sexta-feira, 28 de setembro de 2012

São Paulo ganha mais quatro estações de empréstimos de bike


O sistema de empréstimo de bicicletas foi ampliado em São Paulo. Três das novas estações estão localizadas no bairro do Itaim Bibi e a quarta foi inaugurada na Vila Olímpia.

A previsão do Bike Sampa é somar cem estações e mil bikes disponíveis até o fim do ano. | Foto: Itaú/Bike Sampa



As estações foram inauguradas em comemoração ao Dia Mundial Sem Carro, ocorrido no último sábado (22 de Setembro). Agora serão 30 pontos de retirada e devolução, os demais postos funcionam nos bairros da Vila Mariana, Vila Nova Conceição, Jardins e Paraíso. Totalizando, 300 bicicletas disponíveis para os paulistanos, sendo que o ciclista é cobrado somente após meia hora de uso.

Após esse tempo, o usuário deve pagar cinco reais a cada 30 minutos. Uma das vantagens desse sistema é que a bike pode ser devolvida em qualquer estação, ou seja, se o usuário tiver uma estação perto de casa e outra perto do trabalho, ele pode realizar o trajeto com ela e se gastar até meia hora no percurso poderá fazê-lo sem custo algum.

Não há limite de empréstimo diário, basta que o usuário dê um intervalo de ao menos 15 minutos. De todas as estações, a Brigadeiro é a campeã de retiradas. Enquanto que a do parque Ibirapuera lidera a lista das que são entregues mais rapidamente.

Os usuários se cadastram previamente pela internet e têm o serviço disponível diariamente, entre 6h e 22h. O Bike Sampa é uma parceria da prefeitura com três empresas: Samba, Sertell e Itaú-Unibanco. Por conta disso, pode se ver a marca do banco Itaú estampada nas bicicletas.

O programa de empréstimo Bike Sampa está em sua segunda etapa, que tem a previsão de somar cem estações e mil bikes disponíveis até o fim do ano. De acordo com o planejamento, serão três mil bicicletas em 300 estações em diversas regiões da capital paulista.


Com informações da Folha.
Fonte: CicloVivo

Que tal ouvir a natureza em alto e bom som?


Amplificadores em forma de trompetes gigantes são atração em programa ao ar livre que une arte e educação ambiental no interior da Inglaterra.


Imersos na correria dos grandes centros urbanos, às vezes fica difícil encontrar uma brecha para relaxar ao ar livre, contemplar a natureza e ouvir seu som tranquilizante. Sabendo disso, o estúdio de design britânico Weave resolveu otimizar a experiência do contato com o meio ambiente para quem quiser compensar a falta de oportunidade.



Eles instalaram cones em forma trompetes gigantes para amplificar o som da natureza, em uma propriedade no interior de Derb, na Inglaterra. Através da arte, os visitantes interagem de uma forma divertida e cheia de emoções com as vibrações do lugar.



A água que corre no riacho, a vida escondida nos galhos da árvore, a cantoria dos pássaros e o sopro forte do vento, tudo isso ganha dimensões fora do comum por meio dos aparelhos instalados em pontos estratégicos.



O projeto chamado “Here Heres” ( O Aqui Ouve, em tradução livre) foi desenvolvido em parceria com a Nacional Trust, uma instituição que trabalha na preservação de patrimônios culturais, históricos e naturais.


Fonte: Exame

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Portland, a cidade mais sustentável dos Estados Unidos



Situada entre as montanhas e os vulcões no estado de Oregon, nos EUA, a cidade de Portland tem mais de dois milhões de habitantes que aprenderam a desenvolver soluções que respeitam o meio ambiente, desde o transporte urbano à geração de energia.

Conhecida como a “comunidade dos 20 minutos”, o município é considerado o melhor lugar para andar de bicicleta nos Estados Unidos. Cerca de ¼ da população utiliza as bikes diariamente, como principal meio de transporte. Além disso, o centro da cidade é integrado por um bonde gratuito, e os projetos de carona solidária trazem resultados cada vez melhores.

Para os habitantes que não se arriscam a usar as bicicletas, uma alternativa é o Zip Car, um serviço de aluguel de veículos elétricos que custa, em média, US$ 8 por hora. Os automóveis funcionam perfeitamente e podem ser alugados em vários pontos da metrópole.

Por meio de seu planejamento urbanístico, Portland se tornou um dos municípios norte-americanos que mais reduziram suas emissões de carbono nos últimos anos, e isso se deve às políticas públicas que equilibram os interesses urbanos com o cuidado ambiental. Ao contrário do restante dos EUA, em que a principal matriz energética é o carvão mineral, mais da metade da energia consumida em Portland vem de fontes geotérmicas e hidrelétricas, totalmente renováveis.

A onda sustentável chegou à cidade muito antes de o termo ser o “queridinho” dos políticos e das grandes corporações. Ainda em 1903, o paisagista John Charles Olmsted elaborou um projeto para o Conselho do Portland Park. Nesse relatório, Olmsted propôs a criação de áreas de convivência para a população, num espaço que agregasse, simultaneamente, áreas verdes e construções. Mais tarde, com o crescimento do complexo viário da cidade, uma grande avenida foi substituída por um parque às margens do rio Willamette. Portland também foi o primeiro município a assinar o contrato de redução dos índices de emissões de CO2 na atmosfera.

A meta municipal consiste em reduzir as emissões de carbono em 80% até 2050, através de medidas que incentivam a construção de pavilhões sustentáveis. Um dos planos, já em execução, é criar um bairro inteiro de edifícios com o selo ambiental LEED (Leadership in Energy and Environmental Design).

O equilíbrio estabelecido na cidade tem atraído um número cada vez maior de pessoas e corporações. Por isso, grandes empresas estão migrando para a região, atualmente uma das mais procuradas como destino de intercâmbio.



Com informações da revista Planeta.

Fonte: CicloVivo

Mudanças climáticas podem matar 100 milhões de pessoas até 2030



Um relatório encomendado por 20 países alerta que mais de cem milhões de pessoas poderão morrer até 2030, caso as medidas de combate às mudanças climáticas sejam suspensas. As principais causas estão atreladas ao aquecimento global.

O estudo ainda diz que, atualmente, cinco milhões de pessoas morrem a cada ano devido à fome, poluição do ar e outros problemas gerados pelos danos que a humanidade está causando ao meio ambiente. No entanto, o número de vítimas até 2030 deverá subir para seis milhões ao ano, se o uso dos combustíveis fósseis continuar como tem sido hoje.

O documento, encomendado pelo Fórum Clima Vulnerável e produzido pela organização humanitária Dara, foi apresentado nesta quarta-feira (26), e também informa que o crescimento da economia global vai diminuir em 3,2% o Produto Interno Bruto (PIB) caso as ações contra as mudanças climáticas sejam suspensas.

Há dois anos, 200 países concordaram em reduzir as emissões de carbono para frear o aquecimento do planeta, porém, especialistas acreditam que a queima de combustíveis fósseis pode fazer com que o aumento da temperatura ultrapasse 2ºC  até 2030, piorando as condições de sobrevivência na Terra.

Naturalmente, os países em desenvolvimento deverão apresentar o maior número de vítimas, pois neles há maior concentração de empresas e parques industriais, além de possuírem planos de planejamento ambiental menos efetivos. No entanto, as nações mais pobres ficarão mais comprometidas ainda, já que enfrentam problemas econômicos e socioambientais, como pobreza extrema, doenças, escassez de água e fome. Nesses países, estima-se que o PIB apresente uma queda de 11% até 2030. Com informações do Globo Natureza.


Fonte: Ciclo Vivo

Equipamentos reaproveitam água da torneira em vasos sanitários




As descargas nos vasos sanitários que acionamos todos os dias geram incontáveis perdas de água. Estima-se que, todos os anos, mais de 19 mil m³ de água escorram pelo ralo. Para minimizar os efeitos dessas perdas, algumas empresas estão desenvolvendo alternativas de reaproveitamento. O conceito é simples: os novos equipamentos utilizam a água que cai pelo cano da pia e reaproveitam-na no sistema de descarga.

Os australianos da Caroma produziram o Profile 5, um dispositivo que é, ao mesmo tempo, torneira e vaso sanitário. Ele vem com uma pia instalada na parte superior, aproveitando o espaço do banheiro e dispensando o uso da água diretamente no vaso. Esse sistema garante uma redução de até 70% no consumo de água nos banheiros.

A empresa faz parte dos conselhos ecológicos do Canadá e dos EUA, e o projeto da Profile 5 foi eleito entre os dez utensílios mais brilhantes pela revista norte-americana Popular Mechanics.

Acompanhando a tendência de produção, a empresa norte-americana Sloan Valve desenvolveu oSloan® AQUS® Greywater System, um sistema de reaproveitamento no qual toda a água que cai da torneira é posteriormente utilizada na descarga.

O reuso acontece em etapas: primeiramente, a água passa por um filtro que retém os resíduos dispensados na pia. Logo depois, ela fica depositada numa caixa embaixo do lavatório, até que alguém acione a descarga, bombeando a água armazenada para o vaso.


Fonte: CicloVivo

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Estudantes dos EUA desenvolvem “o veículo elétrico mais leve do mundo”


Essa vem da Universidade de Stanford, nos EUA: estudantes criaram o que chamam de “o veículo elétrico mais leve do mundo”. O Boosted Boards é o velho e conhecido skate, mas equipado com dois motores de 2,6 cavalos nas rodas traseiras, o que permite que o usuário se locomova a até 32 km/h e não faça muito esforço nas subidas.


No site oficial do projeto, a equipe explica: “Para viagens curtas, você não precisa se preocupar com estacionamento, trânsito, combustível, cadeados para bicicletas e subidas. E o mais importante de tudo é que aproveita o seu passeio todos os dias”.
Um dos diferenciais do modelo é que o tamanho é muito similar aos skates tradicionais. Com os motores, pesa entre 5 e 6 quilos e possui um sistema fácil de controlar. “Você pode levar para a sala de aula, o escritório, o apartamento, no ônibus e até a bordo de um avião”.


O skate vem com um aparelho que carrega sua bateria em menos de duas horas (como um notebook ou um celular). Com a carga completa, a autonomia é de aproximadamente 10 km.
O trabalho começou há cerca de um ano e o grupo já construiu 10 protótipos diferentes – todos testados e “melhorados”. Para o desenvolvimento do produto, estão arrecadando verba em um site de financiamento colaborativo. No final das contas, já conseguiram três vezes o valor necessário e contam com mais de 700 pessoas na fila de espera para comprar um exemplar.


A intenção dos garotos é “mudar o mundo dos transportes e alterar a percepção que as pessoas têm do que pode ser um veículo”. Neste link você pode ver um vídeo (em inglês) que explica mais sobre o projeto e mostra a construção dos protótipos.



Fonte: Super Interessante

Faber-Castell lança programa de coleta e reutilização de materiais escolares




A Faber-Castell estabeleceu uma parceria com a empresa de logística reversa TerraCycle para lançar um programa de coleta que permite a transformação de milhares de instrumentos de escrita como canetas, marcadores, entre outros e suas respectivas embalagens em matéria prima reciclada que substitui o material virgem que seria utilizado e evita o descarte de resíduos no meio ambiente.

O programa conta com a ajuda do consumidor que deve se inscrever no Programa de Coleta e na Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell gratuitamente, por meio do site da Terracycle. Podem ser enviados todos os instrumentos de escrita como lápis, lápis de cor, lapiseiras, canetas, canetinhas, borrachas, apontadores, destaca texto, marcadores permanentes e marcadores para quadro branco que não funcionam mais ou estejam quebrados. Podem ser enviados produtos de qualquer marca deste tipo de produto.

“Estamos muito animados com o lançamento da Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell. A participação no Programa de Coleta aumenta a consciência ambiental de todos e transforma a visão que as pessoas têm do que é lixo e do que podemos fazer com ele. Esse é o caminho para que a sustentabilidade se torne uma prática de toda a sociedade”, afirma o presidente da TerraCycle Brasil, Bruno Massote.

A coleta de produtos e embalagens  por meio das Brigadas é uma maneira divertida para pais e professores incentivarem as crianças a aprenderem sobre a importância de reciclar, reutilizar e sobre como ajudar o meio ambiente. Os programas de Brigadas também incentivam a arrecadação de fundos para apoiar escolas e/ou instituições sem fins lucrativos enquanto reduzem a quantidade de resíduos nos aterros sanitários e lixões.



Como funciona?

O processo é simples. Primeiramente, é preciso montar um Time de Coleta (pode ser uma escola, organização, empresa, condomínio, etc) e escolher um representante com mais de 13 anos. Depois, é só juntar o mínimo necessário de 85 unidades de produtos desta Brigada, colocá-las em uma caixa bem fechada e baixar as etiquetas pré-pagas ou escolher recebê-las pelos Correios. Por último, cole a etiqueta na caixa e entregue a sua remessa na agência própria dos Correios mais próxima.

Para cada unidade de resíduo enviada (consideramos o peso médio do produto equivalente a 12g por unidade) o seu Time de Coleta receberá 2 pontos TerraCycle que equivalem a R$ 0,02 (1 ponto = R$ 0,01). Este valor poderá ser revertido em doações em dinheiro para uma entidade sem fins lucrativos ou escola de sua escolha. Clique aqui para saber mais sobre o Programa de Pontos da TerraCycle.


Fonte: CicloVivo

Festival de cinema ambiental no Rio exibe filmes premiados




Comemorando dez anos, a mostra FICA NO RIO acontece entre os dias três e cinco de outubro, no auditório da Fecomércio-RJ, no Flamengo. Nesta edição, além de exibir os vencedores do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental de Goiás de 2012, terceiro maior do gênero na América Latina, o festival vai fazer uma retrospectiva, com filmes que marcaram a década.

As sessões serão seguidas de debates com especialistas da área ambiental, como André Trigueiro, Sérgio Besserman, Carlos Minc, Bruno Boni e Celina Carpi. O Festival  tem entrada franca e patrocínio do Grupo Libra, parceria do Sesc Rio, além de apoios do Canal Futura, Sistema Globo de Rádio e do Ministério do Meio Ambiente.

“Este ano, vamos comemorar uma década de atividades ininterruptas ao lado de um público fidelizado. Leonardo Boff, Samyra Crespo, Ailton Krenak, Hugo Penteado, David Zylbersztajn, Roberto Schaeffer e Marcos Palmeira são alguns dos palestrantes que já passaram pelo FICA NO RIO. Ao divulgar o cinema ambiental, fomentamos reflexões que servem como inspiração para rotinas, de fato, sustentáveis”, afirma Carla Oliveira, idealizadora e realizadora do projeto.

Entre os vencedores deste ano, que serão exibidos na mostra, estão três filmes brasileiros, um alemão e um chinês. “Paralelo 10”, de Silvio Da-Rin, mostra o retorno do sertanista José Carlos Mirelles ao Acre, depois de dez anos afastado. Ele relembra experiências e discute com índios Madijá e Ashaninka a melhor maneira de lidar com índios bravos. “Desterro Guarani” é um filme feito pelos índios Patricia Ferreira e Ariel Ortega, com codireção do francês Vincent Carelli, fundador da ONG Vídeo nas Aldeias, que faz uma reflexão do contato dos guaranis com os colonizadores. O outro brasileiro é “Dia estrelado”, de Nara Normande, que conta a história de sobrevivência de um menino e sua família em uma região inóspita.

Da Alemanha vem o longa-metragem “Sob Controle”, de Volker Sattel, que faz um panorama da produção de energia atômica naquele país. Já “Lamento de Yumen”, de Huaqing Jin, mostra o esgotamento da primeira reserva de petróleo da China.

Na retrospectiva, serão apresentados os filmes “Surplus, Terrorized into Being Consumers” (Suécia), “Umbrella” (Índia), “The Botton Line, Privatizzing the World” (Canadá) e “Efeito Reciclagem” (Brasil).

O Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental de Goiás tem a finalidade de divulgar, exibir e premiar obras audiovisuais, nos gêneros ficção, animação ou documentário, com temática ambiental, produzidas em qualquer parte do mundo.

Veja a programação completa aqui.


Fonte: CicloVivo

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Tuk-tuk e monotrilho são novidades no transporte de São Paulo




São Paulo está prestes a receber dois novos modelos de meio de transporte. Ambos foram inspirados em sistemas que já funcionam em outros países. O tuk-tuk é comum nas ruas da Índia e Tailândia, enquanto o monotrilho está em diversas nações, inclusive no Japão.

Aqui no Brasil o tuk-tuk passou a se chamar triciclo para dois passageiros e é uma opção aos mototáxis, comuns em cidades de todo país. O novo meio de transporte oferece mais conforto e segurança, quando comparados às motos.

Mesmo sendo fabricado no Brasil, pela Motocar, o modelo ainda mantém os mesmo padrões dos tradicionais tuk-tuks indianos. De acordo com reportagem do Estadão, a fábrica já comercializou 200 destes veículos em território nacional. Eles já estão presentes em Manaus, Belém e Santarém. Os próximos destinos são: Campinas, Araras, Limeira, Barretos e Campo Grande.

A equipe do jornal paulistano testou o automóvel na cidade de São Paulo, na região da Av. Paulista, e pôde comprovar a presença de utensílios de segurança e confirmar o interesse que o modal, aparentemente inusitado, gera na população. Até mesmo os taxistas consideraram que o tuk-tuk pode ser uma boa opção, mas deixam claro que seria ideal para distâncias curtas.

A outra novidade deve surtir grande efeito na vida dos paulistanos que dependem do transporte público. Trata-se do monotrilho, que, aliás, é o maior do mundo, com capacidade para transportar 54 mil passageiros por hora.

Ele deve ser aplicado como uma opção para aliviar a quantidade de pessoas que passam diariamente pela linha vermelha. Os trilhos são construídos em plataformas elevadas, a dez ou 15 metros do chão O primeiro vagão do monotrilho deve ser entregue em novembro deste ano, mas a estrutura completa só funcionará a partir de 2013.


Com informações do Estadão.
Fonte: CicloVivo

Projeto chinês quer instalar iluminação pública sustentável em Minas Gerais




A proposta é desenvolver o novo sistema em parceria com a cidade de Uberaba, no Triângulo Mineiro. Os executivos chineses querem tornar a cidade sustentável em iluminação pública.

Os chineses visitaram o município na última quarta-feira (19 de Setembro) para apresentar o projeto. Na ocasião, os membros do governo municipal falaram de todo o potencial logístico da região.

A ideia é atrair para a cidade mineira uma segunda planta industrial da empresa. De acordo com o diretor comercial do grupo chinês, Cristiano Rodrigues, a China investirá US$ 3 trilhões em projetos no Brasil em 2013.

Os empresários afirma que o projeto de iluminação sugerido é similar ao que está em desenvolvimento em Brasília, no Eixo Monumental. Segundo Rodrigues, ele conta com a instalação de lâmpadas de LED, mais econômicas e sustentáveis, sendo que cada uma ilumina sem ponto escuro um raio de 40 metros quadrados.

O prefeito de Uberaba, Anderson Adauto, animou-se com os projetos em discussão. Ele afirmou que o governo tem interesse na parceria e na instalação da segunda planta industrial da empresa.


Com informações do G1.
Fonte: CicloVivo

Boletim X Diálogo Interbacias


Embalagens sustentáveis vão além da capacidade de reciclar



Uma ideia do Unplug Design, no qual a embalagem vira uma bola.
Foto: Divulgação

Apesar de pouco importantes para muita gente, as embalagens são grandes vilãs da natureza. A produção, utilização e descarte delas implicam em impactos ambientais, visto que a embalagem, ao final de seu processo de consumo, inevitavelmente acaba como lixo urbano.  A questão é: existem maneiras possíveis de torná-la sustentavelmente bem sucedida, seja pelo uso de materiais, seja pelo processo de fabricação ou pelo seu consumo consciente?

Segundo a designer Babi Tubelo, os materiais, a logística e a reciclabilidade estão entre as principais ferramentas a caminho de um design de embalagem visando a ecologia ambiental, imprescindível no mundo moderno. Quanto mais diversidade de material em uma mesma embalagem, mais será seu impacto para o meio ambiente. Já o uso de apenas um material facilita sua reciclagem.

A embalagem sustentável deve atender pelo menos a três dimensões:

* Garantir a proteção ao produto;
* Escolher aquela que implica menos impactos ambientais, medidos segundo a Análise do Ciclo de Vida (ACV) do produto;
* Saber como os materiais de embalagens são destinados no fim de vida útil, seja por compostagem, aterro sanitário, reciclagem química, reciclagem mecânica ou reciclagem energética.
Segundo especialistas, o ato de projetar produtos em prol da sustentabilidade é tecnicamente possível. Para que isso ocorra são necessárias mudanças de comportamento e alterações nos padrões da sociedade, a fim de que alternativas inovadoras de design sejam, de fato, bem aceitas.

Economia em material e logística


 Embalagens de ovos utiliza menos material e pode ser melhor empilhada.
Foto: Divulgação

Economizar no material e facilitar a logística são aspectos essenciais para uma embalagem ser considerada sustentável. E muitas vezes não se dá muita importância a esses dois pontos. Mas, não é assim que pensa a designer húngara e estudante de graduação Otília Andrea Erdelyi. Ela redesenhou a embalagem de ovos, tornando-a ainda mais minimalista, materialmente eficiente e visualmente atraente.

Além de economizar matéria-prima, a caixa de ovos, chamada de Erdelyi, foi projetada para ser empilhada facilmente. Os ovos são colocados em forma de elipse e para o consumidor retirar os ovos da embalagem basta inclinar uma das laterais.

Embalagens recicláveis


 Para transformar a embalagem em cúpula de abajur, basta desdobrar a caixa, vira-la ao contrário e instalar a lâmpada. Foto: Divulgação

Outro ponto mais conhecido e também essencial, para se alcançar uma embalagem sustentável, está no seu poder de reciclabilidade, ou seja, a capacidade que ela tem de ser aproveitada depois de utilizada.

Atualmente, com a grande preocupação ambiental, muitas indústrias estão inovando os seus produtos, fabricando embalagens que podem ser recicladas após serem utilizadas.




Dia Mundial sem Carro: sociedade civil lança campanha “O governo da minha cidade não colabora”


No último sábado, 22 de Setembro, comemorou-se o Dia Mundialsem Carro (DMSC) e os questionamentos que surgem junto com a data já são velhos conhecidos dos brasileiros. Como incentivar as pessoas a adotar a bicicleta, se a infraestrutura cicloviária e a fiscalização no trânsito ainda são precárias? Como optar pelo transporte público inacessível, de má qualidade e caro? Como fazer uma simples caminhada pelo bairro, se as calçadas são mal desenhadas e, de modo geral, depredadas?

Para pedir maior atenção dos governantes para a questão da mobilidade urbana, diversas iniciativas da sociedade civil aproveitaram a data para se unir e lançar a campanha O governo da minha cidade não colabora. A ideia não é incentivar os brasileiros a deixar de aderir ao DMSC. Pelo contrário: a intenção é participar, mas deixando claro que os governos ainda têm muito a fazer para que os cidadãos possam desfrutar do “luxo” de deixar o carro em casa todos os dias da semana para usar outros meios de transporte de qualidade.

Como expressar isso? As iniciativas criaram um cartaz que diz: “Eu vou de …. no Dia Mundial sem Carro, mas o governo da minha cidade não colabora” e estão convidando todos os brasileiros a completar a frase com o meio de transporte que usarão neste sábado. Depois, é só divulgar a peça onde quiser: no blog, na assinatura do e-mail, no Facebook… O importante é mostrar que você gostaria de deixar o carro na garagem todos os dias do ano, mas precisa de meios de transporte de qualidade para isso. Que tal aderir?

Para dar uma ajudinha, a redação do Planeta Sustentável preparou alguns cartazes para você. Basta acessar a galeria de imagens do portal, salvar sua preferida no computador e compartilhar por aí!
Ah! E para não perder a piada…




Entre as organizações que fazem parte dessa mobilização estão: Greenpeace, Instituto Akatu, Bike Anjo, Caronetas, Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor e o projeto Cidades para Pessoas.


Fonte: Super Interessante