quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Apartamentos compactos têm tamanho de garagem


O arquiteto Eugene Lubomir utilizou a experiência adquirida durante o tempo em que passou na China, Argentina e Itália, para desenvolver um sistema de moradias compactas para a cidade de Nova York. A proposta consiste em construir apartamentos em áreas similares a uma garagem.

A ideia de Lubomir foi apresentada no concurso de planejamento urbano e residencial de Nova York, realizado pelo prefeito Michael Bloomberg. O intuito do trabalho é oferecer opções de moradia mais baratas e no centro da cidade, capazes de abrigar pessoas que moram sozinhas.


É comum que grandes cidades sofram com a falta de espaço para construir novas residências. Assim, surgem as opções de casas ou apartamentos compactos. Nos Estados Unidos este modelo nem sempre foi visto com bons olhos, no entanto hoje ele se mostra como uma boa alternativa, que para ter sucesso depende muito da estrutura disponível ao seu redor.


A sugestão para Nova York é construir os apartamentos, apelidados de upLIFT, no centro da cidade, para que os moradores estejam perto de diversas facilidades e estruturas já existentes, como estações de metrô, escritórios, entre outras coisas. Os apartamentos poderiam ser construídos em pequenas áreas, atualmente ocupadas por estacionamentos.


O visual futurista é completado pelo uso de placas fotovoltaicas, que fornecerão energia limpa aos moradores, e pela utilização de fachadas equipadas com jardins verticais. De acordo com o arquiteto, toda a estrutura para a construção de um apartamento pré-fabricado poderia ser transportada em um caminhão, demonstrando a redução nos gastos com materiais e transporte.

Fonte: Ciclo Vivo  

Vagão de 1949 é transformado em casa


A estrutura de um vagão de 1949 é usada para montar uma casa. Para isso, todos os acabamentos e itens internos foram removidos, restando apenas a “casca”. Em seguida, a estrutura recebeu um novo forro, sistemas elétricos e móveis.


A maioria dos vagões “aposentados” são abandonados, sem passar por processos de reciclagem ou reaproveitamento. O vagão está em Portland, nos EUA.

Fonte: Atitude Sustentável

Starbucks quer aproveitar resíduos na produção de novos produtos



A Starbucks está desenvolvendo um projeto com cientistas a fim de transformar todo o lixo produzido pela companhia em ingrediente para a produção de bioplásticos e detergentes. O plano sustentável busca reduzir a pegada de carbono da rede multinacional.

Estima-se que a empresa despeje, anualmente, 1,3 bilhão de toneladas de resíduos em aterros sanitários. Para reduzir esse número, a Starbucks anunciou seu novo projeto durante o 244º Encontro Nacional da Sociedade Química Americana.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Hong Kong, na China, busca encontrar maneiras de aproveitar a borra de café e os produtos vencidos das lojas na produção de substâncias úteis. O estudo está em fase de testes e a líder da pesquisa, Carol Lin, acredita que o procedimento poderia gerar um grande retorno para a empresa.

"Cada pessoa em Hong Kong produz, em média, meio quilo de resíduos de alimentos por dia. É o mais alto, em média, de todos os países asiáticos", disse Carol à Revista Scientific American. Segundo a pesquisadora, a previsão é de que três dos aterros sanitários da cidade atinjam sua capacidade total até 2018.

A técnica consiste em colocar as borras de café e os outros resíduos em uma mistura com fungos. Consequentemente, serão geradas enzimas, que quebram os carboidratos transformando-os em açúcares simples. A mistura é então transferida para um tanque de fermentação, onde as bactérias convertem os açúcares em ácido succínico. Esta substância é a mesma utilizada na produção de produtos como sabão, bioplásticos e medicamentos.

Para Carol, o método em desenvolvimento será uma alternativa mais sustentável do que usar alimentos na produção de biocombustíveis, pois acredita que, ao longo prazo, pode contribuir com o aumento e escassez de alimentos em algumas regiões do mundo. “Utilizando resíduos de alimentos como a matéria-prima em uma biorrefinaria, certamente seria uma alternativa eficaz”, afirmou.

A pesquisadora também afirma que há grandes empresas internacionais interessadas no projeto e no momento os pesquisadores buscam provar que o método é economicamente viável.


Com informações da Revista PEGN e Scientific American.
Fonte: CicloVivo

Americanos criam sistema de comunicação entre plantas e humanos através do Twitter



O trio de cientistas da Universidade de Nova York, Rob Faludi, Kate Hartman e Kati London, em parceria com a SparkFun trabalham na criação de um kit chamado Botanicalls. O trabalho está direcionado a uma nova versão de um modelo antigo. O plano é tê-lo disponível em fevereiro deste ano, junto com o código atualizado e instruções para capacitar sua planta favorita para Twittar automaticamente quando precisar  de água, e agradecer através da rede social quando as necessidades forem atendidas.


A empresa espera que dessa maneira seja aberto um novo canal de comunicação entre plantas e seres humanos, em um esforço para promover a compreensão bem-sucedida entre as espécies.

O projeto é relacionado fundamentalmente na comunicação entre as plantas e pessoas. Os projetistas tem como objetivo capacitar ambos, inventando novos caminhos de interação. Para as plantas que poderiam ser negligenciadas são dadas a capacidade de chamar as pessoas por mensagem de texto para pedir assistência. Para as pessoas que não têm certeza da sua capacidade efetiva de cuidar de plantas são dadas pistas visuais e auditivas utilizando métodos humanos de comunicação comum.

O sistema Botanicalls original (inicialmente desenvolvido em 2006) permitiu às plantas de casa fazerem chamadas telefônicas. Quando uma planta desta rede precisa de água, ela pode chamar uma pessoa e pedir exatamente o que precisa. Quando as pessoas telefonam para as plantas, elas orientam o interlocutor sobre suas características botânicas.

O projeto foi originalmente gerado a partir de conversas não-técnicas, entre os alunos de pós-graduação em Programas Interativos de Telecomunicações (ITP) de Nova York, sobre recipientes de jardinagem caseiros, filtração de ar e as qualidades das plantas comuns.

A preocupação dos alunos em trazer as plantas para a comunidade do ITP foi a chance de sobrevivência - tecnólogos raramente têm tempo para parar e cheirar as flores, e muito menos lhes dar água, "mas, e se imaginarmos que as plantas podem nos fazer uma ligação e nos dizer o que precisam e quando?”,  indagou um dos estudantes, dando início ao projeto.


As metas desta rede são: manter as plantas vivas, traduzindo os protocolos de comunicação das plantas (hábito de folha, cor da folhagem, inclinação, etc) para obter mais protocolos de comunicação humana (e-mail, chamadas telefônicas de voz, visualizações digital, etc.); melhorar a conexão das pessoas com as plantas e explorar meios de mostrar como elas ajudam os seres humanos. A invenção também tende criar um senso de comunidade, mostrando como a vida natural é um contraponto valioso para o nosso ambiente.



Já a outra rede chamada Botanicalls Twitter responde à pergunta sobre o que está acontecendo com a sua planta. Ela oferece uma conexão via atualizações de status on-line do Twitter, que alcança as pessoas em qualquer lugar do mundo. Quando a planta precisar de água, ele irá postar para que o seu dono saiba. Ela também enviará agradecimentos quando receber cuidados e atenção.

O código do sistema cobre cinco diferentes atualizações de status, com base nas condições atuais que são: quando o nível de umidade do solo da planta cair abaixo do limiar satisfatório, ele irá enviar um status de atualização da planta que precisa ser regada; se a umidade cair abaixo de um nível crítico a planta irá twittar avisando que ela está precisando de água urgentemente; se houver um rápido aumento da umidade do solo, será detectado como um evento de irrigação e então a planta irá determinar se a umidade do solo subiu para o nível desejado (adequado), se a resposta for positiva, ela enviará um obrigado. Quando a planta for regada e a umidade do solo não alcançar o nível desejado, a planta regada mandará um twitter para relatar que foi regada, mas não o suficiente. Da mesma forma, se ocorrer um evento de irrigação, e a planta não estiver em necessidade de água, ela mandará um twitter para reclamar que está enfraquecida.



Os projetistas também informam “lembre-se de dar à planta a quantidade adequada de luz e de fertilizar o solo em uma base regular. Com os devidos cuidados, sua planta enviará twitter por muitos anos”.

Clique aqui para obter mais informações sobre o sistema.

Fonte: CicloVivo

Brasil bate novo recorde na reciclagem de latas de alumínio



  
Foto: jaguardelplatanar

Somente 17, em cada mil latinhas de alumínio consumidas no Brasil, em 2011, foram parar no lixo. O índice de reciclagem de 98,3% atingiu um novo recorde e continua garantindo a liderança do país no setor, segundo informações do Valor Econômico. Em 2010, o percentual foi de 97,6%.

Na realidade, de acordo com o diretor executivo da Abralatas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade), Renault de Freitas Castro, o Brasil pode considerar que toda a latinha consumida vai para a reciclagem. Isso porque não são contabilizadas as latas utilizadas para outros fins, como artesanato e fundições caseiras.
Por ser reciclável infinitamente sem perder a qualidade, a latinha também é o material mais reciclado internamente. O plástico PET, que ocupa a segunda posição, possui índices bem menores, com a reciclagem de 56% do material consumido.

A indústria brasileira reciclou no ano passado 18,4 bilhões de latas de alumínio, o equivalente a 50,4 milhões por dia, de acordo com a Abal (Associação Brasileira de Alumínio). Logo abaixo do Brasil, figuram na lista de recicladores o Japão, com o percentual de 92,6%, e a Argentina, com 91,1%. A Europa possui uma média 66,7%, pouco acima dos Estados Unidos (65,1%).

A reciclagem, que é estimulada neste setor no país há duas décadas, é feita essencialmente da coleta dos catadores de materiais recicláveis, responsáveis por encaminhar 85% das latinhas à reciclagem. Anualmente, a reciclagem gera um incremento de R$ 645 milhões na economia e economiza 3.780 GWh de energia, ao dispensar a utilização de mais matéria-prima para fabricação de novas latinhas, 95% a menos do que uma nova.



Taj Mahal será abastecido com energia solar



O monumento indiano Taj Mahal em breve receberá energia de uma usina solar. O projeto está previsto em relatórios de uma usina que será instalada perto da construção, na cidade indiana de Angra.

A obra está estimada em cerca de 20 mil euros e será financiada pelo Fundo do Patrimônio Taj. O projeto teve início com o Departamento de Turismo, após inúmeras interrupções de energia no local. Desta forma, o setor espera resolver o problema de falta de energia em alguns pontos da cidade.

Eleito uma das Sete Maravilhas do Mundo, o Taj Mahal é uma das obras mais procuradas pelos turistas que visitam a Índia, devido à sua beleza e à história de amor do imperador Shah Jahan, que construiu o monumento em homenagem à sua esposa, que morreu durante o parto.

Outro ponto turístico famoso que está investindo em sustentabilidade é a Torre Eiffel, na França. Na construção, será instalado um sistema eficiente de produção de energia e reuso de água.

A geração de energia ocorrerá por meio de turbinas eólicas e painéis solares, o que deve representar uma redução de 30% no consumo. Além disso, será instalado um mecanismo de aproveitamento da água. A previsão é que as obras sejam concluídas em 2014. 


Com informações do Energy Live News.

Fonte: CicloVivo

Complexo sustentável será construído em São Paulo



Com programas de eficiência energética, reaproveitamento de água e gestão de resíduos, o primeiro complexo sustentável da América Latina será construído na capital paulista. A área de convivência vai abrigar residências e estabelecimentos comerciais.


Localizado na Marginal Pinheiros, o Parque da Cidade é um complexo em construção, que ocupa uma área de, aproximadamente, 80 mil m². Destes, 22 mil m² são de área verde, que compreende cerca de 30 mil árvores e um lago. Ao longo do terreno, também estão instalados empreendimentos corporativos, uma área residencial, uma torre comercial, um shopping e um hotel.


Como o projeto foi construído para incentivar a interação do público com a natureza, a única área restrita do Parque da Cidade é onde estão instaladas as residências. Segundo os idealizadores, depois que forem concluídas as obras, cerca de 65 mil pessoas deverão visitar o local todos os dias. O acesso será realizado por meio de um sistema de vans elétricas, responsáveis por interligar o empreendimento às estações de trem e metrô.

Para incentivar a prática de esportes e a redução das emissões de carbono, serão construídas ruas e calçadas que priorizem a acessibilidade dos pedestres, que poderão fazer corridas e a caminhadas. Além disso, o complexo possuirá ciclovias e bicicletários. O Parque da Cidade também deverá contar com postos de recargas para veículos elétricos.

Os idealizadores do projeto pretendem reduzir o consumo de água em até 67%, por meio de investimentos em reuso de água e em sistemas de esgoto a vácuo. O Parque da Cidade deverá contar com iniciativas de eficiência energética, que incluem o aproveitamento da luz natural, o uso de energia solar e os programas de educação ambiental para os visitantes do complexo.



Um edifício do empreendimento já tem escritórios à venda – a média de preço do metro quatro quadrado é de R$ 14.200. Segundo a construtora, este prédio ficará pronto em 2015. No entanto, o Parque da Cidade deverá ser lançado em partes, e será totalmente concluído apenas em 2020.



Fonte: CicloVivo e Garimpo Verde

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Avaliação de Risco Toxicológico – Teoria e Estudo de Caso em Saúde Ambiental




Para mais informações: ctsaudepublica@abes-sp.org.br

Curso Padrões de Potabilidade de Água - o que são e como são derivados



Para mais informações: ctsaudepublica@abes-sp.org.br

Pesquisador do Butantan descobre 9 espécies de aranhas caranguejeiras


Um pesquisador do Instituto Butantan, sediado em São Paulo, descobriu nove espécies novas de aranhas caranguejeiras brasileiras, naturais de vegetações de Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. O estudo com a descrição dos animais foi publicado na última semana no periódico "ZooKeys".

As espécies, pertencentes a três gêneros distintos, são Typhochlaena amma, Typhochlaena costae, Typhochlaena curumim, Typhochlaena paschoali, Pachistopelma bromelicola, Iridopelma katiae, Iridopelma marcoi, Iridopelma oliveirai e Iridopelma vanini.


As caranguejeiras são encontradas em áreas do Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste brasileiros, segundo o aracnólogo Rogério Bertani, pesquisador do Butantan e responsável pelo achado. Ele ressalta que os animais têm hábitos arborícolas, isto é, vivem em árvores e plantas.

Algumas espécies são bem pequenas. "Dá para dizer que são as menores [caranguejeiras] arborícolas do mundo", disse Bertani. Um dos três gêneros tem características antigas, o que torna algumas das aranhas "quase relíquias", na visão do cientista. "São remanescentes. É como algo que sobreviveu ao tempo."


Duas das novas espécies vivem dentro de bromélias, comportamento raro em aracnídeos deste tipo, informa o pesquisador. Como as espécies são coloridas e chamativas, ele teme pelo impacto do tráfico de animais.


Apesar de não haver pesquisas que mostrem que as espécies estão ameaçadas, algumas delas são raras e podem correr risco de desaparecer, segundo o cientista. Ele aponta fatores que reforçam o risco, como a dependência de vegetação, já que as aranhas são arborícolas; a destruição dos habitats naturais, que sofrem há anos com o desmatamento; e o fato de os animais viverem em áreas específicas, com distribuição limitada pelo território brasileiro.

Para Bertani, a descoberta das novas espécies é importante para mostrar que existe uma grande fauna na Mata Atlântica e no Cerrado, que precisa ser melhor estudada por ser pouco conhecida.








Fonte: Globo.com 






Embalagens de defensivos agrícolas são transformadas em fonte de plástico


Embalagens de defensivos agrícolas, que demoram anos para se decompor, podem ser desintoxicadas e recicladas. Uma empresa mato-grossense transforma o material em matéria-prima e cria produtos como dutos, eletrodutos, drenos flexíveis e polímeros.

De acordo com a Plastibras Indústria Plástica, entre 2003 e 2011 eles reciclaram cerca de 24 mil toneladas de embalagens de agrotóxicos. Segundo o diretor presidente da empresa, Adilson Valera Ruiz, a fundação do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (InPEV), em 2001, foi um passo importante para a consolidação desse trabalho. Isso porque a instituição construiu centrais e postos de recebimento de embalagens, além de fornecer orientações técnicas a produtores rurais e empresas recicladoras.

A empresa cuiabana é a única recicladora do material em Mato Grosso, estado referência no país de reciclagem de embalagens de agrotóxicos. Além disso, ela integra a cadeia de logística reversa de defensivos agrícolas."Antes, a solução era enterrar ou incinerar as embalagens", frisou Ruiz à Agência Sebrae.

Fonte: Ecodesenvolvimento 

Vídeo educativo aborda problemas causados por poluição do ar


"Por que devemos cuidar do que a gente respira?" Essa pergunta, que deve andar pela cabeça de milhares de crianças, serviu como base para o vídeo didático "A importância da atmosfera: Mato Grosso sem queimadas", realizado pela Forest Comunicação e o Ministério Público Estadual de Mato Grosso.

O vídeo explica o que é a atmosfera e apresenta algumas de suas fragilidades. Posteriormente, são tratados assuntos como: o uso do cigarro, as queimadas realizadas no local e, consequentemente, a emissão excessiva de CO2. Para compor o trabalho, foram entrevistados profissionais como: um pnemologista, um biólogo infectólogo e uma promotora de justiça do Meio Ambiente.

O trabalho, que faz parte da campanha "Mato Grosso Sem Fumaça", será exibido dentro de um pulmão inflável na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Os visitantes terão oportunidade de participar de atividades lúdicas, com o objetivo de ter contato com a problemática das queimadas.

"É ele [o vídeo] que vai explicar o conceito e a proposta que estamos trazendo com esse pulmão inflável. É uma material muito educativo e bastante pedagógico", afirmou a coordenadora de educação ambiental da Secretaria de Meio Ambiente, Maricelma Mesquisa.

Conheça o vídeo:



Brasil possui duas das 25 espécies de primatas ameaçadas de extinção


Os lêmures são agora um dos grupos mais ameaçados do mundo, segundo o relatório


Os primatas estão à beira da extinção. Uma notícia preocupante e que exige a necessidade de medidas urgentes de conservação. Já que eles são os parentes vivos mais próximos da humanidade, assim como elementos chave nas florestas tropicais, onde muitas vezes servem como dispersores de sementes, ajudando na manutenção da diversidade das florestas.

A lista, elaborada pelo grupo de Especialistas em Primatas da IUCN, revela 25 espécies de primatas mais ameaçadas, em todo o mundo, como gorilas e lêmures. Dentre as razões está a destruição das florestas tropicais, o comércio ilegal de animais e a caça comercial de carne.



O primeiro é o macaco-caiarara e o segundo o bugio-marrom, ambos brasileiros que estão na lista da IUCN


Os primatas em perigo estão distribuídos por várias partes do planeta. Das 25 espécies, nove primatas são da Ásia, seis de Madagascar, cinco da África e cinco da América do Sul. Em termos de países individuais, Madagascar encabeça a lista com seis, Vietnã tem cinco, Indonésia três, Brasil dois e China, Colômbia, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Equador, Guiné Equatorial, Gana, Quênia, Peru, Sri Lanka, Tanzânia e Venezuela têm um em cada uma.
No Brasil, segundo o documento, o macaco-caiarara (Cebus kaapori) e o bugio-marrom (Alouatta guariba guariba), são as espécies que mais correm o risco de desaparecer da natureza em breve.

"Mais uma vez, este relatório mostra que os primatas do mundo estão sob ameaça crescente de atividades humanas. Embora não perdemos qualquer espécie de primatas ainda durante este século, alguns deles enfrentam grandes dificuldades", explicou o pesquisador Christoph Schwitzer, ao portal da IUCN.

Boas notícias

Apesar da avaliação sombria, os conservacionistas apontam para o sucesso na recuperação de espécies ameaçadas. Devido em grande parte aos esforços dos conservacionistas de primatas, sustentada por interesses do público e da mídia.

O mundo não perdeu nenhuma espécie de primata que está ameaçada de extinção no século 20. Este é um importante dado comparado a maioria dos outros grupos de vertebrados maiores que já perderam espécies.

Fonte: Ecodesenvolvimento 

3 dicas para uma cozinha mais sustentável



Aparelhos econômicos:

Sempre que for comprar aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos para cozinha opte pelos que gastam menos energia. Em alguns casos, há o selo Procel que identifica os modelos mais eficientes. Também evite comprar todos os aparelhos “revolucionários” divulgados em comerciais ou em canais de venda. Seja consciente e compre apenas o que for realmente necessário e pesquise sobre a empresa para saber quais são os seus compromissos ambientais e sociais.

Reduza o uso de papel:

Não é só no escritório que são gastos muito papel. A cozinha também é um ambiente onde o papel é muito utilizado e desperdiçado, em especial os guardanapos e toalhas de papel. A dica é sempre dar preferência por toalhas de pano, principalmente, no caso delas serem utilizadas para limpeza. Outro cuidado é se comprometer a dar uma destinação correta aos papeis usados.

Prepare suas próprias refeições:

Para reduzir o gasto de energia e gás em sua casa tente cozinhar em maior quantidade. Assim, consequentemente, não precisará fazer comida frequentemente. De qualquer modo, sempre é melhor preparar sua própria refeição ao invés de se alimentar fora de casa. Evite produtos industrializados, comprando os alimentos frescos, se possível orgânicos e produzidos localmente. Procure não exagerar na carne vermelha e faça uma combinação dos nutrientes necessários para seu metabolismo.

Fonte: Ciclo Vivo 

Saiba como reaproveitar lâmpadas e tecidos na decoração de Natal



Lâmpadas queimadas e restos de tecido podem servir como decoração neste Natal. A ideia é reaproveitá-los ao invés de descartá-los no meio ambiente.


Se você tem algum desses utensílios, e não sabe o que fazer com eles chegou a hora de dar um destino ambientalmente correto. Com a reutilização destes materiais e um pouco de criatividade, é possível transformá-los em objetos natalinos personalizados de decoração.

As dicas  hoje são: enfeites de árvore de natal usando lâmpadas queimadas e guirlanda com restos de tecido.



 Enfeites da árvore de natal

Para transformar sua lâmpada velha em enfeites de árvore de natal, basta pintá-las a mão livre com motivos natalinos. O desenho é simples e fácil de fazer, porém se desenhar não for seu ponto forte, a sugestão é pintá-las com as cores do natal, vermelha e verde. 

Depois de decorada e seca, passe um fio na base da lâmpada para prender o ornamento no galho da árvore e seu enfeite já está pronto.























Guirlanda de tecido

Fazer uma guirlanda de tecido é muito simples. Ela pode ser construída de duas maneiras. A forma mais prática é recortando restos de tecido coloridos em formatos quadrangulares. A quantidade de quadrados vai depender do tamanho que você quer que seu enfeite tenha. Quanto mais quadrados recortados, maior será a guirlanda.

Passe um fio no centro de cada quadrado. O mesmo fio conterá todos os recortes de tecido. Quando atingir o tamanho ideal, basta unir as extremidades do fio com um nó. Para fazer um enfeite na parte de cima, recorte um pedaço de tecido em forma de folhas e cole-as uma sobre as outras, ou então, basta colar um laço.

Para fazer a guirlanda da maneira menos prática, é preciso recortar os tecidos em formato circular, alinhavar um fio ao redor da borda com um pequeno espaço de distância de mais ou menos 0,5 cm ou um pouco menos, da extremidade. Quando completar a circunferência, basta puxar o fio. Ao fazer isso, o tecido ir franzir, depois disso, basta dar um ponto no centro da circunferência. Esta é a técnica usada para fazer fuxico e é disso que a guirlanda será formada.

 

Lembrando que para seu fuxico ter o tamanho ideal, a circunferência do tecido recortado deverá ter o dobro do tamanho desejado. Na hora de alinhavar, quanto mais distante forem os pontos, mais o miolo do fuxico fica fechado.

Depois que juntar uma boa quantidade de fuxicos, basta fazer o mesmo procedimento da dica simples: passe um fio por todos e una as extremidades com um nó quando atingir o tamanho desejado. Enfeite com um laço, ramos secos ou “folhas de tecidos”.

Fonte: Ciclo Vivo 

Sustentável por natureza, Fonte Nova fará reuso de água da chuva


No dia 29 de março de 2013, a Arena Fonte Nova será oficialmente entregue à sociedade baiana. O público terá acesso a um estádio que promete se orgulhar de ter nascido de si próprio. Baseada em uma fórmula de sustentabilidade, a arena baiana trabalha com a lógica de fonte renovável desde os seus primeiros passos, quando o concreto do antigo estádio foi reutilizado na construção da nova praça esportiva. Na reta final das obras, a Arena apresenta mais uma inovação renovável. A cobertura do estádio, em processo de montagem, terá um esquema de captação de água da chuva para utilização em sua estrutura sanitária e irrigação do gramado.


A capacidade total de armazenamento de água da chuva no projeto da Arena Fonte Nova é de 698.060 litros. Anualmente, serão captados 37 mil m³ de água pluvial com este sistema, o que representará uma economia de 72% em épocas de chuva e 24% em períodos de estiagem.

A preocupação com escassez de água e a elevação dos custos de energia não-renovável criou uma atitude responsável quanto ao impacto ambiental e a sustentabilidade. O ramo imobiliário adotou a causa e as novas edificações passaram a contar com um sistema de reuso de água. O diretor de Águas Urbanas da Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Bahia, Raimundo Freitas, destaca a importância de um sistema de reutilização de água da chuva.

- Estamos vivendo um momento importante nesse pensamento sobre o uso que fazemos da água. Em particular, da água tratada. No modo geral, o desperdício de água é muito grande.  Gastamos água tratada para lavar a calçada, a área de serviço, o quintal e tudo mais. Enquanto isso, temos água em abundância no período das chuvas. Uma água que poderia ser armazenada de forma simples e barata. E esse aproveitamento gera uma situação na qual o valor da água é reduzido, e a natureza agradece. Com o reuso dessa água, evitamos o desperdício de água tratada e ainda contribuímos para a drenagem das estruturas. 

Atualmente, temos estruturas muito comprometidas com a falta de impermeabilidade. Esse armazenamento ainda contribui para isso. Acho louvável ter esse recurso na Arena Fonte Nova. Isso vai representar uma economia muito grande para o estado, para o empreendedor e principalmente para a natureza. Atitudes como essa, do reuso da água, precisam se tornar práticas naturais dos projetistas. É uma questão de meio ambiente. Ou acordamos agora ou quando acordarmos será muito tarde – disse Freitas.

Da britagem a vagas 'limpas': uma Arena Ambiental

A obra da Arena Fonte Nova foi iniciada em 2010 com a demolição do antigo estádio. Desde então, ações de sustentabilidade ambiental se sucederam no projeto. O primeiro feito foi a reutilização de 100% do material proveniente da demolição do antigo estádio. No total, foram gerados aproximadamente 77,5 mil toneladas de materiais. Todo o aço proveniente da estrutura demolida (1.135 toneladas) foi encaminhado a indústrias siderúrgicas para reaproveitamento. Além disso, 90% do material resultante da britagem do concreto foi reaproveitado na própria obra e o restante destinado a outras obras da Região Metropolitana de Salvador.

Ainda durante as obras, outras pequenas mas não menos importantes ações de sustentabilidade foram feitas. Uniformes descartados pelos operários da obra foram doados para o Projeto Axé, organização não governamental, que vem reutilizando os fardamentos para a confecção de aventais, bolsas, jogos americanos, ecobags e etc.

Depois de pronta, a Arena terá outras ações voltadas para a sustentabilidade. Além do recolhimento de água da chuva, a cobertura do estádio terá um tipo de estrutura que reduz o consumo de aço entre 30% e 40%.

O estádio não fará uso da energia solar para a iluminação, mas vai utilizar o método para o aquecimento de água. Ainda assim, o consórcio que administra o estádio afirma que haverá uma otimização do consumo de energia elétrica em comparação a uma instalação padrão industrial. Serão utilizadas apenas lâmpadas do tipo T-5 de 25W, com maior eficiência e durabilidade, o que resultará numa economia de 35% de energia. Além disso, a Arena terá reatores eletrônicos, em vez de reatores eletromagnéticos. Com isso, a redução total de energia será de aproximadamente 32,5%. Os projetores da iluminação do campo também têm eficiência energética de ponta.

O estádio ainda terá vagas preferenciais para veículos com baixa emissão de CO2, como veículos do tipo “flex”, que funcionam a etanol e um sistema de refrigeração ambientalmente favorável, com a eliminação dos fluidos que agridem a camada de ozônio.
Pituaçu: o primo rico de energia

Em abril de 2012, o estádio Roberto Santos, o Pituaçu, tornou-se o primeiro da América Latina a funcionar com energia solar. O sistema, conhecido como ‘Pituaçu Solar’, tem energia gerada e interligada à rede de distribuição, cuja produção é equivalente a 630MWh ao ano, capaz de abastecer 525 residências. As 3,2 mil placas de silício utilizadas na captação da energia podem produzir 630 megawatts-hora. E, como o consumo médio do estádio é menor, o excedente é destinado ao sistema elétrico que abastece Salvador.

O projeto custou mais de R$ 5,5 milhões, dos quais R$ 3,8 milhões aplicados pela Coelba, empresa que administra o setor elétrico na Bahia, e R$ 1,75 milhão pelo governo estadual. Com a utilização da energia solar, o governo diz economizar cerca de R$120 mil/ano, além de fomentar o uso de novas tecnologias sustentáveis.

Fonte: Globo.com

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Curso de Perícia Judicial Ambiental


Aprenda a fazer um puff com garrafas PET



A dica hoje é fazer um puff totalmente sustentável. Reaproveitando garrafas PET, papelão e retalhos de tecido. O móvel é útil e ainda pode fazer parte da  decoração da sala ou do quarto, deixando o ambiente mais bonito.

Serão necessários os seguintes materiais:

- 32 garrafas PET

- 2 rolos de fita durex larga

- 1 folha de papelão grosso

- 1 lata de cola de sapateiro

- ½ metro de espuma com 5 cm de espessura

- 1 metro de tecido de sua preferência


As garrafas são cortadas ao meio e encaixadas umas nas outras formando uma peça única resistente, conforme mostrado na galeria de fotos. Para uni-las utilize a fita adesiva. Esta será a base de PET. Depois disso, coloque papelão grosso na base e uma espuma sobre o papelão.


O último passo é forrar o objeto com o tecido e costurá-lo pelo lado do avesso. Ao invés de comprar o tecido, você pode reaproveitar peças de retalhos. Com esses materiais é possível fazer um Puff pequeno de aproximadamente 50 centímetros.

Qualquer pessoa gosta de renovar sua casa comprando novos móveis, porém essa necessidade constante de redecorar o ambiente leva muitos objetos úteis a serem facilmente descartados. A ideia deste Puff é justamente reaproveitar materiais usados, para fazer um móvel novo.


Para entender todos os detalhes de como fazer o Puff veja o passo a passo na galeria de imagens e assista ao vídeo abaixo.

Fonte: Ciclo Vivo 

Seminário " Mata Atântica, o sabor da biodiversidade"

A ABJICA Associação Bolsista da JICA tem o prazer de convidá-lo para o Seminário " Mata Atântica, o sabor da biodiversidade", que ocorrerá no dia 08/11/2012 (Quinta-feira) no Horto Florestal de S.Paulo.

Segue anexo a programação detalhada do evento, que contará com degustação de frutas, distribuição de mudas e sementes nativas da Mata Atlântica.



                       
                                    

Para mais informações: sctc@if.sp.gov.br

Inscrições abertas - Oficina: “Riscos Ambientais Urbanos: uma abordagem preventiva”

A UMAPAZ em parceira com o DGD Leste 3 convida para a oficina “Riscos Ambientais Urbanos: uma abordagem preventiva” nos dias 05, 12 e 26 de novembro, 03 e 10 de dezembro. Propondo a discussão de problemas urbanos associados a eventos naturais potencializados pelo homem, com foco para enchentes e escorregamentos na cidade de São Paulo. 


Esta oficina propõe a discussão de problemas urbanos associados a eventos naturais potencializados pelo homem, com foco para enchentes e escorregamentos na cidade de São Paulo. Estes dois fenômenos são frequentes na cidade e afetam um grande número de pessoas anualmente, podendo se tornar situações de risco.
Para prevenir alguns riscos associados a fenômenos naturais é necessário conhecer um pouco da dinâmica natural do planeta Terra e refletir sobre a interferência dos seres humanos nestes fenômenos. 


As oficinas abordarão a discussão de termos utilizados no assunto, conceitos de geociências essenciais para entendimento técnico básico dos problemas, exemplos de situações de risco e discussões sobre os possíveis desastres ambientais urbanos locais, sempre com uma linguagem simples e acessível. 


Os moradores em áreas de risco necessitam de conhecimento prático com o qual reconheçam as situações de risco e possam agir para prevenir a ocorrência de desastres, a oficina buscará fornecer estes subsídios focando a prevenção na forma de um tripé sustentado por percepção, mitigação e adaptação ao risco. 


Carga horária: 20 horas/aula - 05 encontros de 4 horas cada. 

Programa:
Aula 1 -Sistemas terrestres: Biosfera, hidrosfera, atmosfera, geosfera e suas interações. 

Aula 2 - O que são Desastres Naturais? O que é Risco? Quais são os principais tipos de desastres naturais? 

Aula 3-Riscos Hidrológicos: O ciclo da água urbano/ bacia hidrográfica/ enchentes, inundações e alagamentos/ recursos didáticos para entender níveis de absorção de água no solo, e como construir um pluviômetro. 

Aula 4 – Riscos Geológicos: Relevo de encostas/ tipos de solos e rochas/ tipos de escorregamentos/ como prever um escorregamento. 

Aula 5 – Monitoramento Participativo e discussão sobre os problemas locais. 

Serviço: Oficina “Riscos Ambientais Urbanos: uma abordagem preventiva” 

Dias e horário: 05, 12 e 26 de novembro, 03 e 10 de dezembro das 14h00 as 18h00
Facilitação: Marilza Fernanda da Silva
Coordenação: Agni Gustavo Beuttenmuller
Local: Subprefeitura São Miguel – Rua Ana Flora Pinheiro de Souza, 76 - Auditório
Vagas: 40 vagas.



Para mais informações: eadgdleste3@yahoo.com.br