sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Convite para a reunião do Plano Nacional de Saneamento - PLANSAB



Seminário "Alterações do Código Florestal e os Desafios do Desenvolvimento Sustentável



Aprenda a reutilizar seu lápis




No mundo atual há ainda que prefira o bom e velho lápis de madeira. O único problema é que a fabricação se baseia na extração de madeira da mata. A boa notícia é que já é possível encontrar lápis feito a partir de madeiras reflorestadas, como a linha "Ecolápis" da Faber-Castell, assim como reutilizá-los no final da vida útil.

Quem utiliza lápis sabe que, com o uso, ele se torna curto até o ponto de ser impossível escrever. Com isso, muitos "pedacinhos" em perfeito estado (apesar de muito pequenos) são jogados fora. Existem algumas soluções para evitar o acúmulo desse material no meio ambiente, conheça alguns exemplos de boas ideias.

De volta à natureza


Chamado de “sprout”, o tradicional lápis de madeira, surpreende. No lugar da borracha, ele possui uma cápsula com semente. Quando o material chega ao ponto que não dá mais para ser usado, ele pode ser plantado em casa, no escritório, ou em sala de aula. Em algumas semanas o seu toco de lápis se transforma em uma planta.

A ideia foi desenvolvida pelo curso de design de produto no MIT, onde os alunos foram convidados a criar um produto eco-friendly para o escritório do futuro. As sementes variam entre flores, frutas, verduras e hortaliças.

1+1=1



O número de pontas de lápis jogadas fora pode ser minimizado se transformar os dois restos inúteis em um só e utilizá-lo. Esse é um conceito do 1+1=1, um objeto simples e útil criado pelos designers Hoyoung Lee, Youngwoo Park e Jinyoung Park.

O objeto trata-se de uma espécie de conector capaz de unir dois restos de lápis e criar um novo. O nome da invenção já explica a ideia dos designers: um pedacinho (aparentemente inútil) de lápis mais outro igual, conectado pela invenção, gera um lápis perfeito para ser utilizado novamente.

Simples e altamente eficiente para reduzir o desperdício e a quantidade de novos lápis produzidos, o 1+1=1 é uma alternativa criativa para um problema tão comum.

Bijuterias coloridas


Os tocos de lápis de cor podem ganhar uma nova funcionalidade e, dessa vez, como acessório feminino. A designer francesa, Gabrielle Blair, viu no material escolar de seus seis filhos a matéria-prima para sua linha de bijuterias.

A transformação é bem simples, segundo Blair, e melhor ainda, com custo quase zero. Basicamente, é necessário apenas uma furadeira, linhas de náilon colorida e cola, para criar colares e broches criativos.

Painel decorativo


A ideia de criar um painel incrível feito com lápis de cor foi da empresa japonesa Felissimo, que lançou o projeto “500 Colored Pencils” com o conceito: “O que seria de uma cor sem as outras 499? Juntas, elas sugerem possibilidades infinitas”.

Essa é uma boa maneira de criar um quadro sem sujeira de tinta. Basta aproveitar os lápis de cor que seu filho não usa mais para reproduzir essa técnica.

O quadro é uma garantia de muita cor para seu escritório, sala, quarto ou onde mais desejar.

Fonte: Ecodesenvolvimento 


Saiba como fazer um carregador solar em casa


  O carregador pode ser feito em casa. Foto: SFrayne

Os cientistas Shawn Frayne e Alex Hornstein descobriram que 50% dos painéis microsolares são feitos à mão e, por isso, podem apresentar mais problemas. Por meio dessa descoberta, os jovens criaram a Pocket Solar Factory para desenvolver projetos sustentáveis em prol da tecnologia de forma automatizada.

A dupla lançou um carregador solar em garrafa de vidro, considerado simples e possível de fazer em casa. Eles utilizaram apenas nove materiais: uma garrafa de vidro; uma carta de baralho; uma fita de cobre com adesivo de um lado só (encontrada em loja de eletrônicos); um cabo USB com plug para tomadas; um conector JST com um par de terminais livres; uma bateria de lítio; 11 solettes (pequenos pedaços de monocristalino ou policristalino de silício); um chip ou placa responsável pelo lítio; e super cola.


Frayne e Hornstein refoçaram ao portal TreeHugger que, em função da mão de obra, os painéis, por vezes, falham. "Cerca de 15% dos painéis microsolares são rejeitados e jogados fora", acrescentaram. Por isso, eles estudam a possibilidade de automatização da produção e dos testes. Os pesquisadores acreditam que o alcance do objetivo pode reduzir os custos dos painéis solares em 25%, além de diminuir o número de materiais descartados por defeito.

Em prol da automatização dessas criações, os cientistas lançaram a campanha Kickstarter, com o objetivo de conseguir financiamento  para a evolução da proposta.

Conheça o vídeo de como fazer o carregador:



O próximo passo da dupla é a criação de uma máquina impressora em 3D.




Programação Workshop Pagamentos por Serviços Ambientais


Alta voltagem


Investimentos em empresas que geram energia a partir de fontes alternativas ao petróleo ultrapassaram 8 bilhões de dólares no Brasil em 2011 e movem os negócios no setor.

  
Não é difícil encontrar o endereço do aposentado Evaldo Rodrigues, de 61 anos - mesmo quando falta luz no bairro onde mora, situado numa das praias de Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro. "Só na minha casa as lâmpadas continuam acesas", diz Rodrigues.

Há alguns anos, ele e a mulher, Mirian, de 61 anos, instalaram no quintal um gerador que parece um ventilador gigante. A brisa do mar move uma hélice que, por sua vez, aciona uma turbina que produz eletricidade. "Metade de nossa energia é produzida com a força do vento", diz Rodrigues. Outra parte, usada para esquentar a água do chuveiro, advém de um aquecedor que utiliza o calor do sol. "Só 30% do consumo é eletricidade fornecida pela distribuidora", diz.

Histórias como a dos Rodrigues devem ser cada vez mais comuns no Brasil nos próximos anos. A produção de energia por fontes alternativas - como vento, sol e biomassa (resíduos como lixo e bagaço de cana-de-açúcar) — vem aumentando rapidamente. Em 2011, os investimentos em negócios ligados ao setor ultrapassaram 8 bilhões de dólares no país, segundo a consultoria Bloomberg New Energy Finance.


Crescimento dos negócios da cadeia de produção de energia proveniente de fontes renováveis no Brasil

Para cada brasileiro, foram investidos 42 dólares - quatro vezes o valor de seis anos atrás. Os recursos foram para parques eólicos, usinas solares, termelétricas movidas a biomassa e fornecedores de produtos e serviços da cadeia produtiva. Até 2020, esses investimentos devem elevar a participação das fontes alternativas no total de energia produzida no Brasil de 10% para 16%, de acordo com a estimativa da Empresa de Pesquisa Energética, do Ministério de Minas e Energia.

Para os empreendedores, esses números significam um grande mercado. "A demanda por produtos e serviços para novas usinas vai aumentar, e muito", diz Mauro Passos, presidente do Instituto Ideal, organização não governamental que acompanha as tendências no setor. "As pequenas e médias empresas devem ser as principais beneficiadas."

A procura já está acontecendo. As usinas estão comprando hélices, geradores, painéis solares, caldeiras, cabos de alta tensão, medidores de consumo e serviços como treinamento de mão de obra e transporte. O gerador a vento no quintal de Rodrigues, por exemplo, foi produzido pela Enersud, fabricante de torres e turbinas localizada em Maricá, no Rio de Janeiro.

 Mauro Pacheco, AQX / SC

A empresa nasceu há dez anos, quando o engenheiro mecânico Luiz Cezar Pereira, de 71 anos, se aposentou da Petrobras. Pereira começou a pesquisar modelos de hélices e turbinas para iluminar sua casa no litoral fluminense com a força do vento marítimo. "Só encontrei equipamentos importados", diz ele. "Desenvolvi um modelo e o patenteei." Pereira passou, então, a vender as máquinas a moradores de áreas sem luz elétrica nos arredores de Niterói e a fazendeiros do interior de São Paulo e Minas Gerais.

Ao longo dos anos, Pereira montou equipamentos mais potentes e conquistou como clientes empresas que consomem grandes quantidades de energia em áreas remotas, como transportadoras que instalam antenas em estradas pouco movimentadas para rastrear o tráfego de suas cargas.

No início, uma pequena equipe de vendas recebia as encomendas, feitas por telefone ou pela internet.



Fonte: Planeta Sustentável

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Arquitetos franceses se inspiram em árvore para criar edifício



A Canopea é o projeto de um edifício residencial de baixo impacto ambiental. A proposta foi apresentada pela equipe francesa de Rhône-Alpes no concurso European Solar Decathlon 2012, com o intuito de proporcionar o conforto individual atrelado ao contato com a natureza.

O prédio foi inspirado na copa de uma árvore e, assim como os elementos naturais, será capaz de capturar 95% da energia solar e reaproveitar 30% da água das chuvas. O projeto é de um edifício de baixa estatura, com até dez andares.


A capacidade do projeto é limitada para controlar a densidade e não sobrecarregar as estruturas disponíveis aos moradores. Com janelas em toda a fachada, os habitantes terão uma visão privilegiada de 360º, permitindo um contato próximo com o ambiente no entorno.

Diversos recursos e serviços serão compartilhados. A energia obtida a partir de placas fotovoltaicas, por exemplo, será destinada a uma rede inteligente, responsável pela distribuição. Esta eletricidade alimentará todo o sistema de aquecimento e arrefecimento e o excedente deve ser aplicado a outros usos.


O edifício contará com plantações integradas, que mesclam o tom urbano com o verde. Além disso, o piso térreo e o terraço disponibilizarão lojas, creches, postos de carregamento elétrico, cozinha ao ar livre, salão de jogos, entre outras coisas.


O grupo responsável pelo projeto descartou o uso de grandes sistemas tecnológicos, em contrapartida apostou na flexibilidade dos ambientes internos para deixar os apartamentos personalizados, de acordo com a necessidade dos habitantes. A maior parte da mobília é móvel e pode ser facilmente transportada e adaptada a outros ambientes.

Fonte: Ciclo Vivo 

Desmatamento contribuiu para fim do império maia


Há cerca de 1.300 anos, o império maia começou a entrar em colapso. Três séculos depois, veio o fim. Sobraram apenas enormes pirâmides e templos para atestar sua existência.

A decadência da civilização é um dos grandes mistérios da arqueologia. As teorias mais divulgadas apontam que mudanças climáticas, que provocaram secas devastadoras, foram responsáveis pelo desaparecimento da civilização.

Agora, um novo estudo, publicado nesta terça-feira no periódico científico PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences), afirma que não foi apenas a seca que desempenhou papel chave na destruição. Alterações humanas no ecossistema, como o desmatamento, e a decadência de rotas comerciais também foram fundamentais para o colapso.

"Este estresse ambiental foi complementado por uma mudança no comércio comercial de toda a península, o que reduziu a economia e o poder da elite dominante para manter a infraestrutura dos meios de subsistência", disse B. L. Turner Turner, um cientista Sustentabilidade da Universidade do Estado do Arizona, nos Estados Unidos (EUA) e um dos autores do estudo ao lado de Jeremy A. Sabloff, presidente do Instituto Santa Fé, um centro que estuda as relações do homem com a natureza.

Segundo Turner, essa decadência, somada à decisão de abandonar as terras baixas do império, em vez de manter o investimento, acelerou o colapso.

Os autores dizem que essa teoria reconhece o papel das mudanças climáticas e aquelas provocadas pelo homem, mas também reconhece o papel do comércio e das decisões tomadas pelos maias.

Segundo o estudo, o colapso da civilização não foi "monolítico", mas teve muitas fases que variaram. "A única maneira de explicar essa variação é adotar uma visão complexa do sistema", diz o artigo.

Os cientistas afirma que o caso dos maias é um incentivo para o uso de analogias paleo-históricas para entender as atuais mudanças ambientais.

Fonte: Planeta Sustentável 

Já pensou em comer um lápis? Agora dá


Quem gosta de usar lápis sabe que a certa altura eles ficam no cotoco, difícil até de segurar entre os dedos. Imagine se você pudesse se desfazer do pedacinho restante simplesmente enterrando-o no canteiro mais próximo e, tempos depois, encontrasse um broto de coentro, uma flor ou um vegetal?









É exatamente isso o que a empresa Democratech fez ao laçar no mercado americano o Sprout, um lápis com cápsulas de semente variadas, acopladas no lugar da borracha, que pode ser plantado. O resultado são brotos de tomate, coentro, salsa, alecrim e até flores, como margaridas, dependendo da escolha do freguês.










A ideia nasceu do curso de design de produto Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) em Cambridge, Estados Unidos, onde os alunos foram convidados a criar um produto sustentável para o escritório do futuro.



Ao inserir as sementes no corpo em madeira de cedro convencional, seus criadores aproveitaram para tornar o lápis também atrativos para as crianças, na esperança de estimulá-las a praticar a reciclagem através da jardinagem. 



Fonte: Exame.com 

Dez filmes para você entender mais sobre meio ambiente


Cinema é mais do que entretenimento, é também conhecimento. Apresentamos dez filmes sobre temas relacionados à sustentabilidade. Uma boa forma de fazer a sua parte é conhecer mais sobre o planeta em que você vive. Lixo, desperdício, consumo, produção de alimentos, água e poluição são alguns dos assuntos que estão nesse TOP 10 do “cinema sustentável”. Se tiver sugestões para incrementar a seleção, não deixe de compartilhar!


1 – A Era da Estupidez [The Age of Stupid]


O filme se passa em 2055 e conta uma história que mistura elementos de ficção, animações ilustrativas e realidade. Em um grande arquivo isolado no Ártico está guardado todo o conhecimento produzido pela humanidade. O arquivista que conduz a narrativa do filme, interpretado por Pete Postlethwaite, questiona nossa capacidade de ação. Nos dias de hoje, a trama mostra histórias paralelas – e reais – sobre a indústria de combustíveis fósseis, desperdício, pobreza, crianças que convivem com as guerras no Oriente Médio e derretimento de geleiras.

Uma citação do filme: “Muitas ideias tentaram conquistar o mundo, mas só uma prosperou: o consumismo. Três mil propagandas nos bombardeiam diariamente dizendo que seremos mais felizes, mais atraentes.” [Dirigido por Franny Armstrong. 2009.  Trailer]


2 – A Enseada [The Cove]


Premiado em vários festivais de cinema pelo mundo e vencedor do Oscar 2010 como Melhor Documentário, o filme denuncia a matança de golfinhos na costa do Japão com imagens e dados que chocam. A maior parte é filmada na cidade de Taiji, onde a equipe enfrenta todos os tipos de perseguições e proibições para fazer imagens e coletar informações sobre o assunto. A estimativa é que 23 mil animais são mortos por ano no país. As autoridades japonesas sugerem que os golfinhos (que comem peixes) são responsáveis pelo declínio da pesca mundial e, portanto, a caça “é controle de pragas”.

Uma citação do filme: “O sorriso de um golfinho é a maior enganação da natureza. Cria a ilusão de que estão sempre felizes. Você tem que vê-los na natureza para compreender porque o cativeiro não funciona.” [Dirigido por Louie Psihoyos e Fisher Stevens. 2009. Trailer]


3 – Alimentos S.A [Food, Inc.]


“O tomate não é mais um tomate, é um conceito de tomate.” Essa é uma das muitas passagens do filme Food, Inc que tenta desconstruir a imagem que temos (ou que não temos) sobre os alimentos que consumimos. A cadeia de produção, as viagens que os alimentos fazem ao redor do mundo até chegar ao prato dos consumidores, as patentes de sementes, os alimentos transgênicos, o sistema alimentar industrial, as condições de trabalho nas fábricas e os mecanismos da indústria e de preços são alguns dos assuntos abordados no filme.

Uma citação do filme: “Queremos pagar o mínimo possível pelos nossos alimentos, mas não entendemos que isso tem um custo. (…) Comer bem ficou mais caro que comer mal. São necessárias políticas para que a cenoura fique mais barata que as batatas fritas.” [Dirigido por Robert Kenner. Trailer- em inglês]


4 – Wall-E


Ruídos eletrônicos são a principal linguagem dos personagens robôs dessa animação que quase não têm diálogos convencionais. Depois que a Terra ficou inabitável, os seres humanos passaram a viver em uma nave espacial e deixaram robôs fazendo o serviço de limpeza na Terra. Wall-E funciona com energia solar e tem como função principal recolher e compactar lixo. De forma lúdica, traz à tona a problemática da geração de resíduos em todos os cantos do planeta – e será que um dia, com tanto lixo, seres humanos não conseguirão mais viver aqui? O filme ganhou o Oscar 2009 como Melhor Animação.

Uma citação do filme: “O número de toxinas encontradas tornou a vida na Terra impossível de se sustentar”. [Dirigido por Andrew Stanton. 2008. Trailer]


5 – A História das Coisas [The Story of Stuff]


A História das Coisas já foi visto por mais de 7 milhões de pessoas, em 200 países. O projeto é resultado de mais de 10 anos de pesquisa sobre sistemas de produção de bens de consumo feita pela ativista ambiental Annie Leonard. Ela viajou por cerca de 40 países para entender a nossa lógica de consumo, que vai desde a extração de matérias-primas até o descarte. Annie se disse motivada a entender “um sistema baseado na destruição dos recursos naturais e na geração de lixo” e, no vídeo, passa as informações de forma bastante didática. A História das Coisas dura pouco mais de 20 minutos e está disponível na internet.

Uma citação do filme: “Estamos estragando este lugar tão rapidamente, que estamos deteriorando a própria capacidade do planeta de ter gente morando aqui.”


6 – Lixo Extraordinário


O trabalho de Vik Muniz, artista plástico brasileiro que vive nos EUA, chegou a Jardim Gramacho, um dos maiores aterros de lixo do mundo, localizado no Rio de Janeiro. A ideia era conhecer a realidade em que viviam os catadores do lugar e mostrar como o elemento básico com o qual trabalham todos os dias – o lixo – pode se transformar em arte. O interessante do projeto é que a renda acumulada com a venda de obras produzidas no local foi revertida para a própria comunidade de catadores, o que mudou a vida de muita gente. O filme expõe os impactos sociais e ambientais dos desperdícios gerados diariamente em toda a sociedade. Foi indicado ao Oscar de Melhor Documentário em 2010.

Uma citação do filme: “É tanto excesso que a coisa se transforma até em arte.” [Dirigido por João Jardim, Lucy Walker e Karen Harley. Trailer]


7 – Flow



Vencedor de diversos prêmios, Flow foi apresentado na ONU como parte do 60º Aniversário da Declaração dos Direitos Humanos. O filme mostra todos os problemas originados na sociedade a partir da perspectiva do consumo de água, elemento básico para a vida humana. O documentário deixa claro que o problema de abastecimento e a lógica desse mercado não são problemas distantes: estão acontecendo agora em todo o mundo. A pergunta que o filme não cala é: Quem é o dono da água? Quem tem poder sobre ela?

Uma citação do filme: “Água é um recurso natural, é um recurso comum. Não é uma propriedade.” [Dirigido por Irena Salina, 2008. Trailer - em inglês]


8 – Mataram Irmã Dorothy


O documentário, lançado em 2007, é mais do que atual. Mostra o desafio de se colocar em prática projetos de desenvolvimento sustentável na região da Amazônia. Como pano de fundo, é explorada a morte da missionária norte-americana Dorothy Mae Stang, que escolheu viver no Pará para ajudar a colocar em prática o Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) na região. Criado em 1999, ele divide terras públicas ou desapropriadas em lotes destinados a comunidades e incentiva a produção auto-sustentável. Um dos objetivos é dar condições de trabalho e moradia às famílias, sem que, para isso, seja necessário o estímulo ao uso inconsequente da terra.

Uma citação do filme: “Como podemos chamar a atenção para o que está acontecendo, para que as pessoas tenham a chance de viver e aproveitar as belezas da magnitude da floresta?” [Dirigido por Daniel Junge. Trailer]


9 – Home


O documentário é inteiro filmado “de cima”. As impagáveis vistas aéreas dialogam com os mais variados assuntos relacionados ao “lar” onde vivemos: a evolução dos seres humanos na escala de tempo geológica, a industrialização, a agricultura (citada no filme como a nossa primeira grande revolução), a descoberta do petróleo, as extrações de minerais, a troca de produtos entre países, os hábitos de consumo criados ao longo do tempo e os impactos que estamos vivendo com tudo isso. É um resumo da civilização humana que reúne informações como a de que, desde 1950, alteramos mais a terra do que em 200 mil anos da nossa história. O documentário foi lançado em 2009.

Uma citação do filme: “O nosso ecossistema não tem fronteiras. Onde quer que estejamos, as nossas ações terão repercussões.” [Dirigido por Yann Arthus-Bertrand. Trailer]


10 – Uma Verdade Inconveniente



O documentário idealizado pelo ex-vice-presidente dos EUA Al Gore fez tanto sucesso que ganhou o Oscar de Melhor Documentário em 2007. Muito embora alguns cientistas discordem sobre as reais causas do aquecimento global, o filme traz uma análise da atual situação do clima na Terra com números importantes e algumas constatações “inconvenientes”. Al Gore propõe um olhar mais preocupado ao que está acontecendo em relação às mudanças climáticas.

Uma citação do fime: “Nossa habilidade para viver no planeta Terra para ter um futuro como civilização é um problema moral.” [Dirigido por Davis Guggenheim. Trailer]



Fonte: Super Interessante


Campanha do Governo Federal ensina como separar e como aproveitar corretamente o lixo




Foi lançada no mês de junho pelo Governo Federal a campanha socioeducativa 'Separe o lixo, acerte na lata', que tem como desafio preparar a sociedade para uma mudança de comportamento em relação à Coleta Seletiva do Lixo, ressaltando os benefícios ambientais, sociais e econômicos do reaproveitamento dos resíduos sólidos.
Segundo o governo, a campanha publicitária priorizou uma abordagem mobilizadora, de utilidade pública e de educação ambiental, no sentido de esclarecer à população sobre a importância do reaproveitamento dos resíduos sólidos e ensinar a correta separação do lixo úmido e seco. Com uma linha criativa simples, lúdica e didática, a campanha contempla 3 filmes de 30 segundos para TV, 4 anúncios para revistas, 1 spot de rádio, banners para internet, além de disponibilizar outras peças para utilização de parceiros. O conceito publicitário enfoca o tema de forma descontraída.

Veja os vídeos da campanha:




Todo o material pode ser acessado no site da SECOM através do link: http://www.secom.gov.br/sobre-a-secom/publicidade/campanhas-de-utilidade-publica/coleta-seletiva

Esta é uma ótima notícia para aqueles que querem ver a coleta seletiva e a reciclagem prosperar no nosso país. Faça parte deste time e ajude a divulgar a campanha no seu bairro, na sua escola,ou no seu local de trabalho.

E se você ainda não sabe onde levar os seus materiais recicláveis depois de separados, acesse o site http://www.rotadarecicalgem.com.br para encontrar a cooperativa de catadores ou posto de entrega voluntária mais mais próximo de você.




Fonte: Cultura Ambiental nas Escolas

Casa na caixa d'água


Se você é do tipo que não gosta muito de hotéis convencionais, talvez você goste, essa velha caixa d’água que foi transformada em uma “casa”.

Ela fica localizada na zona oeste de Londres, construída em 1930 e foi transfomada pelo designer Tom Dixon, que a comprou em 2005 e conta com sistema de aproveitamento de água e foi projetada para aproveitar iluminação natural.

A caixa d’água conta com um quarto, duas camas, cozinha, TV, internet e sistema de central de aquecimento. O imóvel pode ser alugado por meio do site Airbnb pelo valor de R$ 2.520 por semana.





Fontes: Hypeness e Orbitaradio

Rio de Janeiro recebe a exposição “A Terra Vista do Céu”, de Yann Arthus-Bertrand


Uma das formas que o fotógrafo e ativista ambiental francês Yann Arthus-Bertrand encontrou de mostrar problemas ambientais e influenciar pessoas a promoverem mudanças foi tirar fotos. Mas não é qualquer foto. São imagens aéreas belíssimas, que destacam a dimensão do planeta Terra (e também dos seus problemas).
Começou esta semana, no Rio de Janeiro, a mostra “A Terra vista do Céu”. O trabalho já foi apresentado em mais de 10 países, inclusive no Rio, entre abril e junho. Agora, o público tem até o dia 16 de setembro para conhecer 130 imagens do ativista, que usou helicópteros e balões para captar paisagens de devastação e resistência da natureza nos últimos 20 anos. As fotografias foram impressas em grandes dimensões (2,0 X 1,40m).


Arthus-Bertrand também é diretor do documentário Home. O filme inteiro é filmado “de cima” e as vistas aéreas dialogam com os mais variados assuntos relacionados à Terra: a evolução dos seres humanos na escala de tempo geológica, a industrialização, a agricultura (citada como a nossa primeira grande revolução), a descoberta do petróleo, as extrações de minerais, a troca de produtos entre países, os hábitos de consumo criados ao longo do tempo e os impactos que estamos vivendo com tudo isso. É um resumo da civilização humana que reúne informações como a de que, desde 1950, alteramos mais a terra do que em 200 mil anos da nossa história. O documentário foi lançado em 2009.

A exposição acontece na Barra da Tijuca, que abrigará a Vila dos Atletas em 2016.

Programe-se!

A Terra Vista do Céu

De 18 de agosto a 16 se setembro de 2012
Local: Esplanada Frontal Ilha Pura -  Avenida Salvador Allende s/n – Barra da Tijuca (ao lado do Riocentro)
Horário: Segunda a sexta, 10h às 18h; sábado, domingo e feriados, 11h às 19h

Entrada e estacionamento gratuitos.



Fonte: Super Interessante

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Conheça 4 trabalhos de artistas que transformam lixo em arte


Transformar lixo em arte tornou-se uma prática comum. Os artistas conseguem dar valor aos materiais descartáveis utilizando desde os objetos mais simples até as esculturas mais incríveis. Conheça quatro exemplos de trabalhos impressionantes.


Sayaka Kajita é uma artista japonesa que consegue fazer esculturas com peças de plástico como colheres e copos. Ao fazer animais com colheres velhas de plástico, por exemplo, o mais impressionante é como ela consegue dar a ideia de movimento e definir tão bem as formas de cada item que monta.


Ann P. Smith é uma norte-americana que aproveita peças de eletrodomésticos e eletrônicos descartados para suas criações. O trabalho da artista consiste em recolher as máquinas sem serventia, desmontá-las para criar as esculturas-robôs. Ela também grava pequenos clipes de stop-motion com as peças. A ideia é dos vídeos é mostrar o ciclo natural dos materiais na terra.


Jaime Prades é um artista brasileiro que encontra nas ruas uma de suas matérias-primas: a madeira. Ele recolhe os restos de madeira, que podem ser de móveis velhos, para construir novas peças. Prades tanto refaz móveis quanto constrói “árvores”, isso gera o ciclo da árvore que se transforma em objeto, posteriormente, é descartado no lixo para depois ser reaproveitado. Este trabalho dele é intitulado “Natureza Humana”.


Erika Iris Simmons reaproveita as fitas de antigas fitas cassetes para criar quadros de ícones da música, como John Lennon e Michael Jackson. Além de aproveitar o material, a ideia da norte-americana é utilizá-las como símbolo do obsoleto para construir a metáfora de como as fitas ajudaram a imortalizar o espírito dos cantores retratados.

Fonte: Ciclo Vivo 

Ciclorrota turística será inaugurada no centro de SP

Em setembro, os ciclistas paulistanos terão uma nova via para pedalar. A ciclorrota foi planejada para passar por 25 pontos turísticos da cidade e é chamada de circuito cultural do centro.

A ciclorrota passará pelo Theatro Municipal, a biblioteca Mário de Andrade, praça da Sé e Pátio do Colégio. Além disso, a via passa por estações de metrô do centro, o que facilita a locomoção dos ciclistas que não moram na região.

O modelo da ciclorrota já foi adotado em cinco locais da cidade paulista: Lapa, Mooca, Vila Mariana, Brooklin e um trecho entre a estação Butantã do metrô e a Universidade de São Paulo (USP).

O funcionamento da ciclorrota será permanente, ou seja, não é restrito aos finais de semana. Ainda assim, o intuito da prefeitura é estimular os moradores a frequentarem o centro, principalmente, nos dias de menos fluxo. A pista não é exclusiva para o uso dos ciclistas, mas conta com sinalizações que informam os motoristas, com o intuito de proteger quem está pedalando.

Diferente da ciclofaixa de lazer da Avenida Paulista, que terá sinalização apenas aos finais de semana. Esta via está prevista para ser inaugurada entre o próximo domingo (26) ou no dia dois de setembro. Logo depois, a ciclorrota do centro começará a funcionar.

Já com a autorização dos órgãos de preservação do patrimônio, a pista da Av. Paulista aguarda apenas a conclusão das obras para ser inaugurada.

Fonte: Ciclo Vivo 

Seminário Internacional de Indicadores de Saneamento ABES



ONG incentiva comunidades africanas a viverem em harmonia com leões


A ONG Ewaso Project Lions, localizada na Reserva Nacional de Samburu, no Quênia, trabalha para promover a coexistência entre as pessoas e os grandes carnívoros do norte do país. Os leões são os que mais recebem atenção, devido ao grande risco de serem extintos em duas décadas.

De acordo com a instituição, a população de leões africanos sofreu redução de 30 a 50%, somente nos últimos 20 anos. Ao longo da história do continente, já foi registrada a perda de, ao menos, 83% dos leões, principalmente devido à perda de habitat e aos conflitos com os seres humanos. Assim, a estimativa é de existam apenas dois mil exemplares da espécie em toda a África.

O projeto foi fundado em 2007 a partir de trabalhos feitos entre um dos setores da Universidade de Oxford, em parcerias com trabalhos locais do Quênia. Através de pesquisas científicas e trabalhos comunitários eles são capazes de manter os leões mesmo fora das áreas protegidas.

“Nossa pesquisa vai permitir a formulação de estratégias para a conservação de leões no norte do Quênia em longo prazo. Nós trabalhamos para conseguir uma estimativa precisa do número de leões, uma melhor compreensão de seus movimentos dentro e fora de áreas protegidas e avaliar a extensão e o impacto da relação leão-humano”, informa a ONG em seu site.

O trabalho com as comunidades locais é feito com o intuito de conscientizar e mostras às pessoas que é possível se beneficiar da presença dos grandes animais carnívoros. Por isso, as ações giram em torno de práticas educacionais, para promover a formação e encontrar soluções criativas.

A área de estudo abrangida pela Ewaso é atualmente de mil quilômetros quadrados. A organização garante que o acampamento-base da sede é bastante simples para reduzir custos e minimizar os impactos ambientais. O grupo utiliza energia solar e garante respeitar todos os vizinhos, que em grande parte são os animais.

Fonte: Ciclo Vivo 

Restaurante utiliza o que produz em sua horta no telhado


O restaurante americano Bell, Book, and Candle tem um diferencial que atrai muitos clientes por dia: Ele usa ingredientes orgânicos retirados de sua horta localizada no telhado do estabelecimento. A horta funciona com o sistema hidropônico vertical com capacidade para 1000 plantas colhendo semanalmente tomates, pepinos, pimentões e temperos diversos como manjericão e cebolinha.

Um restaurante possuir uma horta em seu terreno não é sustentável, é óbvio.





Fonte: Hypeness

Casa modular sustentável pode ser a solução para as favelas brasileiras


O escritório alemão Bike Arc é o responsável pela criação do projeto de casa modular super eficiente e sustentável que visa o aproveitamento do vento e da iluminação natural para gerar conforto no interior da residência.


As construções de casas modulares são excelentes soluções de arquitetura sustentável, pois proporcionam uma construção mais rápida e evitam desperdício e sobras de resíduos e materiais de construção, já que toda a quantidade de material tem planejamento preciso, isso tudo, atendendo as necessidades das famílias de qualquer tamanho. É só acrescentar mais um módulo na casa principal para criar mais um quarto por exemplo.


É esse tipo de iniciativa que deveria chamar a atenção de nossos políticos para solucionar os problemas de moradia e de crescimento desordenado em nosso país.





Fonte: Arquitetura Sustentável


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Escola da Califórnia produz energia extra e recebe selo LEED Platina


A escola Marin Country Day, em Corte Madera, Califórnia, foi a primeira instituição de ensino a receber o selo LEED Platina e também o primeiro edifício equipado com salas de aula a alcançar o nível zero em energia, ou seja, ela consome menos energia do que produz.

O projeto conta com uma área de quase 10.500 metros quadrados em que a construção está em perfeita harmonia com a paisagem ao seu redor. A natureza se mostra presente no coração do prédio a partir de um terraço. Os alunos contam com espaços exteriores adjacentes, que auxiliam a preservação local e facilitam o aprendizado.

O prédio é equipado com um sistema de coleta, reaproveitamento e tratamento de água da chuva, que, após purificada, retorna ao aquífero, reduzindo a quantidade de poluentes descartados na baía de São Francisco. Além do benefício ambiental, o projeto também tem importância educacional e se reflete na conscientização dos alunos.

O Centro de Recursos de Aprendizagem é o auge da construção. O prédio tem dois andares e pouco mais de quatro mil metros quadrados. Em 2010, esta parte da escola foi considerada autossuficiente energeticamente. O escritório de arquitetura EHDD foi o responsável pelo projeto, que conta com o intenso uso de janelas, para permitir o aproveitamento da luminosidade natural.

O centro de estudos também é equipado com uma chaminé solar, que auxilia no arrefecimento, juntamente com um piso radiante hidráulico, alimentado por uma cisterna capaz de armazenar 15 mil litros de água, que ainda serve como fonte para o abastecimento dos banheiros do prédio.

Para garantir a energia necessária para as atividades escolares, os arquitetos apostaram nas placas fotovoltaicas instaladas na parte sul do telhado. A matriz solar produz 95,5 quilowatt e é capaz de suprir 79% da demanda energética local. Todo o consumo energético é acompanhado em tempo real, para que seja cada vez mais eficiente.

Fonte: Ciclo Vivo