma quantidade grande do mesmo plástico.

Com os resíduos devidamente separados e secos, a equipe tritura-os, para que tenham tamanho médio de 1cm X 1cm, pois isso facilitará o derretimento do material. Para o derretimento, os designers utilizam uma panela adaptada com um filtro na tampa. Que ajuda a reduzir a quantidade de fumaça e elementos tóxicos liberados com a queima do plástico.

Os moldes usados para fazer as três pernas da banqueta são de alumínio e podem ser reaproveitados de resíduos de obra. O assento é feito simplesmente utilizando duas placas de pedra que pressionam a massa plástica até que ela fique reta e redonda. Para as pessoas que desejam replicar a ideia, uma pia de pedra pode substituir as placas.

Com todos os moldes prontos, os designers precisam apenas retirar as rebarbas do plástico, alinhar as pernas do banco e fixá-las ao assento utilizando parafusos. A equipe disponibiliza o passo a passo completo em seu site. Clique aqui para acessar.

Veja abaixo o vídeo que mostra o processo de produção da banqueta.


Fonte: CicloVivo

Ventilador ecológico que economiza até 70% de energia é lançado no Brasil



Ele é silencioso e funciona com pilhas, baterias e painéis fotovoltaicos. | Foto: Divulgação


No verão, o uso de ventilador e ar-condicionado para aliviar o calor é inevitável. O problema é que tais produtos consomem muita energia. Para amenizar essa questão, foi desenvolvido um ventilador com tecnologia verde, que chega ao mercado brasileiro como uma opção sustentável.

O produto foi apresentado na XVI FIMAI (Feira do Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade), que ocorreu em São Paulo. O modelo possui madeira reciclada, grade metálica e design inspirado no movimento art déco. Ele é silencioso e funciona com pilhas, baterias e painéis fotovoltaicos.

Desenvolvido pela arquiteta Luiza Burkinski, o dispositivo pode economizar até 70% de energia em relação aos ventiladores tradicionais. A tecnologia que permite essa economia foi criada por dois engenheiros brasileiros.

Um dos idealizadores do motor econômico, Roberto Frascari, afirma que a fonte de energia utilizada é muito mais limpa, eficiente e menos poluente. “O funcionamento do motor é simples. Ele utiliza energia pulsada, diferentemente dos convencionais que funcionam com corrente contínua ou alternada. Isso permite que o motor trabalhe frio e em equilíbrio com a natureza”.

O ventilador é produzido artesanalmente pela Keppe Motors. Segundo a empresa, esse é o primeiro modelo ecológico lançado no Brasil. Ao comprá-lo, o cliente tem um duplo benefício: além da questão ambiental, a venda do produto ajuda a promover a inclusão social dos artesões da cidade de Cambuquira, em Minas Gerais. 

Com informações do Ecycle.

O vídeo abaixo mostra os benefícios da tecnologia ecológica do ventilador:



Fonte: CicloVivo

Brasil é responsável por 2% da emissão global de gás metano



O Brasil é responsável pela geração de 2% do gás metano emitido no planeta. | Foto: Blog Sem Destino


O Brasil é responsável pela geração de 2% do gás metano emitido no planeta, de acordo com Christopher Godlove, coordenador de projetos da Environmental Protection Agency (EPA). Apesar de este ser um gás com alto potencial energético, ele é pouco aproveitado no Brasil.

Os maiores geradores de metano do mundo são: os Estados Unidos, com 26%, e a China, com 11%. “Os aterros sanitários são a terceira maior fonte de emissão de metano”, acrescentou Godlove.

Ainda segundo o especialista da EPA, há mais de 1.100 projetos de aproveitamento de biogás de aterro sanitário no mundo, sendo que pelo menos 600 estão nos Estados Unidos. Dessas iniciativas americanas, mais de 250 visam a geração de energia elétrica, totalizando uma capacidade instalada de 1.100 MW.

Em sua participação no seminário promovido pela Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), Godlove salientou que, para que sejam viáveis economicamente, os projetos de recuperação de biogás contam nos Estados Unidos com mecanismos de incentivo fiscal, como o PTC (Production Tax Credit), pelo qual o governo federal concede incentivo de US$ 0,10 por kWh.

“Outros pontos que devem ser considerados para se avaliar a viabilidade de um projeto dessa natureza são a proximidade do gride, o preço da energia no mercado, as condições regulatórias e os possíveis compradores”, salientou Alfredo Nicastro, VP da MGM Innova, consultoria que desenvolveu o Atlas Brasileiro de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) e Potencial Energético em conjunto com a Abrelpe.

Para o diretor executivo da entidade, Carlos Silva Filho, o governo brasileiro precisa criar programas que estimulem novas fontes de energia renovável. “Além disso, é importante que a redução de tarifas de distribuição e transmissão seja estendida a projetos com potência superior a 30 MW”, ponderou, ao enfatizar que, em razão desses fatores, a energia gerada a partir do biogás não é competitiva se comparada à eólica e à solar.

“Um de nossos objetivos ao desenvolver o Atlas é justamente municiar o governo de dados, de forma que possam avaliar possíveis incentivos para a geração de energia pelo setor de resíduos sólidos”, concluiu Silva Filho.


Fonte: CicloVivo

Conheça 4 substitutos sustentáveis do açúcar



As alternativas podem ser utilizadas tanto para adoçar bebidas, como para elaborar receitas. | Foto: Matheusz Atroszko/SXC

Substituir o açúcar pelo mel e por outras propriedades naturais pode ser uma maneira simples de tornar a vida mais doce. Aliadas de uma vida saudável, as alternativas para adoçar bebidas e comidas melhoram o funcionamento do organismo e podem ajudar – e muito – o meio ambiente.

Rapadura
O tradicional doce nordestino é um dos melhores substitutos sustentáveis para o açúcar. Isso porque, além de ser produzida apenas no Brasil, a rapadura é feita artesanalmente, dispensando o agressivo trabalho industrial e o uso de embalagens mais elaboradas. Além disso, utilizar as sobras do doce ralado no lugar do açúcar é uma boa alternativa para evitar o desperdício da rapadura.

Mel
Fabricado pelas abelhas, o mel é rico em carboidratos, vitaminas do complexo B e minerais. Constituído por frutose e glicose, tem ação contra fungos e bactérias, além de atuar contra dores de estômago e transtornos gastrointestinais mais sérios. Produzido na natureza, o mel é o doce mais bem aceito pelo corpo, podendo substituir o açúcar tanto para adoçar bebidas, como na hora de elaborar receitas na cozinha.

Açúcar orgânico
Até chegar às casas das pessoas, o açúcar orgânico não sofre com a ação de aditivos químicos – nem durante o cultivo, nem ao longo da fabricação. Sendo assim, a versão orgânica é mais nutritiva do que a refinada (comum) e tem menos substâncias que prejudicam o funcionamento do corpo. Entretanto, o consumo do açúcar orgânico deve ser controlado, uma vez que ele também aumenta a taxa glicêmica.

Açúcar mascavo
Rico em cálcio, fósforo, potássio e magnésio, o açúcar mais escuro é obtido das primeiras extrações da cana. Além de ter menos calorias do que a versão convencional, o açúcar mascavo costuma ser vendido a granel, o que torna o produto mais sustentável. Assim como as demais alternativas, o mascavo pode se utilizado para adoçar bebidas e na elaboração de receitas. 

Com informações do portal Minha Vida.

Fonte: CicloVivo

quinta-feira, 7 de março de 2013

Planos do Setor de Saneamento Básico


Designer cria embalagem que se torna o próprio produto



Já parou para pensar sobre a quantidade de embalagens de produtos que descartamos diariamente? Todos os anos jogamos toneladas de resíduos de embalagens no lixo. A solução para este problema está nos três “Rs”, afinal de contas, quando reduzimos, reutilizamos e reciclamos, a tendência é diminuir esse volume mais e mais.

Novos conceitos de embalagens também são uma alternativa, a exemplo das ideias do designer norte-americano Aaron Mickelson, que desenvolveu embalagens que não vão para o lixo, uma vez que esta se transforma no produto em si.

O projeto fez parte da tese de mestrado de Mickelson. Segundo ele, a ideia surgiu quando se perguntou: será que podemos eliminar completamente os resíduos? Foi então que ele desenvolveu uma série de protótipos a partir de marcas muito utilizadas e conhecidas nos Estados Unidos.

Um exemplo é a do sabão em pó PODs da Tide. A marca utiliza uma embalagem grande com sabão. A ideia do designer foi criar um pacote com sachês de sabão costurados que vão para a lavagem dentro da própria embalagem, já que ela é solúvel, assim como a tinta de impressão do pacote. Os consumidores destacam cada POD e usa um por um, sem gerar resíduos.



O mesmo conceito ele utilizou nas embalagens de sabonete da marca Nívea. O pacote é produzido em um papel-séptico que se dissolve ao entrar em contato com a água.



No caso dos sacos de lixo Glad, os sacos são embalados em um rolo, com a etiqueta impressa no exterior. O utilizador puxa cada saco para fora a partir do centro, até que reste apenas o saco exterior,  por sua vez também utilizado como saco de lixo.


Apesar dos protótipos representarem boas ideias, Mickelson afirmou ao site Inhabitat que, até agora, nenhuma das marcas incluídas em seu projeto "estendeu a mão" para ele. "As empresas só vão querer reduzir definitivamente o impacto de suas embalagens quando os seus consumidores exigirem", concluiu.

Fonte: Ecodesenvolvimento.org 

Seminário "A Politica de Saneamento Básico: Limites, Avanços e as Possibilidades de Universalização"


Seminário Segurança e Cooperação pela Água


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I N S C R E V A - S E    A Q U I !

Água: riscos à saúde, impactos das embalagens e cuidados no consumo


Garrafas plásticas causam grande impacto ambiental

A água é uma das mais importantes substâncias presentes na Terra. Sem água, não haveria vida. Os médicos indicam o consumo de, no mínimo, dois litros de água por dia para garantir o bom funcionamento do nosso organismo. Mas de onde vem sua água? Você já parou para pensar quanto as opções que faz ao consumir a preciosa substância, qualidade do líquido e embalagem?

O impacto ambiental da embalagem

As garrafas de água, na grande maioria das vezes, são feitas de um tipo específico de plástico derivado do petróleo chamado politereftalato de etileno, comumente conhecido como PET. De acordo com matéria publicada narevista National Geographic, os EUA, maior consumidor mundial de água mineral engarrafada, supre sua demanda anual com o equivalente a 29 bilhões de garrafas, para as quais a produção envolve cerca de 17 milhões de barris de petróleo na manufatura do PET. Uma quantidade considerável, sobretudo ao pensarmos que se trata de um produto, praticamente, descartável. Isso mesmo, uma quantidade enorme de energia envolvida para que utilizemos somente uma vez o produto. De certo importa as reciclabilidade do material, mas não devemos esquecer o investimento em energia e logística necessários à reciclagem e, sobretudo, que somente uma fração do produto acaba sendo reprocessado. Uma enorme quantidade do material tem como destino os depósitos de lixo e o pior, muitas vezes acabam em rios e mares.

Saúde do seres

Ao chegar ao meio ambiente, principalmente nos oceanos, as garrafas levam aproximadamente 400 anos no processo de degradação. Além disso, acabam transformando-se em microplástico, pequenas partículas plásticas poluentes e tóxicas, responsáveis pela morte de milhares de animais.

O politereftalato de etileno, como o próprio nome sugere, possui ftalatos em sua composição. Estudos relacionam este composto químico ao desenvolvimento de diabetes e obesidade em homens. Esse composto também é considerado uma fonte de xenoestrogênio, que pode levar ao desenvolvimento de inúmeros problemas de saúde para as mulheres, como desregulação hormonal e doenças ovarianas.

Enfrentando o problema

O IPEA aponta que, no Brasil, entre os anos de 1974 e 2003, houve um aumento no consumo de água mineral por famílias, de 5.694%. A ideia seria diminuir o consumo de água engarrafada ao mínimo necessário. De acordo com o Ministério da Saúde, a Anvisa e as empresas de saneamento estaduais afirmam que a água que sai da torneira das residências é própria para consumo imediato.

Mesmo assim, o mais indicado para o consumo de água em casa seria a combinação da filtragem e a não geração de mais lixo, assim como a precaução contra a possibilidade de exposição da saúde a riscos desnecessários (potencialmente associados ao consumo de água engarrafada em embalagens plásticas). Os filtros domésticos são boas opções. Alguns dos modelos utilizam energia elétrica, mas há outros que não requerem o consumo de eletricidade. Dos filtros não são movidos a energia elétrica, uma alternativa é Pure It, da Unilever, é um dos mais indicados, pois além da economia de energia, não exige conexão com a tubulação e possui, como se espera, tecnologia microbicida eficaz. A capacidade de filtragem do kit purificador declarada pelo fabricante é de 750 litros. Variações de preços podem ocorrer, mas ao considerarmos o custo do litro de água engarrafada à razão de 1 real o litro, o valor alcançado no consumo dos 750 litros será superior a três vezes o valor do aparelho.

O plástico é extremamente importante para o homem e pode ser utilizado no desenvolvimento de produtos de tecnologia de ponta. Mas seu uso deve ser restrito a situações em que ele é indispensável.

Fonte: eCycle

Maior recicladora de papéis do Nordeste conta com certificações FSC



Fábrica da Penha em Santo Amaro, no Recôncavo baiano
Foto: Sudic

A Penha Papéis, maior produtora de papel reciclado do Nordeste, conta com a certificação sustentável Forest Stewardship Council (FSC) em todas as suas unidades instaladas na Bahia - a produção anual do tipo ondulado (destinado à fabricação de embalagens) é de 120 mil toneladas.

“A certificação atesta o manejo florestal ambientalmente adequado, socialmente benéfico e economicamente viável da Penha”, afirmou o diretor geral das unidades Bahia e Paraná, Maurício Andrade.

Segundo ele, o processo se inicia na aquisição de papelão descartado (132 mil toneladas anuais), que serve de matéria-prima para a fabricação de papel, que, por sua vez, se destina à fabricação de embalagens de papelão, voltadas às indústrias de alimentos, higiene e limpeza, eletroeletrônicos, farmacêuticos e calçados.

“De forma inédita no Brasil, o processo industrial de fabricação de papel da Penha utiliza como energia a biomassa de bambu, cultivado de forma sustentável em fazendas nos municípios de Santo Amaro, Cachoeira e São Francisco do Conde”, explicou Andrade.

As atividades das quatro unidades baianas (Depósito de Aparas Nossa Senhora da Penha, Penha Papéis, Penha Embalagens e Penha Agroflorestal) geram aproximadamente 1,5 empregos diretos na região de Santo Amaro e em Salvador, além de mobilizarem cerca de 28 mil pessoas no estado, envolvidas com coleta de aparas de papelão, geralmente organizados em cooperativas.

O Grupo Penha também se concentra nos estados de São Paulo e no Paraná.


Sapatos biodegradáveis são destaque na passarela da Semana de Moda em Paris



Sapatos com solas biodegradáveis foram divulgados pelo instagram da estilista

Desde 29 de fevereiro já está rolando em Paris, na França, a Semana de Moda outono/inverno 2013. O evento, que vai até dia 7 de março, já trouxe boas surpresas em relação a moda sustentável. A estilista britânica Stella McCartney apresentou nas passarelas uma coleção ecologicamente consciente. Nada de peles e couros, apenas materiais biodegradáveis.


Na passarela, a estilista britânica manteve sua linha "amiga da natureza"
Fotos: Getty Images

A filha do ex-Beatle Paul McCartney quis mostrar por meio de suas peças o seu ideal ambientalista, e reforçou o pedido global de manutenção da proibição da caça de ursos polares com fins comerciais. Ela contou, através de conta no Twitter, que viajou a Manitoba, no Canadá, para admirar as "criaturas espetaculares" presentes na natureza, e lamentou que, até 2050, dois terços da população mundial de ursos polares irão desaparecer.

  
No desfile, a plateia pode ver sapatos com solas biodegradáveis, além de casacos e vestidos feitos a partir de lã e algodão orgânicos. Segundo jornal Folha de São Paulo, ela foi a única estilista que conseguiu a façanha de construir um império econômico com uma moda "ética".

Relembrando

A organização ambientalista Greenpeace divulgou, em fevereiro desse ano, uma classificação das 15 grandes marcas de moda com base em critérios ecológicos. Na lista, a ONG criticou empresas como Louis Vuitton, Hermes, Chanel, Alberta Ferretti, Dolce&Gabbana e Prada por não levarem tais questões em conta. Já a marca italiana Valentino recebeu uma boa nota da organização por promover "uma política de compras que implica o desmatamento zero".