sexta-feira, 24 de maio de 2013

Seminário Soluções Inovadoras de Tratamento e Reúso de Esgotos em Comunidades Isoladas - Aspectos Técnicos e Institucionais


Pavilhão vai simular mata atlântica no parque Ibirapuera, em SP


A capital paulista terá de hoje a domingo uma série de eventos gratuitos --oficinas, palestras, apresentações musicais, exposições-- para promover a importância de conscientizar as pessoas sobre a proteção do ambiente e de preservar a mata atlântica.

Organizados pela Fundação SOS Mata Atlântica, eles fazem parte da nona edição do "Viva a Mata", com atividades na marquise do parque Ibirapuera e no auditório do Museu de Arte Moderna.

O evento recebeu 100 mil visitantes em 2012, de acordo com a organização. O tema deste ano será "Direitos e Deveres Ambientais".

O objetivo é promover a troca de informações e sensibilizar os visitantes a contribuir com o meio ambiente.

Editoria de Arte/Folhapress

Seis pavilhões temáticos --florestas, mar, ambiente urbano, água, mudanças climáticas e propriedades sustentáveis-- reunirão atividades sensoriais e vivenciais.

No pavilhão sobre florestas, por exemplo, haverá uma maquete, com vários pontos de observação, simulando o ambiente da mata atlântica.

"As pessoas ainda não sabem da importância que a mata atlântica representa no seu dia a dia, como na proteção das nascentes", diz Márcia Hirota, diretora de gestão de conhecimento da Fundação SOS Mata Atlântica.

Dos quase 5.600 municípios brasileiros, 3.000 são abrangidos pelo bioma.

"Seja através da ocupação de áreas de riscos nas grandes cidades ou de atividades como a pecuária ou implantação de polos industriais, a pressão sobre a ocupação do que resta da floresta é enorme", complementa Hirota.

ÁREA ORIGINAL

Segundo ela, a mata atlântica ocupa hoje 13% de sua área original. Nos últimos 25 anos, a floresta perdeu 17.354 km2, quase 11 vezes a área do município de São Paulo.

O evento contará também com um ciclo de palestras e debates focados principalmente no novo Código Florestal e na proteção de ecossistemas costeiros e marinhos.

Cientistas e representantes de instituições de 17 Estados brasileiros abrangidos pelo bioma estarão presentes.

Hoje, às 10h, será lançada a campanha "Cumpra-se", pelo cumprimento do Código Florestal. Às 12 horas haverá o lançamento de um grupo de acompanhamento da implementação do código na Assembleia Legislativa.

Fonte: Folha.com 

Governo escocês aprova maior usina de ondas do mundo


Um projeto para criar a maior usina de ondas do mundo, que aproveita as ondas do mar para a produção de energia, foi aprovado pelo governo escocês.

A empresa pretende instalar na costa noroeste da escócia até 50 destas estruturas, chamadas de "ostras".

Usina aproveita as ondas do mar para a produção de energia
Foto: Reprodução / BBCBrasil.com

A instalação completa terá a capacidade de produzir 40 megawatts, o suficiente para alimentar cerca de 30 mil casas durante um ano.

Fonte: Terra.com 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

DIA DE CAMPO: MAIS DE 200 PARTICIPARAM DE EVENTO REALIZADO PELO SINDICATO RURAL EM PARCERIA COM A POLÍCIA AMBIENTAL



O Sindicato Rural de Penápolis (Sirp) em parceria com a Polícia Militar Ambiental promoveu, dia23/3, um dia de campo que funcionou como demonstrativo, na prática, do Novo Código Florestal. O evento aconteceu na Fazenda Santa Clara do Lageado, no Bairro Lageadinho. Mais de 200 pessoas participaram, atentas às orientações da equipe da Polícia Militar Ambiental, que aconteceram tanto em forma de uma mini palestra como a observação nos próprios locais referentes.




O Comandante da 1ª Cia Polícia Militar Ambiental de Birigui, Mozar Messias de Souza Filho, destacou que o tema á atual e que esse tipo de evento é importante para mobilizar os produtores rurais e permitir que ganhem mais segurança na execução de suas atividades, além de se prepararem já para futuras implementação que tenham de realizar.

Mozar também explicou que o produtor deve ter na Polícia um parceiro, e que não hesite em procurar esclarecer suas dúvidas. "O produtor deve procurar a base da polícia sempre que quiser e precisar, para sanar seus anseios", comentou.

Palestra e observação in loco
Durante a palestra, o 1º tenente da Polícia Militar Ambiental, Jeferson Valdemir Miranda esclareceu as principais dúvidas dos produtores rurais, explicando e exemplificando as mudanças ocorridas na Lei nº 12.651, de 25 de maios de 2012. ele explicou que o produtor hoje terá mais vantagens que le não tinha anteriormente com relação à área agrícola, que passou a ser maior. "o produtor ganhou um espaço a mais de terra para produzir mais", explicou.

Os participantes acompanharam o tenente num passeio pela propriedade rural que serviu como modelo e, conforme a explicação, tiraram suas dúvidas, sobretudo com relação à Área de Preservação Permanente (APP) e a Reserva Legal, principais dúvidas do produtores rurais. O produtor rural, João Bosco de Andrade, disse que já havia participado de uma palestra que explicou essas mudanças, mas que, na prática, a explicação foi muito mais esclarecedoras. Ela também destacou que o evento foi importante principalmente para as futuras gerações de produtores, parabenizando o evento realizado pelo Sirp.

Ana Paula de Araújo, consultora ambiental, também parabenizou a organização do evento e disse que a palestra foi bastante esclarecedoras, e que foi muito bem complementada pela parte prática. "foi muito bom conhecer e discutir as novas regras sobre a APP, que estão bem diferentes do antigo código", comentou.

O estudante do curso Técnico m Florestas, da Escola Técnica João Jorge Geraissate (Colégio Agrícola), Miguel Carlos de Oliveira, disse que ja tinha uma noção das mudanças no Código Florestal, mas que as observações de tenente foram muito importante.

Parceria
O Dia do Campo teve o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) e da Associação dos Fornecedores de Cana, Norplan.

O Comandante Mozar Messias também destacou parceria com o sindicato, que trabalha como interlocutor entre a PM Ambiental e o produtor rural, possibilitando esse contato e facilitando a vida do produtor rural. O presidente do Sindicato Rural de Penápolis, Dr. João Castilho, agradeceu aos participantes e aos parceiros, em especial à Polícia e o diretor do Sirp, Pedro Marques Correa Filho, qu deceu à organização sua propriedade rural para que pudesse ser realizado o evento. O presidente também destacou a parceria com o SENAR, e afirmou o compromisso do sindicato em promover, cada vez mais, a classe do produtor rural.

Fonte: Jornal Rural 

Monte copos personalizados aproveitando garrafas de vidro



Quando termina um jantar especial ou uma reunião entre amigos, quase sempre sobram garrafas de bebidas vazias. Em vez de jogá-las fora, aproveite que as garrafas são materiais bem versáteis e podem dar origem a copos personalizados – que vão fazer a diferença na próxima vez em que você oferecer uma bebida para seus convidados.

As garrafas de vidro podem ser facilmente transformadas em outros objetos – de simples vasos até luminárias, estes recipientes reaproveitados ganham novos usos, cores e formatos, de acordo com a criatividade de cada um. Pode até parecer difícil montar os copos utilizando as garrafas de vidro, mas, acredite se quiser – não é necessária nenhuma ferramenta profissional e o modo de fazer não requer segredo algum.

Material necessário

- 1 garrafa de vidro (cerveja, vodca, vinho ou qualquer outra bebida que você quiser)
- 1 balde de água fria
- 1 lixa
 - Barbante
 - Álcool (para passar no barbante)
 - Isqueiro ou fósforo

Modo de fazer

1.    Separe a garrafa e lave-a bem.

2.    Encha a garrafa com água até a altura em que você quer fazer o copo

3.    Passe o barbante com álcool no nível que a água ocupa na garrafa

4.    Com cuidado, acenda o barbante com isqueiro ou palito de fósforo

5.    Quando o fogo apagar, tome cuidado e coloque a garrafa no balde de água fria: neste momento, a garrafa vai se partir na altura marcada pelo barbante.

6.    Retire o vidro da água e passe a lixa na borda do copo, a fim de eliminar as rebarbas.

Depois de fazer o passo-a-passo, você pode até mesmo montar um jogo de copos com as garrafas que sobraram em casa. Tome cuidado com o fogo e preste atenção na hora de eliminar as rebarbas da borda do copo. 

Com informações do blog Mr. Fly.

Fonte: CicloVivo

Mostra gratuita de cinema ambiental exibe 70 filmes em São Paulo


Projeção dos idealizadores é tornar o evento um dos mais importantes do mundo dentro da temática ambiental

A 2ª edição da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental ocorre entre os dias 23 e 30 de maio, em São Paulo, e conta com 70 filmes ligados à temática, produzidos em mais de 20 países. A entrada é gratuita e seis salas paulistanas sediam o evento, que conta com a estreia de 50 produções nacionais, além de debates (que serão gravados e lançados na internet).

A edição de 2013 tem foco maior na relação entre o ambiente urbano e a natureza e está dividida em sete eixos: água, cidades, contaminação, economia, globalização, mobilização e povos/lugares. Também há exibição de três filmes do falecido diretor de fotografia Aloysio Raulino, um dos mais renomados do cinema brasileiro, além de uma programação especial para crianças, com foco mais educativo.

Filmes de ficção, menos comuns no cinema ambiental, também têm espaço aberto, assim como a tecnologia 3D. Produções premiadas em festivais internacionais, como os de Cannes e Berlim, estão presentes, assim como filmes de diretores consagrados (Akira Kurosawa, Werner Herzog e Paul Newman).

Após as exibições na capital paulista, a mostra terá exibições em Santos, Piracicaba e Bauru. Os organizadores esperam que, com o crescimento do evento, realizado pela ONG Ecofalante em parceria com órgãos públicos e privados, ele se torne referência mundial em termos de cinema ambiental.

Para conferir a programação completa, clique aqui. Veja também o teaser do evento:


Serviço

Evento: 2ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental
Data: de 23 a 30 de maio de 2013
Preço: gratuito
Locais de exibição dos filmes: Reserva Cultural - Av. Paulista 900, Bela Vista; Cine Livraria Cultura - Av. Paulista 2073, Cerqueira Cesar; Cinemateca Brasileira - Largo Senador Raul Cardoso 207, Vla Clementino; Centro Cultural São Paulo - Rua Vergueiro 1000, Liberdade; Cine Olido - Av. São João 473, Centro; Cinusp Maria Antônia - Rua Maria Antônia 294, Consolação.
Mais informações: www.ecofalante.org.br/mostra

Fonte: eCycle

Empresas de doces investem em práticas sustentáveis durante a produção



De olho no perfil do novo consumidor, mais crítico e atento às atitudes das empresas, indústrias do setor de balas investem pesado em programas ambientais e de responsabilidade social que geram benefícios para a sociedade.

“Falar em inovação não se resume apenas à tecnologia, projetos e produtos, inovar também é pensar em sustentabilidade”, afirma Osmar Chaves, vice-presidente do setor de Balas da ABICAB (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados).

Para preservação do meio ambiente, a Docile implantou um sistema de tratamento de efluentes, que trata 100% dos dejetos resultantes do processo fabril, do refeitório e dos sanitários antes de serem descartados para o meio ambiente. O efluente tratado é encaminhado, primeiramente, a uma lagoa onde são criados peixes como indicativo da qualidade da água.

Já a Dori instalou na fábrica matriz um sistema de lavagem de gases para caldeiras evitando a poluição do ar e proporcionando o tratamento dos resíduos sólidos que são lançados no esgoto. A empresa possui geradores de energia elétrica, suprindo 100% de suas necessidades, atendendo as emergências e permitindo dispensar totalmente o uso de energia pública nos horários de pico.

Bons exemplos de iniciativa social também não faltam. Um deles é o Instituto Cory de Educação e Cultura (ICEC), localizado em Arceburgo (MG), criado há 10 anos pela empresa Cory. O Instituto nasceu com a simples ideia de ser uma creche e hoje é uma escola diferenciada, que vai além da educação tradicional, voltada para formar cidadãos críticos e criativos.

Por meio da Mondelez Foundation, junto com a Inmed Partnerships for Children e a Inmed Brasil, A Mondelez lançou em 2010 o programa Ação Saudável em três estados do Brasil (Pernambuco, São Paulo e Paraná) com um total de 439 escolas. O objetivo do programa é melhorar a saúde e a qualidade de vida das crianças, famílias e da comunidade.

“O consumidor está mais seletivo e a cultura das boas práticas ambientais está cada vez mais presente no seu dia a dia, podendo ser fator determinante para a compra de um produto ou serviço. A indústria brasileira deve abraçar esta causa que é também um desafio mundial”, ressalta Chaves.

Fonte: CicloVivo

Empresa cria painéis solares que movem embarcações


Imagem: SolarSail

Sistema é semelhante ao encontrado nas asas de alguns insetos

Já se foi o tempo que o homem era dependente do vento, do sol e de outras condições climáticas para navegar. A tecnologia dos dias de hoje oferece barcos motorizados de alto desempenho, mas que se movimentam por meio da queima de combustíveis.

Pensando na sustentabilidade, por que não tentar usar a tecnologia para ajudar a criar uma forma de navegação sustentável, como no passado, e eficiente, como nos dias de hoje? Foi desse modo que pesquisadores desenvolveram as Solarsails, velas movidas à energia solar e eólica.

A inspiração veio da observação de libélulas e donzelinhas. Ambos os insetos absorvem luz solar, através de suas asas, para aquecerem seus corpos e prepará-los para o voo. Além disso, usam seus dois pares de asas para controlarem o ar ao redor e aumentarem a movimentação e precisão do seu voo.

Nas embarcações, as Solarsails funcionam de maneira semelhante. Os painéis solares absorvem a luz do sol para gerarem energia, mas também podem ser movidos pela força dos ventos. A ideia é sempre utilizar a fonte de energia renovável mais disponível no momento.

O sistema de velas é combinado a um motor movido por combustíveis alternativos, que poluem menos o meio ambiente.

Gostou da ideia? Assista ao vídeo abaixo para ver o funcionamento das Solarsails e entre no site oficial para obter mais informações a respeito!



Fonte: eCycle 



Concurso alemão seleciona 25 jovens que pesquisam soluções sustentáveis



A quinta edição do concurso Green Talents – International Forum for High Potentials in Sustainable Development, promovido pelo Ministério da Educação e Pesquisa da Alemanha (BMBF), está com inscrições abertas até 9 de junho.

O concurso premiará 25 jovens cientistas de todo o mundo que busquem soluções para questões relacionadas à pesquisa de sustentabilidade. Os ganhadores terão oportunidade de conhecer e trocar opiniões com os principais especialistas da atualidade nesse campo na Alemanha.

Na edição de 2012, apenas um brasileiro ficou entre os vencedores: o químico Antônio Otávio de Toledo Patrocínio, então com 29 anos, professor de Química Inorgânica na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), de Minas Gerais, com uma pesquisa sobre abordagens moleculares para a conversão de energia solar.

Os vencedores do concurso serão convidados para um fórum científico ao longo de duas semanas na Alemanha no segundo semestre de 2013, quando conhecerão alguns dos principais centros de desenvolvimento sustentável daquele país e poderão trocar ideias com colegas e cientistas seniores. De acordo com a organização, os jovens também poderão discutir seus trabalhos em reuniões individuais com especialistas de sua escolha.

No ano seguinte ao fórum – ou seja, em 2014 –, os vencedores serão convidados a retornar à Alemanha para uma estadia de pesquisa adicional de três meses em um instituto ou empresa de sua escolha.

No júri deste ano estão, entre outros, a professora Beate Jessel, presidente da Agência Federal da Alemanha para a Conservação da Natureza, e Marlehn Thieme, diretora do Deutsche Bank e presidente do Conselho Alemão para o Desenvolvimento Sustentável (RNE). 

Para mais informações, visite o site Green Talents.

Agência FAPESP

Estudantes elaboram alternativa mais simples e barata para obtenção de energia eólica

 
Imagem: Universidade Cornell 

Além de ter custo mais baixo, projeto é menor e não oferece risco tão grande aos animais, como ocorre com os modelos tradicionais 

Uma das principais barreiras que dificulta a popularização o crescimento da energia eólica é seu preço. As grandes turbinas que transformam a força do vento em eletricidade são caras e só podem ser instaladas em locais específicos, em que o relevo e o vento sejam extremamente favoráveis. 

Mas e se, assim como acontece com os painéis solares, residências e prédios possuíssem pequenos 

aparelhos captadores, que conseguissem realizar as funções das turbinas de maneira simples e barata? 

 

Com base nessa ideia que um grupo de estudantes de Universidade Cornell, nos EUA, desenvolveu o Vibro-Wind, um pequeno aparelho que conta com 25 pequenos painéis, chamados osciladores, que conseguem captar a vibração dos ventos e transformá-la em energia elétrica. 

O funcionamento é bastante simples: o vento faz com que os osciladores se movam, e esse movimento é transformado em energia por um transdutor, um dispositivo que torna, por meio de mecanismos internos, um tipo de energia em outro - nesse caso, a energia do movimento das turbinas em elétrica. 

Apesar de ser ainda um protótipo, essa tecnologia oferece uma série de vantagens sobre as técnicas de geração de energia eólica tradicionais. Além do baixo custo e o fato de poder ser utilizado em grandes centros urbanos, o Vibro-Wind ocupa menos espaço e oferece menos riscos para aves e morcegos, animais voadores que sofrem acidentes com as pás das turbinas. 

A pesquisa, por incrível que pareça, foi inspirada pelo movimento das folhas ao vento. E você? Estaria disposto a investir nessa tecnologia? 

Fonte: eCycle

Prédio residencial de SP é o primeiro a ter selo AQUA na fase Realização



A Even, construtora e incorporadora, acaba de anunciar o primeiro prédio residencial do Brasil a receber a certificação de cuidado ambiental AQUA na fase de realização. O empreendimento está localizado na região sul de São Paulo e oferece benefícios em longo prazo aos moradores.

O selo destinado à construção civil reconhece a adoção de práticas sustentáveis e prevê três etapas: Programa, que analisa o planejamento funcional e ambiental do edifício; Concepção, em que deve ser comprovado o Perfil de Qualidade Ambiental na elaboração do projeto executivo; e Realização, que atesta o atendimento a todas as categorias da certificação na execução da obra.

“O True já foi o primeiro residencial de São Paulo a obter a certificação na fase Programa e o primeiro do Brasil, na fase Concepção. Agora repete o pioneirismo, no país, na conquista do selo na fase Realização, comprovando o ineditismo nas questões relacionadas à sustentabilidade”, afirma Silvio Gava, diretor-executivo técnico e de sustentabilidade da Even.


Para os clientes, os benefícios da certificação se traduzem em diversos aspectos, como:

Economia com água – segundo estudos a redução pode chegar a 27%, graças à adoção de soluções como redutores de vazão nas torneiras, reuso de água etc

Economia de energia – nas áreas comuns pode superar os 30% em função da adoção de iluminação automática ativada por sensores, a escolha de lâmpadas eficientes e a arquitetura privilegia a iluminação natural.

Facilidade na reciclagem dos resíduos – o empreendimento prevê um espaço no apartamento e no condomínio para armazenamento dos materiais a serem encaminhados à reciclagem.

Conforto térmico – o projeto contemplou a orientação do edifício, o posicionamento das janelas e o melhor aproveitamento da ventilação natural.

Conforto acústico – o empreendimento foi executado de forma a reduzir a interferência sonora entre os cômodos de cada apartamento.

De acordo com Gava, foi um grande desafio para a companhia, mas também um aprendizado enorme. Em agosto do ano passado, a companhia assumiu o compromisso de projetar todos os empreendimentos residenciais da cidade de São Paulo para que recebam a certificação AQUA, nas três etapas. “O True foi o primeiro a obter a certificação nas três fases, mas estamos trabalhando para repetir esse resultado em muitos outros empreendimentos”, afirma.



Fonte: CicloVivo

Companhia desenvolve membrana que filtra água de modo mais eficiente



Base do estudo que criou o novo método foram as proteínas aquaporinas. Protótipo também gasta menor quantidade de energia

O corpo humano é composto por diferentes tipos de células. Cada grupo delas exerce determinadas funções essenciais para o organismo se manter em funcionamento. No interior das células há compostos orgânicos, como as proteínas, que são estruturas muito complexas e eficientes, com funções que abrangem defesa, armazenamento e transporte de moléculas, por exemplo.

Justamente devido ao transporte exercido pelas proteínas que a companhia Aquaporin, localizada em Copenhague, na Dinamarca, decidiu se inspirar nas aquaporinas (figura acima), uma classe de proteínas integrais que formam poros na membrana de células biológicas para poderem transportar água. O foco da companhia é imitar a capacidade de filtragem que essas proteínas possuem, pois elas deixam íons e demais partículas que não fazem parte da composição da água de fora do processo de transporte, que ocorre devido à formação de poros nas bicamadas lipídicas em células biológicas (ver figura abaixo).

A meta da companhia é criar uma nova classe de membranas que filtram água e que utilizem as aquaporinas como agentes principais na purificação, tanto na indústria, como no uso doméstico.


As técnicas atuais de filtragem e purificação da água, em geral, são ineficientes e, dependendo do método utilizado, consomem muita energia (principalmente no âmbito industrial). Com as membranas de filtragem baseadas em aquaporinas, que excluem os íons indesejados e outras moléculas polares durante o processo, há a possibilidade de o protótipo se tornar um modelo muito bem aplicável para a formulação de sistemas de filtragem de água extremamente eficientes e que usem pouca energia.

A empresa disponibiliza comercialmente membranas para indústrias realizarem testes e divulgarem seus resultados à própria empresa. Assim, soluções conjuntas para determinadas finalidades podem ser desenvolvidas.

Essa criação da companhia faz parte de uma área da ciência chamada de biomimética, em que os humanos se inspiram na natureza para buscarem soluções para os seus problemas.

Visite o site oficial e confira o vídeo (em inglês) abaixo para obter mais informações sobre a  membrana tecnológica:



Imagens: Ask Nature

Fonte: eCycle

Brasil inaugura centro internacional para estudar biogás


Acordado durante a Rio+20, o Centro Internacional de Energias Renováveis atuará com foco na produção de energia limpa a partir do lixo, dando ao Brasil a oportunidade de se tornar referência no tema
 

leandrociuffo/Creative Commons

O CIBiogás-ER está instalado em Itaipu o Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás-ER), que atuará com foco na produção de energia a partir de biogás, proveniente da decomposição da matéria orgânica do lixo.

Sediado em Foz do Iguaçu, no Paraná, o Centro é resultado de compromisso firmado durante a Rio+20, em junho de 2012, e terá como missão organizar, desenvolver, acompanhar e dar suporte aos programas, pesquisas e projetos de viabilização do biogás como gerador de energia.

Outros sete Centros serão instalados na China, Itália, Turquia, Índia e Cabo Verde, formando uma rede a respeito do assunto, comandada pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Onudi). Sendo o único representante da rede no continente americano, o Brasil tem grandes chances de se tornar referência no tema.

O CIBiogás-ER será dirigido por Cícero Bley Júnior, atual superintendente de Energias Renováveis de Itaipu, onde foi instalado o Centro. "A iniciativa será uma grande universidade a céu aberto. Países de todo o mundo - e principalmente da América do Sul, da América Central e da África - terão a possibilidade de ver como se faz o aproveitamento dessa energia tão importante para o planeta que é o biogás", disse Jorge Samek, diretor-geral brasileiro de Itaipu, durante assembleia realizada para fundar o CIBiogás-ER.

Fonte: Planeta Sustentável

Projeto sugere disponiblizar Wi-Fi em árvores centenárias



Disponiblizar Wi-Fi nas árvores é o projeto dos jovens publicitários Pedro Sperandio Chamme e Rodrigo Augusto Sganzerla. A proposta é levar o sinal para reconectar a população à vegetação nativa da cidade.

O projeto “Centenárias Wi-Fi” foi vencedor do Leão Verde Social, um concurso promovida pela agência de propaganda nova/sb, que dará como prêmio uma viagem para o Festival Internacional de Criatividade de Cannes 2013 e um troféu desenhado pelos irmãos Campana.

A dupla associou a internet ao lazer e ao prazer de se sentar próximo a parques, desfrutando da sombra das vegetações. Isso significa retomar uma prática que hoje está esquecida. Eles acreditam que a ideia levará as pessoas a ficarem mais próximas das árvores centenárias.

Para utilizar o serviço, os usuários deverão compartilhar o projeto e causas parceiras. Outra opção é adotar uma árvore, como as do projeto: Adote uma Árvore ou SOS Mata Atlântica. Nesse último caso, a cada cem árvores adotadas, uma nova espécie centenária e com conexão será plantada. “Assim, quanto mais pessoas participando, mais árvores e mais internet. Além de entregar novas centenárias para as gerações futuras”, ressalta o projeto.

Foram inscritas 596 pessoas no concurso Leão Verde Social. Os projetos deveriam propor ideias para melhorar a vida nas cidades grandes. Os candidatos podiam escolher entre temas como lixo, trânsito, poluição, saúde, alimentação, educação, convivência, cultura, qualidade de vida, segurança, entre outros.

O projeto “Centenárias Wi-Fi” pode ser adotado por empresas, prefeituras, governos ou ONGs.

Fonte: CicloVivo

Voluntários retiram mais de 4,5 toneladas de lixo de praias ao redor do mundo


Iniciativa envolveu praias localizadas em 97 países

Em setembro de 2012 ocorreu o 27th annual InternationalCoastal Cleanup, evento organizado pela ONG Ocean Conservancy, que tem como intuito limpar algumas praias ao redor do mundo e alertar a população a respeito de um problema crescente nos últimos anos: o descarte inadequado de lixo.

Em 2012, os números foram especialmente preocupantes. Ao longo dos quase 29 mil quilômetros percorridos pelos voluntários, em 97 países, foram recolhidas mais de 4,5 toneladas de lixo que prejudicam não apenas o meio ambiente e os animais das regiões costeiras, mas também o comércio, turismo e economia de regiões que dependem das praias para seu desenvolvimento social e econômico.

A quantidade coletada de cada tipo de lixo foi impressionante: 2,1 milhões de bitucas de cigarro, 1,1 milhão de embalagens de alimentos, 1 milhão de sacolas plásticas, 953 mil tampas de garrafa e 692 mil de copos, pratos e talheres descartáveis.

Para participar da iniciativa, basta se cadastrar no site da Ocean Conservancy. De acordo com a própria instituição, seu objetivo é educar e incentivar cidadãos a tomarem ações em favor do oceano.

Como colaborar

Mesmo sem aderir a esse tipo de inciativa, é possível colaborar com a limpeza e saúde das nossas praias.

Sempre jogue lixo no seu lugar apropriado, preferencialmente nos espaços reservados à coleta seletiva. Use garrafas reutilizáveis e leve sua própria água para a praia. Use também sua ecobag para levar tudo que precisar utilizar durante o passeio na praia.

As bitucas de cigarro são especialmente problemáticas, demorando anos para se decomporem. Por isso, sempre use um cinzeiro e não as jogue na praia.

Não se esqueça de pressionar as autoridades responsáveis por políticas específicas de fiscalização nas praias. É um esforço coletivo, indispensável para a resolução desse problema.

Fonte: eCycle

Monte um tripé para câmera com garrafa PET e cabos de vassoura



Quem sai por aí para filmar ou fotografar, costuma se deparar com inúmeros perrengues no meio do caminho. E, para vencer estes desafios, não só a técnica é necessária: na maior parte das vezes, é o improviso que acaba fazendo toda a diferença.  Se você não tem o suporte para a câmera, vamos ensinar como é fácil e barato montar um tripé usando materiais que seriam jogados no lixo.

 Materiais necessários
  •  1 garrafa PET com tampa
  • 3 partes de cabo de vassoura ou 3 partes de cano de PVC
  • Fio de varal
  • 1 parafuso de ¼ de polegada (com duas arruelas e duas porcas)
  • Barbante ou arame
  • Alicate
  • Tesoura

Fique de olho: Toda câmera fotográfica ou máquina filmadora possui um buraquinho de ¼ de polegada na parte de baixo, que se encaixa no parafuso, vendido em lojas de materiais de construção.

Montagem

Faça um buraco na tampa da garrafa PET e encaixe o parafuso nele. Prenda o parafuso com a arruela e a porca, de um lado, e repita o processo do outro lado. Deixe 0,5 cm do parafuso para fora e aperte bem as duas porcas com o auxílio de um alicate.

Depois de cortar a garrafa PET pela metade, divida a parte superior da garrafa em três, com o formato parecido ao das pétalas.

As partes do cabo de vassoura ou do cano de PVC serão as “pernas” do tripé. Use barbante ou arame para prender bem estes suportes em cada uma das divisões da garrafa PET, sempre tomando cuidado para não deixar o cabo de vassoura ou o cano de PVC muito perto da boca da garrafa, pois, assim, o objeto pode se desestabilizar.
Fure os suportes do tripé a cerca de 30 centímetros de distância da ponta (onde está instalada a garrafa PET).

Passe o fio de varal entre os furos e amarre. Isso vai aumentar a firmeza entre os suportes. Encaixe a tampa na garrafa e pronto: o tripé já consegue suportar as câmeras. 

Com informações do Manual do Mundo.

Fonte: CicloVivo

Coador de aço é alternativa sustentável e prática ao filtro de papel na hora de fazer café


 
Apaixonado por café, grupo cria filtro de aço inoxidável que produz quantidade maior da bebida, aproveitando melhor os grãos

O filtro de café feito de papel parece inofensivo, mas está longe disso. De acordo com a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), o uso do filtro produzido com papel branqueado industrialmente é suficiente para exceder os “níveis aceitáveis” de dioxina (um substância tóxica que traz diversas complicações à saúde humana e ao meio ambiente) por toda uma vida. Uma solução lógica seria retornar ao bom e velho coador de pano, mas é inegável que ele não é lá muito prático.

Uma outra alternativa é o filtro criado pela empresa AbleBrewing, feito de aço inoxidável, e que possui furos precisos (cortados por um processo fotoquímico), permitindo um fluxo constante da bebida ao mesmo tempo em que minimizam a quantidade de sedimento. Ele também possui anel de plástico preto que reforça o dispositivo, permitindo, segundo o fabricante, um filtro mais fino e um copo limpo. E ainda é prático: encaixa-se na maioria dos suportes e, para limpar, basta passar um pano ou lavar com água quente. Mas a maior vantagem é que não agride o meio ambiente.

Depois de passar pelo Kickstarter, site de crowdfunding (financiamento coletivo) e arrecadar cerca de US$ 150 mil, enquanto pretendia adquirir apenas US$ 5 mil, o filtro de papel da Able Brewing está em sua terceira versão, é um sucesso e é vendido por diversos sites de comércio eletrônico ao redor do mundo, novamente segundo o fabricante.

Como utilizar

Primeiro, é preciso colocar o pó de café dentro do filtro (se o grão estiver moído em partes pequenas, o café tem chance de ficar mais saboroso). Em seguida, após colocar o filtro sobre um recipiente, é necessário distribuir lentamente a água pelo filtro, caso contrário, a água não vai ficar tempo suficiente no funil e a bebida poderá ficar fraca. Para ter mais detalhes a respeito do produto, entender melhor seu funcionamento e saber como adquiri-lo, visite o site oficial. Dê uma olhada também no vídeo abaixo (em inglês):



Alternativas

Se você não tem interesse em adquirir essa nova opção de filtragem, há métodos antigos que podem funcionar. O primeiro, como já foi dito, é utilizar o velho coador de pano que, apesar de não ser muito prático, não passa pelo processo de branqueamento artificial, e pode ser reutilizado diversas vezes. O segundo é a produção de café na cafeteira italiana, criada em 1933, e que não necessita de filtro. As demais opções são relacionadas a cafeteiras elétricas - elas também não precisam de filtro, mas gastam energia em vez do calor do fogo.

Fonte: eCycle

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Curso Introdutório ao HEC-RAS e EPA SWMM em Combinação com Tecnologias GIS- Software Livre

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Inglês planta jardins em buracos de rua para protestar contra má conservação das calçadas


Foto: Pete Dungey/Divulgação

“No meio do caminho tinha”… um jardim! Inconformado com a má conservação das calçadas – que, além de dificultar a passagem de pedestres, pode causar acidentes graves –, o inglês Pete Dungey decidiu protestar! Como? Plantando jardins em cada buraco que encontra pela frente.

Pensou em uma graminha saindo de cada orifício da calçada? Então, pare de subestimar Dungey, porque ele é muito caprichoso em serviço. Cada minijardim é montado com plantas de espécies e cores diferentes e, de quebra, ganha miniaturas de objetos como bancos, bicicletas e orelhões, sugerindo que a natureza deveria estar mais integrada às grandes cidades.

A ideia do projeto The Pothole Gardens é chamar a atenção dos cidadãos para o estado (esburacado) das calçadas e, de quebra, levar “verde e poesia” – como define Dungey – às metrópoles. Parece estar funcionado! Os minijardins ingleses viraram febre e tem gente de todo o lugar replicando a ideia nos buracos das calçadas mundo afora.
Dungey incentiva as pessoas a tirar fotos das intervenções e enviá-las para o e-mail thepotholegardener@yahoo.com. Todas as imagens que ele recebe são postadas em seu site para inspirar outros a aderir ao movimento – que já rendeu até livro, o The Little Book of Little Gardens.

No Brasil, o projeto Curativos Urbanos também protesta, do seu jeito, contra a má conservação das calçadas. Eles percorrem as ruas colocando band-aids gigantes nos buracos, afim de evidenciar o problema. 

Fonte: Super Interessante

Casal brasileiro dá volta ao mundo a bordo de uma Kombi sustentável



A bordo de uma Kombi, o casal de fotógrafos Inês Calixto e Franco Hoff passou dois anos viajando pelas estradas do Brasil, a fim de fotografar e compilar dados sobre ecologia e cultura. A expedição inspirou o projeto “Vou de Kombi”, que pretende percorrer países dos cinco continentes para relatar experiências de trocas de cultura, produzindo fotografias e estudos socioambientais.

O projeto Vou de Kombi é a versão internacional da expedição“Histórias de Alice”, que, ao longo de dois anos, produziu uma série de estudos importantes em 400 cidades e realizou 50 workshops de foto. “Mais de quinhentas crianças foram beneficiadas pelas oficinas gratuitas de fotografias doadas pelo projeto”, afirma Inês. Além disso, o casal organizou pequenas exposições fotográficas nas comunidades visitadas.

A Kombi que será usada na expedição internacional servirá de moradia para o casal e foi modificada para reduzir os impactos causados pelo veículo no meio ambiente. O homemove conta com o selo “Carbon Free” para compensar as emissões de gases de efeito estufa, e o sistema de iluminação é composto por LED. A eletricidade usada pelo casal vem dos painéis solares instalados no teto do veículo.

O projeto Vou de Kombi depende da captação de 15 mil reais em recursos no Catarse, plataforma virtual de financiamento coletivo. Mesmo assim, o casal já está com a viagem marcada: em três de junho a expedição tem início, com saída do sul do país e primeiro destino internacional o Uruguai. De lá, o casal pretende dar a volta ao mundo – percorrendo as Américas, a Europa, a África, a Ásia e a Oceania. A expedição vai atravessar os continentes pelo mar, e deverá retornar ao Brasil em 2018.

Fonte: CicloVivo

Nava: a garrafa que filtra água



O filtro é feito de casca de coco e tem recipiente com capacidade para 650 ml

Se a sede nos pega desprevenidos na rua, acabamos nos rendendo à garrafinha plástica, geralmente feita com PET. Apesar de ser reciclável, o índice brasileiro de reciclagem desse produto gira em torno de 50%, o que demonstra uma quantidade alta de material que vai parar em aterros sanitários ou lixões.

Mas imagine colocar água da torneira em um recipiente e, segundos depois, já estar matando sua sede de forma despreocupada? É essa a ideia dos designers Eric Barnes e Paul Shustak, fundadores da KOR Water, companhia norte-americana dedicada a criar produtos que conscientizem as pessoas sobre os problemas críticos da captação de água. Eles desenvolveram a Nava, uma mescla de filtro de água com garrafa que, segundo eles, vai revolucionar o modo de se pensar água engarrafada. A Nava possui esse nome em razão de uma das mais importantes reservas de áreas úmidas do mundo, a Laguna de La Nave de Fuentes, localizada na Espanha.

O produto se parece com uma garrafa plástica convencional de 650 ml. No entanto, no próprio bocal, está localizado um filtro. Ele é feito a partir de casca de coco (saiba mais aqui), o material reconhecido como um dos mais eficientes para filtragem, além de reduzir emissões e ser renovável, e tem vida útil de 151 litros. O recipiente, o bocal e outras partes da garrafa são feitas por meio de plástico mais resistente e silicone e têm duração mais ampla - podem ser mantidos enquanto troca-se o filtro. Para encher a garrafa, basta o usuário remover o bocal, introduzir o líquido e fechar o recipiente novamente. A partir daí, é só beber a água, que será filtrada no momento em que o líquido passar pelo filtro.

O design também foi um ponto muito estudado na criação da novidade. Os idealizadores quiseram montar a "garrafa mais bonita do mundo" por fora, sendo funcional por dentro. A tampa da garrafa é ligada ao ao restante do recipiente para evitar sua perda, e basta um simples clique na lateral do bocal para abri-la, o que é muito eficiente para quem pratica atividades físicas, por exemplo. Também há uma espécie de canudo (que na verdade é uma das terminações do filtro) para o usuário beber a água com mais comodidade e sem desperdício, e a tampa evita que a parte em que o usuário irá colocar a boca se contamine.

Além da facilidade, os produtores do Nava querem passar a importante mensagem de que é possível viver sem as garrafas PET. Isso se comprova por meio de números. Segundo os fabricantes, comprando o filtro Nava, é possível eliminar 300 garrafas PET do cotidiano e ainda economizar cerca de R$ 800 no orçamento, assumindo o ciclo de vida de um filtro. Tudo isso sem contar a possibilidade de pegar água da torneira de qualquer estabelecimento sem se preocupar com contaminações.

 

A empresa também oferece certas vantagens aos usuários, como a entrega em casa do produto para quem se registrar no site e efetuar a compra virtual. Sem contar que, quando o Nava se desgastar, peças substitutas também serão entregues a domicílio.

O produto foi lançado em abril de 2013 no site doKickstarter, que propicia a doadores apoio ao desenvolvimento de projetos, modelo usualmente chamado de crowdfunding. O produto permaneceu disponível para doações até o início de maio, com o objetivo de alcançar US$ 50 mil para financiamento do projeto. Mas como os internautas adoraram a novidade, o valor foi ultrapassado e chegou a US$ 261 mil. Desse modo, o produto deve começar a ser comercializado em breve por meio do site da KOR Water, com um preço de varejo estimado em cerca de R$ 60.

Veja abaixo o vídeo (em inglês) com mais informações sobre o produto:



Imagens: Kickstarter

Fonte: eCycle