quarta-feira, 29 de maio de 2013

Plantas primitivas enterradas no gelo há 400 anos são achadas e cultivadas

Briófitas crescem em laboratório após serem achadas 
sob gelo (Foto: Courtesy of Catherine La Farge/PNAS)
Plantas enterradas por uma geleira durante a Pequena Idade do Gelo, há 400 anos, voltaram a ser desenvolvidas na natureza e também em laboratório. O fenômeno ocorreu após a pesquisadora Catherine La Farge e colegas da Universidade de Alberta, no Canadá, descobrirem briófitas – espécimes primitivos sem flores, como os musgos – após o derretimento e recuo da Geleira Teardrop, localizada na Ilha de Ellesmere, no Ártico Canadense.

Os resultados do estudo sugerem que esse grupo de plantas, que pertencem às primeiras linhagens a surgir na Terra, pode ser muito mais resistente do que se pensava e, provavelmente, contribuiu para o estabelecimento, a colonização e a manutenção dos ecossistemas polares.

O trabalho foi publicado na edição desta segunda-feira (27) da revista americana "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS) e, segundo os autores, a estrutura das plantas foi tão bem preservada pela geleira, que algumas delas deram sinais de rebrotamento, com novos caules ou ramos laterais verdes. Isso ocorreu, inclusive, com espécimes descobertos menos de um ano antes da germinação.

Plantas voltam a crescer na natureza; acima, à direita, vista aérea da Geleira Teardrop, em julho 
2009. As setas brancas indicam até onde ia a neve durante a Pequena Idade do Gelo, e os X vermelhos sinalizam a área onde as amostras de briófitas foram coletadas (Foto: Image courtesy of Catherine La Farge/PNAS) 

Para confirmar a data em que as briófitas foram soterradas, os pesquisadores usaram datação por carbono 14. A Pequena Idade do Gelo ocorreu entre 1.550 e 1.850 d.C.

A equipe também levou fragmentos das plantas para o laboratório e os cultivou, para ver a capacidade de crescimento. Ao todo, foram desenvolvidas 11 culturas de sete espécimes diferentes, que pertencem a quatro grupos de classificação biológica.


O pesquisador D. Wilkie na margem norte da Geleira Teardrop, na Ilha de Ellesmere; ao lado, detalhe do solo da região, onde foram achadas as briófitas de 400 anos (Foto: Image courtesy of Catherine La Farge/PNAS)

Fonte: Globo.com 

GRAL 2013 - ÚLTIMA PRORROGAÇÃO DO PRAZO DE ENVIO DOS RESUMOS


terça-feira, 28 de maio de 2013

Pão de açúcar conquista mais uma certificação LEED

A loja do Pão de Açúcar São Camilo, localizada em Cotia (SP), acaba de conquistar o certificado LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) como resultado das iniciativas da GPA Malls & Properties para a adoção de diferenciais de sustentabilidade em sua implantação. A empresa é responsável pela gestão dos ativos imobiliários do Grupo Pão de Açúcar.

A GPA M&P já garantiu certificação à terceira loja da bandeira, após a conquista da unidade da Vila Clementino, em São Paulo (SP), e de Indaiatuba (SP) - primeira Loja Verde da América Latina.

O LEED é reconhecido mundialmente por promover uma série de orientações ambientais criadas pelo U.S. Green Building Council, renomada instituição internacional para desenvolvimento de construções verdes. O certificado avalia a adoção de critérios e procedimentos para que um empreendimento seja desenvolvido por meio de métodos sustentáveis.

Entre os diferenciais da loja Pão de Açúcar São Camilo estão tecnologias para garantir a redução do consumo de energia, água, emissão de CO2 e a gestão de resíduos. A unidade possui iluminação zenital (telhas translúcidas para entrada de luz natural), sistema especial de resfriamento dos alimentos, recuperador de calor para aquecimento da água dos banheiros, além de utilizar madeira certificada e tintas e colas com baixa emissão de Compostos Orgânicos Voláteis.

Com as tecnologias sustentáveis adotadas pela loja Pão de Açúcar São Camilo, a unidade garante redução de mais de 50% no consumo de água potável e 15% de energia.  Toda a execução da obra priorizou a utilização de materiais de fornecedores regionais. Para os clientes, a loja oferece bicicletário, Estação de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever, Programa Caixa Verde, Coleta de Pilhas e Baterias e um ambiente com cultivo de vegetação nativa.

“Com investimento de mais de R$100 milhões para a implantação de lojas verdes, a GPA Malls & Properties acredita nas práticas de sustentabilidade como um diferencial de negócios, que traz resultados não só no relacionamento com os clientes, mas também no custo de operação da loja, a partir da redução de consumo de energia, água e outros benefícios”, explica Alexandre Vasconcellos, presidente da companhia. “Esta estratégia está em linha com o compromisso que temos em promover o consumo consciente e em contribuir para que as tecnologias sustentáveis ganhem maior escala no Brasil”, completa o executivo.

Todas as novas lojas do Pão de Açúcar adotam diferenciais de sustentabilidade em sua construção e operação. Além das três unidades reconhecidas pelo LEED, outras quatro lojas estão em processo de certificação.


Fonte: Ciclo Vivo 

Poloneses decoram loja de sapatos usando apenas pallets



O escritório polonês de arquitetura, Mode:lina, é o responsável pela criação de diversos projetos sustentáveis. Entre as especialidades dos arquitetos está a criação de lojas e de diversos espaços temporários. Um dos destaques é a loja criada para a marca Clae.

A base para este projeto está centralizada na reutilização de pallets. O material é originalmente usado para o transporte e armazenamento de mercadorias, mas pode ganhar um novo uso, sendo extremamente útil para uma decoração funcional.

Tendo essa premissa em mente, os sócios do Mode:Lina, Pawel Garus e Jerzy Wozniak decidiram ter uma loja inteira feita a partir de pallets. A madeira reaproveitada foi aplicada em todo o piso e nas paredes. Além disso, as bancadas, mesas e bancos também são em pallets.


O projeto manteve as características originais da madeira. Assim, a decoração ganhou um tom rústico e ao mesmo tempo contemporâneo pela leveza e simplicidade. O necessário para completar a harmonia do espaço foi a utilização de duas escadas de madeira, algumas lâmpadas e as caixas de papelão dos próprios sapatos comercializados pela marca.


O intuito era conseguir criar um espaço legal, mas que tivesse o menor impacto possível, já que a estrutura é temporária. O alvo parece ter sido alcançado.


Fonte: Ciclo Vivo 

Finlandeses utilizam papelão reciclado para criar fraldas biodegradáveis


Pesquisadores da Finlândia elaboraram um método de produção de fraldas que não agride o meio ambiente: feitas a partir de papelão reciclado, elas são biodegradáveis e podem ter preços mais competitivos do que as fabricadas com plástico. Além disso, a matéria prima das fraldas sustentáveis também pode ser utilizada na confecção de produtos de higiene e até na construção civil.

A solução foi desenvolvida no Centro de Pesquisa Técnica VTT, na cidade de Espoo, na Finlândia. Para criar as novas fraldas, os cientistas usaram um tecido falso, feito com as fibras da celulose encontradas no papelão reciclado. Esta forma de aproveitar o papelão, no entanto, não é novidade – em 2011, foram confeccionados na Europa cerca de 1,9 milhão de produtos derivados do tecido falso – o que explica a versatilidade deste material reciclado.


Para extrair o tecido da celulose do papelão, os finlandeses desenvolveram um método inédito, que agride bem menos o meio ambiente do que os processos convencionais, utilizados anteriormente. Com a nova tecnologia, os cientistas também criaram artigos com uma espuma extraída do material reciclado, usando quantidades reduzidas de água.

Além do ganho ambiental que proporcionam, as novas fraldas biodegradáveis podem ter custos mais vantajosos do que as versões convencionais. Até agora, foi comprovado que, os produtos à base de papelão reciclado são 20% mais baratos do que os artigos produzidos com madeira, por exemplo, que é diretamente extraída das florestas. “Estes custos indicam que novas oportunidades de negócio devem surgir de forma bastante rápida, já que a tecnologia para a fabricação de falsos tecidos a partir de materiais reciclados já está em vigor”, declarou Ali Harlin, do VTT ao site de notícias Phys.org.


A popularização das fraldas sustentáveis é um passo importante para acabar não só com o desperdício de papelão, mas, principalmente, com o uso das fraldas descartáveis, feitas de matérias-primas não degradáveis, como o poliéster. Nem sempre fabricadas em processos ecologicamente corretos, as fraldas convencionais podem levar mais de 500 anos para se decompor na natureza. Atualmente, o artigo usado por bebês e idosos representa boa parte do lixo acumulado nos aterros sanitários ao redor do mundo.


Fonte: Ciclo Vivo 

Polícia Ambiental retira animais silvestres das ruas em MT

A Polícia Ambiental do Mato Grosso já apreendeu 273 animais silvestres somente neste ano. Todos eles foram encontrados em meio à cidade e a maior parte chegou ao conhecimento das autoridades através de denúncias. Um dos exemplos foi um jacaré, encontrado em frente ao Fórum da cidade de Sinop.

Conforme informado pelo comandante da 1ª Companhia Ambiental, Matheus Belphaman Cacciolare, em declaração ao G1, os períodos de chuva são os mais propícios para esta situação. Ele explica que os animais saem de seu habitat em busca de refúgio e acabam se deparando com a cidade.

Entre os animais apreendidos, a maior parte é composta por répteis, que representam 50% das apreensões. Na sequência vêm os mamíferos (40%) e as aves (10%). Entre os animais já encontrados estão capivaras, araras, papagaios, jacarés e até mesmo uma sucuri de seis metros, resgatada em 2012. Na ocasião, a cobra foi encontrada em um bairro na cidade de Várzea Grande, enquanto se alimentava de um cachorro.

Boa parte dos animais é devolvida à natureza, desde que estejam saudáveis. Caso tenham algum problema ou tenham sido apreendidos em consequência de desrespeito à legislação, eles permanecem em um Batalhão Ambiental. A unidade de Várzea Grande, próximo a Cuiabá, abriga atualmente 40 animais resgatados.

As pessoas que se deparam com animais silvestres fora de seu habitat natural devem entrar em contato com a Polícia Ambiental, através do número 190. Não é recomendado se aproximar do animal.


Fonte: Ciclo Vivo 

segunda-feira, 27 de maio de 2013

IV Seminário “Água: Desafios para Conservação”



Nos dias 5 e 6 de junho o GEPURA – Grupo de Estudos e Práticas para o Uso Racional da Água, com o apoio da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ) e do Centro de Energia Nuclear na Agricultura estará realizando o IV Seminário “Água: Desafios para Conservação”.

Com o objetivo de difundir e ampliaro conhecimento sobre recursos hídricos e seus devidos tipos de uso, o seminário contará com três mesas redondas. A primeira mesa abordará os impactos que o processo de urbanização vem causando nos recursos hídricos presente nas cidades e como o poder público estadual está atuando através de políticas públicas na recuperação e na preservação dos rios urbanos.A discussão será baseada no documentário “Entre Rios” que aborda a construção da cidade de São Paulo, as causasde grandes enchentes e alagamentos devido a impermeabilização do solo das cidades e, consequentemente, não permitindo que a água escoe até encontrar seu devido lugar, os rios e seus afluentes.

Na segunda mesa redonda será colocada em pautaà questão de saneamento básico, discutindo a situação do estado de São Paulo e em âmbito nacional, a interface da saúde pública em relação ao saneamento. A expectativa é que a discussão gire em torno de como que o saneamento básico, tratamento primordial nos dias atuais e mesmo assim precário em alguns lugares do país,interfere na saúde e no bem-estar da sociedade, principalmente em bairros carentes, que são mais prejudicados.Na terceira palestra dessa mesa redonda, a qualidade do saneamento básico na bacia do PCJ será abordada na participação do GAEMA – Grupo de Atuação Especial em Defesa do Meio Ambiente, que tem atuado na fiscalização da qualidade do saneamento e assim seja adequado as demandas atuais; e por fim um panorama do saneamento básico no Estado de São Paulo, cujo tratamento é o mais avançado do Brasil, mas que mesmo assim encontra-se com algumas necessidades reais de melhoria.

Na terceira e última mesa redonda, abordaremos assuntos relacionados a gestão dos recursos hídricos, abordando a gestão estratégica da água com um representante da ANA – Agência Nacional de Água. Será discutida a participação da sociedade civil na gestão das águase, finalmente, a gestão integrada da água na agricultura

Para mais informações acesse o site: http://fealq.org.br/informacoes-do-evento/?id=32

Bolsas femininas têm mais micróbios do que maioria dos vasos sanitários


O professor do Instituto de Microbiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Maulori Cabral, confirmou à Agência Brasil que bolsas femininas têm mais micróbios do que na maioria dos vasos sanitários, como é apontado por estudo da  empresa Initial Washroom Hygiene, do Reino Unido, especializada em limpeza de banheiros públicos.

“Tem mais micróbios na superfície das bolsas das mulheres do que na superfície dos vasos sanitários. As mulheres colocam a bolsa em tudo que é lugar. Pegam na bolsa o tempo todo e ficam passando micróbios da mão para a bolsa. E ninguém passa água sanitária na bolsa”, diz.

O estudo feito pela companhia britânica revela que o creme de mãos, batons e estojos de maquiagem são os itens mais sujos que as mulheres carregam nas bolsas. Maulori Cabral concorda com a pesquisa. “É o que ela [mulher] toca mais, mas, pelo lado de fora”. Ele explicou que os batons, sozinhos,  já têm agentes antimicrobianos. O mesmo ocorre em relação ao creme para mãos. Já os frascos que contêm o creme estão a todo momento sendo segurados pelas mãos femininas.

Maulori Cabral esclareceu que quando uma pessoa segura algum objeto, transfere para ele parte da sua microbiota. “Todo bicho vivo que você conhecer tem uma população de micróbios associada ao próprio corpo. Cada pessoa tem as suas populações bacterianas. Esse conjunto de populações bacterianas que está associada ao corpo denomina-se microbiota”, disse.

Cabral descartou, entretanto, que o fato de as bolsas femininas apresentarem mais micróbios que a superfície de vasos sanitários põe em risco a saúde humana. “De maneira nenhuma. Isso tudo é injeção de pânico”. A microbiota faz parte da evolução dos seres vivos. Cada pessoa carrega cerca de 100 trilhões de bactérias. “O corpo adulto é  formado por  10 trilhões de células que são descendentes da fecundação, ou seja, da nossa origem embrionária”. 

Quando a criatura nasce, se contamina com bactérias, inclusive da própria mãe e, quando fica adulta, carrega dez vezes mais bactérias do que células embrionárias. “Quando você encosta em uma coisa, passa para ela seus micróbios”.

Na avaliação do virologista, lavar as mãos de forma frequente não reduz o número de bactérias presentes nas bolsas das mulheres. O que precisa é lavar as mãos sempre antes das refeições e depois de ir ao banheiro.  “Quando lava as mãos, você não se livra dos seus micróbios;  você se livra dos micróbios dos outros. Porque os seus fazem parte da sua microbiota. Os dos outros é que podem fazer mal a você, ou não”.

Cabral reiterou que os seres humanos nascem para conviver com os micróbios. “Fantasiar micróbios como algo maléfico é o maior absurdo”. Ele disse que as crianças tomam lactobacilos vivos porque isso faz bem à sua saúde e disse que a contaminação microbiana é uma coisa natural. Embora sejam invisíveis, os micróbios são os seres mais poderosos do planeta, avaliou o professor da UFRJ.

Os micróbios fazem parte do cotidiano. Cabral explicou que como o ser humano é um animal social, os homens cumprimentam uns aos outros, trocando micróbios no aperto de mãos. “A primeira coisa que você faz é: fique com um pouco dos meus micróbios e me dê um pouco dos seus”. Quando há mais intimidade com a outra pessoa, trocam-se beijos. “Aí a coisa complica” porque, segundo Cabral, cada gotícula de saliva tem 100 mil bactérias. “Mas, tem coisa melhor do que trocar bactérias?”, brincou o professor. Isso significa que quanto mais íntimo for o cumprimento, mais a microbiota é compartilhada.

Fonte: DCI

Em clima de diversão, crianças aprendem sobre consciência ambiental em SP


A marquise do Ibirapuera, em São Paulo, ganhou no fim de semana "cara" de parque infantil. A diferença foi que as atividades tinham um propósito comum: promover a consciência ambiental.

O que mais chamou a atenção dos mais de 100 mil visitantes do Viva a Mata (conforme a Fundação SOS Mata Atlântica, a organizadora), foi o espírito lúdico e interativo.

Fossem teatro, fantoches, música, contação de histórias ou brincadeiras temáticas, as atividades a um só tempo ensinavam e divertiam.

Uma das mais procuradas foi a oficina de pintura de cabeças de espuma de tubarão, que, depois, eram vestidas pelas próprias crianças.

Criança brinca com ativista vestido de tubarão-martelo durante o
evento Viva a Mata / Apu Gomes/Folhapress

"O propósito é de desmistificar o tubarão, que ficou muito estigmatizado como vilão depois do filme 'Tubarão', de Spielberg", explicou o biólogo Daniel Fernando de Moura.

"O tubarão é um animal do topo da cadeia, que regula a qualidade do ambiente. Só ataca humanos em situação de desequilíbrio ambiental."

Gloria, 4, que participou da oficina, diz que tinha medo de tubarões quando entrava no mar. "Agora sei que normalmente ele só come peixe."

Outro sucesso foi o pavilhão Ambientes Urbanos, em que crianças e adultos descreviam hábitos de transporte, descarte de lixo e uso de energia. Calculava-se então quantas árvores por ano cada um deveria plantar como compensação.

Nicollas Val Costa, 12, saiu-se com 3,98 árvores. "Preciso usar menos o forno elétrico e pedir para meus pais abastecerem o carro com etanol."

Em termos de filas, o pavilhão que abrigava a "aventura sustentável" foi campeão.

Um escorregador despejava as crianças numa piscina com bolinhas de várias cores, cada qual simbolizando um tipo de lixo para coleta seletiva. Elas eram depositadas no recipiente adequado. Ao final, todos ganhavam mudas de ipê.

DEBATE E MANIFESTO

Paralelamente à nona edição do Viva a Mata, um ciclo de debates e palestras no MAM discutiu temas como o consumo consciente de pescado.

Ontem, último dia do evento, foi lançado o manifesto "Cumpra-se", que reúne organizações da sociedade civil com o objetivo fiscalizar o cumprimento do Código Florestal, aprovado no ano passado.
                                   
Fonte: Folha de São Paulo 

Evento Internacional de Gerenciamento de Resíduos Sólidos em Portugal


Conheça o aterro sanitário que é referência no Brasil


A Estre Ambiental iniciou suas atividades com o gerenciamento do aterro sanitário de Paulínia em 1999 com a previsão de receber 500 toneladas de lixo por dia e hoje, recebe cerca de 5.000 toneladas e atende 33 municípios.
Com o passar do tempo, a Estre ganhou posição de destaque no gerenciamento de aterros e no desenvolvimento de projetos de diagnóstico e soluções ambientais corretas para a gestão de resíduos.

Entre os trabalhos realizados pela Estre hoje, estão:

Sistemas de alta eficiência e segurança para impermeabilização do solo, sistemas de drenagem e coleta de líquidos percolados, sistemas de drenagem e tratamento de gases de efeito estufa, sistemas de drenagem de água pluviais, sistemas de monitoramento geotécnico do maciço dos aterros e das águas superficiais e subterrânea, resíduos de construção civil são beneficiados e
devolvidos ao processo produtivo como matéria-prima, e alguns tipos de resíduos contaminados são tratados e preparados para utilização na geração de energia.

No segmento de resíduos não perigosos, a Estre Ambiental também oferece outros serviços, como análises laboratoriais, armazenamento temporário, gerenciamento ambiental, transporte especializado, tratamento e destinação final dos resíduos Classe IIA e Classe IIB,
além de assessoria técnica especializada e consultoria junto aos órgãos ambientais.


Veja o vídeo sobre o trabalho da Estre Ambiental e entenda porque o aterro de Paulínia serve de referência:


Fonte: Mundo Certo

12 dicas de presentes ecológicos para o Dia dos Namorados

No dia 12 de junho, faça diferente e surpreenda a pessoa amada com mimos ecológicos e super descolados

Capa para iPhone em bambu


O grupo americano Grove cria capas incríveis para iPhone e iPad feitas em bambu certificado. No site oficial, você confere centenas de opções, uma mais descolada que a outra. Quem quiser, pode customizar sua própria capinha, enviando a ilustração que deseja. Tem capinha a partir de U$79,00, e entrega em todo o mundo.

Onde encontrar: http://www.grovemade.com/

Puff personalizado

Feito em papelão ondulado de alta resistência, os produtos do Meu Puff Ecológico são montados somente por encaixes, sem uso de cola, e revestidos com capa de tecido. Capaz de suportar até 130kg, ele ganhou uma nova versão. Agora você pode personalizar seu puff com as fotos do Instagram ou do Facebook. O prazo de fabricação é de cinco dias.

Onde encontrar: Meu Puff Ecológico

Preço: R$ 89,90

Relógios WeWood


Os relógios da WeWood são 100% naturais, feitos com madeira e não possuem substâncias tóxicas, por isso, são hipoalergênicos. Para garantir a proteção do meio ambiente, a marca criou o slogan "Um relógio – Uma árvore – Um mundo melhor". Em parceria com a mais antiga ONG de reflorestamento dos EUA, a American Forests Global Releaf, uma árvore é plantada a cada relógio vendido.

Preço: a partir de R$ 389,90

Onde encontrar: www.dafiti.com.br

Vestindo o planeta


As camisetas do Coletivo Verde são confeccionadas em Tecido Pet produzido com 50% poliestes de garrafas pet e 50% algodão. Cada camiseta utiliza em média duas garrafas pets. Também são usadas tintas sustentáveis com baixo impacto ambiental a base de água livres de metais pesado e PVC.

Preço sugerido: a partir de R$ 54,90

Onde encontrar: Coletivoverde.com.br

Luminária Imagina


Inspirada na clássica embalagem de palito de dente Gina, a Jaya! criou uma luminária pra lá de divertida e diferente, a Imagina! Feita de acrílico com leds que duram 100mil horas, ela pode ser ligada em 110V e 220V.

Onde encontrar: Mundo Jaya!

Preço: R$ 165,00

Almofada "Você"


A almofada da marca Pino é feita com tecido de garrafa PET reciclada e tem impressão digital com tinta atóxica à base de água. Ótima pedida para quem curte conforto sem deixar de lado a preservação do planeta.

Onde encontrar: Greenvana

Preço sugerido: R$ 41,94

Porta celular de tomada


Prático suporte para segurar celular enquanto ele carrega na tomada. Todo feito com uma garrafa de 600ml recortada e revestida com fios de papel crepon coloridos e impermeabilizados.

Onde encontrar: Rede Asta

Preço: R$ 29,90

Colar, Mãos da Terra


Para impressonar a namorada que gosta de joias, este colar com pingente de ágata verde, banhado em ouro, é criação da Mãos da Terra, grife de acessórios femininos bem brasileira.

Preço: Por: R$ 466,00

Onde encontrar: Mãos da Terra

Bolsa para garupa


Agora, uma sugestão para os namorados(as) adeptos de bikes. Esse estiloso bagageiro serve para carregar o notebook e até compras do mercado. A bolsa é feita pelo grupo Toque de Mão.

Onde encontrar: RedeAsta

Preço sugerido: R$ 48,93

Vinho orgânico

A Matetic Vineyards é pioneira na produção de vinhos orgânicos no Chile. O Pinot Noir é proveniente de vinhedos orgânicos antigos, um deles, a apenas 8 km do mar, o que lhe confere uma tipicidade única, com acidez e aromas ideais. Sem dúvida, uma bebida excelente para brindar esse dia especial.


Preço sugerido: R$ 95,00 (tinto) e R$52,00 (branco)

Lançador de bolinha

Se a pessoa que você vai presentear é apaixonada por animais de estimação, especialmente cachorros, esse lançador de bolinha é sucesso garantido. Ele é todo feito em bambu e cortiça reutilizada, ótimos substitutos para o plástico e a madeira, e bolinha é feita de plástico reciclado, o que ajuda a poupar o planeta.

Preço: R$ 77,94

Onde encontrar: Greenvana



Fonte: Exame

ONG empresta bicicletas para quem não tem dinheiro para pagar condução


O Pedal Social é uma ação criada pelo Instituto MobilidadeVerde para disponibilizar bicicletas às pessoas em situação de rua e moradores de ocupações sem-teto na cidade de São Paulo. O programa, criado para os trabalhadores que não podem abrir mão do salário com transporte público, já atendeu a quase 50 pessoas desde o começo deste ano.

A ação social surgiu a partir de um levantamento realizado pelo Instituto Mobilidade Verde em 2010, que reuniu dados sobre os moradores de rua para saber qual o maior desafio enfrentado na hora de conseguir um emprego. A pesquisa revelou que, para muitas pessoas, separar dinheiro para bancar o transporte até os locais de trabalho no primeiro mês nem sempre é tarefa fácil.  

O projeto saiu do papel no começo deste ano, e a maior parte dos empréstimos é registrada no centro, onde 46 pessoas já aproveitaram o serviço e mais 80 estão na fila de espera, por isso, as doações de bikes são bem-vindas. A ação é realizada pelo Instituto Verde, em parceria com o Movimento Estadual das Pessoas em Situação de Rua de São Paulo.

Segundo a Folha de S. Paulo, o projeto está se expandindo – agora, o Pedal Social também está presente no Cambuci, bairro que tem um alto número de ocupações sem-teto. De acordo com Lincoln Paiva, representante do Instituto Mobilidade Verde, a ideia é espalhar a ação nas áreas que mais possuem cortiços.

O Instituto Mobilidade Verde também afirma que as bicicletas são emprestadas preferencialmente para as famílias que possuem renda menor ou igual a um salário mínimo e que não têm condições de pagar o transporte público na capital paulista. Aos finais de semana, as bikes ficam disponíveis para crianças e jovens.

Fonte: CicloVivo


Aprenda a fazer um móbile de materiais reutilizados


O móbile é um objeto indispensável para a decoração do quarto de um recém-nascido, mas também pode dar um toque agradável em qualquer cômodo da casa, tudo depende do estilo da decoração e do tipo de móbile.

A sugestão dada aqui são enfeites no formato de balões; o artesanato é simples e fácil de ser realizado. Os materiais a serem utilizados são: papel de presente ou embalagens de papelão; tesoura; linha, barbante ou nyon; cola em bastão ou fita dupla face; palito de churrasco ou de sorvete.



Para começar o passo a passo, deverá ser feito primeiramente o molde do desenho que se quer, neste caso, um balão. Para isso, dobre um papel rascunho ao meio (reaproveite um papel e use o verso para fazer o desenho), e faça metade de um balão, na extensão da parte dobrada do papel para que quando recortado o resultado seja uma figura simétrica.

Uma vez que tenha o molde, marque no papel de presente ou na embalagem de papelão as peças, um total de seis balões para cada uma, que podem ser da mesma cor ou de cores diferentes. Recorte as figuras.



Quando tudo estiver recortado, dobre a figura ao meio (na vertical) para fazer o vinco, passe cola ou a fita dupla face no verso de cada balão e grude-os: a metade de um balão na metade de outro, em três figuras. Feito isso, passe o fio, onde será o centro da estrutura, e continue a colagem com as outras três figuras restantes.


Faça o móbile com quantos balões desejar e para finalizar amarre os fios em palitos de churrasco ou sorvete que devem estar unidos em formato de cruz.

Fonte: CicloVivo  

Lixo no lugar certo

Divulgação/Phil Leo & Michael Denora/Getty Images

Empresas especializadas dão destino correto a equipamentos e acessórios sem uso

A televisão quebrada, a máquina de lavar velha , o celular antigo e sem uso. Objetos como esses, em geral, vão parar em algum canto da casa, até que um dia você decide se desfazer da tralha. Jogar no lixo comum, nem pensar. Esse material, quando não descartado de maneira correta, contamina o solo e os rios – principalmente os que possuem componentes eletrônicos – ou vai fazer volume em algum aterro. Existe um jeito certo de se desfazer disso.

A empresa Ecoassist, por exemplo, recolhe de móveis a eletrodomésticos – e atua em todas as capitais e regiões metropolitanas –, mas isso tem um custo. Em São Paulo, o descarte de um micro-ondas sai por R$ 49, e o de um sofá, R$ 129. No entanto, o serviço é gratuito para quem tem apólices da Itaú Seguros, Allianz ou ACE.

Quem também oferece esse tipo de serviço, em todo o país, é a Descarte Certo. Os preços vão de R$ 39,90 a R$ 129,90, de acordo com o tamanho do item, mas os valores podem variar no caso de produtos adquiridos com parceiros, como o Carrefour, ou para quem é segurado pela Porto Seguro. Para garantir que os objetos tiveram um destino correto, ambas as empresas emitem um certificado.

QUEM SE RESPONSABILIZA PELO LIXO?
Alguns fabricantes recolhem esse material sem custo

BOTICÁRIO
As lojas da rede têm um recipiente para descarte de embalagens vazias – as quais são encaminhadas para cooperativas de catadores ou para empresas gerenciadoras de resíduos. O material então é transformado em outro produto.

NOKIA
Aparelhos (sem o chip) e carregadores antigos podem ser devolvidos às lojas da marca ou a redes de revenda. Reciclados, eles se transformam em produtos como bancos de praça ou mesmo em alguns modelos de smartphones.

NESPRESSO
As cápsulas dos cafés são feitas de alumínio, material reciclável. Quem tem uma máquina em casa pode guardar as cápsulas usadas e, depois, devolvê-las em uma das butiques da marca. De lá, serão encaminhadas para a reciclagem.

HEWLETT PACKARD

A marca tem disponível nas lojas HP, Kalunga e Saraiva recipientes de descarte dos cartuchos usados. Depois de recolhidas, as peças são recicladas e transformadas em matéria-prima para novos cartuchos ou mesmo para impressoras.

Fonte: Planeta Sustentável

Como reciclar copos plásticos?


Produto leva centenas de anos para desaparecer na natureza

O uso de produtos descartáveis pode ser prático, mas gera uma quantidade enorme de lixo que, principalmente no caso do Brasil, não é descartado de maneira adequada.

O principal ícone da indústria de descartáveis é o copo plástico. Presente em praticamente todos os estabelecimentos comerciais e eventos, que vão de festas infantis e casamentos a baladas, o copinho é usado constante e intensamente nos dias de hoje. Consequentemente, se tornou um dos principais poluentes do meio ambiente no contexto atual.

Acúmulo na natureza

Dados do setor mostram que o problema é bastante complexo. Estamos falando da produção estimada em 96 milhões de copos todos os anos, que envolve aproximadamente 10 mil empregos diretos.

Economicamente, a reciclagem é inviável. Primeiro, porque os compostos químicos usados como matéria-prima para a produção de copos, como o poliestireno, são extremamente baratos. Segundo, pelo baixo preço pago às cooperativas pelo quilo de material reciclável, que vale, em média R$ 0,10.

Pesquisas mostram que esse tipo de produto leva centenas de anos para se decompor naturalmente. Mas o que acontece quando o copinho chega à natureza? Primeira opção é ficar no solo em processo de decomposição, que pode durar em torno de 200 anos.

Outro destino comum para esse resíduo é o oceano. Atualmente, a quantidade que plástico em algumas regiões é tão grande que especialistas chegam a afirmar que esse tipo de material já faz parte da composição da água.

O plástico, ao chegar ao oceano, passar por um processo em que pequenos pedaços, conhecidos como microplásticos, se desprendem e são engolidos por pequenos seres marinhos, que acabam morrendo. O microplástico também tem a capacidade de absorver compostos químicos tóxicos, tornando-os ainda mais perigos (para saber mais sobre os problemas causados pelo plástico nos oceanos, leia nossa matéria especial sobre o assunto).



Opções

A ideia é reduzir ao máximo o consumo de copos descartáveis. Sempre que possível, prefira copos ou xícaras que possam ser reutilizadas. Garrafas reutilizáveis, como as de alumínio ou aço inox, também são boas alternativas.

No trabalho ou na escola, tenha uma garrafa ou caneca na sua mesa para tomar seu café ou água e incentive seus colegas a fazerem o mesmo. Se for fazer uma festa na sua casa, por que não usar copos de vidro, ou até mesmo de plástico, mas que possam ser reutilizáveis?

Outra o opção são os os copos biodegradáveis. O produto é composto por materiais naturais e que causam menos impacto ambiental, como o amido de milho ou batata e ácido polilácteo, derivado da fermentação do açúcar. De acordo com os fabricantes, o produto desaparece da natureza dentro do período de três meses.


Para ingerir os dois litros diários de água, sempre tão recomendados pelos médicos, você precisaria de 16 copinhos de 125 mililitros todos os dias. Em um ano, o número de copos usados uma única vez é de, aproximadamente, seis mil, uma quantidade muito grande para algo que pode ser facilmente eliminado com uma simples mudança de hábito.


Fonte: eCycle

Norte-americano reaproveita pallets para fabricar mobílias artesanais


Os pallets são produtos muito versáteis. O Portal CicloVivo já mostrou muitas ideias de como reaproveitá-los após perderem o uso original, transformando-os em mobílias. O designer norte-americano Kevin McCorkle decidiu ter essa matéria-prima como base para seus negócios.

A inspiração, conforme explicado pelo artista, surgiu quando ele participava de uma festa na casa de amigos e viu elementos de decoração feitos em pallets, espalhados pelo ambiente. Isso abriu a mente de McCorkle para a imensa gama de aplicações que esse material de madeira poderia ter.

Assim surgiu a Palletso e o processo de criação de móveis e utensílios feitos com os pallets reaproveitados. As peças comercializadas pelo norte-americano incluem: baús, mesas, candeeiros, estantes e diversas prateleiras.


As mobílias mantêm o tom rústico das madeiras e acabam ganhando elementos decorativos simples, como parafusos, que contrastam com as marcas já antigas dos pallets usados para o transporte. Todos eles são fabricados de maneira artesanal.


Para tornar o negócio ainda mais sustentável, McCorkle criou uma ferramenta que auxiliará a recomposição ambiental. Ele explica em seu site, que mesmo produzindo a partir de matéria-prima reaproveitada, um dia foi necessário destruir árvores para a fabricação dos pallets. Assim, ele se compromete a plantar uma árvore a cada mobília comercializada.


Fonte: CicloVivo