quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

ARTIGO: Engenheiro ambiental, ator essencial à sociedade sustentável

Historicamente, o desenvolvimento do conhecimento aplicado – tecnologia e inovação - galgou-se em visões tecnicistas e reducionistas dos sistemas naturais à categoria de recursos para a geração de riquezas. Sistematicamente, ignorou-se, por variados motivos, o tempo, a fragilidade e as necessidades de regeneração do meio físico natural, mesmo sendo o principal suporte da vida.
A engenharia clássica adota como modelo decisório para os seus empreendimentos o rendimento econômico, utilizando os materiais e as energias da natureza, apoiada em conhecimentos científicos, com o objetivo de realizar empreendimentos de máxima rentabilidade financeira. Os engenheiros preocupavam-se em responder de forma eficiente, dentro desta lógica, aos problemas que surgiam. Porém, os efeitos adversos (externalidades) dos sistemas produtivos e da expansão urbana, com destaque ao crescimento populacional, não foram contabilizados.
O resultado que observamos hoje são as crises ambientais de proporções imprevisíveis: escassez de água potável e contaminação de corpos hídricos, redução da biodiversidade, alterações climáticas locais e globais, contaminação do solo e do ar, desmatamento e queimadas das matas e florestas, geração e destinação inadequada dos resíduos sólidos, deslizamentos em áreas habitadas, extravasamento.
 É neste contexto de desafios complexos e intricados que a solução dos problemas de grande magnitude demandava um profissional com uma visão ampla e integrada, capaz de propor um desenvolvimento urbano e de sociedade, integrando ambos. Nos seus primórdios remetia-se à Engenharia Civil e Sanitária, e, mais recentemente, com uma visão tecnológica, integrada e interdisciplinar, constituindo-se como uma peça chave no desafio contemporâneo de relacionar sociedade-economia, cultura, ciência, tecnologia, política e meio ambiente, entendendo tanto sociedade quanto meio ambiente como partes de processos de interações permanentes.
Dessa forma, o engenheiro nos dias atuais assume responsabilidades de gerenciamento de pessoas e processos que requerem, além dos conhecimentos técnicos, conhecimentos humanos e sociais. Recomenda-se, assim, como atributos do profissional em engenharia ambiental, uma educação ampla, crítica e reflexiva, necessária para entender o impacto das soluções da engenharia para um desenvolvimento urbano sustentável local, regional e global.
Nossa capacidade transformadora é maravilhosa!
Considerada como uma das graduações mais promissoras, a Engenharia Ambiental no Brasil é voltada para o desenvolvimento econômico sustentável com a função de resolver problemas concretos de prevenção e remediação (atividade corretiva) diante das ações antrópicas, mediante aplicações da tecnologia disponível, pontual e localmente apropriada, respeitando os limites dos recursos naturais e humanos. É um profissional interdisciplinar, o elo entre todos os profissionais envolvidos em uma obra. Sua visão deve ser sistêmica.
Não faltam desafios aos engenheiros ambientais, pois sobram problemas do passado e o futuro aponta para preocupações cada vez mais pungentes na área das ciências.
 A escolha de 31 de janeiro deve-se ao fato de, nessa data, ter-se graduado no Brasil a primeira turma de engenheiros ambientais.
Parabenizamos todos os acadêmicos e profissionais pela passagem do dia e aproveitamos para desejar sucesso e realizações.
PARABÉNS, ENGENHEIROS AMBIENTAIS!!!!

Leonardo Varallo, acadêmico de Engenharia Ambiental pela UFABC e membro JPS -SP;
Thiago Leite, Engº Ambiental; Roger Gregório, Engº Civil e coordenador do JPS-SP;
Magner Alandey Dantas da Silva, Engº Ambiental e membro do JPS.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Como uma postura "verde" do Vaticano pode influenciar a sustentabilidade?

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Papa Francisco discursa durante a Jornada Mundial da
 Juventude, no Rio de Janeiro | Foto: Jorge in Brazil


Pouca gente questiona a popularidade atual do papa Francisco. Carismático e reformador, o líder da Igreja Católica angaria cada vez mais admiradores em todo o mundo, inclusive os não-católicos. Mas onde entra o meio ambiente nisso? É que o tema tem tido presença constante nos discursos do sucessor de Bento XVI. O que isso pode significar?

Em análise recente publicada no site da revista Página 22, a jornalista Regina Scharf observa que o padre Federico Lombardi, porta-voz do papa, anunciou que a Igreja produz atualmente uma encíclica (documento pontifício dirigido aos bispos de todo o mundo e, por meio deles, aos fiéis) sobre a "ecologia humana".

Segundo Scharf, "o papa Francisco tem dado evidências de que é bastante engajado nas lutas ambientais". A jornalista lembra que a adoção do nome de São Francisco de Assis não foi casual. Pouco após sua eleição, ele justificou a escolha do padroeiro dos animais, que: ”nos ensina um profundo respeito por toda a criação e a proteção do nosso meio ambiente, que, com excessiva frequência, em vez de ser usada para o bem, é explorada com ganância, em detrimento de todos”.

O papa é sustentável?

"Daí em diante, o tema ambiental nunca saiu de pauta. Francisco costuma condenar a cultura do desperdício e promover os benefícios sociais e ambientais da reciclagem. Sempre que pode, ele favorece o transporte público, deixando o papamóvel na garagem, para desespero dos fiéis que temem por sua segurança e não esquecem o atentado contra João Paulo II", enumera Scharf. Em julho, noticiamos aqui no EcoD que o papa foi presenteado com uma bicicleta elétrica da Mercedes.

O assunto, reforça ela, também foi abordado na passagem do papa pelo Brasil, em meados de 2013, durante a Jornada Mundial da Juventude, quando ele pediu que as florestas tropicais fossem tratadas como um jardim. "Finalmente, há alguns dias, num encontro com diplomatas baseados no Vaticano, ele declarou que 'Deus sempre perdoa, nós às vezes perdoamos, mas a natureza – a criação – é maltratada, ela nunca perdoa'”.

"Desnecessário lembrar o impacto positivo que uma encíclica verde pode ter sobre a postura de 1,2 bilhão de católicos. A Igreja – como, aliás, todas as religiões organizadas – faz cabeças. Documentos gerados no Vaticano inspiram sermões, campanhas da fraternidade e outras atividades em milhares de paróquias. Vamos ver até onde vai, e quais serão as nuances, do engajamento ambiental do novo papa", conclui Regina Scharf.


Fonte: Ecodesenvolvimento.com



Por que os investimentos verdes no Brasil desabaram em 2013?

activsolar/Creative Commons


Se 2013 não foi lá um ano excepcional de investimentos emtecnologias limpas no mundo, quando se coloca a lupa sobre o Brasil, a derrocada é patente. O investimento caiu pela metade, bem abaixo da queda média mundial de 11%.

No ano passado, o país investiu US$ 3.4 bilhões em fontes renováveis e sistemas inteligentes de energia, ante uma contribuição de US$ 7.1 bilhões em 2012. Os dados são da empresa de pesquisa Bloomberg New Energy Finance (Bnef).

PIBINHO E VENTOS FRACOS
Para especialistas, a baixa contribuição brasileira é reflexo da situação econômica do país no ano anterior e dos negócios acordados no período. Um ano que foi especialmente ruim para a eólica, como lembra Elbia Melo, presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). “Em 2012, foram contratados apenas 289 MW, uma queda de 90% em relação ao volume contratado no anterior e o menor desde 2009”, explicou a executiva à EXAME.com. 

O baixo crescimento do PIB naquele ano, que foi de 0,9% - o pior desempenho desde o pico da crise, em 2009, quando encolheu 0,3% - também gerou um “pessimismo no investidor”, que recuou nas aplicações de capital.

Outra fator que ajudou a achatar os números do país, segundo Élbia, foi a Medida Provisória 579, que trata das renovações das concessões de geração, transmissão e distribuição do setor elétrico. “Gerou mal estar no mercado e mexeu com o espirito dos investidores”, disse.

Para 2014, as perspectivas são promissoras, reflexo do bom desempenho dos negócios de 2013, considerado fora da curva: a eólica contratou 4.7 GW, superando a contratação recorde de 2011, de 2.7 GW.

AMÉRICA LATINA: A NOVA FRONTEIRA
Desde 2004, o Brasil vinha dominando o mercado de energia limpa na América Latina, respondendo em média por 60% de todos os investimentos na região. Isso mudou em 2013. Chile, México e Uruguai todos investiram mais de US$ 1 bilhão para a energia limpa, conforme o estudo da Bnef.

“Não só a indústria está se consolidando nesses países como tem aumentado as condições favoráveis para expansão de novas fontes. Em outras partes do mundo, o mercado está aturado”, explicou à EXAME.com a analista de pesquisa da Bloomberg New Energy Finance, Lilian Alves.

Depois de viver secas e apagões frequentes, o Uruguai resolveu apostar em energia eólica e solar, como alternativa às termelétricas a diesel e à vulnerabilidade de suas hidroelétricas.

Sem recurso de geração de energia no Norte, o Chile está aproveitando o potencial de insolação da região para atrair projetos grandes de centrais solares.

Enquanto isso, o México possui recursos eólicos de alto aproveitamento e se mostra um mercado tão atraente quanto o Brasil: tem infraestrutura grande e uma alta demanda por energia.



Fonte: Planeta Sustentável 

Investimento global em energia limpa caiu 11% em 2013

pietromenditto/Creative Commons


Os investimentos em energia renovável caíram pelo segundo ano consecutivo, de acordo com dados da empresa de pesquisa Bloomberg New Energy Finance (Bnef). No ano passado, os investimentos em fontes limpas e sistemas inteligentes de energia somaram US$ 254 bilhões, ante US$ 286.2 bilhões de 2012.

O recorde de investimentos na área ocorreu em 2011, com um total de US$ 317.9 bilhões. Segundo a Bnef, o reduzido volume de investimento em 2013 é reflexo de duas condições. Em parte, ele se explica pela queda no custo desistemas fotovoltaicos, uma conjuntura positiva.

Mas também tem a ver com o impacto sobre a confiança dos investidores das mudanças na política em relação à energia renovável na Europa e nos Esrados Unidos (EUA). Os EUA, como um dos maiores investidores em energia limpa, ao lado da China, viu seus compromissos despencarem 8,4%, de US$ 53 bilhões para US$ 48.4 bilhões.

Já a China investiu US$ 61.3 bilhões no setor no ano passado, uma queda modesta de 3,8 % em relação a 2012. Esta foi a primeira redução no investimento chinês em energia limpa em mais de um década. Quando se olha a participação do velho continente, a diferença é gritante. Os investimentos da Europa em energia limpa caíram 41%, para US$ 57.8 bilhões, ante os US$ 97.8 bilhões de 2012.

Segundo a Bnef, a queda pode ser entendida, em grande parte, porque países como Alemanha, Itália e França deram sinais trocados em dois momentos: não apenas restringiram subsídios para o setor, como não contiveram incertezas sobre planos futuros para área.

Na contramão, o Japão aumentou seus investimentos em 55%, somando US$ 35.4 bilhões em 2013. A alta japonesa foi estimulada por um boom de instalação solar em pequena escala que está preenchendo a lacuna deixada pelas usinas nucleares fechadas, avalia a Bnef.


Fonte: Planeta Sustentável 

Aprenda a fazer tinta usando ingredientes naturais

Com poucos ingredientes você faz uma tinta livre de químicos para as crianças.
Com poucos ingredientes você faz uma tinta livre de
químicos para as crianças. 
Foto :Pennuja/Flickr

A pintura é uma atividade artística que agrada muito as crianças. Em especial, as mais novas. Entretanto, todos sabem que as tintas encontradas nas prateleiras das papelarias são compostos por ingredientes pouco confiáveis. Muitas vezes são utilizados químicos que tanto afetam a saúde dos pequenos quanto os rios, após serem descartados.

Uma alternativa para evitar o uso de tais tinturas é fazer a sua própria composição utilizando ingredientes caseiros, como ensina o site eHow. Separe os itens, chame as crianças e mãos à obra. Veja abaixo os materiais necessários.

- Frasco de vidro pequeno com tampa
- ½ xícara de frutas vermelhas
- Colher de pau ou de plástico
- ½ colher (chá) de vinagre
- ½ colher (chá) de sal
- Tigela média
- Geladeira
- Coador
Como fazer:

O primeiro passo é colocar ½ xícara de frutas em um coador sobre uma tigela. É importante que as frutas estejam frescas, o tipo de fruta é escolhida por quem irá fazê-la dependendo da cor que deseja preparar sua tinta.

Amasse as frutas no coador utilizando a colher e retire o máximo de líquido possível. Em seguida, adicione o vinagre ao suco e misture. Junte o sal a esta composição – ele será responsável por impedir o mofo.

O último passo é despejar a tinta da fruta em um frasco limpo e mantê-lo bem fechado, quando não estiver em uso. Para preservar o líquido ao máximo, armazene a tinta natural na geladeira ou freezer.

Fonte: Ciclo Vivo 

Gazprom e Gap são eleitas as piores empresas do ano

A Gazprom tem planos de perfurar o Ártico para explorar petróleo .
A Gazprom tem planos de perfurar o Ártico para explorar petróleo . 
Foto :Santiago Engelhardt/Greenpeace

Como já é tradição durante o Fórum Econômico Mundial, a organização ambiental Greenpeace divulgou os nomes das vencedoras do “Public Eye Award” – que elege as piores empresas do ano.

A petrolífera russa Gazprom foi escolhida por votação popular, enquanto a gigante têxtil Gap foi eleita pelo júri. Esta última foi indicada pelo Fórum Internacional de Direitos Trabalhistas, que esperava mais comprometimento da empresa após a queda do edifício Rana Plaza Factory, que resultou na morte de 1100 funcionários e outros feridos. O órgão ainda tentou um acordo pela segurança de edificações e incêndios no país, mas a GAP se recusou a assinar o documento.

Já a Gazprom teve grande destaque na mídia do mundo inteiro, após ativistas do Greenpeace serem presos enquanto faziam um protesto em uma de suas plataformas. O grupo questionava os impactos ambientes que seriam causados caso a empresa iniciasse a exploração de petróleo no Ártico.

Troféus para as empresas eleitas - Public Eye Awards

O anúncio das piores empresas foi realizado em Davos, na Suíça, onde acontece o Fórum Econômico Mundial, por Kumi Naidoo, diretor-executivo do Greenpeace Internacional.

Em 2012, o indesejado prêmio foi para a companhia brasileira Vale e na última edição para a petrolífera Shell, devido suas inúmeras tentativas de explorar o Ártico.

Designer cria biotênis impressos em 3D que se autorregeneram

Feito de material biossintético, o calçado envolve os pés como uma segunda pele.
Feito de material biossintético, o calçado envolve os
 pés como uma segunda pele. 
Foto :Shamees Aden/Divulgação

Futuros corredores em busca do calçado perfeito já podem sonhar com um tênis feito de material biossintético, que envolve os pés como uma segunda pele. Reagindo à pressão, ao impacto e ao movimento, o tênis aumentará o amortecimento quando necessário e será capaz até de se “consertar” durante a noite.

Desenvolvido pela designer e pesquisadora londrina Shamees Aden, o biotênis seria impresso em 3D com um material fabricado com tecnologia protocelular. Embora não tenham existência individual, as protocélulas são moléculas básicas capazes de produzir organismos vivos. Por meio dessa combinação de moléculas, os cientistas tentam gerar sistemas orgânicos artificiais que podem ser programados para reagir à luz, pressão e calor.

“Essas células têm a capacidade de inflar e desinflar, e de reagir à pressão”, contou Aden ao site Dezeen. “Enquanto você corre em diferentes terrenos e texturas, elas inflam ou desinflam dependendo da pressão aplicada, o que pode ser útil aos corredores”.

Como as protocélulas perderiam energia depois da corrida, os esportistas teriam que mergulhar os biotênis em um recipiente com um líquido protocelular para manter a saúde dos organismos. Aden explica que manter o tênis “funcionando” é como cuidar de uma planta, basta fornecer os recursos naturais certos para regenerar as células. O líquido em que os tênis são mergulhados também pode ser tingido com corante alimentar, permitindo que o calçado mude de cor.

Por enquanto, o tênis orgânico ainda é um conceito, mas Aden imagina que ele possa tornar realidade até 2050. Até lá, a designer usa o projeto para divulgar o potencial da tecnologia protocelular. 


Fonte: Ciclo Vivo 

Rumores sugerem que futuro iPhone 6 será carregado por energia solar

Rumores, patentes e pedidos de produção de fábrica parecem indicar que a  nova versão do iPhone 6, da Apple, terá um sistema de carregamento solar. Eles sugerem que o novo modelo será capaz de se autocarregar utilizando uma tela de vidro de safira.

O novo modelo seria capaz de se autocarregar utilizando uma tela de vidro de safira.
O novo modelo seria capaz de se autocarregar utilizando
 uma tela de vidro de safira. 
Foto :Health Gauge

De acordo com o analista do site Seeking Alpha’s Matt Margolis, esta nova funcionalidade seria parte de um esforço para prolongar a vida útil da bateria do iPhone. O analista prevê que a Apple vai implementar uma tela de vidro de safira incorporado com células solares, que poderão ser produzidos na fábrica da empresa no Arizona, EUA.

Não há como dizer se os rumores são verdadeiros ou não, mas há pistas que reforçam esta teoria. Em setembro, por exemplo, a empresa postou um anúncio de emprego para um engenheiro com experiência na indústria solar para trabalhar em seus dispositivos móveis.

Dois meses depois, a Apple também anunciou uma parceria de 578 milhões de dólares com especialistas de cristal mineral da empresa GT Advanced Technologies, somando-se as especulações. Além disso, no final de outubro, o departamento de patentes e marcas dos EUA publicou umapatente da Apple para um sistema de gerenciamento de energia que utiliza os raios do sol para operar dispositivos iOS e Mac.

De acordo com o blog de tecnologia PhoneArena, protótipos de um iPhone ostentando uma tela de vidro de safira já podem estar em produção. O blog relata que a fábrica da Foxconn, em Shenzen (China), reuniu cem protótipos de um iPhone da próxima geração que troca o Gorilla Glass para um visor de vidro de safira.

Vidros de safira são conhecidos por serem cerca de três vezes mais duráveis que o Corning Gorilla Glass, que é o utilizado hoje na maioria dos smartphones. Displays com base em vidro de safira ainda são muito caros para serem implementados em escala comercial, e, até agora, a tecnologia tem sido utilizada principalmente na indústria aeroespacial, militar e dispositivos médicos.

Para Nigam Arora, colunista da revista Forbes, é pouco provável que as células solares serão incluídas já no iPhone 6. “A tecnologia ainda não é suficiente. A película transparente fina com células solares embutidas tem uma eficiência muito baixa em termos de conversão de luz em eletricidade. E não é uma vantagem significativa para a melhoria da vida da bateria. Tal como acontece com todas as tecnologias, a eficiência irá melhorar ao longo de um período de tempo. Uma tela de safira com um laminado de película contendo células solares é provável no iPhone 7, mas não no iPhone 6".


Fonte: Ciclo Vivo 

Sabesp pede que população da Grande SP economize água

A companhia divulgou um comunicado alertando à população sobre a escassez de água neste verão.
A companhia divulgou um comunicado alertando à população
sobre a escassez de água neste verão. 
Foto :Otubo/Flickr

Na última segunda-feira (27), a Sabesp, companhia de água e saneamento básico do governo de São Paulo, divulgou um comunicado alertando à população sobre a escassez de água que a Grande São Paulo enfrenta neste verão. O objetivo é informar e pedir a colaboração dos paulistanos.

O Sistema Cantareira, composto por represas ao norte da região metropolitana, que abastece oito milhões de pessoas, está com o mais baixo nível de armazenamento dos últimos dez anos. Um dado realmente preocupante que foi divulgado na nota.

A falta de chuvas em dezembro, ainda de acordo com a Sabesp, registrou o menor índice dos últimos 84 anos, o que piorou a situação. De forma que o sistema passou a operar com apenas 24% da capacidade.

Na rede social Twitter, o perfil da companhia dá conselhos aos “seguidores” para que economizem água: tomar banhos rápidos e substituir a mangueira pela vassoura na hora de lavar a calçada são algumas das dicas.

Veja aqui, 10 dicas do CicloVivo para economizar água.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Oficina gratuita de horticultura orgânica é oferecida em SP

O objetivo é facilitar o consumo sustentável de alimentos mais nutritivos e livre de agrotóxicos.
O objetivo é facilitar o consumo sustentável de alimentos
mais nutritivos e livre de agrotóxicos. 
Foto :Rodrigo Favera/Flickr

O Centro Cultural da Juventude (CCJ) ministrará um curso que tem como objetivo incentivar e facilitar o consumo sustentável de alimentos mais nutritivos e livre de agrotóxicos como: brotos, frutos, hortaliças, ervas e plantas aromáticas e medicinais em suportes não convencionais e espaços adaptados.

Os mediadores Rafael Bordon (ex-monitor cultural do CCJ) e Isaque Gomes (Espaço Arboreser), por meio de atividades técnicas e práticas de cultivo, aplicam metodologias cooperativas, pedagógicas, sócio-educativas e ambientais a fim de estimular o planejamento e implementação de projetos coletivos ou empreendimentos individuais de plantações de hortas que têm como princípio o desenvolvimento pessoal, profissional e local.

Totalmente gratuita, a oficina será realizada nos dias 6,7,13 e 14 de fevereiro, quintas e sextas das 14h às 16h. Qualquer pessoa interessada pode se inscrever diretamente na recepção do CCJ ou pelo telefone 3984-2466. Há vinte vagas disponíveis.

O CCJ está localizado na Avenida Deputado Emílio Carlos, 3.641, Vila Nova Cachoeirinha, na zona norte da cidade. Próximo do Terminal de Ônibus Cachoeirinha.


Fonte: Ciclo Vivo 

Chapada dos veadeiros (GO) bate recorde de visitação

O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, localizado em Goiás, bateu recorde de visitação em 2013, com 25% a mais de visitantes do que no ano de 2012. Nos três anos anteriores, o número de visitantes se manteve praticamente igual.

A caminhada e os banhos de cachoeira são as principais atividades no Parque.
A caminhada e os banhos de cachoeira são
as principais atividades no Parque. 
Foto :Cecilia Heinen/Flickr

Este significativo aumento se deve ao fato do parque ter realizado, no ano passado, duas grandes mudanças: a permissão da entrada de visitantes sem a obrigatoriedade de estarem acompanhados de um guia, seguindo as recomendações da IN nº 08/2008, e a abertura da Travessia das Sete Quedas.
Marina Campos Vinhal/cc
L'Astorina /cc

Shinagawa/Flickr


Apesar do baixo número de visitantes quando comparado às demais unidades de conservação (UC) no Brasil – 27 mil visitantes/ano –, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros recebe um público diferenciado, que busca longas caminhadas, realizando percursos que variam de 10 a 23 km.

A expectativa é de que em 2014 a região tenha um aumento de visitação ainda mais significativo, devido a abertura de novos atrativos e um maior trabalho de divulgação da UC.

Ana Cotta/Flickr

Sobre o parque

Criado em 1961, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros está localizado no nordeste do Estado de Goiás, entre os municípios de Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante e Colinas do Sul. Protegendo uma área de 65.514 ha de cerrado de altitude, possui formações vegetais únicas, centenas de nascentes e cursos d’água, rochas com mais de um bilhão de anos, além de paisagens de rara beleza, com feições que se alteram ao longo do ano. O Parque também preserva áreas de antigos garimpos, como parte da história local e foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO, em 2001.

Cecilia Heinen/Flickr

Além da conservação, o Parque tem como objetivos a pesquisa científica, a educação ambiental e a visitação pública. A caminhada e os banhos de cachoeira são as principais atividades no Parque, nas imensas paisagens da Chapada, numa viagem pelo Cerrado brasileiro nas antigas rotas usadas por garimpeiros, hoje utilizadas pelos visitantes. As informações são do ICMBio.

Felipe Venâncio/Flickr


Fonte: Ciclo Vivo 

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Companhia energética produz anúncio impresso sem usar eletricidade

O material foi produzido artesanalmente em todo seu processo.

Sensibilizar o público sobre como a falta de energia elétrica afeta a vida de milhares de pessoas foi o desafio que a agência Leo Burnett Lisboa assumiu ao ter como cliente a EDP Group, operadora europeia de energia.

Criatividade não faltou na campanha Access to Energy, que produziu um anúncio artesanalmente e sem uso de eletricidade em todo seu processo. Para isso, fizeram papeis artesanais e desenhos à mão, que foram dobrados um por um. As cópias também eram manuais, sendo a luz do sol fonte na impressão de litografia (técnica de gravura). Em seguida, através de silk screen, pintaram toda a arte e registraram o processo com uma câmera analógica.


O resultado foi um anúncio que explica como seu cliente, no caso a EDP Group, atua para ajudar as comunidades isoladas e também dá dicas para um consumo mais consciente.

Ao ver o trabalho pronto, é incrível imaginar que todo esse trabalho tenha sido feito usando tecnologias pouco modernas. O processo pode ser conferido no vídeo abaixo.




Fonte: Ciclo Vivo 

Ponte solar em Londres vai suprir metade da energia da estação de trem

Existem diversas pontes em todo o mundo, não é verdade? É quase impossível imaginar uma grande cidade desprovida de, ao menos, uma dessas construções, que têm como principal característica a ligação de duas regiões distintas. Mas que tal uma ponte que, além de desempenhar sua função básica, ainda gera energia solar?


Depois de quase cinco anos, Londres concluiu na quarta-feira, 22 de janeiro, a instalação de 4,400 painéis fotovoltaicos na ponte Blackfriars, sobre o Rio Tâmisa, cartão postal da capital inglesa. A energia gerada vai suprir metade do consumo da estação ferroviária London Blackfriars.


Maior ponte solar do mundo, superando a passarela Kurilpa, na Austrália, e o Solar Tunnel, na Bélgica, a Blackfriars conta com seis mil metros quadrados de teto solar, capazes de produzir 900 mil kWh por ano.


Responsável pela operação da estação, a empresa First Capital Connect visa dois objetivos: cortar os custos da conta de luz e reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 511 toneladas por ano, o equivalente a cerca de 89 mil viagens de carros.

Viagem sustentável

"Os trens elétricos já são a forma mais ecológica de transporte público - este telhado dá aos nossos passageiros uma viagem ainda mais sustentável", destacou David Statham, diretor da First Capital Connect, ao portal Business Green. "O telhado solar também se tornou um marco da nossa estação, visível por quilômetros ao longo do Rio Tamisa", completou.


A empresa responsável pela instalação dos painéis foi a londrina Solarcentury. Já os módulos solares de alta eficiência utilizados foram fabricados pela Panasonic.



A estação ficou mais arejada e com melhor iluminação natural, além de também passar a contar com sistema de captação de água da chuva.

Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Saiba como fazer um jardim vertical usando pallets

O jardim de suculentas é ideal para varandas de apartamentos e pequenos espaços.

Existem muitos projetos decorativos que usam pallets, da mesma forma que existem diversas opções de jardins verticais. A ideia de misturar os dois é da paisagista Fern Richardson, do blog Life on the Balcony, e o CicloVivo mostra o passo a passo.

Materiais:  Um pallet, lona de jardim, lixa, grampeador e grampo, martelo e pregos, terra para envasamento e suculentas ou outras plantas.


Instruções: Lixe o pallet para que fique liso e sem farpas. Se a parte traseira de seu pallet não tiver muito apoio (às vezes você pode encontrar um, muito aberto na parte de trás), encontre alguns pedaços de madeira, com cerca de sete a dez centímetros de largura e 1/4 de espessura (ou a espessura das outras ripas) e pregue-os em seu pallet, usando dois pregos de cada lado.

Corte a lona, com tamanho de duas a três vezes maior que o pallet, e comece a grampear. Grampeie atrás, nas laterais e no fundo, tomando cuidado nos cantos. Dobre a lona de modo que a terra nunca seja derramada.


Coloque a estrutura montada em uma superfície plana e despeje a terra adubada através das ripas, pressionando firmemente. Deixe espaço suficiente para acrescentar as plantas.

Inicie a plantação, começando pela parte de baixo do estrado e terminando no topo. Certifique-se de que o solo está firmemente embalado. Adicione o solo conforme necessário para que as plantas fiquem bem firmes no final.


Regue seu jardim vertical completamente e deixe-o na horizontal de uma a duas semanas para permitir que as plantas sem enraízem. Passado este tempo, ele já pode ser configurado na posição vertical.

Nota: lembre-se de começar a regar pelo topo e depois cada seção subsequente com uma quantidade um pouco menor, pois a água irá naturalmente se infiltrar nas plantas do fundo.


Fonte: Ciclo Vivo 

2013 foi um dos anos mais quentes da história


Pesquisas de institutos reconhecidos mundialmente têm confirmado o que a população têm sentido na pele: as temperaturas atuais estão entre as mais quentes do século.

Os cientistas da Noaa (Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos EUA) afirma que a temperatura média global de 2013 foi a quarta mais alta, desde que as medições começaram a ser registradas, em 1880.

Para o Noaa, 2013 foi o 37º ano consecutivo com uma temperatura global acima da média do século 20. Os três anos mais quentes já registrados pelo grupo são de 2010, 2005 e 1998.

Além de detalhar as regiões que apresentam temperaturas acima da média, como partes da Ásia central, Oceano Ártico e Pacífico, o Noaa salienta que apenas uma parte dos Estados Unidos foi mais frio que a média e pequenas regiões do Oceano Pacífico e do Oceano Antártico. Os cientistas também ressaltam que nenhuma região do mundo foi recorde de frio durante 2013.

Já para os cientistas da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), 2013 está empatado com 2009 e 2006 como o sétimo ano mais quente da história. Para o grupo, isso mostra uma tendência em longo prazo de aumento das temperaturas globais.

A Nasa classifica os anos de 2000, 2010 e 2005 como os mais quentes já registrados. Os cientistas enfatizam que as temperaturas médias anuais sofrem alterações, mas há constantes aumentos nos níveis de gases de efeito estufa na atmosfera e, consequentemente, aumento em longo prazo na temperatura global. Isso no quer dizer que cada ano consecutivo será, necessariamente, mais quente do que no ano anterior, mas é provável que a década sucessiva seja ainda mais quente.


Fonte: Ciclo Vivo