sexta-feira, 27 de abril de 2012

28 de Abril – Dia da Educação





Educação é a base fundamental para o desenvolvimento do ser humano e é por meio dela que se estruturam os valores que iremos carregar para o resto da vida. Em comemoração ao dia 28 de abril – Dia da Educação, chamamos atenção para a conscientização ambiental.

A ideia de que os recursos naturais são finitos, somada ao crescimento populacional desordenado e à intensidade dos impactos ambientais, dá início a estratégia de desenvolvimento sustentável – uma combinação equilibrada entre meio ambiente e economia. A partir daí, começamos a entender a importância de haver uma reformulação nas práticas ambientais.



Nesse contexto, entra a educação ambiental com o objetivo de desenvolver nas pessoas conhecimentos, habilidades e atitudes voltadas para a preservação ambiental, que pode ser desenvolvida por órgãos do governo ou por entidades ligadas ao meio ambiente e ocorrer em vários locais, como: escolas, empresas, universidades e repartições públicas, além de estar presente em todos os níveis educacionais.

A ABES-SP – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental realiza, continuamente, ações que visam a conscientização ambiental. São cursos, palestras, seminários e workshops que tem por objetivo a disseminação do conheciemento para realização de boas práticas ambientais.


Entre as ações está o DIADESOL, que, no Brasil, segue o modelo do Dia Interamericano de Limpeza e Cidadania, uma iniciativa internacional promovida pela OPAS - Organização Panamericana de Saúde e AIDIS - Associação Interamericana de Engenharia Ambiental, para desenvolver atividades que despertem a consciência das populações da América Latina sobre questões relativas aos resíduos sólidos.


Em São Paulo, o DIADESOL é organizado pela Câmara Técnica de Resíduos Sólidos da ABES-SP, em parceria com o Fórum Lixo e Cidadania do Estado de São Paulo, que desde 2006 comemora a data com ações que buscam envolver todos os setores da sociedade, abrangendo pessoas de todas as idades. A cada ano o evento ganha novas proporções e atinge novos públicos.


Dante Ragazzi Pauli, presidente da ABES-SP, destaca o crescimento das ações do DIADESOL no decorrer dos anos e acredita que “cada vez mais a sociedade civil, o poder público e privado têm estado mais engajados na conscientização para o descarte dos resíduos sólidos e os impactos gerados".

Entre as diversas ações promovidas, também está o Programa JPS – Jovens Profissionais do Saneamento, como uma oportunidade de desenvolvimento contínuo para despertar habilidades e lideranças entre os jovens que começam a atuar na área do saneamento ambiental, bem como satisfazer as necessidades presentes e futuras do setor.
Desta forma, ciente da importância de disseminar ações que promovam a educação em seus vários níveis, a ABES-SP reforça o compromisso com o meio ambiente e a promoção de iniciativas para fortalecer o conceito de consciência ambiental na cidade de São Paulo.









quinta-feira, 26 de abril de 2012

Ranking divulga os países mais sustentáveis do ano



Algumas regiões que se preocupam com a sustentabilidade e preservação ambiental foram avaliadas por Universidades americanas, e foram classificadas como mais ou menos sustentáveis. O ranking Environmental Performance Index  usou critérios como biodiversidade, saúde ambiental, recursos naturais e poluição do ar para definir quais são os países mais sustentáveis do mundo no ano de 2012.
Abaixo estão os cinco primeiros, baseado na reportagem do Planeta Sustentável:

1 – Suíça
A Suíça foi destacada pelo esforço em melhorar a qualidade do ar e aplicação sustentável na política. Ela está à frente porque tem um número considerável de usinas geotérmicas, que reduzem consideravelmente a dependência de combustíveis fósseis.


2 – Letônia
Investe principalmente em diminuição de produtos químicos e poluição do ar. O ambiente é um grande atrativo para turistas, por ser muito bem preservado. A preocupação com a agricultura sustentável é exemplar: a maior parte das fazendas utiliza apenas compostos naturais no lugar dos agrotóxicos.

3 – Noruega
A paisagem natural nos países donos da segunda e terceira posições explana visualmente o cuidado com o meio ambiente de seus habitantes. Mais ambiciosa, a Noruega busca vencer os combustíveis fósseis e foi a primeira nação a instalar postos de abastecimento a hidrogênio.


4 – Luxemburgo
O pequeno país se empenha no cumprimento das práticas verdes e entrou para a lista em função do incentivo à população. Entre as metas do programa, estão a compra de carros ecológicos e aparelhos domésticos sustentáveis, o que gera pontos ao país em saúde ambiental.

5 – Costa Rica
Forte dependente de produção e exportação de eletrônicos, a Costa Rica é evoluída em diversos aspectos, mas tem grande preocupação em manter sua beleza natural. Já replantou milhões de árvores, depois de ser castigada durante anos com o desmatamento, e protege as regiões verdes quase intactas. Além disso, investe em energias alternativas.


E para você, é surpresa não ver o Brasil entre os cinco países mais sustentáveis de 2012?

Informações retiradas do site hypeness, disponível em http://style.greenvana.com/2012/ranking-divulga-os-paises-mais-sustentaveis-do-ano/



                                              
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Foto do Dia: Serra da Bocaina - Um paraíso entre Rio de Janeiro e São Paulo






quarta-feira, 25 de abril de 2012

Foto do Dia: Família de passarinhos se espreme em galho de árvore para enfrentar nevasca em NY



ABES-SP realiza projeto na Vila Machado

O bairro Vila Machado localiza-se às margens da represa Paiva Castro no município de Mairiporã a cerca de 10 km do centro da cidade. É um bairro típico de periferia, composto por 240 domicílios, com soluções individuais de coleta de esgotos sanitários, dos quais 60%  utilizam fossa negra como forma de esgotamento. Essa estrutura de saneamento em que os moradores são responsáveis pelo encaminhamento e disposição dos esgotos domésticos foi o diferencial para escolha desta área.Em um trabalho anterior realizado pela Sabesp junto a comunidade da Vila Machado  foram levantadas as seguintes prioridades da população: coleta de esgotos (águas servidas) e coleta de lixo (eliminação de vetores,  mau cheiro e doenças de veiculação hídrica); a construção de centro de convivência que englobaria creche, pré-escola e área de lazer para as crianças; calçamento adequado, iluminação e Posto Policial.Baseada nestas questões, a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção São Paulo (ABES-SP), que é uma  ONG sem fins lucrativos, elaborou o Projeto Piloto Vila Machado. O  objetivo é buscar modelo de gestão sustentável e participativa, que garanta a destinação adequada dos esgotos gerados bem como a preservação dos recursos hídricos,  garantindo a saúde da população e a proteção do meio ambiente. 


Área selecionada para a realização do projeto

Este projeto, que terá duração de 12 meses, é financiado pelo Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO) da Secretaria Estadual de Estadual de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo, Sabesp e ABES e tem apoio da Unicamp e da Prefeitura Municipal de Mairiporã.
A implementação do projeto se dará através de metodologias de educação participativa, composta por encontros, oficinas temáticas, palestras e dinâmicas para envolvimento dos moradores e parceiros na realização de um diagnóstico e identificação de possíveis soluções de esgotamento. Com essas informações serão acordadas soluções técnicas e de gestão das mesmas, envolvendo a comunidade e as instituições parceiras em todo o processo, do projeto até a construção, e por fim, operação e manutenção das unidades de tratamento. Espera-se haver entendimentos entre a comunidade e os parceiros do Projeto para implantação da alternativa de esgotamento escolhida. No escopo do projeto não está prevista a construção de obras. Essa será uma etapa posterior a ser acordada entre população, parceiros e Prefeitura.




terça-feira, 24 de abril de 2012

Foto do Dia: Lago Negro, Gramado - RS


Em workshop, ABES-SP consolida o papel do jovem profissional de saneamento


Evento também marcou a inauguração da Câmara Técnica de Educação Ambiental da Subseção Campinas



A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES-SP), em continuidade à missão de disseminar práticas inovadoras e ser referência no segmento, realizou o II Workshop Panorama do Setor de Saneamento para Jovens Profissionais, na Unicamp – Universidade Estadual de Campinas, no dia 12 de abril.

Na ocasião, Jaqueline Rocha, secretaria da Subseção Itapetininga da ABES-SP, definiu o programa Jovens Profissionais do Saneamento (JPS) como uma oportunidade de desenvolvimento contínuo para despertar habilidades e lideranças entre os jovens que começam a atuar na área do saneamento ambiental, bem como satisfazer as necessidades presentes e futuras do setor.

Para fomentar a idéia, Fátima Valério de Carvalho, assessora da diretoria metropolitana da Sabesp, ministrou a palestra “Saneamento básico: experiências do passado, constatações do presente e o futuro, o que esperar?”.

Na apresentação, a especialista forneceu um contexto histórico aos presentes, ao citar as grandes epidemias e pestes alastradas pela Europa entre os séculos V e XV. “A partir deste ponto houve a consciência sobre a saúde pública, mas ela apenas seria correlacionada com o meio ambiente na Idade Moderna”, afirmou.

Segundo ela, devido à falta de planejamento, grandes déficits foram gerados, como a existência de 900 milhões de pessoas sem o acesso à água tratada atualmente. A especialista ainda citou as metas da Sabesp, que estipula em 95% a quantidade de esgoto coletado e em 100% o tratamento deste montante. “Este é o nosso desafio para o ano de 2023”, disse. “Entretanto, encontrar o equilíbrio entre as ações do homem e a conservação de recursos naturais é um desafio a todos nós”, completou.

Fátima apontou um dado alarmante da Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (ABCON), cuja estimativa denota a necessidade de R$ 155 bilhões para a universalização do saneamento no Brasil. Para finalizar, mencionou uma célebre frase do escritor Guimarães Rosa: “a água de boa qualidade é como a saúde ou a liberdade: só tem valor quando acaba”.  


Nova câmara

O evento ainda reservou a inauguração da Câmara Técnica de Educação Ambiental da Subseção Campinas da ABES-SP. De acordo com Ana Lucia Brasil, coordenadora da Câmara Técnica de Comunidades Isoladas da Associação, o objetivo é conferir aos atuantes do setor uma ferramenta orientativa para conduzir projetos sociais.

Maria de Lurdes, representante da mesma câmara de Ana Lucia, disse que a nova representação se articulará com as demais. “Em São Paulo, temos uma estrutura melhor que os outros estados, mas os hábitos sanitários são os mesmos. Falta educação”, considerou, ao justificar a importância da nova câmara.

Ana Lucia também falou da história da ABES que, desde 1966, é reconhecida como uma instituição devidamente capacitada para exercer, de forma ampla e plural, uma significativa liderança nos diversos setores que integram o saneamento básico e ambiental brasileiro. “A ABES tem o diferencial de ser uma associação múltiplo-funcional, já que possui engenheiros, advogados, estudantes e jornalistas, entre outros profissionais, como sócios. Isto nos capacita a ter uma atuação muito mais ampla”, finalizou.  




por Victor Faverin





  


segunda-feira, 23 de abril de 2012

Macaquinho rejeitado pela mãe chupa dedo em zoo de Paris




22 de abril: Dia do Planeta Terra


No dia 22 de abril comemora-se o dia do Planeta Terra. O movimento de comemoração começou da década de 1970, nos Estados Unidos, e ganhou o Brasil como adepto a partir de 1990. A intenção da data é atentar os cidadãos do mundo todo para a preservação do planeta em que vivemos – que passa por sérios problemas ambientais há muito tempo.

A Terra é o enorme lugar onde vivemos e a sua capacidade de abrigar um grande numero de habitantes vem sendo destruída pelos seus próprios “moradores”. O mau uso da água, excesso de carros, desmatamento de florestas, verticalização das cidades e grande volume de lixo produzido, são apenas alguns dos hábitos que contribuem para a degradação da Terra. 


Para ilustrar esse triste panorama, podemos usar a destruição da Camada de Ozônio como uma grande questão a ser tratada. A camada de ozônio funciona como uma capa de gás que envolve o planeta, servindo para protegê-lo de algumas radiações nocivas ao ser humano. A grande questão é que grande parte dos gases emitidos na atmosfera, em decorrência dos nossos hábitos, estão destruindo nossa estrutura e, consequentemente, alterando a composição natural da Terra, aumentando bruscamente as nossas temperaturas. Os reflexos desse descaso estão cada vez mais presentes no cotidiano dos cidadãos: a incidência dos registros de câncer de pele, por exemplo, tem aumentado exponencialmente.

A elevação dos níveis dos oceanos, provenientes do derretimento das geleiras é outra característica dos maus tratos dados à natureza. Tal instancia envolve não somente nós, seres humanos, como também os animais habitantes de diversas partes do globo. Varias espécies estão entrando em extinção de uma forma massiva e extremamente rápida. 

Geleira derretendo em decorrência do aquecimento global

Enquanto habitantes do Planeta Terra, devemos tomar pequenas atitudes diárias para utilizar seus recursos de maneira sustentável. Algumas pequenas mudanças podem propiciar uma mudança significativa da nossa qualidade de vida: economizar água, trocar o transporte particular pelo coletivo, evitar o consumo desnecessário de produtos, compostagem caseira e separação do lixo, são atitudes que passariam a mudar o cenário ambiental dos dias atuais. Não podemos esquecer que o planeta é nossa única casa, instransponível e intransferível.

“O mundo em que vivemos não nos foi dados de presente por nosso pais, mas sim emprestado por nossos filhos e netos.”