sexta-feira, 22 de março de 2013

Puma cria linha de produtos recicláveis e biodegradáveis



Marca quer diminuir pegadas ambientais de seus consumidores

E aquela pilha de roupas velhas no fundo do armário? Muita gente não sabe o que fazer com ela. Mas a Puma teve uma ideia sobre como lidar com esse problema. Com o intuito de diminuir a pegada ambiental de seus consumidores, a marca lançou uma linha de produtos ambientalmente amigáveis.

A coleção, que inclui calçados, roupas e acessórios, é dividida em dois grupos. O primeiro é formado por produtos feitos com materiais do "Biological Cycle", fibras orgânicas e atóxicas, que podem ser quebradas por microrganismos em nutrientes absorvíveis pelo solo.

  
O outro é formado por produtos que levam materiais do "Technical Cycle" na sua fabricação, que podem ser reciclados através de um sistema de coleta instalado pela marca nas lojas credenciadas.



Os produtos como, a Puma Track Jacket, feita de poliéster reciclado de garrafas PET, e a Puma Backpack, feita com componentes que podem ser reciclados, estarão disponíveis no mercado internacional a partir de março de 2013. Confira o vídeo promocional abaixo:



Fonte: eCycle

Praia Grande estuda projetos de incentivo à bicicleta



O sucesso do projeto Bike Santos está incentivando outras regiões a também adotarem políticas de incentivo às bicicletas. | Foto: Divulgação/Prefeitura de Santos

O Plano Metropolitano de Desenvolvimento Estratégico da Baixada Santista deve receber projetos relacionados ao transporte em bicicletas elaborados pela Prefeitura de Praia Grande. As administrações de Santo e da Praia Grande estão analisando opções alternativas para a mobilidade urbana.

As prefeituras dos dois municípios litorâneos buscam promover, por exemplo, um workshop de bicicletas. “Será uma reunião de trabalho que aborda, entre outros assuntos, a viabilidade do cadastramento de bicicletas e ações para coibir o furto destes meios de transporte na Baixada Santista”, explicou a secretária de Transporte de Praia Grande, Raquel Auxiliadora Chini.

O debate ocorreu, em Santos, durante a Câmara Temática de Transporte Público de Passageiros, Transportes, Sistema Viário e Deslocamento. O evento tem programação semestral e inclui diversas atividades.

Segundo Raquel, as reuniões da Câmara Temática são importantes para a troca de informações e experiências para melhorar a mobilidade urbana entre as cidades da Baixada Santista. “O objetivo é sempre a melhoria da qualidade de vida dos usuários do transporte coletivo, com serviços eficientes e que visem à sustentabilidade ambiental”, afirmou.

Em Santos, 27.086 pessoas já se cadastraram no sistema de bicicletas públicas do município. O sucesso do projeto Bike Santos está incentivando outras regiões a também adotarem políticas de incentivo às bicicletas.

 Com informações do Diário do Litoral.

Fonte: CicloVivo

Descaso governamental aumenta impacto de desastres naturais



Em 2013 já são somadas 20 mortes e 560 pessoas desabrigadas em Petrópolis. | Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A calamidade que se instala na região serrana do Rio de Janeiro durante o período de chuvas tem se repetido nos últimos anos. Mesmo assim, o governo mantém o descaso e investimentos previstos não saem do papel.

Esta é a comprovação obtida pela ONG Contas Abertas após analisar o repasse das verbas governamentais ao controle de desastres no estado do Rio de Janeiro. Em 2012 a cidade que recebeu o maior repasse foi a capital fluminense, com R$ 206,2 milhões, concedidos para a prevenção e contenção de desastres.

Em janeiro de 2011 Petrópolis registrou 72 mortes e 48 desaparecidos. A tragédia se repetiu em 2012 e neste ano já são somadas 20 mortes e 560 pessoas desabrigadas. Mesmo assim, a verba repassada à cidade no último ano foi de apenas R$ 41,2 mil.

A principal justificativa para o baixo investimento deve-se ao fato de que a maior parte das ações de prevenção em áreas de risco está em fase de licitação ou contratação, por isso os projetos não saem do papel. Algumas das obras necessárias para conter os desastres ainda não têm ao menos a previsão de investimentos.

O Contas Abertas, no entanto, ressalta que este não é um problema exclusivo de Petrópolis. “De maneira geral, os recursos federais previstos para iniciativas de prevenção e respostas a desastres naturais não são efetivamente aplicados. Dos R$ 5,7 bilhões previstos para o ano passado [2012], apenas R$ 2,1 bilhões foram pagos. O montante equivale a 36,8% do total”, informa o site da ONG.

Fonte: CicloVivo

Saiba quais são as árvores mais antigas do planeta


As árvores estão entre os organismos que possuem maior tempo de vida no planeta. Existem registros de, ao menos, 50 exemplares que já ultrapassaram o primeiro milênio, no entanto, o número de árvores tão antigas assim pode ser ainda maior. O Portal CicloVivo, com base em uma matéria publicada no site da Revista Wired, apresenta sete dessas árvores milenares.

Existem algumas razões para que as árvores sobrevivam por tanto tempo assim. Uma das explicações está relacionada ao sistema vascular destas espécies, que permitem que parte das árvores morra, enquanto outras partes ganham vida. Além disso, muitos exemplares são capazes de desenvolver sistemas altamente eficientes no combate a bactérias e parasitas.

O vigor das árvores é muito diferentes dos animais, por exemplo. Com três mil anos elas são capazes de continuar a crescer como se estivesse com cem anos. As mutações genéticas também não são acumuladas, permitindo maiores chances de um crescimento saudável.

Abaixo estão algumas das árvores mais antigas do planeta:

Pando

Esta não é apenas uma árvore, trata-se de uma colônia em Utah, nos Estados Unidos. Ela ocupa uma área de 105 hectares, com árvores geneticamente idênticas, conectadas por um sistema de raiz. A estimativa é de que a colônia exista há, pelo menos, 80 mil anos, mas é possível que o início desta floresta esteja datado há um milhão de anos.
  

Foto: Rachel Sussman

Methuselah

O nome desta árvore é uma referência ao homem mais velho registrado na Bíblia. Ela está localizada em uma reserva californiana e tem 4.765 anos de idade. De acordo com o Wired, ela já tinha cem anos de idade quando as pirâmides do Egito foram construídas. Para protegê-la de vandalismos, o serviço florestal norte-americano mantém a localização exata em segredo.

 Foto: Clinton Steeds/Flickr

Zoroastrian Sarv

É um cipreste gigante, localizado em Abarkooh, no Irã. Não se tem o ano certo de quanto a árvore começou a brotar, mas a idade varia entre quatro mil e quatro mil e quinhentos anos. Ela tem atualmente 24,6 metros de altura e uma circunferência de 11,3 metros, suficientes para torná-la um símbolo nacional no país oriental.



Foto: Leo Kerner/Flickr

Jomn Sugi

É a maior conífera do Japão com 24,9 metros de altura e 16 metros de circunferência. Ela cresce na floresta da montanha mais alta da ilha de Yakushima. Os anéis desta árvore sugerem que ela tenha ao menos dois mil anos de idade. Porém, existem estimativas de que ela tenha até sete mil anos.



Foto: mattb_tv/Flickr

Kongeegen

Este carvalho, todo retorcido, está localizado na floresta de Jaegerspris, na Dinamarca. Ela disputa o título de árvore mais antiga da Europa, com idade entre 1.500 e dois mil anos. Tanto tempo de crescimento está em risco, devido às árvores que crescem ao redor e têm sufocado o Kongeegen.



Foto: Wikimedia Commons

Te Matua Ngahere

Com aproximadamente dois mil anos, o Te Matua Ngahere é um majestoso Kauri, considerado a árvore mais grossa da Nova Zelândia, com 15 metros de circunferência. O nome vem da língua maori e significa “Pai da Floresta”. Em 2007 ela foi severamente danificada por uma tempestade.



Foto: Dunk/Flickr

Alerce

Foi descoberto em 1993, situado na Cordilheira dos Andes, Chile. Os cientistas que analisaram os anéis calcular que o Alerce tenha 3.620 anos de idade. Ela é a mais antiga a ter sua idade exata calculada.



Foto: Andrea Ugarte

Com informações daWired.

Fonte: CicloVivo

Escoceses criam jeans de fibra de madeira que reduz consumo de água



O novo jeans emite quantidades bem menores de carbono na atmosfera e sua fabricação ainda poupa boa parte da água que seria usada na confecção da versão comum. | Foto: Divulgação

Pesquisadores escoceses desenvolveram um novo tipo de jeans, feito a partir de fibra de madeira de eucalipto. Batizado de Tencel, o tecido que substitui o algodão é produzido de maneira simples, dispensando produtos químicos nocivos à saúde e diminuindo o uso de água e energia.

A nova matéria-prima do jeans vem sendo aprimorada na Escola de Têxteis e Design da Universidade Heriot-Watt, na Escócia. Ellams Dawn, coordenadora dos estudos, revela que o novo método de produção pode reduzir significativamente as emissões de carbono na indústria internacional de roupas, e ainda poupar boa parte da água que seria usada na confecção da versão comum.

Por ser produzido com fibras de eucalipto, o Tencel é mais sustentável e tem rendimento dez vezes maior que o algodão. Além disso, os pés de eucalipto dispensam o uso de pesticidas, irrigação artificial e seus genes não passam por manipulação, ao contrário do algodão, muitas vezes cultivado sob influência de agrotóxicos.

Por enquanto, Ellams e sua equipe reúnem esforços para aprimorar e popularizar a nova técnica, que ainda é mais cara que a confecção de tecidos por meio do algodão. Mesmo assim, a pesquisadora da Universidade Heriot-Watt vem empenhando esforços para produzir a primeira coleção de jeans de fibra de madeira de eucalipto.

Com informações da Universidade Heriot-Watt.

Fonte: CicloVivo

Governos estaduais vão receber R$ 750 mil ao ano para melhorar gestão de águas



A adesão ao programa é voluntária, mas, no caso de águas, a decisão tomada por determinado governo em uma região pode refletir em territórios vizinhos. | Foto: GeoNandohttp://www.flickr.com/photos/daveiga/4715834658/sizes/m/in/photostream/


Os governos estaduais vão receber, até 2018, parcelas anuais de R$ 750 mil para melhorar a gestão de recursos hídricos em cada região. O repasse vai depender da adesão dessas administrações ao Programa de Consolidação do Pacto Nacional pela Gestão das Águas (Progestão), que foi lançado quinta-feira (21), pela Agência Nacional de Águas (ANA) em Brasília.

Pela Constituição Federal, a responsabilidade sobre as águas subterrâneas e as que têm nascentes e foz em determinado território é do Estado que sedia essa área. A União responde pelos rios que fazem divisa entre estados ou fronteira com outros países.

Apesar da legislação, nem todos os locais têm estruturas preparadas para administrar o uso dessas águas ou pessoal suficiente. “O recurso vai para estruturar ou reforçar a estruturação dos sistemas estaduais de recursos hídricos. É inaceitável ter estados, hoje, com três funcionários destacados para cuidar dessa gestão. Temos que mudar essa realidade. Vamos criar os meios e novos caminhos para estados entrarem no novo patamar que a ANA definiu como padrão mínimo de gestão no país”, disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

A adesão ao programa é voluntária, mas, no caso de águas, a decisão tomada por determinado governo em uma região pode refletir em territórios vizinhos. A expectativa, com o novo programa, é que estados mais atrasados consigam se aproximar das estruturas encontradas em Minas Gerais, São Paulo, no Ceará e Rio de Janeiro, apontadas como as mais avançadas do país, atualmente.

“O sistema nacional foi criado há 16 anos e está passando por repaginação de resultados e objetivos. Na época, o Banco Mundial concedeu empréstimo. Estamos colocando o dobro para mudar o patamar da gestão, em cinco anos. Estamos não só alocando mais dinheiro, mas reduzindo o prazo”, disse a ministra, destacando que o recurso também será utilizado para treinamento de pessoas e construção ou melhoria de estruturas.

No final de 2018, quando o prazo do Progestão encerrar, o valor total de desembolsos deve chegar a R$ 100 milhões. O presidente da ANA, Vicente Andreu, destacou que a proposta é criar um sistema nacional para a governança que garanta a manutenção da oferta de água em quantidade e qualidade necessária para abastecer todo o território nacional e estancar um processo que Andreu define como “cheque branco para o futuro”.

“Temos que elevar o padrão de competência dos estados de gerenciamento dos recursos hídricos e sair do isolamento para buscar uma visão integrada das responsabilidades federais e estaduais”, disse.

Segundo ele, foram definidos quatro níveis de situação, com diferentes características, sobre o grau de complexidades das bacias. “O estado é quem vai dizer sobre quais compromissos, em função de cada complexidade, irá se enquadrar. A partir daí, estabelecemos metas concretas para cada estado. Isso será feito a partir da realidade de cada estado e não como um programa que vai tratar de forma igual as realidades diferentes que existem no país”, completou.

Para cada cenário, foram recomendadas metas que vão desde sugestões mais simples, como a de formulação de estudo de hidrologia e outorgas pontuais para os principais usos identificados em determinadas bacias, até uma estratégia de fiscalização de usos diversos, capacitação do comitê gestor e a inclusão de planos de bacias ou criação de agências reguladoras de uso das águas.

O governo do Distrito Federal foi o primeiro a assinar o pacto que tem adesão voluntária. De acordo com a assessoria da ANA, outros estados como Alagoas, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Bahia, Maranhão, Ceará, Amazonas e Acre estão concluindo as negociações para aderir ao Progestão nos próximos dias.

Por Carolina Gonçalves, repórter da Agência Brasil

Fonte: Ciclo Vivo

quinta-feira, 21 de março de 2013

Empresa comercializa linha de produtos totalmente compostáveis



O objetivo da World Centric é acabar com os produtos feitos de plástico

Nem todo tipo de plástico é reciclável. Acrílicos, isopor e cabos de panela, entre outros, se tornam um grande problema na hora do descarte. Mas uma empresa vem investindo em uma solução para esse problema.

A World Centric é uma empresa cuja missão é “criar um mundo melhor”; e para isso tem investido no desenvolvimento de uma linha de produtos 100% compostáveis. Para isso, tem substituído o plástico por uma mistura de bagaço de cana e fibra de trigo, o que faz com que sua matéria prima seja renovável e o material biodegradável após o descarte.

Além disso, gastam menos energia durante o processo de fabricação e seus produtos podem ser utilizados para enriquecer o solo após serem compostados. A responsabilidade ambiental da empresa também abrange o impacto ambiental das suas atividades. Em 2009, funcionários da companhia plantaram 175 mil árvores na Índia e em Camarões, como forma de compensar suas emissões de carbono e atenuar o aquecimento global.

Sua linha de produtos inclui escovas de dentes, pratos, travessas, talheres, sacolas, canudos, embalagens e muito mais. Uma proposta muito interessante e que contribui bastante com a diminuição de resíduos sólidos que vão parar em aterros depósitos de lixo. Será que a moda pega?

Curta o video abaixo e observe maiores detalhes sobre os produtos da empresa e o processo de degradação pós consumo.



Fonte: eCycle

10 melhores maneiras de reciclar no escritório ou em casa


Reutilizar material ou descartá-los de maneira correta é muito simples, basta seguir alguns exemplos e colocá-los em prática na sua vida cotidiana. Deste modo você poupa recursos e ajuda o meio ambiente.

Para ajudá-los nesta missão, reunimos as dez melhores maneiras de você reciclar no escritório ou em casa.

1. Compre papel reciclado. Imprima somente o necessário. Se for preciso, imprima dos dois lados. Depois que usar o papel ao invés de descartá-los, recicle-os. Reciclando uma tonelada de papel, você pode “salvar” 17 árvores, mais de 26 mil litros de água e mais de dois metros cúbicos de espaço em aterros sanitários.

2. Recicle sua tecnologia ultrapassada. De acordo com a EPA (Environmental Protection Agency), os norte-americanos jogam fora dois milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano. O Brasil, de acordo com o Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma) é o país que mais produz lixo eletrônico entre os países em crescimento. Evite aumentar este número através da reciclagem de sua tecnologia ultrapassada. Para mais informações sobre reciclagem de eletrônicos, visite o site e-lixo (para quem mora em São Paulo) ou Made in Forest (para o Brasil).

3. Tenha sempre uma lixeira de reciclagem disponível. Certifique-se de que sua casa e seu escritório estão equipados com lixeiras de reciclagem para papel, plástico, metal e vidro. Mantenha-os em campo aberto e rotule-os de forma adequada. Às vezes, o fator conveniência é tudo o que é necessário.

4. Recicle toner e cartuchos de tinta vazios. Quase oito cartuchos são jogados fora nos Estados Unidos a cada segundo, o que significa 700 mil cartuchos diariamente. No Brasil existem empresas especializadas na recolha deste material e recarregamento do mesmo, inclusive existem fabricantes que fazem reciclagem de cartuchos, basta fazer a solicitação por email.

5. Se possível compre cartuchos remanufaturados. Cada cartucho remanufaturado mantém mais de um quilo de metal e plástico fora dos aterros e economiza cerca de quatro litros de petróleo.

6. Recicle jornais velhos que estejam pelo escritório. Quando terminar de ler o jornal, ou deixe-o para alguém ler ou recicle-o.

7. Procure por opções recicladas em todos os produtos que você compra. Não é apenas o papel que pode ser reciclado.

8. Compre baterias recarregáveis. O tempo de vida de uma bateria recarregável iguala-se a mil baterias comuns. Quando você descartar suas baterias, procure um ponto de coleta próximo à sua casa e dê uma destinação correta.

9. Use pendrives ou HDs externos para salvar projetos. Se for necessário comprar CDs ou DVDs, compre os regraváveis?? para que possam ser utilizados mais de uma vez.

10. Reutilize seu copo de café. Ou melhor ainda, compre uma caneca para evitar o desperdício causado por jogar fora o plástico ou isopor.

Fonte: CicloVivo

Pequenos cuidados na rotina evitam o desperdício de água



Uma torneira pingando pode chegar a um desperdício de 46 litros de água por dia. (Imagem:sesshudesign.com)


Uma torneira pingando pode chegar a um desperdício de 46 L de água por dia. A água está presente em todos os organismos vivos e é essencial para os seus metabolismos, prova disso é que o ser humano não consegue privar-se de água por mais de 48 horas.

Logo, ter água para a satisfação das necessidades biológicas é essencial para a vida, mas nem por isso, o homem pára de desperdiçá-la. A guerra pelo petróleo já é uma realidade. Toda vez que os países da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) fecham as “torneiras”, é um rebuliço mundial. A economia no planeta sofre reflexos imediatos, e todos nós sentimos no bolso na hora de abastecer os veículos.

No futuro, diversos especialistas atentam para uma nova guerra, cujo objetivo será a água. Por isso, é fundamental economizar os recursos hídricos, começando com simples ações dentro de casa.

Uma pessoa que escova os dentes em cinco minutos com a torneira aberta, pode gastar 12 litros de água. No entanto, se a escova for molhada, e a torneira fechada na sequência, a economia gira em torno de 11,5 litros de água.

Ao fazer a barba em cinco minutos, com a torneira aberta, pode-se gastar até 12 litros de água. Porém, muita água seria economizada usando a pia como um “tanque”. O mesmo pode ser feito para higienizar as mãos. Assim, é possível economizar cerca de dez litros de água.

Um banho de 15 minutos, com o registro totalmente aberto, consome 135 litros de água, mas desligando o chuveiro enquanto a pessoa se ensaboa, esse consumo pode cair para 45 litros.

E que tal reutilizar a água usada na lavagem de roupas, para a limpeza do quintal? Mudar os hábitos é somente vantagem para sua conta de água no final do mês. Mas, no final, todos ganham.

Com informações do "Os dez mais".

Fonte: CicloVivo

Conheça 3 dispositivos que usam a água como fonte energética


A água é essencial para que haja vida. Mas, esse bem precioso também pode ser uma das opções para dar vida a aparelhos eletrônicos. Algumas invenções já utilizam a água como fonte energética. Separamos três dispositivos que funcionam assim.

Mini Hidro Turbina– Carregador para celulares e pequenos aparelhos eletrônicos



Mini Hydro Turbine | Fotos: YankoDesign


O modelo foi criado pelo coreano Jin Woo Han e trata-se de uma mini-turbina de água, que utiliza a pressão hidráulica para gerar eletricidade.

O dispositivo foi projetado para se conectar a qualquer tubo para fazer uso da pressão da água em basicamente qualquer instância. A água corre através do aparelho, ativando a turbina hidroeletrônica. A energia é armazenada no gerador de eletricidade, que está ligado à tomada. Ele pode ser aplicado a qualquer gadget.

Essa eletricidade é suficiente para carregar telefones celulares e outros aparelhos eletrônicos portáteis.

A energia pode ser usada conectando a turbina diretamente à torneira ou entre dois canos para carregar baterias.

TubeBot – Um robô que monitora vazamentos em tubulações de água


A água que flui através das torneiras ou que são armazenadas em algum recipiente pode proporcionar energia necessária para aparelhos descarregados. | Imagem: Kh-berlin


O robô é uma solução eficiente para detectar fugas e reparação de sistemas urbanos de água potável é um projeto industrial da Kaunsthochschule Berlim. Ele é capaz de detectar defeitos e falhas nos tubos de água subterrâneas sem gastar energia. O dispositivo verifica uma extensão do sistema de tubulação e os dados são enviados a um local remoto.

O ponto de quebra é identificado e corrigido com um remendo pequeno de terra. Isto reduz tempo, trabalho e transtornos para as pessoas e o tráfego. O robô é capaz de funcionar sem utilizar baterias. Ele gera eletricidade a partir da pressão da água que lhe permite se manter em movimento.

Por outro lado, é capaz de identificar falhas em tubos que saem da estação de água, mas não tem a mesma eficiência nos canos menores, que se estendem a partir deles.

As cidades em todo o mundo são confrontadas com vazamento sistemas de abastecimento de água, causando enormes prejuízos financeiros e ambientais. Este conceito completamente limpo, garante uma gestão mais eficiente da água como um recurso precioso.

Samsung Water-Powered – Celular movido a água

Os telefones movidos a água foram uma ideia criativa que aSamsung tornou possível desenvolvendo uma nova bateria que pode ser recarregada com este recurso. A bateria usa a micro célula de combustível e um gerador de hidrogênio que funciona com a ajuda da água.

Quando o telefone está ligado ao gerador de hidrogênio, este gás é produzido e enviado para a micro célula de combustível. Dentro desta célula uma reação entre o oxigênio e o hidrogênio gasoso, resulta na geração de energia. O teste realizado diz que a carga pode manter um telefone funcionando por cerca de dez horas, mas isso também depende do gasto do usuário. 

Com informações do EcoFriend.

Fonte: CicloVivo

ANA lança conteúdo multimídia para estimular uso consciente da água



Além de produzir podcasts gratuitos para download, a ANA também aproveita seu site para dar dicas de economia de água aos internautas. | Foto: Guadalupe Cervilla/Flickr

A Agência Nacional de Águas (ANA) elaborou uma campanha multimídia para abordar a importância da água. Além de produzir podcasts gratuitos para download, que ficam disponíveis em uma rádio colaborativa na web, o órgão fiscalizador também aproveita seu site para dar dicas de economia de água aos internautas.

A campanha “Água é Vida. E vida não se desperdiça” traz 45 spots de rádio que incentivam o uso consciente do recurso natural, seja em casa, nas empresas, nas indústrias, ou ainda, nos campos de lavoura. A campanha é realizada pela agência reguladora em parceria com a Rádio Câmara e qualquer emissora tem direito de veicular as informações, desde que seja citada a fonte.

Os podcasts abordam questões de saneamento básico, falta de água, enchentes e geração de energia. Outro produto desenvolvido pela ANA é a Rádio Web Água, que fala sobre diversos assuntos relacionados ao recurso natural no Brasil, como a qualidade da água nas principais bacias hidrográficas.

O Brasil tem a maior reserva de água doce do planeta, concentrando 12% do total mundial. Além dos corpos d’água superficiais (como rios e represas), o país ainda conta com o Aquífero Guarani, maior manancial do mundo, que se estende por uma área de 1,2 milhão de km² no subsolo nacional. Mesmo assim, o brasileiro está entre os povos que mais desperdiçam o recurso natural. 

Com informações do Catraca Livre.

Fonte: CicloVivo

quarta-feira, 20 de março de 2013

Fábrica da Monsanto afirma ter economizado 150 milhões de litros de água

Fábrica da Monsanto em Camaçari, na região metropolitana de Salvador
Foto: Divulgação


Lançado em 2010, o Projeto de Aproveitamento de Água de Chuva da Monsanto do Brasil, executado na unidade de Camaçari (BA), economizou 150 milhões de litros de água nos últimos dois anos, por meio da bacia instalada na área da fábrica, cuja capacidade é de 11 mil metros cúbicos.

O volume economizado, segundo a multinacional especializada em agricultura, é suficiente para suprir uma cidade brasileira de 33 mil habitantes durante um mês.

O principal objetivo do programa é recuperar e utilizar águas pluviais nos processos produtivos da Monsanto. Além dos benefícios ambientais gerados, o programa de aproveitamento de água da chuva resulta em uma economia mensal de R$ 25 mil reais, de acordo com a empresa. “O projeto de recuperação de água de chuva faz parte das iniciativas de sustentabilidade da fábrica de Camaçari”, explicou o gerente de saúde, segurança e meio ambiente da companhia, Ettore Rossi.

A demanda pela água cresce cada vez mais. Atualmente, o maior usuário desse recurso é o campo, que responde por 70% do consumo mundial. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), para produzir alimentos para uma única pessoa são necessários um total de 2,5 mil litros de água.

A exemplo do que ocorre com a gigante Walmart na área de varejo, a Monsanto, ligada ao setor agrícola, busca nos últimos anos desenvolver uma série de práticas voltadas para o desenvolvimento sustentável, conforme mostrou o EcoD em outubro de 2011, no sentido de reverter uma imagem negativa junto a grupos ambientalistas e, ao mesmo tempo, fazer sua parte rumo a uma economia de baixo carbono.

O Dia Mundial da Água será lembrado na sexta-feira, 22 de março. Fique por dentro do Especial que o EcoD tem preparado para marcar a data.

Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Fibra de “madeira” garante reduzir consumo de água em confecção de jeans

 A técnica de Ellams utiliza apenas um quinto da água, energia e produtos químicos em relação ao método tradicional de fabricação do jeans
Foto: Divulgação 

Um jeans desenvolvido pela Universidade Heriot-Watt, na Escócia, pode ser a chave para a redução das emissões de carbono na indústria de jeans ao redor do mundo. Isso porque o tecido utiliza uma fibra feita a partir de madeira sustentável em vez de algodão na sua fabricação.

A pesquisadora PhD da Escola de Têxteis e Design, Ellams Dawn, responsável pela pesquisa, explicou que o método tradicional para confeccionar um par de jeans de algodão requer cerca de 40 litros de água e utiliza uma série de produtos químicos nocivos a saúde. Já a sua técnica usa apenas um quinto da água, energia e produtos químicos.

Para confeccionar o jeans, ela utiliza o eucalipto, comercializado com o nome de “Tencel”. A vantagem é que essa árvore cresce rapidamente, sem a necessidade de pesticidas, irrigação artificial ou manipulação de genes. O rendimento da fibra com Tencel é também 10 vezes maior do que com o algodão convencional.

Atualmente, tecidos feitos a partir de madeira são caros para produzir e Ellams espera aprimorar sua técnica para torná-lo uma opção mais viável para os fabricantes. Mesmo assim, ela tem o objetivo de criar uma coleção inteira utilizando a fibra de eucalipto.

Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Pesquisadores paulistas usam bagaço da laranja para fazer cachaça sustentável


A cachaça é uma bebida típica brasileira que tem como principal matéria-prima a cana-de-açúcar. No entanto, pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) descobriram outra fonte muito eficiente para a fabricação da bebida: o bagaço da laranja.

A utilização da matéria-prima alternativa já passou por testes e os resultados comprovam a sua eficiência e qualidade. Esta opção também barateia a fabricação da bebida e a deixa mais sustentável, já que reutiliza os resíduos da indústria dos sucos.

Os experimentos foram feitos no campus da universidade em Araraquara, a partir do líquido extraído do bagaço da laranja, chamado de líquor, que é fermentado e destilado até que se torne uma bebida alcoólica. Para que a cachaça alcançasse a qualidade ideal, os cientistas precisaram envelhecê-la em tonéis de madeira, em um processo semelhante ao da fabricação do uísque.

Já foram iniciados os procedimentos para a obtenção de patente e junto com isso foram feitas análises de viabilidade econômica e de mercado. De acordo com os pesquisadores, conforme noticiado pelo G1, o Brasil é capaz de fabricar um bilhão de litros da cachaça do bagaço da laranja por ano. Os custos são muito menores que os da pinga tradicional e comercialmente ela tem potencial para ser vendida em território nacional e internacional.

O produto final ainda não foi totalmente desenvolvido, pois os estudantes estudam novas alternativas para elevar ainda mais a viabilidade e eficiência no processo de fabricação da aguardente.

Fonte: Ciclo Vivo 

terça-feira, 19 de março de 2013

Hora do Planeta 2013 será neste sábado


Pelo quinto ano consecutivo, o World Wildlife Fund (WWF-Brasil) promove o movimento global Hora do Planeta. No dia 23 de março, das 20h30 às 21h30 no horário de cada país, espera-se que milhões de pessoas ao redor do mundo apaguem as luzes em um ato simbólico, não para economizar energia, mas para que promover uma reflexão sobre o aquecimento global e os problemas ambientais que a humanidade enfrenta.

Desde 2009, um número crescente de cidades, empresas e pessoas no Brasil aderiu ao movimento, apagando as luzes de seus monumentos, escritórios ou casas e organizando atividades especiais para mostrar apoio na batalha contra as mudanças climáticas. Em 2012, mais de 130 municípios brasileiros aderiram oficialmente ao evento.
Monumentos como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, a Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis, e a Ponte Estaiada, em São Paulo, tiveram as luzes desligadas durante 60 minutos.

Pelo mundo, personalidades como o ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela e os astronautas então a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) também manifestaram apoio à campanha em 2012.

Neste ano, o evento também convida empresas, governos e sociedade a uma reflexão: "O que você faria para salvar o planeta?".

Fonte: Terra.com  

Uso sustentável da bioenergia pode proporcionar melhorias econômicas e sociais


Representantes de 70 países começaram na segunda-feira, 18 de março, a discutir o uso sustentável da bioenergia e sua consequência na redução dos gases de efeito estufa. O encontro, promovido pela Global Energy Partnership (Gbep), é realizado na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em Brasília e prossegue até o próximo sábado (23), inclusive com visitas de campo à Embrapa Cerrados na quarta-feira (19), e a uma usina de produção de biodiesel em Anápolis, Goiás, na quinta-feira (21).

De acordo com a embaixadora Mariangela Rebuá, copresidente da Gbep, trata-se de um fórum mundial que se propõe a estabelecer consenso nas ações de desenvolvimento sustentável de bioenergia. Por isso, a programação de seis dias no Seminário está estruturada em torno de questões ambientais, econômicas e sociais, tais como: requalificação dos trabalhadores, geração de emprego e renda, segurança alimentar, emissões de gases de efeito estufa e mudanças no uso da terra e da água.

A embaixadora destacou que o Brasil oferece apoio à produção de bioenergia em países em desenvolvimento, por meio de iniciativas de cooperação e capacitação, especialmente com estudos de viabilidade para a produção e definição de marcos regulatórios para o setor. O entendimento do governo brasileiro, segundo ela, é de que “a produção e uso sustentável da bioenergia podem proporcionar melhorias econômicas e sociais, além de redução das desigualdades ao longo da cadeia produtiva de alimentos”.

Para o pesquisador Manoel Teixeira Souza Júnior, chefe da Embrapa Agroenergia, a produção de matérias-primas para biocombustíveis gera empregos na área rural, desconcentra e distribui renda. Em muitos países, especialmente nos que não produzem petróleo, os biocombustíveis contribuem para diminuir a dependência energética externa, e o Brasil tem ampliado parcerias no exterior para, com o intercâmbio de conhecimento, aumentar a eficiência no uso de produtos como pinhão-manso, dendê e macaúba, entre outros.

Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Cinco razões para ter plantas no trabalho

Quem não gosta de ter pelo menos uma plantinha em casa ou no trabalho? Mas, quem faz isso achando que está apenas dando um toque verde no ambiente se engana. Os benefícios daquela simples vegetação são indispensáveis e fundamentais para a nossa saúde.

De melhorar a qualidade do ar, aliviar o estresse, até aumentar a produtividade, aqui estão cinco razões, listadas pelo site Earth911, para se ter uma planta em sua mesa de trabalho.

1. Melhorar a qualidade do ar interno
Além de trazer um toque amigável, o crescimento de plantas vivas no ambiente de trabalho pode ajudar a limpar o ar e até mesmo melhorar a saúde, de acordo com um estudo da Nasa.

A pesquisa também sugere que as plantas desempenham um papel psicológico no bem-estar, e que as pessoas realmente se recuperam de doenças mais rapidamente na presença delas.

2. Reduzir o estresse
Em sua dissertação de mestrado ambiental na Universidade de Surrey, no Reino Unido, a estudante de psicologia Helen Russell começou a encontrar provas científicas para noções já amplamente percebidas, de que as plantas no escritório podem reduzir o estresse.

No estudo, Russell pediu aos participantes que fizessem um teste difícil em uma sala cheia de plantas, e comparou a frequência cardíaca e a pressão arterial com as pessoas que completaram o mesmo teste sem plantas. No geral, os resultados de Russell mostraram que plantas aliviaram o estresse dos participantes.

3. Aumentar a produtividade
Um simples vaso de planta na mesa de trabalho não só ajuda a relaxar durante um dia agitado, mas também pode aumentar o foco e produtividade.

Em um estudo publicado no Jornal de Horticultura Ambiental, pesquisadores da Universidade do Estado de Washington, nos Estados Unidos, relataram que as plantas de interior ajudam os profissionais a executarem suas tarefas com mais foco e eficiência.

O estudo pediu aos trabalhadores para concluir uma tarefa simples em um computador em uma sala com plantas e comparou seu desempenho com os trabalhadores que completaram a mesma tarefa na mesma sala, sem plantas. Os resultados mostraram que o aumento da produtividade em 12%, na presença de plantas. Além disso, 10% das pessoas testadas no quarto com plantas relataram sentir mais atenção depois da tarefa do que os testados sem plantas.

4. Salas mais confortáveis
A faixa de umidade recomendada para a saúde humana está entre 30 e 60%, mas muitos escritórios estão aquém destes números, especialmente no verão e nos meses de inverno. Umidade interior baixa pode levar a um aumento de fadiga respiratória. O mesmo estudo da Universidade do Estado de Washington comprovou que um toque de verde pode ajudar a corrigir esse problema também.

Os resultados mostram que, quando as plantas foram adicionadas a uma sala, a umidade relativa do ar aumentou significativamente, mas não excessivamente, deixando a sala na faixa de conforto ideal.

5. Lembrar da importância de cuidar do meio ambiente
Manter uma planta em sua mesa tem um monte de benefícios para a saúde e bem estar. Mas ela também pode ampliar o seu estilo de vida verde

Fonte: Ecodesenvolvimento.com 


Armário ultra compacto reduz matéria-prima e aproveita espaços pequenos


Aproveitar os espaços dos apartamentos, cada dia menores, e reduzir o uso de matérias-primas, cada dia mais escassas. Esse é o resultado do trabalho dos designers brasileiros André Pedrini e Ricardo Freisleben. Batizada de "Arara Nômade", a criação do Oboio Design Studio une funcionalidade e sustentabilidade em poucas peças.

O armário compacto é feito de madeira de reflorestamento e aço, e não necessita de nenhuma ferramenta para ser montado. Basta encaixar as peças, que vêm juntas dentro de uma caixa (que, por sua vez, vira uma gaveta), e o móvel está pronto para uso.


Tanta funcionalidade rendeu à dupla uma Menção Honrosa no 26º Prêmio Museu da Casa Brasileira. Segundo os profissionais a Arara Nômade já está em fase de viabilização comercial e começará a ser vendida ainda em 2013.


Fonte: Ecodesenvolvimento.com

AmBev reduz em 30% gastos com água na fabricação de bebidas


Usar a água de maneira racional é um dos cuidados essenciais para a preservação deste bem para as gerações futuras. Diante deste desafio, muitas empresas têm trabalho novas tecnologias e mudanças no sistema de produção para tornar o processo mais eficiente. A AmBev, fabricante de bebidas, é um dos exemplos bem sucedidos.

Há pouco mais de dez anos a empresa possuía uma relação de 5,35 litros de água para cada litro de bebida produzido. No segundo semestre de 2012 a fabricante conseguiu alcançar o índice de 3,4 litros de água para cada litro produzido. A redução representa uma queda de 30% nos gastos, que se deve a diversas mudanças instauradas pela empresa.

De acordo com o diretor de relações socioambientais da AmBev, Ricardo Rolim, a água economizada entre 2011 e 2012 pela companhia seria suficiente para abastecer 350 mil pessoas durante um mês. Para alcançar este padrão foram necessárias mudanças importantes na linha de produção.

A instalação de estações de tratamento de água em todas as unidades, por exemplo, permite que a água seja reutilizada para diversas atividades. A parte imprópria é usada para o resfriamento de máquinas. Isso faz parte de uma série de metas ambientais que inclui também a redução do consumo energético em 10% e a poluição gerada em toda a cadeia produtiva.

A AmBev conseguiu superar as metas, reduzindo 12% os gastos com energia nas cervejarias e fabricantes de refrigerante e as emissões de CO2 em 15,7%. O alvo foi atingido pela diversificação na matriz energética e a priorização pelo uso da biomassa e biogás, em detrimento de fontes mais poluentes.

Fonte: Ciclo Vivo 

Projeto de edifício em madeira pode inspirar novo modelo de construções


As grandes construções modernas, mesmo aquelas que seguem padrões sustentáveis, são normalmente feitas em concreto e aço. No entanto, o arquiteto norte-americano Michael Charters, acredita que a madeira seja um material mais adequado, por isso planejou um grande edifício, chamado de “Big Wood”.

O projeto foi desenvolvido com o intuito de participar da competição internacional Skyscraper eVolo, na edição de 2013 e, apesar de não ter vencido o concurso, foi um dos grandes destaques pelo uso do material alternativo.



As construções são grandes vilãs ambientais e representam 39% de todas as emissões de carbono geradas pelo homem. No entanto, Charters acredita que o uso da madeira poderia reduzir significativamente estes impactos. Esta matéria-prima pode ser usada em grandes e pequenas construções, mantendo a qualidade da estrutura.


Em termos ambientais, os benefícios funcionam da seguinte forma: as árvores, durante seu crescimento, sequestram carbono, que permanece armazenado em seu interior mesmo quando a madeira é utilizada como material de construção. De acordo com o site norte-americano Inhabitat, a madeira pode ser aplicada em prédios com até 30 andares.


O “Big Wood” criado por Charcters foi pensado para funcionar como um complexo universitário de uso misto, instalado ao longo do rio Chicago, na cidade estadunidense de mesmo nome. A estrutura deve oferecer apartamentos, espaços comerciais, uma biblioteca e áreas verdes usadas para o lazer. A proposta do arquiteto é de que este projeto sirva de inspiração para uma nova era arquitetônica.

Fonte: Ciclo Vivo  

Estudante norte-americano desenvolve asfalto orgânico

Um novo tipo de asfalto ecológico foi proposto por um estudante de engenharia civil da Universidade do Kansas, Estados Unidos. Trata-se de um material desenvolvido com um composto vegetal facilmente encontrado na natureza.

Batizado de bioasfalto, o produto realiza, com a mesma eficiência, a função de endurecer e alisar estradas de terra. A substância orgânica conhecida como lignina é responsável por dar rigidez às células vegetais. Além disso, o elemento serve como liga quando em contato com terra solta e pedras.

A lignina foi escolhida pelo estudante Wilson Smith como matéria-prima para o desenvolvimento do novo produto. Seus experimentos vêm sendo realizados através dessa substância e ele tem tido sucesso com a escolha.

Também conhecida como lenhina, essa molécula consegue desempenhar, de modo satisfatório, o mesmo papel dos materiais, tradicionalmente, encontrados em estradas de terra. Basta que seja acrescentado um pouco de água.

Ao colocar o líquido, o material torna o solo mais liso, menos empoeirado e mais durável, pois a mistura é mais resistente à erosão em especial nos períodos chuvosos.

A partir das experiências, Smith chegou a cinco concentrações de lignina. O próximo passo é analisar a resistência e a diminuição da erosão em cada uma delas. "Nós queremos fazer uma análise exaustiva de como a coesão varia de acordo com a concentração de lignina, a quantidade de água e a compactação," afirmou Smith. "Isso vai determinar, em estudos de campo, qual porcentagem de lignina produz a maior estabilização do solo".

A molécula é facilmente obtida, pois é resultante de um processo natural do metabolismo das plantas. É encontrada em diversos resíduos da agricultura, como no bagaço da cana-de-açucar e da palha de milho. Além disso, é o terceiro componente mais importante encontrado na madeira. Consequentemente, também pode ser coletada em resíduos da indústria de papel.

Tudo isso, torna a solução encontrada por Smith sustentável e renovável. Os resultados das pesquisas devem ser apresentados ainda este ano. Em seguida, o estudante buscará parcerias para que possa realizar testes de campo com a substância.

Fonte: Ciclo Vivo