sexta-feira, 21 de junho de 2013

PETs e bagaços podem ser usados pela indústria médica e cosmética


Tudo começa com produtos que na sua casa poderiam se transformar em lixo. Mas um cientista brasileiro descobriu que por meio da queima de garrafas PETs, bagaço de cana de açúcar, restos de milhos e pneus velhos é possível produzir nanotubos de carbono. Essa novidade pode ajudar a indústria brasileira a obter maior variabilidade de dispositivos na medicina, na produção de cosméticos, implantes e de aparelhos eletrônicos.

Além de seus potenciais usos, a novidade ajuda a reduzir a poluição ambiental, ao evitar que gases poluente sejam liberados para a atmosfera, reduz a quantidade de lixo no mundo, também evita a extração de novos recursos naturais. Essa descoberta foi feita pelo físico brasileiro Joner de Oliveira Alves, ele realizou testes em laboratório com os quatro tipos de resíduos durante a tese de doutorado para chegar a este resultado, informou a Info.

Para transformar todos estes resíduos em alta tecnologia, os materiais orgânicos e inorgânicos são incinerados em um forno e depois filtrados, por meio de um processo químico. Em seguida, é liberado hidrogênio, um gás limpo lançado no ar, e carbono, em forma de pó. Eis que surgem os nanotubos, estrutura 50 mil vez mais finas que um fio de cabelo.

Este material costuma ser exportado pelo país, mas é usado como reforço em materiais poliméricos e cerâmicos e tem um vasto campo de aplicações na indústria. Porém ainda não existem empresas que produzem esses materiais em larga escala no Brasil. A indústria cosmética é a que mais tem investido nesse tipo de material. "Como os nanotubos são partículas muito pequenas, conseguem penetrar em camadas da pele que outras substâncias não alcançam", afirma Joner.


Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

FSC lança fundo de apoio para pequenos produtores

A partir de outubro deste ano, proprietários privados e familiares de pequeno porte, proprietários florestais comunitários e pequenos produtores de todo o mundo, incluindo o Brasil, poderão receber 420 mil euros em subsídios para apoiar a certificação FSC - Forest Stewardship Council®, que promove o manejo florestal responsável.

Anunciado pela FSC, o incentivo tem várias finalidades, entre elas:

- ajudar os pequenos produtores a se prepararem para a certificação;
- fortalecer e capacitar organizações geridas por pequenos produtores e comunitários;
- melhorar a gestão da cadeia de suprimentos;
- investir em novas máquinas, e
- aumentar o acesso ao mercado para produtos certificados.

Para receber o fundo, os proprietários já devem possuir a certificação FSC ou estar em processo de se certificar. Além disso, devem atender aos critérios de produção de pequena escala e baixa intensidade. É possível solicitar subsídios:

- de uso único, de apenas um ano, nos valores de 5 a 30 mil euros, ou
- multiuso, de até três anos, nos valores de 5 a 50 mil euros.

Saiba mais no site do FSC Brasil.


Fonte: Planeta Sustentável 

quinta-feira, 20 de junho de 2013

3 brincadeiras juninas ecológicas

As festas de São João levam para as grandes cidades os ares do interior. Roupas e acessórios em homenagem ao homem do campo, estilos musicais em sua maioria relacionadas ao nordeste do país e diversas comidas preparadas com milho, uma vez que o mês de junho é a época de colheita desse alimento. Também faz parte da tradição, as brincadeiras que animam crianças e adultos. Veja abaixo como prepará-las de maneira ecológica:

Boliche de PET

Para fazer um boliche ecológico separe os seguintes itens:

- Jornal velho
- Fita adesiva
- Barbante
- Papel
- 12 garrafas PET

Primeiramente, limpe as garrafas e tire o rótulo. Em seguida, decore cada uma delas usando uma faixa e um número colorido. O próximo passo é utilizar o jornal para fazer uma bola e depois amarrá-la com o barbante. As garrafas devem ser dispostas em forma de triângulo para que o jogador possa arremessar a bola de jornal a alguns passos de distância. Vence quem derruba mais pinos de garrafa.

Rabo de burro

- Feltro ou papel
- Fita adesiva dupla face
- Pano usado e limpo

Cole um desenho do burro sem o rabo na parede, caso tenha dificuldades em fazê-lo em casa, imprima o molde abaixo. Faça o rabo separadamente com o feltro ou papel. Coloque a fita adesiva dupla face no rabo e utilize um pedaço de pano para vendar os olhos das crianças, então peça para que ela coloque o rabo no lugar exato do corpo do burro. Vence quem colocá-lo mais próximo.

Correio Elegante

Ao invés do tradicional correio com cantadas e frases engraçadas, convide aos participantes da festa a criarem mensagens criativas relacionadas à ecologia. Já deixe preparado alguns recados, por exemplo, “Soltar balão? Nem pensar!”.

Estimule os convidados da festa a levarem brinquedos usados para que sejam doados posteriormente. Outra ideia é incentivar as crianças a fazerem objetos utilizando sucata.


Fonte: Ciclo Vivo 

Eletropaulo troca materiais recicláveis por descontos na conta de luz

Trocar materiais recicláveis por descontos na conta de energia elétrica é a proposta do “Recicle mais, pague menos”. O projeto da AES Eletropaulo foi lançado em um bairro paulistano no último mês e deve se estender para mais três regiões até o final do ano.

Nesse período, o objetivo da empresa é coletar 200 toneladas de papel, plástico, metal e vidro. Para isso, espera cadastrar, no mínimo, dez mil famílias. Até 2014, a expectativa é arrecadar 1600 toneladas de resíduos com dez pontos de coleta e 40 mil clientes cadastrados.
Os interessados devem se cadastrar no posto de coleta com uma conta de luz recente. No local, eles receberão um cartão personalizado e já podem levar os resíduos separados. O montante será pesado e ganhará um preço, calculado de acordo com a tabela praticada pelo mercado de reciclagem.

O valor é registrado no cartão e enviado para a distribuidora de energia. Os participantes recebem na hora um comprovante com a quantia que será descontada na próxima conta. Se o desconto ultrapassar o valor da conta, ficará como crédito para o mês seguinte, ou seja, a quantidade de resíduos que podem ser levados é ilimitada. 

A empresa Multilixo, especializada em reciclagem, será a responsável pelo processo de recebimento, armazenamento e destinação do material coletado.


O único posto de coleta em operação, até o momento, está localizado na Rua Joaquim Forzano, em frente ao nº 50, na Vila Guacuri, zona sul de São Paulo. Aberto às terças e quintas-feiras, das 9h às 16h. Para mais informações acesse o site da AES

Clique para ampliar 


Fonte: Ciclo Vivo 

Antigos discos de vinil são transformados em óculos


Vinylize é uma empresa búlgara que decidiu investir na fabricação de óculos feitos a partir de materiais reciclados. Os antigos discos de vinil foram escolhidos como matéria-prima, que dá origem a acessórios bonitos e altamente elegantes.

A sede da empresa está localizada em Budapeste, capital e maior cidade da Hungria. Os trabalhos começaram há dez anos, e conforme informado na página da Vinylize, foram necessárias muitas tentativas e erros até que a técnica e formato ideal fossem alcançados.


A escolha pelo vinil deve-se à praticidade e durabilidade do material. Aliado a isso está o desuso dos antigos discos com o passar dos anos. Ainda existem materiais com conteúdo extremamente valioso e que devem ser preservados intactos. Mas, muitos vinis teriam como destino o aterro sanitário, se não fossem trabalhos de reutilização e reciclagem.


A empresa informa que todos os óculos são feitos de maneira artesanal, carimbados com o selo de qualidade da marca e comercializados com dois anos de garantia. Os modelos seguem o estilo europeu e são disponibilizados óculos de sol e de grau para homens e mulheres.


Não somente os óculos são de vinil, mas também o estojo em que eles são transportados. Mas, mesmo sendo feitos com material reaproveitado, os óculos continuam sendo caros. O preço médio para a comercialização pela loja virtual da marca é de 330 euros.


Fonte: Ciclo Vivo 

Pulseira imita fotossíntese para purificar o ar


A poluição do ar é algo com o qual as pessoas que moram em grandes cidades têm que lidar constantemente. A pulseira “Hand Tree” é uma tecnologia que pretende oferecer individualmente uma melhor qualidade do ar, eliminando parte dos poluentes mais comuns.

O princípio aplicado a



o “gadget” é o mesmo exercido pelas plantas durante a fotossíntese. O sistema aspira o ar poluído e o devolve limpo. De acordo com a Electrolux, empresa que patrocina a ideia, a pulseira pode funcionar de maneira global ou local. O primeiro caso é bastante pretensioso e tem a intenção de ajudar a controlar os poluentes presentes em toda a atmosfera. O local é mais plausível, pois consiste em purificar o ar da zona ao redor do usuário.



O dispositivo pode trabalhar no modo manual ou automático, em que ele adapta suas funções de acordo com a quantidade de poluentes presentes no ambiente. O filtro é prático e seu design é semelhante ao de um relógio com uma pulseira grossa.

Para reduzir os impactos da fabricação, o designer responsável pelo projeto, utilizou um tipo de plástico ecológico, chamado de Biograde. Ele atende a todos os padrões ambientais e de saúde. A bateria pode ser recarregada através de uma tecnologia de transmissão sem fio e painel frontal é de fácil manuseio.



O Hand Tree ainda é apenas um conceito e a Electrolux não informa se existe previsão para que ele seja comercializado. 


Fonte: Ciclo Vivo 

Pinguim com mancha de petróleo é resgatado em São Sebastião

 Na última quarta-feira (19), a equipe do Aquário de Ubatuba viajou a São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, para buscar um juvenil de Pinguim-de-Magalhães, da espécie Spheniscus magellanicus. O animal foi encontrado por um morador na Praia da Baleia, com petróleo nas penas e foi resgatado hoje pela Polícia Ambiental. A equipe do Aquário de Ubatuba realizou o primeiro atendimento e encaminhou o animal ao Instituto Argonauta para receber tratamento.

“Este pinguim apresenta uma mancha de petróleo que cobre 25% das penas, atingindo uma parte da peitoral, pescoço e cabeça. A partir de agora, serão feitas análises para que seja determinada a possível origem da substância envolvida e todo o procedimento veterinário necessário, como exame de sangue, lavagem e terapia de suporte”, afirma Hugo Gallo, oceanógrafo e diretor-executivo do Instituto Argonauta e do Aquário de Ubatuba.

É o segundo pinguim encontrado no litoral norte esta semana, o que reafirma a teoria de que o aparecimento destas aves na costa brasileira nesta época do ano é bastante comum, pois todos os anos esses animais se lançam ao mar em busca de alimento a partir da costa da Patagônia, Argentina, Ilhas Malvinas e Uruguai e acabam se perdendo do grupo e vindo parar nas praias. Muitos chegam debilitados e, por isso, são resgatados pela equipe do Instituto Argonauta, uma ONG que realiza o trabalho de cooperação para salvar animais marinhos desde 1998, com o apoio do Aquário de Ubatuba e convênio com a Petrobras desde outubro de 2011.

Para quem encontrar um pinguim pela praia, Hugo aconselha a “mantê-lo seco em caixa de papelão envolto em uma toalha ou jornal e esperar o resgate especializado chegar”. Ao contrário do que muitos imaginam, a espécie Pinguim-de-Magalhães não é polar e não está adaptada à temperaturas mais baixas, portanto, “é extremamente importante o acondicionamento correto do animal, devendo-se banir a hipótese de colocá-lo em gelo”, afirma Hugo.

Na temporada de inverno do ano passado foram plenamente recuperados 66 pinguins que foram soltos no mar, em janeiro deste ano, em uma operação realizada pelo Instituto Argonauta com o apoio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE e da Marinha do Brasil, que cedeu a embarcação Lancha Patrulha Marlim para o transporte.



Fonte: Ciclo Vivo 

Maior barco solar do mundo chega a NY para estudar os efeitos do clima

O Turanor PlanetSolar, o maior barco do mundo movido a energia solar e dotado de uma imensa cobertura de painéis fotovoltaicos, está em Nova York, nos Estados Unidos, em uma viagem científica para estudar o efeito das mudanças climáticas na famosa corrente do Golfo.

O catamarã espetacular, de 35 metros de comprimento e 23 metros de largura quando abre suas asas com painéis solares, se tornou em maio de 2012 o primeiro veículo movido a energia solar a dar a volta ao mundo, após uma viagem épica de 584 dias e mais de 60 mil quilômetros percorridos.

"Ao invés de se tornar um museu em algum porto, o barco agora desfruta desta segunda vida", destacou seu capitão, o francês Gerard d'Aboville, em alusão à missão científica lançada durante uma entrevista coletiva a bordo do navio suíço nesta terça-feira (18).

De fato, após zarpar do porto de La Ciotat, no Sudeste da França, há pouco mais de dois meses, o PlanetSolar começou recentemente em Miami, no Sudeste dos Estados Unidos, uma expedição que tem como objetivo coletar material sobre os efeitos das mudanças climáticas ao longo da corrente do Golfo.

"Vivo na Bretanha, no Oeste da França, e estamos muito preocupados. Todos sabemos que se a Corrente do Golfo mudar, mesmo que seja só um pouquinho, nosso clima se deteriorá muito", afirmou D'Aboville.

A corrente do Golfo desloca uma grande massa de água quente procedente do Golfo do México para o Atlântico Norte, assegurando à Europa um clima quente para a latitude onde se encontra e impedindo a excessiva aridez das zonas tropicais que atravessa na América, como o México e as Antilhas.

A expedição do PlanetSolar se estenderá até agosto de 2013 e tem previstas escalas em Boston, no Nordeste dos Estados Unidos, San Juan de Terranova, no Canadá, e Reykjavik, concluindo em Bergen, na Noruega.

"Nosso objetivo é entender as complexas interações entre física, biologia e clima para possibilitar que os cientistas aperfeiçoem as simulações climáticas, especialmente no que diz respeito aos intercâmbios de energia entre o oceano e a atmosfera", explicou o professor Martin Beniston, da Universidade de Genebra, na Suíça, e líder da missão.

"Como o barco é impulsionado por energia solar, não emite nenhuma substância contaminante que possa distorcer o material coletado na travessia de 8.000 quilômetros entre Miami e Bergen", acrescentou.

Proeza tecnológica com sua gigantesca cobertura de mais de 515 metros quadrados de painéis solares, o PlanetSolar pesa 90 toneladas e  pode desenvolver uma velocidade de até 14 nós (26 km/h), embora sua média seja de cinco nós. O consumo médio de seus motores é de 20 quilowatts e não requer gasolina e tampouco emite gases de efeito estufa.

À beleza externa, o barco soma um nada desprezível conforto interno, com seis cabines e nove camas. Pode abrigar até 60 pessoas quando ancorado.

Atracado desde segunda-feira (17) em uma marina sobre o rio Hudson, no sul de Manhattan, o PlanetSolar zarpará na próxima sexta-feira (21) com destino a Boston.

A presença do navio em Nova York foi celebrada pela vice-cônsul suíça na cidade, Nadine Olivieri Lozano, que se disse "muito animada" com a possibilidade de que seu país possa mostrar "inovação, tecnologia e esforços de energia renovável".


"É excitante ter um embaixador deste tipo. Normalmente o povo associa nosso país ao chocolate, aos relógios, aos bancos", afirmou ela. 

Complexo do Alemão ganha biblioteca ecológica

Nesta quinta, 20, a Fábrica Verde - projeto de reciclagem de computadores no Complexo do Alemão - ganhará duas novas atrações. A primeira delas é a inauguração de uma biblioteca ecológica, voltada à promoção da educação ambiental e sustentabilidade, com cerca de cinco mil livros oriundos de doações. A outra é uma TV Verde, que passará a integrar as atividades do projeto e, em sua inauguração, exibirá um filme produzido pela equipe sobre as oficinas realizadas no local.

No mesmo dia, será realizada a formatura dos 120 alunos da quinta turma da Fábrica Verde que, há quase dois anos no Complexo do Alemão, já formou 480 jovens e adultos da região em montagem e manutenção de microcomputadores.

Após a inauguração, a biblioteca funcionará de segunda a sexta, das 9h às 16h, na sede da Fábrica Verde, que fica na Avenida Itaóca, 1961, Bonsucesso.


Fonte: Ciclo Vivo 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Faça um relógio de cozinha reaproveitando frigideiras velhas

Sabe aquela panela que não tem mais utilidade na cozinha? Ou aquela frigideira que já foi esquecida no fundo do armário? Uma boa ideia para reaproveitá-las é usar a criatividade e transformá-las em peças decorativas para dar um ar mais colorido para esse cômodo da casa.
Neste passo a passo, a artesã da Mercur, Cristhiane da Silva, ensina como fazer um relógio, utilizando as técnicas de decoupage e craquelê, “A peça é fácil de aprender e você pode montá-la conforme seu gosto”, explica a artesã. E acrescenta: “a técnica de decoupage possibilita a escolha da estampa, enquanto o craquelê proporciona um efeito diferenciado”.  Segundo Cristhiane, é importante que os utensílios a serem usados estejam bem limpos, para não atrapalhar o efeito das tintas.

Confira abaixo o passo a passo de como fazer essa peça.

Decoupage e Craquelê

Material:

- Base e tinta acrílica para artesanato na cor Branco;

- Tinta relevo brilhante na cor Branco;


- Tinta relevo transparente nas cores Amarelo, Marrom e Vermelho;

- Tinta para tecido na cor Verde Pinheiro;

- Kit Craquelê: Base para verniz craquelê e verniz craquelê para obtenção do efeito decorativo

- Cola para decoupage

- Verniz brilhante a base d’água

- Cola extra para artesanato


- Papel para arte francesa – cozinha brasileira

- Fita

- Máquina de relógio


- Numerais para relógio

- Frigideira

- Pincel chato de cerdas macias

- Rolinho


- Lápis


- Tesoura

 Modo de fazer:

1. Recorte em formato de círculo o papel para arte francesa. Sugerimos que este recorte tenha um diâmetro 5 cm menor que a medida do fundo da frigideira.

2.  Com a ajuda de uma chave de fenda ou uma furadeira, faça um furo no centro da frigideira. Depois pinte todo o fundo e lateral da frigideira, utilizando um rolinho e a base e tinta acrílica para artesanato na cor branca. Espere secar e repita a aplicação da tinta.

3. Utilizando o pincel, passe a cola para decoupage em toda a área da frigideira onde será aplicado o recorte do papel para Arte Francesa. Em seguida, aplique o recorte de papel sobre a área com a cola.

4.  Aplique com o pincel a base para verniz craquelê sobre toda a parte da frigideira pintada de branco e deixe secar. A quantidade e espessura da camada de base é o que determina o tamanho dos craquelados. Se preferir um craquelê expressivo, aplique duas demãos da base. Para acelerar a secagem, utilize um secador de cabelo frio ou deixe a peça diante de um ventilador.

5. Em um recipiente misture duas medidas do verniz craquelê com uma medida da tinta para tecido cor Verde Pinheiro. Mexa até obter uma cor homogênea e aplique em toda a área onde foi passada a base para verniz craquelê. Deixe secar naturalmente até fazer o efeito decorativo craquelado.

6. Para ajudar na preservação da sua peça, aplique o verniz brilhante a base d’água por cima de todo o papel e deixe secar.

7. Utilizando as tintas relevo transparente nas cores marrom e amarelo, reforce na imagem o sonho feito pela cozinheira.

8. Com a tinta relevo transparente na cor vermelha, enfeite o turbante da cozinheira, a boca da cozinheira e o cabo dos talheres que estão pendurados. Com a cor branca realce as bolinhas do turbante.

9. Utilizando a cola extra para artesanato cole na frigideira os numerais do relógio. Neste momento coloque também a máquina do relógio e seus ponteiros.

10. Para finalizar faça um laço com uma fita de sua preferência para enfeitar o cabo da frigideira.


Fonte: Ciclo Vivo 

Metrô de São Paulo faz Brasil economizar R$ 19,3 bilhões por ano

Além de facilitar a vida das pessoas, o metrô pode dar uma grande contribuição à economia. Caso São Paulo não tivesse metrô, por exemplo, a economia brasileira perderia R$ 19,3 bilhões por ano. Esse valor corresponde a dois terços do custo de construção de toda a rede de metrô da cidade. Se a quantia salva fosse investida no próprio sistema metroviário, seria possível duplicá-lo com o dinheiro poupado em menos de um ano e meio.

A conclusão é do estudo “The Underground Economy: Tracking the Wider Impacts of the São Paulo Subway System” (A Economia Subterrânea: Rastreamento dos Impactos mais Amplos do Sistema de Metrô de São Paulo), coordenado por Eduardo Amaral Haddad, professor titular do Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP).

A pesquisa econométrica teve apoio da FAPESP e do CNPq no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas (INCT Clima).

“O metrô atende diariamente a 4 milhões de passageiros. Setenta por cento das viagens correspondem a idas e vindas de trabalhadores de suas residências aos locais de trabalho. A maior velocidade dos deslocamentos proporcionada pelo metrô contribui diretamente para o aumento da produtividade desses trabalhadores e, consequentemente, para o melhor desempenho econômico das firmas nas quais estão empregados”, disse Haddad à Agência FAPESP.

Para quantificar o impacto econômico do sistema metroviário paulistano, os pesquisadores utilizaram o conceito de “tamanho efetivo de mercado de trabalho”. Essa grandeza é definida pelo número de empregos que, a partir de seu local de residência, um trabalhador pode alcançar em determinado intervalo de tempo.
Quanto maior o “tamanho efetivo de mercado de trabalho”, maior a oferta de empregos para o referido trabalhador e maior a sua disponibilidade para trabalhar nas empresas possíveis de alcançar no intervalo de tempo considerado.

Com as equações montadas, os pesquisadores fizeram uma simulação eliminando o metrô, para determinar a influência específica dessa variável. Os cálculos mostraram que, nesse caso, o Produto Interno Bruto (PIB) municipal decresceria em 1,7%. E o PIB nacional, em 0,6%. A partir daí, chegou-se ao número de R$ 19,3 bilhões por ano.

“Simulamos também uma situação na qual o metrô foi substituído por uma infraestrutura alternativa de alta eficiência, o BRT (Bus Rapid Transit), no qual ônibus articulados ou biarticulados trafegam em alta velocidade por canaletas específicas. Trata-se de um sistema de transporte como aquele implantado em Curitiba no fim da década de 1970. Mesmo nesse caso, a simulação mostrou que o metrô é uma opção melhor, apresentando benefício anual de R$ 6,4 bilhões comparativamente ao BRT”, disse Haddad.

Outras vantagens

Haddad ressaltou que o estudo se ateve estritamente ao impacto econômico associado à produtividade dos trabalhadores – por sua vez influenciada pela mobilidade, isto é, pelo tempo médio de permanência no deslocamento diário de casa para o trabalho. Vantagens outras como a não emissão de poluentes atmosféricos também devem ser consideradas para uma avaliação global.

A rede metroviária da cidade de São Paulo possui, atualmente, 74,3 quilômetros de extensão, distribuídos em cinco linhas, com 64 estações.

“Esse sistema tornou-se indispensável tanto para o transporte dos paulistanos quanto de uma importante parcela do um milhão de trabalhadores que afluem diariamente à cidade, provenientes de outros municípios. As regiões que mais atraem esses trabalhadores de fora são a Central (180 mil) e a Oeste (300 mil) – ambas parcialmente servidas pelo metrô”, ponderou Haddad.


No entanto, a rede metroviária de São Paulo é a terceira em extensão no ranking da América Latina, ficando atrás não apenas da rede da Cidade do México, mas também da rede de Santiago, do Chile, cuja população é praticamente a metade da paulistana. Enquanto isso, as ruas e avenidas da cidade encontram-se, a cada dia, mais travadas por uma frota de veículos que alcançou, em abril de 2013, a cifra de 7.429.805 unidades.

Fonte: Ciclo Vivo 

SOS Mata Atlântica busca doações na internet para monitorar rios de SP

Com o objetivo de formar cinco grupos de monitoramento da qualidade da água em rios da bacia do Rio Jundiaí (Jundiaí/SP), a Fundação SOS Mata Atlântica, por meio de seu programa Redes das Águas, cadastrou o projeto Observando os Rios no portal Causa Coletiva para arrecadar R$ 9.200.

O Rio Jundiaí nasce na Serra dos Cristais, no município de Mairiporã, com extensão de 123 quilômetros, percorre sete municípios: Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista, Jundiaí, Itupeva, Indaiatuba e Salto, onde sua foz se une ao Rio Tietê.

 Os interessados podem contribuir, até o próximo dia 30 (clique aqui), com valores que variam de R$ 20 a R$ 3 mil. Com o recurso arrecadado, a SOS realizará 60 coletas e análises da qualidade da água; distribuirá cinco kits de análise da qualidade da água, com 20 testes cada; fará cinco oficinas para capacitar os grupos sobre como analisar a água; incluirá as análises no sistema de dados do Observando os Rios na Rede das Águas e construirá um mapa com os indicadores.

“Esse recurso não é para a SOS Mata Atlântica, mas sim para pessoas que têm interesse em monitorar a qualidade da água de rios e córregos de sua região, mas não podem. Como a demanda de pedido é maior que a nossa capacidade de atendimento, pensamos em usar esta plataforma para tornar isso possível. A Rede das Águas surgiu com esse perfil de mobilização e participação da sociedade e estamos dando continuidade a isso”, afirma Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas da SOS Mata Atlântica.

Poderão participar dos grupos de monitoramento comunidades ribeirinhas, jovens e adultos, escolas, universidades, associações comunitárias, ONGs, comitês de bacias, entre outros, que farão parte do programa Observando os Rios da SOS Mata Atlântica.


Fonte: Ciclo Vivo 

Renzo Piano projeta moradia individual e sustentável


O arquiteto italiano Renzo Piano desenvolveu uma moradia sustentável e prática, ideal para abrigar apenas uma pessoa. Feita em madeira, a casa possui pouco mais de três metros de diâmetro e deve oferece conforto ao morador.


A estrutura foi apelidada de Diogene, uma referência e homenagem feita ao filósofo grego Diógenes, que optou por viver em um barril. Isso não significa que a casa projetada por piano seja apertada e sem conforto. O pequeno espaço foi pensado a partir de muito planejamento e cuidado e está entre os projetos de alto-nível da Vitra, fabricante alemã de móveis.


Foi a própria empresa alemã que solicitou ao arquiteto uma moradia com esses padrões, por saber que Piano já trabalhava com protótipos desse tipo há dez anos. A Diogene é uma casa sustentável e sua estrutura permite que ela seja facilmente transportada para outro local.


A energia utilizada para abastecer a residência é obtida a partir das placas fotovoltaicas, instaladas no telhado, o que permite que ela se mantenha totalmente fora da rede. Além disso, a casa é equipada com um tanque para o armazenamento da água da chuva, banheiros com sistema de compostagem, ventilação natural.


Mesmo com a tecnologia, o morador de uma Diogene contará apenas com espaço para uma cama, uma mesa e uma cadeira.




Fonte: Ciclo Vivo 

Nissan estuda fábrica de carros elétricos no Rio

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Julio Bueno, anunciou hoje a criação de um grupo de trabalho para estudar a viabilidade de implantação de uma fábrica de veículos elétricos no Rio de Janeiro. O anúncio foi feito durante inauguração da sede da Nissan no centro do Rio e cerimônia de entrega de dois táxis com motor elétrico em projeto desenvolvido pela montadora em parceria com a Prefeitura do Rio.

Segundo o secretário, o grupo de trabalho será formado pela montadora japonesa Nissan, pela Petrobras Distribuidora, Ampla, Light e Rio Negócios, representando a Prefeitura do Rio e Governo do Estado. O projeto faz parte do Programa Rio Capital da Energia, que tem como principais pilares a energia de baixo carbono, a eficiência energética e a inovação tecnológica.

O Grupo de Trabalho será oficializado a partir de um decreto do governador Sergio Cabral, que deve ser publicado em breve. Mas a ideia desta nova fábrica já existe desde que a Nissan optou por se instalar no Rio – disse o secretário.

Segundo ele, o principal objetivo do estudo é analisar a infraestrutura necessária a ser instalada para garantir o abastecimento dos novos veículos elétricos, além de identificar a real demanda por essas unidades. A nova fábrica de veículos elétricos da Nissan tem investimentos previstos, em torno de R$ 400 milhões.

Muito provavelmente os primeiros veículos serão destinados às frotas de táxis, mas isso ainda não está certo - comentou o secretário na cerimônia que marcou a entrega dos dois primeiros táxis com motor elétrico, da Nissan, à Prefeitura. A montadora foi a única a apresentar proposta em chamada pública feita em janeiro pela Prefeitura, para selecionar veículos elétricos que pudessem atuar no serviço de táxis da cidade.

Lançado comercialmente em 2010 nos Estados Unidos e no Japão, e no ano seguinte da Europa, o Nissan Leaf, modelo utilizado como táxi e entregue à Prefeitura já tem cerca de 50 mil unidades comercializadas em todo o mundo. Sua autonomia, de 160 km, é garantida por um módulo de 48 baterias de íon-lítio, que podem ser recarregados em carregadores caseiros, por até oito horas, ou em apenas 30 minutos pelo sistema “Quick Chargers”, instalados pela Petrobras Distribuidora, inicialmente na Barra da Tijuca e na Lagoa Rodrigo de Freitas.


Fonte: Ciclo Vivo 

Boletim - MAIO/JUNHO 2013


EVENTO ASEC – 21 anos

A ASEC desde sua fundação tem como objetivo defender os direitos, interesses e reivindicações de seus associados além de promover eventos na área ambiental.
Partindo desses objetivos, a ASEC convida todos os especialistas em Meio Ambiente a participar do Encontro Técnico Meio Ambiente e a Gestão de Resíduos Sólidos, em comemoração a seus 21 anos de fundação (22/06/1992).
 O objetivo deste Ano é aumentar a conscientização de todos para um Meio Ambiente Sustentável e para os desafios da gestão de resíduos sólidos.
O Evento vai destacar a história de iniciativas, o Licenciamento, bem como identificar dificuldades, contaminação e remediação do solo, desafios, responsabilidade civil ambiental e seguro.
O evento ocorrerá na CETESB, localizada na Av. Professor Frederico Hermann Jr., 451 - Alto de Pinheiros
 Programação prévia:
Dia 24/06
09h30 Abertura
10h00 Mesa sobre Meio Ambiente apresentando Especialistas da CETESB e Convidados
12h00 Debate
12h30 Almoço
14h00 Gestão de Resíduos Sólidos
14h45 Licenciamento
15h30 Legislação e Políticas
16h15 Debate

Dia 25/06
09h00 café
09h30 Aspectos Jurídicos Ambientais – Resíduos Sólidos e a Responsabilidade Civil Ambiental Compartilhada.
10h15 Casos concretos de Sinistros envolvendo Poluição Ambiental e Resíduos Sólidos
11h00 Aspectos Jurídicos Ambientais – RS e o Seguro de Responsabilidade Civil Ambiental.
11h45 Debate
12h00 Encerramento


Inscrições no site: www.asec.com.br

Ciclo de Debates Águas Urbanas e Infraestrutura: Novos Desafios à Engenharia Nacional


Veja 5 ideias para reaproveitar rolos de papel higiênico

O rolo de papel higiênico acabou e sobrou o tubo de papelão? Além da opção do lixo reciclável, veja outras sugestões para reaproveitar o material.

1. Porta-mudas



Para quem quer ter mais verde em casa, os rolinhos são uma boa forma de otimizar os espaços e organizar mudas e sementes.

2. Brinquedos


Que tal colocar a mão na massa com as crianças? Os rolinhos podem ser uma boa forma de transformar o que iria para o lixo em brinquedos.

3. Canetas organizadas


Com uma caixa de sapatos e alguns rolinhos, é possível separar e organizar canetas, lápis e pincéis por tamanhos e cores. O “kit organização” também serve para evitar aquele emaranhado típico de vários cabos juntos (carregadores, USB…).

4. Passarinhos em casa


Se você tem uma área externa em casa, com árvores, este pode ser um ótimo chamariz para receber a visita de passarinhos. A proposta é cobrir o rolinho com pasta de amendoim e grudar cereais e alpiste nele…

5. Caixinhas


Os rolinhos também podem se transformar em caixinhas de presente e lembrancinhas. Veja como fazer no vídeo abaixo:


Fonte e imagens: Kids Kubby

Fonte: Super Interessante

ONG Fuck for Forest arrecada dinheiro para florestas através de filmes eróticos


O mercado erótico é, sem dúvida, um negócio lucrativo. Ciente disso, a sueca Leona Johansson e o norueguês Tommy Hol Ellingsen fundaram a ONG Fuck for Forest a fim de arrecadar dinheiro para a preservação ambiental.

A organização da Dinamarca mantém um site com fotos e vídeos eróticos amadores, que são postados e acompanhados pelos membros. Na página, os criadores questionam: “Sexo geralmente nos atrai para a compra de produtos e ideais sem sentido. Por que não usar isso para uma boa causa?”.

Inicialmente, o grupo ganhou verba da Noruega, porém a imprensa local fez com que o apoio fosse cancelado. A ONG é mantida por cerca de mil assinantes que pagam para acessar o conteúdo do site. Quando não podem pagar, eles próprios enviam suas imagens e vídeos.

A Fuck for Forest se intitula como uma organização erótica e ecológica sem fins lucrativos. Arrecadando cerca de 130 mil euros por ano, investe em projetos de conservação e reflorestamento em diversos lugares do mundo, principalmente na Amazônia, com programas no Peru, Equador e Brasil.

Com a ajuda da ONG, um terreno em Roraima foi comprado e entregue aos índios locais, que perderiam suas terras para plantadores de arroz. Eles foram até a região, entraram na floresta tropical e a visita foi registrada no documentário F*ck for Forest.

O filme foi rodado por Michal Marczak. Ele afirma que a ideia era observar um "fenômeno social dos nossos tempos, sintomático da era digital". O site também tem uma loja virtual, que vende camisetas, pôsteres, entre outras coisas. 


Com informações do UOL.

Fonte: CicloVivo

Chinelos descartados em praias viram brinquedos

Desde que a conservadora marinha Julie Church criou a ONG Ocean Sole, todo lixo retirado das praias - principalmente chinelos de borracha - é transformado em brinquedos, bijuterias e objetos de decoração

Faz tempo que nossos oceanos foram transformados em depósitos de lixo. Plásticos, papéis, borrachas e outros materiais são jogados nos rios, lagos e mares e afetam os ecossistemas, contaminando a qualidade da água que consumimos e matando os animais, só para citar alguns problemas.

Tem gente que pensa que tudo isso está muito longe de afetar a sua vida, mas não está não! Pensando nisso e inconformada com a quantidade de lixo encontrada nas praias do Quênia, país onde nasceu, a conservadora marinha, Julie Church, incentivou um grupo de mulheres que vivem na região costeira a produzir coloridos brinquedos para a criançada a partir de chinelos descartados e esquecidos pelos banhistas.

Divulgação

O tempo passou, a equipe cresceu - vários homens também se juntaram ao grupo - e, além dos brinquedos, começaram a fazer esculturas gigantes, bijuterias e objetos de decoração e a vendê-los no mundo inteiro com a marca da ONG Ocean Sole. Com isso, os moradores locais ganharam uma boa fonte de renda e tiraram das praias cerca de 400 mil quilos de borracha por ano. Já imaginou? Por causa da iniciativa da Julie, a vida da população local mudou para melhor. Isso prova que qualquer pessoa pode fazer a diferença onde quer que esteja.

Maureen Atineo, que faz parte do projeto que reúne cerca de 100 pessoas, disse que, antes, ela e a família passavam fome. É o caso de Eric Mwandola, que também viu sua vida mudar radicalmente depois que começou a reciclar os chinelos, há seis anos. Eric conta que não conseguia comprar sapatos para ir trabalhar "hoje não falta comida, nem roupa e as crianças ainda vão à escola".

Tem mais um detalhe bacana: por conta do treinamento que recebem, todos os participantes da Ocean Sole se tornaram mais conscientes com relação ao meio ambiente. Os organizadores da ONG acreditam que, ao aprender sobre a importância da biodiversidade marinha e da reciclagem, as pessoas envolvidas se tornam mais responsáveis por suas vidas e pelo ambiente em que vivem.


Jackson Mbatha, artista que também recicla os chinelos, diz que a educação é a coisa mais importante que a ONG promove: "Meu segundo filho está aprendendo a trabalhar com esse material e parece bastante interessado em ajudar o meio ambiente, assim como eu".





Fonte: Planeta Sustentável