sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Gestão Ambiental é tema de doutorado na Universidade Positivo

Ken Teegardin/Creative Commons

Até dia 09/09 é possível fazer inscrição para o processo seletivo de doutorado em Gestão Ambiental da UP – Universidade Positivo. O curso é destinado a mestres de áreas com temática ambiental e possui duas linhas de pesquisa: “Avaliação e Modelagem Socioambientais” e “Planejamento, Conservação e Desenvolvimento Socioambientais”. O pré-cadastro é realizado pelo site da universidade.

Formação acadêmica, publicações e experiência profissional serão levados em conta na seleção dos candidatos. Redação presencial e defesa de tese também fazem parte do processo.

O resultado será divulgado até 07/10 e as aulas começarão em 21/10.

SERVIÇO
Curso de Doutorado em Gestão Ambiental
Local: Rua Prof. Pedro Vitriato Parigot de Souza, 5.300 – Campo Comprido, Curitiba/PR
Inscrições: até 09/09 no site da universidade
Informações: (41) 3317-3202


Fonte: Planeta Sustentável 

Milho e sorgo estão entre as fontes eficientes de energia diz estudo da Esalq/USP

Guilherme Pimenta/Creative Commons

Plantas forrageiras - como milho, sorgo, cultivares de P. maximum e Tifton 85 - são fontes mais eficientes de bioenergia, segundo estudo da Esalq - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP - Universidade de São Paulo. Em contrapartida, culturas de aveia, azevém, cevada e milheto apresentam valores energéticos menos favoráveis.

Para Maria Carolina da Silva Andrea, engenheira agrônoma e autora da pesquisa de Pós-graduação em Engenharia de Sistemas Agrícolas, "a análise de fluxos de energia possibilita uma avaliação da sustentabilidade de sistemas de produção agrícola, que visa o uso eficiente de insumos em termos energéticos".

O assunto é cada vez mais importante, já que a demanda energética mundial só aumenta. O grande desafio é encontrar fontes de energia eficientes que não prejudicam o meio ambiente.


Fonte: Planeta Sustentável 

Nike lança aplicativo que ajuda designers a fabricarem roupas sustentáveis


Uma das líderes no mercado de roupas e calçados esportivos assumiu mais um compromisso em favor da redução de seus impactos ambientais. Em meio a constantes notícias sobre trabalho escravo no mundo da moda, a Nike desenvolveu um aplicativo que promete facilitar a fabricação ecológica de roupas.

A multinacional já lançou tênis de rolha de espumante, tênis de revista reciclada e chuteira com materiais reciclados, além de ter se comprometido com o Greenpeace a eliminar as substâncias químicas perigosas de sua produção. Agora, a empresa desenvolveu um aplicativo que permite verificar o impacto de cada material usado para criar uma peça, sendo possível analisar e escolher a opção menos agressiva ao meio ambiente.

A ferramenta Making foi desenvolvida junto a estudantes do Colégio de Moda de Londres, que deram ideias e opiniões. A classificação dos materiais leva em consideração quatro fatores: água, química, energia e resíduos. "O aplicativo nos ajudou a identificar materiais que têm menos impactos ambientais, sem comprometer o processo de design. Ele mostra que a sustentabilidade não é um limite, mas uma nova maneira inspiradora de olhar para a criação do produto", afirmou o estudante Alasdair Leighton-Crawford.

"Nós criamos o aplicativo para capacitar designers de qualquer lugar do mundo a fazerem melhores escolhas nas fases iniciais do processo, para, finalmente, criarem produtos melhores para os consumidores e para o planeta." disse Lee Holman, representante do setor de design de vestuário da Nike.

 



O Making está disponível para download gratuito na loja iTunes da Apple.

Veja abaixo como funciona o aplicativo:



Fonte: CicloVivo

Designers criam sacolas constrangedoras com objetivo ambientalista

Retratando silhuetas de armas e outros objetos mal vistos socialmente, sacolas querem inibir seu próprio uso
  


Sacolinhas plásticas são um problema imenso para o meio ambiente, tendo em vista o longo tempo gasto para sua decomposição. Descartadas de forma incorreta, elas podem trazer consequências graves à fauna marinha, por exemplo. Muitas politicas já foram implementadas para evitar o uso delas, no entanto, devido a diversos motivos, elas ainda permanecem. O uso desenfreado continua existindo, mesmo que haja diversas alternativas ao seu uso.

Como esse problema não é exclusivo do Brasil, a agência britânica Mother London criou as chamadas "Uncarriable Carrier Bags" ("sacola não carregável", em tradução livre). Seu objetivo é desestimular o uso das sacolas plásticas de uma maneira não usual. Essa sacolas são marcadas com figuras que deixam seus usuários envergonhados, pois dão a impressão que estão transportando consigo explosivos, armas, consumo de drogas ou mercadorias constrangedoras, típicas de sex shops.

Outro objetivo é passar a mensagem de que as sacolas fazem tanto mal quanto os objetos impressos nelas, tais como armas ou drogas. Confira abaixo mais fotos da novidade:
  



 




Embaraçoso, né? Mais embaraçoso é o descarte incorreto, gerador de impactos difíceis de serem revertidos no meio ambiente. O único problema é o "estilo" das sacolas, que têm potencial para fazer sucesso entre jovens.

Fonte: Design Taxi

Smartrashcan: a polêmica lixeira de rua inteligente

Tecnologia utilizada pela empresa inglesa Renew permite identificar os pedestres por seus smartphones


Se hoje os smartphones estão em alta, será que avanços tecnológicos não podem alcançar outros objetos? A empresa inglesa Renew teve a ideia de criar a "lixeira inteligente" para coleta de recicláveis e instalou, em 2012, 12 dispositivos "smart" em suas 100 lixeiras de coleta seletiva espalhadas por Londres. Os mecanismos identificam proximidade, velocidade e marca do smartphone utilizado pelos pedestres que passam por ali, por meio do reconhecimento via wi-fi do MAC adress, endereço único de identificação.

Essas lixeiras já não são comuns, elas possuem telas digitais destinadas a anúncios publicitários, e os dispositivos fornecidos pela companhia Presence Orb são, segundo a própria empresa, instrumentos de análise que proporcionam relatórios sobre as pessoas que passam e com que frequência transitam pelo local onde o dispositivo está instalado. Seria algo semelhante a um cookie, só que no mundo real, ou seja, uma forma de armazenamento das preferências do sujeito para identificar que tipo de publicidade lhe seria conveniente.
Entenda melhor essa tecnologia a partir do vídeo abaixo:


A nova tecnologia de pesquisa mercadológica, no entanto, não agradou a todos. Em três sites da mídia inglesa, dentre eles, o Gigaom, TheVerge e Quartz, houve uma resposta negativa a esse novo método. Os três fazem uma crítica relacionada à invasão de privacidade, assunto muito corrente quando se trata de tecnologia. De acordo com o Gigaom, todo e qualquer tipo de controle de “personal data” (dados pessoais) deve ser informado ao indivíduo por lei, exceto se por propósitos de pesquisa - mas nesse caso a pesquisa tem caráter comercial, o que o tiraria da exceção. A empresa até oferece um meio para a pessoa que optar por cancelar sua identificação. Porém, muitos nem sabem que estão sendo rastreados por lixeiras de coleta de recicláveis.

Em resposta às reações negativas, o diretor executivo da Renew, Kaveh Memari, publicou uma mensagem oficial no site da empresa relatando, primeiramente, que os testes iniciais com a nova tecnologia já cessaram. Entretanto, ele ressaltou o fato de o MAC adress fornecer informações anônimas, ou seja, não divulga nada mais que a frequência da pessoa que transita pelo local e a marca de seu aparelho - não colhendo informações pessoais, como nome ou endereço. Além disso, Memari afirma que futuros desenvolvimentos não dependem apenas da tecnologia, mas também das pessoas se adaptarem e se sentirem confortáveis em relação a ela. Segundo ele, a preocupação da empresa é de prestar serviços à população de Londres, tendo sempre em vista as leis de proteção, seguindo as normas éticas da cidade.

De fato a tecnologia pode vir com muitos benefícios, mas é preciso refletir e estar atento para ver de onde ela vem, para quem e para quê está sendo utilizada.

Confira abaixo o vídeo da Renew:



Fonte: eCycle

Fazer xixi no mar está liberado por cientistas

Não passe mais aperto: fazer xixi no mar não causa problemas à natureza, garante cientista. Já o esgoto sim



Quem nunca ficou apertado na praia e viu no mar a opção de “banheiro” mais próximo e sem filas ou consumação mínima? Muitos pais proíbem seus filhos de fazerem xixi no mar ao tentar ensiná-los a respeitar a natureza. Mas cientistas afirmam que isso não é prejudicial aos mares e nem aos animais que ali vivem, até porque eles também excretam na água.

A urina humana é composta de água, em torno de 95%, e sais diversos. O cloreto e o sódio contribuem com aproximadamente 1 a 2 gramas por litro (g/L) de urina, enquanto a creatinina tem um índice de 0,7 g/L e, a ureia, de 9 g/L.

Apesar da urina se parecer com o mar em sua composição, a creatinina e a ureia não são encontradas na água em que nadamos, pois essas substâncias são usadas pelo corpo como uma rota de eliminação de nitrogênio. Esse elemento é muito importante, pois assume o papel de fertilizante nos mares e promove a sobrevivência de várias espécies de plantas.

A eliminação de ureia, por ocorrer em maior quantidade, levanta dúvidas a respeito das consequências. Mas o doutor Stuart Jones, especialista inglês, afirma que mesmo que toda a população mundial, de aproximadamente 7 bilhões de pessoas, urinasse ao mesmo tempo, liberando 3 gramas de ureia em um único oceano, a concentração de ureia total seria pequena se comparada com o volume de água. Portanto, ela seria diluída.

Uma baleia, que tem o tamanho, em média, de 16 vezes seres humanos, excreta 970 litros de xixi por dia. Ou seja, contribui 23 vezes mais que os humanos para a conta de quantidade de cloreto e sódio. Mas claro que os animais não despejam nos mares algumas substâncias que nós, infelizmente, ainda descartamos de modo errado.

Alguns estudos têm mostrado comportamento afeminado de peixes devido a hormônios usados em anticoncepcionais que chegam aos corpos d’água através de esgoto. E também comportamento diferenciado devido à exposição dos animais a remédios ansiolíticos, também erroneamente descartados. Além disso, o excesso de nitrogênio na água, devido a ações humanas, causa a eutrofização, que pode levar muitos animais à morte.


De qualquer forma, prefira urinar no banheiro, ainda mais se você fizer uso de remédios diariamente.

Fonte: eCycle

Estão abertas inscrições para o IV Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade & Amor a Natureza

Empresas, pessoas, projetos e cases ligados ao meio ambiente e à sustentabilidade podem se inscrever ou serem indicados ao "Oscar da Ecologia 2013"

 

Estão abertas até 04 de outubro de 2013, as inscrições ou indicações para o "IV Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade & Amor a Natureza", que poderão ser feitas no site da premiação.

Criado em 2010, por iniciativa do Grupo Ecológico, a premiação reconhece 14 categorias, divididas em temas como biodiversidade, serviços, tecnologia, verde, educação ambiental, mobilização social, além de atuações louváveis de pessoas e projetos na questão ecológica.

Entre as ações reconhecidas pela premiação, pode-se elencar iniciativas como o Projeto Rondon Resíduos da PUC Minas, o Programa Ambientação, focado na educação ambiental de servidores públicos, a atuação da atriz global Camila Pitanga no “Veta Dilma” ao Novo Código Florestal e a ação de transformar óleo de cozinha em produtos, da empresa Recóleo.

A cerimônia de entrega do Oscar da Ecologia de 2013 acontecerá no dia 09 de dezembro no ex-Cine Theatro Brasil, no centro de BH, sob a presidência da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.


Para mais informações, acesse o site oficial do Prêmio HugoWerneck.

Fonte: eCycle

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Vaga de carro vira zona de convivência em SP

Nesta vaga havia um carro, mas agora não há mais. E quem chega perto se espanta com o que encontra no lugar – uma área para encostar a bicicleta, tomar uma banho de sol, ou ainda relaxar entre uma pausa e outra do expediente. Bem-vindo à Zona Verde, a versão paulistana do projeto conhecido como "parklet", tendência mundial que transforma vagas de carro em zonas de convivência.

Numa primeira etapa, o Zona Verde vai ocupar, de hoje até domingo (18), duas vagas do estacionamento rotativo pago Zona Azul, uma na Rua Maria Antônia, no bairro da Consolação (cima) e outra na Rua Amauri, no Itaim Bimbi, como parte do projeto Design Weekend (DW!).

O mobiliário é composto por peças de madeira e de concreto em estrutura modular, que criam floreiras e bancos. A coluna vertebral da empreitada é a ideia de recuperar o espaço público para o uso coletivo e tornar ruas e bairros mais humanos e amigáveis.

“São Paulo não é uma cidade para pessoas, é uma cidade para carros. Isso precisa mudar. E o primeiro passo é atacar a questão da mobilidade”, diz Lincoln Paiva, presidente do Instituto Mobilidade Verde. “Uma cidade boa para pessoas tem que criar meios para que possamos nos deslocar a pé, com facilidade e com prazer. O simples ato de sair de casa até o ponto de ônibus pode ser um martírio aqui”, critica.


Além do Instituto Mobilidade Verde, participam do projeto o grupo Design Ok, o Gentilezas Urbanas do Secovi-SP e os escritórios de arquitetura Zoom e H2C.

Com o Zona Verde, os organizadores pretendem criar um canal de diálogo com a sociedade, para debater questões ligadas à ocupação do espaço. Para atrair a sociedade para o debate, foi criado um site onde as pessoas podem contribuir com propostas. Esta é apenas uma prévia do que vem por aí.

Os desafios de se ocupar uma vaga


Numa segunda etapa, novas Zonas Verdes deverão ser instaladas pela cidade durante a 10º Bienal de Arquitetura, que começa em outubro. Com essas investidas, o projeto pretende se tornar parte da realidade da cidade, ainda que com intervenções temporárias, em dias específicos da semana.


O desafio maior será ganhar status permanente. Só para realizar as duas instalações durante o Design Weekend, foram necessários mais de seis meses de negociações com as autoridades públicas. Embora não tenham encontrado muitas resistências no caminho, os organizadores apontam a burocracia e os impedimentos legais como principais entraves. Pela lei paulistana, a Zona Azul só pode ser ocupada por carros.

Em São Francisco, nos EUA, berço do movimento do parklet, as vagas poderiam ser ocupadas com outros fins desde que se pagasse pelo tempo de ocupação do espaço. Por aqui, a abordagem da Zona Verde é mexer mais fundo na estrutura e questionar a própria gestão do espaço público. Estimular mudanças na lei faz parte disso.



Fonte: Exame.com 

Singapura planeja construir 2 mil hortas verticais


As autoridades públicas de Singapura vêm estimulando os agricultores a construírem projetos de hortas verticais. A medida tem por objetivo instalar duas mil torres de produção agrícola, a fim de driblar a falta de terras apropriadas para o cultivo de alimentos no país, um dos fatores causados pela urbanização descontrolada.

As hortas verticais são construídas em torres, que têm capacidade para fornecer cerca de 150 quilos de alimentos por mês à população. Uma das hortas que fazem parte da ação do governo foi construída em uma periferia, com um moderno sistema que permite a produção eficiente de alimentos: assim, o complexo é formado por torres de nove metros de altura, que ocupam uma área de 35 mil metros quadrados.

No local, os vegetais se desenvolvem em prateleiras móveis, as quais permitem que todas as plantas tenham acesso à irrigação e aos raios de sol. De acordo com o G1, cada torre de plantação vertical custa 15 mil dólares, e, até agora, foram construídas 500 em todo o território.

As hortas verticais, que já fazem sucesso entre os habitantes do país asiático, deverão ficar mais comuns no mundo todo nos próximos anos, principalmente porque os custos de implantação tendem a abaixar futuramente.

Dickson Despommier, pesquisador da Universidade da Columbia, nos Estados Unidos, acredita que a queda de preços acompanhará o aperfeiçoamento do sistema. “As tecnologias para hortas verticais não estão num futuro muito distante. Daqui a um tempo, os processos serão tão eficientes quanto a geração de energia solar”, declarou Despommier ao jornal The World.


Fonte: Ciclo Vivo 

Impressora transforma plástico e metal em painéis solares flexíveis


Pesquisadores australianos da Universidade de Melbourne, do Victorian Organic Solar Cell Consortium e da agência CSIRO desenvolveram uma nova impressora, capaz de inserir painéis fotovoltaicos em pedaços de plástico e metal. O equipamento tecnológico consegue imprimir as células solares em altas velocidades – de acordo com os inventores, elas são inseridas no espaço de uma folha A3 em apenas dois segundos.

O dispositivo pode facilitar a geração de energia renovável no mundo inteiro, e a fabricação dos painéis fotovoltaicos ocorre quando as tintas semicondutoras de eletricidade são colocadas em cima dos pedaços de plástico ou de metal, a um ritmo de uma célula solar a cada dois segundos. Como a impressora utiliza materiais flexíveis, as estruturas criadas no sistema tornam-se mais versáteis do que os painéis solares convencionais.



Devido à flexibilidade do material, os cientistas acreditam que as estruturas fotovoltaicas impressas possam ser instaladas não só nos telhados das casas, mas também em janelas e até mesmo em computadores, celulares, tablets e outros dispositivos móveis, fazendo com que a bateria dure mais tempo.

Diferente da maioria dos novos produtos de tecnologia verde, a impressora rápida de painéis solares já pode ser levada pra casa – mas o equipamento custa, em média, 425 mil reais. A Universidade de Melbourne aceita encomendas, o que possibilita muitas residências, empresas e fábricas a criarem seus próprios módulos de energia limpa instantaneamente.


Confira o vídeo abaixo (em inglês), produzido pela CSIRO: 

Aprenda como ser sustentável durante o churrasco em família

Quem não gosta de um churrasco com a família e os amigos nas horas vagas? Mas é importante lembrar que a prática não é tão sustentável assim. Além de emitir gases de efeito estufa (GEEs), há muito desperdício nesses momentos. Por isso, é necessário adotar algumas atitudes na hora da diversão, para não deixar de lado o cuidado com o meio ambiente e o consumo consciente.



Conheça uma lista de sete atitudes sustentáveis que podem ser adotadas na hora do churrasco:


1. A fonte de fogo

Na hora de escolher como fazer o fogo da churrasqueira pegar, esqueça a madeira e o carvão vegetal. Além de ser prejudicial ao meio ambiente, eles podem incomodar àqueles que têm problemas respiratórios. Por isso, escolha o carvão ecológico, que produz duas vezes mais calor que o vegetal e solta menos fumaça e resíduos, porque é feito com sobras de pó de carvão de indústrias siderúrgicas, argila e fécula de mandioca. Ele é vendido principalmente para utilização em churrasqueiras e já é produzido no Brasil.

Lembre-se que o carvão mineral, além da poeira preta, emite dióxido de enxofre e óxidos de nitrogênio na atmosfera, o que também compromete a saúde de quem respira esses gases.

2. Evite usar utensílios plásticos



Se o churrasco é em família, para quê utilizar pratos, talheres e copos de plástico? Apenas para poupar trabalho após a farra? Esqueça-os! Eles poluem o ambiente, demoram para se decompor e podem virar comida de pássaros, que confundem comida com esse tipo de material. Use os utensílios convencionais.

3. Escolha os alimentos orgânicos


Os alimentos orgânicos são todos aqueles produzidos em sistemas que não utilizam agrotóxicos ou insumos artificiais em sua produção, como inseticidas, herbicidas, fungicidas, nematicidas ou adubos químicos. Então, que tal escolher os vegetais da horta feita em casa para fazer a salada? Se não tiver uma, escolha fazer as compras em feiras locais - com isso você vais economizar tempo, combustível e ainda vai ajudar a movimentar a economia de seu bairro.

4. Diga não as latinhas


Tudo bem que as latinhas de cerveja e refrigerante que circulam durante o churrasco são recicláveis. Mas, se você perceber que não vai dar o destino correto a elas, escolha bebidas em garrafas de vidro, que são devolvidas aos depósitos e bares na compra de outras. O ato ainda ajuda na redução do total de resíduos finais da festa.

5. Pense no descongelamento


Livre-se da ideia de descongelar os alimentos que serão utilizados durante o churrasco no micro-ondas. Apesar de parecer prático, gasta muita energia elétrica. Por isso, escolha fazê-lo de maneira natural, retire-os do congelador e mantenha-os na geladeira durante toda a noite anterior à festa.

6. Não desperdice alimentos


Procure fazer o cálculo exato da quantidade de alimentos utilizados para que não sejam desperdiçados. Caso sobre alguma comida, guarde-a na geladeira para consumir no dia seguinte. Se a quantidade for grande doe àqueles que precisam.

7. Não abuse no consumo e certifique-se sobre a origem da carne


Uma pesquisa realizada por especialistas da Universidade de Harvard concluiu que comer carne vermelha aumenta o risco de problemas cardíacos, portanto, é sempre recomendável não abusar no consumo. Outro ponto importante é saber a origem do produto que irá consumir.

O rastreamento e a fiscalização aumentam o controle sobre a qualidade da carne e diminuem os riscos de contaminação. Lembrando que, muitas vezes, a produção de carne bovina utiliza meios ilícitos para a criação do gado, como desmatamento para áreas de pastagem.



Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Ciclo de Palestras Atualidades na Legislação Ambiental AGOSTO


Pizzaria em Barcelona é feita com contêineres e caixas velhas de madeira


O ambiente foi todo inspirado no porto de NY e aproveitou materiais que estavam fora de uso. O ambiente foi todo inspirado no porto de NY e aproveitou materiais que estavam fora de uso.
O arquiteto espanhol Pedro Scattarella utilizou contêineres e caixas usadas no transporte de materiais para construir uma pizzaria em Barcelona. O ambiente foi todo inspirado no porto de Nova York e aproveitou diversos materiais que estavam fora de uso.

Os tons sutis dos materiais de transporte usados na decoração são compensados com cadeiras coloridas e azulejos em vermelho escuro, que levam as cores do forno a todo o restaurante. Toda a sala de jantar da pizzaria Los Sopranos é coberta por materiais que antes haviam sido usados em transporte, mas que foram reaproveitados através da técnica de upcycle.
  
 
Os ambientes internos são divididos em: cozinha, balcão e área de jantar dupla, com um mezanino com vista para a cozinha, onde os clientes podem acompanhar todo o processo de preparo da pizza, através de uma parede de vidro.

Pequenas caixas de papelão ondulado foram convertidas em prateleiras que armazenam copos e outros utensílios do restaurante. Outros contêineres e caixas de armazenamento estão espalhados pelas paredes do escritório, atendendo a funções diferentes, como banheiro, estantes e área VIP, por exemplo.
  
 
A pizzaria foi estruturada para receber clientes em grupos pequenos ou grandes. Por isso, existem mesas de quatro lugares, mas também está instalada uma mesa gigante, com lugar para 16 pessoas, bem no centro da área de jantar.



Com informações do Inhabitat.

Fonte: CicloVivo

Tinta condutora de energia substitui fiação elétrica


Criada por um grupo de estudantes da Inglaterra, a tinta Bare Paint conduz eletricidade, por isso, é utilizada para substituir a fiação elétrica – podendo ser aplicada em qualquer superfície. À venda pela internet, o produto sustentável já faz sucesso, e pode não só reduzir o uso de fios e resíduos, como também agregar uma nova estética às construções.

De acordo com o jornal britânico Daily Mail, a criação permite que as pessoas desenhem pelas paredes, como uma fiação elétrica que alimenta lâmpadas e eletrodomésticos sem necessidade de interruptor ou fios convencionais. A consistência do material é semelhante à do mel, podendo ser usado em plásticos, papéis, tecidos ou metais.

 

Depois da aplicação, a tinta seca rapidamente quando exposta à temperatura ambiente. O produto é resultado de um despretensioso trabalho acadêmico elaborado pelos britânicos Matt Johnson, Isabel Lizardi, Becky Pilditch e Bibi Nelson, que estudaram juntos no Royal College of Arts.

Segundo informaram os inventores, o objetivo inicial era criar um material que possibilitasse a aplicação de circuitos eletrônicos na pele dos usuários – e a eficiência foi comprovada durante um show do DJ e produtor escocês Calvin Harris, em que o movimento realizado pelas dançarinas pintadas com o produto alterava as batidas de uma música.

Além de despertar senso artístico nas pessoas, a Bare Paint é considerada como um produto sustentável porque reduz o uso de fios e a quantidade de resíduos gerados nas construções, além de aumentar a eficiência dos circuitos de energia elétrica. A fiação líquida é vendida no site daempresa, com entrega gratuita para qualquer lugar do mundo. Na mesma página, também é possível conferir tutoriais de uso do produto (em inglês) e projetos elaborados com a tinta condutora de energia.




Fonte: CicloVivo

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Petrobras anuncia plantio de 7 milhões de árvores no Rio

A Petrobras assinou, na última terça-feira (13), compromisso para antecipar o plantio de sete milhões de árvores nativas da Mata Atlântica no entorno do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, até as Olimpíadas do Rio, em 2016.

O acordo foi firmado no Palácio Guanabara, sede do governo do estado. O plantio estava previsto para ter início no segundo semestre de 2014, mas foi antecipado para o mês que vem. Foi assinado também um convênio entre a Petrobras, a Secretaria de Estado do Ambiente e a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca para a elaboração do Plano de Estruturação Territorial da Região Leste Fluminense.

Segundo o diretor de Abastecimento da Petrobras, José Carlos Consenza, o plano definirá prioridades de investimentos na região de influência do Comperj, projetos socioambientais e de estruturação urbana no território de 15 municípios. "O projeto muito nos orgulha e temos a certeza de que levaremos desenvolvimento para a região de forma sustentável. Temos que buscar o desenvolvimento com tecnologia, mas não podemos abrir mão dos recursos ambientais que as regiões nos oferecem", afirmou Consenza.

O governador Sérgio Cabral chamou a atenção para que os prefeitos dos municípios localizados próximos ao Comperj se articulem para oferecer serviços de qualidade à população que vive no entorno do Complexo. "Não adianta nada fazermos um investimento como este e não injetarmos recursos nos municípios. Temos que investir cada vez mais em transporte, saúde e educação de qualidade para que, de fato, o Comperj possa trazer algo de novo. Nós temos estudos e mapeamentos em áreas que precisam de saneamento e vamos dar prioridade a elas”, disse o governador.

Considerado um dos principais empreendimentos da Petrobras, o complexo industrial, onde serão produzidos derivados de petróleo e petroquímicos, tem cerca de 45 quilômetros quadrados. A implantação do Comperj faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento do governo federal. As obras começaram em 2008, com orçamento inicial de R$ 8,4 bilhões, custeados pela Petrobras e governos federal e estadual. Cerca de 60% das obras estão concluídas. O término está previsto para 2016.


Fonte: Ciclo Vivo 

C&A prevê mudanças ambientais na produção nos próximos três anos


Um dos maiores símbolos mundiais da fast fashion (lojas de departamento), a C&A Foudantion anunciou uma parceria com a Water Footprint Network para mapear todos os pontos de desperdício de água e encontrar soluções para este problema ambiental. Uma das ações já abordadas pela empresa holandesa é a redução de pesticidas no plantio do algodão de suas roupas, uma vez que com o método orgânico a quantidade do líquido utilizado é cinco vezes menor.

O mapeamento será feito em toda cadeia produtiva para identificar soluções viáveis, ambiental e economicamente, informou a marca, em nota. Com isso, será estudada a viabilidade de aumentar a produção do algodão de modo orgânico – produto cultivado nas 480 fazendas de propriedade da C&A na Índia. Atualmente 13% das roupas da marca é feita com este tipo de material.

Outro aspecto que requer a atenção da empresa é a geração de água cinza que vem das roupas. Atualmente, trabalha-se com a ideia de reduzir a sujeira que as roupas eliminam, canalizar esta água e ou viabilizar a reutilização do líquido sujo nas indústrias para limpar banheiros e chão.

O líder de desenvolvimento de negócios sustentáveis da empresa, Phil Chamberlain, acredita que a pesquisa irá fornecer à marca dados importantes para a elaboração de estratégias para os próximos três anos. "Para isso, estamos desenvolvendo diretrizes obrigatórias, instrumentos e treinamentos para os nossos parceiros, os produtores de algodão e operários", explicou ele por meio da nota.

Parceiros

A Water Footprint Network  é uma instituição que trabalha em defesa da água potável em todo mundo e atua junto a empresas e órgãos de pesquisa na elaboração de projetos que visam reduzir o desperdício desse recurso natural. Já a C&A é uma empresa do Grupo Cofra Holding AG que, somente na Europa, tem 37,5 mil funcionários trabalhando em 1.550 lojas. No Brasil, as 215 lojas da rede empregam atualmente 17 mil pessoas.


Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

14 de Agosto - Dia do Combate à Poluição


Criada por brasileiro, "luz engarrafada" já beneficia 1 milhão de casas no mundo


O ano era 2002 e o Brasil enfrentava uma severa crise energética, o famoso "apagão", que deixou muita gente às escuras em todo o país. Em meio ao problema, um mecânico de Uberaba (MG) fez jus ao famoso lema de que "com crise se cresce" e inventou algo capaz de deixar Thomas Edison (o criador da lâmpada) muito orgulhoso, onde quer que esteja.

Alfredo Moser utilizou apenas garrafas plásticas PET com água e uma pequena quantidade de cloro para gerar uma lâmpada de plástico, através da refração da luz solar em uma garrafa de dois litros cheias d'água. "Adicione duas tampas de cloro à água da garrafa para evitar que ela se torne verde (por causa da proliferação de algas). Quanto mais limpa a garrafa, melhor", explicou o inventor à BBC Brasil.


Para exemplificar como funciona a "lâmpada", Moser protege o nariz e a boca com um pedaço de pano antes de fazer o buraco na telha com uma furadeira. De cima para baixo, ele então encaixa a garrafa cheia d'água. "Você deve prender as garrafas com cola de resina para evitar vazamentos. Mesmo se chover, o telhado nunca vaza, nem uma gota", destacou o inventor.


Outro detalhe é que a lâmpada funciona melhor se a tampa for encapada com fita preta. "Um engenheiro veio e mediu a luz. Isso depende de quão forte é o sol, mas é entre 40 e 60 watts", ressaltou Moser, que enfatiza: "Eu nunca fiz desenho algum da ideia. Essa é uma luz divina. Deus deu o sol para todos e luz para todos. Qualquer pessoa que usar essa luz economiza dinheiro. Você não leva choque e essa luz não lhe custa nem um centavo."

Ideia global

O inventor já instalou as garrafas de luz na casa de vizinhos e até no supermercado do bairro, segundo a BBC Brasil. Ainda que ele ganhe apenas alguns reais instalando as lâmpadas, é possível ver pela casa simples e pelo carro modelo 1974 que a invenção não o deixou rico. Apesar disso, Moser aparenta ter orgulho da própria ideia.

"Uma pessoa que eu conheço instalou as lâmpadas em casa e dentro de um mês economizou dinheiro suficiente para comprar itens essenciais para o filho que tinha acabado de nascer. Você pode imaginar?", comemorou Moser.

Ao seguir o método de Moser, a entidade MyShelter, das Filipinas, começou a fazer lâmpadas em junho de 2011. Agora, a fundação de caridade treina pessoas para fazer e instalar as garrafas e assim ganhar uma pequena renda. A instituição se especializou em construção alternativa, criando casas sustentáveis feitas de material reciclado, como bambu, pneus e papel.

Garrafas nos telhados

"Quando estávamos pensando em mais coisas para o projeto, alguém disse: 'Olha, alguém fez isso no Brasil. Alfredo Moser está colocando garrafas nos telhados", relembrou Illac Angelo Diaz, diretor executivo da fundação. Nas Filipinas, onde um quarto da população vive abaixo da linha da pobreza (de acordo com a ONU, com menos de US$ 1 por dia) e a eletricidade é muito cara, a ideia deu tão certo, que as lâmpadas de Moser foram instaladas em 140 mil casas.

As luzes "engarrafadas" também chegaram a outros 15 países, entre eles Índia, Bangladesh, Tanzânia, Argentina e Fiji.

Diaz disse que atualmente podem-se encontrar as lâmpadas de Moser em comunidades que vivem em ilhas remotas. "Eles afirmam que viram isso (a lâmpada) na casa do vizinho e gostaram da ideia", concluiu Diaz.


Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Novo Banco de Currículos JPS!


Britânicos criam cimento biodegradável que cultiva plantas e flores


Duas empresas britânicas desenvolveram um cimento biodegradável, que possui sementes em sua composição. Em contato com água, o material dá condições de germinação a plantas e flores, e tem como objetivo principal a integração com as áreas verdes que ficam ao redor da construção, além de diminuir a temperatura dos ambientes internos e colaborar para a mitigação de gases poluentes.

O cimento sustentável foi criado pelos cientistas da William Lee Surface Design e pela Shire Green Roof Substrates, ambas do Reino Unido. De acordo com as empresas, a massa tem propriedades semelhantes à versão convencional, de forma que o cimento pode ser utilizado para erguer diversas construções.



Segundo o InHabitat, as sementes vão germinando à medida que recebem água, e, quando crescem, as plantas rompem a estrutura do cimento, fazendo com que o material não poluente dissolva e se decomponha no solo, tornando-se totalmente biodegradável. Quando a massa se desfaz, as plantas ganham mais espaço para se desenvolver.

Os criadores também informam que o novo cimento não deve ficar exposto à chuva durante o período de obras, pois a água pode comprometer as estruturas. No Brasil, um grupo de pesquisadores da USP criou um tipo de cimento capaz de reduzir em 40% as emissões de carbono no ambiente.


Fonte: Ciclo Vivo 

Pizzaria em Barcelona é feita com contêineres e caixas velhas de madeira


O arquiteto espanhol Pedro Scattarella utilizou contêineres e caixas usadas no transporte de materiais para construir uma pizzaria em Barcelona. O ambiente foi todo inspirado no porto de Nova York e aproveitou diversos materiais que estavam fora de uso.


Os tons sutis dos materiais de transporte usados na decoração são compensados com cadeiras coloridas e azulejos em vermelho escuro, que levam as cores do forno a todo o restaurante. Toda a sala de jantar da pizzaria Los Sopranos é coberta por materiais que antes haviam sido usados em transporte, mas que foram reaproveitados através da técnica de upcycle.




Os ambientes internos são divididos em: cozinha, balcão e área de jantar dupla, com um mezanino com vista para a cozinha, onde os clientes podem acompanhar todo o processo de preparo da pizza, através de uma parede de vidro.

Pequenas caixas de papelão ondulado foram convertidas em prateleiras que armazenam copos e outros utensílios do restaurante. Outros contêineres e caixas de armazenamento estão espalhados pelas paredes do escritório, atendendo a funções diferentes, como banheiro, estantes e área VIP, por exemplo.


A pizzaria foi estruturada para receber clientes em grupos pequenos ou grandes. Por isso, existem mesas de quatro lugares, mas também está instalada uma mesa gigante, com lugar para 16 pessoas, bem no centro da área de jantar.



Fonte: Ciclo Vivo 

Garrafa PET serve como matéria-prima para decorar luminárias

Resultado alia bom gosto à sustentabilidade

 

Garrafas PET estão sempre relacionadas à reciclagem. Mas a reutilização também pode apresentar alternativas muito interessantes, geralmente quando se alia a artesanato e decoração.

Usando a criatividade, a designer britânica Sarah Turner decidiu, a partir de arranjos bem variados, formar decoração para luminárias. A autora é obcecada pela coleta e reutilização criativa de garrafas de plástico e resíduos. A partir dessa “paixão” PET, surgiu a ideia de desenhar luminárias modernas, inovadoras e conceituais.

Para os produtos, ela recolhe o resíduo localmente em cafés e casas de famílias. Essas garrafas são limpas a jato de areia para que o plástico se transforme em opaco. As garrafas então são tingidas com cores vibrantes.

As luminárias de Sarah foram exibidas em mostras de prestígio em Londres, Milão, Paris e Los Angeles. Confira as fotos:

  




Para conferir mais do trabalho de Sarah, acesse o siteoficial.