sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

ABES-SP realiza o primeiro curso de certificação profissional

A ABES-SP promoveu, na quinta-feira, dia 16, o primeiro curso de treinamento e capacitação de profissionais, “Instalação e Manutenção de Redes, Ramais e Unidades de Medição de Água – Norma NA-020 – para nível 3”. Aplicada em parceria com a Abendi, a iniciativa é voltada para fiscais e marca uma parceria entre as duas entidades, que buscarão certificar trabalhadores de empresas prestadoras de serviços da Sabesp e funcionários da Companhia.
O coordenador do curso, Antônio Carlos do Rego, comemora o sucesso de sua aplicação e ressalta sua importância. “Esse tipo de curso é essencial para o setor, que necessita de profissionais qualificados, principalmente nessa área do N3, que corresponde aos fiscais que supervisionam e corrigem todo do serviço de rua”, explica.
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           Antônio Carlos do Rego (ao centro) entre os instrutores docurso 
Edson Torre (à direta da foto) e José Augusto Borges (à esquerda da foto)   
Um dos primeiros aprovados, Sebastião Andrade afirmou que o curso agrega muito à vida profissional do participante. “Principalmente na parte teórica, já que os conceitos adquiridos em aula se somarão aos conhecimentos da prática do dia a dia.”
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Material utilizado na prova prática

Para Anderson Amaral, coordenador de Qualidade da ABES-SP,  merece destaque a participação ativa dos alunos. "Tivemos um resultado muito produtivo, o qual atendeu a todo o plano de aula, com exercícios, estudos de caso e vídeos. Contamos com a porcentagem de 75% de aprovação em provas práticas e teóricas, o que mostra uma assimilação do conteúdo pelos participantes”, afirma.
PORTAL 1
1ª turma do curso Instalação e Manutenção de Redes, Ramais e   Unidades
 de Medição de Água – Norma NA-020 – para nível 3
                              
Segundo ele, o sucesso dessa primeira edição irá refletir na continuidade dos treinamentos, uma vez que o objetivo é abranger outros níveis de profissionais e aumentar o número de participantes. "Para os próximos, a expectativa é a melhor possível. Pretendemos realizar três turmas por semana, sendo uma para cada nível (1- ajudantes, 2 - encanadores e 3 - fiscais), treinando uma média de 180 pessoas/mês. Para tanto, será inaugurado na próxima semana o CEQ (Centro de Treinamento e Qualificação) da Sabesp, no qual será realizado o primeiro treinamento prático para nível 1", conclui.  

Brasil lança campanha de alimentos orgânicos para a Copa


Os ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e do Desenvolvimento Agrário lançaram a “Campanha Brasil Orgânico e Sustentável”, que está inserida na agenda de meio ambiente e sustentabilidade do governo federal para a Copa do Mundo de 2014. A portaria que prevê a medida foi publicada na última quinta-feira (16) no Diário Oficial da União.

Os objetivos da campanha são incentivar o consumo de produtos orgânicos, aumentar o nível de conhecimento da população para a alimentação saudável, além de ampliar e diversificar os canais de comercialização de produtos sustentáveis. A ideia é desenvolver uma cadeia produtiva mais estruturada e estimular uma demanda diferenciada, promovendo geração de emprego e renda e proteção do meio ambiente.

A campanha busca incentivar a comercialização e o consumo de produtos orgânicos e da agricultura familiar nas 12 cidades-sede da Copa por meio do aumento de oportunidades para que cooperativas divulguem e vendam seus produtos no megaevento.

“Depois de fazermos um grande trabalho na Rio+20 juntando os aspectos econômico, social e ambiental, queremos repetir isso na Copa, que é a ocasião para discutir o consumo sustentável. Queremos incentivar o consumo dos produtos orgânicos e fortalecer nossas cadeias agroecológicas. A Copa é a oportunidade para avançar a agenda da sustentabilidade”, disse a ministra Tereza Campello. 


Fonte: Ciclo Vivo 

Kalunga arrecada e envia cadernos usados para reciclagem

Ação ambiental promovida pela rede de lojas já reciclou 241 toneladas de cadernos antigos desde 2009

É na época da volta às aulas que muitos materiais escolares utilizados nos anos anteriores vão parar no lixo, mesmo aqueles em bom estado. Para tentar solucionar o problema ambiental causado pelo descarte dos cadernos, a rede de lojas Kalunga desenvolve uma campanha há seis anos, arrecadando e encaminhando os itens para a reciclagem. Desde o início da ação, a marca conscientizou milhares de pessoas e conseguiu reaproveitar mais de 241 toneladas de papel.

A campanha criada em 2009 foi intitulada “Aqui seu Caderno Usado Vale Desconto”, e tem por objetivo colaborar para o descarte sustentável dos cadernos, envolvendo, principalmente, crianças, jovens e seus pais. Assim, as pessoas apenas levam os cadernos (sem espiral, nem capa) até as unidades da Kalunga. Em troca de cada quilo entregue à loja, o consumidor ganha um real de desconto na compra de novos cadernos ou de um pacote com 100 folhas sulfite. Neste ano, a campanha se estende até o dia 15 de março.

A expectativa é que a Kalunga aumente em 18% o índice de reciclagem em 2014. No ano passado, foram arrecadadas 79 toneladas de cadernos, um expressivo aumento de 45% em relação a 2012.  Firmando sua responsabilidade com o meio ambiente, a empresa colabora também para o desenvolvimento socioeconômico da cadeia da reciclagem e incentiva as pessoas a repensarem no destino dos resíduos que produzem, atingindo, principalmente, as crianças.

Os cadernos costumam parar no lixo por diversos motivos, e muitas pessoas esquecem que as páginas costumam guardar informações importantes para o próximo período letivo e até boas recordações do ano que passou. Por outro lado, o descarte de materiais escolares em bom estado cria um preocupante cenário no Brasil, não só pelos impactos ambientais, mas também pelo grande número de pessoas que não têm acesso à educação no país.

Fonte: Ciclo Vivo 

Artista constrói sua casa reutilizando dois contêineres


Agregando sustentabilidade às suas ideias, o artista e designer Julio Garcia concluiu a construção da sua própria casa, instalada em dois contêineres reaproveitados na cidade de Savannah, no estado norte-americano da Geórgia. Situada em meio a uma ampla área verde, a residência sustentável abriga quatro cômodos e seus impactos são reduzidos por meio da ventilação natural e da eficiência energética.




Faz pouco tempo que a casa do artista ficou pronta, ocupando o espaço de 75 metros quadrados dentro de dois contêineres de navios. A residência de Garcia possui cozinha, sala, um dormitório e um banheiro – além de um deck externo que dá acesso à parte de fora da casa, rodeada por diversas plantas e árvores nativas.

Obedecendo aos critérios de sustentabilidade nas construções, o artista aproveita ao máximo a iluminação e a ventilação natural em sua casa. De acordo com o site InHabitat, os dois contêineres que formam a residência são separados, e possuem uma janela na parte superior, que garante ventilação natural e iluminação eficiente para a sala e na cozinha. Todos os cômodos são pintados de branco, aumentando o aproveitamento da luz natural.



Algumas estruturas da casa foram montadas em concreto reutilizável e sustentadas em viga de aço, enquanto o chão de todos os ambientes é revestido com madeira ecológica. A cozinha se estende pela lateral dos contêineres e o banheiro foi construído ao lado do quarto. Mesmo com as adaptações necessárias, os dois contêineres ainda teriam espaço suficiente para abrigar mais um dormitório.


Fonte: Ciclo Vivo 

ONG Veddas abre inscrições para Encontro Nacional de Direitos Animais

O encontro busca promover a discussão do movimento
 pelos direitos animais no Brasil. 
Foto :Field Biologist/Flickr

Com o objetivo de reunir ativistas e interessados pelo assunto, o evento conta com uma programação diversificada que inclui saraus, show de talentos, leilão mudo para arrecadação de fundos e visitas à ecovila Parque Ecológico Visão Futuro com direito a mergulho no lago, além de palestras e dinâmicas de grupo para promover a discussão do movimento pelos direitos animais no Brasil.

George Guimarães, presidente da ONG VEDDAS e organizador do evento desde sua primeira edição, em 2008, conta que “já foram recebidas inscrições de São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Goiás, Ceará, Pernambuco, Pará, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, entre outros”.

O ativista, que atua desde 2006 em campanhas contra a experimentação animal, completa que a expectativa para 2014 é “encontrar ativistas amadurecidos com a experiência das edições passadas e também novos ativistas em busca dessa maturidade”.

A quarta edição do Encontro Nacional de Direitos Animais (ENDA) será realizada entre os dias 18 e 21 de abril em uma ecovila localizada no interior de estado de São Paulo. O evento tem duração de quatro dias, porém é possível inscrever-se em dias avulsos. As vagas são limitadas e o valor é promocional até o fim de janeiro.

Para mais informações acesseo site oficial do ENDA, do site da ONG Veddas ou a comunidade doENDA no facebook.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Como fazer um suporte para colares com trena de madeira

Ser mais organizado é uma das metas que, sem dúvida, integra a lista para 2014 de muitas pessoas. Para ajudar a tirar ao menos esse desafio do papel, o CicloVivo ensina hoje uma maneira fácil de deixar algumas bijuterias em ordem reutilizando objetos que não são mais utilizados.

A ideia é criar um suporte com ganchos para pendurar colares. Os itens necessários são:

- Cola instantânea e cola escolar
- Botões
- Martelo
- Carretéis de linha
- Trena ou régua de madeira
- Pregos

Como fazer:

O primeiro passo é criar pequenos blocos de botão. Para isso, basta colar três botões um a um, emparelhados. Faça vários conjuntos desse tipo. Em seguida, passe a cola comum no início da linha do carretel para que ela não desenrole.

Pegue a trena de madeira usada, ou utilize uma régua, e coloque na parede no sentido horizontal em posição de zigue-zague. Em cada extremidade da trena, fixe um prego. Logo depois, passe a cola instantânea em cada prego e vá colando em cada ponta os carretéis e botões. Alterne as posições dos objetos e as cores. Espere então secar e está pronto seu suporte. A dica é do Video Jug.

Veja abaixo o passo a passo:



Fonte: Ciclo Vivo 

Tinta de baixo custo é produzida com bagaço e palha da cana


Um grupo de cientistas da Escola de Engenharia de Lorena (EEL) da USP conseguiu desenvolver uma tinta látex que utiliza bagaço e palha da cana de açúcar como aditivo e ainda melhora a absorção do som, diminui a propagação da chama e mantém a aderência como as tintas comuns. O produto ainda traz como inovação menor impacto ambiental e baixo custo.

A pesquisa surgiu de um trabalho em conjunto dos Departamentos de Biotecnologia, de Materiais e Engenharia Química, com a participação dos professores Ângelo Capri Neto, Adilson Roberto Gonçalves, Maria da Rosa Capri, da aluna de doutorado Fernanda de Carvalho Oliveira e do estudante de iniciação científica Alessandro Costa Pinto.

Segundo Capri Neto, a proposta do estudo foi adicionar a biomassa à tinta látex, uma das mais empregadas para a pintura de interiores de construções, para diminuir a utilização dos derivados do petróleo, que fazem parte da composição química da tinta.

“A escolha do bagaço e da palha da cana se justifica pela abundância nas regiões canavieiras e que, hoje, são rejeitos da indústria agrícola e precisam de uma destinação. Além disso, a substituição parcial do petróleo pela fibra natural reduz o custo de produção e o impacto ambiental quando o material for descartado”, explica o professor.

Para os pesquisadores, a absorção do som já era esperada, uma vez que ocorreu mudança da textura com aplicação dos rejeitos da cana. O produto apresentou um aumento significativo de absorção de som (15 decibéis) em relação à tinta sem aditivos (10 decibéis).

O que mais surpreendeu os pesquisadores foi a resistência do produto à chama. “A tinta látex é altamente inflamável. Então, se ocorrer um incêndio em um ambiente pintado com a tinta, a propagação da chama será alta. Percebemos que a palha da cana criou uma barreira, retardando esse efeito”, disse Capri Neto.

Além disso, a lignina – uma macromolécula obtida do fracionamento do bagaço e da palha – foi utilizada na obtenção de resina fenólica e também proposta para compor a formulação de tintas.


Fonte: Ciclo Vivo 

Globo solar também gera energia com a luz da lua


O arquiteto alemão André Broessel desenvolveu e já comercializa os globos solares, equipamentos capazes de produzir até 70% mais energia fotovoltaica do que os painéis convencionais. Chamado de Rawlemon, o coletor é uma esfera de vidro que faz a refração da luz num raio concentrado. Totalmente sensível à luminosidade – até das nuvens –, o dispositivo é capaz de seguir a trajetória do sol ao longo do dia e aproveitar o clarão da lua, gerando energia limpa durante a noite.


O responsável pelo globo solar levou três anos para finalizar o produto, que, ao contrário das placas convencionais, possui um design atraente e ocupa pouco espaço, podendo ser instalado em diversos locais. A intenção é fazer os globos solares entrarem no mercado em larga escala, com preços mais acessíveis do que os painéis comuns. Atualmente, a primeira versão de cada globo solar pode ser adquirida a partir de 150 dólares (algo em torno de 350 reais), pelo site de financiamento coletivo IndieGogo.


O conceito do dispositivo é baseado num princípio básico de física, fazendo a refração da luz num raio. Como uma lente esférica, o globo solar foi chamado pela imprensa internacional de “bola de cristal” e possui um rastreador que acompanha a rota da luz, do amanhecer ao pôr do sol. Durante a noite ou quando o tempo está nublado, o dispositivo busca a orientação da luminosidade mais intensa, gerando energia ininterruptamente.


De acordo com Broessel, a eletricidade é armazenada nas baterias do sistema, e o coletor é capaz de abastecer uma residência ou um estabelecimento comercial. Assim, o criador espera tornar a tecnologia cada vez mais viável. “Nós só podemos tornar isso possível se nossos produtos forem acessíveis a todos, e, para isso, necessitamos do seu apoio na campanha”, explica Broessel no mesmo site em que os globos são vendidos. Quem não levar para casa o produto, também pode apoiar o projeto, com investimentos acima de um dólar. Caso a verba não seja atingida, os doadores serão ressarcidos.


Fonte: Ciclo Vivo 

Responsabilidade compartilhada: a essência da Política Nacional de Resíduos Sólidos

Por Mario Corbucci Neto

Todos querem a sustentabilidade, mas a sustentabilidade está na conscientização ambiental de cada habitante, desde um município até o ecossistema como um todo. Assim verificou-se na cidade “Eco-Town” de Kawasaki, no Japão, que despertou para a busca de um ambiente melhor através do programa desperdício zero em relação à geração de resíduos e à reciclagem. No nosso país, podemos dizer que estamos caminhando para um futuro próximo para esta realidade a partir de políticas que contribuem para o desenvolvimento sustentável, sendo que umas delas é a Lei 12.305/2010, que será esclarecida neste artigo.

Os primeiros sinais de legislação começaram no final da década de 80 e, posteriormente, em 1999, foram elaboradas as “Diretrizes Técnicas para a Gestão de Resíduos Sólidos” que foram aprovadas, mas não entraram em vigor. E assim, este tema conseguiu grande repercussão no poder legislativo, até que em 2007 o documento foi enviado para o Presidente da República analisar. Então, após várias discussões, foi aprovado em 2010.

Com o fito de resguardar o meio ambiente e regulamentar o assunto, foram criadas diversas leis, dentre estas se destacam as seguintes: Lei 11.445, de 2007, Lei 9.974, de 2000, e a Lei 9.966, de 2000. Esta interface demonstra a importância de estabelecer uma legislação esclarecedora, rígida e individualizada quanto à questão dos resíduos sólidos. Para melhor esclarecer, a Lei 11.445, de 2007, que diz respeito ao Saneamento Básico, cita no seu artigo 3° a limpeza urbana e o manejo de resíduos sólidos como parte integrante do processo de saneamento (serviços, estruturas e instalações operacionais) que, de certo modo, apenas faz parte integrante do subproduto do saneamento. Tal fator é relevante para estas e outras leis citadas anteriormente, a partir do momento em que o resíduo não é citado com tanta preocupação como deveria.

A partir do momento em que a lei sobre crimes ambientais (Lei n° 9. 605, de 1998) se enquadra na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), demonstra um alto nível de aceitação e importância para os órgãos ambientais competentes, sendo que esta legislação foi criada antes da PNRS. Esta adequação feita na lei de crimes ambientais resguarda o grau de relevância em se retratar uma gestão integrada dos resíduos sólidos, esclarecendo as possíveis consequências da não responsabilização pelos danos causados.

Desta maneira, cabe às pessoas físicas ou jurídicas, tanto de direito público como direito privado, que lidam de forma direta ou indiretamente com resíduos sólidos, que desenvolvam ações ligadas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos sólidos, serem responsabilizadas por seus atos.

Após este fato, em dezembro do mesmo ano, o Decreto nº 7.404 foi de grande importância e sustentação para que regulamentasse a Lei de Política de Resíduos Sólidos, criando instrumentos para que essa lei seja implementada através de comitês interministeriais da política e orientadores da logística reversa, esclarecendo que o governo não apenas sancionou a lei, mas está se motivando para que a política seja colocada em prática.

Assim como a Constituição Federal de 1988, ao se referir ao meio ambiente a partir da coletividade, no sentido de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações de bem de uso comum do povo, garantindo qualidade de vida e resguardando a conscientização pelos impactos negativos ocasionados.

Na Europa há outra nomenclatura para a responsabilidade compartilhada, que é mais conhecida como “responsabilidade alargada do produtor”, e se resume a um dos instrumentos para apoiar a concepção e produção de bens que tenham em conta, tornando eficiente o uso dos recursos no seu ciclo de vida (RUSSO, 2011).

Esta lei compromete a população, empresas e órgãos públicos para que atuem de forma mútua com maiores preocupações ambientais que antes não haviam. Já os municípios devem estar enquadrados e legitimamente regulamentados com os seus Planos Municipais até o ano de 2012, trazendo o reconhecimento do resíduo sólido como a possibilidade de reutilizar e reciclar, consequentemente gerando emprego, renda e cidadania para a população.

Para um melhor entendimento, o conceito dessa lei vem atribuído ao objetivo da não geração, redução, reutilização, reciclagem e tratamento dos resíduos sólidos. Dentro desse contexto, verifica-se a necessidade de mudança cultural de todo um país, de forma a superar esse descaso com o meio em que vivemos. Nesse quadro, para que haja um melhor esclarecimento dessas definições, deve haver uma melhor educação ambiental a ponto de modificar as atitudes rotineiras em que se enquadram tais situações.

Segundo o relato de Fabricio Soler, da Advocacia Felsberg & Associados, a logística reversa não é uma medida recente no país em razão das leis que foram descritas anteriormente para certos tipos de resíduos. Estes resíduos retornam ao processo de logística, propriamente dito, com a devolução dos consumidores para os importadores. Para que haja medidas concretas, o governo priorizou o uso de consultas públicas através de base de dados estatísticos, estipulando metas e prazos para que os órgãos se adequem ao sistema, ao contrário da logística reversa, que se consolidou através de acordos setoriais com o monitoramento do produto pós-consumo. Através dessas afirmações, é possível afirmar que a responsabilidade compartilhada e a logística reversa estão intimamente ligadas por serem os únicos modos de implantação da logística reversa delimitando todas as funções dentro do agente da cadeia de produtos e, com isso, não há lacunas para que os agentes geradores não arquem com as suas devidas responsabilidades.



Artigos assinados são de responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, a posição da ABES-SP.



Referências bibliográficas

COPOLA, Gina. Os aterros sanitários de rejeitos e os municípios, 2011.

FERREIRA, R.G. As 50 empresas do bem. Isto É Dinheiro, São Paulo, Abril 2011.Seção Negócios.

Disponível em: <http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/53459_AS+50+EMPRESAS+DO+BEM >.

Acesso em 30 janeiro de 2012.

SKINNER, John H. Waste managenment principles consistent with sustaintable development.

In: INTERNATIONAL DIRECTORY OF SOLID WASTE MANAGEMENT.1994/5. The ISWA

Yearbook.London: James & James, 1994. 432 p. P 10-15.

SOLER, Fabrício. Responsabilidade compartilhada e riscos de infrações ambientais.In: II SIMPÓSIO DE RESÍDUOS SÓLIDOS – EESC-USP-SÃO CARLOS, 2011.

ÂNGULO, S.C.; ZORDAN, S.E.; JOHN, V.M. Desenvolvimento sustentável e a reciclagem de

resíduos na construção civil. São Paulo, 2000. 3p. Dissertação (mestrado) – Escola Politécnica,

Universidade de São Paulo.

RUSSO, M. Gestão de resíduos sólidos na Europa. In: II SIMPÓSIO DE RESÍDUOS SÓLIDOS –


EESC-USP-SÃO CARLOS, 2011.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Substâncias tóxicas são encontradas em roupas infantis


A organização ambientalista Greenpeace denunciou que roupas e calçados infantis de algumas das maiores marcas mundiais contêm "altas doses de substâncias químicas perigosas".

Em sua mais recente investigação sobre a indústria da moda, a ONG diz ter encontrado o que chama de “pequenos monstros tóxicos”, vestígios de produtos perigosos que podem ter impactos adversos tanto no sistema reprodutivo, como nos hormonais e imunológicos.

Segundo o Greenpeace, foram analisadas peças de roupa e calçados de 12 empresas: Adidas, American Apparel, Burberry, C&A, Disney, Gap, H&M, Li-Ning, Nike, Primark, Puma e Uniqlo.

ANÁLISTE

Um total de 82 produtos têxteis infantis foram comprados em maio e junho de 2013, em 25 países em todo o mundo, a partir de lojas próprias ou de outros distribuidores autorizados. As peças escolhidas incluiam desde etiquetas do fast fashion a marcas de luxo.

Os produtos foram enviados para os Laboratórios de Pesquisa do Greenpeace na Universidade de Exeter, no Reino Unido, e depois para laboratórios independentes.

Dos produtos testados, 50 itens, ou 61%, apresentaram nonilfenol ou NPE, que segundo o grupo podem quebrar e se tornar tóxicos "desreguladores hormonais".

Também foram encontrados, de acordo com a ONG, altos níveis de PFOA, um produto químico que pode causar danos reprodutivos.

O estudo surge na sequência de várias investigações anteriores publicadas pelo Greenpeace como parte de sua campanha Detox, que identificou que químicos perigosos estão presentes em produtos têxteis e de couro.


Fonte: Planeta Sustentável 

Renováveis fazem Portugal economizar 850 milhões de euros

58% da demanda energética do país europeu foi suprida 
com fontes de geração limpa em 2013.  | Foto :hsld/Flickr

Em 2013, Portugal registrou o maior índice de geração de energias renováveis de sua história, evitando a emissão de 13 milhões de toneladas de gases efeito estufa na atmosfera. A energia gerada de maneira sustentável abasteceu mais de 58% da demanda do país, e trouxe uma significativa redução de gastos para os portugueses, que deixaram de gastar quase 850 milhões de euros.

Depois de autoridades, investidores e engenheiros perceberem o potencial das energias renováveis no país europeu, a geração a partir dos recursos naturais vem recebendo cada vez mais incentivos – seja por meio dos parques eólicos, usinas hidrelétricas ou dos projetos de usinas solares. Somente em 2013, a geração de eletricidade por meio dos ventos aumentou quase 20% em relação aos anos anteriores, graças à criação de novos parques eólicos.

Mesmo respondendo por menos de 1% da demanda energética total de Portugal, o potencial fotovoltaico do país europeu aumentou em 25% em comparação a 2012. Segundo o site português Greensavers, as usinas hidrelétricas mais que dobraram suas atividades no mesmo período analisado, graças ao aumento da umidade no território português nos últimos meses.

Especialistas também dizem que a indústria da energia limpa assume papel fundamental no enfrentamento da crise econômica pela qual passa o país. “Esta é uma mostra de que os investimentos em energias renováveis, numa primeira fase, podem necessitar alguns apoios, mas, a médio ou longo prazo, acabam por dar um enorme benefício ao país, do ponto de vista do emprego, da economia e do ambiente”, comentou ao portal Renascença Francisco Ferreira, presidente da Quercus, associação ambiental portuguesa.


Fonte: Ciclo Vivo 

Arquitetos em Madrid projetam casa ecológica compacta e transportável


Construída com materiais ecológicos, a residência de apenas 27 metros quadrados é a grande aposta do escritório Ábaton, localizado em Madrid, na Espanha, para os moradores que querem fugir do caos da cidade.




O grupo de profissionais afirma, em seu site, que busca reduzir o impacto ambiental ao máximo. Para isso, no projeto de construção são priorizados os materiais de baixo impacto (como a madeira certificada), custo econômico viável e utilização das águas pluviais para manter a umidade natural da área onde a obra será realizada. Também são implementadas soluções energéticas eficientes.

Batizado de ÁPH80, o modelo residencial alternativo é construído em seis a oito semanas. Sua montagem, no território do cliente, demora apenas um dia. A rapidez e o tamanho não prejudica a eficiência do projeto, que é inspirado na natureza, mas que tem a preocupação em ser tão confortável quanto uma casa na cidade.



O ÁPH80 pode ter diferentes tamanhos e ainda ser personalizado para o cliente. O mais simples possui apenas um quarto e banheiro. Os valores são a partir de 21 mil euros.



Fonte: Ciclo Vivo 

Samsung cria impressora de papelão ultrarresistente


Os designers da Samsung criaram uma impressora de papelão mais sustentável e eficiente do que as versões comuns. Chamado de Origami, o dispositivo é constituído apenas por papelão reciclado e um pedaço de plástico em seu interior, reduzindo os impactos trazidos pela produção do equipamento. Com a mesma durabilidade das impressoras convencionais, a versão de papelão é resistente ao fogo e à prova d’água.


A nova impressora criada pela Samsung é totalmente dobrável, e, no lugar dos parafusos, possui encaixes embutidos na estrutura. Assim, os próprios usuários montam o dispositivo, que não tem formas complexas e dispensa cola. Além disso, a impressora Origami pode facilmente ser desmontada durante o transporte.

Como a produção do dispositivo utiliza materiais versáteis, o equipamento pode ser personalizado para cada usuário e totalmente reciclado após a utilização. É o contrário do que acontece com as versões convencionais, que são difíceis de serem reaproveitadas e ainda trazem diversos danos ao meio ambiente quando são descartadas de forma incorreta.

Segundo a Wired, a ideia para a criação das impressoras sustentáveis surgiu quando Seung-wook Jeong, chefe de design da Samsung, visitava uma confeitaria e percebeu que poderia aplicar em seu produto o mesmo conceito utilizado nas embalagens de doces.  “E se colocássemos o mecanismo de uma impressora numa caixa de papelão, na frente do consumidor, como numa confeitaria?”, questionou-se. Não deu outra: depois de o projeto literalmente sair do papel, a impressora foi ganhadora do Prêmio Internacional de Excelência em Design 2013 (IDEA, em inglês), importante concurso de design de produto.

A marca sul-coreana explica que a impressora ainda é um protótipo, sem previsão de lançamento e nem comercialização. No entanto, os representantes dizem que o dispositivo tem potencial de mercado e pode ser vendido com preços inferiores às versões convencionais. Além da impressora de papelão, a Samsung também desenvolveu o modelo dobrável Clip (feito com polietileno compensado) e a impressora Mate, que possui painéis externos coloridos que podem ser substituídos, a fim de criar um dispositivo completamente personalizável.





Fonte: Ciclo Vivo 

Cetesb investiga mancha no Rio Ribeira que vazou após enchente

O Rio Ribeira de Iguape vai da cidade de Iporanga até o 
município de Registro.  | Foto :Luciano Faustino/Flickr 

Três equipes da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) estão na região do Vale do Ribeira monitorando uma mancha que apareceu no Rio Ribeira de Iguape e que vai da cidade de Iporanga até o município de Registro.

A mancha apareceu após o temporal que atingiu a região e deixou dez mortos, vários desaparecidos, 332 pessoas desalojadas e nove desabrigadas na cidade de Itaóca.

Segundo a Cetesb, foi descartada a hipótese de que a mancha fosse proveniente de vazamento de óleo. A mancha, informou a companhia, é de um material semelhante a um talco, “sobrenadante, denso e com granulometria variável”.

A Cetesb instalou barreiras em um dos pontos de captação de água da cidade de Iporanga e fizeram coletas de água na cidade.


Fonte: Ciclo Vivo 

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Aprenda a fazer um leque a partir de materiais reaproveitados

O CicloVivo apresenta diferentes jeitos de fazer um leque 
personalizado com itens reaproveitados.  | Foto :Porah/Sxc 

Diante das altas temperaturas trazidas pelo verão, não existe alternativa melhor do que um ar para refrescar. Ao invés dos ventiladores, economize energia e faça o seu próprio vento, reutilizando materiais que seriam jogados no lixo. O CicloVivo dá a dica de como você pode reaproveitar materiais descartáveis e transformá-lo em um leque.

A metodologia é simples, basta pegar um papel já usado, que pode ser com algo impresso ou um embrulho de presente, por exemplo, e dobrar em forma de sanfona no sentido horizontal. 
Feita a dobradura, junte as pontas (dobrando ao meio), e cole-as. Para dar maior resistência, outra maneira de fazer o leque é utilizando palitos de sorvete. Eles podem ser colados no sentido longitudinal (um em cada extremidade), depois de feita dobradura. Em seguida, junte os palitos e cole onde eles se encontram, o aspecto será de uma circunferência sanfonada.

Os leques também podem ser feitos reutilizando palitos de sorvete e pratinhos de aniversário (de papelão ou plástico). Basta colar o palito de sorvete no fundo do prato a partir do centro. Para dar um acabamento diferenciado ou outra forma para este leque, você pode recortar o prato.

Outra maneira de fazer um leque personalizado é usando uma folha de revista com a estampa que deseja, depois basta recortar o papel no formato de um quadrado e seguir o passo a passo da dobradura.


Fonte: Ciclo Vivo 

BNDES libera R$ 46 milhões para parque eólico no Rio Grande do Norte

Verba foi emprestada para a construção do parque 
eólico Morro dos Ventos II, em João Câmara (RN). | Foto :pembina.institute/Flickr

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou 46 milhões de reais para a construção do parque eólico Morro dos Ventos II, localizado na cidade de João Câmara, no Rio Grande do Norte. Com orçamento total de 128 milhões, a usina é construída pela empresa nacional Desa – especializada em energias renováveis – e deverá entrar em operação no início de 2016, tornando-se um dos principais projetos de geração de energia limpa do país.

O BNDES liberou o dinheiro em forma de empréstimo-ponte para a empresa responsável pela obra, que, ao ser concluída, terá 29,1 MW de capacidade instalada, total produzido pelas 18 unidades geradoras que estão incluídas no projeto. De acordo com o jornal GGN, o investimento do banco público foi realizado com dois tipos de taxas de juros, e o acordo deverá vencer assim que as primeiras turbinas eólicas da usina entrarem em operação.

O presidente da Desa no Brasil, William Schmidt, acredita que os projetos de geração de energia limpa da empresa incentivaram o empréstimo da alta quantia em dinheiro para a construção do parque eólico.

“Estamos com um portfólio diversificado, que revela nossa firme vocação sustentável”, declarou o presidente da empresa, que já construiu seis usinas eólicas no Rio Grande do Norte e possui um parque solar em fase de licenciamento, além de hidrelétricas em quatro cidades brasileiras. “Acreditamos que essa operação revela a solidez de nossos empreendimentos", afirma Schmidt.


Fonte: Ciclo Vivo 

5 cursos gratuitos na área de gestão de recursos hídricos

No total são 620 vagas para cursos gratuitos.

O Projeto "Água: conhecimento para gestão", convênio entre a Agência Nacional de Águas e Fundação Parque Tecnológico Itaipu, com apoio da Itaipu Binacional, abriu as inscrições para cinco cursos com temática voltada à gestão de recursos hídricos. Todos os cursos são gratuitos e realizados pela internet.

Os alunos concluintes que obedecerem aos critérios de aprovação recebem certificado. Confira abaixo a relação das capacitações e as informações gerais de cada uma.

- Água em jogo: a capacitação foi desenvolvida para jovens de 12 a 18 anos. Com linguagem e layout dinâmicos, o objetivo é conscientizar sobre a importância da água como recurso imprescindível no cotidiano das pessoas e assim estimular a adoção de atitudes responsáveis no uso e conservação das águas. A carga horária é de 12 horas. O período de férias escolares pode ser uma boa oportunidade para que os jovens participem da atividade.

- Outorga do direito de uso dos recursos hídricos: o curso tem 20h e o objetivo é fornecer informações sobre os diversos aspectos que dizem respeito à outorga de recursos hídricos. As atividades tem acompanhamento de um tutor.

- Comitê de bacia - O que é e o que faz: o público-alvo são agentes gestores e membros de comitês de bacia. O curso tem 20h e o objetivo é ampliar o entendimento sobre as atribuições e responsabilidades do comitê de bacia e incentivar a participação da sociedade em geral na gestão de recursos hídricos.

- Comitê de bacia - Práticas de procedimentos: com 20h o curso objetiva a compreensão da dinâmica de funcionamento da estrutura organizacional dos Comitês de Bacia Hidrográfica e seus elementos constituintes com vistas a melhorar o processo de gestão.

- Plano de recursos hídricos e enquadramento de corpos de água: também com 20 horas o curso tem como objetivo a compreensão do processo de organização dos diversos tipos de planos de recursos hídricos e enquadramento de corpos de água com vistas à melhor gestão de recursos hídricos.

Como fazer a inscrição

O primeiro passo é clicar neste link Água e Gestão e escolher o curso de interesse. Na aba de cada capacitação há a turma disponível com o botão "Inscreva-se". Dúvidas podem ser enviadas ao e-mail: duvidas.agua@aguaegestao.com.br


Fonte: Ciclo Vivo 

Árvores solares de LED carregam celulares e iluminam locais públicos

Tecnologia leva energia limpa para localidades afastadas 
e ajuda a revitalizar espaços públicos. 
Com objetivo de popularizar o uso de energias limpas, um grupo de empresários chilenos desenvolveu as árvores solares de LED, que utilizam os raios de sol para carregar celulares e iluminar ruas, praças e outros locais públicos, colaborando para o aumento da segurança nas cidades. Os equipamentos foram inspirados no formato das árvores, cujas folhas foram substituídas por painéis fotovoltaicos tridimensionais, capazes de produzir até 20% a mais de eletricidade do que as placas solares comuns.

Projetadas pela empresa chilena Tuboled, as árvores solares produzem a energia limpa por meio dos painéis de alto desempenho, e as pessoas podem encaixar seus celulares, tablets, notebooks e outros gadgets nas entradas USB disponíveis no equipamento. “Trata-se de um projeto que pode ser útil para as pessoas, oferecendo um local para relaxarem em meio às cidades ou para recarregarem seus celulares quando for necessário. O melhor é que tudo isso acontece gratuitamente, uma vez que o sistema utiliza a energia fornecida pelo sol”, explicou ao site Veoverde o gerente geral da Tuboled, Carlos Arias.

Quando chega a noite, as “folhas” de cada árvore já acumularam eletricidade o suficiente para acender os módulos de LED, que se integram ao sistema de iluminação pública da cidade, com mais eficiência e gastos mínimos. “Esta tecnologia vai muito além de simplesmente iluminar uma praça”, anima-se o gerente geral da empresa, que, inclusive, já faz negociações de instalações no Brasil.

Uma das vantagens das árvores solares é levar energia limpa aos locais mais afastados por custos mais baratos que a rede elétrica convencional. Produzidos com material ultrarresistente, os sistemas de aproveitamento da luz do sol não requerem manutenção – precisam apenas ser limpos uma vez por ano, e têm durabilidade estimada em dez anos.

Equipamentos com a mesma função das árvores solares já foram instalados em outras partes do mundo. No ano passado, a praia de Atlântida, no Rio Grande do Sul, recebeu dois guarda-sóis fotovoltaicos, que carregaram os celulares dos banhistas, mas a iniciativa durou apenas dois dias. Como importante ferramenta de desenvolvimento sustentável, a árvore solar também poderá ser usada no futuro para abastecer veículos elétricos.


Fonte: Ciclo Vivo 

Botucatu terá o primeiro Poupatempo Ambiental

Um só local reunirá: agência da Cetesb, Instituto Florestal,
 Fundação Florestal. | Foto :Eugeni Dodonov/Flickr
A população de Botucatu ganhará a primeira unidade do Poupatempo Ambiental do Estado. O posto será implantado no Parque Municipal Joaquim Amaral Armando de Barros, que está sendo revitalizado.

O órgão foi autorizado pelo governador Geraldo Alckmin junto ao secretário estadual do Meio Ambiente, Bruno Covas, e o prefeito João Cury. O objetivo é unificar órgãos que prestam serviços ambientais no mesmo espaço – como Secretaria do Meio Ambiente, Agência Ambiental da Cetesb, Instituto Florestal, Fundação Florestal, Guarda Civil Ambiental e Polícia Ambiental.

“Vamos unificar todos os serviços prestados pela Prefeitura e pelo Governo do Estado num só espaço. Facilita a vida da população, melhora a prestação de serviço e traz economia para quem utiliza”, afirmou o secretário Covas.

Para o governador, o local concentra todo o atendimento de meio ambiente. “Ganha tempo e facilita a vida dos agricultores, industriais, empreendedores e incentiva o turismo na região sem burocracia”, disse Alckmin.

O investimento será de R$ 1,3 milhão para a implantação do posto. O novo Poupatempo Ambiental vai levar à população escolas e entidades de programas voltados à educação e interpretação ambiental, além de facilitar os serviços de licenciamento ambiental e integrar as unidades de fiscalização. “Queremos licitar esta obra entre janeiro e fevereiro de 2014 e executá-la no prazo de oito meses”, afirmou o prefeito João Cury.

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Ainda em Botucatu, o governador anunciou a liberação de R$ 1,7 milhão para a adequação da infraestrutura do Parque Natural Municipal Cachoeira da Marta, localizado no município. Serão readequados a parte ambiental e centro receptivo, “tudo pelo Fundo de Interesse Difuso, o chamado FID”, disse o governador.

O centro de educação ambiental contará com sala audiovisual, reforma e readequação da trilha de acesso à cachoeira, alocação da trilha do mirante e programa de visitação monitorada para o parque. Tudo com acessibilidade para pessoas com deficiência e idosos.


Fonte: Ciclo Vivo