quinta-feira, 16 de maio de 2013

Guarda-sol inovador alia proteção à geração de energia limpa


Que tal ir à praia ou acampamento, não se preocupar com o carga de seus equipamentos eletrônicos e ainda se proteger do sol? Essa é a proposta do guarda-sol comercializado pela loja norte-americana Hammacher Schlemmer, que afirma oferecer a primeira sombrinha com placas solares capaz de carregar qualquer aparelho eletrônico. 

De cara, o produto parece um guarda-sol tradicional. Mas ele possui quatro painéis fotovoltaicos costurados em seu tecido que capta raios solares e transforma-os em eletricidade. 



Além disso, as placas são conectadas a duas saídas USB no mastro do guarda-sol, permitindo que os usuários carreguem notebooks, celulares, tabletes, em momentos de descontração. 

Segundo a loja, os painéis solares também podem oferecer energia em condições nubladas. Atualmente o produto é vendido por 500 dólares, o equivalente a R$ 1.000. 

Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Romenos criam casa sustentável que pode ser controlada por celular



A Soleta zeroEnergy é uma pequena residência construída de maneira sustentável e para ser totalmente independente das redes de energia elétrica. Além disso, a casa é altamente tecnológica, tendo boa parte de suas funções capazes de serem controladas através de um smartphone.

O projeto é fruto do trabalho dos jovens arquitetos romenos que integram a Fundação para Invenção e Tecnologias Sustentáveis Justin Capra. Este é o primeiro protótipo apresentado pelo grupo e ele está instalado na capital romena, Bucareste.

O Soleta zeroEnergy é um espaço projetado com design simples e acessível. Por sua versatilidade, ele pode ser utilizado como uma pequena residência, escritório ou apenas como moradia de férias. Para a construção a equipe utilizou materiais naturais e de origem local, com o intuito de minimizar o impacto ambiental.


No lugar das paredes sólidas, os arquitetos utilizaram vidro isolante. Esta opção maximiza a relação entre interior e exterior e permite que os moradores permaneçam em um contato mais próximo com a natureza ao redor. Outra vantagem dessa opção é o maior aproveitamento da luminosidade e ventilação natural.


A casa possui apenas 48 metros quadrados, mas ainda conta com um loft de nove metros quadrados e um terraço com outros 22 m². Toda a edificação é equipada com sensores que monitoram a qualidade do ambiente interna, são considerados: temperatura, umidade e CO2. Além disso, o sistema tecnológico é capaz de abrir e fechar as grelhas e o sistema de ventilação com apenas um comando feito pelo celular.

Além dos sistemas de recuperação energética, a Soleta zeroEnergy possui coletores solares que aquecem a água e fornecem 30% da energia necessária para o consumo interno. Um fogão a lenha de alta eficiência e baixo CO2 também é utilizado como fonte de calor.

Fonte: Ciclo Vivo 

Os produtos ecológicos estão dominando as prateleiras do comércio. Mesmo com tantas opções, ainda há resistência na hora da compra. Isso acontece porque o custo de tais itens é sempre mais elevado, em comparação às mercadorias tradicionais.

Com os temas ambientais cada vez mais em pauta, é normal que a consciência ecológica tenha aumentado entre os brasileiros. Se por um lado o consumidor deseja investir em produtos menos agressivos ao meio ambiente, por outro ele não está disposto a pagar mais de cinco por cento do valor normal. É o que mostra uma pesquisa realizada pela Proteste - Associação de Consumidores.

A análise foi realizada a partir de um levantamento realizado no último ano. De acordo com a Proteste, quase metade dos entrevistados afirmaram que deixaram de comprar produtos devido às más condutas ambientais da companhia.

Dos entrevistados, 72% disseram que, na última compra, levaram em consideração o comportamento da empresa, em especial, sua atitude em relação ao meio ambiente. Ainda assim, 60% afirmam que raramente ou nunca têm informações sobre o impacto ambiental do produto ou do comportamento da empresa. Já 81% das pessoas acreditam que o rótulo de sustentabilidade e responsabilidade social são apenas estratégias de marketing das empresas.

Um dos dados apontados mostra o poder que as pessoas acreditam ter em relação ao posicionamento e atitude das companhias. Para 75% dos entrevistados, as escolhas de consumo podem pressioná-las a melhorarem sua conduta.

Fonte: Ciclo Vivo 

Mexicanos distribuem água do mar filtrada para agricultores de região seca



Um grupo de pesquisadores mexicanos desenvolveu um novo método para dessalinizar as águas oceânicas e levar o recurso aos agricultores das regiões mais secas do México. O sistema, já em operação, vai criar reservatórios não só para abrigar a água filtrada, como também para reter o sal e os compostos orgânicos do mar.

O método de filtragem foi testado com placas dessalinizadoras que foram instaladas no oceano, com o objetivo de levar o recurso hídrico ao estado de Sonora, que sofre com a escassez da água. Depois de extraída, a água passa por um processo de dessalinização acontece em reservatórios localizados no Centro Regional de Pesquisa e Desenvolvimento de Água e Energia. Lá, o líquido é misturado com solventes que facilitam a ação de membranas semipermeáveis, responsáveis por eliminar o sal e as propriedades orgânicas da água marinha.

O sistema beneficia a população que não tem acesso à água, mas também pode trazer prejuízos ao meio ambiente. Isso porque, ao retirar o sal e as propriedades orgânicas da água marinha, o ecossistema é automaticamente afetado, podendo causar desequilíbrios nos oceanos e fragilizar ainda mais os recifes de corais que beiram a costa mexicana.

O novo método de dessalinização tem custos razoáveis – estima-se que, para filtrar um litro de água, os gastos girem em torno de um real. Além disso, é preciso estudar as questões geopolíticas, pois o desenvolvimento das áreas litorâneas seria afetado. “O problema do abastecimento em zonas desérticas ou semidesérticas tem a ver com a falta de uma política hídrica integral e ecossistemática que atenda e privilegie as necessidades humanas, entre outras”, declarou ao Tierramérica o diretor do Escritório Noroeste do Centro Mexicano de Direito Ambiental Augustín Bravo.

Além do novo método testado no México, existem outras técnicas de retirar o sal da água e entregar o recurso para as pessoas. Por exemplo, é possível dessalinizar a água por meio da destilação, cristalização ou congelamento, além da absorção ou ionização.

Fonte: Ciclo Vivo 

Componentes de xampus tradicionais podem causar problemas ambientais



Eutrofização e dificuldade de incorporação de oxigênio em ambientes aquáticos são alguns dos problemas causados. Conheça a lista dos itens mais comuns

Existem xampus para cabelos lisos, cacheados, tingidos e mais uma infinidade de tipos. Mas se você já leu a lista de componentes desses produtos, deve ter notado que há diversos itens de nomes estranhos, cujos efeitos desconhecemos. Apesar de cada modelo de xampu ter uma formulação específica, todos eles seguem uma mesma estrutura química, composta basicamente por: veículo, agente de limpeza, estabilizador de espuma, agentes condicionadores, espessantes e aditivos. E a má notícia é que a maior parte deles faz mal ao meio ambiente. Vamos dar uma olhada em cada um dos componentes e seus impactos, baseando-nos em estudos:

Veículos

O veículo comumente utilizado na produção de xampus é a água. Ela será responsável por “carregar” todos os outros componentes (por isso recebe esse nome), e deve ser de boa qualidade.

Agentes de limpeza

Conhecidos  também como tensoativos, os agentes de limpeza são responsáveis pela retirada de impurezas do couro cabeludo e dos fios, além da produção de espuma. Os mais usados são o lauril sulfato de sódio e o lauril éter sulfato de sódio, sendo que o segundo é mais suave. Além de retirarem óleos essenciais do couro cabeludo e poderem causar irritações, essas substâncias possuem potencial tóxico e acabam sendo lançadas em corpos d’água através do despejo no esgoto, que a depender da infra estrutura de saneamento disponível para tratamento da água, poderão ocasionar a poluição de rios, lagos ou oceano. O acúmulo de tensoativos na água é responsável, por exemplo, pela diminuição da disponibilidade de elementos necessários para a sobrevivência dos animais aquáticos, como oxigênio dissolvido, além de causar impedimento da penetração de luz.

Estabilizador de espuma

Eles melhoram a qualidade, volume e aparência da espuma, já que, quando o tensoativo entra em contato com resíduos oleosos, seu poder de produção de espuma diminui. Alguns fosfatos são usados em xampus e acabam chegando a rios, lagos e praias através do esgoto. Formam então uma camada de espuma branca na superfície da água, que impede a incorporação do oxigênio. Além disso, a grande disponibilidade de fósforo no meio promove o processo de eutrofização, que é a grande e rápida multiplicação de algas.


 
Agentes condicionantes

Os agentes condicionantes são os responsáveis pela maleabilidade do cabelo depois de lavados, ou seja, servem para não deixá-los duros. Um exemplo é o álcool de lanolina, que é um produto natural obtido a partir do beneficiamento da lã.

Espessantes

Espessantes são utilizados para deixar o xampu encorpado. O cloreto de sódio, popularmente conhecido como sal, é um dos mais usados.

Aditivos

Como aditivos, são usadas substâncias para impedir o crescimento de bactérias no xampu, como o álcool isopropílico e parabenos. O álcool isopropílico, apesar ter uma alta taxa de evaporação, pode se infiltrar no solo e provocar contaminação dos lençóis freáticos. Os parabenos (metil e propilparabeno), quando absorvidos pelo organismo são confundidos com um hormônio (estrogênio), desregulando o sistema endócrino e sendo apontados como possíveis causas de infertilidade e câncer de mama e próstata. Então, quando os parabenos atingem rios, lagos e em contato com os seres que ali habitam, promovem tais efeitos desequilibrantes nos organismos dos peixes, por exemplo. São adicionados também componentes para dar coloração, perfume e controle do pH, como o ácido cítrico.

Anticaspa

Nos xampus anticaspa é usada a substância piridintionato de zinco. O zinco é um metal pesado, e, quando em excesso no ambiente, além de colocar em risco a qualidade da água de rios e lagos, ele penetra na cadeia alimentar dos seres vivos contaminando algas, peixes e, consequentemente, o homem. O humano sofre então intoxicação quando há muito zinco no organismo, sofrendo de vômitos, diarréias e cólicas.

Consulta virtual

Um site dos EUA exibe o nível de agressão à saúde e ao meio ambiente que 79 mil cosméticos causam. Apesar de muitos só existirem no exterior, há marcas que dão as caras pelo Brasil também. Saiba mais clicando aqui.

Quanto menor o número de compostos sintéticos e quanto mais elementos orgânicos o xampú tiver, melhor ele será para você e para o meio ambiente. Vale a pena ler os rótulos e escolher o mais saudável.

Fonte: eCycle

Aprenda a fazer uma luminária com anéis de latinhas



O designer norte-americano Sean Michael Ragan desenvolveu uma cúpula de luminária feita com anéis de latinhas. A opção é uma alternativa para complementar o reaproveitamento deste material, já que as latas de alumínio estão entre os itens mais reciclados no Brasil. O Portal CicloVivo separou o passo a passo do artesanato feito por Ragan.


Materiais necessários:

- Base para luminária

- Lacres de latinhas

- Alicate

Como fazer:

1. O primeiro passo para que esta luminária seja feita é higienizar todos os lacres que serão usados. Para isso, lave-os com detergente e deixe que sequem antes de dar continuidade ao trabalho.


2. Com todos os anéis limpos, a cúpula vai começar a tomar forma. Na primeira carreira, todos os anéis devem ser cuidadosamente dobrados ao meio, para que possam ser pendurados em uma das bases da luminária, conforme mostrado na galeria de fotos. O ideal é que o artesanato comece a ser feito a partir da haste superior.



 


3. As carreiras seguintes serão feitas com os anéis inteiros, sem serem dobrados. Porém, é necessário cortar uma fenda no lado maior do lacre para que ele possa ser encaixado, de maneira intercalada, nos que já estão fixos. Este processo deve se repetir até que toda a base esteja coberta.

4. Para finalizar, é preciso repetir o segundo passo na haste inferior.

Os lacres podem ser mantidos na cor original, que normalmente é prateado. No entanto, existem bebidas com lacres coloridos que também podem ser reaproveitados para dar mais vida à criação. 

Com informações do Make Projects.

Fonte: CicloVivo

Os 6 setores mais promissores na economia verde


TEMPO DE OPORTUNIDADES

A transição para uma economia  verde é passo fundamental para alcançar o desenvolvimento sustentável, defende a ONU em novo relatório. E o caminho está repleto de oportunidades, principalmente para os países em desenvolvimento. Segundo o estudo, o mercado de produtos, serviços e tecnologias verdes vai triplicar até 2020, atingindo 2,2 trilhões de dólares. Seis setores se mostram mais promissores. Veja quais são Abaixo:

AGRICULTURA


A expectativa é que o mercado internacional de bebidas e alimentos orgânicos quase duplique até 2015, passando dos 62,9 bilhões de dólares registrados em 2011 para 105 bilhões de dólares. O chá e um exemplo de sucesso dentro desse mercado. Para se ter uma ideia, a produção de chá de acordo com as normas de sustentabilidade cresceu 2000% entre os anos de 2005 e 2009.

ENERGIA RENOVÁVEIS
  


Desde 1990, o crescimento anual na capacidade de oferta de biocombustíveis, energia eólica e solar solar tem sido em média de 42,25 e 15%, respectivamente. Em 2010, os investimentos em oferta de energia renovável, só dos EUA, atingiram 21 bilhões de dólares , representando um aumento de cinco vezes em relação a 2004. Países em desenvolvimento têm aumentado significativamente as exportações de equipamentos de energia renovável e também estão expandindo seu potencial de exportação de electricidade a partir de fontes renováveis.

TURISMO

 
Em 2012, pela primeira vez, o turismo internacional atingiu a marca de um bilhão de viagens no ano. Nos países em desenvolvimento, a cota de mercado da indústria aumentou de 30% em 1980 para 47% em 2011. Para o futuro, a projeção é de saltos ainda maiores, com aumento de 57% até 2030. O subsetor que mais cresce no turismo sustentável é o ecoturismo, que se concentra em atividades ao ar livre. Muitos países em desenvolvimento desfrutam de uma vantagem comparativa em ecoturismo por causa de seus ambientes naturais, herança cultural e do potencial para o turismo de aventura.

PESCA E AQUICULTURA


A pesca certificada já contabiliza uma captura anual de 18 milhões de toneladas de peixes e frutos do mar. Isso representa cerca 17% da pesca internacional - e a demanda ainda supera a oferta. Além disso, prevê-se que o valor total de produtos marinhos coletados de acordo com padrões de certificação sustentável aumente dos US $ 300 milhões em 2008 para U$1,2 bilhões até 2015.

INDÚSTRIA


De acordo com o relatório do Pnuma, muitas indústrias estão melhorando suas práticas de sustentabilidade a fim de proteger suas posições dentro das cadeias de fornecimento internacionais. Prova disso é o aumento impressionante de 1500 % na ISO 14001, de sistemas de gestão ambiental, entre 1999 e 2009.

SETOR FLORESTAL


 
O início de 2013, a área total de florestas certificadas equivalia a cerca de 400 milhões de hectares, correspondendo a 10% dos recursos florestais globais. As vendas de madeira com certificados excede os 20 bilhões de dólares anualmente nos EUA.

Fontes: Planeta Sustentável e Revista Amazônia

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Inglês planta jardins em buracos de rua para protestar contra má conservação das calçadas



“No meio do caminho tinha”… um jardim! Inconformado com a má conservação das calçadas – que, além de dificultar a passagem de pedestres, pode causar acidentes graves –, o inglês Pete Dungey decidiu protestar! Como? Plantando jardins em cada buraco que encontra pela frente.

Pensou em uma graminha saindo de cada orifício da calçada? Então, pare de subestimar Dungey, porque ele é muito caprichoso em serviço. Cada minijardim é montado com plantas de espécies e cores diferentes e, de quebra, ganha miniaturas de objetos como bancos, bicicletas e orelhões, sugerindo que a natureza deveria estar mais integrada às grandes cidades.

A ideia do projeto The Pothole Gardens é chamar a atenção dos cidadãos para o estado (esburacado) das calçadas e, de quebra, levar “verde e poesia” – como define Dungey – às metrópoles. Parece estar funcionado! Os minijardins ingleses viraram febre e tem gente de todo o lugar replicando a ideia nos buracos das calçadas mundo afora.

Dungey incentiva as pessoas a tirar fotos das intervenções e enviá-las para o e-mail thepotholegardener@yahoo.com. Todas as imagens que ele recebe são postadas em seu site para inspirar outros a aderir ao movimento – que já rendeu até livro, o The Little Book of Little Gardens.

No Brasil, o projeto Curativos Urbanos também protesta, do seu jeito, contra a má conservação das calçadas. Eles percorrem as ruas colocando band-aids gigantes nos buracos, afim de evidenciar o problema. (Quer saber mais? Band-aids gigantes são espalhados pelas ruas das capitais para evidenciar buracos nas calçadas)

Confira, na nossa galeria de imagens, outros minijardins plantados por Dungey nos buracos das calçadas inglesas.

Fonte: Superinteressante

Beber água reciclada do esgoto pode ser realidade em Londres


 

De acordo com a Thames Water, em 25 anos a necessidade de água potável em Londres deve aumentar cerca de 80%
Foto: meliterra

Já imaginou tomar água do esgoto? Parece nojento, mas depois de passar pelo sistema de depuração adequado não apenas é possível, como já é uma realidade em algumas partes do mundo, como Cingapura e Estados Unidos. A próxima a adotar a ideia será Londres. A empresa Thames Water, que fornece água potável para a capital inglesa, acaba de lançar uma nova estratégia de longo prazo para reciclar o esgoto e fornecer água potável para toda a população, segundo o The Guardian.

O esgoto pode ser reciclado a partir de dois processos. Um deles é conhecido como osmose inversa. O líquido é forçado contra membranas muito finas que filtram o sal e outras substâncias, mas deixam as moléculas de água passar. Além disso, o material também sofre um processo de desinfecção com radiação ultravioleta para garantir a pureza da água reciclada. Ambos processos são caros, mas os especialistas afirmam que pode sair mais em conta do que importar água, uma realidade futura caso a água potável fique escassa.

Reutilizar águas residuais não é uma novidade quando se trata da utilização desta para irrigação, por exemplo. Mas quando se fala na utilização desse recurso para o consumo humano, os pesquisadores afirmam que ainda existe uma rejeição psicológica do consumidor, o que reduz a propagação desse processo.

 

Foto: sxc.hu

Em Londres, não foi diferente. Como previsto, o plano não agradou a todos, no entanto, o processo foi a estratégia vista pela a empresa como uma solução para a crescente demanda de abastecimento humano. De acordo com a Thames Water, em 25 anos a necessidade de água potável deve aumentar cerca de 80%, o que preocupa a empresa.

Além da reciclagem de águas residuais, a Thames Water também planeja passar a próxima década consertando canos com vazamentos e incentivando as pessoas a obter os seus 160 litros diários. Tudo no intuito de evitar o máximo de desperdício e garantir a existência da água potável para as gerações futuras.


Com incentivo financeiro, Las Vegas adota medidas sustentáveis



O excesso de luzes nos cassinos, hotéis e restaurantes sempre foi o chamariz de Las Vegas

Uma cidade que surge em meio a uma formação desértica, em 1905. Uma outra cidade iluminada, repletas de faixas, cassinos e casas de shows que recebe por ano 40 milhões de turistas. Os dois casos referem-se à Las Vegas, nos Estados Unidos, conglomerado urbano famoso pelos desperdício de energia. Mas se esta metrópole acumulava críticas pelas suas fachadas, também é verdade que passou a receber muitos elogios a partir de 2005, por conta de suas iniciativas sustentáveis, segundo noticiou o Guardian Sustainable BusinessBlog.

As mudanças em Las Vegas tornaram-se mais contundentes depois que o Legislativo do estado de Nevada aprovou um pacote de incentivos financeiros. Os empresários que adotam medidas ambientalmente sustentáveis nas construções, por exemplo, têm esse gasto ressarcido pelo governo.

Os empreendimentos construídos sob o conceito Leed (Liderança em Energia e Design Ambiental) devem estar aliados a uma série de sistemas de classificação para a concepção, construção e operação. Para receber o certificado Leed Building é preciso reduzir insumos desde a construção, adotar ideias criativas para a geração de energia, ser adaptado à geografia local, às paisagens; e reutilizar os resíduos. As ideias do Leed já são adotadas em 135 países. Em Las Vegas, são 97 construções com esses princípios. 

Água

Os grandes prédios da cidade mostram como reduzir o desperdício do recurso. Descargas diminuem 1,28 litros de água a cada vez que são acionadas. O modelo mais tradicional tem seis litros por descarga. Outra medida é o uso de uma “supermáquina” usada em hotéis para lavagem de lençóis, que reduz em 30 litros o gasto de água por lavagem.
Para a irrigação de jardins, campos e gramados, um resort resolveu usar nanofiltros para limpar a água de uma corrente subterrânea, considerada imprópria para o consumo humano.

Lixo

Os cassinos geradores de 500 mil toneladas de lixo anuais tentam reduzir a pegada ecológica. Antes a maioria desse insumo ia para os aterros sanitários. Com o incentivo do governo, os empreendimentos investiram na triagem dos resíduos sólidos, além de destinar para a venda, por exemplo, plástico, papel e produtos de alumínio.

Os resíduos das refeições são enviados para uma fazenda de porcos nas proximidades ou passam por compostagem. O óleo que é usado no cozimento é recolhido e vendido para ser convertido em biocombustível. O reparo de colheres e copos, que normalmente acabavam no lixo devido a danos ínfimos, tem evitado o gasto de 800.000 dólares ( R$ 1,6 milhões), por ano.


Móveis de baixo custo usam papelão reciclado


A SmartDeco Furniture é uma empresa especializada em móveis de baixo custo. Toda matéria prima usada é 100% papelão reciclado.
  










Fonte: Ideias Green

Revestimentos inspirados na pele do tubarão aumentam a eficiência energética em meios de transporte


A criação de uma camada de ar ou água na superfície diminui o atrito, o que pode contribuir para economia com combustível

A pele do tubarão é revestida por saliências minúsculas, como pequenos dentes, chamadas de dentículos, posicionadas sobre escamas placoides. Esse conjunto forma pequenas ondulações em todo o corpo desses animais, o que facilita a locomoção e poupa energia, pois os músculos nadadores não precisam se deslocar muito. E o que isso tem a ver com a produção de tintas?

Através da biomimética pesquisadores da Fraunhofer Institutefor Manufacturing Engineering and Applied Materials Research (IFAM) se inspiraram no tubarão e utilizaram uma fórmula sofisticada para desenvolver um novo tipo de tinta. Ela não só possui longa duração, mas também suporta intensa radiação ultravioleta, alterações de temperatura e as cargas mecânicas em função da integração de nanopartículas específicas na fórmula.

A aplicação dessa tinta não se dá diretamente em uma plataforma, como no casco de um navio. É preciso ter a ajuda de um estêncil, que faz com que pequenas saliências se formem em todo local pintado. Após essa superfície ser tratada com radiação ultravioleta para endurecimento da pintura, o estêncil é removido, reduzindo a "turbulência" do transporte e aumentando a eficiência energética, devido à aerodinâmica.

De acordo com estimativas dos desenvolvedores, se cada avião do mundo fosse pintado com essa tinta, cerca de 4.480 toneladas de combustível poderiam ser poupadas anualmente. Quanto ao mar, o atrito das embarcações marítimas poderia ser reduzido em até 5%, o que economizaria, em um grande grande navio transportador de contêineres, em torno de 2 mil toneladas de combustível por ano.
  


Revestimento para carro

E não para por aí! Outro produto inspirado na pele do tubarão é o FastSkinz MPG-Plus, um revestimento para carro que é coberto com pequenas ondulações que criam uma camada de ar ao longo de toda a superfície. Essa camada diminui o atrito e, com isso, consegue aumentar a eficiência do combustível utilizado. O produto foi desenvolvido pela FastSkinz e já foi patenteado, mas ainda está em fase de testes.

Clique na imagem para aumentar


Imagens: Ask Nature

Fonte: eCycle

Folheto do Ministério do Meio Ambiente dá dicas de como tratar o lixo



Uma das dicas é reutilizar objetos o máximo possível, como os potes de conserva da cozinha, por exemplo. | Foto: María Durán/Flickr

Calcula-se que cada brasileiro gera, em média, um quilo de resíduos por dia. Se cada habitante tivesse mais informações sobre como cuidar do seu lixo, consequentemente, o impacto seria menor. Foi pensando nisso que o Ministério do Meio Ambiente (MMA) elaborou um folheto em que destaca os famosos 3Rs: reduzir, reutilizar, reciclar.

O material do ministério reúne informações que ajudam os consumidores a gerarem menos resíduos e promovem a geração de trabalho e renda. O conteúdo também ajuda na conscientização da população a respeito da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) que prevê a extinção dos lixões até 2014. A nova regulamentação coloca os 3Rs como objetivos a serem alcançados.

Algumas dicas para reduzir o lixo são: optar por produtos mais duráveis, evitar sacos plásticos, comprar apenas o necessário para consumo, aproveitar os alimentos em sua totalidade. O segundo passo é reutilizar objetos o máximo possível, como os utensílios de cozinha, por exemplo. Entra nesse quesito também, doar roupas e objetos para instituições. A última opção é a reciclagem, que transforma os resíduos em novos produtos.

O folheto também informa o tempo de decomposição de alguns materiais, o que fazer com pilhas e baterias, o que fazer com medicamentos vencidos, em desuso ou sobras, os tipos de lixo recicláveis e um resumo das vantagens da reciclagem em geral.

Na lista dos materiais reciclados a liderança fica por conta das latas de alumínio, seguidas dos pneus. Por isso, a PNRS estimula a adoção da coleta seletiva, destacando a atuação dos catadores de materiais recicláveis e as ações de educação ambiental. A lógica é simples: quanto mais os resíduos forem destinados corretamente maiores são as chances de serem reciclados, o que reduz a quantidade de lixo despejado ilegalmente em áreas abandonadas e a consequente proliferação de doenças para o ser humano e o impacto ambiental no solo.

Fonte: CicloVivo

Tecnologia inovadora pode diminuir o desperdício de energia



EnviroGrid é facilmente instalado e já está disponível no mercado

O desperdício de energia elétrica não é apenas um problema para o bolso - é também um problema para o planeta. A queima de combustíveis fósseis, e sua consequente liberação de gases do efeito estufa, a construção de hidrelétricas e as emissões de CO2 associadas a descomposição da vegetação das vastas áreas alagadas, bem como os riscos associados as atividades de usinas nucleares como os acidentes de Chernobil ou Fukushima, são alguns dos exemplos de impactos sobre o meio ambiente relacionados à geração de energia.

Pensando nisso, pesquisadores da empresa Regen Energy desenvolveram o EnviroGrid, um aparelho que, ligado ao sistema elétrico, gerencia os gastos com eletricidade. O produto ajuda a distribuir a energia elétrica de maneira inteligente, sem que o sistema elétrico chegue ao seu limite desnecessariamente.

Isso se dá pela coleta de dados sobre a demanda de energia feita pelos aparelhos, que enviam suas informações para um programa de computador através de uma conexão sem fio. A partir daí, é criado um sistema que otimiza a distribuição de eletricidade.

A criação dessa tecnologia foi inspirada no que os pesquisadores chamam de “swarm logic”, que é a maneira como as abelhas se comunicam e coordenam suas atividades através de regras simples. A empresa afirma que o produto pode proporcionar uma economia entre 5% e 10%. Mais um exemplo do uso da biomimética a ajudar o homem a viver de maneira mais sustentável.

Para saber mais sobre o EnviroGrid, assista ao vídeo abaixo:

  
Mas se o uso do EnviroGrid ainda pode não ser uma realidade no seu dia a dia, há uma série de iniciativas individuais , pequenos hábitos que podem fazer com que muita energia seja poupada.
Confira aqui uma série de práticas que irão garantir a redução do valor de sua conta de energia e os efeitos de seu consumo sobre o meio ambiente.


Fonte: eCycle

terça-feira, 14 de maio de 2013

Comprar carne orgânica faz diferença?



Pesquisadores garantem: essa não é uma questão fácil de resolver. Quem defende a certificação fala das questões ambientais e do bem-estar do animal. Mas, quanto à saúde, o professor Júlio Barcellos, do Departamento de Zootecnia da UFRGS, diz que o consumidor brasileiro não precisa se preocupar: "A carne oriunda desses sistemas, particularmente no Brasil, não tem muitas diferenças da carne dos sistemas convencionais a pasto, apresentando uma qualidade muito similar, pois estes também usam minimamente produtos de síntese". Ainda assim, o doutor Paulo Saldiva, da Faculdade de Medicina da USP, explica por que prefere comprar orgânicos: "Defensivos agrícolas, usados nos pastos, mesmo em baixas doses, podem causar dano aos seres humanos mais vulneráveis". A criação orgânica garante menos antibióticos e menos fertilizantes e defensivos agrícolas nos pastos. Mas, segundo a professora Andréa Machado Leal Ribeiro, também doutora da UFRGS, na área de nutrição e alimentação animal, é preciso desfazer um equívoco: "Não se coloca hormônio em carne, principalmente de frango", ela diz. "Nem na ração nem nos animais." O que se usa, em algumas situações, são antibióticos promotores de crescimento - substâncias usadas em doses bem baixas que fazem uma seleção de bactérias patogênicas que seriam maléficas à produção.

Fonte: Planeta Sustentável 

DiCaprio arrecada mais de US$ 33 milhões em leilão para meio ambiente

O valor arrecadado pelo ator americano será destinado
 a projetos de proteção do meio ambiente Foto: AFP

A Fundação do ator americano Leonardo DiCaprio arrecadou mais de US$ 33 milhões em um leilão de arte contemporânea beneficente realizado pela casa Christie's de Nova York, valor que será destinado inteiramente à projetos ligado a preservação do meio ambiente.

"Apesar dos grandes esforços das organizações de todo o mundo, nosso planeta está repleto de problemas", afirmou o ator Leonardo DiCaprio em um comunicado publicado no site da Christie's nesta terça-feira.

No leilão solidário, intitulado "The 11th Hour", 33 obras foram oferecidas, as quais eram assinadas por artistas contemporâneos como Kai Althoff, Banksy, Peter Beard, Carol Bove, Joe Bradley e Cecily Brown.

A peça que mais chamou atenção dos compradores foi uma de Mark Grotjahn, que alcançou US$ 6,5 milhões, assim como a "The Tiger", de Zeng Fanzhi, vendida por US$ 5 milhões.

Os colecionadores também disputaram uma obra de Robert Longo e outra de Raymond Pettibon, ambas vendidas por US$ 1,5 milhão.

Segundo o especialista de arte internacional da Christie's, Loic Gouzer, "a qualidade, a variedade e profundidade das obras doadas pelos artistas ultrapassaram as expectativas mais otimistas".

Além de sua longa trajetória artística, DiCaprio, que acaba de protagonizar a nova versão de O Grande Gatsby, é conhecido por ser um firme defensor do meio ambiente, já que desde 1998 apoia a causa através da Fundação que leva seu nome.

Além disso, DiCaprio foi o produtor e narrador do documentário The 11th Hour, que estreou em 2007 e aborda a situação atual da natureza e do meio ambiente.

Fonte: Terra.com 

Saiba como fazer uma capa para celular reutilizando gravatas

Os cases para celular se tornaram acessórios tão importantes quanto
 o próprio aparelho. | Foto: Andrea Onishi/Super Ziper.

Os cases para celular se tornaram acessórios tão importantes quanto o próprio aparelho. Seja para proteger a tela de atrito com outros objetos ou apenas para personalizá-lo, o fato é que as capinhas ganharam tamanho destaque nas prateleiras que podem chegar a pesar mais no bolso do que os aparelhos.




Por conta disso, hoje o CicloVivo dá algumas dicas fáceis para aproveitar gravatas velhas para fazer seu próprio porta celular.

Materiais necessários:

- Gravata

- Alicate

- Tesoura

- Alfinetes

Como fazer:

Meça o tamanho de acordo com o celular, o ideal é que não fique muito estreito nem muito largo. Retire a etiqueta. Corte o ponto que une as laterais de gravata por trás. Dessa forma, ficará mais fácil abrir a gravata totalmente.

Corte um pouco do pano na lateral, para que a costura fique reta e não tenha o afunilamento, que é comum em todas as gravatas. Veja nas imagens da galeria como o tecido deve ficar.

A partir deste ponto, dobre a ponta da gravata fazendo um bolso, onde o celular vai entrar. Faça o acabamento com uma máquina de costura ou costure a mão. Dobre as pontas de tecido para dentro e costure.


Com um pesponto, una as laterais. Finalize com dois pedaços de velcro, que será usado para fechar a capinha. O passo a passo foi ensinado por Andrea Onishi do Super Ziper.

Fonte: Ciclo Vivo 

Talheres que viram pingentes


Ideias para transformar pequenos objetos em bijuterias

A francesa Gille Monte Ruici mostra como é possível transformar em bijuterias alguns utensílios domésticos, como garfos e colheres.. Os garfos são serrados ou torcidos, enquanto as colheres são apenas moldadas pelo calor 






Imagens: Gille Monte Ruici Blog


Fonte: Atitude Sustentável

Luminária cria “floresta” em ambientes fechados


 

Inspirados nos desenhos do biólogo e naturalista alemão Ernst Haeckel, os artistas Thyra Hilden e Pio Diaz, do estúdio Hilden &Diaz, criaram uma luminária feita de pequenas esculturas em formato de galhos de árvore. Ao ser aceso, o objeto transforma o quarto em uma “floresta” de sombras.

Segundo os criadores da peça, os formatos refletidos na parede e no teto variam de acordo com a intensidade da luz. Quanto mais forte, mais visíveis ficam os galhos e troncos. Quando a luz está mais fraca, a sensação é de uma “chama queimando no centro da floresta”.


A instalação foi desenvolvida para ser uma peça única. Porém, devido ao sucesso da ideia, os criadores já estão cogitando a possibilidade de comercializá-la em larga escala. Os interessados devem entrar em contato através do e-mail m@hildendiaz.dk.




Em Londres, óleo de cozinha será transformado em energia elétrica



Imagem: Toda Perfeita

Gerador é o maior do tipo no mundo

Não jogue óleo comestível pelo ralo da pia. Em primeiro lugar, porque ele pode chegar aos rios e lagos, causando a poluição desse tipo de ambiente. Em segundo, porque os restos de óleo que se acumulam nos canos da sua casa podem atrair insetos indesejáveis e causar graves entupimentos.

Mas na Inglaterra há mais um motivo para abandonar esse hábito nada amigável para o meio ambiente: a cidade de Londres está apostando em geradores de energia elétrica movidos por óleo de cozinha.

Trinta toneladas do material, fornecido por restaurantes e empresas alimentícias, serão recolhidas diariamente pela prefeitura que, misturada a gordura animal e óleo vegetal, gerarão 130 gigawatts por hora, o suficiente para abastecer 40 mil casas de médio porte.

O projeto terá seu início em 2015 e, além de colaborar com a geração de energia barata, ajudará a capital do Reino Unido a resolver um de seus principais problemas ambientais. Mensalmente, a cidade gasta um milhão de libras para limpar os 40 mil bloqueios no sistema de esgoto, causados pelo descarte inadequado de óleo.

No Brasil, jogar óleo na pia da cozinha também é um hábito comum. Você pode reutilizá-lo para fazer sabão de maneira simples - visite nossa página com a receita aqui. Alternativamente, caso prefira descartar o material, saiba como lidar e onde destinar corretamente esse tipo de material visitando nossa página de pesquisa de postos de reciclagem!

Fonte: eCycle