sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Redd+ ainda precisa ser definido em negociação internacional, esclarece especialista



Você que costuma acompanhar as notícias sobre desenvolvimento sustentável saberia definir o que é Redd+ (Redução de Emissões por Desamatamento e Degradação Florestal)? Se a sua resposta for sim, cuidado. Talvez você ainda não saiba. "Há bastante confusão sobre este tema. Tem iniciativas batizadas de Redd, projetos que se auto-intitulam como Redd, mas que às vezes não condizem com o mecanismo", alerta Natalie Unterstell, gerente de mudança do clima e florestas (DPCD), da secretaria de mudanças climáticas e qualidade ambiental do Ministério do Meio Ambiente.

Em entrevista ao EcoD, ela esclarece como tem sido feitas as negociações referentes a esse mecanismo, um dos temas mais discutidos nas últimas conferências das Nações Unidas sobre mudanças climáticas. Natalie também destaca como esse tema pode ser importante, principalmente, para os países em desenvolvimento dotados de florestas, como o Brasil.

EcoD: O governo federal informou que prepara uma estratégia nacional sobre o Redd+. Noticiamos, recentemente, projetos de alguns Estados relacionados ao tema, como Acre e Mato Grosso. De que forma o Brasil avança, nesse sentido?

Natalie Unterstell: Ainda estamos em uma negociação no âmbito internacional, que tenta definir o que é, o que pode ser o mecanismo ou os mecanismos nessa área de mitigação de emissões e preservação das florestas. Não tem como eu te falar hoje: "olha, o mecanismo é este", assim como podemos fazer por exemplo com o MDL [Mecanismo de Desenvolvimento Limpo].

Mas qual é o entendimento do Ministério do Meio Ambiente sobre o Redd+?

Natalie Unterstell: Eu penso que cabe uma pequena introdução ao assunto, porque há bastante confusão sobre este tema. Tem iniciativas batizadas de Redd, projetos que se auto-intitulam como Redd, mas que às vezes não condizem com o mecanismo. Os princípios ainda não foram definidos. Aí tem uma série de instituições e países que tentam disputar o conceito.

O conceito de Redd surgiu na Convenção Quadro das Nações Unidas (UNFCCC) realizada em 2003. Na época, um grupo de instituições não-governamentais brasileiras propôs um mecanismo de redução compensada das emissões de carbono na atmosfera.

Foi também durante a COP-13 que o conceito inicial foi ampliado pela segunda vez, e passou a ser conhecido como Redd+. Isso significa que, além das reduções por desmatamento e degradação, ele passou a abranger a tarefa da conservação florestal, do manejo sustentável e do aumento dos estoques de carbono. O compromisso foi registrado no Plano de Ação de Bali.

O que o Brasil propõe nas negociações internacionais sobre Redd+?

Que tenham incentivos tanto financeiros, quanto técnicos e tecnológicos, que os países em desenvolvimento trabalhem essa associação das florestas com as mudanças do clima, e isso requer que os governos passem a desenvolver alguns instrumentos, como uma estratégia ou um plano nacional. Essas sugestões também têm sido travadas no âmbito internacional.

O Brasil já tem um plano?

O Brasil já tem vários planos. A Amazônia tem várias ações que já trabalham na questão florestal, mas ainda nos falta um plano nacional que integre o fator florestal com as mudanças do clima. Nosso grande desafio é formular um instrumento que reconheça tudo que o Brasil já tem em termos de políticas públicas, como um Sistema Nacional de Monitoramento da Cobertura Florestal ou um Fundo Amazônia.

Mas é complicado, porque temos que propor uma matriz de impacto para as políticas que estão aí - uma discussão que já rende há alguns anos, e que nós esperamos que em 2013 avance ao ponto de conseguirmos trazê-la para uma consulta pública.

Enquanto isso, nada de definir o Redd+ (risos)...

(Risos). Seria ruim o ministério impor uma definição de Redd, porque o conceito está sendo negociado na convenção. A visão que nos guia é a de que os países em desenvolvimento, que tem florestas, vão ter ações diversas referentes ao desmatamento e a degradação florestal, a conservação e ao manejo. A ministra Izabella [Teixeira, do Meio Ambiente] tem dito isso de forma recorrente: que o Brasil deve passar de emissor a um país que planta florestas.

Na própria COP-16 a Convenção instituiu esses estímulos para que os países produzam estratégias nacionais, que têm uma abordagens por fases. A fase um é que a gente planeja, a dois é a que procuramos implementar e a fase três é quando eu já consigo fazer tudo em uma escala nacional, por exemplo, envolvendo todos os biomas. A Caatinga não tem o mesmo problema de desmatamento que nós vemos na Amazônia, mas tem uma questão de degradação florestal que é importante.

Quando um país desenvolvido como a Noruega faz uma doação financeira ao Brasil, por exemplo, em razão de o país ter reduzido o desmatamento e, por conseguinte, as emissões de CO2 equivalentes, a contrapartida do doador é basicamente ambiental?

Os países desenvolvidos têm o compromisso voluntário de apoiar, perante a Convenção, os países em desenvolvimento. A contrapartida deles, nesse caso, é ambiental, porque o mundo todo ganha com a Amazônia preservada, em vez de desmatada.

E quais são os pontos mais complicados para desentravar as negociações de Redd+?

Nas COPs sobre mudanças climáticas, o Redd sempre foi muito comemorado porque é uma discussão que avança mais rapidamente que as demais, principalmente na parte técnica. Nas discussões no órgão de assessoramento há muitas decisões sobre o Redd, talvez não nos detalhes que eu gostaria (risos). O que nós não conseguimos ainda foi definir qualquer cara para esse mecanismo. Temos dúvidas do tipo: na hora que eu tenho um resultado "x" de redução de emissões aqui no Brasil, para onde é que eu mando a fim de que o cara me pague por esse resultado? No atual momento, eu não consigo fazer o metting do financiamento com os resultados. Não sei quanto tempo vai levar para resolver isso.

Os projetos anunciados por alguns Estados devem ser considerados legítimos, uma vez que falta ainda uma definição mais consensual sobre o mecanismo?

Temos uma visão positiva quando nos deparamos com os movimentos subnacionais em relação ao Redd. Fizemos até um levantamento em 2012, que está disponível no portal mma.gov.br/redd sobre as políticas referentes ao Redd na Amazônia brasileira - de legislações a projetos. Vimos que há um esforço notável de alguns governos para implantar políticas nesse sentido.

Significa que eles estão investindo nessa questão das mudanças do clima, começando o esforço pelas florestas. Mas para que essas legislações tenham efeito, nós temos que garantir que elas sejam implementadas, e aí entram o apoio financeiro e técnico.

No caso da Amazônia, já conseguimos estruturar esse apoio por meio do Fundo Amazônia. O Acre mesmo tem um projeto grande, de R$ 60 milhões, o Amazonas e Rondônia também estão com projetos bem bacanas. Então essa é a fonte de recursos Redd+ para o Brasil por enquanto.

A estratégia nacional é de responsabilidade do Ministério do Meio Ambiente?

Não. É interministerial. O MMA coordena um grupo de trabalho desde 2011, que envolve outros ministérios, como o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Itamaraty, Planejamento, Agricultura, Fazenda, Funai, Casa Civil, Secretaria de Assuntos Estratégicos, Ministério do Desenvolvimento Agrário.

Já avançamos em vários aspectos. Em 2013, temos a meta de elaborar um documento, revisá-lo, e mandá-lo para o grupo executivo das mudanças do clima entre o final de fevereiro e o início de março. Esse grupo executivo pode definir alguns pontos em cima dele, então não dá para adiantar nada. Vai tramitar este ano.

O Brasil tem feito parcerias com outros países?

Recebemos vários convites de outros países para compartilhar as experiências do Brasil nessa área, no sentido de realizarmos parcerias técnicas. O Fundo Amazônia tem uma janela para apoiar projetos de outros países, entre eles um em fase de apresentação que envolve a OTCA, ou seja, todos os países da bacia amazônica. Estamos negociando uma parceria com a República Democrática do Congo, cuja bacia tem o segundo maior estoque de florestas no mundo. Também temos negociado com Moçambique e Tanzânia, pensado em ações conjuntas para essa área.
Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Ofereça presentes biodegradáveis a Iemanjá



No sábado, 2 de fevereiro, centenas de pessoas ocuparão as águas das cidades brasileiras para fazer pedidos, agradecer e homenagear a chamada Rainha dos Mares, Iemanjá. No entanto, a beleza singular das manifestações de fé ao longo do dia costuma ser transformada em muita sujeira, causada pelas oferendas “rejeitadas” pelo orixá.

O que ocorre é que mesmo os presentes aceitos por Iemanjá poluem o ambiente marinho, levando centenas ou até milhares de anos para se decompor no ambiente. Isso quando não são confundidos com alimento pelos peixes, aves marinhas, baleias e tartarugas, seres mais "propensos" à ingestão desses resíduos.

A Rainha dos Mares adora presentes, mas com certeza não gosta de oferendas que deixam sua casa suja e poluída – afinal ela é a protetora das águas. "Evite qualquer objeto que não seja orgânico. Com certeza, esse tipo de postura agrada muito mais a Iemanjá", afirma o biólogo marinho Clarêncio Baracho.


Portanto, aproveite para rever os métodos de sua tradição e fazer uma oferenda sustentável a Iemanjá.


Oferendas

Quem quiser, mesmo assim, fazer uma oferenda “completa”, o Terreiro Ilê Òsùmàrè dá a dica: No lugar dos alguidares (recipientes feitos de argila) ou terrinas de louça, utilize Ewé Lará (Folhas de Mamona) ou Ewé Agba (Folhas de Embaúba). Líquidos podem ser colocados em Ado (pequenas cabaças), em vez de garrafas ou copos de vidro/plástico.


“Somos Àbòrìsà (adoradores de Òrìsà), por consequência, adoradores da natureza, dessa forma, é inadmissível imaginar que alguém que adora e venera a natureza, possa igualmente agredi-la de forma tão agressiva”, explicam os religiosos.

Vale lembrar que os adeptos do candomblé costumam, horas antes de entregar os presentes à Iemanjá, fazê-lo também para o orixá Oxum, Rainha da Água Doce (o que inclui cachoeiras, lagoas e rios). Em Salvador, por exemplo, o ritual é realizado no Dique do Tororó, antes de os devotos partirem rumo a praia do Rio Vermelho. Portanto, o mesmo cuidado com o meio ambiente é válido nesse caso.

Fonte: Ecodesenvolvimento.com

Usina de carvão na Austrália dá lugar a complexo sustentável



O escritório australiano de arquitetura NAAU desenvolveu o projeto de revitalização de um bairro em que hoje está localizada uma fábrica de carvão. A ideia é deixar o local mais bonito, sustentável e torná-lo uma referência em energia limpa.


Apelidado de “Paisagens Cultivadas”, o projeto foi desenvolvido para o concurso “Cidades em transformação – Futuro de baixo carbono” e oferece uma proposta alternativa ao Latrobe Valley, em Melbourne (Austrália). Entre as modificações, alguns destaques são: inclusão de sistemas limpos de produção energética, agricultura sustentável e ecoturismo.


A usina de carvão, instalada atualmente no local, já tem prazo para deixar de funcionar. Conforme informações divulgadas no Inhabitat, as portas da fábrica deverão ser fechadas até 2030. A partir daí a região passará por modificação e recuperação total.


Os arquitetos explicam que não se trata apenas de reverter as condições atuais para modelos mais naturais. Através da reutilização das estruturas existentes, o bairro será sustentável, ao mesmo tempo em que terá a sua história preservada.


A proposta inclui o uso de energia solar e geotérmica, que seriam conectadas através da rede local. Além disso, novas práticas de agricultura seriam levadas à região, principalmente para incentivar a produção de alimentos a serem comercializados localmente. Para finalizar, a nova “Paisagem Cultivada” deve ganhar características culturais e turísticas, pela implantação de acampamentos, escolas e espaços para a prática de esportes ao ar livre.


Fonte: Ciclo Vivo 

Arquiteto japonês segue método antigo para construção de casa sustentável



O arquiteto japonês Kengo Kuma apostou em um projeto experimental, que consiste na construção de uma casa seguindo métodos antigos com materiais modernos. O resultado foi uma moradia dinâmica e sustentável.

O formato aplicado por Kuma em sua edificação foi baseado nas residências erguidas por povos indígenas japoneses, que habitam regiões frias e não possuem sistemas tecnológicos de calefação. Os povos antigos chamam estas casas de “Chise”, elas normalmente são feitas com terra, bambu e gramíneas.


O projeto experimental de Kuma substituiu a matéria-prima tradicional por materiais novos, resultando assim em uma casa translúcida, que opera em ritmo e com padrões naturais de luz e aquecimento.

“Nós envolvemos a moldura de madeira com uma membrana de poliéster. A parte interna é coberta com um tecido removível de fibra de vidro. Entre as duas membranas está um isolante de poliéster, feito com garras PET recicladas”, explica o arquiteto em declaração ao site TreeHugger. A aplicação das diferentes camadas ajuda a circulação do ar e, consequentemente, auxilia a manter o conforto térmico interno.


Para manter a residência sempre quente em meio às altas temperaturas locais, a casa é equipada com uma lareira, que aquece o solo e mantém o calor durante o dia e a noite. As paredes translúcidas da estrutura permitem a iluminação natural, ajudando no conforto dos moradores.

De acordo com Kuma, é possível que os moradores passem um inverno confortável na casa sem a utilização de sistemas de aquecimento, fator que reduz consideravelmente o impacto ambiental de uma residência.

Fonte: Ciclo Vivo 

Aproveite o Carnaval sem abrir mão da sustentabilidade



Na próxima sexta-feira, 08/01, os brasileiros entrarão, oficialmente, no clima de Carnaval. Viagens, desfiles de escolas de samba, blocos de rua, trios elétricos, festas à fantasia... o feriado pode ser aproveitado de várias maneiras, mas no fundo todos querem a mesma coisa: se divertir!

Curtir o Carnaval, no entanto, não precisa ser sinônimo de irresponsabilidade e destruição - e, muito menos, de ecochatice. Dá para aproveitar os quatro dias de festa com muita alegria e sem contribuir para a depredação da cidade onde você está e do meio ambiente. Duvida?

Confira, abaixo, 10 dicas supersimples para os foliões que estão dispostos a aproveitar o Carnaval sem deixar de lado a consciência socioambiental.

1- SEJA UMA BOA VISITA
Não importa se você vai viajar nesse feriado ou ficará na sua cidade: quando estiver curtindo o Carnaval, na rua, respeite o espaço público! Fazer xixi no asfalto, destruir placas de sinalização, subir em cima de árvores e depredar monumentos não tem nada a ver com diversão, mas sim com falta de cidadania. Aproveite o feriado sem destruir os lugares por onde passar - até porque, muitos deles, como Ouro Preto, em Minas Gerais, e Salvador, na Bahia, são cidades históricas, que abrigam construções centenárias que não merecem ser destruídas em quatro dias de festa.

2- FAÇA DO DITADO UMA MARCHINHA: LUGAR DE LIXO É NO LIXO
A sujeira que o Carnaval deixa nas cidades é um dos maiores problemas do pós-feriado: latas de alumínio, garrafas de vidro, copos plásticos e panfletos de divulgação são facilmente encontrados nas ruas, entupindo bueiros e aumentando o risco de enchentes. Até mesmo os mares são feitos de lixeira pelos foliões, o que polui a água e prejudica a biodiversidade marinha. Em 2010, a ONG internacional Global Garbage postou fotos chocantes do fundo do mar de Salvador, 10 dias depois do Carnaval: mais de 1.500 latinhas e garrafas, além de pedaços de abadás e outros objetos plásticos, foram encontrados por mergulhadores. Jogar o lixo no lixo, durante a folia, daria muito menos dor de cabeça na ressaca do pós-Carnaval!

3- GASTE ENERGIA, APENAS, NAS COMEMORAÇÕES
Se você for viajar, não esqueça de tirar da tomada todos os aparelhos eletroeletrônicos - como televisão, computador e microondas -, que ficam na sua casa. Segundo o Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, tirar esses equipamentos da tomada, quando eles estão fora de uso, pode reduzir a conta de luz em até 25%. Com o dinheiro que você economizar, dá até para trazer umas lembrancinhas de artesanato para os amigos e, de quebra, incentivar a economia local da cidade que você visitar.

4- NÃO TOLERE A EXPLORAÇÃO
O problema acontece o ano inteiro, mas no Carnaval – por conta do aumento da circulação de pessoas nas cidades e, também, do clima de “pode tudo” – a incidência de crimes sexuais contra crianças e adolescentes aumenta. Em 2012, entre os meses de janeiro e abril, a Secretaria de Direitos Humanos (SDH) recebeu mais de 34 mil denúncias de abuso e exploração sexual de menores, o que representa um aumento de 71%, em relação ao mesmo período de 2011. Para tentar mudar essa realidade, o governo preparou para 2013 a campanha Não desvie o olhar. Divulgada por todo o Brasil, a ação incentiva a população a denunciar esses casos no Disque 100, que funciona 24h por dia. Portanto, já sabe: se você presenciar alguma cena de exploração neste feriado, não exite em denunciar e aproveite para transmitir essa mensagem para todos os seus amigos e parentes.

5- ABUSE DA CRIATIVIDADE PARA SE FANTASIAR
Viagens e abadás já custam tanto dinheiro que economizar na hora de se fantasiar é uma ótima ideia. Que tal liberar a criatividade e utilizar materiais usados para confeccionar sua roupa de Carnaval? Além de poupar o bolso, você dá uma trégua para o meio ambiente e, depois da folia, dá para reciclar a fantasia ou, então, trocá-la com amigos. Aproveite e já combine com eles o roteiro do próximo Carnaval!

6 - PROGRAME O FERIADO DOS SEUS ANIMAIS
Acredite: tem gente que planeja a viagem de Carnaval com tanto entusiasmo e fica tão ansioso para os dias de folia que acaba esquecendo dos cuidados que deve tomar com os animais de estimação enquanto estiver fora. Ou, pior, os abandona na rua. Se seu bicho não o acompanhar na viagem, lembre de deixá-lo aos cuidados de um vizinho ou parente. O ideal é que alguém passe na sua casa todos os dias, para brincar com ele, passear e limpar a sujeira. Também há a opção de hotéis para animais domésticos, que dispensam a preocupação do viajante.

7 - ECONOMIZE COM O TRANSPORTE
Se optar por viajar de carro, lembre de oferecer carona para amigos e parentes que vão ao mesmo destino ou, então, que passem pelo seu caminho. Com mais gente no carro, todos economizam dinheiro e também poupam o meio ambiente, que deixa de receber os gases do efeito estufa liberados pela queima do combustível. A carona ainda alivia o trânsito, que pode ser infernal em feriados prolongados. Quão desagradável não é uma viagem que dura o dobro - ou mais - do que o necessário por causa do excesso de veículos?

8 - PREPARE O SEU CARRO
Para pegar a estrada e dirigir de forma confortável, lembre-se de fazer uma vistoria geral no seu veículo. A atitude garante mais segurança para você e, também, para os outros motoristas. Pneus calibrados, água no depósito do limpador pára-brisa, nível certo do óleo e parte elétrica em dia são, apenas, alguns dos itens necessários. Não se esqueça também do kit macaco, triângulo e chave de roda, para o caso do pneu furar.

9 - CAMISINHA NA CABEÇA E SAMBA NO PÉ
Faça as contas: nove meses depois do Carnaval, o número de bebês chegando ao mundo cresce bastante. Além de evitar a gravidez indesejada, a camisinha previne da contaminação de doenças sexualmente transmissíveis. Por isso, como faz todos os anos, o Ministério da Saúde já lançou sua campanha para 2013: a A vida é melhor sem Aids, que lembra os foliões a respeito da importância de usar preservativo nas relações sexuais. Não dá nem para usar a desculpa de que esqueceu de levar a camisinha para a festa: o governo anunciou que distribuirá gratuitamente aos foliões 68 milhões de preservativos durante as festas de Carnaval de todo o Brasil.  

10 - MANEIRE NO ÁLCOOL
Lembre-se que condutores de veículos são proibidos de consumir bebidas alcoólicas. A lei que mudou o Código de Trânsito Brasileiro não é à toa: o álcool altera a capacidade de reação e prolonga a resposta do motorista. Trata-se de um poderoso catalisador de acidentes. De acordo com especialistas, não existe uma quantidade segura para se beber e dirigir. Então, para se divertir sem preocupação, combine com a turma quem será o motorista da vez e não beberá - ou pegue um taxi. Também é importante ter em mente que o álcool desidrata o organismo: para evitar a ressaca, beba água, isotônicos e sucos naturais. 

Fonte: Planeta Sustentável 

Brasil autoriza caça de javali-europeu para conter danos à biodiversidade


O governo brasileiro deu aval nesta sexta-feira (1º) para iniciar a caça de javalis-europeus e de seu híbrido com o porco doméstico, popularmente chamado de javaporco, considerados animais exóticos que ameaçam a biodiversidade do país. 

De acordo com instrução normativa publicada no “Diário Oficial da União” pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), a decisão pelo abate para reduzir a população de javalis ocorreu após registro de ataques a humanos, a animais silvestres e domésticos, e danos a plantações e florestas.

Segundo Maria Izabel Gomes, bióloga coordenadora de fauna silvestre do Ibama, a nocividade do javali foi declarada após a elaboração de estudos, os quais comprovaram que o animal da mesma família do porco não tem predador natural e está se proliferando rapidamente por diversas regiões do país, principalmente no Sul e na Amazônia.

Não há uma estimativa sobre a população desta espécie em todo país. No entanto, há cerca de 300 mil exemplares distribuídos entre o Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Há ainda registros na Bahia, Acre, Rondônia (ambos estados amazônicos), Rio de Janeiro e São Paulo.

“É um animal agressivo, territorialista, que ataca ovos de espécies como jacarés e tartarugas, além de cruzar com porcos domésticos (...). Não há casos de mortes humanas provocadas por javalis, mas é possível acontecer”, explica a bióloga.

Exemplar de javali-europeu, animal invasor que ameaça a biodiversidade brasileira (Foto: Divulgação/Ibama) 

Invasão

Os primeiros registros de introdução do javali-europeu para o Brasil são de 1904. Indivíduos trazidos da Europa para a Argentina e partes do Uruguai escaparam de seus criadouros e invadiram o território brasileiro pela fronteira. Em 1996 e 1997 foram realizadas importações de javalis puros originários da Europa e do Canadá para os estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

No entanto, segundo o Ibama, o escape de animais e a criação em ambiente selvagem fez do javali uma praga, que pode transmitir doenças para animais nativos.

Abate controlado

Maria Izabel explica que o abate poderá ser feito com o uso de arma de fogo ou com ajuda de armadilhas.

Poderão capturar javalis apenas pessoas que tiverem inscrição junto ao órgão, já que receberão um documento que deverá ser apresentado toda vez que haver o questionamento da fiscalização. O uso de arma de fogo só poderá ser feito por quem receber autorização do Exército Brasileiro.

O transporte de javalis capturados vivos não será permitido e a comercialização ou a doação desses produtos é proibida pela legislação sanitária e ambiental brasileira.

Segundo a técnica do Ibama, o caçador deve se atentar para não confudir o javali com outros animais nativos que são parecidos, como as queixadas e os catetos (ou catitus), também chamados de porcos-do-mato. O javali-europeu tem presas grandes, pode medir cerca de 1,3 metro e pesar entre 80 kg e 250 kg.


À esquerda, um exemplar de queixada; no meio, um javali-europeu; e à direita, um cateto. Caçadores não podem confundir espécies (Foto: Divulgação/Ibama)

Fonte: Globo.com

Seguradora oferece coleta e consultoria sustentável


Os novos segurados e renovações da Allianz Seguros na área empresarial PME’s, residencial e condomínio contam, agora, com um serviço de consultoria sustentável e descarte ecológico gratuito em diversas cidades do Brasil. É a primeira vez que uma seguradora oferece esse tipo de serviço para empresas PME’s e condomínios no país.

Por telefone ou e-mail, o segurado recebe, em todo território nacional, orientações e dicas relativas à economia de água e energia elétrica, reciclagem do lixo e indicação de profissionais para projetos sustentáveis.

Já o descarte ecológico retira os objetos no local segurado e dá o destino correto aos móveis, equipamentos eletro-eletrônicos e aparelhos de informática que não são mais utilizados em diversas cidades do Brasil.

O agendamento para o descarte ecológico deve ser feito por telefone, o segurado será informado sobre a equipe responsável pela retirada dos materiais. A Allianz Seguros emite um certificado em nome do segurado, e ainda garante que os bens coletados seguirão as mais rigorosas normas de sustentabilidade, caso os mesmos não estejam em condições de serem doados a entidades assistenciais devidamente cadastradas.

Fonte: Atitude Sustentável

Entulhos podem gerar cerca de R$ 26 bilhões por ano


Entulhos da construção civil e da demolição são matérias primas importantes e de qualidade para a pavimentação de ruas e avenidas, entre outros espaços e vias. Pisos e pavimentos fabricados a partir do reaproveitamento desses resíduos permitem a drenagem do solo e evitam que milhares de toneladas sejam descartados diariamente no meio ambiente e em aterros.

Segundo a Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon), no Brasil são recolhidas oficialmente por ano cerca de 33 milhões de toneladas de entulho – material suficiente para construir quase 500 mil casas populares de 50 metros quadrados cada. Levando em consideração o preço do Custo Unitário Básico (CUB) médio brasileiro da construção em outubro de 2012 (R$ 1.001,47), são cerca de R$ 26 bilhões. Este valor pode ser ainda mais alto, já que a própria Abrecon admite que a quantidade descartada é muito maior que a oficial.

Na Europa e Estados Unidos os produtos da indústria de pavimento ecológico já são amplamente utilizados e esse segmento é consolidado no mercado. Os blocos de concreto reciclados estão se tornando opção no Brasil para obras de prefeituras e condomínios, entre outros. O pavimento ecológico significa economia de recursos naturais e, também, econômicos. Custa menos do que o pavimento convencional.

Para interessados em empreender nesse segmento, o Sebrae editou a cartilha Indústria de Pavimento Ecológico, integrante da série Ideias de Negócios Sustentáveis. Para acessá-la, basta acessar o site www.sustentabilidade.sebrae.com.br

Fonte: Atitude Sustentável 

Designer cria resort auto-suficiente



O designer Michele Puzzolante criou o Solar Resort, uma construção flutuante e auto-suficiente. Coberto com uma estrutura sensível à luz do sol, é possível gerar toda a energia necessária para o funcionamento do complexo.


Outra preocupação do projeto é a utilização de materiais não tóxicos, para não causar poluição no lugar em que for instalado. O projeto ainda não tem data definida para construção.


Fonte: Atitude Sustentável 

Vai reformar a casa? Veja 12 materiais e produtos ecológicos


Eles ajudam a reduzir o impacto causado pela construção civil no meio ambiente. E ainda podem refletir positivamente no seu bolso.


Se você vai reformar a casa, nada melhor do que usar materiais sustentáveis. Eles fazem com que haja redução do impacto da construção civil no meio ambiente, diminuindo a poeira e o ruído, além de, muitas vezes, ajudar com o controle do desperdício gerado pelo uso inadequado de materiais.

Para que você escolha os produtos certos, é importante fazer uma pesquisa prévia procurando por aqueles que possuem selos que atestem o seu aspecto ecológico. “O Brasil já percebeu que ter credibilidade neste assunto é importante e, por isso, algumas empresas passaram a trabalhar na certificação desses materiais”, diz Luiz Henrique Ferreira, diretor da Inovatech e consultor da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) para projetos sustentáveis.

Confira abaixo as novidades do mercado nas quais você pode apostar.

Telhado com isolamento térmico


A impermeabilização de superfícies e a utilização de revestimentos de tonalidade escura, que retêm calor, contribuem para a alteração do micro-clima local, fenômeno conhecido como efeito de “ilha de calor”. Por isso que o uso de telhados frios é mais sustentável, visto que ele ajuda a diminuir a demanda do ar condicionado e, consequentemente, a reduzir o consumo de energia elétrica. O revestimento elastomérico para telhado da Dow reduz a temperatura interna do ambiente em até 5°C e a externa em 20°C, pois forma uma membrana protetora aos raios solares.

Elastopor


Outra solução para o isolamento térmico é a espuma rígida feita com poliuretano da BASF. Ela pode ser usada tanto em telhados, como na fachada da casa, ajudando, ainda, na redução do consumo de energia.

Torneira temporizada


A redução do consumo de água deve ser sempre priorizada. “E isso pode ser feito por meio da utilização de metais hidrossanitários eficientes”, diz Ana Limongi, diretora Técnica da OTEC. A torneira temporizada, por exemplo, possui sistema de desligamento automático, contribuindo para a redução do consumo do líquido, pois evita que a torneira permaneça aberta quando não está em uso ou fique pingando por não estar adequadamente fechada. A Docol Metais Sanitários lançou recentemente duas linhas de metais economizadores de água para uso residencial.

Descarga com acionamento duplo


Outra solução neste sentido é a descarga com acionamento duplo, que possibilita ao usuário a escolha da vazão de água, permitindo o acionamento parcial ou total do sistema. A Válvula de Descarga Salvágua, também da Docol, se adequa à necessidade de uso para líquidos (cerca de 3 litros) ou para sólidos (cerca de 6 litros). Ao utilizar este acabamento, o consumo de água diminui em até 30%.

Coletores solares para o aquecimento da água


A instalação de um sistema de aquecimento solar em uma residência pode reduzir em até 30% a conta de energia em comparação com os gastos de chuveiros elétricos convencionais. Os coletores solares 3000 e 4000, da Bosch, têm classificação "A" do Inmetro, além do Solar 4000 possuir vidro temperado solar, o que gera mais absorção da radiação solar. Outra boa notícia: cada m2 de coletor evita a emissão anual de 1.000 kg de CO2 na atmosfera.

Placas fotovoltaicas


Para que você possa usar energia solar em casa é preciso que você tenha um painel com esta tecnologia. O produto da Bosch tem potência acima de 240Wp e durabilidade de pelo menos 25 anos. “Observar a vida útil prevista do produto é muito importante, pois pode evitar sua substituição frequente, o que causa impactos relacionados à extração de matéria-prima, fabricação, transporte e descarte”, explica Ana Limongi, da OTEC. Além disso, os coletores fotovoltaicos podem ser uma boa forma de diminuir a conta de luz, já que eles se conectam à rede da concessionária elétrica, o que garante bônus para os usuários.

Pisos recicláveis


Esta é uma solução que vem crescendo no Brasil. A Pisada Pneu Tipo Feijão Marrom, da Leroy Merlin, por exemplo, é confeccionada com borracha de pneu reciclado, sendo durável e resistente. Ela substitui a utilização de troncos de árvores para a formação de caminhos, além de proporcionar um acabamento decorativo para a casa.

Telha de fibra vegetal


Para que um produto seja considerado ecológico é preciso que se leve em conta, também, o seu descarte. A Telha Onduline da Leroy Merlin é um exemplo disso. Ela usa fibras vegetais e é livre de amianto, podendo ser descartada em aterros sanitários ou industriais, já que não agride o meio ambiente. Além disso, o seu processo de fabricação obedece a conceitos de equilíbrio ambiental e sustentabilidade, visto que toda a água utilizada na sua produção é reaproveitada, segundo a empresa.

Duplo T20


Essa é outra alternativa que usa borracha reciclada feita de pneu. A solução criada pela Aubicon recicla quatro pneus a cada 1 m², podendo ser usada, também, dentro de casa. As peças são intertravadas e criam diversas paginações. Conta com 10 cores diferentes.

Decoração com pastilhas


Ainda na linha dos materiais reciclados, a novidade da Atlas é a linha Suprema REC 65. Os quadradinhos de porcelana e revestimento cerâmico são feitos com 65% de material reciclado. São 20 cores diferentes, sendo indicadas para ambientes internos e externos, pisos e paredes.

Tinta com baixa concentração de compostos orgânicos voláteis


Para as paredes, existem as tintas, resinas, selantes, adesivos e vernizes que priorizam o baixo índice de COVs, relevante poluente atmosférico. Por isso, a empresa Tintas Inquine lançou o Dialine Esmalte Premium Base Água, que é desenvolvido à base de água e não utiliza solvente para diluição. É indicado para madeiras, metais ferrosos, galvanizados, alumínio e PVC. “Mas preste atenção na sua utilização, pois de nada adianta você optar pelo uso desse produto em locais que precisam de retoques constantes. Isso faz com que a solução ecológica não tenha o desempenho esperado”, salienta Luiz Henrique Ferreira, da Inovatech.

Lâmpada de led


Ela já é conhecida, mas vem se atualizando a cada ano. “Considerando o rendimento equivalente ao de uma lâmpada convencional, a lâmpada de led apresenta um consumo de energia muito inferior. Em relação às lâmpadas fluorescentes, tem, ainda, a vantagem de não utilizar mercúrio em sua composição”, salienta Ana Limongi. A Lâmpada Eletrônica Twister 23W é a opção da Philips. Ela proporciona mais de 80% de economia de energia em comparação com as lâmpadas incandescentes com saída de luz equivalente.


Fonte: Exame 

Restaure bancos antigos utilizando retalhos de tecidos





Os móveis de casa quando desgastados podem ser restaurados de diversas maneiras. Algumas pessoas optam por levá-los em lojas especializadas na prática, mas se você quiser dar um toque pessoal a peça nada melhor do que colocar a mão na massa e customizar seus itens de decoração. A dica de hoje é para disfarçar imperfeições nos bancos e cadeiras.

Para isso serão necessários os seguintes itens:

  •  Retalhos de tecidos
  •  Cola branca
  •  Tesoura de picotar
  •  Pincel


O primeiro passo é cortar os retalhos de tecido em quadrados e triângulos irregulares, com uma tesoura de picotar. Em seguida, passe a cola com um pincel em uma pequena área do banco e em seguida coloque o retalho de tecido.

É preciso repetir o processo diversas vezes até que toda a área desejada esteja coberta com os retalhos de tecido. Quando chegar nesse ponto é hora de passar uma camada de cola por cima, encapando todo o tecido. Deixe secar. Esta etapa também deve ser repetida mais uma vez.

Uma dica importante é que o banco deve ser pintado de alguma cor clara, pois a partir do momento em que passarmos cola nos tecidos, eles ficarão transparentes. Se o seu banco for escuro, uma mão de tinta branca resolverá o problema.

O item de decoração é bonito, útil e é facilmente produzido em casa, com materiais simples. Além disso, pode ser feito com outros móveis antigos, como estantes, mesa ou qualquer outro item desgastado que queira renovar. 

A dica é de Clara Camargo, que ensinou a técnica no Programa Bem Simples.

Fonte: CicloVivo

Fazenda gaúcha usa calor de churrasqueira para aquecer água de chuveiro



Quando uma carne é assada, a água fica mais quente. O ganho de calor chega a 10°C. | Foto: Divulgação


Uma fazenda gaúcha teve uma boa ideia para gerar economia de energia a partir da prática mais comum no estado, o churrasco. A técnica consiste em aproveitar o calor da churrasqueira para aquecer a água do chuveiro.

Tradicionais no Rio Grande do Sul, as churrasqueiras fazem parte das casas e apartamentos de sua população. Sendo assim, a tecnologia adotada pela fazenda em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre, pode fazer muito sucesso.

De acordo com o projeto, de Lucídio Golezer, sócio proprietário da fazenda Quinta da Estância, devem ser colocadas serpentinas dentro da churrasqueira. “É feito o fogo e depois, com a brasa ativa, nós colocamos em cima da serpentina. Essa brasa é que vai aquecer”, explica.

Ao contrário das residências comuns, não são utilizados canos de plástico. Os que ficam em contato direto com o fogo são feitos de aço inoxidável e o restante dos encanamentos é feito de cobre. Após a instalação do sistema já houve redução de 15% no consumo de energia elétrica do local.

A água aquecida fica armazenada em uma caixa térmica, que mantém a temperatura. Enquanto a água quente sobe para a caixa, a fria desce e passa pelo mesmo aquecimento. Esse fluxo garante um estoque rápido de mil litros.

Há também um aparelho que mede a temperatura da água no reservatório. Quando uma carne é assada, naturalmente, a água fica mais quente.O ganho de calor chega a 10°C.

Com o investimento, a economia de energia na fazenda ultrapassou 68 quilowatts/hora (KW/h) em um mês. O sistema elimina o uso de 12 chuveiros elétricos e representa uma redução de mais de mil reais no valor da conta de luz. Os benefícios fazem com que o proprietário tenha interesse em expandir o projeto. A ideia é fornecer água quente para toda a cozinha e aproveitar o calor do forno para fazer pães. 

Com informações do G1.

Fonte: CicloVivo

Garrafa purifica água em 60 segundos


A garrafa possui um sistema que consiste em uma garrafa de plástico de 750 ml, uma tampa equipada com luz UV-C e um cabo USB. Foto: Divulgação


Já está disponível no mercado uma garrafinha de água que possui um dispositivo de purificação. A empresa responsável pelo desenvolvimento da tecnologia é a CamelBak, especializada na setor de garrafas de água.

De todos os produtos feitos pela companhia, provavelmente, nenhum foi tão revolucionário como a CamelBak All Clear. Ela possui um sistema que consiste em uma garrafa de plástico de 750 ml, uma tampa equipada com luz UV-C e um cabo USB. Esta combinação transforma a garrafa com água de origem duvidosa em água potável. Basta agitá-la por 60 segundos.

“A luz UV-C destrói o DNA de micróbios de todos os tamanhos, incluindo, bactérias, protozoários e vírus que são transmitidos pela água. A destruição do DNA de um micróbio impede a reprodução dos mesmos, e sem a capacidade de reprodução, eles são neutralizados e tornam-se inofensivos”, afirma a empresa.

Na tampa UV há duas baterias recarregáveis de íon-lítio capazes de executar, em uma garrafa cheia, mais de 80 ciclos de purificação com uma carga completa. Desta forma, é possível recarregar três garrafas por dia durante 26 dias seguidos com uma única carga.

Além das garrafas, a CamelBak trabalha com outros equipamentos para hidratação pessoal esportiva. O produto é vendido por 99 dólares, mas está disponível apenas nos Estados Unidos. 

Com informações do Planeta Água.

Fonte: CicloVivo

Aprenda a ser sustentável para driblar o aumento da gasolina


Aproveite o aumento da gasolina para deixar o carro na garagem e melhorar sua qualidade de vida. | Foto: Reprodução/CicloFaixa SP


Na última quarta-feira (30 de Janeiro), o Governo Federal anunciou um aumento de 6,6% no litro da gasolina. Para o diesel, o reajuste de 2013 foi menor, chegando a 5,4%. Já que os preços da gasolina estão lá em cima, que tal encarar a situação pelo lado positivo? Agora, não há mais desculpas para que você deixe o carro na garagem e aumente sua qualidade de vida.

Veja abaixo cinco dicas para driblar o aumento da gasolina:

Carona solidária

Esta é uma das melhores opções para as pessoas que não abrem mão de usar seus carros: a carona solidária é uma forma de compartilhar aqueles veículos que, muitas vezes, levam apenas o motorista e mais um passageiro.

Reunindo os colegas de trabalho, da universidade, ou ainda, dando carona para os amigos do seu filho até a escola, você estará contribuindo não só com o meio ambiente, mas também com o trânsito e com o bolso, uma vez que todos os passageiros podem dividir a gasolina que entrará no tanque. Além disso, a carona solidária é uma excelente forma de socialização.

Bicicleta

A bike é o meio de transporte mais eficiente para quem não quer gastar com combustível e ainda estabelecer uma relação mais íntima com o lugar em que vive. “Quem pedala, vê, sente o cheiro, o clima, as sensações da rua”, diz Cadu Ronca, idealizador da ONG Aro Meia Zero. Além disso, andar de bike é um exercício individual que a traz inúmeros benefícios ao corpo, desde a primeira pedalada.

Se você ainda não tem a sua bicicleta, esta pode ser a época perfeita para adquirir uma: comparando os gastos – não apenas de gasolina, como também de estacionamentos e outras despesas – você chegará à conclusão de que é muito mais saudável e vantajoso se deslocar de bicicleta pelas grandes cidades.

Ir a pé

Quem tem a sorte de trabalhar a poucos quilômetros de casa pode aproveitar a oportunidade para fazer uma atividade física na ida e na volta do escritório. Caminhar até o trabalho melhora o humor e ativa os hormônios responsáveis por espantar o nosso sono.

No entanto, se você mora longe ou tem medo de chegar suado ao trabalho, aproveite para praticar a atividade física na hora de frequentar os lugares em que você normalmente iria de carro. Deixe a preguiça de lado e aposte nas pernas para percorrer curtas distâncias – como ir até o mercado ou ao banco, por exemplo.

Transporte coletivo

Embora as opções de transporte público sejam ruins na maioria das cidades brasileiras, é preferível andar de ônibus, trem ou metrô do que tirar o carro da garagem, principalmente em horários alternativos. Isso porque existem determinadas rotas e certos períodos do dia em que os meios de transporte público não estão abarrotados de gente.

Aproveite que a maioria das estações e pontos de ônibus está localizada em lugares estratégicos da cidade, onde geralmente são registrados muitos congestionamentos e o preço dos estacionamentos é maior.

Dividir um táxi com os amigos para voltar pra casa

Dividir um táxi é a melhor saída na hora de voltar para casa, principalmente depois de curtir a noite com os amigos. Assim, você pode sair despreocupado e até beber algumas cervejinhas, desde que o faça com moderação. Mesmo sendo a mais cara das opções, é mais seguro dividir o táxi do que voltar para casa de carro no final da noite.

Fonte: CicloVivo

Chinês vende ar enlatado em tempos de poluição extrema



No primeiro dia de vendas, os lucros chegaram a mil e seiscentos reais. | Foto: Reprodução/irorio


Personalidade na China, Chen Guangbiao decidiu vender latas com ar comprimido para os habitantes de Pequim, Xangai e Guanzhou, cidades que vêm enfrentado um dos piores índices de poluição do planeta. De acordo com o criador, a invenção já rende bons lucros.

Cada lata de ar é comercializada em tendas ambulantes, custando pouco mais de R$ 1,20 cada. O inventor afirma que o “produto” é extraído de locais em que o ar apresenta excelente qualidade – geralmente, as latas procedem do Tibete e das províncias de Yunnan e Quinhai.

A novidade entrou no mercado em setembro de 2012, pouco tempo antes da comemoração do Dia Mundial Sem Carro. No entanto, a procura aumentou significativamente neste ano, em que a China vem registrando os índices de poluição mais altos da última década.

De um lado, Chen Gungbiao afirma que a população chinesa deixou de acreditar nas promessas do governo, que promete uma série de melhorias, mas não toma atitudes concretas para reduzir a poluição do ar no país.

Por outro lado, o chinês acredita que vai ganhar muito dinheiro com sua invenção neste ano: só no primeiro dia de vendas, os lucros chegaram a mil e seiscentos reais. Chen Gungbiao diz que, a cada lata vendida, cerca de dois centavos são doados para instituições de caridade. 


Com informações da Época Negócios e do portal Exame.

Fonte: CicloVivo