sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Nike lança tênis de rolhas de champanhe



A Nike vai lançar um tênis de basquete produzido com rolhas de champanhe. O calçado será vendido em todas as lojas do mundo até o final do ano, e faz parte da coleção LeBron X, inspirada em um dos maiores jogadores norte-americanos da modalidade.

O tênis é totalmente composto de cortiça e faz parte de uma edição comemorativa da Nike, que homenageia LeBron James, jogador do Miami Heat, time campeão da última NBA. De acordo com a marca de artigos esportivos, a ideia foi inspirada na comemoração dos ídolos do basquete, que celebraram as vitórias da equipe estourando garrafas de champanhe.

Embora todas as atenções estejam voltadas para a criação ecológica da Nike, a gigante não é a primeira a reutilizar as rolhas de champanhe em seus produtos. Nos EUA, uma indústria de calçados também utiliza a cortiça reaproveitada para produzir as palmilhas dos tênis.

Previsto para ser lançado no dia 23 de fevereiro, o novo tênis ecológico será mundialmente comercializado até o final do ano. De acordo com a Nike, o modelo agrega sustentabilidade ao conceito de sofisticação, e deverá dar origem a novos calçados elaborados com materiais alternativos. Em 2012, a Nike lançou uma chuteira ecologicamente correta de alta performance, produzida a partir de materiais reciclados e fibras vegetais.

Fonte: Ciclo Vivo 

Gerador solar portátil é capaz de abastecer até geladeira



A empresa norte-americana Goal Zero é especialista em criar geradores de eletricidade movidos a energia solar. Entre os destaques da empresa estão os produtos portáteis capazes de fornecer altos níveis de eletricidade para abastecer os mais diversos objetos.

O mais novo modelo é o Yeti 150, um gerador pequeno, que pesa pouco mais que cinco quilos. O equipamento possui um painel solar no modelo Nomad 13 e uma bateria de 150 Wh, que pode ser totalmente carregada em 15 horas. No entanto, após ficar exposto ao sol, entre cinco e dez horas, ele é capaz de recarregar totalmente um laptop, necessitando apenas de duas horas de transmissão energética.

Além de ser prático e limpo, o Yeti 150 surge como uma alternativa para locais em que a rede de transmissão não chega ou para situações de emergência, como o cenário ocasionado pela passagem do furacão Sandy, nos Estados Unidos, em 2012.

Em declaração ao site TreeHugger, o CEO da empresa, Joe Atkin, explicou que o intuito da empresa é fornecer aos clientes uma sensação de segurança. Por isso, além do modelo Yeti 150, a companhia já fabrica um gerador ainda mais potente, chamado de Yeti 1250.

“Se você estiver longe da rede ou acontecer uma falha, estes geradores solares podem manter as luzes acesas, os telefones carregados e até mesmo as geladeiras em funcionamento”, explicou Atkin.

O Yeti 1250 já está disponível na loja virtual da empresa por US$ 1499. A versão 150, menos potente, deve passar a ser comercializada neste ano, por US$ 400.

Fonte: Ciclo Vivo 

Leões africanos estão à beira da extinção



Um relatório produzido pela ONG de proteção aos animais LionAid mostrou que as populações de leões na África estão à beira da extinção. Segundo a instituição são apenas 645 leões em estado selvagem no leste e centro do continente.

A pesquisa mostra que os animais já foram considerados extintos em 25 países africanos e estão à beira da extinção em outros dez. A estimativa é de que existam atualmente 15 mil leões selvagens em todo o continente. Há 30 anos eram 200 mil.

“Houve um declínio catastrófico nas populações de leões na África, em particular na África Ocidental. Estes leões têm sido negligenciados há muito tempo, eles não têm programas de proteção adequados e estão em perigo real de extinção”, explicou o Dr. Pieter Kat, curador da ONG LionAid, em declaração ao jornal britânico The Guardian.

O relatório ainda fala sobre os fatores que colaboram para esta situação. Os altos níveis de pobreza, a falta de interesse político em projetos de conservação e a indústria turística são apontados como os problemas principais.

O trabalho feito pela ONG surge após diversos estudos que abordam o tema. Uma pesquisa da Universidade Duke, nos EUA, usou imagens de satélite para concluir que três quartos da largura do cerrado africano desapareceram no último século. Além disso, ativistas dizem que entre 1999 e 2008, 5.600 leões africanos foram caçados e comercializados como troféus.

Diante destes números, os ambientalistas cobram que o leão africano seja incluído na convenção sobre o comércio internacional de espécies em extinção e ameaçadas. Assim, a fiscalização sobre a caça e comércio seria mais rígida e o animal que faz parte essencial da cultura africana estaria mais protegido.

Fonte: Ciclo Vivo 

10000 MW de energia eólica previstos para a América Latina


Das turbinas no Chile ao parque eólico em Oaxaca, a energia eólica na América Latina já tem um caminho traçado! No entanto, especialistas da indústria dizem que é provável que ela aumente drasticamente daqui pra frente até 2020.

De acordo com especialistas do setor, a energia eólica está crescendo na América Latina e espera-se que ela lidere a corrida das energias renováveis na região com uns 10.000 MW de capacidade previstos para entrar em operação em oito anos.


 “O vento está crescendo exponencialmente à medida que muitas plantas eólicas começam a operar ou estão programadas para a construção”, diz Nestor Lunas, diretor de pesquisa da Organização de Energia da América Latina Olade, com sede em Quito, Equador. Ele acrescenta também que existem projetos ambiciosos para se aproveitar a energia a partir do vento, principalmente no Brasil e México, mas também na Costa Rica, Argentina, Uruguai, Venezuela, Colômbia, Chile, Peru e República Dominicana. Ele ainda afirmou que a capacidade atual é de 3.500 MW-4, 000 MW e pode facilmente chegar a 10.000 MW até 2020.

A história para a energia solar e também para os biocombustíveis, no entanto, é muito menos otimista. A energia solar ainda é vista como muito cara, e sem uma redução drástica dos custos, continuará a ser uma fonte marginal de poder pelo menos até 2020. Enquanto isso, os (muito elogiados) projetos latino-americanos de biocombustíveis enfrentam falta de financiamento e problemas tecnológicos, bem como a oposição política ao longo dos debates alimento versus combustível.

Na frente não-tão-renovável e não-renovável, a energia hídrelétrica e o gás de xisto são ambos esperados também a terem aumentos maciços de suas capacidades, se a região não acordar e passar a prestar atenção nas implicações potencialmente devastadoras do modelo “business- em primeiro lugar”.


Fonte: Blog Planeta Água

Passo a passo de Como fazer um barril de melancia!


Encontramos esse passo a passo simples e muito útil que ajudará você a fazer seu próprio barril de melancia!

Ao trabalho:

Os materiais são:

Uma melancia média ou grande (uma que seja sem sementes facilitará sua vida)

Faca de cozinha

Tábua para corte

Uma torneira

Um descaroçador de maçã (pode ser outro material que sirva para furar a melancia)


  


Passo 1: Para a melancia conseguir se sustentar, corte uma pequena parte de uma das extremidades. Essa extremidade será a base de seu barril.



Passo 2: Corte uma parte maior em cima. É por esse lado que tiraremos seu conteúdo.



Passo 3:  Retire o conteúdo da fruta.



Passo 4: Coloque as partes retiradas no liquidificador e faça um suco como preferir.



Passo 5: Use o descaroçador para furar o local onde a torneira será encaixada.



Passo 6: Encaixe a torneira. É importante que fique bem fixada para o suco não vazar.



Passo 7: Coloque o suco dentro de seu mais novo barril de melancia e agora é só aproveitar.



Conseguiu fazer? Conte para a gente!


Com informações em Prudent Baby.

Fonte Arquitetura Sustentável

Cartilha voltada à indústria ensina como transformar resíduos em novos produtos



 
Imagem: Reprodução

Reaproveitamento de resíduos significa transformar materiais descartados em novos produtos. No Brasil esse segmento industrial ainda é incipiente, ao passo que em outros países já está consolidado. Praticamente se restringe ao reaproveitamento dos entulhos da construção civil na conservação de estradas de terra, conforme noticiou o Centro Sebrae de Sustentabilidade.

Essa atividade movimenta R$ 12 bilhões ao ano e a maior parte dos resíduos ainda vai para aterros. A falta de articulação entre os integrantes da cadeia produtiva de resíduos é um dos motivos do estágio ainda inicial dessa indústria no país.

Dados ajudam a compreender o potencial para o desenvolvimento desse ramo no mercado brasileiro. Segundo a Pesquisa de Saneamento Básico Nacional, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), 99% dois municípios brasileiros possuem serviço de limpeza urbana, 85% serviços de remoção de entulhos e 65% de coleta de lixo especial. Apenas 33% dos municípios possuem sistema para o lixo doméstico coletado e 10% de controle de lixo industrial.
Esse negócio envolve risco e o empreendedor deve se informar bastante e fazer pesquisa antes de implantá-lo. Para interessados em empreender nesse ramo, o Sebrae editou a cartilha Indústria de Reaproveitamento deResíduos, integrante da série Ideias de Negócios Sustentáveis, lançada recentemente.

A cartilha está dividida nos seguintes capítulos: mercado; localização, exigências legais específicas; estrutura; pessoal; equipamentos; matéria-prima/mercadoria; organização do processo produtivo; automação; canais de distribuição, investimentos; capital de giro; custos; diversificação e agregação de valor; divulgação; informações fiscais e tributárias; eventos; entidades; normas técnicas; características específicas do empreendedor; dicas do negócio; bibliografia; e glossário.



Conferência para Ano Internacional da Água apresenta modelos de cooperação



Conferência reuniu especialistas e gestores de vários países
Foto: Reprodução/decada.agua

Nos últimos três dias, especialistas do mundo todo se reuniram em Saragoça, Espanha, com o intuito de preparação para o Ano Internacional da Cooperação da Água 2013. O crescimento da demanda por água e dos desafios de gestão levaram, em fevereiro de 2011, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamarem o ano comemorativo, visando à conscientização.

O primeiro evento sobre a temática terminou na quinta-feira, 10 de janeiro. A conferência de preparação foi um intercâmbio entre várias experiências e modelos de gestão das águas mundo afora, concentrando as discussões nas melhores formas de fazer a cooperação sair do papel.

Segundo as Nações Unidas, a cooperação é necessária para lidar com decisões sobre alocação da água, impactos da poluição desse recurso, captação, construção e gestão de infraestruturas novas, entre outros. Esta assume muitas formas, desde a parceria por meio de fronteiras para o manejo de aquíferos subterrâneos e bacias fluviais compartilhadas, até o intercâmbio de dados científicos.

Foram expostos na conferência modelos como o do recém-lançado AQUASTAT,  banco de dados da FAO (Organização para Alimentação e Agricultura) contendo informações globais sobre água e agricultura.

O sistema estimou a pressão de irrigação sobre os recursos de água disponível e realizou uma grande revisão de necessidade de irrigação de água em 167 países. Para melhorar a gestão hídricas nesses países, o dispositivo gerou calendários detalhados das culturas irrigadas de acordo com os dados de cada nação.

Metas

A campanha pelo Ano Internacional da Cooperação pela Água2013, destinada ao Dia (22 de março) e ao Ano Internacional da Água pretende alcançar cinco objetivos:

Conscientizar sobre a importância, os benefícios e os desafios da cooperação em questões relacionadas à água;
* Gerar conhecimento e construir capacidades em prol da cooperação pela água;
* Provocar ações concretas e inovadoras em prol da cooperação pela água;
* Fomentar parcerias, diálogo e cooperação pela água como prioridades máximas, mesmo após 2013;
* Fortalecer a cooperação internacional pela água para abrir caminho para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável defendidos por toda a comunidade que trata sobre água e atendendo às necessidades de todas as sociedades.

O Ano Internacional de Cooperação pela Água, em 2013, deseja encorajar partes interessadas nos níveis internacional, regional, nacional e local a agir em prol do acesso aos recursos hídricos.

"Big Brother" austríaco transforma resíduos orgânicos em gastronomia


 

Ativistas, cozinheiros e artistas austríacos decidiram demonstrar em reality sohow as possibilidades de reaproveitamento de alimentos que vão parar no lixo
Fotos: Divulgação

Enquanto no Brasil nos resumimos ao Big Brother Brasil, a Fazenda, etc. a Áustria inova na abordagem de reality shows, deixando de lado relações e conflitos pessoais para tratar do desperdício de alimentos. Chamado de Waste Cooking (Cozinhar Resíduos), o programa dirigido por David Gross, uniu ativistas, cozinheiros e artistas austríacos para demonstrar as possibilidades de reaproveitamento de todos os alimentos que vão parar no lixo.


Segundo Gross, a ideia do programa surgiu após conhecer de fato o grande volume de alimentos que é desperdiçado em seu país. Ele conta que a Áustria joga fora em torno de 105 mil toneladas de alimentos comestíveis anualmente. "Embora eu estivesse preparado, a quantidade de resíduos me deixou sem palavras", escreveu no site do programa.


O primeiro episódio mostrou o grupo de catadores reunidos a noite em suas bicicleta, na busca de produtos em caixas de lixo orgânico. Depois que encontravam frutas imaculadas, legumes, queijos e outros alimentos, embalados ou não, eles faziam a limpeza e preparavam receitas, como ensopados de lentilhas e salada de espargos. Posteriormente, os pratos eram expostos para pessoas na rua. Muitas ficaram curiosas enquanto outras torciam o nariz.

Devido ao baixo orçamento, inicialmente o reality era transmitido pela internet, só em dezembro de 2012 a emissora de televisão Okto passou a transmitir, segundo o site NPR. Para conhecer as receitas é só acessar o site do programa.



quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

GravityLight: para acender a lâmpada, basta a força da gravidade



Uma fonte de luz que substitua os lampiões de querosene usados por pessoas que não têm acesso à eletricidade (ao todo são 1,5 bilhões, segundo a ONU) deve ser barata, segura e abastecida de forma natural. Com base nessas diretrizes, uma dupla de designers ingleses desenvolveu uma lâmpada que precisa, apenas, da força da gravidade para ser acesa. Foram quatro anos de pesquisa e trabalho.

Martin Riddiford e Jim Reeves, diretores da empresa de design Therefore, batizaram sua obra de Gravity Light. Ela é feita de LED e fica acesa por 30 minutos para cada três segundos em que “carregar” algum peso, como um saco cheio de areia ou de pedras, por exemplo.

Isso é possível porque engrenagens do interior do aparelho convertem o peso em energia. Mais simples – e seguro – do que acender um lampião! A energia produzida ainda pode ser usada para abastecer aparelhos como rádios e baterias.

Outra vantagem de usar a gravidade como fonte de energia é que esta lâmpada dispensa o uso de pilhas, necessárias em lâmpadas de placas solares. Isso significa que não há custos com manutenção, nem descarte de baterias. Estima-se que o preço da Gravity Light, quando fabricada em grande escala, será o equivalente a US$ 5.
O projeto nasceu a partir de um concurso lançado pela ONG Solar Aid* (já divulgamos outra iniciativa dessa organização aqui no site) para estimular a produção de alternativas aos lampiões de querosene, que soltam fumaça tóxica prejudicial à saúde. E já foi reconhecido: os designers conquistaram financiamento coletivo para viabilizar a distribuição de sua invenção emaldeias da África e da Índia.

Fonte: Superinteressante 

Designer portuguesa cria joias sustentáveis


A designer portuguesa Anabela Marques criou a Idict, marca de joias sustentáveis feita com materiais reaproveitados. A artista usa principalmente PET e revistas antigas, formando as placas coloridas que são usadas em colares, pulseiras e outras peças.


Feitas sempre à mão, nenhuma peça é repetida. O trabalho pode ser acompanhado no blog da artista, e encontrado em diversas lojas em Portugal ou pela internet.


Fonte: Atitude Sustentável 

Saiba como transformar skates velhos em uma mesinha



As razões que levam os skatistas a trocarem os shapes de seus equipamentos podem ser muitas. O que realmente importa é que este material não seja simplesmente descartado. Com ele é possível fazer escadas, assentos e até mesmo uma mesa de piquenique para crianças.

A mesa original foi publicada no site de vendas Etsy e está disponível comercialmente por aproximadamente R$ 300. No entanto, é possível se inspirar no modelo para fazer uma mesinha personalizada. Para isso os materiais necessários são: madeira; pregos, parafusos e outras ferramentas para manusear, cortar e furar madeira; 4 shapes.
 
Como fazer

Esta não é uma tarefa tão simples e exige uma certa habilidade em trabalhar com madeira. Não é necessário ser um marceneiro profissional, mas não se arrisque se não souber manusear as ferramentas adequadas.

O primeiro cuidado será em cortar a madeira de madeira a formar um cavalete. Portanto, corte duas toras de madeira com 88 centímetros cada, que serão usados com apoio para os bancos. Quatro madeiras devem ter, em média, cinquenta centímetros. Elas serão usadas como as pernas da mesa, portanto, devem ter as pontas cortadas de maneira a se equilibrarem em um ângulo de 60º. Por fim, os últimos dois cortes de madeira devem ter 44 centímetros cada.

O formato do cavalete das madeiras usadas para o apoio você pode identificar nas imagens da galeria de fotos. Para completar a mesinha, fixe um shape de cada lado, formando os dois assentos. Os outros dois shapes serão as mesas.


A mesa de piquenique com essas medidas, ou medidas próximas a essas, é indicada para acomodar crianças de um a cinco anos.

Fonte: Ciclo Vivo 

Projeto educacional leva crianças à roça e incentiva alimentação saudável


Criado pela empresa Risotolândia em 2006, o "Caminho da Roça" é um projeto que leva estudantes da Rede Municipal de Ensino de Curitiba, Araucária e São José dos Pinhais até uma chácara para mostrar o cultivo e a importância de uma alimentação rica em vegetais.

A empresa paranaense que fornece refeições para diversas escolas públicas de Curitiba e Região Metropolitana – além de inserir alimentos saudáveis nas merendas, também criou o programa de educação nutricional, que proporciona aos alunos o conhecimento e experiência da classe dos vegetais através de visitas diretas ao produtor.

Segundo a empresa, além de educar para uma alimentação saudável, o programa busca despertar o interesse das crianças pelo cultivo das verduras, estimulando o consumo diário de alimentos saudáveis.  As visitas, que acontecem em uma chácara no bairro do Umbará em Curitiba, têm uma programação bastante variada.

Ao chegarem, as crianças são pesadas e medidas, ganhando no final do passeio uma carteirinha com os dados e dez dicas para uma alimentação saudável. Depois, todos participam de uma palestra feita com uma das nutricionistas da empresa, que explica sobre noções básicas de higienização das mãos e os grupos de alimentos.

Após a palestra, todos vestem um avental para não sujar as roupas e colocam um chapéu de palha para entrarem no clima da roça. Já nos canteiros, os alunos conhecem o cultivo, os cuidados com as mudas, formas de colher, o nome dos vegetais, os nutrientes e benefícios de cada um deles.

A nutricionista Kariny Alves Pereira, responsável pelo projeto, explica que depois do passeio os alunos plantam uma muda de hortaliça, higienizam as mãos e recebem um lanche, para então voltarem à escola com um certificado de participação. “Estamos muito otimistas com os resultados do projeto. Muitas escolas têm entrado em contato para agendar a visita, pois percebem que após as atividades as crianças passam a se alimentar com mais frutas, verduras e legumes, estendendo esse hábito também em casa, deixando os pais satisfeitos e contentes”, finaliza a nutricionista.

O projeto já atendeu 74 escolas e mais de 2318 crianças de Curitiba e região.

Fonte: Ciclo Vivo 

Boeing cria avião movido a energia elétrica


A Boeing, montadora norte-americana de aviões, desenvolveu o SUGAR Volt, um protótipo de avião híbrido que utiliza energia elétrica para voar. Carregado com baterias nos aeroportos, o novo jato queima 70% menos combustíveis que os modelos convencionais.

O estopim para a criação do avião movido a energia elétrica foi a pesquisa SUGAR (Pesquisa de Aeronave Ultraverde Subsônica, em inglês), projeto financiado pela NASA para avaliar as tecnologias verdes que podem ser aplicadas em jatos nos próximos 37 anos.

O avião, batizado de Volt, é o jato mais simples apresentado na pesquisa até agora. Entre os projetos desenvolvidos, também ganhou destaque a intenção de montar aviões movidos a hidrogênio ou células de combustível de metano, a fim de substituir os combustíveis tradicionais.

Ao contrário dos modelos comerciais, o Volt possui baterias armazenadas na parte de baixo de sua estrutura, que são carregadas com eletricidade quando o avião está no aeroporto. Depois de completar a carga, o avião já pode levantar voo. Durante a decolagem, as turbinas são alimentadas com o combustível tradicional, mas, ao ficar estabilizado, o Volt utiliza apenas energia elétrica.

A tecnologia híbrida do SUGAR Volt permite que 70% do voo seja realizado sem emitir nenhuma partícula de poluição originada da queima de combustíveis fósseis. Por funcionar com apenas 30% do combustível que seria utilizado pelos jatos convencionais, o protótipo desenvolvido nos EUA já chamou a atenção das companhias aéreas, que pretendem reduzir seus gastos com combustíveis.

Além disso, um avião híbrido poder ter a envergadura duas vezes maior do que os modelos convencionais, o que aumenta a eficiência energética e permite decolagens mais rápidas.

Fonte: Ciclo Vivo 

Urban Air – Manifesto por um Mundo mais Verde


O Urban Air é um projeto que tem a intensão de aproveitar a estrutura física dos imensos cartazes de publicidade, transformando-os em jardins suspensos.

A ideia do projeto é proporcionar aos usuários das cidades respiros verdes entre as edificações. A espécie escolhida para os jardins foi o Bambu, espécie de crescimento rápido e porte exuberante. Com uma vasta experiência com o bambu o escultor Stephen Glassman lidera a equipe de designers.

Cada jardim terá um sistema de irrigação controlado através de um aplicativo, que além de possibilitar a irrigação, fornecerá informações sobre a qualidade do ar dentro e fora da estrutura, de forma que o jardim se comunique com a cidade.

O projeto vai começar em Los Angeles e deve chegar a outras grandes cidades do mundo. O projeto está sendo financiado coletivamente, ou seja, qualquer um pode ajudar! Quem sabe assim o projeto chega em alguma cidade do Brasil.

Assista o vídeo!






Fonte: Garimpo Verde

Ciclista pedala de SP até Bahia para entregar doações



O ciclista Erivaldo Fernandes percorrerá mais de 1,6 mil quilômetros do Estado de São Paulo até a Bahia para rever pessoas da Creche Nossa Senhora Aparecida onde ele viveu. Além disso, ele pretende fazer doações a Associação da Vila Nazaré, uma comunidade local.

Morador de Mogi das Cruzes, Fernandes pedalará até Ilhéus, na Bahia. A viagem está prevista para durar cerca de 20 dias. O ciclista nasceu no município Floresta Azul, a 491 km de Salvador, mas cresceu em uma creche de Ilhéus, enquanto a mãe trabalhava. Até que foi abandonado e acolhido por sua tia que o levou para São Paulo.

A mãe de criação morreu, mas com 33 anos o ciclista tem a família que ele mesmo construiu. Tem esposa, três filhos e um emprego estável. Essa já é a segunda vez que ele planeja a viagem. A primeira ocorreu em 2010, quando ele soube da história de dois irmãos carentes da creche. Um tinha o sonho de ter uma bicicleta e a menina queria uma boneca. Nesta ocasião ele foi até Ilhéus de bicicleta junto com um amigo.

Com a bicicleta usada na viagem ele presenteou o garoto de 12 anos e seu amigo deu uma boneca para a menina de apenas cinco anos. "A ajuda que eu presto para a creche é uma forma de poder agradecer o que foi feito comigo. Não somente para a instituição, mas o pessoal da comunidade também" afirmou Fernandes ao G1.

Neste ano, o ciclista doará bicicleta para uma associação de diabéticos de Ilhéus. Sua história despertou o interesse do diretor comercial de seu trabalho, que doará 20 cestas básicas para a instituição. Além disso, ele conseguiu roupas da fábrica onde trabalha e transporte para levar as doações até a Bahia.

A creche abriga cerca de 200 crianças e é gratuita. Os pais deixam seus filhos no local para que possam trabalhar. A proprietária da creche não recebe ajuda governamental e consegue manter o local com a ajuda de doações. São atendidas crianças de um ano a 15 anos de idade. Além de cuidar delas, a creche oferece aulas de artesanato, crochê, pintura, cabeleireiro, padaria, sapataria, entre outros cursos. 

Com informações do G1.

Fonte: CicloVivo

Escritório sustentável é projetado para receber visitantes fora do horário comercial



Um escritório norte-americano projetou uma obra inusitada para um edifício. A proposta é criar um auditório sustentável aberto ao público intitulado por ele de "uma sala de estar para a cidade".

A ideia é do arquiteto Hao Ko, que é responsável pelo novo complexo comercial do banco PNC, o edifício "The Tower" de 33 andares na cidade de Pittsburgh, Estados Unidos.

O arquiteto integra o escritório Gensler e baseou seu projeto em duas vertentes principais: sustentabilidade e comunidade. É com esse pensamento que ele pretende que o auditório seja utilizado pela população, mesmo fora do horário comercial. O local tem capacidade para 330 pessoas.

No quesito sustentável, o espaço é autossuficiente em energia. Há também áreas externas com jardins e fachada de vidro de dupla camada, que permite um maior aproveitamento da ventilação e luminosidade natural. As escadas são estrategicamente posicionadas para levarem os visitantes ao andar desejado, reduzindo o uso do elevador.

O sistema também permitirá o uso da ventilação natural em quase metade do tempo do horário de expediente. A empresa espera proporcionar um ambiente de trabalho confortável. A ideia é de que os funcionários possam desfrutar de uma bela vista da cidade em diversos andares, além de oferecer espaços aconchegantes para reuniões informais.

O prédio é muito diferente da tendência dos escritórios atuais em que é mais comum o uso de ar condicionado e salas fechadas e escuras. A previsão é que as obras da torre sejam concluídas em 2015. 




Com informações da Folha e Archrecord.

Fonte: CicloVivo

Cola sem solventes é desenvolvida por engenheira química brasileira



Um projeto sustentável de colas sem solventes teve a aprovação do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec). A solução foi desenvolvida pela engenheira química Wang Shu Chen, após ter problemas de saúde pela excessiva exposição a solventes.

A engenheira trabalhou durante muito tempo em uma multinacional do setor químico, até que, através de um exame, ficou sabendo que a exposição a solventes resultou em 30% menos glóbulos brancos no sangue. A partir de então, buscou alternativas de desenvolver uma cola sem substâncias tóxicas.

“Tive acesso aos laboratórios da Universidade de São Paulo, onde realizei pesquisas e testes que resultaram na produção de adesivos e selantes isentos de compostos nocivos à saúde e ao meio ambiente”, afirma a química, que, durante os processos, teve apoio de órgãos públicos, agências de fomento e de investidores.

Wang agora busca desenvolver um produto a partir da nanotecnologia, que será usado para colar placas de blindagem. A nova solução é uma das apostas da Adespec - Adesivos Especiais, empresa criada junto com parceiros para oferecer soluções inovadoras e sustentáveis.

A engenheira dá um exemplo de sucesso profissional, já que conseguiu contornar um problema de saúde recorrente de sua profissão e criar um negócio ecológico, ilustrado no livro Empreendedorismo Inovador, organizado pelo consultor de negócios Nei Grando.

O caso de Wang é usado pelo diretor executivo do Cietec, Sergio Risola, para ilustrar sua resposta à pergunta: “Vale a pena recorrer a uma incubadora?”. O questionamento é tema de um dos 24 capítulos que compõem a publicação. 

Com informações do Estadão.

Fonte: CicloVivo

Grife líder no Japão em moda casual adere a campanha Detox do Greenpeace



A Uniqlo foi a 13ª marca a aderir a Detox
Foto: rocor

Mais uma marca de moda internacional acaba de aderir a campanha Detox. A grife da vez foi a Uniqlo, líder no Japão em moda casual, que concordou em eliminar todas as substâncias tóxicas de sua cadeia de fornecedores e de produtos até 2020.

A empresa administradora da grife, Fast Retailing, afirmou que também pretende tornar público os dados sobre o descarte de, pelo menos, 80% de seus fornecedores globais no ano de 2013. Segundo o Greenpeace, responsável pela campanha, a iniciativa pode acelerar a corrida pela transparência no setor.

A grife se juntou a marcas com a Zara, Mango, Esprit, e Levi's. O objetivo da organização é fazer com que a GAP, Calvin Klein e G-Star Raw também queiram aderir a campanha.

Entenda a proposta

Lançada em novembro de 2012, a Detox Greenpeace visava cobrar uma postura mais sustentável da grife Zara, que já havia passado por acusações de trabalho escravo. Porém, a campanha não parou por aí. Rapidamente, alcançou cerca de 200 mil inscrições da petição lançada na internet.

A iniciativa obteve uma repercussão tão positiva que, gradualmente, foi conquistando a adesão de novas marcas à campanha. Atualmente, há 12 marcas compondo o time da Detox Greenpeace, de acordo com a ONG.

Conheça um dos vídeos da campanha (em inglês):




quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Quatro dicas úteis para reutilizar a borra de café


 

Uma das coisas que não pode faltar para o brasileiro é o famoso cafezinho. Pela manhã, depois do almoço, no lanche e no jantar, sobram momentos para saboreá-lo. Mas o que fazer com toda a borra que sobra nos coadores?

Se você não sabe, aí vai quatro maneiras criativas de reutilizá-la. Dicas que vão desde adubo até esfoliante natural.

Removedor de odores


O café tem a capacidade de atrair e reter odores, removendo o mau cheiro de ambientes. E o cheiro de café não fica no ar. Para isso, você deve secar a borra de café ao sol por um dia. Depois coloque-a em um recipiente e leve-a para onde está o mau cheio (quartos, armários, etc).

Ela também é muito eficiente para tirar cheiros fortes nas mãos, como o de cebola ou alho.

Adubo e repelente natural


Formigas, lesmas e outras pragas estão destruindo seu jardim? Simples! É só salpicar borra de café em torno do local para manter as pragas bem longe. Além disso, o pó afasta também gatos, uma vez que o cheiro incomoda o animal, que usa seu jardim como banheiro e mexe nas plantas. A borra de café é um repelente natural.

O café jogado ao solo não prejudica as plantas, pelo contrário, serve como adubo natural. Quando você for plantar algo em seu jardim, experimente colocar a borra de café junto com as sementes.

Tingimento


O marrom do café pode virar corante para ser utilizado tanto para tingir papel como tecidos. E o processo é bem simples. Basta colocar a borra em um recipiente com água bem quente e deixar descansando de 5 a 10 minutos. Depois desse tempo, já está pronta sua tinta.

Esfoliante natural


Rico em vitamina B e uma grande variedade de minerais, como cálcio e potássio, o café tem ação anti-inflamatória que acalma a pele, fechando os poros. O que o torna uma ótima matéria-prima de truques simples de beleza feitos em casa, como o uso da borra do café como esfoliante caseiro para a pele do rosto.

Fonte: Ecodesenvolvimento 

Amplificador de bambu: um gadget 100% sustentável



Os criadores são da Filipinas. O antropólogo Koh Onozawa  e o designer de móveis Franz Ignacio sempre souberam que queriam trabalhar juntos algum dia. E a dupla incomum realmente deu certo. Franz pode oferecer projetos de qualidade e Koh trouxe o aspecto social, juntamente com um forte desejo de ajudar a capacitar a comunidade filipina.

Segundo os criadores, Loudbasstard não foi criado para substituir o alto-falantes ou o seu sistema de som em casa, mas para fornecer um amplificador de som pessoal que é orgânico, pois não usa eletricidade. Cada peça é cortada e tingida à mão, por artesãos locais na cidade de Cebu, Filipinas.


O produto não possui nenhuma peça eletrônica e pode ser utilizado para projetar sons de iPhones, iTouch e outros smartphones como o Samsung Galaxy S3. Mais do que apenas um alto-falante, ele oferece oportunidades para artesões locais, que acabam perdendo espaço por causa dos produtos produzidos em massa.


Fonte: Ecodesenvolvimento 

Cartilha do Sebrae incentiva gestão sustentável nas empresas


  
Imagem: Reprodução/Sebrae

Propostas, conceitos e práticas para aproximar das empresas o desenvolvimento sustentável podem ser encontradas na cartilha Gestão Sustentável nas Empresas, elaborada pelo Centro Sebrae de Sustentabilidade.

Segundo o documento, não há incompatibilidade entre um empreendimento rentável e uma gestão para a sustentabilidade. Para o Sebrae, uma empresa com práticas sustentáveis reduz seus custos operacionais por consumir menos água e energia, utilizar menos matéria-prima, gerar menos resíduos e gastar menos em controle de poluição.

Ao reduzir seus custos, as empresas aumentam sua competitividade, pois podem cobrar preços menores. Por outro lado, conquistam novos clientes, uma vez que o consumidor, cada vez mais consciente e bem informado sobre os efeitos ambientais e processos produtivos sustentáveis, está disposto a pagar mais caro por marcas associadas a uma atitude positiva em relação à proteção do meio ambiente.

Segundo o Sebrae, Sistemas de Gestão Ambiental (SGA) podem ser aplicados em qualquer atividade econômica, pública ou privada. Um SGA possibilita controlar e minimizar os riscos ambientais, além de representar uma importante vantagem competitiva.

Em resumo, o Sistema de Gestão Ambiental ajuda a empresa em uma série de ações como, por exemplo, identificar e controlar impactos e riscos ambientais relevantes; estabelecer metas de para o desempenho ambiental, assegurando o equilíbrio de custos e benefícios; e medir o desempenho em relação a padrões e metas pré-estabelecidos e modificar a abordagem, se necessário.



Aprenda a fazer enfeites de coruja reaproveitando garrafas PET



Decorações e acessórios em formato de coruja estão totalmente na moda. A ave, que é símbolo de sabedoria, ganhou o gosto de pessoas em todo o mundo. Para os fans do bichinho, separamos uma dica de como fazer enfeites de coruja reaproveitando garrafas PET.

Esta ideia foi publicada inicialmente no site Craft BerryBush e é muito simples de ser feita. 

Os materiais necessários são:

- 1 garrafa de coca-cola;

- Tesoura;

- Tinta acrílica;

- Caneta marcador para CD.

Como em todos os artesanatos com materiais reaproveitados é preciso cuidar da higienização, antes de fazer qualquer outra coisa. Por isso, lave e seque bem a garrafa. Feito isso, é necessário marcar três pontos específicos em que ela será cortada e dividida.

A primeira marcação deve ser feita a, aproximadamente, dois dedos da tampa. Este pedaço será descartado, conforme mostra a imagem. A seguir, faça uma divisória de quatro dedos, colocando a marcação logo abaixo do ponto em que a garrafa tem a parte mais grossa de seu corpo. Este pedaço deve ser cortado e guardado para uso posterior.



Para finalizar o corte da garrafa, meça quatro dedos a partir do fundo e faça um novo corte. As duas partes utilizadas serão o fundo, que servirá como a cabeça da coruja, e o segundo corte da sequência, que funcionará como o corpo do animal.


Essas partes devem se encaixar. Caso isso não aconteça, utilize cola quente para mantê-las unidas. Lembrando que, quanto melhor se encaixarem, mais uniforme será o visual da coruja.

Com o formato feito, basta pintar a cara e o corpo da coruja, conforme o exemplo mostrado na galeria. Procure fazer os cortes bem retos para facilitar o equilíbrio dos enfeites em superfícies diversas.

Fonte: CicloVivo