sexta-feira, 27 de julho de 2012

Estudante de Cubatão cria empresa sustentável


Depois de se destacar na universidade, o estudante de Engenharia Ambiental Gabriel Estevam Domingos, de Cubatão (SP), resolveu abrir uma empresa e oferecer produtos mais sustentáveis para o mercado.

Gabriel termina a faculdade de Engenharia Ambiental no próximo ano e prentede continuar com a carreira de pesquisador.

Inventor desde criança, Gabriel percebeu que seus projetos eram viáveis comercialmente quando eles alinhavam todos os aspectos da sustentabilidade – ou seja, ser ecologicamente corretos, socialmente justos e economicamente viáveis. “Além disso, busco sempre criar soluções para problemas que já viraram questões de sobrevivência, como o tratamento e reutilização de resíduos”, diz Gabriel.

A GED Inovação, Engenharia e Tecnologia já produz vários produtos, entre eles a Ecotinta, que utiliza resíduos provenientes do tratamento de água para produção de tintas.

“Tal invenção, que reutiliza e agrega valor ao resíduo, possui também características como baixo custo e alta qualidade compatível com as tintas convencionais”, explica Gabriel.

Fora as Ecotintas, Gabriel também desenvolveu um sistema de tratamento de água, ração para cães e gatos e um sistema de tratamento de resíduos orgânicos  (que como resultado cria fertilizantes). Além disso, Gabriel também recebeu prêmios com vários projetos.

Quando terminar a faculdade, Gabriel pretende continuar com projetos sustentáveis.

“Almejo continuar com a carreira de pesquisador/inventor e empreendedor, em que quero atuar de forma significativa no Centro de Pesquisas Ambientais, que está sendo criado em Cubatão pelo poder público em parceria com a iniciativa privada (Ecovias), para colocar em prática grandes ideias que podem alavancar o fomento e cultura pela sustentabilidade, inovação e ciência em jovens como eu. Afinal, acredito que essa também pode ser minha parcela de contribuição para um mundo melhor”.

Para ver todos os projetos e prêmios da empresa, entre no site da GED.


Fonte: Atitude Sustentável




Rede mexicana de restaurantes inaugura unidade feita em contêineres



A cadeia de restaurantes mexicana Wahaca inaugurou neste mês uma loja feita a partir de contêineres. A instalação temporária está localizada no terraço do Queen Elizabeth Hall, em Londres, e contrasta com o concreto característico da arquitetura local.


O projeto foi desenvolvido pelo escritório inglês de arquitetura Softroom e contou com o reaproveitamento de oito contêineres. O trabalho tem o ideal de valorizar a região, mas a opção pelo reaproveitamento do material também está muito ligada à sua praticidade e grande capacidade de armazenamento.


Cada um dos ambientes foi pintado com uma cor diferente e viva. Além disso, a fachada conta com uma série de desenhos mexicanos. Os contêineres foram dispostos de maneira a oferecer conforto e uma bela paisagem aos usuários. Um dos contentores superiores foi organizado de maneira a proporcionar sombra a quem está no piso térreo, por exemplo.


Os dois andares da estrutura contam com grandes janelas de vidro, que permitem o maior aproveitamento da luminosidade natural e ainda possibilita a vista de Westminster. Parte da mobília utilizada no restaurante foi reaproveita, enquanto o restante foi feito sob medida para atender às necessidades dos clientes.

No espaço externo, o Wahaca conta com diversos bancos e mesas, um bar e um deck, construído em madeira, que deve servir como uma galeria de arte para a exposição de diversos murais.





Fonte: Ciclo Vivo

Shopping EcoD: Produtos para banheiros


Se é hora de construir ou reformar, é momento, então, de investir em equipamentos inteligentes que vão trazer benefícios para o meio ambiente e também para o seu bolso. Há, no mercado, diversos produtos eficientes, que reduzem o consumo de água, energia e nos proporciona viver em ambientes mais sustentáveis. Listamos alguns desses:

Mictório sustentável


O mictório seco Urimat é um produto suíço de alta qualidade, feito de policarbonato. O mictório não utiliza água ou qualquer química, o que significa uma economia de até 100 mil litros de água potável por ano. Além disso, a forma da cuba garante que o mictório seja 100% livre de respingos, protegendo as roupas e o ambiente. É possível adquirir o produto no site EcoWin.

Lavatório que reaproveita água


A nova W+W é a soma de elementos indispensáveis para economizar água e espaço. Isso porque ela é capaz de filtrar a água da pia para reutilizá-la na descarga do vaso sanitário. O produto está disponível no site da Roca.

Torneira que evita desperdício



A torneira Biopress é um produto com acionamento manual e fechamento automático, que reduzem o desperdício de água. Além disso, ela tem um bom custo-benefício, botão inox resistente, arejador antivandalismo embutido e regulador de vazão constante de 6 litros por minuto. Atualmente custa R$ 142,90 e pode ser encontrada no site da Fabrimar.

Chuveiro ideal para grande consumo de água



O chuveiro de parede Piccolo Light, além de compacto e com corpo articulável, vem equipado com dois crivos de alta e de baixa pressão. Trata-se de um produto econômico ideal para locais públicos como hotéis, clubes, empresas e locais com grande consumo de água. O seu crivo de baixa pressão garante um banho com jato forte, mesmo com menor consumo de água. O produto também se encontra no site da loja Fabrimar.

Ducha econômica



As duchas LorenAir da Lorenzetti possuem exclusivo sistema que mistura ar com água, o que torna o jato aerado e mais espaçado, dando impressão de maior volume durante o banho. Ao mesmo tempo em que reduz o consumo de água, oferece o máximo de conforto na hora do banho. O preço está em R$ 449,00. A ducha pode ser adquirida pelo portal Greenvana ou no site da própria fabricante Lorenzetti.

Controlador de Temperatura



O Eco Shower é um controlador de temperatura de chuveiro que promove economia de água e energia elétrica. Pode gerar economia superior a 40% de água e de energia. O equipamento é facilmente instalado em qualquer chuveiro elétrico (110V ou 220V) e, além disso, prolonga a vida útil do chuveiro e da resistência elétrica. O valor não está disponível e o produto pode ser adquirido por meio da Greenvana.

Conjunto Banheiro EcoCana




Banheiro organizado e sustentável. O conjunto de banheiro da marca Ou tem lugar para escovas, pasta e sabonetes. O conjunto é feito com plástico produzido 40% de cana-de-açúcar. O etanol, vindo da cana, substitui parte do petróleo utilizado. Esse processo reduz a nossa dependência em relação aos recursos não-renováveis, além de diminuir as emissões de CO2. O plástico ainda é reciclável. Preço R$ 89,90. Disponível no Greenvana.

Porta Toalha de Bambu



O porta-toalhas Anis é feito de bambu. Essa matéria-prima é renovável e muito mais ecológica que a madeira ou plásticos. O porta-toalhas possui dois ganchos para você pendurar as toalhas e não ter mais que se preocupar com elas jogadas pela casa. Dimensão: 29 x 09 x 08 cm. Peso: 300 gramas. Valor R$ 79,90. Local de venda Greenvana.

Lixeira Eco Cana



Você pode ajudar a preservar o meio ambiente com pequenas mudanças. A lixeira de 3,5 litros Kirk da marca Ou é produzida com 40% de cana-de-açúcar. O plástico também é reciclável. Você pode encontrar o produto no Greenvana por R$ 47,90.

Suporte Escova Sanitária Eco Cana



A marca Ou também tem um suporte de escova que vai ajudar você a deixar seu banheiro sempre arrumado. Além disso, ele ainda é sustentável. O suporte é feito com plástico produzido 40% com cana-de-açúcar e com plástico reciclável. Preço R$ 39,90 no portal Greenvana.

Fonte: Ecodesenvolvimento 

"A História das Mudanças" reforça que a sociedade pode mudar a lógica consumista



O projeto "A História das Coisas" (The Story of Stuff Project), criado em 2008, nos Estados Unidos, por Annie Leonard e seus amigos na Free Range Studios, lançou nesse mês de julho, um novo vídeo, que aborda a força que nós, como sociedade civil, temos poder para realizar qualquer tipo de mudanças, a exemplo do consumo excessivo.


Chamado de "A História da Mudança", o vídeo questiona nosso modelo econômico, que nos força a comprar um determinado produto que detêm algum tipo de selo – normalmente criado por empresas com o mesmo interesse, o lucro – e que não necessariamente tiram o antigo produto de linha. Toda essa pressão em comprar produtos com selos criados pelas empresas ajuda na confusão mental, uma vez que se não consumimos os chamados "produtos verdes", por vezes, temos o sentimento de culpa.

Annie afirma que a culpa não é nossa e sim da lógica do sistema, que impõe uma "correnteza" para quem quer nadar rumo à sustentabilidade. O vídeo reforça que podemos mudar esse quadro a partir da força que temos enquanto sociedade civil. A História da Mudança incita os expectadores a largarem seus cartões de crédito e começarem a exercitar seus músculos de cidadania para construir um mundo mais sustentável e justo.

O projeto possui atualmente mais de 15 milhões de visualizações e é considerado pelos organizadores um dos vídeos, voltados para esse tema, mais assistidos na internet em todos os tempos.


Fonte: Ecodesenvolvimento

Carro movido a hidrogênio possui design romântico e futurístico






O designer Sean Seongjun Ko desenvolveu um carro movido a hidrogênio que proporciona conforto e um ambiente aconchegante aos usuários. O automóvel, apelidado de Inner City Vehicle, é o resultado da mescla entre itens clássicos e futurísticos.

A tecnologia aplicada ao modelo permite que os motores funcionem de forma totalmente limpa. Apesar de ser elétrico, as baterias não são carregadas em tomadas, como os tradicionais plug-ins, e sim por células de hidrogênio. Desta forma, o resultado da reação entre hidrogênio e oxigênio faz com que o carro ande e libere apenas vapor d’água.


Esteticamente o Inner City foge totalmente aos padrões atuais. As rodas grandes e finas lembram carruagens, enquanto as formas arredondadas e futurísticas mesclam o glamour dos antigos automóveis com uma espécie de nave espacial.


A inovação está presente também na disposição dos bancos. O carro possui espaço para transportar até quatro passageiros, com a flexibilidade de modificar a direção dos assentos, para aumentar a interação e conforto dos ocupantes.


“O design interior do veículo é inspirado em esculturas onduladas e fatiadas. Cada parte cortada tem curvas diferentes e a combinação dessas peças cria formas diferentes, que permitem diversas posições de assento e aplicação de diversos materiais”, explicou Ko ao site Yanko Design. No entanto, o criador não especificou quais seriam as matérias-primas utilizadas caso o carro passasse a ser produzido.

Fonte: Ciclo Vivo 

Saiba como fazer um cofrinho reaproveitando garrafas PET



As garrafas plásticas não precisam ser descartadas desde que a criatividade seja colocada em prática. Este material pode tomar diversas formas, conforme mostrado muitas vezes pelo CicloVivo, e principalmente pode ser usado em trabalhos manuais e momentos de diversão com as crianças.

A norte-americana Martha Stewart ensinou uma técnica simples para transformar a garrafa PET em um cofrinho em formato de porco. O artesanato aplica a técnica de Upcycle e também serve para ensinar as crianças, como cuidar adequadamente das finanças.

Materiais necessários: garrafa plástica, papel colorido, tampas de garrafa, fita dupla face, cola, mola e estilete.

Como fazer: O primeiro passo é fazer a higienização da garrafa. Para isso lave-a com água quente e sabão e deixe secar. Para fazer o cofrinho no formato de porco, as garrafas ideais são as mais achatadas, pois deixarão o “animal” mais gordinho. As garrafas de outros formatos podem dar vida a outros personagens.

Os papeis coloridos devem ser cortados no formato de olhos, orelhas e nariz. Também é interessante cortar uma fita de papel para passar em volta da garrafa, dando um toque especial ao artesanato. Para colar os recortes pequenos pode ser usada cola quente ou branca. Já o recorte maior, deve ser colado com fita dupla face.

As tampinhas de garrafa serão usadas para fazer as patinhas, que também serão o apoio do cofre. As quatro “patas” devem ser coladas com cola quente, de forma simétrica.

Assim, o cofrinho já está quase pronto, basta apenas usar o estilete para fazer o recorte da abertura para a entrada de moedas e colar a mola que fará a vez de “rabinho de porco”.


Fonte: Ciclo Vivo 

O que pode levar a uma cidade sustentável?


Washington Novaes
Pois não é que, enquanto o eleitor se pergunta, aflito, em quem votar para resolver os dramáticos problemas das nossas insustentáveis grandes cidades, um pequeno país de 450 mil habitantes - a África Equatorial - anuncia (Estado, 10/6) que até 2025 terá construído uma nova capital "inteiramente sustentável" de 40 mil casas para 140 mil habitantes, toda ela só com "energias renováveis", principalmente a fotovoltaica? Mas como afastar as dúvidas do eleitor brasileiro que pergunta por que se vai eliminar uma "florestal equatorial" - tão útil nestes tempos de problemas climáticos - e substituí-la por áreas urbanas?

Bem ou mal, o tema das "cidades sustentáveis" entra na nossa pauta. Com Pernambuco, por exemplo, planejando todo um bairro exemplar em matéria de água, esgotos, lixo, energia, telecomunicações, em torno do estádio onde haverá jogos da Copa de 2014, inspirado em Yokohama (Valor, 24/6), conhecida como "a primeira cidade inteligente do Japão". E até já se noticia (12/7) que o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking de "construções sustentáveis" no mundo, depois de Estados Unidos, China e Emirados Árabes - já temos 52 certificadas e 474 "em busca do selo", por gastarem 30% menos de energia, 50% menos de água (com reutilização), reduzirem e reciclarem resíduos, além de só utilizarem madeira certificada e empregarem aquecedores solares.

"As cidades também morrem", afirma o professor da USP João Sette Whitaker Ferreira (Eco 21, junho de 2012), ressaltando que, enquanto há 50 anos se alardeava que "São Paulo não pode parar", hoje se afirma que a cidade "não pode morrer" - mas tudo se faz para a "morte anunciada", ao mesmo tempo que o modelo se reproduz pelo País todo. Abrem-se na capital paulista mais pistas para 800 novos automóveis por dia, quem depende de coletivos gasta quatro horas diárias nos deslocamentos, os bairros desfiguram-se, shoppings e condomínios fechados avançam nos poucos espaços ainda disponíveis, 4 milhões de pessoas moram em favelas na região metropolitana.

Não é um problema só brasileiro. Em 1800, 3% da população mundial vivia em cidades, hoje estamos perto de 500 cidades com mais de 1 milhão de pessoas cada uma, quase 1 bilhão vive em favelas. Aqui, com perto de 85% da população em áreas urbanas, 50,5 milhões, segundo o IBGE, vivem em moradias sem árvores no entorno (26/5), seis em dez residências estão em quarteirões sem bueiros, esgotos correm na porta das casas de 18,6 milhões de pessoas. Quase metade do solo da cidade de São Paulo está impermeabilizada, as variações de temperatura entre uma região e outra da cidade podem ser superiores a 10 graus (26/3).

Estamos muito atrasados. Na Europa, 186 cidades proibiram o trânsito ou criaram áreas de restrição a veículos com alto teor de emissão (26/2), com destaque para a Alemanha. Ali, em um ano o nível de poluição do ar baixou 12%. Londres, Estocolmo, Roma, Amsterdam seguem no mesmo rumo, criando limite de 50 microgramas de material particulado por metro cúbico de ar, obedecendo à proposta da Organização Mundial de Saúde. No Brasil o limite é três vezes maior.

E há novos problemas claros ou no horizonte, contra os quais já tomaram posição cidades como Pyongyang, que não permite a ocupação de espaços públicos urbanos por cartazes, grafites, propaganda na fachada de lojas, anúncios em néon (New Scientist, 19/5). É uma nova e imensa ameaça nos grandes centros urbanos, atopetados por informações gráficas e digitais projetadas. Quem as deterá? Com que armas, se as maiores fabricantes de equipamentos digitais lançam a cada dia novos geradores de "realidade ampliada", a partir de fotos, vídeos e teatralizações projetados? O próprio interior das casas começa a ser tomado por telas gigantescas.

Um bom ponto de partida para discussões sobre as áreas urbanas e seus problemas pode ser o recém-editado livro Cidades Sustentáveis, Cidades Inteligentes" (Brookman, 2012), em que o professor Carlos Leite (USP, Universidade Presbiteriana Mackenzie) e a professora Juliana Marques Awad argumentam que "a cidade sustentável é possível", pode ser reinventada. Mas seria "ingênuo pensar que as inovações tecnológicas do século 21 propiciarão maior inclusão social e cidades mais democráticas, por si sós". A s cidades - que se tornaram "a maior pauta do planeta" - "terão de se reinventar", quando nada porque já respondem por dois terços do consumo de energia e 75% da geração de resíduos e contribuem decisivamente para o processo de esgotamento de recursos hídricos, com um consumo médio insustentável de 200 litros diários por habitante. "Cidades sustentáveis são cidades compactas", dizem os autores, que estudam vários casos, entre eles os de Montreal, Barcelona e São Francisco. E propõem vários caminhos, com intervenções que conduzam à regulação das cidades e à reestruturação produtiva, capazes de levar à sustentabilidade urbana.

Mas cabe repetir o que têm dito vários pensadores: é preciso mudar o olhar; nossas políticas urbanas se tornaram muito "grandes", distantes dos problemas do cotidiano do cidadão comum; ao mesmo tempo, muito circunscritas, são incapazes de formular macropolíticas coordenadas que enfrentem os megaproblemas. No caso paulistano, por exemplo, é preciso ter uma política ampla e coordenadora das questões que abranjam toda a região metropolitana; mas é preciso descentralizar a execução e colocá-la sob a guarda das comunidades regionais/locais. Não custa lembrar que há alguns anos um grupo de professores da Universidade de São Paulo preparou um plano para a capital paulista que previa a formação de conselhos regionais e subprefeituras, com a participação e decisão de conselhos da comunidade até sobre o orçamento; mas as discussões na Câmara Municipal levaram a esquecer o macroplano e ficar só com a criação de novos cargos.

Por aí não se vai a lugar nenhum - a não ser a problemas mais dramáticos.




Fonte: Estadão.com 

Recicle seu jornal


Somente no Brasil são vendidos mais de quatro milhões de exemplares de jornais todos os dias e esse número continua a crescer. Imagine quantos quilos de papel isso representa. Agora pense em todo esse lixo sendo reaproveitado e transformado novamente em papel útil.

Isso pode começar com você. Se não der para reciclar todos os dias, separe ao menos os de domingo e transforme o jornal velho em papel pronto para ser usado.

Além do jornal você vai precisar de:

Liquidificador;
Bacia funda;
Peneira plástica de fundo plano (ou tela pregada em moldura de madeira), que caiba na bacia (com certa folga);
Outros jornais ou panos velhos (para secar os papéis).

Passo a passo:

1 - Pique os jornais e coloque-os em vasilha com água. Deixe de molho por 24 horas. (O papel pode ficar de molho por semanas, desde que em recipientes limpos).

2 - Coloque uma xícara deste papel umedecido no liquidificador, com água até 3/4. A própria "água do molho" pode ser aproveitada. Bata a mistura aos poucos e sinta com a mão até obter a textura desejada. Batendo pouco, você obterá uma mistura com "pedacinhos" do papel original, às vezes até com letras inteiras. Quanto mais você bater, mais homogênea ficará a mistura. Mas não bata demais - isso deixa o papel quebradiço, e não mais fino.

3 - Despeje o papel batido na bacia com água até a metade. Agite a mistura com a mão para as partículas de papel não assentarem no fundo.

4 - Mergulhe a peneira pela lateral da bacia até o fundo, subindo-a lentamente, sem incliná-la, "pescando" as partículas em suspensão. Uma camada de papel se forma sobre a peneira. Se desejar um papel mais grosso, adicione papel batido à bacia, agite e peneire novamente.

5 - Passe a mão várias vezes sob a peneira inclinada para escorrer a água.

6 - Coloque a peneira sobre jornal, para secar a superfície inferior. Troque o jornal até que este não fique mais molhado.

7 - Ainda sobre o jornal, cubra a peneira com um pano e aperte como uma massa de torta na forma, para secar a superfície superior da folha. Use vários panos até que estes não fiquem mais molhados. O papel ainda estará úmido, mas não deverá molhar a mão no toque.

8 - Vire a peneira sobre jornal seco e dê vários tapas no fundo. A folha deve soltar. Se o papel estiver muito úmido a folha não cai, (daí desvire a peneira e repita a etapa 7).

9 - Coloque a folha entre jornais secos, e deixe-a secar até o dia seguinte.

10 - Pronto, esta folha poderá ser escrita, cortada, dobrada , colada, pintada, datilografada, enfim, usada como papel.

As sobras de papel picado ou batido podem ser peneiradas, espremidas e guardadas em potes tampados para futura reciclagem ou descartadas separadamente para coleta seletiva e reciclagem industrial. A água que sobra na bacia pode ser despejada no vaso ou no jardim.



Com informações da USP Recicla.

Fonte: EcoDesenvolvimento

Moradores de Chicago são convocados a cuidar das árvores da cidade nesse verão


Que planta requer cuidado especial em determinadas estações, todo mundo sabe. Mas às vezes o trabalho de órgãos públicos e administração de parques pode ser insuficiente. É o que está acontecendo em Chicago, que passa pelo intenso verão do Hemisfério Norte – que já foi apontado como o mais quente da história. Tendo em vista que não teria mão-de-obra ou equipamentos suficientes para a atenção extra que precisam suas árvores, o Chicago ParkDistrict, que dirige os parques da cidade, resolveu pedir ajuda seus habitantes.

Em parceria com a associação Friends of the Park, mobilizou os moradores de Chicago para regar as árvores dos lugares que frequentam. Nos 8.100 acres de verde sob a administração do Chicago Park District há 250 mil árvores, sendo que 10 mil delas foram plantadas nos últimos três anos. Elas são o foco da campanha. Por serem jovens, são as mais suscetíveis à seca e a doenças.

Como incentivo para receber água, as árvores foram tageadas com sobre a sua contribuição, em dólares, para o meio ambiente, calculada com ajuda da ferramenta Tree Benefits Calculator. Além disso, na tag há um QR Code que remete a uma página na internet com mais vantagens sociais, econômicas e ambientais.

As duas entidades dão dicas sobre como cuidar das árvores plantadas mais recentemente. 

Você pode segui-las para ajudar a cuidar dos exemplares jovens da sua cidade:

- se você mora em frente a uma área verde, puxe uma mangueira de água da sua casa para regar as árvores;
se em um parque há uma fonte de água, leve a mangueira, a ligue na fonte e regue as árvores;
- se você não tem acesso a uma mangueira, leve um galão de água para despejar na base das árvores jovens;
- é melhor regar as árvores de manhã cedo ou no início da noite, não no meio do dia;
- não regue na base do tronco, para evitar decomposição e ataques de fungos nas árvores “estressadas” por causa da seca;
- se você vir alguém fazendo churrasco ao ar livre, lembre a pessoa para não despejar as brasas perto das árvores.

E você, sabe se o verde da sua cidade está sendo bem cuidado? O que acha de ajudar em sua manutenção?


Fonte: Super Interessante

Tecverde lança casa conceito com sustentabilidade aplicada


A Tecverde lançou a casa conceito Cocoon, uma solução sustentável de moradia em apenas 18 metros quadrados. Nesse espaço, é possível ter sala, cozinha, quarto, escritório, lavanderia e banheiro, com isolamento térmico e acústico integral, iluminação LED, painéis solares para aquecimento de água, paredes em tecnologia woodframe e até um teto verde.

O projeto foi coordenado pelo arquiteto Pedro Moreira, que procurou usar ferramentas para diminuir a pegada de carbono da casa. “Utilizamos materiais sustentáveis e o máximo de aproveitamento de espaço, mas procuramos nos diferenciar dos containers usados no exterior. As dimensões são maiores e o material diferenciado”, explica.

Outra funcionalidade do projeto é o sistema de segurança com automação de câmeras, sistema de segurança e iluminação por celular. Ainda segundo a empresa, é possível instalar um sistema de reaproveitamento da água da chuva e tratamento de esgoto local (em casos em que não há conexão com a rede). A casa conceito que está exposta foi revestida ainda com a obra do artista plástico André Mendes.

“O objetivo é levar uma proposta para vilas universitárias, vilas de obras de grande porte, casas de praia ou de campo”, conta o diretor geral da Tecverde, Caio Bonatto.


A Cocoon está exposta no pátio da loja Tok Stok em Curitiba (Rua Capitão Souza Franco, 753, Bigorrilho), entre 9h e 20h, de terça a domingo, até o dia 24 de maio. O objetivo da empresa é ainda expor o modelo em outros locais e espera-se que até 2013 ele já possa ser vendido.




Fonte: Atitude Sustentável

Sistema woodframe aquece casas em 5ºC



Uma das maneiras de fazer com que uma casa gaste menos energia é a utilização de sistemas eficientes de isolamento térmico (que fazem com que não seja necessário a utilização de aparelhos para regular a temperatura interna). Uma das maneiras de se fazer isso é utilizando o sistema de construção em woodframe, que garantem um aquecimento em mais de 5 graus dentro de casas durante o inverno.

Nesses casos, outro fator importante é a concepção arquitetônica, que, ao utilizar melhor a luz solar e implantar vidros duplos nas casas, pode gerar uma economia de mais de 50% no consumo de energia para aquecimento no inverno.

“O isolamento termoacústico é realizado através de uma manta de garrafa PET reciclada aplicada dentro de toda estrutura woodframe. Sua utilização, somada às diferentes propriedades dos materiais utilizados na composição dos painéis estruturais, faz com que o calor solar muito forte no verão não esquente os ambientes internos através da irradiação do calor pela fachada, garantindo recintos mais frescos. No inverno, com as janelas fechadas, o isolamento exerce a função de preservar o calor dentro da casa”, diz Caio Bonatto, diretor geral da Tecverde, empresa que realiza construções com o sistema woodframe.

A Tecverde atua no sul e sudeste brasileiro. Em Curitiba desde 2010, buscam eliminar as dificuldades e desperdícios nos modelos convencionais de construções de casas utilizando o sistema woodframe.





Fonte: Atitude Sustentável 



Ex-presidente do McDonald’s lança rede de fast-food sustentável


Ex-presidente e CEO do McDonald’s, Mike Roberts, decidiu criar uma rede de comida rápida sustentável para competir com o gigante dos hambúrgueres. Segundo ele, a intenção é “fazer uma alimentação saudável em uma escala de fast-food”.

Após o famoso documentário Super Size Me, em que o personagem permanece se alimentando apenas com alimentos produzidos pelo McDonald’s durante 30 dias, a rede tentou inovar e modificar sua imagem, para parecer um restaurante mais saudável. No entanto, parece que nem todos acreditam na mudança e provavelmente Roberts faz parte do grupo dos céticos.

O novo restaurante do empresário chama-se Lyfe Kitchen, em que Lyfe é uma sigla, que abrevia “Love Your Food Everyday”, ou em português: “Ame o seu alimento diário”. De acordo com Roberts, o objetivo é vender alimentos feitos sem a adição de manteiga, açúcar branco, farinha branca, xarope de milho rico em frutose, sem gorduras trans e outros aditivos.

O ex-CEO explica que a ideia de produzir comida sustentável no formato dos fast-foods nunca foi tentada antes e ele realmente aposta no sucesso do projeto, tanto que pretende ter de 500 a mil lojas em todos o território estadunidense nos próximos anos.

A rede deve servir opções feitas com alimentos orgânicos e isso não se limita a pratos vegetarianos. O Lyfe Kitchen também fornecerá hambúrgueres de carne e frango.

Os cuidados com a sustentabilidade também são percebidos na estrutura das lanchonetes. A cozinha contará com sistemas de economia de energia, exemplo disso é a troca de chapas de aço inoxidável por modelos de cromo, que concentram mais calor. As máquinas de lavar também são eficientes. Elas possuem um sistema que capta o vapor, condensa e utiliza o calor para a próxima lavagem.

Fonte: Ciclo Vivo 

Onde o sonho “verde” de Londres desbotou


As Olimpíadas 2012 já entraram pra história como as mais sustentáveis de que o mundo já teve notícia. Ainda assim, houve falhas significativas na preparação que não devem ser ignoradas.

Medalhas olímpicas: suprimento do metal feito pela mineradora Rio Tinto foi alvo de críticas.


Eles fizeram a Revolução Industrial, que deu origem ao capitalismo financeiro. Mas também à fuligem e à poluição dos centros urbanos. Agora, os ingleses entram pra história com outro marco: vão ser lembrados como os primeiros a buscar a sustentabilidade em todo o ciclo de vida dos Jogos Olímpicos.
A atenção meticulosa dispensada à construção das arenas e da infraestrutura, seguindo pradrões rigorosos de maneira a reduzir ao máximo os impactos ambientais, além de uma série de inovações verdes surpreendentes, já são um legado do evento, que serve de inspiração para sedes futuras, como o Brasil. Ainda assim, nem tudo saiu como planejado. Houve falhas significativas na preparação e algumas polêmicas, que não devem ser ignoradas.

Poluição: a prova oculta

Em termos de poluição atmosférica, Londres é uma das cidades mais sujas da Europa. Nem mesmo o inovador esquema de rodízio, adotado há quase uma década para controlar o tráfego de carros, conseguiu resolver o problema. Para driblar a situação a tempo do início dos Jogos, a cidade testou uma "cola mágica" capaz de capturar as partículas em suspensão liberadas por fábricas e pelo transporte e “grudá-las” no chão.

A medida não foi suficiente. Especialistas de saúde do país têm alertado que a poluição no período do verão poderia prejudicar o desempenho e a saúde de muitos esportistas. A tática adotada por Londres difere bastante das medidas, mais radicais, que Pequim implementou para as Olimpíadas de 2008. Preocupado com a poluição do ar, o governo chinês chegou a limitar o tráfego de carros, com rodízios especiais, e também fechou temporariamente algumas fábricas.

Patrocinadores “odiados”

Um contrato de patrocínio fechado em janeiro com a empresa do setor químico Dow Chemical para o Estádio Olímpico gerou polêmica e colocou em xeque as credenciais sustentáveis da competição. Por trás do alvoroço está o fato da Dow ser dona da Union Carbide, empresa responsável pelo acidente de Bophal, na Índia, em 1984, que entrou pra história como um dos maiores desastres industriais.
Críticos acusam a Dow de associar sua marca aos jogos para fazer “greenwashing”, marketing verde de fachada. Polêmica, a presença da empresa entre os patrocinadores gerou reações de repulsa mesmo entre as pessoas mais envolvidas com as Olimpíadas. Meredith Alexander, membro do Comitê por uma Londres Sustentável, responsável por garantir que a organização dos Jogos siga preceitos éticos e de sustentabilidade, renunciou ao cargo em protesto. Outras empresas patrocinadoras, como a BP e a Rio Tinto também são alvo de críticas.

Medalhas olímpicas na mira

O ataque aos patrocinadores sobrou também para as icônicas medalhas olímpicas, cujo suprimento de metais foi feito pela Rio Tinto, outra empresa na mira dos ambientalistas. Com o slogan "Não deixe Rio Tinto manchar os Jogos Olímpicos", manifestantes e representantes sindicais afirmam que a gigante da mineração polui o ar e água com suas atividade ao redor do globo, colocando vidas em risco. Segundo o britânico Guardian, a empresa forneceu oito tonenaladas de ouro, prata e bronze para fazer cerca de 4,7 mil medalhas que serão usadas nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Londres.

Energia limpa: uma oportunidade desperdiçada

Em relatório recente, a organização de conservação global WWF apontou o baixo investimento energia renovável como uma das falhas na empreitada verde. Segundo a entidade, a organização do evento não cumpriu uma promessa feita em 2005, quando a cidade foi eleita sede das Olimpíadas, de garantir que pelo menos 20% da energia que supriria o parque olímpico viria de fontes de geração limpa instaladas em regiões próximas. No entanto, apenas 9% da energia produzida localmente será renovável.


Fonte: Exame


Designers britânicos transformam detritos de oceanos em bancos resistentes


O problema dos resíduos é que eles se transformam em pequenos pedaços o que dificulta a coleta e limpeza das águas. Fotos: Divulgação


A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que os oceanos do mundo contenham cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e esse número tende aumentar se o consumo da sociedade não desacelerar. O problema desses resíduos é que eles se transformam em pequenos pedaços dificultando bastante a coleta e limpeza das águas. Buscando solucionar esse problema o Studio Swine e o designer Kieren Jones, criaram um dispositivo que coleta detritos marinhos e utilizam como matéria-prima para fazer bancos.



Chamados de "Cadeira do Mar", os bancos são resistentes e criados unicamente por plásticos reciclados de resíduos recolhidos no oceano. Para fabricar os primeiro móveis, os designers recolheram a matéria-prima na praia mais poluída do Reino Unido, a Porthtowan, que fica ao sudoeste das ilhas britânicas.



O estúdio recolhe pequenos pedaços de plástico com um dispositivo de baixa tecnologia que eles criaram a partir do remodelamento de máquinas agrícolas. O dispositivo, apelidado de "O Nurdler", consiste em uma bomba de água que separa os plásticos por tamanho, e um tanque de flutuação, que separa materiais por densidade.



Para confeccionar as cadeiras de plásticos reciclados, os designers usam um dispositivo que eles chamam de “Imprensa do Mar”, que consiste em um forno e uma prensa hidráulica que se encaixam em uma pequena embarcação de pesca.



Segundo o portal Inhabitat, o estúdio também recolhe materiais orgânicos, tais como algas e madeira e os comprime para fazer tijolos, que depois são queimados para derreter o plástico, formando assim, um sistema de circuito fechado.


Fonte: EcoDesenvolvimento

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Marca espanhola cria bike que cresce junto com as crianças



A empresa espanhola Orbea desenvolveu uma bicicleta que é capaz de crescer, acompanhando a evolução física das crianças. A tecnologia aplicada à bike permite maior durabilidade e utilidade, além de incentivar um hábito sustentável e o esporte.

Andar de bicicleta é uma das atividades preferidas da criança e iniciar nesta prática desde cedo pode auxiliar no desenvolvimento da coordenação motora e ainda agregar valores úteis na vida adulta. No entanto, as bikes infantis são facilmente perdidas, devido à rapidez com que as crianças se desenvolvem.

Analisando este problema, a Orbea desenvolveu o modelo apelidado de Grow, que em português significa crescer. A bicicleta é facilmente adaptável e sua estrutura se transforma de acordo com o tamanho da criança. O quadro é extensível para que se torne confortável à altura do usuário.

A empresa disponibiliza dois modelos da Grow: Grow 1, adequada para crianças de dois a cinco anos e a Grow 2, que pode ser usada por crianças de quatro a nove anos. Os preços variam de 329 a 362 euros, pouco mais de R$800.

A bicicleta foi desenvolvida para trazer alguns benefícios e diferenciais em relação aos modelos tradicionais. Ela proporciona melhor adaptação ergonômica, menos impacto ambiental, já que é útil por muito mais tempo, menor custo para o comprador e mantém a qualidade dos componentes.

Fonte: Ciclo Vivo 

Curso orienta gestores municipais e estaduais na gestão dos resíduos sólidos



Estão abertas as inscrições para a terceira turma do curso de ensino a distância para orientar sobre a elaboração de planos estaduais e municipais de gestão de resíduos sólidos. O Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Iclei-Brasil – entidade que reúne 1.200 governos e associações compromissados com o desenvolvimento sustentável, com apoio da Embaixada Britânica, ministram o curso para 400 participantes da segunda turma, que teve início no dia 16 de julho. A primeira turma foi considerada piloto e contou com 250 alunos.

A procura foi grande no período de inscrições desta segunda turma. "Tivemos cerca de 800 inscrições e só pudemos oferecer 400 vagas. Por isso priorizamos gestores e técnicos que estão trabalhando diretamente com os planos regionais", explicou o gerente de projetos do MMA, Saburo Takahashi.

Quem não foi contemplado na turma que está em andamento, pode fazer sua inscrição novamente para essa terceira turma, que tem previsão de início no dia 20 de agosto. "Além desta, já temos outras duas turmas previstas: uma para setembro e outra para outubro", destacou o gerente do MMA.

O curso foi traçado com base na estrutura e no conteúdo do Manual de Orientação, disponível no portal do MMA.

Importância dos planos

O diretor de Ambiente Urbano do MMA, Silvano da Costa, explicou que um dos instrumentos mais importantes da Política Nacional de Resíduos Sólidos são os planos. "Esse curso tem a finalidade de apoiar e preparar os gestores para produzirem seus planos e aperfeiçoarem a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos", afirmou.

O curso é dividido em módulos, onde são sugeridos textos e vídeos complementares, bem como atividades e fóruns de discussão para que o aluno conheça e se aprofunde nos principais conceitos para elaboração de um qualificado plano de gestão. "O fórum planos e práticas é um dos mais ricos, pois é o espaço onde os participantes estão trocando experiências e dúvidas sobre a elaboração planos", apontou Gabriela Alem, coordenadora de projetos do Iclei-Brasil.

Os participantes devem se dedicar, em média, dez horas semanais durante um mês. O curso é oferecido por meio de plataforma com acesso restrito aos alunos onde os módulos ficam disponíveis. Cada participante acessa a plataforma e cursa as aulas nos horários que lhe for mais conveniente. Após o início, são 30 dias para finalizar o curso todo.

Situação preocupante

Matéria publicada em julho pelo EcoD mostrou que a maior parte dos estados e municípios brasileiros ainda não elaborou seu Plano de Gestão de Resíduos Sólidos, apesar do prazo para concluir o projeto, que deve indicar como será feito o manejo do lixo em cada localidade, estar próximo do fim.

A partir de 2 de agosto, a cidade que não tiver o planejamento fica impedida de solicitar recursos federais para limpeza urbana. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, até o momento houve apenas 47 pedidos de verba para construção dos planos, entre solicitações de administrações municipais e estaduais.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no site: www.eadresiduos.org.br

Fonte: Ecodesenvolvimento