quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Aquecedor solar feito de latas de refrigerante

Esse aquecedor solar de ar utiliza latas de refrigerante recicladas. As latas são furadas em duas partes e fixadas verticalmente em colunas. O exterior recebe uma pintura preta para aumentar o aquecimento o ar que passa no interior das latas. 



via Build It Solar 

Fonte: Ideias Green

De volta à baía


Fonte de renda de coletores, o berbigão habita o mangue e filtra a água do mar para se alimentar. Projeto de repovoamento da baía garante que a espécie esteja no cardápio dos grandes centros urbanos

O berbigão (Anomalocardia brasiliana) é o mesmo molusco que chega à mesa dos restaurantes em metrópoles brasileiras rebatizado de vôngole. O nome é italiano, mas o animal é nativo de nosso litoral.

Até a década de 1990, as águas da baía Sul, em Florianópolis, eram fartas de berbigão. Na época, criou-se a primeira reserva extrativista marinha no país, chamada de Pirajubaé, no estuário do rio Tavares. A ideia era destinar o local à coleta da espécie. Só que logo depois da criação da reserva, 8 milhões de metros cúbicos de areia e lodo foram arrancados do mar para aterrar parte do manguezal e, dessa forma, abrir caminho para a rodovia que liga o centro da capital de Santa Catarina ao aeroporto Hercílio Luz.


Não fosse um projeto de repovoamento da baía local feito pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali), até o cardápio de grandes centros urbanos em outras regiões estaria comprometido. "Noventa por cento do vôngole consumido na cidade de São Paulo vem daqui", diz o chef Ubiratan Farias, principal articulador da valorização do berbigão.

Fonte: Planeta Sustentável

Nova loja da Nike é construída com lixo

Estabelecimento conceitual foi arquitetado apenas com material reciclado
  


No fim de julho de 2013, a empresa taiwanesa Miniwiz utilizou 5,5 mil latas de refrigerante, 2 mil garrafas de água PET e 50 mil CDs e DVDs antigos para erguer uma loja da empresa Nike em Xangai, na China. Todo o material usado veio do lixo descartado pela população. Além disso, a construção também é reciclável, porque a matéria-prima das estruturas foi montada mecanicamente, sem a utilização de colas, o que garante sua separação para uso posterior.

Na parte de dentro da loja, encontram-se um painel de teto translúcido feito com os 50 mil DVDs, fortalecidos com cascas de arroz e sílica, quase dois quilômetros de cabos de tensão feitos com as garrafas de água recicladas e mil juntas de conexão feitas com mais de 5,2 mil latas de alumínio.

Todos esses materiais também permitem grande mobilidade de elementos no espaço da loja, que pode abrigar diversos tipos de exposições de produtos.

Pensando grande

Em 2010, a empresa taiwanesa construiu o que talvez seja o maior prédio feito com plástico reciclado no mundo, o EcoArk, feito para sediar a feira internacional de Flora de Taipei. O edifício possui nove andares e suas paredes contêm 1,5 milhão de garrafas PET recicladas.

A empresa se tornou uma especialista no mercado de reutilização de polímeros para melhorar a pegada ecológica na construção civil, mas deve muito do seu sucesso ao país, Taiwan, e a rede de fornecimento na qual opera. A malha de produtos e serviços encontrados inclui fabricantes de moldes, recicladores e processadores de moldes e extrusoras. De acordo com um relatório da ONU, prédios são responsáveis por 40% das emissões de gás estufa no mundo. Isso faz com que projetos de construção civil que tenham uma perspectiva sustentável sejam uma boa aposta para o futuro.
  


Situações diferentes

No Brasil, 21,7% dos plásticos foram reciclados em 2011. O principal destino desse material é a sua reutilização como matéria-prima para produtos como sacos de lixo, garrafas de água sanitária, conduítes, cabides e acessórios de automóveis. Existem três tipos de reciclagem de plástico. A primária, a mais praticada no Brasil, que reaproveita resíduos industriais não contaminados. A secundária, em crescimento no país, utilizando polímeros de mais de 40 origens diferentes, misturados ou isoladamente. E a terciária, ainda não praticada no Brasil. Nesse terceiro tipo, os resíduos plásticos são transformados em produtos químicos para serem utilizados em processos industriais. A indústria no exterior parece ser mais diversificada, a Miniwiz, por exemplo, fabrica os produtos que usa nas construções ecológicas, como o Polli-Bricks, um sistema de paredes feito totalmente com garrafas PET, e o Natrilon, uma fibra também feita de garrafas PET e sílica originária de flocos de arroz com aplicações em projetos de arquitetura e industriais.


A indústria de plásticos em Taiwan é grande e começou entre as décadas de 50 e 60. A taxa de reciclagem de garrafas PET no país é de 90%. Por isso, a falta de uma infraestrutura similar em outros países tornaria a implantação de modelos de negócios sustentáveis, como o Miniwiz, um empreendimento complicado.


Fonte: CicloVivo

Alertas de desmatamento e degradação da Floresta Amazônica aumentam 35%

O número de alertas sobre desmatamento e degradação da Floresta Amazônica aumentou em 35% entre agosto de 2012 e julho de 2013 na comparação com agosto de 2011 a julho de 2012. As imagens de satélites usadas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), responsável pelo Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter), mostraram que, entre agosto de 2012 e julho deste ano, as áreas possivelmente devastadas chegaram a 2.766 quilômetros quadrados ao passo que, entre agosto de 2011 e julho do ano passado, a devastação ocorreu em 2.051 quilômetros quadrados.

A explicação para o aumento se deve aos meses de agosto de 2012 com 522 quilômetros quadrados de área devastada e a maio deste ano, com 465 quilômetros quadrados devastados, em decorrência da degradação, que ocorre quando há remoção parcial da floresta por uso do fogo ou por corte seletivo de árvores. Os dados do Deter incluem o corte raso, que configura o desmatamento ilegal, e ocorre quando há a retirada completa da floresta nativa em uma área.

“Tivemos um alerta de desmatamento causado pela intensificação do fogo em agosto de 2012”, disse o presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), Volney Zanardi Júnior. Segundo ele, o acréscimo em maio é justificado pelo fato de as nuvens terem se dissipado e, com isso, os satélites do Inpe puderam detectar a degradação dos meses anteriores.

O coordenador-geral de Fiscalização Ambiental do Ibama, Jair Schmitt, informou que o aumento das áreas degradadas decorre das queimadas originadas por causas naturais e intencionais. “É um típico comportamento de reação à fiscalização. Ante a situação atual de monitoramento por satélite que é praticamente diário que se faz do corte raso e o aumento da fiscalização em campo, o infrator não se arrisca mais a fazer o corte raso imediatamente. Ele primeiro começa fazendo uma degradação pelo fogo. Mas o Ibama consegue interferir nesse processo antes que se converta em desmatamento ilegal”, disse.

A maior parte dos alertas identificados entre agosto do ano passado e julho deste ano representava corte raso (59%). A degradação por uso de fogo respondeu por 33% dos alertas na Amazônia Legal e por exploração florestal foi 3% dos alertas nesse período. Em 5% dos casos, as imagens apontaram um falso positivo, ou seja, algum problema técnico na captação das imagens.

Mato Grosso, Pará, Rondônia e Amazonas são os estados com áreas mais críticas detectadas pelo Deter. Mato Grosso é o campeão em áreas devastadas com 1.184 quilômetros quadrados, um aumento de 25% em relação ao período anterior, em decorrência da pecuária. No Pará, grilagem e pecuária pressionam o desmatamento ao longo do eixo da BR-163 (Cuiabá-Santarém). No Amazonas, a área preocupante, segundo o coordenador do Programa de Monitoramento da Amazônia do Inpe, Dalton Valeriano, é o sul do estado, que explica o aumento de 82% nos alertas de desmatamento e degradação, no eixo da Transamazônica, por pressão da pecuária.

O principal objetivo do Deter, explicou o presidente do Ibama, é identificar as áreas que estão sofrendo degradação florestal para que o governo federal possa ir a campo e evitar que as áreas degradadas sejam convertidas em corte raso e, consequentemente, em desmatamento.

“Temos duas grandes ações no momento: a Onda Verde, com ação preventiva, em que o Ibama está em campo junto com outros órgãos do governo federal para coibir a conversão de áreas degradadas em desmatamento e a Hileia Pátria, que tem como foco terras indígenas e unidades de conservação federal para coibir madeireiras ilegais”, disse Volney Zanardi.

Ainda entre agosto de 2012 e abril deste ano, o Ibama apreendeu 68 mil metros cúbicos de madeira em toras e 17 mil metros cúbicos de madeira serrada, além de 44 armas de fogo, 86 caminhões, 158 tratores e 291 motosserras. Os agentes ambientais emitiram 4 mil autos de infração, com multas que ultrapassaram R$ 1,9 bilhão. No mesmo período, mais de 252 mil hectares foram embargados.


Ana Cristina Campos - Agência Brasil

Fonte: CicloVivo

Paraty recebe 3ª edição de evento sobre moda e design sustentável


De 26 a 29 de setembro, a edição 2013 do Paraty EcoFashion, que acontece no Rio de Janeiro, promete surpreender com sua programação rica em encontros e oficinas com profissionais experientes, mostras, desfiles e até uma feira, a Feira Criativa – tudo com foco na sustentabilidade.

Nos quatro dias do evento, vários pontos do Centro Histórico estarão abertos para o que há de mais novo, bonito e atual sobre o tema, em especial nas áreas da moda, do design e do artesanato local.

 

O Paraty EcoFashion receberá ciclo de palestras sobre o universo da moda, do design e da arte; exposição de obras produzidas pelos índios Guarani de Paraty-Mirim, exposição Zuzu Angel “Eu sou a Moda Brasileira”; Mostra de Moda e Design Sustentáveis; oficinas gratuitas;  vivência em criação de moda a partir de conceitos sustentáveis; venda de produtos artesanais, sessões de cinema e desfiles.


Abaixo um resumo da programação. Para ver detalhes de cada atividade, acesse o site Paraty EcoFashion.



Fonte: CicloVivo

Ônibus são abastecidos com energia gerada nas frenagens e subidas


Nem cabeamento, nem combustíveis fósseis: a próxima tendência entre os ônibus urbanos devem ser as baterias elétricas, que evitam as emissões de carbono causadas pela queima de gasolina e diesel e aproveitam até a frenagem, paradas e subidas para gerar energia. O CicloVivo acompanhou de perto a novidade, produzida nacionalmente e já incorporada em algumas partes do Brasil – e, pelo que tudo indica, a tecnologia tende a ficar bem mais comum num futuro não muito distante.

Mesmo enfrentando vários problemas de infraestrutura, os ônibus evitam que milhões de pessoas tirem seus carros da garagem para se deslocar nas cidades. Agora, os veículos coletivos apostam em tecnologias mais eficientes  e limpas – é o caso da Eletra, empresa brasileira que apostou no ônibus elétrico híbrido – que já roda na região metropolitana de São Paulo.

Iêda Maria Oliveira, gerente comercial da Eletra, explica que o ônibus ainda emite uma carga mínima de carbono na atmosfera. “O elétrico híbrido tem tração elétrica, porém, este sistema é alimentado por um motor, que tem como função gerar energia. Assim, o ônibus híbrido reduz em 95% a emissão de material particulado, porque a aceleração ativa o motor elétrico, e nunca o motor a combustão”, afirma.

Em contrapartida, a representante da empresa lembra que a meta é colocar os ônibus puramente elétricos nas ruas. “A autonomia e o alto preço das baterias ainda é um desafio no país, mas as tecnologias estão avançando para que a gente alcance este sonho”, contou com exclusividade ao CicloVivo a representante da empresa.

Embora os ônibus sustentáveis tenham maior custo de produção, a indústria acredita que a população não deverá pagar a mais pelo serviço. Com base em pesquisas, a representante da Eletra disse que os usuários do sistema de transporte público preferem andar nos ônibus elétricos aos convencionais. “As tarifas deste ônibus vao ser iguais: a vantagem é que, as pesquisas apontam que os passageiros preferem os veículos elétricos, por serem mais confortáveis e silenciosos”, finalizou Iêda.


Por Gabriel Felix 

Fonte: CicloVivo

"Blitz do Lixo" chega a bairros nobres do Rio de Janeiro


Banner adverte população do Rio quanto às multas para quem jogar lixo na rua

Depois de três semanas de operação, o programa Lixo Zero, da Prefeitura do Rio, contabilizou um total de 1.088 multas aplicadas a quem jogou lixo na rua. Na terça-feira, 10 de setembro, 178 agentes chegaram aos bairros de Ipanema, Leblon e Lagoa, os mais nobres da capital, o número de infrações chegou a 25.

A percepção das equipes é de que o carioca já está mais consciente de que sujar a rua pesa no bolso: em Copacabana, onde o trabalho foi iniciado há uma semana, a redução do lixo descartado inadequadamente foi de 46%; no Centro, onde a operação começou, dia 20 de agosto, o volume caiu à metade.

Por toda a cidade, a guimba de cigarro continua sendo a principal vilã. Mas já há quem utilize porta-guimbas de bolso. "Cada área a que chegamos, multamos menos, porque as pessoas já estão informadas", afirmou ao Estadão o presidente da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), Vinicius Roriz.
Os 54 grupos destacados foram às ruas incompletos na terça-feira. O trio que percorre as ruas é formado por um policial militar, um guarda municipal e um agente de limpeza urbana, mas nesta terça na zona sul não havia PMs. Segundo a Comlurb, isso aconteceu porque os PMs trabalham em dias de folga, e podem ser convocados pela corporação.

Adensamento

O serviço não foi prejudicado, porque os PMs, informou a Comlurb, podem ser acionados rapidamente (sua função é encaminhar a uma delegacia a pessoa que se recusa a dar o CPF para a aplicação da multa; ontem, a medida não foi necessária).

O presidente da Comlurb não acredita que haja relação entre o poder aquisitivo da população do bairro e o mau hábito de jogar lixo no chão. O que impacta é o adensamento. Por isso é que se começou pelo Centro, região de maior fluxo de pessoas. A desculpa de desconhecimento da lei não está sendo aceita. "Se você está na Inglaterra, é flagrado e diz que é brasileiro, não será desculpado", explicou Roriz.

Multa proporcional e orientação

O valor de R$ 157 é aplicado até o volume equivalente a uma lata de refrigerante. Para quem descartar grandes quantidades (entulho, por exemplo), a multa é de R$ 3 mil. A Comlurb registrou 13 pedidos de recursos em sua ouvidoria e 50 multas já foram pagas.

Nas praias de Copacabana, Ipanema e Leblon o número de lixeiras foi reforçado. O foco são banhistas e também barraqueiros. Eles são orientados a pedir aos frequentadores que carreguem consigo o lixo que produzirem. Nesta terça-feira, dia de sol forte, mas de areias vazias, era possível ver copos, coco e embalagens a despeito da presença dos agentes no calçadão.



Água Para Todos investirá R$ 135 milhões em 336 municípios do Semiárido


Nove estados serão beneficiados

Por Portal Brasil

A assinatura do termo de compromisso do Programa Água Para Todos, firmado terça-feira, 10 de setembro, pela presidente da República Dilma Rousseff, levará água para mais de 41 mil famílias em 336 municípios do Semiárido Nordestino. Os estados beneficiados são Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Serão investidos R$ 135 milhões em 1.042 sistemas simplificados de abastecimento de água. O governo federal destinou R$ 4,7 bilhões para a iniciativa no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2).

Coordenado pelo Ministério da Integração Nacional, o programa leva água ao semiárido por meio de diferentes tecnologias, como cisternas, sistemas de abastecimento, pequenas barragens, barragens subterrâneas e poços. Até 2014, a previsão é de levar água para 750 mil famílias do Semiárido. No primeiro ano de programa, 111 mil famílias foram beneficiadas. A ação faz parte do Plano Brasil Sem Miséria e pretende universalizar o acesso e uso de água para populações carentes.



Prédios sustentáveis movimentam mais de R$13 bilhões no Brasil


Prédios ambientalmente corretos contam com benefícios que geram economia
Foto: Divulgação

A demanda do consumidor por edifícios ambientalmente corretos, que contam com benefícios como eficiência energética e redução de água, por exemplo, além do corte de custos operacionais e da valorização imobiliária, cresce tanto no país que os prédios sustentáveis movimentaram R$ 13,6 bilhões no Brasil em 2012, segundo estudo da consultoria EY (antiga Ernst & Young) feito a pedido do Green Building Council.

“Percebemos que a certificação desperta interesse dos investidores, principalmente em empreendimentos comerciais de alto padrão”, destacou à Exame.com Luiz Iamamoto, gerente sênior da EY. A pesquisa indica que o valor dos imóveis que reivindicam a certificação alcançou 8,3% do total do PIB total de edificações em 2012, que foi de R$ 163 bilhões.

A pesquisa levou em conta projetos registrados para o selo Leed. Mas além das certificação norte-americana, é possível pleitear o selo Aqua de construção sustentável, concedido pela Fundação Vanzolini.

Entre 2009 e 2012, o número de certificações de prédios segundo padrões ecológicos cresceu 412% no Brasil, quarto país do mundo nesse quesito, atrás dos Estados Unidos, China e Emirados Árabes. São Paulo é o estado com mais edifícios certificados, seguido do Rio de Janeiro e do Paraná.

Desperdício de alimentos é o terceiro maior emissor de CO2 do mundo


O cruel desperdício de alimentos, além de colaborar para a fome e para a desigualdade social, pode ser considerado como o terceiro emissor de carbono do mundo, atrás apenas da China e dos EUA. A conclusão foi obtida num relatório produzido pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), que estima que os alimentos jogados fora emitam cerca de 3,3 bilhões de toneladas de CO2 todos os anos.

O estudo concluiu que um terço de toda a comida produzida no mundo vai para o lixo – cerca de 1,3 bilhão de toneladas – juntamente com energia, água e produtos químicos envolvidos na produção e descarte destes alimentos. A quantidade pode ser comparada a 30% de toda a área agrícola do mundo, mais um volume de água equivalente à vazão anual do maior rio da Europa (o Volga, na Rússia) e ainda os gastos de energia.

Com o relatório, a FAO concluiu que, quanto menos desperdício de alimentos, mais eficiente será o combate às mudanças climáticas. Além disso, jogar menos comida no lixo também poderia ampliar o acesso a recursos que são escassos e ainda diminuir a atividade agrícola, que destrói florestas no mundo todo. "A redução de desperdício de alimentos não só evitaria a pressão sobre recursos naturais escassos, mas também diminuiria a necessidade de aumentar a produção de alimentos em 60 por cento, a fim de atender a demanda da população em 2050", declarou a FAO.

De um lado, o documento aponta que, a falta de eficiência da atividade agrícola e do armazenamento de alimentos é a principal causadora do desperdício alimentar nos países em desenvolvimento. Por outro lado, o desperdício nos países desenvolvidos é mais comum entre as pessoas que compram mais do que se alimentam, e, assim, acabam jogando no lixo a comida que não consomem.

Com informações da Exame.


Fonte: CicloVivo

Folha ABES-SP 6ª Edição

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Veja 12 propagandas criativas e polêmicas sobre meio ambiente


1. Compras de viagem
Quem compra materiais feitos com pele e couro de animais deixa um rastro de destruição por onde passa. Para quem não vê, a campanha da WWF mostra.

2. Toda pele é roubada
De forma bem-humorada, uma campanha da ONG PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) traz à tona a importante e triste reflexão sobre o real valor do couro e peles utilizados em roupas e acessórios. Assista e ajude a responder: “Que tipo de pessoa rouba a pele de alguém?”


3. Capacidade esgotada
A propaganda da ONG Conservation Internacional dá o recado: “Nós usamos apenas 10% da nossa capacidade cerebral. Ainda bem”.


4. Reciclagem: uma história de amor
A campanha da Friends of the Earth (Amigos da Terra) da Inglaterra narra a história de amor entre duas embalagens de leite, que saem juntas da fábrica e se separam no momento da reciclagem. “Se você gostaria de ver um final feliz, diga ao Governo que quer menos lixo e mais reciclagem”.


5. Desculpe, urso polar
O clichê máximo do aquecimento global: o urso polar que perde seu habitat. Até aí, tudo bem. Mas o bicho, que nada tem a ver com a ignorância humana, caminha até uma cidade e abraça o proprietário de um veículo elétrico, como se dissesse: “obrigado por não usar combustíveis fósseis”. A linha tênue entre ser criativo e forçar a barra…


6.  Uma hora volta pra você
A animação de um minuto da WWF mostra como tudo está interligado e convida o público a refletir sobre como nossas ações não são isoladas.


7. Fumaça preta
Na China, um balão em forma de fumaça foi colocado no escapamento de um carro ligado durante um dia inteiro. Aos poucos, os poluentes emitidos pelo automóvel inflaram o objeto, que trazia a seguinte frase: “Dirija um dia a menos e veja o quanto de monóxido de carbono ficará fora do ar que respiramos”.


Veja um vídeo sobre a ação:


8. Amazônia no quintal de casa
Nada como satirizar o perverso mercado imobiliário e suas enganações: “charme e riqueza em um pedacinho do paraíso”. Frases como essa te lembram alguma propaganda de imóveis? Nesse vídeo do Greenpeace, a área em questão é a Amazônia: “venha, traga sua plantação de soja, traga o gado, traga quem quiser!”. Que tal?


9. Pulmões
Contra o desmatamento, a campanha da WWF desenha: floresta=pulmão. Ou seja, desmatar é tornar a vida humana na Terra inviável.


10. Árvore caída
O outdoor caído substitui uma árvore para chamar a atenção: “se fosse uma árvore, você nem teria notado”. A propaganda foi criada para recepcionar os participantes de um congresso mundial de biodiversidade em Curitiba, patrocinado pelo HSBC.


11. Desperdício de água
Estrelada por um bebê que está aprendendo a andar, a propaganda da WWF mostra que “a água é muito preciosa para ser desperdiçada”.


12. Protesto infantil
Na campanha do Moms Against Climate Change (Mães contra as Alterações Climáticas) do Canadá, crianças protestam contra os impactos ambientais. O que ainda nos salva é a esperança nas próximas gerações…



Fonte: Super Interessante

Ambientalista americano pinta telas com tintas feitas à base de poluição


Já ouviu o ditado “Se você não consegue combater o inimigo, junte-se a ele”? É, mais ou menos, o que o artista norte-americano John Sabraw está fazendo: ele utiliza a poluição gerada por minas de carvão desativadas nos EUA para fazer arte – que, por sua vez, ajuda a conscientizar as pessoas para o problema ambiental.

A técnica foi inventada com a ajuda do engenheiro Guy Riefler, da Universidade de Ohio. Juntos, os dois pesquisadores descobriram que os metais pesados, resultantes da queima do carvão, formam uma lama colorida e brilhante, quando entram em contato com a água, que pode render belas tintas. Basta retirar os poluentes da lama e extrair os pigmentos de cor.


As tintas rendem belos quadros, que integram a coleção Chroma. Além de conscientizar os admiradores das obras, algumas telas são vendidas e toda a verba é aplicada na limpeza de espaços degradados pela poluição.

Curtiu? No Brasil, também há artistas que fazem arte com a poluição, mas de um jeito diferente. Um bom exemplo é Alexandre Orion, artista plástico que, entre outros trabalhos, ficou conhecido por conta das caveiras do túnel Max Feffer, sob a Avenida Faria Lima, em São Paulo. Os desenhos foram feitos por Orion a partir da camada de poluição que estava grudada nas paredes do túnel. Saiba mais em: Faxina Urbana.


Fotos: Divulgação/John Sabraw6

Fonte: Super Interessante

Casal cria comunidade sustentável de casas na árvore em floresta


Cachoeiras, piscinas naturais, trilhas no meio da floresta e a biodiversidade deslumbrante da Costa Rica. Tudo isso pode compor o destino perfeito de férias de muitas pessoas, mas o casal norte-americano Matt e Erica Hogan ficou tão encantado com a natureza do país que decidiu se mudar para lá.

Preocupados em causar o mínimo impacto ao meio ambiente e em morar em uma comunidade autossuficiente, os dois criaram a Finca Bellavista. Ao todo, são 25 estruturas de madeira construídas entre as árvores. A comunidade usa energia solar e possui hortas comunitárias para alimentar os moradores e visitantes.

Tanto os espaços comunitários quanto as moradias fazem captação de água da chuva, possuem biodigestores para processar o lixo produzido e gerar energia e calor. Além disso, a arquitetura das casas na árvore prioriza a luz e a ventilação natural.

Já se passaram sete anos desde que o casal visitou o terreno da comunidade pela primeira vez, e o sonho deles não mudou: atrair moradores que também valorizem e estejam dispostos a praticar a conservação de espécies e do ambiente natural no dia a dia.

Tudo isso fez você pensar que a comunidade é totalmente isolada? Pois não é, não! Apesar de estar há três quilômetros da cidade mais próxima, a Finca Bellavista tem sinal 3G e conecta quem mora no topo das árvores ao mundo todo!

Abaixo, assista ao vídeo oficial da comunidade (em inglês):


E você? Moraria lá com sua família?



Fonte: Super Interessante

Hong Kong lança seu primeiro ônibus público elétrico para reduzir poluição

O ônibus foi lançado em 9 de setembro
Foto: AFP

Na tentativa de reduzir a poluição, Hong Kong lançou o seu primeiro ônibus público elétrico na segunda-feira, 9 de setembro. O modelo, que foi produzido pela montadora chinesa BYD, é alimentado por baterias de lítio-íon-fosfato que levam três horas para carregar e dão ao veículo uma autonomia de cerca de 180 km. A mesma empresa produziu os primeiros táxis elétricos da cidade do sul da China, que foram lançados em maio.

Segundo o secretário do Meio Ambiente, Wong Kam-shing, o governo chines investiu cerca de US$ 23 milhões no programa piloto para subsidiar a compra de 36 ônibus elétricos até o fim de 2013, que serão geridos por empresas privadas. "O objetivo em longo prazo é o de alcançarmos emissões zero ao longo da via. Precisamos fazer isto passo a passo", declarou  a jornalistas durante uma coletiva de imprensa.

A Kowloon Motor Bus, maior operadora envolvida no projeto de testes, informou que será preciso tempo e dinheiro para transformar sua frota de 3.800 ônibus e que cada veículo movido a bateria custaria US$644.700.

Um grupo ambientalista local retrucou a iniciativa afirmando que "um ônibus não faria diferença" para a redução da poluição local e e que Hong Kong estava ficando para trás em relação a outras cidades do mundo no que diz respeito a veículos elétricos.

Compromisso com a saúde

Um estudo da Universidade de Hong Kong apontou que as doenças relacionadas à poluição mataram mais de três mil pessoas por ano, na cidade - grupos ambientalistas culpam as emissões provocadas pelo tráfego como a principal causa da poluição.

Leung Chun-ying, chefe do executivo, prometeu transformar a poluição em uma de suas maiores prioridades durante seu mandato de cinco anos, depois que um informe oficial disse que este era o "maior risco diário de saúde" para os moradores da cidade.



Primeiro secador solar de roupas do mundo é lançado e promete 80% mais de eficiência


O secador solar também pode ser usado para produzir água quente durante o verão
Foto: IFA 2013

Os secadores de roupa tradicionais respondem atualmente por mais de 4% do consumo de energia dos Estados Unidos e correspondem a emissão de 32 milhões de toneladas métricas de dióxido de carbono (CO2). Recentemente a companhia alemã Miele lançou em Berlim a primeira versão mundial desse eletrodoméstico movida à base de energia solar, informou o portal Eco-Business.

O t 881 EcoComfort precisa estar ligado ao sistema de aquecimento central de uma casa (voltado ao aquecimento da água), que por sua vez conta com um painel solar térmico na cobertura. Além de usar uma fonte renovável de energia, o aparelho é 80% mais eficiente do que os convencionais, segundo a empresa, tem vida útil estimada em 20 anos, e será produzido em série.


A Miele afirmou ainda que o secador solar também pode ser usado para produzir água quente durante o verão, enquanto que é possível no inverno esquentar a água armazenada no tanque através da biomassa ou do calor geotérmico. De acordo com a companhia alemã, o investimento no produto retorna ao consumidor em economia de energia no prazo de sete anos.



Participação do setor de energia em emissões de gás carbônico dobra em cinco anos

Produção de energia foi a responsável por 32% das emissões em 2010

Por Agência Brasil

A participação do setor de energia foi a que mais cresceu no total das emissões de gás carbônico no país de 2005 a 2010, constatou o Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC). Ao divulgar na segunda-feira, 9 de setembro, as estimativas sobre o perfil das emissões de gás carbônico no período, o PBMC informou que a produção de energia foi a responsável por 32% das emissões em 2010 contra 16% do total de emissões em 2005 – aumento de 16 pontos percentuais.

“Até o último levantamento, em 2005, as emissões eram basicamente concentradas no setor de florestas e nos usos da terra, ou seja, estavam muito relacionadas às emissões oriundas do desmatamento. Já em 2010, a gente percebe uma mudança nas emissões brasileiras. Passam a ter um peso maior o setor de agricultura e o de energia, com a redução do desmatamento”, destacou Mercedes Bustamante, uma das coordenadoras do PBMC e pesquisadora da Universidade de Brasília (UnB).

Além do setor de energia, a agropecuária aumentou sua participação na emissão brasileira de gás carbônico: de 20% em 2005 para 35% em 2010 - aumento de 15 pontos percentuais. O quesito uso da terra e florestas diminuiu a participação no total de emissões, tendo caído de 57% em 2005 para 22% em 2010; processos industriais aumentou de 4% para 7%; e tratamento de resíduos cresceu de 2% para 4%, todos na mesma base de comparação.

Rever estratégias

“Essa mudança implica que o Brasil tem de alterar a sua estratégia de mitigação [das emissões] e começar a se concentrar também nesses setores que vêm aumentando as suas emissões. Sobretudo agricultura, mas também no setor de energia. Ou seja, a gente tem de repensar as estratégias energéticas do Brasil”, analisou a professora.

O PBMC é um organismo científico que foi criado pelos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Meio Ambiente em 2009 e conta com o trabalho de mais de 300 cientistas. O painel tem o objetivo de auxiliar o governo no processo de formulação de políticas públicas e tomada de decisões para o enfrentamento dos desafios que vierem a implicar as mudanças climáticas.



Limitar desmatamento não prejudica economia, diz pesquisa


Em 2009, o Brasil promulgou a Lei da Política Nacional sobre Mudança Climática em que se compromete, até 2020, a reduzir entre 36,1% e 38,9% das emissões de gases que causam o efeito estufa. Para alcançar essa meta, uma das principais medidas é diminuir 80% do desmatamento na Amazônia Legal e 40% no cerrado. A partir disso, um estudo de mestrado desenvolvido na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP) da USP analisou qual o impacto da redução do desmatamento nessas áreas sobre o setor agropecuário e a economia brasileira.

A pesquisa “Impactos econômicos da limitação do desmatamento no Brasil” foi apresentada, em abril deste ano, ao Programa de Pós-Graduação em Economia da FEARP pela pesquisadora Caroline de Souza Rodrigues Cabral sob a orientação do professor doutor Ângelo Costa Gurgel.

Segundo a pesquisadora, os impactos econômicos das políticas de limitação do desmatamento no Brasil são praticamente insignificantes diante dos efeitos positivos da preservação de milhões de hectares de florestas e cerrados que deixariam de ser transformados em áreas agrícolas até 2050. Principalmente porque o país tem capacidade de aumentar a produtividade das pastagens e converter áreas de vegetação secundária e subaproveitadas em cultivos agrícolas.

Para chegar aos dados, ela utilizou o modelo de equilíbrio geral computável EPPA, capaz de considerar as relações entre os diferentes setores da economia e uma ampla gama de distorções de políticas.

A pesquisa trabalha com projeções entre os anos de 2020 e 2050, quando o desmatamento na Amazônia e Cerrado chegaria a zero. O resultado mostrou que a redução na produção setorial chega a, no máximo, 1,87% na agricultura, 1,81% na pecuária e 1,54% no setor de alimentos em 2050. As políticas de redução do desmatamento também pouco alterariam a trajetória de crescimento da economia, gerando uma diminuição de, no máximo, 0,15% no Produto Interno Bruto (PIB).


Veja a matéria completa aqui.

Fonte: CicloVivo

Garrafa elimina impurezas e transforma Coca-Cola em água


A empresa sueca ÖKO comercializa uma garrafa que utiliza uma tecnologia desenvolvida pela NASA, capaz de eliminar mais de 99,9% das impurezas da água. Os suecos também prometem que o recipiente pode transformar a Coca-Cola em líquido transparente, livre de corantes, aromatizantes e outras propriedades industrializadas – mas, de acordo com um teste, o filtro ainda parece preservar o açúcar.

O sistema de filtragem da garrafa especial é composto por um dispositivo cujos poros têm apenas dois mícrons de diâmetro. Invisíveis a olho nu, estes pequenos furinhos fazem com que a garrafa possa filtrar com eficiência a quantidade de água disponível em até 100 galões – assim, a alternativa pode ser utilizada nos locais que sofrem com a falta de saneamento básico, problema comum nos países em desenvolvimento.



Nos testes da empresa, a conversão do refrigerante em água foi instantânea, e vários usuários da garrafa postaram a experiência nas plataformas da web e nas redes sociais. No entanto, um tira-teima realizado pelo site de notícias asiático RocketNews24 mostrou que o refrigerante fica transparente e perde o gás, mas não fica, necessariamente, potável. “Na verdade, o gosto era de água com açúcar”, afirmou o site de notícias.

A garrafa é vendida pela internet, e seu preço pode ser considerado como acessível se for levada em conta a eficiência oferecida. No site da ÖKO, cada exemplar é adquirido com, no mínimo, 25 dólares (algo em torno de 58 reais), e a tecnologia tem tudo para melhorar a vida das pessoas que não têm acesso à água potável em várias partes do mundo.

O vídeo abaixo mostra a conversão do refrigerante em água:


Fonte: CicloVivo

Aprenda a fazer prateleiras com baldes de tinta


As reformas em casa deixam resquícios de muitos itens que podem ser aproveitados. Por exemplo, reutilizar os baldes de tintas ou outros materiais para fazer prateleiras é uma maneira fácil e econômica de criar espaços para armazenar seus objetos. A dica é de Ama Ryllis do Ohoh Blog.

Serão necessários os seguintes itens:

- Baldes de tinta (ou de outros materiais)

- Serra

- Tinta (reaproveite a tinta que sobrou no balde)
  


O primeiro passo é limpar e remover o rótulo do balde, em seguida cortar a parte superior. Para fazer o corte utilize uma serra ou uma serra elétrica, mas tenha paciência e cuidado para não se machucar.

Quando o balde estiver limpo e cortado pinte a parte externa com uma tinta para plástico, use a cor de sua preferência. Espere a tinta secar para fazer dois furos no balde com parafusos e utilize um pedaço de madeira para fortalecer o material, veja nas fotos da galeria como esse furo deve ser feito.

A partir daí basta fixar os parafusos na parede e guardar seus objetos. As prateleiras podem ser utilizadas, por exemplo, para colocar livros, expor bichos de pelúcia, CDs, brinquedos de crianças. Só procure não forçar muito a estrutura guardando objetos muito pesados.

 

Para ter acesso ao passo a passo completo clique aqui.


Fonte: CicloVivo

SP pode ter marginal subterrânea e parque linear no rio Tietê


A prefeitura de São Paulo realizará nesta terça-feira (10) uma audiência pública para discutir o projeto Arco Tietê, que pretende melhorar a mobilidade urbana na capital beneficiando, principalmente, os bairros situados ao sul e norte do rio Tietê.

De acordo com o ambicioso projeto, assim como o metrô, os trens na região central da cidade percorrerão vias subterrâneas, haverá passarelas com ciclovia e nas margens do rio Tietê será construído um parque linear. Há também a proposta de criar travessia exclusiva para pedestres sobre o rio Tietê. Além de um projeto de 50 mil moradias populares.

Todas as propostas do projeto - que foram levantadas durante a 1ª fase do chamamento público para os Estudos de Pré-viabilidade do Arco Tietê - serão avaliadas em uma reunião organizada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano da Prefeitura de São Paulo.
  

Imagem: Divulgação

As sugestões devem estar de acordo com o Arco do Futuro, principal projeto urbano do prefeito Fernando Haddad. O plano busca um desenvolvimento urbano mais equilibrado, por isso, considera quatro setores prioritários: econômico, ambiental, mobilidade e acessibilidade, habitacional.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, o arquiteto Fernando de Mello Franco, secretário de Desenvolvimento Urbano da prefeitura, afirmou que não teme o “gigantismo do plano” e que é preciso pensar grande para a cidade não se “amesquinhar”.

Confira algumas propostas de consórcios participantes:

Projeto da Geométrica-UTC, Contrans e Escola da Cidade:

Marginais subterrâneas e parque linear.



Imagem: Divulgação

Plano Consórcio Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão:

Parque linear ao longo de um dos afluentes do Tietê.


Imagem: Divulgação

Proposta do Consórcio Axal:

Parque linear com passarelas sobre o rio para pedestres e ciclistas.


Imagem: Divulgação


Imagem: Divulgação


Fonte: CicloVivo