sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Vespas são alternativas sustentáveis aos agrotóxicos nas plantações, diz startup


Boa parte dos alimentos que consumimos contam com a adição de agrotóxicos, substâncias que têm o objetivo de controlar pragas, mas que ao mesmo tempo podem representar riscos ao meio ambiente e à saúde humana. Mas uma startup brasileira afirma ter criado uma alternativa mais barata e sustentável para combater o problema na lavoura: microvespas desenvolvidas em laboratório, que podem fazer com que casa brasileiro consuma, em média, menos de seis litros de produtos químicos ao ano.

Cada inseto coloca os ovos dentro dos ovos das pragas, o que faz com que nasça uma nova vespa ao invés de uma praga. Por meio de um método natural, é possível tentar tirar o nome do Brasil da lista de campeões mundiais no uso dos agrotóxicos.

O método criado pela Bug Agentes Biológicos, uma das 50 startups mais inovadoras do mundo, segundo dados da revista Fast Company, é cerca de 40% mais barato que o uso de agrotóxicos nas plantações e consiste na utilização de vespas de 25 milímetros. A eficácia da ideia pode mudar a vida dos agricultores, já que as pragas são altamente prejudicais em termos financeiros.

A Bug diz que esta forma de combate não afeta as plantações (pode ser usada em 28 culturas) e traz resultados tão ou mais eficientes que os dos agrotóxicos.


Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Catador usa o lixo para transformar sua vida e das pessoas

Aos 50 anos, Sérgio Bispo é presidente de uma cooperativa
 de catadores no centro de São Paulo.

As pessoas que têm o nobre trabalho de transformar toneladas de resíduos em dinheiro e oportunidades muitas vezes se passam por invisíveis, escondidas entre milhões de garrafas de plástico e de vidro, caixas e embalagens usadas, latinhas, papel e tudo aquilo que um dia já foi jogado fora. Transformando as sobras do consumo em matéria-prima, os catadores cumprem papel fundamental para a sociedade, para o meio ambiente e para a economia.

Muito antes de as empresas adotarem ações e ideologias voltadas para a sustentabilidade, homens e mulheres já percorriam as ruas em busca das sobras desprezadas nas residências, indústrias, empresas e locais públicos. Enfrentando o preconceito na própria pele, a profissão de catador tem remuneração obrigatória e significa oportunidade de vida para milhares de brasileiros.

“Com a coleta seletiva, é possível gerar muitos postos de trabalho, tirando muita gente da situação de rua, da dependência do álcool e das drogas. Lixo não existe: uma sucata que você acha, você transforma”, afirma Sérgio Bispo, presidente da Cooperativa de Catadores Cooperglicério, em São Paulo.

Bispo nasceu em Salvador e se mudou para a capital paulista em busca de melhores condições de vida, motivado por uma propaganda de margarina. Depois de 80 dias de viagem, o catador chegou a aproveitar os resíduos até mesmo em sua alimentação. No entanto, com o tempo, os rumos de sua vida mudaram completamente: aos 50 anos, é presidente da cooperativa e já fez mais de 280 palestras no Brasil e no exterior, sendo considerado como referência em reciclagem e ecologia.

“Com o lixo, a ideia não é fazer só a minha vida mudar, mas a transformar a realidade de várias pessoas”, conta. “Quero viver até os cem anos. Daqui a mais cinquenta, quero que o CicloVivo publique mais uma matéria mostrando que ainda sou capaz de mudar a vida das pessoas”, contou à reportagem o presidente da cooperativa, que lutou para que os carrinhos de tração humana fossem substituídos por caminhonetes, e, depois, por caminhões.

Bispo é um dos personagens retratados na exposição itinerante “Reciclarte”, que fica abrigada no Memorial da América Latina até o dia 19 de outubro e reúne materiais multimídia sobre as histórias da reciclagem em São Paulo. Peter Milko, curador da mostra, conta que um dos objetivos é quebrar preconceitos na sociedade. “A exposição vem tirar do anonimato tanto os catadores, como outras pessoas que fazem parte da cadeia produtiva da reciclagem”, diz o curador. “É preciso respeitar o trabalho digno dos catadores, e, até, ajudando a vida deles sem jogar as coisas no meio da rua, e separando o lixo”, finaliza Milko.


Fonte: Ciclo Vivo 

Africano usa lixo eletrônico para criar impressora 3D mais barata

Computadores velhos, acessórios e dispositivos eletrônicos usados se transformaram em matéria prima nas mãos do pesquisador Kodjo Afate Gnikou, do Togo, que montou a primeira impressora 3D com baixo custo, fabricada com resíduos eletrônicos. O objetivo é comercializar o equipamento em larga escala, dando um destino viável ao preocupante volume de lixo deste tipo, que é muito comum nos aterros em várias partes do mundo.

Uma das missões que a impressora fabricada com resíduos vem cumprir é reduzir os impactos socioambientais da obsolescência programada, que sempre foi uma tendência da indústria de tecnologia. O cientista togolês trabalha num centro de tecnologia e conta com o apoio dos franceses da FacLab-France, importante empresa de inovação que vem desenvolvendo um projeto para levar máquinas de material reciclado em missões espaciais a Marte.

Os planos de comercialização da impressora 3D estão a todo vapor – de acordo com o InHabitat, o equipamento deverá custar 100 dólares, algo em torno de 218 reais – preço mais do que acessível para as impressoras 3D, que, além de serem raramente encontradas, também são vendidas a preços exorbitantes. Com a invenção, Gnikou pretende disponibilizar a tecnologia à população carente e dar oportunidade de os países africanos participarem efetivamente dos avanços científicos.

Os componentes que formam a impressora são recolhidos no lixo jogado em Lomé, capital do país africano com pouco menos de 850 mil habitantes. O cientista togolês informou que poucas peças foram compradas para serem utilizadas na montagem do equipamento. O projeto arrecadou verba além da necessária no Ulule, plataforma europeia de financiamento coletivo.


Fonte: Ciclo Vivo 

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Cidades demonstram mais avanços que nações nas iniciativas para sustentabilidade

"Prefeitos não têm o luxo de só falar dos problemas, eles precisam entregar resultados". A afirmação é do prefeito da cidade de Nova York, Michael Bloomberg. Segundo ele, os governos nacionais têm falhado para agir, enquanto que os municípios encarnam o espírito de inovação. "Quando se trata de mudanças climáticas, as cidades são os lugares onde o maior progresso está sendo feito", ressaltou ao The Guardian.

Engana-se quem pensa que as alterações do clima afetam apenas no nível no mar. Na verdade, cada cidade tem seus desafios, que vão desde cheias até incêndios, o que também prejudica o meio ambiente e a economia local.

Mais da metade da população mundial vive em cidades que consomem cerca de dois terços da energia global e geram 70% das emissões de carbono. Muitas dessas megacidades estão situadas na costa, o que faz com que as pessoas fiquem vulneráveis a elevação do nível do mar e os efeitos dos ventos, ocasionados pelas mudanças climáticas.

Para Roland Busch, chefe de Cidades e Infraestrutura da Siemens, as áreas urbanas do mundo estão onde há mais oportunidades - as cidades concentram mais de 70% do PIB mundial e estão crescendo mais rápido do que outras partes da economia. "Se quiser fornecer infraestrutura para as pessoas com custo-benefício e de maneira eficaz, a solução está nas cidades", apontou.

Como fazer uma cidade grande?

A consultoria McKinsey lançou o relatório Como tornar uma cidade grande, no qual os líderes que fazem avanços importantes na melhoria das suas cidades costumam ser pautados por três princípios básicos: garantir um crescimento inteligente, fazer mais com menos e ganhar apoio para as mudanças.

Segundo o documento, em 2030 cerca de cinco bilhões de pessoas (60% da população mundial) viverá em cidades - atualmente são 3,6 bilhões. Para atender a essa demanda, líderes de países em desenvolvimento devem lidar com a urbanização em escala sem precedentes, enquanto os países desenvolvidos precisarão lutar contra o envelhecimento das infraestruturas e orçamentos esticados.

"Todos estão lutando para garantir ou manter a competitividade das suas cidades e os meios de vida das pessoas que vivem nelas. E todos estão conscientes do legado ambiental que eles devem deixar, e para isso é necessário encontrar formas mais sustentáveis, com recursos eficientes de gestão destas cidades", sugere o relatório.


Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Saúde global dos oceanos tem situação crítica com nota 6,5

Oceano: seguindo a tendência global, o Brasil obteve sua nota mais baixa
 em uso dos produtos naturais (15), provisão de alimentos (24) e 
turismo (34)  ©AFP/Getty Images/Arquivo / Brendan Hoffman 
Um indicador que avalia a saúde dos oceanos e os benefícios que são capazes de proporcionar mostra que a situação média para o planeta é crítica. Há uma capacidade muito baixa de fornecer alimentos e de aproveitar os produtos naturais e as possibilidades de turismo dos mares, o que deixa a nota global em 65 dentro de 100 possíveis.

A avaliação, divulgada ontem, 15, é uma atualização melhorada do Índice de Saúde do Oceano, lançado em 2012. O trabalho colaborativo de cientistas de várias universidades e ONGs liderados por Ben Halpern, do Centro Nacional para Análise e Síntese Ecológica, dos EUA, avalia a pontuação obtida por 221 zonas econômicas exclusivas em dez itens. O Brasil tirou nota 66, ficando na 83ª posição.

Além dos três tópicos citados acima, são avaliadas as condições de oportunidades de pesca artesanal, biodiversidade, economia e subsistência costeira, águas limpas, armazenamento de carbono, proteção costeira e identidade local.

Do ano passado para cá houve uma mudança na metodologia que elevou as notas médias dos países, mas, de acordo com os organizadores, nas condições gerais, não houve nenhuma melhora.

"A situação continua péssima em todo o mundo. Estamos usando mal os oceanos. Abusamos dos recursos, fazemos ocupação desordenada da costa, poluímos, fazemos um turismo predatório e por causa disso tudo estamos colocando esse grande bioma em risco", afirma André Guimarães, diretor executivo da Conservação Internacional no Brasil, que colabora com o levantamento.

Ele lembra, no entanto, que só um ano se passou desde que o estudo começou a ser feito, o que não é tempo suficiente para ver mudanças. "O índice traz oportunidades para planejar esse uso. Antes, não tínhamos parâmetros para acompanhar o que acontece, tanto para o bem quanto para o mal", comenta.

Seguindo a tendência global, o Brasil obteve sua nota mais baixa em uso dos produtos naturais (15), provisão de alimentos (24) e turismo (34). Nos três casos, a nota nacional é menor que a média do planeta (respectivamente 31, 33 e 39). O País vai melhor em oportunidades de pesca artesanal (99 ante 95), armazenamento de carbono (92 ante 74) e proteção costeira (85 ante 69).


Fonte: Exame.com 

Calçada capaz de gerar energia solar é instalada nos EUA

Um grupo de estudantes do Instituto Solar da Universidade George Washington e os arquitetos norte-americanos do Studio39 desenvolveram o Solar Walk, um pavimento sensível que transforma os raios de sol em energia. Composta por painéis fotovoltaicos, a nova calçada é resistente, não oferece riscos aos pedestres e ainda pode gerar até 400 watts de eletricidade.

Composta por 27 placas solares semitranslúcidas instaladas no chão, a calçada, com pouco mais de nove metros, é capaz de fornecer eletricidade a um sistema de 450 lâmpadas LED instaladas debaixo do passeio público, e, no final de sua extensão, a estrutura se liga a um sistema que gera energia suficiente para abastecer o Innovation Hall, importante edifício da universidade.

A solução em mobilidade urbana para pedestres, que também é fonte interminável de geração de energia limpa, foi instalada no campus de ciência e inovação da universidade, localizada no estado norte-americano de Virginia. Segundo o site Gizmag, os painéis foram construídos pela empresa Onyx Solar, com a cor cinza e aparência semelhante à do cimento. A estrutura é totalmente segura, e não transmite calor aos pedestres, mesmo durante os picos de geração de eletricidade.

Com a apresentação e o patenteamento da calçada geradora de energia solar na universidade norte-americana, a expectativa é que as autoridades públicas e a construção civil inspirem-se na instalação, ampliando o eixo de aplicações de energias renováveis ao redor do mundo. Esta não é a primeira experiência de tecnologia verde com os pavimentos instalados nas cidades: conforme informamos em junho deste ano, foi criado na Holanda um asfalto especial, capaz de absorver a poluição do ar.


Fonte: Ciclo Vivo 

Sofá aproveita água da chuva para regar plantas


Dois estúdios de arquitetura e design da Índia desenvolveram um sofá capaz de armazenar água da chuva para regar as plantas de praças e áreas verdes da cidade de Mumbai. Batizado de Water Bench, o objeto é feito com materiais reciclados e é usado para reduzir o consumo de água no cenário urbano.



Produzido com polietileno parcialmente reciclado, o Water Bench possui um reservatório interno, que é totalmente preenchido com água durante as precipitações. Assim, o móvel urbano atinge sua máxima eficiência durante os meses mais chuvosos do ano – segundo informou o site português Greensavers, o reservatório possui três diferentes níveis de armazenamento: o mais baixo capta 500 litros, o médio, mil litros, e o grande, 1.800 litros, que são reaproveitados no sistema de irrigação.


Os responsáveis pelo sofá são os membros da MARS Architects e o escritório BMW Guggenheim Lab da Índia, que já apresentaram o Water Bench em Nova Iorque e durante a Semana de Design de Pequim. Tanto em Mumbai, como nas apresentações ao redor do mundo, o novo produto caiu nas graças do público e será instalado em Nova Iorque já no início de dezembro.


Em Mumbai, o projeto ainda está em fase de testes, que deverá durar por um ano – no entanto, várias áreas verdes da cidade já contam com o sofá especial. Agora, os criadores do Water Bench vêm realizando esforços para espalhar a solução de reaproveitamento de água em todos os parques da cidade, a fim de tornar os sistemas de irrigação independentes da rede pública de saneamento básico.



Fonte: Ciclo Vivo 

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Dia do Consumo Consciente

Você realmente precisa disso? | Foto :Flickr/Tinou Bau 
No dia 15 de outubro é comemorado o Dia do Consumo Consciente. A comemoração de um dia direcionado aos consumidores e à prática do consumo pode ser uma oportunidade de causar reflexão. Tudo o que as pessoas negociam, vestem, comem e compram está ligado ao consumo e tem impacto direto na vida das pessoas e também no meio ambiente.

Durante muitos anos esse cuidado foi ignorado. Com a implantação do sistema capitalista em quase todo o planeta e também graças à revolução industrial, que permitiu a produção em larga escala, o consumo nunca mais foi o mesmo. Por diversos motivos e sob várias influências, muitas pessoas se tornaram mais consumistas e com o passar dos anos adquirir bens e produtos desnecessários se tornou sinônimo de status e posicionamento social.

Com a sustentabilidade em alta e a preocupação de ativistas e governo em relação aos impactos gerados por causa do consumo desenfreado, o tema começa a ganhar um novo formato. Os discursos publicitários, que antes incentivavam um consumo às cegas, hoje têm que disputar espaço com campanhas que incentivam as pessoas a raciocinarem ao invés de fazerem compras apenas por impulsos.

O consumo consciente pode ser aplicado em todas as esferas, desde a compra de um alimento até a escolha de um imóvel. Analisar e optar por produtos que sejam feitos com maior cuidado ambiental e respeito social é um ponto. Escolher eletrodomésticos mais econômicos é outro, mas ainda existem diversas maneiras de aplicar a sustentabilidade nas relações comerciais.

O que é preciso entender para disseminar a cultura do consumo consciente é o fato de que todas as coisas que nós compramos ou usamos têm impactos no meio ambiente. Por exemplo, a fabricação de uma simples camiseta de algodão pode lançar na atmosfera quatro quilos de dióxido de carbono, isso sem contar a quantidade de água utilizada nesse processo. Atentar para a maneira como os produtos são feitos também é um ponto importante para evitar mão-de-obra escrava ou uso de matérias-primas de fontes ilegais.


Fonte: Ciclo Vivo 

Liminar impede destruição de fornos ilegais de carvão no Rio

O empreendimento estava funcionando sem
 licença. | 
Foto :Marco Evangelista/cc
Uma liminar da Justiça fluminense impediu que 23 fornos ilegais para a fabricação de carvão fossem destruídos. Os fornos foram localizados durante uma operação da Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca), na região serrana.

A operação foi montada para embargar, multar e demolir os fornos ilegais de carvão construídos nas proximidades do Parque Estadual dos Três Picos, no município de Duas Barras. De acordo com a Secretaria de Estado do Ambiente, a atividade é considerada potencialmente poluidora e a madeira que abastece os fornos é da Mata Atlântica. A produção ilegal de carvão vegetal é altamente danosa ao meio ambiente, pois provoca a destruição de espécies de mata nativa.

Os agentes da Cicca e policias militares do Comando de Polícia Ambiental (Cpam) não puderam dinamitar os fornos porque o prietário da área, Armando Pinto Nogueira, apresentou, por intermédio do seu advogado, uma liminar concedida pela juíza Maria do Carmo Alvim Padilha Gerk, da Comarca de Duas Barras, impedindo a demolição dos fornos.

De acordo com o secretário do Ambiente, Carlos Minc, o empreendimento estava funcionando sem licença e, mesmo com a decisão da juíza, a Sea vai tentar cassar a liminar.

"A liminar era para não destruir os fornos, então o empreendimento foi embargado, ele não pode fazer carvão. Foi multado porque estava funcionando sem licença e nós vamos tentar quebrar a liminar, porque a gente sabia que eles usavam uma parte de eucalípto plantado, o que pode, mas para a produção que ele tinha de carvão, era muito acima do fornecimento de eucalípto plantado. Então ele fazia o que muitos fazem: um mix de uma parte legal e uma parte ilegal", explicou Minc.


Fonte: Ciclo Vivo 

Presidente da ABES Nacional concede entrevista à Gazeta do Povo

O presidente da ABES nacional, Dante Ragazzi Pauli, foi um dos analistas entrevistados na reportagem da Gazeta do Povo, do Paraná.

Para conferir a entrevista, clique no link abaixo: 

Concurso de desenho e vídeo promovido pela ABES-SP desperta a consciência de crianças e adolescentes sobre questões relativas aos resíduos sólidos

Iniciativa integra o diadesol - dia interamericano de limpeza e cidadania, promovido pela organização panamericana de saúde (opas) e pela associação interamericana de engenharia ambiental (aidis) em toda a américa latina e no canadá, e pela abes, no Brasil.

Crianças e adolescentes de escolas públicas e privadas podem participar, durante os meses de outubro e novembro, do concurso de desenho e vídeo do DIADESOL DAS AMÉRICAS - Dia Interamericano de Limpeza e Cidadania, uma iniciativa internacional promovida pela Organização Panamericana de Saúde (OPAS) e pela Associação Interamericana de Engenharia Ambiental (AIDIS) para desenvolver atividades que despertem a consciência das populações da América Latina sobre questões relativas aos resíduos sólidos. No Brasil, as atividades do DIADESOL fazem parte do calendário anual da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), Seção São Paulo, que desde 2006 comemora a data com ações que buscam envolver todos os setores da sociedade, abrangendo pessoas de todas as idades.Organizado pela Câmara Técnica de Resíduos Sólidos, da ABES-SP, em parceria com diversos apoiadores, o evento convida crianças, adolescentes e escolas a participarem com desenhos e vídeos que abordem o tema “resíduos sólidos”.

O concurso está aberto para crianças na faixa etária de 7 a 12 anos, matriculados em escolas públicas e privadas. No caso dos vídeos, para todos que queiram participar com uma produção audiovisual amadora (veja abaixo como participar).

Desenhos vencedores de 2012


 1º lugar: João Pedro de Oliveira

 2º lugar: Enzo Pereira Scruph

3º lugar: Ducilene K. Queiroz

A expressão DIADESOL é de origem espanhola: Dia de los Dejetos Sólidos ou Diadesol. Desde a criação, as ações propostas ganharam proporções mundiais. Hoje, a data é comemorada em diversos países da América Latina, como Chile, Argentina e Brasil, assim como na América do Norte, caso do Canadá. No Brasil, as atividades do DIADESOL fazem parte do calendário anual da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) desde 2006 e têm registrado participação e apoio cada vez maiores de estudantes, escolas, instituições governamentais e não governamentais; universidades, empresas fabricantes de embalagens, empresas de coleta e tratamento de resíduos e recicladoras, rede de supermercados, Comitês de Bacias Hidrográficas, artesãos, artistas plásticos e educadores ambientais e comunidade em geral.

Para Roseane Souza, coordenadora da Câmara Técnica de Saúde Pública, “o concurso tem, ano a ano, conseguido sensibilizar a sociedade acerca da importância de manter a limpeza das casas, cidades, lugares de recreação e espaços públicos, não somente para prevenir doenças, mas também para promover o desenvolvimento sustentável”.

Segundo o presidente da ABES-SP, Alceu Guérios Bittencourt, com as atividades do DIADESOL, a entidade ratifica seu compromisso de fomentar o trabalho cooperativo, promover a minimização, o reuso e a reciclagem de resíduos e contribuir para a sensibilização da população com relação ao serviço de limpeza pública. “E fundamental que este trabalho seja realizado no ambiente educacional, promovendo o debate e a reflexão para que, desde pequenos, todos possam entender e dividir a responsabilidade pela preservação do meio ambiente.”

Como participar

Não é necessário se inscrever previamente. O envio do desenho ou vídeo até o dia 12 de novembro corresponde à inscrição no concurso.

As crianças poderão enviar seus desenhos diretamente à ABES ou através da escola, que poderá se inscrever, mas cada aluno deverá ter seu próprio desenho. O objetivo é que os professores incentivem seus alunos a refletirem sobre o assunto. O desenho deve abordar o tema “Como você vê o Lixo do seu bairro?” A comissão julgadora avaliará os desenhos e elegerá os quatro  finalistas, conforme os critérios de criatividade, originalidade, temática e mensagem.

O vídeo deve ser acerca da temática de “resíduos sólidos” e será avaliado quanto à  criatividade, originalidade, fotografia, trilha sonora, mensagem, roteiro, edição de imagem, efeitos visuais e relevância da informação.

Os desenhos e vídeos deverão ser enviados até dia 12 de novembro, pelo Correio ou entregue pessoalmente, para a ABES-SP, na Rua Eugênio de Medeiros, 242, 6º andar, CEP: 05425-900 – Pinheiros – São Paulo/SP, com identificação no envelope: CONCURSO DESENHO INFANTIL - DIADESOL 2013 ou CONCURSO VÍDEO AMADOR - DIADESOL 2013 (os vídeos deverão ser entregues em formato padrão DVD-R ou vídeo-CD).

A primeira fase de votação será feita no período de 13 a 18 de novembro, por uma comissão julgadora composta por profissionais de diversos segmentos, designados pela Câmara Técnica de Resíduos Sólidos da ABES-SP.

Na segunda fase, quatros desenhos e três vídeos selecionados irão para o site da ABES-SP - www.abes-sp.org.br, no período de 19 a 24 de novembro, para votação do público.

O resultado será divulgado na última semana de novembro e a premiação será realizada no dia 30 de novembro, na Praça Victor Civita, em São Paulo.

Uma seleção de desenhos ficará exposta no saguão do Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073), de 24 a 30 de novembro.

O regulamento completo do concurso está no site da ABES-SP:www.abes-sp.org.br.
Premiação:

Concurso de desenho:

1º Lugar – 01 Tablet
 2º Lugar – 01 IPod Nano
 3º Lugar – 01 máquina fotográfica digital.
 4º Lugar – 01 Kit de desenho.

Concurso de vídeo:

 1º Lugar - R$ 2.500 (dois mil reais),
 2º lugar - R$ 1.000 (hum mil reais),
 3º Lugar - R$ 600,00 (seiscentos reais)

SERVIÇO:

DIADESOL – Concurso de desenho e vídeo
Envio até 12 de novembro
Exposição no Conjunto Nacional
De 24 a 30 de novembro

Avenida Paulista, 2073 – Jardim Paulista – São Paulo – próximo ao Metrô Consolação
Horário de funcionamento: Centro comercial (piso térreo) – De segunda a sábado, das 7h às 22h; domingos e feriados, das 10h às 22h;


Realização: ABES-SP – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental

15 de outubro - Dia do Educador Ambiental


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Professor decide viver em lixeira de três metros quadrados


O que define aquilo que chamamos de lar, doce lar? Um lugar com pelo menos quatro paredes e pessoas dentro? Para o professor americano Jeff Wilson, uma casa pode ser algo tão incomum, acredite, como uma caçamba de lixo.

Para provar sua teoria, ele resolveu o trocar conforto do seu endereço antigo (regado de mordomidas e excessos comuns ao estilo de vida americano) para morar durante um ano inteiro em uma lixeira de três metros quadrados, ou cerca de 1% do tamanho médio das novas casas americanas no ano de 2011.


O que parece ser um ato de delírio, na verdade é fruto de muito pensamento e grande planejamento. E ele não está sozinho nessa empreitada. A mudança radical no estilo de vida, que lhe rendeu o título de "Professor Lixão", é parte de um projeto inédito da Universidade Huston Tillotson, na cidade de Austin, Texas, que  vai transformar a caçamba insalubre em um laboratório sustentável de ensino sobre moradia de baixo impacto.

Com a experiência, o professor e sua equipe buscam captar a atenção de um grande público e inflamar, de maneira divertida, o diálogo em torno do conceito de viver com menos. Morar em uma lixeira, nesse caso, é uma forma de criticar a chamada sociedade da abundância – caracterizada pelo consumo excessivo a custos ambientais elevados, começando pela geração de lixo.


“A lixeira é o símbolo perfeito para apresentar temas sobre os resíduos e o consumo de uma forma atraente. É estranho, mas é divertido”, diz o site do projeto. E a medida que aumenta o consumo segundo os padrões atuais, cresce também a nossa dívida ecológica.

Extreme makeover: transformando uma lixeira em casa
Durante as fases iniciais do projeto, lançado no último fim de semana, o professor vai viver numa situação de camping. Com a nova morada devidamente higienizada, ele vai contar com apenas um saco de dormir.


Mas ao longo do tempo, o espaço será preenchido de comodidades da habitação moderna, como chuveiro, cozinha, cama, e até acesso Wi-Fi. No entanto, cada elemento da nova casa deverá representar um forte contraste em relação aos os níveis de consumo do estilo de vida americano médio.

Será um modelo "zero net", o que significa que ele irá consumir apenas a quantidade de eletricidade que produz através de painéis solares. Sistemas inovadores também serão desenvolvidos para filtragem de água, controle de temperatura e redução de resíduos.

Ontem, o projeto lançou um blog para quem quiser acompanhar o passo-a-passo dessa experiência inovadora.


Fonte: Exame.com 

Governo avalia participação minoritária da Cesp em projetos

Cabos de alta-tensão da CESP: para que a Cesp possa atuar como investidora em
 novos empreendimentos, no entanto, é preciso aprovação de lei na Assembleia 
Legislativa do Estado | Marcos Issa/Bloomberg News

O Secretário de Energia do Estado de São Paulo, José Aníbal, disse que o governo paulista, controlador da Cesp, já avalia a possibilidade de que a geradora de energia possa participar minoritariamente de novos empreendimentos do setor.

"A minha ideia é fazer a Cesp voltar a ser uma empresa investidora", disse o secretário durante palestra na Associação Comercial de São Paulo (ACSP), nesta segunda-feira.

Ele acrescentou mais tarde que a ideia ainda está em avaliação. "Ela pode ser uma empresa investidora assim ... De ter a possibilidade de participar como minoritária num ou em outro empreendimento. De abrir o caminho. Nós temos que inovar", disse a jornalistas após o evento.

O secretario disse ainda que a empresa poderia ser uma parceira de projetos como eólicas, usinas solares e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), colaborando para viabilizar a geração de energia em São Paulo.

Para que a Cesp possa atuar como investidora em novos empreendimentos, no entanto, é preciso aprovação de lei na Assembleia Legislativa do Estado, segundo o secretario.

Três Irmãos A partir desta segunda, a Cesp se reúne no Rio de Janeiro com representantes da Empresa de Pesquisa Energética e da Agência Nacional de Energia Elétrica, para tratar de detalhes de como o governo federal calculou a indenização que a geradora teria a receber por investimentos não amortizados na hidrelétrica Três Irmãos.

A concessão da hidrelétrica operada pela Cesp venceu e a geradora paulista não aceitou renová-la de acordo com as regras definidas pelo governo federal no final do ano passado.

O governo federal calcula que a Cesp tenha direito a um pagamento de indenização de 1,7 bilhão de reais por investimentos não amortizados na usina, mas a Cesp já defende que tem 3,8 bilhões de reais a receber.

"Finalmente, nós vamos ter o preço. Eles vão abrir o preço deles", disse Aníbal, que espera que uma definição sobre o tema possa sair em até uma semana.

O leilão para relicitar a hidrelétrica está previsto para janeiro de 2014 e Aníbal voltou a afirmar nesta segunda-feira que a Cesp poderá disputar a concessão da usina no leilão.


Fonte: Exame.com 

Um tênis "verde" made in Brazil


Em 2003, depois de se estafarem com a vista grossa dos banqueiros para os problemas ambientais do mundo, os franceses François-Ghislain Morillion e Sébastien Kopp decidiram abandonar a promessa de uma carreira estável nos bancos Société Génerale e Morgan Stanley para viajar pelo mundo. Mas não como turistas. O adeus a Nova York estava ligado à missão de prestar consultoria em “negócio sustentável” para multinacionais francesas em países emergentes.

O trabalho - apesar de resultar em decepção para quem esperava ver empresas “responsáveis” - serviu de inspiração para a criação de um produto “verde”: um tênis totalmente made in Brazil (feito no Rio Grande do Sul com algodão orgânico do interior do Ceará e borracha da Amazônia), que começou a ser vendido no País em setembro.

A ideia do calçado nasceu depois de a dupla conhecer o modelo de negócio diferente da companhia de alimentos francesa Alter Eco, um de seus clientes, que comprava palmito de pupunha de uma associação de produtores de Rondônia que, por sua vez, beneficia agricultores que cultivam alimentos com grande preocupação de preservar a natureza.

Ali, os amigos perceberam que o produto que chega às prateleiras pode, de fato, ter uma história positiva por trás. E o Brasil, com ONGs e cooperativas parceiras, pareceu-lhes o ambiente ideal para dar início a um negócio “verde”.

Assim surgiu a marca de tênis Veja, em 2005. O algodão (que vira a lona do calçado) é cultivado, sem insumos químicos, por associações de agricultores do País. A maior parte da pluma vem da cidade de Tauá, no interior do Ceará. A produção envolve 700 famílias que vendem a matéria-prima diretamente à empresa.

A borracha vem da Cooperativa Chico Mendes, que inclui 40 famílias de seringueiros donas do próprio negócio. O leite que eles extraem da árvore (sem cortá-las) passa por um processo que dispensa a passagem por usina e garante uma matéria-prima sem impurezas. Outro componente do tênis, o couro, é curtido com extrato de acácia, em vez de metais pesados. O objetivo é reduzir a poluição das águas.

Tanto cuidado assim tem seu preço. O quilo da borracha “responsável”, por exemplo, custa R$ 7, o dobro da usada comumente na indústria. Se optasse pelas matérias-primas usuais, no Brasil, o custo da produção cairia pela metade, segundo a empresa. Na China, a economia seria de 100% na produção.

Mesmo assim, o tênis não sai mais caro que outras marcas - entre R$ 195 e R$ 289. A empresa não faz publicidade e, portanto, não precisa embutir no valor do calçado esse gasto. Morillion e Kopp (os únicos sócios da companhia) vendem cerca de 120 mil pares por ano - 70% na França. O produto é exportado para o mercado francês desde 2005, mas só agora começa a ser comercializado no Brasil. Aqui, foi batizado de Vert (verde, em francês), já que “Veja” seria associado à revista.

Os franceses esperam cair no gosto do brasileiro. O tênis deve aparecer no pé de uma das atrizes da próxima novela das nove da Rede Globo - a custo zero, segundo a empresa. Ganhar mercado fazendo um “comércio justo”, no entanto, não é fácil. As margens de lucro são menores e é preciso avaliar se o consumidor está pronto para comprar o seu produto. “Talvez a consciência do brasileiro no âmbito social seja mais forte do que no ambiental”, diz Romain Michel, diretor da marca francesa de camisetas Tudo Bom no Brasil.

A empresa, que também usa algodão orgânico de Tauá, fechou recentemente a única loja que tinha no Rio depois de um ano de operação. O objetivo é dar prioridade ao mercado europeu, onde o negócio tem obtido sucesso. A receita da empresa dobrou no último ano.

A Vert espera faturar 6 milhões em 2013 - valor sete vezes maior que o de 2006. É um patamar distante dos bilhões das multinacionais. Mas, segundo o presidente da consultoria de inovação Mandalah, tem crescido no nicho dos grandes “a noção de que ganhar dinheiro e fazer a coisa certa devem caminhar lado a lado”. A questão é pô-la em prática. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fonte: Exame.com 

No Mês do Consumo Consciente, piquenique-se!


Prepare a toalha xadrez, porque em outubro os piqueniques sustentáveis vão tomar conta do Brasil. Pelo menos, essa é a proposta do Instituto Akatu, que para comemorar o Mês do Consumo Consciente, lança a campanha Piquenique Sustentável.

A iniciativa é um convite para que as pessoas se mobilizem e promovam piqueniques verdes ao longo do mês. Por quê? O Akatu acredita que, mais do que uma toalha estendida no chão com comidas gostosas, os piqueniques são ótimas oportunidades para curtir os espaços públicos da cidade com os amigos e familiares e aprender a compartilhar - sobretudo as coisas importantes da vida que não podem ser compradas, como risadas, conversas e momentos de cumplicidade com as pessoas queridas.

Além disso, um piquenique sustentável pode ser uma ótima maneira de repensar os hábitos de consumo. Afinal, ao organizá-lo, é preciso planejar, o que torna mais fácil optar por atitudes menos impactantes ao meio ambiente. Por exemplo, qual o local mais adequado para fazê-lo? Que meio de transporte usar? O que levar? Como armazenar as comidas? Como descartar o lixo?

Para ajudar àqueles que estão dispostos a aderir à campanha, o Akatu preparou o Guia para um Piquenique Sustentável, com várias dicas bacanas. Entre elas:

- optar por alimentos orgânicos e produzidos localmente;
- usar copos que não sejam descartáveis;
- levar guardanapos de pano;
- ir ao local escolhido a pé, de bike ou de transporte público;
- reaproveitar os alimentos que sobraram para fazer uma torta ou geleia;
- E, separar os resíduos que podem ser reciclados para jogá-los em lixeiras apropriadas.

Que tal participar? Vale fazer um piquenique sustentável no final de semana, no horário de almoço, perto do trabalho, à luz da lua ou quando a sua imaginação mandar. Depois, aproveite para dividir relatos e fotografias no Facebook e Twitter do Akatu e, assim, trocar boas experiências com outros adeptos dos piqueniques sustentáveis.

O Mês do Consumo Consciente é comemorado no Brasil há quatro anos, desde 2009, quando o Ministério do Meio Ambiente instituiu 15/10 como o Dia do Consumo Consciente, com a intenção de conscientizar a população a respeito dos problemas - sociais, ambientais, econômicos e políticos - que são causados pelos padrões (insustentáveis) de produção e consumo. Em 2013, celebre a data e piquenique-se!


Fonte: Planeta Sustentável 

Cadillac elétrico deve chegar aos Estados Unidos


De acordo com a agência de notícias Reuters, a General Motors entrará na briga com a Tesla Motors no segmento de carros elétricos luxuosos dos Estados Unidos. A fabricante estadunidense deve começar a vender uma versão elétrica do Cadillac para tentar fazer frente ao Model S em janeiro de 2014.

Na última sexta-feira, a GM divulgou que o Cadillac ELR 2014 elétrico terá o preço inicial de aproximadamente 76 mil dólares, com as taxas de entrega já inclusas. Segundo a fabricante, créditos fiscais podem reduzir o custo do veículo em 7,5 mil dólares.


Fonte: Planeta Sustentável 

Banco coleta água da chuva para irrigar praça na Índia


Em tempos quando água vira sinônimo de escassez em muitas partes do mundo, novas formas de reduzir o consumo deste recurso precioso fazem toda a diferença. É o caso do Water brench, um banco que, como sugere seu nome, coleta água da chuva.

Criado pela MARS Architects em parceria com o BMW Guggenheim Lab na Índia, o banco ajuda a reduzir a quantidade de água da rede pública que é usada na irrigação de praças e áreas verdes nas cidades.

Feito de polietileno parcialmente reciclado, o mobiliário conta com reservatório interno que se enche totalmente durante a estação chuvosa. Ele conta com diferentes capacidades de armazenamento, de 500, 1.000 e 1.800 Iitros.

Os primeiros bancos foram instalados na cidade indiana de Mumbai (que vive um boom de prédios verdes) para a fase de testes, que deve durar um ano. A meta para a implementação deste projeto é a instalação de unidades por parque em número suficiente para tornar essas áreas independentes de água da rede pública.



Fonte: Planeta Sustentável 

Parque do Iguaçu fará transporte de visitantes com ônibus híbrido


O Parque Nacional do Iguaçu, localizado no Paraná, lançou uma frota com ônibus híbridos para transportar visitantes dentro do parque. São cinco novos ônibus, com motores elétrico e diesel, que estarão disponíveis para circular a partir deste mês.

O test drive com os ônibus híbridos da Volvo foi realizado no parque, no ano passado, com a aprovação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O órgão é responsável por administrar unidades de conservação federais, como é o caso do Parque do Iguaçu.

Os cinco ônibus serão integrados à frota já existente, formada por 13 veículos. Com velocidade que varia de 40 a 60 km por hora, os ônibus que circulam na área interna do Parque Nacional do Iguaçu transportam em média, por ano, 1,2 milhão de passageiros, o equivalente a 80% do total de turistas que visitam a unidade.


Em média, cada veículo faz entre cinco e 15 viagens, com saídas do Centro de Visitantes até o espaço Porto Canoas, ponto final do circuito. No trajeto, são feitas paradas nas estações de Poço Preto, Macuco Safari, e Hotel das Cataratas, em plataformas fixas para embarque e desembarque.

"A opção pelo transporte híbrido atende uma necessidade do parque, que é a de permitir a circulação de veículos pelas dependências da unidade de conservação causando o menor impacto possível", afirma o chefe do Parque Nacional do Iguaçu, Jorge Pegoraro.


Este parque abriga o maior remanescente de Mata Atlântica da região sul do Brasil e protege uma riquíssima biodiversidade, constituída por espécies representativas da fauna e flora brasileiras, das quais algumas ameaçadas de extinção.


Fonte: Ciclo Vivo 

Empire State Building é coberto por plantas


Uma das construções mais emblemáticas de Nova Iorque, o Empire State Building recebeu quatro módulos de jardins em sua parte superior, que cobrem uma área verde de 845 metros quadrados. Além de deixar o mirante da megalópole mais atraente, o telhado verde também é capaz de absorver a água da chuva, reduzir a poluição do ar e diminuir as temperaturas no interior do edifício.



O telhado verde faz parte de um projeto de eficiência energética que foi idealizado pelos administradores do Empire State Building e já conseguiu uma economia média de 38% no consumo de energia do edifício. Entre as certificações, o telhado sustentável adquiriu 80 dos 100 pontos da avaliação Energy Star, e também conta com a certificação LEED-EB Gold do United States Green Bulding Council.


A instalação do telhado verde absorveu cerca de 550 milhões de reais, demandando várias obras na estrutura do Empire State Building – desde alterações no sistema de elevadores, até a colocação de um sistema de refrigeração mais eficiente. Fora isso, também foram inseridas novas janelas, a fim de aumentar a iluminação natural no interior do edifício.

O telhado ecológico foi criado pela empresa Xero Flor America, que também projetou soluções sustentáveis para a Universidade de Columbia e para a Escola de Direito de Harvard. Faz tempo que o Empire State Building vem desenvolvendo esforços em nome da sustentabilidade: além de ter modificado a parte superior da construção, o emblemático prédio da Big Apple utiliza, desde 2011, somente energias renováveis.


Fonte: Ciclo Vivo