sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Dia da Árvore: respeite-a e garanta nossa própria existência


 Nos aconchega em sua sombra, mantém o ar úmido e cheio de oxigênio, protege a terra com suas raízes,  algumas produzem frutos deliciosos: a árvore nada mais é do que um sinônimo de vida. Como tal, precisamos lutar pela sua preservação e o dia da árvore é um bom momento para reforçar esse ideal.


Comemorado em todo o mundo só que em datas diferentes, o dia da árvore acontece neste dia 21 de setembro no calendário brasileiro. A data foi escolhida pelos índios que cultuavam as árvores no começo da primavera, época em que eles preparavam o solo para o cultivo.

Atualmente com o crescimento urbanístico, muitas árvores têm perdido espaço para prédios, estradas e ruas, fora a sua retirada para ser utilizada como matéria-prima, o que também ocasiona um grande desfalque na natureza. Somente a fabricação de papel, por exemplo, é responsável pela retirada de ao menos metade das árvores do planeta, segundo pesquisas. Para produzir uma tonelada de papel branco, são necessárias duas ou três toneladas de madeira.

Existem diversas formas de preservar, diminuir o consumo da madeira e ampliar o número de árvores. Para isso, algumas pequenas mudanças de hábitos já bastam, como usar menos papel, por exemplo. Confira algumas dicas:


  • Escreva nos dois lados de cada folha de papel e tente usar papel de rascunho ou metades de folha quando possível. Recicle todo papel quando você terminar de usá-lo;
  • Coloque um guardanapo de tecido em sua mochila, bolsa ou lancheira e use-o em vez de guardanapos de papel;
  • Em casa, use sempre guardanapos, lenços e panos de pratos de tecido ao invés de papel;
  • Quando comprar papel em uma loja tente comprar papel reciclado com 100% pós-consumo, ou seja, depois dele ter sido usado por alguém. Isso significa que ele foi feito com papel que já foi usado e colocado numa cesta de lixo para ser reciclado. Melhor ainda, compre 100% de papel "tree-free" (isento de árvores). Isso significa que nenhuma árvore precisou ser derrubada para esse papel ser produzido;
  • Não compre qualquer madeira que seja originária de árvores em perigo de extinção. Já existem no mercado várias opções de madeiras plásticas, mais duráveis e sem perigo de mofo e cupins. Uma boa opção também.

Outras ações que ajudam muito:

  • Cada cidadão tem o dever de proteger o verde em seu bairro. Por isso, fique de olho: nenhuma árvore, da área pública ou privada, pode ser abatida sem autorização da prefeitura. Esta autorização só é concedida se a árvore estiver doente ou for um obstáculo à abertura de avenidas e ruas. Os moradores têm o direito de se opor à derrubada desde que justifiquem os seus motivos;
  • As árvores localizadas às margens de rios, córregos, nascentes, represas, topos de morros, montanhas, serras e áreas em declive são de preservação permanente. Não podem ser cortadas! Ajude a preservá-las;
  • Você pode reivindicar mais áreas verdes no seu bairro. Este é um direito seu;
  • Também é permitido plantar árvores defronte de sua casa e nos canteiros de avenidas e ruas;
  • Aumente seu conhecimento: fale com pessoas que entendam de jardinagem e descubra como cuidar das plantas;
  • Divulgue informações sobre a preservação do verde no jornal da escola, no mural, em impressos e também no jornal do seu bairro.

Alguns benefícios de uma árvore
  • Em um ano resfria igual a dez ar condicionados funcionando continuamente e filtra 28 kg de poluentes do ar.
  • As árvores formam uma parede que impede a propagação dos ruídos. Cercas vivas estão sendo muito utilizadas hoje em dia para criar ambientes mais silenciosos e aconchegantes (além de bonitos).
  • A camada de folhas que se formam embaixo das árvores servem de berço para as sementes e para proteger o solo dos pingos da chuva. Cada pingo de chuva que cai diretamente no solo, causa erosão. A erosão do solo pode ser prejudicial em vários casos.
  • Uma árvore pode transpirar por suas folhas, até 60 litros de água por dia. Este vapor se mistura com as partículas de poluição do ar e, quando se acumulam em nuvens, caem em forma de chuva. Portanto, as árvores ajudam também na retirada de poluentes do ar.
Fonte: Ecodesenvolvimento



ONG cria medalha para árvores centenárias que resistem em SP

Uma campanha pela preservação das árvores mais antigas da cidade de São Paulo está sendo lançada nesta sexta-feira (21) pela fundação SOS Mata Atlântica. Consideradas "veteranas de guerra" por terem sobrevivido à grande urbanização da metrópole, 20 plantas centenárias foram escolhidas para receber medalhas de honra e placas de bronze como agradecimento pelos serviços prestados à população.


A ideia é chamar a atenção das pessoas para estes "monumentos", resquícios da vegetação nativa da capital paulista, a Mata Atlântica, ressalta o botânico Ricardo Cardim, parceiro da fundação e responsável pela escolha das árvores. "Sâo Paulo já teve uma biodiversidade grande, que foi muito destruída com a urbanização", aponta ele. "Essas árvores carregam uma história biológica e cultural da cidade."


As plantas são jatobás, ceboleiros, chichás, figueiras e jequitibás, entre outras, e estão situadas em vários locais, como no Largo do Arouche, no Centro da cidade; no Parque Ibirapuera, na Zona Sul; em uma escola de Santo Amaro, também na Zona Sul; e no Parque do Carmo, na Zona Leste.

A árvore mais antiga documentada na cidade fica no Sacomã, na Zona Sul, segundo a SOS Mata Atlântica. Chamada de figueira-das-lágrimas, ela tem mais de 200 anos, na avaliação de Cardim. O botânico estima que ela seja do final do século 18. "Podemos falar que [a planta] é o mais antigo paulistano vivo, e foi esquecido, jogado em um cantinho."

No local onde está a planta passava, no século 19, a estrada que ligava o Porto de Santos a São Paulo, ressalta a ONG em nota enviada à imprensa. Como a árvore demarcava o fim da capital paulista e servia de referência para despedidas de pessoas que seguiam ao litoral, o seu apelido incluiu as "lágrimas".

Por baixo da copa da árvore passaram soldados da Guerra do Paraguai e inclusive Dom Pedro I, indo para o local da proclamação da Independência em 1822, segundo a nota da SOS Mata Atlântica. "Para dar uma ideia da antiguidade da árvore, ela assistiu Dom Pedro passar", brinca Cardim.

Protetora
A figueira-das-lágrimas tem uma cuidadora, ressalta o botânico, fundador da rede "Árvores de São Paulo". Trata-se de Yara Rodrigues Caldas, de 55 anos, que mora no entorno do local onde está a árvore.

Yara diz passar todos os dias pelo local onde está a figueira-das-lágrimas para limpar e cuidar dela. Ela começou a tomar conta da árvore em 1974, um ano após ter se mudado para a região. "Eu varro todo dia. Tem que cuidar da árvore como a gente cuida da casa da gente", afirma a moradora.

A campanha quer incentivar a população a conhecer e acompanhar as árvores selecionadas, além de permitir o cadastro de outras árvores antigas da cidade.

Pelo site www.veteranasdeguerra.org, é possível se cadastrar e adotar uma das plantas. Os cadastrados podem monitorar a situação das árvores, descrever a situação em que se encontram, incluir fotos, textos e compartilhar nas redes sociais.

Os "padrinhos" das árvores também poderão entregar medalhas virtuais às árvores pela força, perseverança e outras qualidades, além de enviar e-mails para órgãos públicos toda vez que algum problema ou irregularidade afetar uma planta "veterana".

Fonte: Globo.com 




Hambúrgueres de lanchonetes poluem mais do que caminhões



Você também acha difícil acreditar nisso? Parece impossível um inocente hambúrguer frito em uma chapa emitir mais gases do que um veículo movido a diesel? Pode parecer loucura, mas a ciência diz que sim, é possível.

E a diferença não é pequena. Segundo pesquisa da Universidade da Califórnia, um caminhão de 18 rodas precisa rodar 230 quilômetros para soltar a mesma quantidade de partículas que um único hambúrguer frito numa chapa de lanchonete. Isso porque na hora da fritura, ele libera partículas da gordura, fumaça, calor, e outros gases emitidos na combustão.

Ainda assim, como pode um hambúrguer pequenino ser mais poluente do que um caminhão gigante? Bem, dizem os pesquisadores que o problema está no controle de emissão de gases. Enquanto os veículos são fiscalizados e obrigados a instalar equipamentos para reduzir a liberação de poluentes, as chapas das lanchonetes passam incólumes. Aí o hambúrguer vira um inimigo pior ao meio ambiente do que um veículo pesado.

A situação é bem grave na Califórnia: as lanchonetes aparecem como a segunda maior fonte de poluição da costa sul do Estado – quase duas vezes mais que os caminhões movidos a diesel.

Quem diria, hein?

Fonte: Superinteressante 

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Marca italiana produz relógios de madeira recuperada



A empresa WeWood conseguiu unir a paixão pelos relógios e pelo meio ambiente para assim criar o seu negócio. A marca trabalha com a fabricação de acessórios em madeira recuperada.

O processo de fabricação evita o uso de metais e ainda reaproveita o material descartado. Além disso, a marca desde o início se compromete a plantar uma árvore para cada relógio comprado. A iniciativa é realizada com o apoio da American Forests, uma organização sem fins lucrativos de conservação de árvores e florestas.

Ele não é muito resistente à água, “mas você pode considerá-lo à prova de respingos”, afirma a empresa em seu site, em tom de brincadeira.  A madeira molhada pode prejudicar algumas funções do relógio, mas isso não quer dizer que ele estragará facilmente. A WeWood também afirma que a bateria pode ser substituída em qualquer loja, quando necessário.


O fecho dos relógios é feito com metal e a marca faz questão de deixar isso claro em seu site, principalmente, para alertar os clientes alérgicos a este material. Como os produtos são feitos com 100% de madeira natural, o consumidor também precisa se atentar a qualquer tipo de alergia que o uso do relógio possa causar.

A WeWood foi criada em 2011 por um sapateiro apaixonado por relógios e dois empresários. O acessório está disponível em diversas cidades do mundo com 11 modelos.

Fonte: Ciclo Vivo 

Embalagens sustentáveis vão além da capacidade de reciclar





Apesar de pouco importantes para muita gente, as embalagens são grandes vilãs da natureza. A produção, utilização e descarte delas implicam em impactos ambientais, visto que a embalagem, ao final de seu processo de consumo, inevitavelmente acaba como lixo urbano. A questão é: existem maneiras possíveis de torná-la sustentavelmente bem sucedida, seja pelo uso de materiais, seja pelo processo de fabricação ou pelo seu consumo consciente? 



Segundo a designer Babi Tubelo, os materiais, a logística e a reciclabilidade estão entre as principais ferramentas a caminho de um design de embalagem visando a ecologia ambiental, imprescindível no mundo moderno. Quanto mais diversidade de material em uma mesma embalagem, mais será seu impacto para o meio ambiente. Já o uso de apenas um material facilita sua reciclagem.

A embalagem sustentável deve atender pelo menos a três dimensões:

Garantir a proteção ao produto;
Escolher aquela que implica menos impactos ambientais, medidos segundo a Análise do Ciclo de Vida (ACV) do produto;
Saber como os materiais de embalagens são destinados no fim de vida útil, seja por compostagem, aterro sanitário, reciclagem química, reciclagem mecânica ou reciclagem energética.
Segundo especialistas, o ato de projetar produtos em prol da sustentabilidade é tecnicamente possível. Para que isso ocorra são necessárias mudanças de comportamento e alterações nos padrões da sociedade, a fim de que alternativas inovadoras de design sejam, de fato, bem aceitas.

Economia em material e logística


Economizar no material e facilitar a logística são aspectos essenciais para uma embalagem ser considerada sustentável. E muitas vezes não se dá muita importância a esses dois pontos. Mas, não é assim que pensa a designer húngara e estudante de graduação Otília Andrea Erdelyi. Ela redesenhou a embalagem de ovos, tornando-a ainda mais minimalista, materialmente eficiente e visualmente atraente.

Além de economizar matéria-prima, a caixa de ovos, chamada de Erdelyi, foi projetada para ser empilhada facilmente. Os ovos são colocados em forma de elipse e para o consumidor retirar os ovos da embalagem basta inclinar uma das laterais.

Embalagens recicláveis


Outro ponto mais conhecido e também essencial, para se alcançar uma embalagem sustentável, está no seu poder de reciclabilidade, ou seja, a capacidade que ela tem de ser aproveitada depois de utilizada.

Atualmente, com a grande preocupação ambiental, muitas indústrias estão inovando os seus produtos, fabricando embalagens que podem ser recicladas após serem utilizadas.

Um exemplo está na lâmpada de última geração Lemnis Lighting, já mostrada aqui no EcoD, que desenvolveu uma embalagem capaz de se transformar em uma luminária para acomodá-la.
Fonte: Ecodesenvolvimento 

Brasil está próximo de um boom no mercado de energia solar, diz especialista


Nos próximos anos, o Brasil verá um boom no mercado das tecnologias de energia solar - especialmente aquelas aplicadas às edificações e cidades. A perspectiva é do engenheiro, empresário e consultor Carlos Farias. Em entrevista ao Portal EcoD ele destacou o desenvolvimento do setor, as vantagens do uso da energia renovável e a expectativa de um novo mercado de produção individual de eletricidade no Brasil.

Segundo Farias, o Brasil vive um “momento incrível” para o uso das ciências renováveis e para que os arquitetos insiram o uso delas nos projetos. Entre as principais tecnologias, ele destaca os coletores solares de água e os sistemas fotovoltaicos.

A primeira é utilizada para gerar calor, enquanto a segunda produz eletricidade a partir do sol, conta o engenheiro. Ele destaca ainda que, enquanto os coletores já se consolidaram no mercado com alternativa barata e acessível para moradores de todo o país, os sistemas fotovoltaicos enfrentam problemas como a ausência de fábricas nacionais e de profissionais capacitados para projetar e instalar os equipamentos corretamente.

Com isso, os custos aumentam e dificulta a difusão da tecnologia em larga escala, diz Farias. Apesar disso, ele acredita que dentro de um futuro próximo projetistas, arquitetos e moradores já poderão ser produtores de eletricidade utilizando a energia solar, além de também poderem aquecer a água com redução de até 100% na conta de luz. “A expectativa é de que o Brasil inteiro possa gerar energia fotovoltaica nos próximos cinco anos”, afirma.

No vídeo abaixo, Farias comenta as principais vantagens do uso das tecnologias renováveis, da melhor distribuição da energia, as consequências da produção local de eletricidade e as oportunidades que surgirão com as novas demandas.



Fonte: Ecodesenvolvimento 


Caminhada é solução eficiente de transporte


Segundo dados da ONU, em 2009 mais da metade da população mundial, cerca de 3,3 bilhões de pessoas, já vivia em centros urbanos. Estes números sobem a cada ano e com eles, aumentam também os problemas que as pessoas enfrentam para se locomover diariamente.

Além dos congestionamentos, o setor automotivo é responsável por 23% das emissões mundiais de gases de efeito estufa, conforme dados do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC). Este cenário comprova a importância do incentivo ao uso de transportes alternativos e limpos, como a bicicleta, ou opções que minimizem as emissões, como o uso dos transportes públicos.

A caminhada se enquadra nestas alternativas, por ser um ótimo exercício físico, que pode melhorar muito a saúde das pessoas, e facilitar a integração com a cidade, além de ter praticamente nenhum impacto ambiental.

Este hábito pode tornar a vida mais prazerosa em grandes centros urbanos, pois evita as horas diárias perdidas no trânsito, o stress que os congestionamentos causam e ainda combate problemas, como coleterol, dores no corpo e obesidade.

Ao caminhar a velocidade média atingida é de 5Km/h e a atividade queima mais de 270 calorias a cada 30 minutos. A média de um veículo circulando no trânsito de uma cidade como São Paulo, é de 15 km/h e o motorista queima apenas 80 calorias em 30 minutos.
Melhorar a Saúde

Conforme informações do Instituto de Ortopedia e Saúde, caminhar é ideal para trabalhar a função cardiovascular, melhorando o nível de condicionamento físico; para ajudar na perda de peso e fortalecer os músculos; para reduzir a pressão sanguínea, os níveis de colesterol no sangue, o risco de doenças cardíacas, osteoporose, diabetes e o estresse.

Sustentabilidade

Caminhar pelo bairro é uma integração constante entre a comunidade. Além disso, entre as idas e vindas é possível comprar produtos, incentivando o comércio local. Se existe o hábito de caminhar todo dia, é possível comprar apenas o necessário, sem desperdícios e sem preocupações com a vaga para estacionar o carro.

Bom Humor

Começar o dia caminhando é um exercício de observação e cordialidade. Todo o restante do dia pode ser transformado por um simples “Bom Dia” acompanhado de um sorriso. Você também pode puxar uma conversa com a vizinha, conhecer pessoas novas, criar laços, e quem sabe até não conhece o amor da sua vida? A caminhada é um ótimo remédio para deixar a depressão de lado. Gentileza gera gentileza.

Quem trabalha em edifícios grandes também pode utilizar as escadas, ao invés dos elevadores. Quando você faz uma pausa do trabalho é importante fazer algum exercício para oxigenar o cérebro, dessa forma o seu dia fica bem melhor!

Economia

Ao optar pela caminhada é possível economizar o dinheiro do vale transporte ou da gasolina e do estacionamento. Caminhar é  gratuito e também pode ocupar a função da academia, economizando ainda mais.

Dica: É preciso planejar

Planeje-se. Isso é essencial para que a caminhada seja funcional. Se você se programar com antecedência o caminho até o trabalho será completado sempre na mesma média de tempo e os atrasos serão deixados para trás. Esse é um benefício praticamente inalcançável para os motoristas, que estão sempre sujeitos aos imprevistos do trânsito.  

Fonte: Ciclo Vivo 

Próximos Eventos JPS!


5 maneiras de fazer artesanato com jornal


Os jornais são itens que possuem sua funcionalidade original por um período de tempo muito curto. Eles são atuais por apenas um dia e depois são descartados. No entanto, esse papel pode ser usado como matéria-prima para diferentes tipos de artesanatos. Por isso, o CicloVivo separou cinco dicas do que fazer com o jornal.

Descanso de copo ou panela


A maior parte dos artesanatos feitos com jornal se iniciam com o mesmo preparo, fazer canudos de papel. O grande diferencial é o tamanho deles, que irá variar de acordo com o resultado desejado.

Para fazer o descanso de copo, basta fazer o canudo e depois enrolá-lo, até que chegue à circunferência ideal suportar o copo. Para o descanso de panela, a técnica é a mesma, apenas o tamanho que precisa ser diferente, de acordo com a necessidade de quem for usar.

Os canudos podem ser colados com cola branca e o ideal é que, para finalizar, o material seja impermeabilizado. Isso pode ser feito com uma mão de cola branca ou verniz.

Cesta



As cestas feitas de jornal ficam parecidas com as de vime, inclusive em sua praticidade e utilidade. Para fazer uma dessas o ideal é fazer canudos do tamanho de uma folha de jornal dividida em quatro partes.

Com os canudos em mãos é preciso começar a trançar. Separe oito canudos. Os primeiros quatro devem ser dispostos lado a lado, com distância média de dois centímetros. Os outros quatro devem ser “costurados” entre os já existentes. Isso deve ser feito com todos os canudos, até que a cesta chegue ao tamanho desejado.

Da mesma forma que a dica anterior, é ideal usar o verniz para impermeabilizá-la. Depois de pronta atente para que ela não tenha contato com líquidos, para não estragar.

Chaveiros


Os mesmos canudos usados na primeira servem para fazer chaveiros. As bolinhas, feitas com os canudos de jornal podem ser unidas, formando diversas peças. Uma dica é a flor, que precisa seis rolinhos pequenos e um maior, que será o central, onde o restante será fixado.

Também é possível fazer um ursinho, com dois rolos médios e seis bem pequenos, que formarão as orelhas, braços e pernas. Impermeabilize o artesanato e prenda nele uma fita e a argola de chaveiro. Uma boa opção para deixar as peças ainda mais bonitas é pintá-las.

Máscaras


Essa dica é ideal para as crianças, que podem soltar a criatividade a ainda se divertir muito. Para fazer a máscara é necessário; jornal, tesoura, cola, bexiga e tinta de muitas cores.

O primeiro passo é encher a bexiga, do tamanho próximo ao do rosto da pessoa que irá usá-la. Depois, corte o jornal em quadrados e cole-o na bexiga, usando a cola branca. Repita isso por, pelo menos, cinco vezes. Será esse cuidado que deixará a máscara mais resistente.

Depois que a cola secar, estoure a bexiga, corte o espaço para os olhos e pinte de acordo com o tema escolhido.

Porta-retrato


O porta-retrato feito de jornal deve ser feito para pendurar na parede. Por isso, volte aos canudos e separe parte deles para fazer as rodinhas de jornal e outra parte para usar como o molde da foto e como a alça para fixá-lo na parede.

Para esse artesanato é necessário ter uma estrutura, que pode ser papelão, onde a foto será colada. É importante que ele esteja pintado, de acordo com as cores escolhidas para pintar as peças feitas de jornal.

Cole a foto no papelão, use um dos canudos de jornal para emoldurar a foto e depois faça os enfeitas com as rodinhas coloridas.

Você também pode fazer um porta-garrafas (veja aqui), saquinhos para lixo (veja aqui) e até chinelos (veja aqui). Essas são apenas algumas dicas, mas o jornal é um material útil para uma infinidade de coisas, basta deixar a criatividade rolar.

Fonte: Ciclo Vivo 

Estudo aponta que injustiça ambiental afeta a saúde coletiva


Segundo o estudo, a principal resultante do impacto ambiental sofrido pelas populações é a piora em sua qualidade de vida.




Árvore: estudo considera saúde não apenas na sua dimensão biomédica, mas também questões relacionadas a conflitos, qualidade de vida e cultura.


Estudo elaborado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a ONG Fase aponta que atualmente existem pelo menos 343 conflitos ambientais no Brasil com impacto na saúde coletiva, sendo que as mais atingidas são as populações indígenas (33,67%), agricultores familiares (31,99%) e quilombolas (21,55%), em regiões rurais (60,85%), urbanas (30,99%) e em áreas com características não definidas (8,17%).

Segundo o Mapa da Injustiça Ambiental e Saúde no Brasil, a principal resultante do impacto ambiental sofrido pelas populações é a piora em sua qualidade de vida (79,8%), segundo texto publicado no site da Fiocruz. O estudo considera saúde não apenas na sua dimensão biomédica, mas também questões relacionadas a conflitos, qualidade de vida, cultura, tradições e violência. Os conflitos foram denunciados pela populações e movimentos sociais.

"O segundo grave problema das comunidades é a violência, nas formas de ameaça (37,71%), coação física (15,82%), lesão corporal (12,12%) e assassinato (10,10%). Outros problemas de saúde também impactados significativamente em situações de injustiça ambiental são doenças não transmissíveis (40,07%) e insegurança alimentar (30,98%)", continua o texto.

Para o coordenador geral do projeto e pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) Marcelo Firpo, "nenhum crescimento econômico deveria justificar assassinatos, qualquer tipo de violência ou a perda da qualidade de vida das populações, atingidas em seus territórios. Mas não é isso o que acontece".



Fonte: Exame

Empresa mineira desenvolve produto sustentável que retira óleo na superfície da água



A empresa mineira Hydro Clean está lançando o OilSampler. O produto foi desenvolvido para retirar amostras de óleo na superfície da água.

De acordo com o diretor da companhia, Jader Martins, no caso de vazamento em um poço, o equipamento serve para calcular a quantidade de óleo perdida. "Quando se tem uma amostra e área conseguimos dimensionar o tamanho do estrago", afirma.

O produto também é ecológico e eficiente em extensões maiores de água. É recomendável para empresas que têm poços de contenção de óleo, tanques, em refinarias, mineradoras e siderúrgicas.

De acordo com outro executivo da Hydro Clean, José Ferreira Vilaça, há seis anos, desde que começaram a contar com o apoio do Sebrae, a carteira de clientes cresceu 40% e o faturamento aumentou 30%.

"A venda dos nossos produtos dependem muito da consciência ecológica do empresário. Por isso, fazemos consultorias frequentes que nos proporciona conseguir novos clientes e fazer com que os que já prestigiam nossos equipamentos voltem a comprar", observou.


Fonte: CicloVivo

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Boletim ABES-SP Últimos eventos de Setembro/2012


Semana da Carona Solidária começa no dia 17 em SP


Para começar as movimentações para o Dia Mundial Sem Carro, que acontece no dia 22 de setembro, a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) promove na cidade de São Paulo a Semana da Carona Solidária, entre os dias 17 e 21 de setembro. Durante esses dias, será aplicado um esquema nas nove faixas reversíveis da cidade: apenas veículos com mais de um ocupante poderão transitar por elas.

Veja os locais da Semana da Carona Solidária (local/trecho/sentido/horário de funcionamento):

  • Ponte da Bandeiras/Santos Dumont/Praça Campo de Bagatele e Rua dos Bandeirantes/Sentido Centro/6:00 ÀS 9:00;
  • Avenida Luiz Dumont Vilares/Rua Viri e Praça Orlando Silva/Sentido Centro/6:00 ÀS 9:00;
  • Ponte da Casa Verde/Avenida Braz Leme e Rua Baronesa de Porto Carreiro/Sentido Centro/6:00 ÀS 9:00;
  •  Ponte da Casa Verde/Rua Baronesa de Porto Carreiro e Avenida Braz Leme/Sentido Bairro/17:00 ÀS 20:00;
  •  Ponte dos Remédios/Avenida dos Remédios e Rua Major Paladino/
  • Sentido Centro /6:00 ÀS 9:00;
  •  Avenida Radial Leste/Rua Pinhalzinho e Rua do Glicério/
  • Sentido Centro/6:00 ÀS 9:00;
  •  Avenida Radial Leste/Rua do Glicério e Rua Vilela/
  • Sentido Bairro /17:00 ÀS 19:30;
  •  Morumbi/Giovanni Gronchi/Rua José Pepe e Rua Alberto Penteado/
  • Sentido Centro /6:30 ÀS 9:30;
  •  Ponte João Dias/Ponte João Dias e Rua Bento Branco de Andrade Filho/Sentido Centro/6:00 ÀS 8:30;


Fonte: Atitude Sustentável 

Em SP, teatro é reaberto no “Minhocão” com proposta sustentável



O Eco Teatro Paiol Cultural, localizado no bairro Vila Buarque, em São Paulo, será reaberto após cinco anos desativado. Agora o teatro reabre com o espetáculo “Aquilo Não Cabe no Caixão”, baseado em obra do autor inglês Mark Ramsden.

Sem nenhuma proposta ecológica, ele foi inaugurado em 1969. Antes de seu fechamento, o Paiol Cultural era apenas um teatro comum. Foi o ator Marcelo Mendes que resolveu tomar a iniciativa de reabrir o espaço com um projeto bem diferente do original.

Mendes tem a parceria da empresa Cio da Terra. A ideia é criar um centro que respeite os princípios da permacultura. Uma das novidades é que a água da pia dos banheiros será reaproveitada para uso nos próprios banheiros. Para a climatização do ambiente será usada energia solar. No espaço também terá um jardim.

As técnicas de permacultura também são utilizadas na reforma do espaço. Através de oficinas, será feito um material para revestimento do teto e isolamento acústico. A substância é composta da mistura de celulose e fibras com água. O ator afirma que é o primeiro teatro do gênero no país.

Mendes abandonou seu emprego em uma empresa de cenografia para dedicar-se totalmente ao projeto, que além do teatro inclui um café, espaço para bandas e pista de dança. “O Paiol está no marco do teatro paulistano, já teve um período glamuroso. É muito interessante tê-lo de volta”, afirmou ao G1.

Atualmente, o ator está em busca de patrocínio para o projeto. O teatro está localizado na Avenida Amaral Gurgel, por onde passa o elevado Costa e Silva, mais conhecido como Minhocão. Aliás, a inauguração desta construção ajudou na lenta degradação do espaço e da região central da cidade. O mesmo local serviu de cinema de filmes pornográficos antes de seu fechamento.

Aos poucos a região central está voltando a ser tomada pelos movimentos artísticos. Um grupo que ganhou notoriedade é o Movimento Baixo Centro, que sem autorização realiza diversos eventos na cidade de São Paulo. O objetivo é utilizar o espaço público para fazer qualquer tipo de manifestação cultural.

Fonte: Ciclo Vivo 

Dia Mundial Pela Limpeza da Água!


Cinco ideias de reutilização para deixar suas bijuterias organizadas




Conheça algumas ideias ecológicas e criativas que vão te ajudar a organizar as suas bijus sem precisar gastar muito, além de reutilizar o que iria parar no lixo. São peças fáceis de fazer e que podem ampliar seu olhar para as infinitas possibilidades de transformações que qualquer material pode ter.

Porta-pulseira de rolo e CD

 Foto: Knitly

Uma ideia prática e fácil de fazer, que ajuda a organizar todas aquelas pulseiras difíceis de guardar. Para confeccionar você só vai precisar de um tubo de papelão, aquele que fica quando o papel-toalha acaba, um CD, além de papel de presente, tesoura, lápis, um pedaço de papelão e cola. Veja o passo a passo no site Knitly.

 Porta-pulseira de garrafa

Foto: Et cetera e casa
  

Mais um jeito lindo e sustentável de guardar pulseiras, e tudo o que você vai precisar é de criatividade e uma simples garrafa de vidro, que geralmente acaba indo parar no lixo. Essa ideia não tem mistério, você pode personalizar a garrafa do seu jeito.

 Porta-colar

Foto: Etsy

Madeira e botões velhos. A junção desses dois materiais se transforma em um singular porta-colar que, além de decorar seu quarto, vai organizar direitinho seus colares.

 Porta-brinco de ralador

Foto: Groove Press

Tanto orifício faz do ralador uma ótima opção para guardar brincos. Então, lembre-se: antes de jogar aquele ralador velho e esquecido fora, ele pode voltar a ter uma nova utilidade. Só com uma pintura a mais, ele se transforma em um porta-colar bem funcional.

Porta acessórios de moldura

Foto: The white library

Moldura sempre pode ser reaproveitada. Essa recebeu um toque com rendas e se transformou em um delicado porta acessórios. A confecção é bem simples, você só vai precisar de uma pistola de grampos, rendas e uma moldura qualquer.



Equipamento aproveita água do chuveiro para lavar roupa


O Washit é um chuveiro inteligente criado por quatro estudantes turcos. A invenção tem função dupla, além de servir para o banho ele também é capaz de lavar roupas, reduzindo os gastos com água.

Inicialmente o projeto foi pensado para fins acadêmicos, no entanto o equipamento atingiu níveis mais altos ao vencer um prêmio internacional de design. A valorização se deu pela concepção do Washit e por sua eficiência e praticidade.


A criação possui um sistema de canalização fechada, com duas bombas de água, três filtros (de carbono, orgânico e de produtos químicos), uma fase de limpeza UV, um aquecedor e uma unidade de armazenamento de água.

O equipamento funciona da seguinte forma: enquanto o usuário está usando o chuveiro, o Washit recolhe a água residual do banho, que passa pelos filtros e é encaminhada a uma unidade de armazenamento. Depois de passar pelo processo de purificação, a água pode ser usada novamente para o banho ou para a lavagem de roupas, através da estrutura acoplada ao boxe.


O principal motivador para o projeto foi o enorme gasto de água para as duas atividades: banho e lavagem de roupa. De acordo com o site dos criadores, um banho de 15 minutos gasta aproximadamente 150 litros de água, enquanto a máquina de lavar gasta, em média, 38 litros por lavada. A solução foi juntar as duas atividades e tornar ambas mais eficientes.



De acordo com os estudantes, é possível utilizar o Washit em escala doméstica e também aplicá-lo a banheiros públicos. O equipamento ainda é apenas um conceito, portanto não está disponível comercialmente. 





Com informações do Inhabitat.

Fonte: CicloVivo

Lancha e carruagem desafiam carros no trânsito de São Paulo


Na manhã desta terça-feira (18 de Setembro) ocorreu a ação “Por uma cidade navegável”, idealizada pelo São Paulo Boat Show, maior salão náutico indoor da América Latina. Nesta segunda edição, a lancha venceu a disputa e deixou o carro para trás, parado no trânsito da capital. Em 2011, a lancha quebrou após cinco minutos da largada, devido à grande quantidade de lixo que travou os três motores.

A ação foi criada o ano passado com o objetivo de chamar a atenção, estimular e mobilizar a população e autoridades a unir forças e colaborar com o processo de limpeza dos rios. Este ano, Por uma cidade navegável ganhou também a função de fiscalizadora da das condições do Tietê. “Estamos comemorando a vitória do rio e de todos que contribuem para que um dia possamos voltar a navegar nele. Torcemos para que o mais rápido possível, ele possa ser mais uma via para desafogar o trânsito da cidade, assim como para lazer e turismo na nossa metrópole, como já aconteceu em várias cidades do mundo”, comenta Ernani Paciornik, organizador do São Paulo Boat Show e da ação Por uma cidade navegável.

Este ano, o desempenho do barco indicou considerável melhora nas condições do Tietê em relação ao ano passado. Neste aniversário do rio, que acontece em 22 de setembro, haverá bons motivos para comemorar. A lancha concluiu o trajeto em cerca de 1/3 do tempo que o carro levou para terminar o percurso, como contamos aqui.


O trajeto de 12,5 km, com a largada na Ponte das Bandeiras e  chegada na Ponte dos Remédios, foi feito em 12 minutos e 28 segundos pela lancha, da F1, 27 pés, com dois motores de popa de 200 cavalos cada. A velocidade média da embarcação durante o percurso foi de 60km/h e chegou até 80km/h em alguns pontos. O carro, uma Mercedes 350 ML 63, levou 29 minutos e 58 segundos. O carro saiu na frente, mas cerca de seis quilômetros após a largada, ou seja, na metade do trajeto, o trânsito parou e o motorista, André Ribeiro, ex-piloto da Fórmula Indy, viu a lancha ultrapassá-lo. A velocidade média do carro foi de 25 km/h. “Foi a primeira ultrapassagem que comemorei. Afinal, significa a melhoria do rio. Também sou fã da navegação e gostaria muito que todos nós pudéssemos aproveitar o rio e os benefícios que ele pode nos oferecer na íntegra”, afirma Ribeiro.



Carro é desafiado por carruagem

Depois do desafio de ontem, hoje (19 de Setembro) acontece outro ainda mais inusitado. O artista plástico Eduardo Srur desafia o piloto da Stock Car Ingo Hoffman em uma corrida entre carro e carruagem. O piloto dirigirá um automóvel esportivo pela Marginal Pinheiros, enquanto Srur utilizará uma carruagem puxada por cavalos, que trafegará pela ciclovia ao lado da pista.


O desafio busca levantar questionamentos sobre a mobilidade urbana em São Paulo. A velocidade média de um carro durante o horário de pico, em que os congestionamentos são constantes, é de apenas 20 km/h, similar à velocidade com que a carruagem se desloca.



A largada para a corrida acontecerá às 17h na estação Granja Julieta, da CPTM, com chegada na Ponte Estaiada, onde está exposta uma réplica de carruagem feita por Eduardo Srur.


Fonte: CicloVivo

5 modelos de bolsas solares


Os avanços tecnológicos na área da energia fotovoltaicas têm possibilitado a construção de materiais leves e portáteis; um bom exemplo disto está na variedade de modelos de bolsas e mochilas solares que podem ser usados como carregadores, em qualquer lugar onde haja luz solar abundante.

Confira cinco modelos que já estão disponíveis no mercado.

1 - Infinit Solar Bag: Dispõe de uma bateria de 2000mAh e um painel solar de 2.4W. Esta mochila sustentável da Infinit é capaz de carregar com luz natural e vem com nove adaptadores diferentes para suas necessidades, conectores para celulares e conectores mini-USB para dispositivos GPS etc.



2 - Sakku Buddy Solar Bag: Feito inteiramente de materiais reciclados. Para melhorar suas credenciais ecológicas, esta bolsa inclui um painel solar de 2.5W. A mochila foi disponibilizada em duas variantes - a "direta", que carrega dispositivos portáteis diretamente do painel solar flexível e "akku", que vem com uma bateria recarregável integrada que armazena a energia solar de forma contínua.



3 - Eclipse Solar Gear Bag: Ideal para qualquer entusiasta da fotografia. A mochila tem um módulo solar de carregamento flexível que pode ser conectado usando o adaptador de 12V auto existente, e a espuma ajustável personalizável protege os itens. Gerenciando uma saída de 1,5 W esta mochila pode carregar telefones e leitores de MP3 também.



4 - O-Range: As bolsas e mochilas podem ser personalizadas. Você pode adicionar os painéis solares e kits específicos para seu tipo de dispositivo móvel como celulares, MP3/MP4 players, câmeras digitais, PDAs, leitores de DVD e GPS.



5 - Sunny Bag: Tem painéis solares integrados com uma potência de 3W. Possui uma bateria Li-ion de 1600mAh e inclui conectores para mais de 400 telefones diferentes, incluindo o iPhone.



Fonte: CicloVivo