sexta-feira, 12 de julho de 2013

13 DE JULHO - DIA DO ENGENHEIRO SANITARISTA


12 de Julho Dia do Engenheiro Florestal


Porto Alegre expõe mesa de pinball feita com garrafas pet e papelão


Uma brincadeira que agrada adultos e crianças, o famoso pinball, foi criado pela DM9Sul para fazer parte da exposição “Uma Casa, Mil Olhares”, mostra que estará no Shopping Iguatemi Porto Alegre até o final do mês de julho, durante a programação de férias.  A agência comandada por Márcio Callage foi a responsável pela criação da identidade visual da campanha, com peças exclusivas para outdoor, banners web e material para ambientação do PDV.

A exposição dirigida às crianças e com foco na sustentabilidade reconstrói de forma real os cômodos de uma casa típica da classe média brasileira, ambientada conforme o estilo de vida da população desde a década de 1950 até os tempos de hoje. A Casa Sustentável montada na Praça Erico Veríssimo traz dicas sobre economia de água, descarte de óleo, explicações sobre consumo de energia, entre outras sugestões de sustentabilidade, em um ambiente totalmente interativo.

A mesa de “pinball ecológico” foi construída a partir de produtos recicláveis, como garrafas pet, MDF, papelão, atilhos, cola, PVC, tampas plásticas, rolhas entre outros materiais e está instalada no segundo andar do Shopping, com acesso livre para pessoas de qualquer idade.


Além do brinquedo, as crianças podem participar de atividades e oficinas gratuitas de pintura, desenho e recortes através de agendamento no local. A exposição tem entrada franca e acontece até o dia 28 de julho, de segunda a sábado, das 10h às 22h e aos domingos, das 11h30 às 20h.



Fonte: CicloVivo

Barraca se transforma em saco de lixo após o uso

Uma boa opção para quem frequenta festivais de música e gosta de acampar neles

 

Grandes eventos culturais, como festivais de música, são momentos em que milhares de pessoas se juntam para curtir apresentações de várias bandas. Mas após alguns dias, esse monte de gente deixa um rastro de consumo relevante.

Para evitar a poluição, já que muitos desses eventos ocorrem em locais isolados, a empresa Glad desenvolveu uma barraca (para uma pessoa) que, após ser usada, transforma-se em uma espécie de saco de lixo.

Assim, o usuário se protege à noite e, durante o festival, coloca todo o lixo produzido dentro da sua própria barraca. Ao término do evento, basta fechar o lixo dentro da barraca. A partir daí, o recomendável é que os resíduos sejam separados e destinados para reciclagem.

O “saco-tenda” é uma das apostas da empresa na sua política de conservação ambiental. A iniciativa de criar o produto surgiu após a observação a respeito dos festivais de música. Apesar de muita coisa ter mudado ao longo dos anos, a quantidade de lixo deixada nas sedes dos eventos se mantém.

O teste da barraca foi feito na edição de 2013 do festival South by Southwest (SXSW), ocorrido em Austin, no Texas, Estados Unidos. Lá, a empresa distribuiu os “sacos-tenda” para que os participantes do evento os testassem. E, segundo a Glad, a resposta foi positiva.

A empresa não divulgou de quais materiais o produto é feito e se vale mais à pena, em termos ambientais, comprar uma dessas tendas descartáveis ou recolher o lixo de outra forma (com sacos, por exemplo), mas utilizando uma barraca convencional.

O produto ainda não tem previsão de chegar em outros países. Confira o vídeo abaixo (em inglês) sobre a experiência da Glad Tent:


Fonte: eCycle

Embalagens de nova marca da Natura possuem 70% menos plástico


A sociedade já começou a discutir novos jeitos de consumir e viver a vida. Atitudes cotidianas e o próprio consumo estão sendo reinventados: mais colaborativos, mais compartilhados, mais otimistas, com escolhas pautadas em sentido e propósito.

Em todo o mundo, surgem movimentos criativos que trazem a prática desse novo modelo de consumo para a agenda dos cidadãos comuns. Modelos que propõem um consumo mais inteligente e menos consumista, com menos excessos. Foi nesse contexto que nasceu SOU.

A marca acredita que, para transformar o modo de consumir, precisamos envolver as pessoas, por isso aborda o consumo consciente sem vilanizar o ato de consumo e que convida a fazer novas escolhas para consumir melhor: reduzindo o desperdício e valorizando o essencial.

Suas embalagens têm um design inteligente, que utiliza menos matéria-prima e aproveita até a última gota de cada produto. São 70% menos plástico e 60% menos emissões de CO2 que a média das embalagens convencionais do mercado, além de gerar três vezes menos resíduo que as embalagens convencionais.

“SOU evolui o compromisso Natura com o desenvolvimento sustentável. Há muitos anos oferecemos e incentivamos o uso de refis, vegetalizamos nossas fórmulas, usamos ingredientes de fonte renovável e valorizamos a biodiversidade brasileira”, afirma Fabiana Pellicciari, gerente de Marketing de SOU da Natura.

Fabiana explica que a marca estudou toda a cadeia de produção para chegar a soluções em que geram menos lixo, menos gastos de energia, menos transportes e, consequentemente, menos poluição. Isso tudo também gerou uma economia no processo, o que possibilitou oferecer preços mais econômicos.



Fonte: CicloVivo 

Vídeo: elevador sustentável

Para estimular exercícios físicos, escada é "fantasiada" de elevador
  


Imagine a seguinte situação. Você entra numa galeria ou num shopping center e precisa ir ao piso superior. Para economizar tempo, procura o elevador mais próximo. Então você aperta o botão para "chamá-lo" e aguarda.

A partir daí você ouve o barulho do elevador descendo e uma indicação luminosa te avisa sobre sua chegada. Quando as portas se abrem e você está pronto para entrar, você dá de cara um lance de escadas e a seguinte frase pintada nos degraus: "se subir as escadas, está mudando as estatísticas".

É essa a situação inusitada que foi reproduzida em um centro comercial de Barcelona, na Espanha, para uma campanha anti-sedentarismo da indústria de refrigerantes Coca-Cola. De acordo com o vídeo, cerca de 58% da população mundial será obesa em 2030. Muito disso se deve à má alimentação, mas a falta de exercícios físicos também é uma das grandes responsáveis.

Pelo menos no vídeo, reproduzido abaixo, a brincadeira funcionou e muitas pessoas fizeram uso das escadas:




Fonte: eCycle

Vaso hidropônico feito com plástico reciclado dispensa controle constante da água

Com o intuito de cultivar plantas o ano todo, americano cria vaso feito de plástico reciclado


O sistema hidropônico é uma boa pedida em tempos em que os espaços de moradia estão cada vez mais reduzidos, principalmente para quem quer cultivar plantas durante todo o ano. Com essas preocupações em mente e também pensando em uma forma de evitar que seus filhos pequenos quebrassem vasos, um norte-americano do Estado da Califórnia, que se denomina apenas como Mike, criou um recipiente com sistema hidropônico feito a partir de plástico reciclado, que permite o cultivo de plantas em ambientes fechados sem a necessidade de regá-las constantemente.

A inovação recebe o nome de Grow Jar (Vaso de Crescimento, em tradução livre) e tem um sistema hidropônico passivo, em que os nutrientes chegam até a raiz da planta por meio da ação capilar, ou seja, eles são elaborados e fornecidos ao vegetal por meio de cultura e transmitidos através do contato com a raiz.

Na página de venda do Grow Jar, consta que ele elimina o excesso de água (problema geralmente atrelado a sistema hidropônico) e fornece água e nutrientes conforme a necessidade da planta. Por meio das paredes marrons do frasco é possível ver quando é hora de adicionar mais água. Aliás, o autor do projeto explica que o vaso é da cor marrom para desviar os raios UV, protegendo, assim, as raízes das plantas e reduzindo a probabilidade de algas crescerem dentro do vaso. Tudo isso sem evitar uma das necessidades básicas de um vegetal: a exposição à luz do sol.


Para facilitar, o Grow Jar (que tem capacidade para uma planta) vem acompanhado de itens básicos para começar o cultivo, como pedras, sementes, nutrientes orgânicos para plantas, um manual de uso, entre outros. O vaso custa entre US$ 20 e US$ 55 (de R$ 45 a R$ 125) e pode ser adquirido no site oficial do produto.

Fonte: eCycle

Sacolas retornáveis podem abrigar bactérias prejudiciais à saúde. Previna-se

As sacolas retornáveis podem ser ótimas para o meio ambiente, mas não necessariamente para você, caso cuidados importantes não sejam tomados

 

Recentemente, diversas cidades do mundo proibiram o uso de sacolas plásticas. Muitas pessoas, então, optaram pelo uso de sacolas retornáveis, as ecobags. No Brasil, segundo pesquisa realizada pela Fecomércio-RJ/Ipsosem 2012, em que mil pessoas de 70 cidades brasileiras foram ouvidas, o uso de sacolas retornáveis está crescendo. 17% dos entrevistados informaram que sempre usam sacolas ecológicas no lugar das de plástico, o que, segundo a pesquisa, representa uma alta de 12 pontos percentuais em relação ao resultado de 2010, quando a pergunta começou a ser feita aos entrevistados. Naquele ano, apenas 5% dos entrevistados responderam que sempre usavam sacolas ecológicas. O percentual dos que nunca usam sacolas ecológicas caiu de 84% em 2010 para 60% em 2012, enquanto os que usam ocasionalmente subiram de 11% em 2010 para 21% em 2012. Essa mudança é bem vinda mas deve vir acompanhada de alguns cuidados.

Estudo realizado pela Universidade do Arizona e da Universidade de Loma Linda, na Califórnia, testou aleatoriamente 80 sacolas reutilizáveis ​​de consumidores em Tucson (Arizona), Los Angeles e San Francisco. Em metade da amostra foi detectada a presença de bactérias coliformes, entre elas a E. Coli, em níveis suficientemente significativos para causar graves problemas de saúde e até a morte, segundo Charles Gerba, coautor do estudo. Isso porque a maioria das sacolas reutilizáveis analisadas era lavada com pouca frequência: 97% dos entrevistados nunca lavaram as sacolas reutilizáveis. Outra pesquisa semelhante, realizada pela Academy of Nutrition and Dietetics (Academia de Nutrição e Dietética) em colaboração com a ConAgra Foods, empresa de alimentos norte-americana, revelou que somente 15% dos americanos lavam suas sacolas retornáveis regularmente.

As sacolas retornáveis devem ser limpas regularmente, pois é natural que a superfície de produtos e gêneros alimentícios contenha algumas bactérias devido ao manuseio da mercadoria e até pela sua própria origem, como explica um dos pesquisadores, que ressalta ainda que as bactérias são um perigo particular para as crianças, que são especialmente vulneráveis ​​a doenças de origem alimentar. E o melhor metódo de matar as bactérias é a lavagem.

Cuidados com as sacolas retornáveis

- É recomendável limpar a sacola retornável sempre que usá-la ou ao menos uma vez por semana.

- A sacola deve ser guardada em um local limpo, arejado e seco. Nunca a deixe no porta-malas do carro, pois o calor faz com que as bactérias se proliferem.

- A o fazer compras, embrulhe carnes, aves e peixes em sacos plásticos antes de colocar na sacola e quando possível, sacolas diferentes para cada uso é boa prática: uma para carnes cruas, outra para alimentos prontos para o consumo e outra para produtos de limpeza.


- Evite o uso de sua sacola para outras finalidades, como carregar livros por exemplo.


Fonte: eCycle

"Save Paste" é tubo de pasta de dente sustentável

Feita com papel cartonado, a embalagem, que ainda é apenas um conceito, evita desperdício e emissões
 


A embalagem de pasta dente convencional é composta por plástico (75%) e alumínio (25%). E, apesar de poder ser reciclado, o tubo deve ser encaminhado tampado para o processo de coleta para não contaminar outros produtos ou a própria água com aquele restinho de pasta que nunca conseguimos tirar de dentro dele.

Pensando nos problemas ambientais, de logística e praticidade causados por esse tipo de embalagem, os estudantes de design da Universidade de Artes de Londres, Sang Min Yu e Wong Sang Lee, desenvolveram um novo conceito. Uma embalagem feita de plástico e papel tipo cartonado, que não precisa de uma segunda embalagem para proteção e ainda possibilita uso total do conteúdo, sem que o usuário precise ficar espremendo o tubo.

O papel cartonado, assim como o plástico, também é reciclável. Composto por papel, alumínio e polietileno, é misturado à água e depois sofre um processo térmico para ter as três partes separadas. O papel pode ser novamente usado na produção de papelão, chapas e palmilhas, por exemplo. O plástico, na produção de chapas e telhas para construção civil ou retornar à indústria de fundição. E o polietileno é transformado em parafina e usado em detergentes ou como combustível.

Além de diminuir a quantidade de papel usado e continuar sendo uma embalagem reciclável, a logística de transporte do produto é facilitada. Mais embalagens são transportadas de uma só vez, diminuindo o uso de caminhões e, consequentemente, emissão de CO2. Além disso, o produto pode ser usado até o final, evitando o desperdício e sujeira.

Trata-se de um conceito, portanto, apenas alguns protótipos foram criados. Mas é uma excelente ideia que todas as empresas produtoras de pastas dentais deveriam analisar.


Saiba mais sobre descarte de tubos de pasta de dente clicando aqui. Confira algumas fotos explicativas do conceito:




Fonte: eCycle

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Alejandro Sanz viajará ao Ártico com o Greenpeace

O cantor espanhol Alejandro Sanz se juntará, entre os dias 14 e 20 de julho, à expedição ao Ártico que o Greenpeace realizará para evidenciar a necessidade de proteger esse ecossistema único.

A travessia tem, entre seus objetivos, comprovar o retrocesso sofrido pelas geleiras e pela camada de gelo do Ártico "devido à mudança climática", assim como "evidenciar" o perigo que representaria um vazamento de petróleo neste local praticamente inexplorado e como seus habitantes perderiam sua terra, informou o Greenpeace.

"Temos que ter consciência que se salvarmos o Ártico salvaremos muito mais. É a batalha ambiental mais importante do momento, porque está em jogo um dos poucos lugares do planeta onde ainda existe um equilíbrio e porque o que sucede ali afeta a todos", expressou Sanz no comunicado enviado pela organização não governamental.

O artista espanhol viajará ao extremo sul do círculo polar ártico para testemunhar a beleza desta terra e a forma de vida dos inuits - o povo original que habita esse território -, assim como a maneira que a mudança climática e a pressão humana ameaça sua forma de vida e a natureza sobre a qual se sustenta esta comunidade.

Segundo relatório do Greenpeace, o Ártico pode ficar sem gelo dentro de dez ou 20 anos, com graves efeitos sobre a população, a fauna e flora, e a economia.

Sanz fará um pedido global para que pessoas no mundo todo se unam ao Greenpeace através do site "www.salvaelartico.org" para declarar esta região "santuário protegido", ou seja, "criar uma região protegida no Polo Norte onde se proíba a extração petrolífera e a pesca industrial".

Mais de três milhões de pessoas, informou a organização, já se uniram à campanha, entre elas Alejandro Sanz, para que as empresas petrolíferas deixem o Ártico.


Fonte: Terra.com

Ativistas do Greenpeace escalam prédio mais alto da Europa Ocidental


Edifício em Londres tem o título de mais alto da
 Europa Ocidental Foto: Twitter / Reprodução
Seis ativistas do Greenpeace estão tentando escalar nesta quinta-feira o The Shard, edifício mais alto da Europa Ocidental, com 310 metros, em Londres. Segundo a polícia, o grupo teve acesso ao prédio após subir no telhado de uma ponte vizinha. A organização ambiental confirmou que o sexteto faz parte da ONG, de acordo com informações da BBC.

O grupo, composto por seis mulheres, estava tentando subir usando uma estrutura do próprio edifício similar a uma escada. Policiais e ambulâncias já estão no local do prédio para acompanhar o ato.

O Greenpeace afirmou que o grupo decidiu escalar o prédio para protestar contra os planos da petrolífera Shell de perfurar o Ártico. Um porta-voz disse que o local foi escolhido por se localizar no centro da sede da companhia, e porque o edifício foi modelado em forma de gelo.

As seis mulheres - Sabine, Sandra, Victo, Ali, Wiola e Liesbeth -, acrescentou o porta-voz, são bem treinadas e a ação não é perigosa. Se elas conseguirem chegar ao topo do prédio, elas vão tentar instalar uma peça de arte.

Um porta-voz do Shard relatou que o principal objetivo neste momento é garantir a segurança das mulheres que estão escalando o edifício, assim como a das pessoas que trabalham nele.

Segundo o Greenpeace, as seis mulheres são bem treinadas para
 a escalada Foto: Twitter / Reprodução 

O Shard, que é de propriedade do Estado do Catar, conta com um mirante e um terraço ao ar livre. O arranha-céu, que é espelhado e possui forma de pirâmide, é formado por uma estrutura de aço coberta por um total de 11 mil painéis de vidro, abrigando escritórios, imóveis e, inclusive, um hotel.


Fonte: Terra.com 

Folha ABES-SP 4ª Edição