sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Mata Atlântica é tema de jogo educativo para Facebook
Fundação Grupo Boticário lança game no Facebook sobre a
biodiversidade do bioma mais ameaçado do Brasil
Conhecer a Mata Atlântica ficou ainda mais fácil e
divertido. Com objetivo de promover conscientização ambiental e ampliar os
conhecimentos da sociedade a respeito de espécies que habitam o bioma mais
ameaçado do país, foi lançado, em setembro de 2013, o “Descubra a Mata
Atlântica”, um jogo que aproxima os usuários da rede social Facebook do bioma
no qual vivem mais de 115 milhões de brasileiros, cerca de 60% da população
nacional, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE).
O game está disponível na fan page da Fundação GrupoBoticário de Proteção à Natureza e pode ser acessado gratuitamente através do
link: www.facebook.com/fundacaogrupoboticario, pelos mais de 70 milhões de
usuários do Facebook no Brasil – o dado é da consultoria de internet e
estatísticas Social Bakers. De acordo com a diretora executiva da Fundação
Grupo Boticário, Malu Nunes, o grande número de perfis potencializa a
divulgação do game na internet, permitindo que esses internautas tenham acesso
a conteúdos relacionados à conservação da natureza também na grande rede.
Acessível a vários públicos, o jogo pode ser utilizado tanto
por profissionais da área ambiental - que podem aprender ainda mais sobre
espécies nativas da Mata Atlântica - quanto por jogadores com pouco ou nenhum
contato com temas relacionados ao meio ambiente, em virtude da linguagem
acessível utilizada nas explicações. O game também pode ser utilizado como
ferramenta de aprendizado, por educadores e pais. Além da promoção de
conhecimento, uma das expectativas com relação ao game é que ele contribua com
a sensibilização das pessoas para a causa da conservação da natureza.
Observando a natureza no “Descubra a Mata Atlântica”
A missão no “Descubra a Mata Atlântica” é fotografar os
animais e plantas, por meio de uma minicâmera que o jogador opera e, depois,
preencher um álbum virtual. A tarefa não é difícil, mas é preciso ter atenção e
perceber algumas características dos animais. Como as espécies da fauna, por
exemplo, emitem som, o jogador poderá ser guiado por esses ruídos para tentar
encontrá-las e registrá-las em boa qualidade.
A cada foto tirada, o jogador receberá de uma a três
estrelas, de acordo com a qualidade da imagem capturada. Quando clicar na
espécie encontrada, uma janela será aberta - no próprio game - com informações,
como nomes científico e popular, biologia, habitat, além de curiosidades desses
animais e plantas.
O jogo é composto por duas fases: uma que simula o dia, com
espécies de hábitos diurnos, e outra noturna, com espécies visualizadas durante
a noite. Porém, para acessar a segunda fase, o jogador deverá completar parte
da missão da fase diurna. No total, são vinte espécies de fauna e quatro de
flora, todas nativas da Mata Atlântica. O resultado do game pode ser
compartilhado com os amigos do Facebook.
Um mosaico de vegetação rico em biodiversidade
Apesar de conhecida no mundo todo por suas lindas paisagens
e biodiversidade, a Mata Atlântica é o bioma brasileiro mais prejudicado pela
ação do homem. Atualmente, restam 7% de sua cobertura original, segundo
estatísticas do Ministério do Meio Ambiente (MMA). A Fundação Grupo Boticário
contribui com a proteção de 2.253 hectares desse bioma, por meio da manutenção
da Reserva Natural Salto Morato, localizada no litoral norte do Paraná.
Na Mata Atlântica - uma das áreas mais ricas em
biodiversidade do mundo - existem mais de 20 mil espécies de plantas, sendo
oito mil endêmicas (que só ocorrem ali), segundo dados do MMA. Com relação à
fauna, são 270 espécies catalogadas de mamíferos, 992 espécies de pássaros, 197
de répteis, 372 de anfíbios e 350 de peixes. Um dos animais que vivem nesse
bioma e que pode ser encontrado no jogo “Descubra a Mata Atlântica” é o
mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia), espécie que corre um grave risco de
extinção.
Acesse o site www.facebook.com/fundacaogrupoboticario e
comece a jogar para se divertir e aprender.
Fonte: eCycle
Catedral na Nova Zelândia é construída com papelão e vitrais reciclados
Uma catedral anglicana foi erguida em Christchurch, na Nova
Zelândia, utilizando o papelão reciclado como principal material de construção.
Resistente até às variações climáticas mais intensas, a igreja foi inaugurada
em agosto deste ano e tem duração média de 50 anos. Os vitrais coloridos que
compõem a estrutura foram reaproveitados de outras igrejas.
O projeto foi realizado pelos arquitetos japoneses do
escritório Shigeru Ban Architects, responsáveis por construir residências,
edifícios e espaços públicos utilizando papelão e outros materiais reciclados,
com o objetivo de reduzir, ao máximo, o volume de resíduos gerados pela
construção civil – uma das atividades que mais agridem o meio ambiente em todo
o planeta.
De acordo com o site InHabitat, foram necessários nada mais
que 98 tubos de papelão para erguer a estrutura. O edifício deve ser
temporário, uma vez que substitui a catedral anglicana que existia na cidade
antes da passagem de um terremoto, o qual arrasou boa parte da cidade no início
de 2011.
Idealizada para ser provisória, a igreja tem capacidade para
abrigar cerca de 700 pessoas e deverá durar, pelo menos, até 2063 – ano em que
a nova catedral será finalmente concluída, com materiais convencionais. Nos
últimos dois anos, a cidade neozelandesa se tornou referência em arquitetura
verde: uma das praças de Christchurch, por exemplo, foi construída novamente
com os esforços da própria população, que angariou fundos e aproveitou caixas
de madeira reutilizadas.
Fonte: CicloVivo
Diga adeus ao papel toalha
Substitua seu papel toalha descartável por toalhas
reutilizáveis
Um dos maiores desafios da tecnologia sustentável é
encontrar meios eficazes e viáveis para a reciclagem de materiais que ainda não
são considerados recicláveis. Muitas vezes, esse tipo de item está relacionado
à falta de viabilidade econômica para que o processo ocorra, como no caso dos
plásticos laminados; e, em outras ocasiões, deve-se ao tipo de material para o
qual não foram encontradas tecnologias que solucionem o problema - é o caso do
papel toalha.
Feito de celulose virgem, esse tipo de papel não se recicla,
contribuindo para a degradação ambiental, pois além dos impactos do processo de
produção, como consumo de água e desmatamento, ele vai parar diretamente no
lixo, contribuindo para o acúmulo de resíduos, sem contar os efeitos do mesmo,
como a liberação do gás metano em sua decomposição.
Nos Estados Unidos, o consumo de papel toalha é de
aproximadamente 6 bilhões de quilos por ano. Algumas iniciativas
norte-americanas trazem alternativas ao papel toalha. O Unpaper towels, por
exemplo, oferece panos de alta absorção feitos 100% de algodão para substituir
o papel toalha. Eles possuem mesmo tamanho e espessura para você não estranhar
na hora da troca. Com o mesmo intuito sustentável, a People Towels criou
toalhas de uso pessoal, reutilizáveis, feitas 100% de algodão orgânico, e ainda
com vários designs para você escolher. Segundo a empresa, o uso dessa toalha
por uma pessoa durante um ano poupa ¼ de uma árvore, reduz o desperdício em
10,4 quilos, evita a emissão de 15,4 quilos de CO2, além de conservar 1136
litros de água.
Se você gostou da ideia, veja abaixo uma alternativa com
instruções para você fazer o seu próprio papel toalha reutilizável:
Materiais
-Materiais básicos de costura;
-Estampa de algodão;
-Tecido de algodão terry (felpudo, atoalhado);
-Fechos/botões de plástico;
-Linha.
Corte os tecidos (estampa de algodão e tecido terry) do
tamanho desejável e fique atento para que fiquem iguais. Coloque um sobre o
outro do lado oposto ao que ficará para fora, isto é, a costura será feita por
dentro, e então costure deixando uma abertura para que você possa virá-la do
avesso, como mostra a figura abaixo:
Vire-a do avesso e use o ferro de passar para deixá-la bem
esticada. Em seguida, passe especificamente a costura para que fique com ar de
bem acabada. Depois, vire tudo do avesso, fechando também a abertura que tinha
sobrado.
Coloque os fechos, dois de um lado e dois de outro (precisam
estar de lados opostos para ocorrer o encaixe, como mostra a figura).
Fonte: That Short Girl's Blog
Orelhões antigos poderão abastecer veículos elétricos em NY
Uma ideia genial de aproveitamento do espaço urbano foi
recentemente apresentada durante um concurso de design de Nova Iorque: com o
objetivo de dar novos usos aos orelhões quase abandonados na cidade, alguns
participantes sugeriram transformar os objetos em postos de recarga para
veículos elétricos, uma vez que este tipo de transporte vem se tornando cada
vez mais popular no mundo inteiro.
Além de proporcionar um novo uso ao equipamento público, o
projeto tem potencial para incentivar a venda de veículos elétricos, que
encontra no carregamento o principal desafio enfrentado para a venda de carros
livres de combustíveis fósseis.
Atualmente, a maioria dos proprietários deste tipo de modal
depende de totens e estações de recarga instaladas nas vias públicas,
dispositivos ainda raros em várias partes do mundo. Outra opção é comprar o
próprio ponto de recarga e colocá-lo na garagem, mas, mesmo assim, o
equipamento ainda tem altos custos de implantação.
Os idealizadores do projeto declararam ao New York Times que
o concurso foi uma oportunidade de reinventar uma parte da estrutura urbana
desatualizada na era dos smartphones. Atualmente, são oito mil cabines
telefônicas disponíveis para quem vive ou passa por Nova York, mas a concessão
destes equipamentos vence em outubro do ano de 2014.
Embora o projeto possa facilitar a mobilidade urbana
sustentável, os designers também lembram que os “orelhões de recarga” não
teriam um desempenho tão satisfatório como os totens ou pontos tradicionais, já
que as cabines telefônicas não concentram uma quantia de eletricidade
disponível que pode ser comparada aos equipamentos tradicionais. Sendo assim, a
recarga de cada veículo aconteceria em algumas horas, diferente dos totens, em
que o tempo médio de carregamento dura menos de 15 minutos.
Por Gabriel Felix
Fonte: CicloVivo
Onde reciclar garrafas de vidro?
O vidro é considerado uma das criações mais antigas ainda
usadas atualmente. Ele constitui não só garrafas, mas também janelas, bulbos e
tubos de lâmpadas
Todo mundo sabe que o vidro é um material reciclável.
Afinal, nas lixeiras de reciclagem mais básicas, há sempre o recipiente
específico para o recebimento do material. Mas o que poucos sabem é que existem
alguns tipos de vidros não recicláveis. Felizmente, não é o caso das garrafas
de vidro.
Os vidros comuns (com os quais as garrafas são feitas),
chamados de sodo-cálcicos, são constituídos basicamente de dióxido de silício,
óxido de sódio, óxido de cálcio (confere a propriedade de cristal), óxidos de
alumínio e magnésio (elementos que dão a propriedade de resistência) e óxido de
potássio.
Para fazer os vidros coloridos são adicionados alguns metais
de transição e os lantanídeos, que, dependendo do seu estado de oxidação, da
concentração e do tratamento térmico a que foi submetido, determinarão a cor do
vidro.
Como é feito?
Para produzir o vidro, alguns materiais, como areia, sódio,
cálcio e outros componentes químicos são misturados; em seguida, essa mistura é
levada ao forno, onde permanece até fundir, podendo chegar à temperatura de
1500°C. E, de lá, sai com uma aparência viscosa.
Então essa mistura é colocada em um primeiro molde, que dá o
seu contorno inicial de garrafa de vidro. Em seguida, ela é colocada em um
molde final e é injetado ar no seu interior, fazendo com que a mistura viscosa
ganhe o contorno definitivo. Por fim, deixa-se resfriar o material por uma
hora. Depois desse período, o vidro já está pronto para ser utilizado.
Como os plásticos, certos tipos de aditivos também podem ser
adicionados ao vidro para proporcionar novas propriedades: a cor das garrafas,
por exemplo, é feita com a adição de vários tipos de óxidos, como o óxido de
cobalto e o cobre, que conferem uma tonalidade azulada. A coloração não serve
apenas para adicionar uma estética agradável,
pois o uso de certas cores pode impedir que determinadas radiações solares
(na faixa do infra-vermelho e na faixa do ultra-violeta) atravessem o vidro,
sem que a qualidade do produto embalado seja seriamente comprometida. Dentre as
cores que possuem essa propriedade, podemos citar a cor âmbar, das garrafas de
cerveja; e verde, das garrafas de vinho.
Como reciclar?
O vidro precisa de quatro mil anos para se decompor e, para
produzi-lo, são necessários 1,3 mil quilos de areia, porém, ele é 100%
reciclável. No processo de reciclagem, uma quantidade 70% menor de energia é
consumida, a emissão de poluentes atmosféricos é reduzida em 20% e o uso de
água diminui em 50%. Porém, dados de 2011 apontam que apenas 47% de vidros
foram reciclados no país.
Ainda encontram-se muitas desvantagens para a coleta
seletiva. As cooperativas de reciclagem, por exemplo, veem o vidro menos
atrativo do que outros materiais, devido ao seu peso elevado, e também por ser
um material cortante e possuir um valor de mercado bem menor que o do plástico,
do papelão e do alumínio.
Para reciclar, se as garrafas de vidro estiverem inteiras,
elas devem ser lavadas; caso estejam quebradas, embrulhe os cacos com jornal ou
plástico bolha, para que a cooperativa, ou quem for manuseá-las, não se
machuque. Também recomenda-se que os cacos de vidro não sejam misturados com
terra ou sujeira.
Para ajudar no processo de reciclagem, é recomendável
separar o vidro por cor, facilitando a distinção dos materiais para as empresas
de reciclagem, e também é aconselhável remover as tampas e os rótulos, pois
podem contaminar o processo de reciclagem e diminuir o valor do material
reciclado.
Como funciona?
As cooperativas ou centros de triagem fazem a separação
manual das garrafas de bebidas dos outros tipos de vidros. Esse método permite
um ganho de eficiência na produção final.
Em seguida, o processo se torna inteiramente industrial: o
vidro é refundido e moído em um
triturador; depois é colocado em um forno gigante com temperatura em torno de
1000ºC - esse valor é muito menor do que o utilizado na fabricação de um vidro novo, o que implica
um ganho energético e uma menor emissão de CO2. Assim, uma utilização de um
tonelada de cacos de vidro para a reciclagem permite economizar cerca de 1,2
toneladas de matérias-primas novas.
Locais de coleta e reciclagem
Além dos coletores verdes dispostos na rua, existem as
cooperativas de reciclagem, pontos de entrega voluntária (PEV), supermercados e
locais de venda dos produtos.
Fonte: eCycle
Rio lança inventário para analisar situação da Mata Atlântica no estado
Com o objetivo de estudar a situação da Mata Atlântica, foi
lançado nesta segunda-feira (16) o primeiro Inventário Floresta Nacional no
município de São Pedro da Aldeia, na Região Lagos, no estado do Rio.
A principal meta da iniciativa, organizada pela Secretaria
Estadual de Ambiente (SEA), é levantar dados das espécies vegetais existentes
em diversas áreas da região, a partir da coleta de materiais botânicos, para
conhecer os ecossistemas da Mata Atlântica, como restingas e manguezais.
Segundo estimativa da SEA, a ação, que integra o Plano
Nacional de Meio Ambiente, deve durar pelo menos dois anos. Equipes da
secretaria, formadas por engenheiros florestais e biólogos, farão a coleta de
folhas, frutos e flores, além de amostras do solo.
De acordo com o secretário estadual do Ambiente, Carlos
Minc, as discussões vão consolidar mecanismos de cobertura para o monitoramento
de áreas de mata no Rio de Janeiro. "Precisamos conhecer todo esse espaço
para estruturar ações de preservação. Temos que verificar espécies que se
fortaleceram e também aquelas em extinção. Essas discussões precisam ter
serventia para a população, porque é nesse tipo de debate que se formam
parcerias. Temos que trazer benefícios de maneira responsável e sustentável,
que é o mais importante", disse Minc.
Durante a cerimônia de lançamento do inventário, o prefeito
de São Pedro da Aldeia, Cláudio Chumbinho, assinou decreto oficializando a
criação do Parque Natural Municipal da Mata Atlântica Aldeense, com 268
hectares, abrangendo os morros dos Milagres e dos Frades. Foram plantadas mudas
na Faixa Marginal de Proteção (FMP) da Lagoa de Araruama, com a presença de
pescadores do município que estão recebendo ajuda financeira devido à proibição
temporária da pesca no período de defeso - devido à reprodução -, que acaba em
31 de outubro.
Fonte: CicloVivo
Chuveiro que parece semáforo é nova invenção contra desperdício
Chuveiro iluminado avisa quando o banho estiver
demorando. Vermelhidão da luz indica início de desperdício
Após um cansativo dia de trabalho, de aulas na faculdade ou
simplesmente após a rotina padrão do dia a dia, chegar em casa e tomar um banho
é um verdadeiro alívio. Jogamos todo o cansaço e estresse ralo abaixo. O banho
não serve apenas para relaxar - quando tomamos um banho na temperatura certa,
ele pode também causar benefícios à saúde (veja mais no fim da página), só que
essa sensação prazerosa também proporciona desperdício de água.
E foi exatamente para conter o uso desnecessário de água que
três colegas de universidade, nos EUA,
tiveram uma ideia iluminada: um chuveiro que avisa quando o banho
estiver demorando muito através de um sinal de luz. É simples: ao ligar o
chuveiro, a luz verde se acende e, à medida em que o banho vai se estendendo
(sete minutos), a luz começa a mudar para a cor vermelha (confira no vídeo).
De acordo com um dos criadores, Brett Andlerr, “só o fato de
avisar as pessoas que elas já estão muito tempo embaixo do chuveiro pode fazer
com que o tempo gasto no banho seja reduzido em 12%”. Os chuveiros Uji são um
bom negócio: custam em torno de US$ 50 (R$ 112), sendo que, com a economia
feita (reduzindo-se a duração do banho), esse preço é pago em cerca de sete
meses.
Os idealizadores ainda procuram um investidor para levar o
produto ao mercado, mas pretendem negociá-lo com universidades para conseguir
os resultados necessários para dar credibilidade ao projeto.
Benefícios da temperatura e desperdício de água
Como foi dito no início da matéria, a temperatura da água no
banho pode ser benéfica ao organismo. O banho morno (10°C a 29°C) estimula o
metabolismo e tonifica a pele, a sua duração deve ser menor que dois minutos.
Já o banho quente-morno (29°C a 36°C) é ideal para eliminar toxinas do corpo
logo quando acordamos, de manhã. Em contrapartida, o banho quente (37°C a 39°C)
ajuda a relaxar os músculos. Enfim, os
banhos podem no ajudar em vários aspectos, desde aliviar cólicas menstruais e
dores de cabeça até estimular o corpo (caso dos banhos frios).
Apesar de todos os benefícios de um bom banho, quando estes
são demorados demais podem causar alguns malefícios, como envelhecimento da
pele. Mas, além de prejudicar a beleza, os banhos longos contribuem para um
problema mais grave: o desperdício de água.
O uso consciente da água é importantíssimo num mundo onde
1,1 bilhão de habitantes não tem acesso à água tratada e cerca de 1,6 milhão de
pessoas morrem todos os anos por conta de problemas de saúde decorrentes da
falta desse recurso, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).
Para saber mais sobre o o Uji Shower, clique aqui.
Fonte: eCycle
NASA divulga mapa que relaciona mortes com poluição do ar
Na última quinta (19), o observatório da Terra da NASA
divulgou um mapa que mostra o número de mortes prematuras relacionadas com a
poluição do ar em cada parte do mundo. A China e a Índia aparecem como as zonas
mais perigosas, mas quase todos os grandes centros urbanos do mundo – inclusive
São Paulo e Rio de Janeiro – podem ser considerados como cenários preocupantes.
No produto cartográfico elaborado pela Agência Espacial
Americana, as regiões que aparecem com a cor marrom mais intensa são aquelas em
que mais mortes estão relacionadas com a emissão de material particulado na
atmosfera. Os locais destacados em branco registram menos fatalidades ligadas à
poluição do ar, e, nas regiões em azul, o índice é ainda menor.
Os especialistas relacionam as mortes com a poluição do ar ao
analisar os efeitos do material particulado no organismo humano – invisíveis a
olho nu, estas estruturas são originadas da queima de combustíveis e atingem o
sistema respiratório como um todo, diminuindo a imunidade e causando doenças
crônicas não transmissíveis, como asma, bronquite, problemas
cardiorrespiratórios e até mesmo câncer nos órgãos do aparelho respiratório.
A NASA também concluiu que os dois países que registram
maior número de mortes relacionadas ao ar poluído não costumam apostar em
energias renováveis. Assim, onde é mais intensa a atividade das usinas de
carvão, mais material particulado é emitido na atmosfera. De acordo com uma
reportagem publicada pelo Portal CicloVivo em julho, só no Reino Unido, a poluição do
ar já faz mais vítimas do que o alcoolismo e a obesidade.
Com informações da Exame.
Fonte: CicloVivo
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
ABES assina convênio com empresa alemã para uso de tecnologia de aproveitamento do biogás
“O aproveitamento energético dos resíduos sólidos é um dos nossos
desafios e esta parceria com a GIZ irá propiciar à ABES realizar um de seus
objetivos: a capacitação profissional para que possamos utilizar novas
tecnologias e assim enfrentar estes grandes desafios que temos no país e que
vem sendo discutido no congresso”, ressaltou o presidente da Associação
Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), Dante Ragazzi Pauli, na
noite desta terça-feira, dia 17, no Centro de Cultura e Convenções de Goiânia.
Na ocasião foi assinado um termo de parceria técnica com a empresa alemã GIZ,
com o objetivo de capacitar profissionais para o projeto PROBIOGÁS. O projeto
visa o aproveitamento do gás metano, CO2, fruto da decomposição do lixo nos
aterros sanitários e transformar este gás em energia. A assinatura do documento
faz parte das atividades do 27º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e
Ambiental que reúne em Goiânia mais de três mil profissionais, técnicos,
especialistas, gestores públicos ligados às diferentes interfaces do saneamento
no país.
Para o coordenador do projeto Biogás da empresa alemã GIZ,
Wolfgang Roller, o Brasil possui um grande potencial para geração de energia a
partir do aproveitamento dos resíduos sólidos, uma tecnologia na qual a
Alemanha é pioneira na Europa. Wolfgang Roller ressaltou, ainda, a demanda
brasileira por tecnologias, em especial nesta área. “O projeto terá início com
a capacitação profissional, o que vai contribuir para a divulgação e
disseminação desta tecnologia no Brasil, tecnologia na qual a Alemanha é
líder”, explicou o coordenador do projeto Biogás.
A cooperação Brasil-Alemanha tem como prioridade a
preservação da biodiversidade existente no país, com a preservação do meio
ambiente, e a implantação e disseminação do uso das energias renováveis, como o
gás gerado nos aterros sanitários. O coordenador do projeto Biogás, Wolfgang
Roller, fez questão de ressaltar que “Esta parceria tem tudo para ser um marco
no saneamento brasileiro”.
O descarte adequado, o aproveitamento energético, as leis e
suas implicações para todos os níveis do poder público, entre outras questões,
foram debatidos durante esta terça-feira, dia 17 de setembro, no III Fórum de
Resíduos Sólidos, uma preocupação também discutida em outros painéis durante o
27º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, que acontece até
amanhã, dia 19, no Centro de Cultura e Convenções de Goiânia.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
ABES apresenta estudos sobre investimentos e perdas de água no 27º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária, em Goiânia
Dois estudos desenvolvidos pela ABES-SP, em parceria com a
ABES nacional e a GO Associados, foram apresentados nesta segunda-feira, dia
16, o primeiro dia de painéis do 27º Congresso Brasileiro de Engenharia
Sanitária, promovido em Goiânia até o dia 19. O evento reúne cerca de cinco mil
pessoas, entre gestores públicos, técnicos, engenheiros e profissionais ligados
às áreas do saneamento e do meio ambiente. Com auditórios lotados,
especialistas do Brasil e exterior abordaram os temas Investimentos em
Saneamento e Perdas de Água. As
discussões do Congresso darão origem à “Carta de Goiânia”, documento que será
encaminhado pela ABES ao Governo Federal.
No primeiro painel, sobre investimentos, a ABES ressaltou,
através do estudo “Entraves ao Investimento em Saneamento” que, além de além de
escasso, o investimento em saneamento é pouco eficiente. Um indicador
representativo dessa baixa eficiência é o índice de perdas de água médio
brasileiro, calculado em 37,4% pelo SNIS, número provavelmente
subestimado. Outro aspecto preocupante é
o baixo investimento em pesquisa e desenvolvimento, cuja consequência é a
utilização de tecnologias ultrapassadas e menos eficientes do ponto de vista
operacional.
Segundo o estudo, a universalização do saneamento no Brasil
exige ações em duas frentes. A primeira é aumentar o patamar de investimentos,
que se encontra em níveis muito baixos. A segunda é aumentar a eficiência do
investimento, diminuindo o custo do incremento marginal de capacidade de
atendimento em água e esgoto.
A mesa foi coordenada por Luiz Otávio Mota Pereira, com
participação de José Carlos de Sousa e Castro, vice-presidente regional da
Regional São Paulo do Sindicato Nacional da Arquitetura e da Engenharia, Gesner
de Oliveira, da GO Associados, Valdir Folgosi, Presidente da SINDESAM-ABIMAQ,
Alceu Guérios Bittencout, presidente da ABES-SP, e Luiz Roberto Gravina
Pladevall, presidente da APECS e membro da diretoria da ABES-SP.
Na apresentação do segundo estudo da ABES, perdas de água, o
debate ressaltou como o cenário brasileiro de perdas de água no setor de
saneamento é bastante problemático. A média brasileira de perdas de água é de
aproximadamente 40% (incluindo perdas reais e aparentes), mas em algumas
empresas de saneamento essas perdas superam 60%. O elevado índice de perdas de
água reduz o faturamento das empresas e, consequentemente, sua capacidade de
investir e obter financiamentos. Outra preocupação é que as perdas geram danos
ao meio ambiente na medida em que obrigam as empresas de saneamento a buscarem
novos mananciais. Cases de sucesso no controle de perdas foram apresentados
pela Sabesp, de São Paulo, e pela EPAL, de Portugal.
O debate foi coordenado por Hélio Padula, da ABES-SP, com
participação de Luiz Roberto Gravina
Pladevall, presidente da APECS e membro da diretoria da ABES-SP, Marcel da
Costa Siqueira, da Eletrobras, Fernando Lourenço de Oliveira, da Sabesp,
Francisco Serranito, da EPAL, Heber Pimentel Gomes, da Universidade Federal da
Paraíba, e Alexandre Gomes de Souza, da
Saneago.
Nesta terça-feira, será apresentado no Congresso o terceiro
estudo da ABES, “Soluções Ambientais: oportunidades na gestão de água, esgoto,
drenagem e resíduos sólidos”.
Para conhecer os estudos , acesse http://www.abes-sp.org.br/boletim/71-geral/6005-perdas-de-agua-entraves-aos-investimentos-em-saneamento-e-solucoes-ambientais-com-enfase-em-residuos-solidos
Para colaborar com o estudo sobre investimentos, escreva
para entraves_contribuicoes@abes-sp.org.br
Para colaborar com o estudo sobre perdas, escreva para
perdas_contribuicoes@abes-sp.org.br
Debates propositivos
O presidente da ABES nacional, Dante Ragazzi Pauli,
ressaltou nesta segunda, no talk show de abertura do Congresso, o principal
objetivo desta edição: realizar debates propositivos que darão origem à “Carta
de Goiânia”, documento a ser apresentado ao Governo Federal.
Apresentado pelo jornalista Washington Novaes, o talk show
teve as participações do governador de Goiás, Marconi Perillo, de Pedro Wilson
Guimarães, diretor de Gestão Ambiental da AMMA/GO, Ernani Ciriaco,
representante do Ministério das Cidades, Zilda Maria Faria Veloso, diretora de
Ambiente Urbano da Secretaria de Recursos Hídricos e Meio Ambiente, do
Ministério do Meio Ambiente, Vicente Andreu Guillo, presidente da ANA, Rogério
de Paula Tavares, diretor executivo de Saneamento e Infraestrutura da Caixa Econômica
Federal, e Leonardo Moura Vilela, secretário de Meio Ambiente e de Recursos
Hídricos de Goiás.
Para Dante Ragazzi Pauli, o Congresso demonstra que há uma
verdadeira vontade dos profissionais de saneamento ambiental de reverter a
situação de desigualdade verificada no Brasil. “Mas precisamos transformar
desejos em ações e, a partir de um evento tão grandioso como este Congresso,
ter as respostas adequadas, definitivas e sustentáveis que o setor reclama”,
declarou.
O presidente da ABES-SP, Alceu Guérios Bittencourt, destacou
a participação de quase cinco mil pessoas no Congresso. “As salas estão
lotadas, com alto nível dos debates, o que deve produzir conclusões
importantes.”
Experiências europeias são apresentadas durante discussão
sobre regulação de tarifas de saneamento
Qual o modelo ideal para o cálculo das tarifas cobradas pelo
setor de saneamento nos países europeus? É possível as empresas brasileiras
aplicar os modelos utilizados por países como Inglaterra, Espanha, Portugal e
País de Gales? Para o professor doutor Rui Cunha Marques do Instituto Superior
Técnico da Universidade Técnica de Lisboa, Portugal, a resposta é sim. E
diversos fatores internos e externos influenciam neste cálculo. A doutora
Paulina Beato, representante da REPSOL, da Espanha, também abordou as
experiências europeias, mas sob uma outra ótica, a dos conceitos da regulação
econômica em uma concessionária, os desafios e as lições e exemplos de alguns
países do velho mundo. A discussão fez parte do painel “Estado da arte da regulação
econômica: aspectos conceituais e práticos”, realizado no auditório Lago Azul
do Centro de Cultura e Convenções de Goiânia, durante o 27º Congresso
Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental.
“É preciso adequar os diversos modelos existentes às
realidades locais. Acho preferível utilizar o modelo simples, com análises
robustas e variações consistentes, do que modelos complexos que muitas vezes
acabam fazendo análises superficiais. O modelo inglês é o ideal”, disse o
professor doutor Rui Cunha Marques. Segundo o professor da Universidade Técnica
de Lisboa o modelo inglês garante dados mais reais e ressaltou os diversos
aspectos que influenciam no cálculo das tarifas cobradas. “A eficiência, por
exemplo, é influenciada por um conjunto de fatores explanatórios não
controlados pelos gerentes das prestadoras, tais como estrutura de mercado,
fatores históricos, sociais, ambientais, regulatórios e locais”, explicou.
Outro ponto ressaltado durante o painel do início da tarde
desta segunda-feira, dia 16, são os problemas enfrentados no cálculo do preço.
Para o professor doutor Rui Marques, é preciso ficar atento às comparações
entre o teto do preço aplicado com a taxa de retorno, com especial atenção à
qualidade doi serviço prestado, um problema comum a todas operadoras de
saneamento, seja no Brasil ou na Europa.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Rock in Rio neutraliza suas emissões de carbono
Cumprindo o compromisso de preservar o meio ambiente, o Rock in Rio 2013 vai neutralizar suas emissões de carbono. A ação vai evitar o lançamento de nove mil toneladas de CO2 na atmosfera – o equivalente à produção de CO2 em 160 mil viagens de ponte aérea entre Rio e São Paulo ou da circulação de 1750 carros nas ruas por um ano.
A missão será realizada por uma empresa brasileira, referência no mercado internacional de mitigações de carbono.
Desde 2006, as edições do Rock in Rio pelo mundo vêm reduzindo seus impactos ambientais, principalmente, aqueles que estão relacionados às emissões de gases poluentes. A quantidade que será tratada nesta edição vem dos três dias de festival, e a responsável pela ação é a Neutralize Carbono, empresa nacional.
Henrique Mendes, gerente de negócios da corporação, mostra-se positivo em relação à iniciativa sustentável. “É um evento de grande porte, e, como tal, tem uma grande quantidade de carbono sendo gerada diariamente. Certamente, esta ação irá inspirar outros a tornarem seus eventos mais responsáveis e menos impactantes em termos ambientais. Acima de tudo, é extremamente gratificante saber que oferecemos uma solução que atende aos critérios de confiabilidade e segurança que o evento exige”, empolga-se Mendes.
Para calcular os impactos finais da neutralização dos gases poluentes, foram levados em consideração os gastos com eletricidade e combustíveis no local do evento, mais o tratamento de resíduos e o deslocamento do público. Nesta conta, também entra o impacto causado pelas bandas – como o transporte dos músicos e seus instrumentos, mais os equipamentos usados nos shows. Também são contados na ponta do lápis os deslocamentos da organização, parceiros, lojistas, fornecedores e ainda o transporte de carga.
Além de realizar a neutralização, a empresa que atuou no Rock in Rio também destinou a alocação definitiva de créditos de carbono para um projeto ambiental certificado, em Porto Feliz (SP). Na cidade, os créditos de carbono vão substituir o uso de combustíveis fósseis por biomassa, material renovável que gera energia limpa. Na edição passada do festival, em 2011, foi realizada uma importante campanha de gestão de resíduos, além de esforços para incentivar o público a utilizar ônibus para chegar à Cidade do Rock, os quais vêm sendo repetidos neste ano.
Fonte: Ciclo Vivo
A missão será realizada por uma empresa brasileira, referência no mercado internacional de mitigações de carbono.
Desde 2006, as edições do Rock in Rio pelo mundo vêm reduzindo seus impactos ambientais, principalmente, aqueles que estão relacionados às emissões de gases poluentes. A quantidade que será tratada nesta edição vem dos três dias de festival, e a responsável pela ação é a Neutralize Carbono, empresa nacional.
Henrique Mendes, gerente de negócios da corporação, mostra-se positivo em relação à iniciativa sustentável. “É um evento de grande porte, e, como tal, tem uma grande quantidade de carbono sendo gerada diariamente. Certamente, esta ação irá inspirar outros a tornarem seus eventos mais responsáveis e menos impactantes em termos ambientais. Acima de tudo, é extremamente gratificante saber que oferecemos uma solução que atende aos critérios de confiabilidade e segurança que o evento exige”, empolga-se Mendes.
Para calcular os impactos finais da neutralização dos gases poluentes, foram levados em consideração os gastos com eletricidade e combustíveis no local do evento, mais o tratamento de resíduos e o deslocamento do público. Nesta conta, também entra o impacto causado pelas bandas – como o transporte dos músicos e seus instrumentos, mais os equipamentos usados nos shows. Também são contados na ponta do lápis os deslocamentos da organização, parceiros, lojistas, fornecedores e ainda o transporte de carga.
Além de realizar a neutralização, a empresa que atuou no Rock in Rio também destinou a alocação definitiva de créditos de carbono para um projeto ambiental certificado, em Porto Feliz (SP). Na cidade, os créditos de carbono vão substituir o uso de combustíveis fósseis por biomassa, material renovável que gera energia limpa. Na edição passada do festival, em 2011, foi realizada uma importante campanha de gestão de resíduos, além de esforços para incentivar o público a utilizar ônibus para chegar à Cidade do Rock, os quais vêm sendo repetidos neste ano.
Fonte: Ciclo Vivo
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