sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Campinas testa tinta ecológica em faixa de pedestre



O entorno do Terminal Central da cidade de Campinas, em São Paulo, recebeu sinalizadores de rua pintados com tinta à base de água e que dispensa o uso de solventes.

A tinta está em fase de testes pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec). Foram pintadas faixas de sinalização horizontais como faixas de pedestre, de retenção e linha de bordo.

De acordo com a empresa, há diversas vantagens em utilizá-la. O material é mais eficiente, em relação às tintas tradicionais, não agride a saúde do trabalhador, não é inflamável e ainda tem um custo menor.

O diretor de Operações da Emdec, Edson Cunha, afirmou que o objetivo é oferecer melhores condições de trabalho e reduzir os custos. Ele também pretende elaborar um estudo de viabilidade já para a próxima licitação.

A secagem do produto é rápida. Após a aplicação da tinta, o trânsito pode ser liberado em apenas 20 minutos. Por isso, é recomendado utilizá-la em vias que necessitem de rápida liberação de tráfego.

Fonte: Ciclo Vivo  

Brasileiro produz HQs sobre conscientização ambiental



O cartunista Léo Valença usa os quadrinhos para convencer a sociedade de que ainda há tempo para construir um mundo melhor. Por meio de histórias descontraídas, o ilustrador ensina para crianças e adultos a importância da preservação ambiental, para que todos possam contribuir para um planeta mais justo e sustentável.

Pinguins torrando no sol ou um urso polar solitário em cima de um pequeno cubo de gelo são alguns exemplos de personagens retratados nos quadrinhos de Léo Valença, que aposta em recursos irreverentes na hora de fazer com que as pessoas se preocupem mais com o planeta.
“Quando o assunto é sustentabilidade, o cartum pode atuar como um importante meio de conscientização, principalmente nos dias de hoje, em que precisamos de novos modelos de gestão de recursos naturais”, diz o ilustrador, que sonhava em seguir a profissão desde criança.

Valença começou a incorporar a sustentabilidade em suas obras ao perceber que o tema não só atrai intelectuais e artistas, mas também tem chamado a atenção de toda a sociedade. Sua primeira publicação de cunho ambientalista é “Aquecimento Global em Cartuns”, que foi produzida em 2010 e conta com a participação de vários desenhistas brasileiros dispostos a levantar a bandeira da sustentabilidade.

Agora, o ilustrador divulga o “Almanaque Ecológico do Lucas”, publicação criada para incentivar jovens e crianças a preservarem o meio ambiente. “As crianças são muito sensíveis ao que veem e podem disseminar boas ações de sustentabilidade, até com seus pais. As atitudes dos adultos de amanhã estão relacionadas com o que aprendem no presente”, conta o cartunista, que acredita em uma geração mais preocupada com o mundo nos próximos anos.

A obra pode ser comprada no site da editora PoD (Print On Demand), que imprime apenas os livros encomendados pelos leitores, a fim de evitar o desperdício de papel. Mesmo percebendo que a sustentabilidade “está em alta” nos dias de hoje, Léo Valença acredita que nem todo mundo tem acesso à educação ambiental.

“A educação é a chave para um futuro melhor. Precisamos incluir a disciplina ‘Consciência Ecológica’ nas nossas escolas, para todo mundo entender a importância do meio ambiente. Todo mundo tem que aprender a não jogar lixo na rua, a não desperdiçar água, a não desmatar, a não construir em áreas de mananciais, nem em beiras de morros e rios”, finaliza Léo Valença, que não mede esforços para desenhar um mundo melhor.

Fonte: Ciclo Vivo 

Prédio projetado por norte-americanos imita formas da natureza




O “Edifício Animado” é um projeto feito pelo escritório norte-americano de arquitetura B + U, com o intuito de mostrar que a arquitetura e tecnologia podem existir em harmonia com a natureza. O prédio foi planejado para a capital peruana, Lima.

A inspiração para os arquitetos veio de padrões da natureza, dos movimentos e das cores. O resultado foi o projeto de um edifício interativo e inteligente. É bastante perceptível que a equipe deixou a homogeneidade e simetria de lado, investindo em formas soltas e animadas.


O prédio possui 20 andares de altura e o cuidado mais evidente está na forma aplicada às janelas. Não se trata apenas de uma inovação substancial no design, mas também na funcionalidade. Elas exercem realmente a função de promover a troca energética entre o ambiente interno e externo, ao contrário de muitos edifícios em que as janelas acabam servindo apenas para a entrada da iluminação natural.


Ainda em fase de projeto, o prédio deve ser construído com estacionamento subterrâneo, com capacidade para 90 carros, e a finalidade é de que este seja um prédio de uso residencial. Além de um espaço para um café no térreo, os moradores contarão com dois jardins, terraço, piscina e vista para um campo de golfe.

Os detalhes externos da construção serão feitos em gesso e fibra de vidro translúcida. Eles também serão iluminados com lâmpadas de LED. As janelas serão revestidas com películas fotovoltaicas, que fornecerão energia limpa aos moradores.

Fonte: Ciclo Vivo 

Pnuma indica ações para alimentar sete bilhões sem aumentar a poluição


Em pouco mais de três décadas teremos nove bilhões de habitantes no nosso planeta. Graças às inovações na área da saúde, a humanidade multiplicou o seu número em pouco menos de dois séculos. Só para se ter ideia, o primeiro bilhão só foi alcançado em 1802, levando mais 125 anos para dobrar a população.

Para alimentar tanta gente, o jeito encontrado pela sociedade foi abusar dos fertilizantes. Entretanto, o CO2, nitrogênio, fósforo, potássio e o zinco utilizados para aumentar a produtividade do solo acabaram mostrando-se extremamente nocivos ao meio ambiente e a saúde humana em longo prazo.

Lançado esta semana pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), com a contribuição do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o relatório Our Nutrient World constatou que o uso excessivo de fertilizantes gerou degradação do solo e da água, levando ao efeito contrário do desejado: a perda de segurança alimentar e de biodiversidade.

O documento indica, assim, dez ações para reduzir o problema, como o incremento da eficiência do uso de nutrientes na produção agropecuária e o desenvolvimento de sistemas de combustão de baixa emissão e energeticamente eficientes no setor de transportes.

O relatório sugere que a eficiência no uso dos nutrientes melhore 20% até 2020, reduzindo em 20 milhões de toneladas por ano o uso de nitrogênio.

De acordo com o documento, há poucas ações intergovernamentais que buscam solucionar os problemas associados ao nitrogênio, fósforo e outros nutrientes. Segundo o texto, a melhoria da eficiência é um desafio para todos os países contribuir para uma economia verde.

Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Cidades-sede da Copa terão inventário de emissões de gases de efeito estufa


Os impactos ambientais causados pelos futuros eventos esportivos que o país sediará serão minimizados em uma ação conjunta do governo federal com os Estados.

O inventário sobre a gestão de carbono na Copa das Confederações deste ano e na Copa do Mundo de 2014 será feito pelas equipes do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e das cidades-sedes dos jogos. O grupo se reuniu na quinta-feira, 21 de fevereiro, em Brasília, para definir as prioridades do relatório.

O projeto de Gestão das Emissões de Gases de Efeito Estufa da Copa das Confederações e da Copa do Mundo será coordenado pelo MMA, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Além do inventário, que contabiliza a quantidade de poluentes gerados pelos torneios, o programa prevê o estabelecimento de medidas alternativas de compensação e adaptação dos impactos causados por atividades como a construção de estádios e obras de infraestrutura.

Copa Verde

O esforço dos governos federal e estaduais é necessário para a finalização do inventário e para o sucesso das ações propostas. “Com esse trabalho, estamos nos habilitando a discutir as mudanças climáticas numa esfera maior”, afirmou a diretora da Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental (SMCQ) do MMA, Karen Cope.

“O projeto replica o pacto de responsabilidades que firmamos anteriormente e mostra o empenho na qualidade dos trabalhos”, acrescentou Karen.

A iniciativa da Copa Verde envolve diversos órgãos e compreende variadas ações. Um acordo de cooperação celebrado entre o MMA e o Ministério do Esporte determina que haja um esforço conjunto na incorporação da esfera ambiental às obras decorrentes da competição.

Firmado em 2010, o pacto tem ainda o objetivo de assegurar o envolvimento dos governos estaduais e municipais no processo.

Criado dentro da Câmara Temática de Meio Ambiente e Sustentabilidade (CTMAS), o Núcleo Temático sobre Mudança do Clima é composto por representantes dos governos federal e dos estados.

Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Tecnologia reaproveita garrafas PET na produção de colchões


Já é possível ser sustentável até na hora de dormir. Isso porque a empresa Trisoft desenvolveu um sistema que reaproveita garrafas plásticas para fabricar colchões. O produto substitui as lâminas de espuma e de feltro que são utilizadas nos modelos tradicionais.

O processo é simples: as garrafas são coletadas, lavadas e transformadas em flocos. Logo depois eles são processados por um maquinário. O sistema, chamado de PETFOM, inclui prensa, corte, lavagem, secagem, além do uso de máquinas extensoras, estiradoras e estufas, para dar forma à fibra.

Em um colchão de casal são reaproveitadas 1.260 garrafas. É uma opção boa para o meio ambiente, pois reduz a quantidade de resíduos e evita o uso de outros recursos da natureza. A empresa também se beneficia a partir do momento que economiza no investimento que deveria ser dado em matérias-primas totalmente novas.

A companhia responsável pela fabricação destes colchões garante que o material não prejudica o conforto. A tecnologia já tem patente requerida e será licenciada pela empresa para que seja aproveitada na indústria brasileira. Outra característica interessante do colchão de PET é que se ele precisar ser descartado, também pode ser reciclado.

Fonte: Ciclo Vivo  

‘Exército’ de gelo de Néle Azevedo abre exposição hoje, em SP



Nesta quinta-feira, 21/02, a partir das 18h, a artista brasileira Néle Azevedo inaugura exposição Exemplos a seguir – expedições em Estética & Sustentabilidade, no Memorial da América Latina. Ela apresentará 300 mini-esculturas humanas em gelo na escada que leva ao Memorial para simbolizar a luta contra o aquecimento global.

A mostra itinerante - que já passou pela Alemanha, pela Etiópia, pela Índia e pela China desde sua abertura, em setembro de 2010 - reúne obras de mais de 41 artistas contemporâneos, entre eles Ravi Agarwal, Jennifer Allora & Guillermo Calzadilla, Joseph Beuys e Richard Box, até o dia 07/04.


Ao substituir pessoas ilustres por cidadãos comuns e trocar materiais duradouros por gelo, Néle representa a transitoriedade da vida com suas estatuetas. Denominada Monumento Mínimo, a intervenção urbana foi apresentada pela primeira vez na Alemanha em 2009.


As estatuetas de Néle já foram expostas em espaços abertos de 19 cidades de doze países: França, Itália, Holanda, Portugal, Noruega, Irlanda, Japão, Cingapura, Chile e Cuba, além do Brasil e da Alemanha.

Fonte: Planeta Sustentável 

Veja modelo de paraciclo com energia solar


Projeto de paraciclo tenta criar um modelo mais otimizado para os ciclistas. A ideia é ter um sistema que ajuda a proteger as bicicletas do sol, com espaços para publicidade (que pode ajudar a viabilizar a instalação das estruturas), com placas fotovoltaicas para produção de energia solar (para iluminar o espaço pela noite) e desenvolvido com materiais reciclados.




Fonte: Atitude Sustentável

Projeto de parlamento da Etiópia é sustentável


Projeto vencedor de prêmio de arquitetura apresenta uma opção mais sustentável para o parlamento da Etiópia. O projeto foi feito por vários estúdios (Treurniet Architectuur, Michiel Clercx Architectuur, Addis Mebratu e S7 Architects). A construção seguirá todos os parâmetros internacionais de sustentabilidade, como uso de energias renováveis, métodos limpos de construção e uso de energias renováveis, entre outros. Além disso, os arquitetos tiveram uma preocupação maior com as questões culturais da sociedade.




Fonte: Atitude Sustentável  

VW vai produzir híbrido audacioso que faz 100km com 0,9L



Se depender de sua mais nova criação, a Volkswagen promete atrair olhares entusiasmados no salão do automóvel de Genebra, que começa em março, na Suíça. Na ocasião, a montadora alemã vai apresentar um modelo de formas audaciosas e desempenho de botar inveja.

Trata-se do híbrido plug-in XL1, que chega com visual aerodinâmico (composto por asas de abertura em tesoura e faróis angulares) que parece saído de um filme futurista. Mas ele não vem para ficar só na imaginação. A VW anunciou que vai produzir 50 unidades do carro.

Deixando de lado a aparência exótica, essa máquina verde deve chamar atenção mesmo é por uma outra razão: o consumo de combustível, surpreendentemente baixo para um esportivo. Segundo a VW, o híbrido promete rodar 100 km consumindo apenas 0,9L e emitindo 21g de CO2 por km.

O desempenho na estrada não decepciona. Conforme a montadora, o híbrido plug-in atinge 100 km/h em 12,7 segundos e tem uma velocidade máxima limitada de 160 km/h. A Volkswagen ainda não revelou o preço do modelo, que vai entrar em produção após a apresentação em Genebra.

Fonte: Exame.com 

Prateleira é feita com diferentes latas


Veja uma ideia simples para fazer em casa: latas de tamanhos diferentes, de tinta ou alimentos, foram pintadas em branco (pode ser em outras cores) e colocadas em paredes para armazenar diferentes objetos. Simples e ótimo para organizar quartos de crianças. Ideiad aqui. 



Fonte: Atitude Sustentável 

Descarte Correto torna "lixo" eletrônico uma ferramenta de transformação social



Transformar o cada vez mais frequente lixo eletrônico (também chamado de lixo tecnológico) em matéria-prima, capacitação, empregos e educação ambiental tem sido o foco da empresa social Descarte Correto desde que foi criada, há cerca de dois anos.

Situada em Manaus (capital do Amazonas), a empresa social desenvolve um papel de destaque nesse sentido, tanto que foi uma das 12 finalistas da Competição Jovens Inovadores, promovida pela União Internacional das Telecomunicações (UIT) em outubro de 2012 em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, quando representou o Brasil no evento que reconhece os projetos de maior possibilidade de impacto social e sucesso de negócios.

"Recebemos equipamentos como computadores, impressoras e celulares e os transformamos em matéria-prima, reutilizando esses materiais para um novo ciclo de produção. Assim geramos emprego para jovens de comunidades de baixa renda, além de centros de inclusão digital em parceria com ONGs e instituições como igrejas, reaproveitando o que é descartado", destacou Alessandro Dinelli, fundador da Descarte Correto.

A empresa social conta com um galpão para realizar a triagem dos resíduos eletrônicos e montar novas máquinas, além de um carro para a coleta, que cobra uma taxa simbólica para empresas e residências.


"No caso de empresas nós emitimos certificados de destinação final amparados por órgãos ambientais (Ibama e Ipaam) que nos dão a licença para operar os equipamentos, assim elas podem apresentá-los a auditorias e trâmites da ISO 14000", explica Alessandro.

Pessoas físicas e empresas também podem descartar os equipamentos eletrônicos (em bom estado, obsoletos ou danificados) por meio de pontos de coleta distribuídos por empresas de Manaus, ONGs e nos próprios centros de inclusão digital.


Segundo ele, só entre abril e setembro de 2012, a Descarte Correto processou mais de 10 toneladas de lixo eletrônico, além de ter destinado cerca de 100 computadores para centros de inclusão digital. "A cada 10 computadores que conseguimos recuperar nós abrimos um centro de inclusão digital", completa Alessandro.

Um dos pontos importantes do projeto diz respeito a capacitação profissional. Participam os jovens de comunidades de baixa renda formados nos centros de inclusão digital, com idade de 16 a 24 anos, cuja prioridade seja a busca pelo primeiro emprego.

Lá, eles têm aulas teóricas e práticas com foco em habilidade e competência específicas (auxiliar técnico em manutenção de computadores e redes), manufatura reversa e educação ambiental. "Em parceria com outras instituições, acredito que estamos capacitando cerca de 600 pessoas por ano", estima Alessandro.

A Descarte Correto também dispõe de diversos tipos de materiais para comercializar com indústrias e usinas de reciclagem, tais como: sucata tecnológica, cobre limpo, cobre misto e ferro.

Quais os benefícios proporcionados pelo Projeto?

O projeto proporciona a intensificação do processo de promoção da inclusão digital no Brasil, aliada à qualificação profissional e educacional de jovens em situação de vulnerabilidade, propiciando a sua integração social e cidadania. Ao prolongar a vida útil dos computadores e equipamentos, também conseguimos: a redução de destinação dos resíduos eletrônicos a aterros sanitários e a extração de novas matéria-prima da natureza, também disseminação do conceito de utilizar materiais disponíveis para novo ciclo de produção.

O que é remanufatura de computadores?

Significa pegar equipamentos antigos, que geralmente têm suas capacidades reduzidas, e torná-los aptos ao uso novamente por meio de limpeza, substituição e/ou acréscimo de componentes para melhoria de desempenho. Na Descarte Correto, a remanufatura visa configurar os equipamentos para que atendam às necessidades de entidades e negócios sociais que atuam como centros de inclusão digital e/ou cursos profissionalizantes.
Bola de neve

O Brasil é atualmente o campeão mundial na geração de lixo eletrônico por habitante: meio quilo por ano, segundo dados da ONU (Organização das Nações Unidas). Em todo o mundo são aproximadamente 50 milhões de toneladas por ano. Os Estados Unidos lideram o ranking com três milhões de toneladas, seguido de perto pela China, com mais de dois milhões de toneladas anuais.

Hoje, o lixo eletrônico cresce três vezes mais que lixo convencional e, segundo a ONU, a situação é mais preocupante nos países emergentes.

Para mais informações sobre a Descarte Correto:

Fone: (92) 4102-0013 / 4101-0207 / 4101-0209
E-mail: contato@descartecorreto.com.br 

Conheça estúdio de design sustentável na Bélgica

O estúdio de design Objekten, na Bélgica, tem como objetivo produzir móveis e itens para casa com materiais e processos sustentáveis, além de criar itens com maior duração de uso. Veja algumas imagens abaixo e clique aqui para ver o site oficial da empresa.





Fonte: Atitude Sustentável 

Luminárias feitas com engrenagens


Veja a ideia do designer  Christopher Moulder, que usou engrenagens para criar a série de luminárias Schproket Light.



Mais imagens aqui.



Polêmica acirrada na inspeção veicular


Washington Novaes

Talvez nenhum outro artigo do autor destas linhas neste espaço tenha provocado tanta correspondência de leitores quanto o da última sexta-feira, Quem pode ser contra inspeção de veículos?. Basicamente, defendia o artigo ser a inspeção indispensável em todos os Estados e todos os municípios, com as mesmas regras e os mesmos custos, dados os problemas de poluição do ar e sonora e os custos que geram para a sociedade os veículos, principalmente nas áreas de saúde, criação e manutenção de estruturas para trânsito, qualidade da vida e mudanças climáticas. Com a agravante de que recaem também sobre pessoas que não possuem veículos. Vale a pena expor algumas das manifestações, pois o tema é de interesse geral.

Victor Abuassy Filho, por exemplo, manifesta-se contra a inspeção nos termos em que é feita aqui: faltam regras claras; os equipamentos de controle são diferentes dos encontrados nas concessionárias; "nosso combustível já vem batizado na origem, diminuindo a eficiência energética"; a inspeção "é de poluição ou de segurança?"; municípios pequenos não têm condições de implantar a inspeção; o IPVA já é caríssimo; as ruas estão arrebentadas, "o trânsito mal sinalizado só visa a arrecadação"; por isso tudo, é contra o sistema na forma atual.

JR Barberino pergunta se "não é incoerente fazer a inspeção só em São Paulo", quando "aqui circulam - poluindo - milhões de carros". Além do mais, acha que os críticos "poupam o poder econômico e político" e só "cobram moralismos dos cidadãos" que teriam de pagar a taxa. A seu ver, correto seria exigir a redução da frota.

Wilson R. Gambeta diz que só tira o seu carro da garagem uma ou duas vezes por semana e nunca foi reprovado "nessa droga de inspeção". Mas sente-se "um perfeito idiota ao ver frotas inteiras de empresas circulando na cidade com chapas do Paraná, pagando menos IPVA e sem a maldita inspeção". E pergunta se os jornalistas ecochatos "não têm mais outra coisa para inventar". Também garante que vai licenciar o seu próximo carro em outra cidade.

Sylvia Shaidar diz não entender "por que as pessoas que resistem à inspeção veicular fizeram desta uma importante bandeira para a consagração do novo prefeito" da capital paulista. E acha "hipócrita" esse procedimento.

João F. Junior, por sua vez, acha que outros impostos já cobrados dos contribuintes são "escorchantes". Lamenta haver aderido à conversão de seu carro para GNV, "cada vez mais carro", e ainda paga "IPVA + DPVAT + licenciamento + inspeção do motor (em São Paulo) + inspeção de GNV". Governantes, diz, "usam a brecha do meio ambiente/sustentabilidade, que está na moda, para arrecadar mais do que já arrecadam".

Iguatemy M. Roda é contra a inspeção porque não concorda "com a forma" como "se faz em São Paulo, é só para inglês ver: caminhões e carros fazem regulagem só para passar na inspeção e depois vão passar no mecânico e poluir da mesma forma".

Mônica Cristina Ribeiro corrige número citado no artigo, de que 1,7 milhão de veículos apenas passaram pela inspeção em um ano. Com números de Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, informa que no ano passado, até outubro, foram 2.525.461 (o número citado seria de 2009).

Américo Deucina Neto não critica a defesa da inspeção, mas diz que "é necessário verificar o princípio da isonomia" - o que já propôs ao prefeito e ao governador de São Paulo. Porque as cidades do entorno da capital não a fazem; carros do Grande ABC "atravessam a cidade sem qualquer inspeção, veículos caindo aos pedaços atravessam a zona sul, Vila Mariana, Ipiranga, sem qualquer exigência". E cita a opinião de um amigo, segundo o qual "inspeção é para os otários que residem em São Paulo". Por isso se diz a favor da inspeção: "Só não concordo com o abuso que descrevo; é uma vergonha".

Gabriel M. Branco, que já trabalhou em programas nessa área, defende "a necessidade de inspeção para todos os veículos, inclusive os mais novos". Para ele, "nada mais absurdo do que considerar que os carros não desregulem ou que os usuários não os personalizam, perdendo as características do veículo limpo: se os fabricantes exigem que se faça uma revisão por ano (ou mais frequentemente a cada 10 mil km), é óbvio que a inspeção deve ser anual e desde o primeiro ano, para assegurar que a sociedade esteja cumprindo seu papel fundamental de manter seus veículos em conformidade com a lei". E observa que "a tecnologia moderna já reduziu as emissões dos automóveis em 98%, mas a falta de manutenção põe a perder quase metade desse benefício, se não tivermos a inspeção anual".

No início desta semana, anunciou-se (Estado, 19/2) que projeto de lei do prefeito de São Paulo enviado à Câmara Municipal obriga veículos de outras cidades que circulem pela capital por mais de 120 dias por ano a passar pela inspeção veicular e pagar o valor integral da taxa - sem previsão de reembolso. Proprietários de carros licenciados na capital vão receber de volta o valor cobrado pelos testes e só quem for reprovado perderá o direito à devolução.

Talvez resolva ou amenize algumas das controvérsias. Mas parece evidente que, sem se apoiar nas consequências de omissões administrativas, será difícil para alguém assumir posição contra a inspeção veicular, que já começou com uma celeuma na década de 1980 - a quem pertenceria a arrecadação, ao Estado ou às prefeituras? - que a tornou inviável durante mais de uma década. Pelas razões já reiteradas no artigo da semana passada e no início deste, ela parece indispensável, do ponto de vista da saúde humana, da qualidade de vida, dos custos que causa para a sociedade.

Mas é indispensável que se promova com urgência uma uniformização das regras para todos os municípios. E que o poder público, em tantos lugares, em vez de se apoiar nas omissões atuais, tome posição ao lado da inspeção geral, obrigatória e de custos uniformes.

Fonte: Estadão.com 

Faça bolsas reaproveitando caixas de leite ou suco



A mini bolsa pode ser usada para armazenar pequenos objetos. | Foto: Spoon Fu


As caixinhas de papelão, como as de leite e de suco, são um dos itens mais fáceis de reutilizar. Entre muitas ideias de reutilização, e a dica hoje é fazer uma mini bolsa, que pode ser usada para armazenar pequenos objetos.

Materiais necessários:

- Caixa de suco ou leite

- Caneta esferográfica

- Régua

- Tesoura/Estilete

Como fazer:



Abra a caixa completamente e para que ela fique completamente plana. Limpe e seque o material. Utilize o molde, clique aqui, e uma caneta esferográfica para marcar o contorno da bolsa na caixa. Após traçar, corte o desenho. É importante utilizar a parte superior da caixa, onde há a tampa.



No molde há um círculo que também deverá ser cortado para fechar a bolsa. A dica é fazer um X dentro do círculo com uma faca para facilitar o corte. Preste atenção no molde, pois a partir deste ponto, o material não será mais cortado.



Agora começa um trabalho de dobradura. Use uma régua para marcar as linhas de dobra. Siga as marcações para criar dobras de “acordeão” em cada lado da carteira. Acompanhe as imagens da galeria para entender melhor.


Aperte essas dobras, se necessário utilize uma régua para que elas fiquem bem definidas. Dobre então a aba de cima para baixo, empurrando o bico através do buraco. Utilize a tampa do produto para manter a bolsa fechada.


Você pode personalizar a bolsa cobrindo a embalagem com tinta para papel ou fazendo aplicação de retalhos de tecido, glitter ou o que mais desejar. Use a criatividade.


A dica é do Spoon Fu.

Fonte: CicloVivo

22 de Fevereiro Dia da Criação do IBAMA!

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Mudar é preciso

Por Álvaro José Menezes da Costa, vice presidente da ABES-DN


Índices do setor de saneamento e a importância do produto gerenciado neste setor – água e esgotamento sanitário – deveriam ser fatores de viabilização dos serviços públicos prestados por entidades públicas ou privadas ou em sociedade de ambas

Alguns estudos mostram que o setor de saneamento é um dos mais atrasados em nível de desenvolvimento e competitividade no setor de infraestrutura nacional, trazendo a novidade de inseri-lo como infraestrutura e ao mesmo tempo, a óbvia e real constatação de que saneamento não uma questão estratégica para o governo federal, nem tão pouco uma prioridade. No fim da lista entre o setor de Portos e o de Rodovias e Ferrovias, o setor de saneamento vê ao longe e bem adiante, a desenvoltura de setores como Telecomunicações e Energia, apoiados e amparados por legislação, normativos e dinheiro, além da boa vontade do governo e políticos para viabilizar formas de torná-los mais atrativos como negócios geradores de receita para o tesouro público e fator de desenvolvimento socioeconômico para a sociedade, embora o desempenho recente de ambos deixe muito a desejar para os clientes.

Os índices do setor de saneamento e a importância do produto gerenciado neste setor – água e esgotamento sanitário – deveriam ser fatores de viabilização dos serviços públicos prestados por entidades públicas ou privadas ou em sociedade de ambas. Ainda se acrescenta que o setor hoje dispõe de leis com razoável segurança, entidades pú- blicas ou privadas capacitadas a prestar serviços de melhor qualidade, recursos financeiros e possibilidades reais de parcerias. Não havendo dúvidas sobre a importância do saneamento para a vida dos brasileiros e para a economia do país, pergunta-se por que há tanto atraso ainda? O governo federal alardeia que nunca antes na história deste país se investiu tanto. É verdade, porém se for mantido o mesmo ritmo e as mesmas re-gras, só em 2039 haverá universalização dos serviços de abastecimento de água e em 2060, de esgotamento sanitário. Tais números podem não ser exatos, mas com certeza se algo não mudar logo, o erro nas datas será pequeno. Se o setor presta tão relevantes e essenciais serviços, por que então não se consegue vencer os desafios impostos? Uma das características dos setor é sua ligação com o poder local, dando-lhe feições de ser apenas responsabilidade municipal ou estadual, liberando o governo federal de maiores compromissos com a estratégia de universalização, ou seja, o saneamento fica entregue ao que os governos locais podem fazer.

Tal situação no Norte, no Nordeste e em grande parte do Centro-Oeste, é o mesmo que selar o destino de muitas cidades dessas regiões ao atraso. O afastamento do governo federal impede a implantação de um plano integrado de redução dos déficits pela melhoria da gestão e com a execução das obras necessárias para atender as demandas, além de dificultar a utilização de importantes formas de solução dos problemas como as PPPs – Parcerias Público Privadas, Locação de Ativos e sociedades entre empresas públicas e privadas, basicamente pela falta de capacidade de pagamento de contraprestações ou de elevados passivos. Mudar é preciso não só do lado do governo federal, inebriado com um adesismo nunca visto e índices de melhoria de qualidade de vida bancados por bolsas tudo e empréstimos consignados para vovôs e vovós, mais também pela união dos prestadores de serviços públicos e privados, os quais juntos poderão formular planos e estratégias para convencer o governo federal e os políticos de que o setor de saneamento precisa de regras, para que recursos financeiros sejam destinados àqueles Estados e municípios que apresentem projetos de gestão sustentável para utilização de formas de contratação diferentes das praticadas até agora como procedimento geral. É preciso ter o saneamento incluído nas atribuições da Empresa de Planejamento e Logística, pois quem sabe assim, os Estados e municípios mais carentes poderão enfim, ter acesso contínuo a serviços de boa qualidade e para todos.


Publicado originalmente em: InterJornal

Riscos Urbanos

Por Álvaro José Menezes da Costa, vice presidente da ABES-DN

Por que será que as cidade têm se tornado ambientes urbanos hostis, com trânsito engarrafado? E por que tem sido tão comum ver repetições de enchentes? Ou ainda, por que as cidades têm crescido de forma cada vez mais desordenada? Não é difícil achar milhares de respostas e justificativas; dependendo de quem seja o interlocutor, sempre haverá uma solução na ponta da língua. Um cidadão comum dirá que falta prioridade política para resolver os problemas efetivamente; um técnico, por sua vez, afirmará que sem bons projetos e boas obras nada será resolvido; um político poderá dizer que a solução está na multiplicação e liberação de mais emendas parlamentares, mesmo que não haja projeto exequível. Sem querer ter a resposta neste texto e muito mais tentando fortalecer a busca da solução mais viável, é razoável propor que se pense sobre a forma como as demandas sociais foram formadas nos últimos trinta anos e como elas foram, são ou serão atendidas.

Sem dúvida, uma das maiores necessidades da população é ter sua casa própria ou, ainda que de aluguel, morar em imóveis de boa qualidade em bairros servidos por equipamentos urbanos e infraestrutura completa como abastecimento de água, esgotamento sanitário, coleta de lixo, ruas pavimentadas e limpas. E, assim, as cidades crescem e expandem seus limites desorganizadamente, avançando por áreas onde antes havia um sítio rural, provocando nessas localidades um impacto que precede a formação das “favelas” de alvenaria, basicamente porque não se planejou o desenvolvimento urbano e, menos ainda, se definiu como construir bairros novos, com milhares de casas sem que se esbarre na falta de capacidade de o poder público atender de forma integrada a todas as demandas posteriores ao simples e belo ato de “dar” uma casa a quem não tem.

O Programa Minha Casa Minha Vida é um dos maiores exemplos de ato nobre a serviço da ampliação dos riscos urbanos de serem criadas mais zonas favelizadas. Por todo o Brasil, no interior ou em capitais, é possível encontrar morros sendo desmatados, vales aterrados e muitas casas sendo construídas em locais distantes das redes de água e de esgoto públicas, provocando o surgimento da perigosa alternativa de se entregar à própria população a operação e manutenção de estações de esgoto ou captação de água. Uma alternativa de solução para atender às demandas justas da comunidade está na elaboração de planos, na utilização do planejamento para execução de projetos e obras sustentáveis e, como base para todo o sucesso da criação de cidades humanizadas, na escolha de gestores competentes.


Publicado originalmente em: Gazeta de Alagoas

Plantando tomates em garrafas pet


Veja neste infográfico como é possível (e fácil) plantar tomates em garrafas pet.


Clique na imagem para ampliar.


Fonte: ideias Green

5 restaurantes que servem produtos orgânicos em SP


Os moradores de São Paulo podem encontrar boas opções de restaurantes que oferecem pratos preparados com ingredientes orgânicos. O Blog Ideias Green listou alguns:


Fachada do Restaurante Le Manjue - Foto: divulgação

Chou
Rua Mateus Grou, 345 - Pinheiros
Tel. (11) 3083-6998
Preço médio: R$125,00

Le Manjue Bistrô
Rua Domingos Fagundes, 608 - Vila Nova Conceição
Tel. (11) 3034-0631
Preço médio: R$50,00 a R$75,00

Moinho de Pedra
Rua Francisco de Morais, 227 - Chácara Santo Antônio
Tel. (11) 5181-0581
Preço médio: R$50,00

Quintal dos Orgânicos
Rua Fradique Coutinho, 1416 - Vila Madalena
Tel. (11) 2386-1881
Preço médio: R$50,00

Ruaa
Rua Mourato Coelho, 1168 - Pinheiros
Tel. (11) 3097-0123
Preço médio: variado


Fonte: Ideias Green

Designer francês reutiliza materiais para criar produtos inusitados e inovadores


Cafeteira feita com cortiça, sapato que utiliza feltro, abrigo contra tsunami e um estranho modo de aproveitar a urina são as principais inovações de Gaspard Tiné-Berès

Torradeiras, cafeteiras, chaleiras e muitos outros aparelhos domésticos são usados constantemente para a realização de suas atividades do dia-a-dia. Passado certo tempo de uso, esses aparelhos começam a apresentar problemas. O conserto é uma opção para prolongar a vida útil, mas muitos têm o destino do lixo antes disso devido à dificuldade em arrumar os itens ou ao surgimento de peças mais novas no mercado. No entanto, esses aparelhos acabam indo para o aterro sanitário, onde eles estarão condenados a se decomporem por centenas ou mesmo milhares de anos, eventualmente até poluindo ar, solo e água devido a sua composição tóxica.

Agora imagine esses aparelhos domésticos se transformando em novos produtos com outras utilidades. Esse é o resultado da reutilização de materiais, prática conhecida como upcycle, um processo extremamente eficiente, sustentável e até divertido de se fazer. Um dos aventureiros nesse universo é o designer Gaspard Tiné-Berès.

Dos produtos feitos pelo francês, os seus mais recentes são a cafeteira e a torradeira, que têm como estrutura principal uma cortiça natural que é impermeabilizante, antibacteriana e ainda possui propriedades de isolamento térmico. Para a cafeteira, o designer usou vidro borossilicato que é resistente ao calor, cortiça e componentes elétricos.


Outro produto criado pelo francês é o sapato feito de uma única peça de feltro de lã natural. O formato dele é o resultado de cortes de cinco milímetros de espessura com o mínimo de material possível. É ideal para a pequena produção local. Os chinelos são entregues com o formato pronto, mas sem o cadarço, porque isso permite ao comprador personalizar o seu cadarço na cor que preferir.

  
Para áreas costeiras e atingidas por fenômenos naturais, como tsunamis, Gaspard projetou um abrigo bem simples para ajudar na proteção das pessoas. A sua produção não necessita de ferramentas. Bastam materiais simples, como bambu e corda. E o seu formato é inspirado na estrela de Davi, com os dois triângulos equiláteros e sobrepostos.

O designer já fez diversos produtos com finalidades diferentes. No entanto, nenhum deles é tão curioso como a plantação de tomates que utiliza urina como fertilizante (figura no destaque desta matéria). Para esse projeto, o designer se inspirou no estudo da pesquisadora ambiental em biologia, Surendra Pradhan, da Universidade de Kuopio, da Finlândia. Ela, com esse estudo, mostra a eficiência da urina como fertilizante para as plantas. E no caso da novidade elaborada por Gaspard, a urina é usada como fertilizante para ajudar no crescimento de uma plantação de tomates. Essa combinação cria uma interação entre os vegetais e os seres humanos para um benefício mútuo.

Veja abaixo um vídeo com informações complementares sobre o trabalho do designer:


E não se esqueça, quando for descartar qualquer item, faça uma busca aqui e encontre os postos de reciclagem mais próximos de sua residência.



Fonte: eCycle

Máquina transforma lixo plástico em matéria-prima para impressoras 3D



O projeto arrecadou cerca de US$ 32 mil para melhorar seu sistema

Muitas pessoas estão colocando a criatividade para funcionar e apresentando ideias de produtos e soluções por meio de filmes na internet para testar se o público se identifica. A partir de então, é possível doar quantias para fazer o projeto sair do papel. Esse financiamento colaborativo (chamado de crowdfunding em inglês), é viabilizado por sites como o americano Kickstarter ou o brasileiro Catarse. Uma dessas inovações é o "Filabot", que conseguiu chegar à meta financeira pré-estipulada.

Trata-se de uma fabricante de filamentos de plástico para impressoras de objetos 3D. A ideia surgiu com um estudante universitário americano, chamado Tyler McNaney, que inventou uma máquina capaz de usar plástico reciclável, como garrafas de leite, de detergente, PET, xampus, peças de Lego e outros resíduos provenientes do plástico, com a finalidade de produzir filamentos para impressão 3D. O estudante e criador colocou sua ideia no perfil do produto na página do Kickstarter com o intuito de arrecadar US$ 10 mil, mas as pessoas adoraram a ideia e ele conseguiu US$ 32 mil.

Processo

O "Filabot" funciona da seguinte maneira: existe uma unidade de moagem, em que é preciso colocar o plástico dividido em partes pequenas. Após a moagem, o plástico vai para o interior da tremonha (outro utensílio de moagem em formato de funil) e a partir daí um parafuso de alimentação empurra as peças para um cano, onde elas serão derretidas na temperatura correta. Em seguida, o plástico fundido será extrudado, transformando-se em filamento, que vai passar por rolo de colagem - é esse objeto que regula o diâmetro correto para a impressão. O processo é feito em uma extrusora, que é a grande inovação do criador. Exatamente por isso, o dinheiro arrecadado será utilizado para desenvolver e produzir mais dessas extrusoras.

Os plásticos que podem ser reciclados são os que cabem na máquina. Incluem o PEHD, um plástico bem comum usado em tubulações de água, garrafas de suco e leite, que é facilmente derretido; o LDPE, o ABS, o PLA, o PP usado para cadeiras, o NYLON-101 e o PET.

Segundo o criador, o "Filabot" trará o poder real da sustentabilidade para impressão 3D, permitindo que qualquer plástico se transforme em um produto novo e com utilidade. É uma bela alternativa para as pessoas que acumulam muitos plásticos em sua casa e não sabem o que fazer com eles. Enquanto o produto não chega ao mercado brasileiro, clique aqui para o caso pre precisar saber onde descartar plásticos corretamente.

Confira abaixo um vídeo sobre o "Filabot":



Fonte: eCycle

10 recordes da sustentabilidade no Guinness Book


O primeiro catamarã feito com plástico reciclado, a maior orquestra de instrumentos de bambu, a mais antiga organização que luta pelo bem-estar dos animais... Confira algumas iniciativas sustentáveis que entraram para o Livro dos Recordes


Foto: Divulgação/Guinness Book

Jovem Pan entrevista especialista da ABES-SP nesta sexta, 22


O programa Rádio ao Vivo, transmitido pela rádio Jovem Pan (AM 620) fará entrevista com Delaine Romano, coordenadora do Forum Lixo e Cidadania, iniciativa com sede executiva na Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES, seção São Paulo.

A participação da especialista será para comentar a situação das enchentes na cidade de São Paulo, num bate-papo com o apresentador José Luis Menegatti, nesta sexta-feira, 22 de fevereiro, às 22 horas. Acompanhe também online http://jovempan.uol.com.br/jpam/ e pela Sky, canal 405.

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55 ações para os jovens mudarem o mundo

Documento “GEO 5 For Youth” reúne dezenas de atitudes para crianças e adolescentes transformarem o planeta em um lugar melhor – em uma década, um ano e, até, um segundo. O relatório foi apresentado durante a Conferência Internacional da Juventude Tunza, promovida, no Quênia, pelo Pnuma

Foto: asherawelan/Creative Commons