sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Boletim DIADESOL 2012


Greenpeace elabora ranking de sustentabilidade para empresas de tecnologia



Se antes os empresários não levavam em conta as preocupações sociais e ambientais, hoje é preciso render-se à sustentabilidade para continuar prosperando: veja as cinco empresas de tecnologia mais verdes do ano, eleitas pelo Greenpeace.

O Guide to Greener Eletronics é um relatório anual feito pela ONG que classifica as 16 empresas de tecnologia que adotaram as melhores práticas de gestão sustentável. O CicloVivo mostra quais foram as melhores colocadas.

1. Wipro

A empresa indiana de eletrônicos aparece pela primeira vez no Guia do Greenpeace, ocupando o primeiro lugar do ranking. A Wipro, que estabeleceu a meta de reduzir 85% das suas emissões de poluentes, atualmente, é líder em utilização de energia renovável e em redução de gases de efeito estufa. A empresa indiana também ganhou pontos por seu programa de coleta de lixo eletrônico, pela reciclagem dos materiais e pela limpeza dos resíduos contaminantes utilizados na fabricação dos produtos. Diante de todas essas preocupações ambientais, a companhia ficou com a nota mais alta – 7,1 – sendo que, a pontuação máxima do ranking é dez.

2. HP

A Hewllett-Packard, que ocupava o 1º lugar na edição anterior do relatório, tirou 5,7 na avaliação do Greenpeace e caiu uma posição neste ano. A empresa oferece produtos com boa eficiência energética, além de fazer uma gestão criteriosa de sua cadeia de fornecedores. A empresa norte-americana também é considerada líder em operações sustentáveis devido a seu programa de monitoramento de emissões de carbono.  Mais informações

3. Nokia

A tradicional marca finlandesa obteve nota 5,4 na avaliação. A empresa investe em projetos de carregamento fotovoltaico para celulares, mas, segundo o Greenpeace, ainda precisa desenvolver novas estratégias de redução de consumo de energia, seja em eficiência energética ou no aumento do uso de fontes renováveis. Embora tenha ficado com a medalha de bronze no relatório, a Nokia deverá definir novas metas de redução de gases de efeito estufa em 30% nos próximos três anos.

4. Acer

Em comparação à edição anterior, a empresa do Taiwan subiu nove posições no ranking do Greenpeace, passando a ocupar o quarto lugar. Suas ações sustentáveis são cada vez mais amplas – como os esforços para reduzir a emissão dos gases de efeito estufa e diminuir o uso de contaminantes e substâncias tóxicas na fabricação dos computadores. Além disso, a Acer ganhou destaque por evitar a extração de minerais em áreas de conflito e por monitorar a cadeia produtiva. O conjunto de iniciativas sustentáveis que foi adotado rendeu à Acer a nota 5,1 no relatório.

5. Dell

A empresa, que levou a medalha de prata na edição anterior da publicação, agora figura no quinto lugar do ranking das 16 empresas de tecnologia mais verdes do mundo.  O principal motivo apontado pela ONG é a elaboração dos produtos da Dell: a fabricante não cumpriu com o compromisso de eliminar o uso de PVC e de BFR nos processos de produção, mesmo após assinar o acordo.  Por isso, a nota atribuída à Dell no relatório foi de 4,6.


Clique aqui para acessar o Guide to Greener Eletronics na íntegra.

Fonte: CicloVivo

Aprenda a fazer personagens natalinos com revistas velhas



Presépios sempre fazem parte da decoração de natal. A dica que o Portal CicloVivo separou é inspirada no projeto de artesãos vietnamitas que utilizam revistas velhas como matéria-prima.

Para transformar as revistas antigas em um presépio, serão necessários: revista, bolinhas de madeira, tesoura, cola branca, pincel médio, pincel fino e tinta colorida.

Recorte, com uma tesoura, diversas tiras de revista no sentido longitudinal. O ideal seria recortar tiras com cerca de dois centímetros para que possam ser dobradas, no mesmo sentido, conferindo maior rigidez à estrutura.

Os “personagens” terão formato de cone. Eles serão construídos do topo à base, que representa da cabeça aos pés, portanto as tiras ficarão na ordem crescente.

Para fazer o corpo enrole as tiras de revista sob elas mesmas. Para começar, separe uma tira - já dobrada, passe cola branca em toda sua extensão, com auxílio do pincel médio, e enrole sob ela mesma de modo que o centro fique bem pequeno. Este será o topo do cone. Não precisa exagerar na quantidade de cola. Aplique normalmente, em quantidade suficiente para que uma tira cole na outra.

Quando este topo atingir o tamanho ideal, recorte o que estiver sobrando desta tira. Preste bem atenção no tamanho desta primeira parte, pois ela norteará as restantes. Feito isso, pegue outra tira de revista dobrada, passe cola e enrole-a sob a primeira peça que é o topo do cone. Faça o mesmo procedimento até que seu “personagem” chegue ao tamanho ideal.

Quando o cone estiver pronto, espere secar bem. Se preferir, passe uma demão de cola em toda a estrutura para que fique conservada por mais tempo, rígida e que não descole nenhuma parte. Espere secar.

Para fazer os bracinhos, faça anéis com as tiras de revista. Passe-o por cima do cone e cole pelas costas. Depois de colado, recorte o anel na parte da frente para separar os braços. Espere secar.

Para fazer as cabeças, pinte as bolinhas de madeira com auxílio de um pincel fino, os olhos, nariz, boca e detalhes como cabelo e bigode. Espere secar. Depois de secas, cole-as sob os cones, a seguir coloque os chapéus nas cabeças. Eles terão formato de anel ou cone.

Para fazer a asa do anjo, enrole tiras de revista até que cheguem ao tamanho ideal. Passe cola em toda a asa. Para esperar secar, coloque um pregador no meio deste “rolo”. Isso dará o aspecto das “duas” asas. Depois de seca, basta colar nas costas do seu anjinho e seu presépio estará pronto.

Este artesanato denominado “Mai” foi iniciado por dois assistentes sociais que estavam preocupados com a melhoria da vida das crianças de rua, de mães solteiras e minorias étnicas em aldeias de montanha na cidade de Ho Chi Minh, Vietnã. Com base na crença de que o desenvolvimento social está intimamente ligado à autossuficiência econômica, o Artesanato Mai estende a mão para artesãos em áreas carentes fornecendo marketing, treinamento e retornando alguns dos lucros da venda de artesanato para financiar projetos de trabalho social.

Os 300 artesão (80% são mulheres) associados ao programa Artesanato Mai estão ganhando entre 50 e 70 dólares americanos por mês em um país onde a renda média mensal varia de US$ 20 a US$ 30. Muitos são capazes de trabalhar em suas casas ou em pequenas oficinas em vez de procurar trabalho em indústrias do Vietnã.

O uso criativo de recursos renováveis, como papel, bambu reciclado e outras fibras naturais, tornam os produtos mais vendidos. 


Com informações do SERRV.

Fonte: CicloVivo

Brasília testa ônibus elétrico que deve ser usado na Copa de 2014



Um ônibus elétrico está desfilando pelas ruas de Brasília. O veículo fabricado na China será testado na capital do país nos próximos meses, sem custos para os moradores.

O ônibus atinge a velocidade máxima de 80 km/h, sendo que o mesmo tipo de veículo movido a combustíveis fósseis podem atingir até 90 Km/h, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro.

O veiculo elétrico funciona a partir da combinação de baterias que são recarregadas em até três horas e proporcionam autonomia média de 150 quilômetros, isso se o ar-condicionado estiver ligado. Elas têm vida útil de cinco anos, no mínimo.

Além da população, especialistas da Universidade de Brasília testarão o modelo. A ideia é encontrar alternativas para o transporte até a Copa do Mundo de 2014. Em especial, o objetivo é estudar viabilidade da utilização de um ônibus ecológico no transporte público do Distrito Federal (DF).

Caso o elétrico seja aprovado, é possível que avancem as negociações para a abertura de uma fábrica no Brasil. A Sociedade de Transporte Coletivo (TCB) assinou um acordo, mês passado, com as Rui Hua e Alfa Bus, fabricantes do ônibus elétrico representadas no Brasil pela S4 Clean Energy. A intenção é produzir os elétricos até 2014.

“Estamos próximos de renovar toda a frota de Brasília. Mas, o grande objetivo é desenvolver o negócio no país. Inicialmente, seria uma fábrica modular, com peças que viriam do exterior”, afirma o presidente da TCB, Carlos Koch.

O projeto de implementação de ônibus elétricos e híbridos integra um acordo feito entre o Governo do Distrito Federal e a Federação Internacional de Futebol (Fifa) para a Copa do Mundo de 2014. A intenção é que os novos veículos sejam usados no transporte dos torcedores do aeroporto ao Setor Hoteleiro e ao Estádio Nacional Mané Garrincha.

O ônibus em fase de teste possui ar condicionado e capacidade para transportar 60 pessoas, sendo 28 sentadas, 31 em pé e um espaço para cadeirante. O período de avaliação pode ser estendido por mais um trimestre. Com informações da UOL e Ideias verdes.


Fonte: CicloVivo

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Guaraná Antarctica lança primeira PET 100% reciclada



O lançamento da primeira embalagem totalmente está previsto para este mês. A tecnologia empregada na fabricação da garrafa permite que qualquer outra PET, independente de cor, formato ou fabricante, se transforme em uma garrafa da marca.

Para o gerente de marketing de Guaraná Antarctica, Thiago Guedes Hackradt, a marca investiu exatamente nesse formato para um projeto de sustentabilidade focado em reciclagem porque acredita que o melhor destino para uma garrafa PET é se transformar em uma nova garrafa PET.  “Além de 100% reciclada, a nova garrafa é feita com embalagens de origens distintas, característica presente no DNA do povo brasileiro, que é fruto de uma miscigenação de culturas e origens. Essa decisão reforça ainda mais a brasilidade da marca”, completa o gerente.

Esta iniciativa está alinhada ao Ambev Recicla, que reúne um conjunto de iniciativas para promover o aumento da reciclagem do país, a redução de uso de matéria prima e a educação dos consumidores. Estas ações beneficiam toda a cadeia de produção – consumidores, cooperativas, sociedade e meio ambiente – e estão apoiadas em cinco eixos: educação ambiental, apoio a cooperativas, pontos de coletas seletivas, fomento ao movimento de reciclagem e desenvolvimento de embalagens sustentáveis.

O plano é expandir a iniciativa, chegando a 20% de embalagens de 2 litros de Guaraná Antarctica até o final de 2013. Hoje, ela já está presente em 12% delas, o equivalente a mais de 28 milhões de garrafas ou 56 milhões de litros da bebida. Até o final de 2012, esse número deve subir para 40 milhões de garrafas.

Impacto Ambiental

Produzida nas fábricas da Ambev localizadas em Nova Rio (RJ), Curitibana (PR) e Sapucaia (RS), a embalagem PET 100% reciclada deve consumir 70% menos energia elétrica em relação à produção do material virgem, além de diminuir 20% o consumo de água (dados informados pela Brasil Pet). Outras contribuições do projeto são a economia de petróleo utilizada nesse processo e uma redução anual de material de embalagem em 1,3 milhão de quilos.

Segundo o 8º Censo da reciclagem do PET no Brasil, realizado pela ABIPET (Associação Brasileira da Indústria do PET) são recicladas, atualmente, 294 toneladas de material PET, o equivalente a 57,1% de todo o material virgem produzido. Desse total, apenas 18% são utilizados em embalagens recicladas. Só em 2012, Guaraná Antarctica deve retirar mais de 60 milhões de embalagens das ruas, número que deve crescer nos próximos anos.

“Essa nova aplicação do PET 100% reciclado pós-consumo representara um importante impulso para a reciclagem no país”, destaca Ricardo Rolim, diretor de relações socioambientais da Ambev. “A iniciativa tem potencial considerável para aumentar o índice de reaproveitamento de garrafas PET, impactando toda a cadeia de reciclagem no Brasil. A necessidade de matéria-prima estimula as cooperativas de catadores gerando, assim, um incentivo natural da sociedade para o descarte correto do material”, reforça o diretor.

As novas embalagens de Guaraná Antarctica estarão disponíveis nos principais pontos de vendas da região Sul e nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, com expansão prevista para todo o país até o final de 2014. Mais informações podem ser obtidas pelo site oficial da marca (www.guaranaantarctica.com).

Nos últimos anos Guaraná Antarctica tem investido cada vez mais em ações sustentáveis. Um exemplo é o projeto de redução de consumo de plástico PET das garrafas e das tampas e o desenvolvimento de um design ecológico para suas embalagens - em 2003, o portfólio de refrigerantes da companhia passou a ser “acinturado”, contribuindo para a redução do uso de PET.

A marca também relançou a embalagem de 1 litro retornável, que é uma opção mais econômica e limpa. A inovação representa uma redução de impacto ambiental, pois para cada embalagem de 1 litro retornável, deixam de ser consumidas e descartas no meio-ambiente pelo menos três latas de alumínio. Além disso, o vidro é 100% reciclável e pode ser reutilizado inúmeras vezes.


Fonte: Ciclo Vivo

RJ lança campanha de produtos orgânicos para Copa do Mundo


Já existem no Rio cerca de 300 produtores certificados dentro do processo de comércio justo, que já podem participar das rodadas de negócio da Copa das Confederações. | Foto: Dinko Verz/SXC


Um dos legados que a Copa do Mundo de 2014 quer deixar para o estado do Rio é a estruturação da cadeia produtiva de orgânicos, desde o produtor da matéria-prima, passando pela agroindústria e mercados varejistas, chegando à conscientização dos consumidores sobre os benefícios dos produtos sustentáveis e sem agrotóxicos.

O assunto foi discutido na última segunda-feira (19) no Seminário Brasil Orgânico e Sustentável/Rio de Janeiro - Impactos da Política Nacional de Agroecologia. O presidente da Associação Brasil Orgânico e Sustentável (Abrasos), Alexandre Borges, disse que fazer com que a Copa de 2014 seja a primeira a ter esse viés será um desafio para o setor.

“Todo mundo fala que [o alimento] orgânico é legal, é saudável, mas falta organizar a cadeia produtiva. Nosso problema é estrutural. Temos produtores desistindo e voltando para a prática convencional. Os empreendedores já sofreram muito e perderam dinheiro por causa dos produtores, que são a ponta da cadeia. Também estamos nos reunindo com varejistas, redes regionais, hotéis, para conseguir escoar a produção”, declarou.

Borges adiantou que será lançada nesta quarta-feira (21) a campanha Brasil Orgânico e Sustentável 2014, durante a 8ª Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária, que ocorre até domingo (25) na Marina da Glória. De acordo com ele, a campanha vai gerar oportunidades para o crescimento do setor.

“Estamos na fase de articulação, vendo com os ministros se será uma campanha oficial do governo. De prático vamos ter um site e rodadas de negócios que vão tentar unir as pontas, fazer o casamento entre o produtor, a pequena empresa, os restaurantes, hotéis, o varejo. A gente vai ganhar visibilidade com a campanha na mídia e ainda terá um selo, que será usado por quem cumprir alguns critérios, que ainda serão discutidos”.

O presidente da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro (Pesagro-Rio), Silvio Galvão, compõe o núcleo temático do projeto Brasil Orgânico e Sustentável 2014. Para ele, o Rio tem a responsabilidade de receber bem os turistas que virão para a Copa, mas também de deixar como grande legado o consumo orgânico sustentável e a geração de renda para o produtor.

“O Rio de Janeiro tem como desafio conseguir trazer todos os produtores de forma organizada para participar desse movimento. E, para isso, nós estamos precisando de mais assistência técnica, mais oportunidade de transferência de tecnologia para os produtores rurais”, declarou.

Segundo Galvão, “existem nas prateleiras de diversas empresas de pesquisa agropecuárias dos estados, reunidos por meio do Conselho Nacional dos Sistemas Estaduais de Pesquisa Agropecuária (Consepa) e da própria Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), toda uma metodologia, uma tecnologia pronta para você controlar a questão do manejo, de capim, de pragas, irrigação, buscando sempre o máximo de produtividade e de produção”, completou.

Apesar da proximidade com os grandes eventos esportivos, como a Copa das Confederações em 2013, ele garante que o estado está preparado para o desafio de incentivar a produção e o consumo de orgânicos.

“A Copa do Mundo é um pretexto. O Rio de Janeiro já tem um trabalho, que merecia estar mais desenvolvido, mas por diferentes razões não está. E a gente está usando a Copa do Mundo para acelerar todo um conjunto de politicas públicas para que dê efetivo resultado positivo para o produtor rural. Não adianta resultado político, o produtor tem que ganhar com isso. 2014 é um desafio, mas nós já temos produtos que podem mostrar todo o nosso potencial”.

De acordo com Galvão, já existem no estado cerca de 300 produtores certificados dentro do processo de comércio justo, agricultura orgânica e certificação de origem, além de mil da agricultura familiar, que já podem participar das rodadas de negócio da Copa das Confederações.

Do lado do consumo final, o Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes (SindRio) informou que existe a demanda por produtos orgânicos e que está criando a primeira diretoria de sustentabilidade no país, dentro dos sindicatos patronais. Em um levantamento rápido, o SindRio identificou pelo menos 30 estabelecimentos que trabalham com orgânico e têm esse viés para atrair clientes.

Akemi Nitahara, da Agência Brasil


Fonte: Ciclo Vivo

Empresa paranaense investe em resinas e tintas ecológicas



A companhia Hydronorth, fundada em 1981, no Paraná, tem foco em tintas e impermeabilizantes. Seu diferencial é investir em uma linha sustentável de produtos para construção.

O intuito da empresa é unir tecnologia e inovação sustentável, por isso aposta em produtos especializados na preservação de ambientes e superfícies que não causem grande impacto ambiental, como a linha Ecopintura. Dessa forma, pretende chegar ao faturamento de 120 milhões este ano, contra os R$ 107,2 milhões faturados em 2011.

Entre as apostas, o Telhado Branco, um revestimento impermeabilizante para lajes e telhados, reduz a temperatura interna da construção em até 5°C, diminuindo o uso do ar condicionado e a emissão de CO2 na atmosfera retardando o aquecimento global. Também refletem até 90% do calor emitido pelos raios solares, enquanto os escuros apenas 20%.

O produto atende aos principais requisitos de qualidade e desempenho de acordo com as normais nacionais e internacionais. Tem a tecnologia Bio-Pruf, que combate o crescimento de microorganismos como mofo, algas e bactérias em superfícies externas e internas.

Além do Telhado Branco, a linha Ecopintura conta com mais 10 produtos: Tinta Acrílica Ecológica Premium, Tinta Acrílica Ecológica Standard, Tinta Acrílica Ecológica Econômica, Tinta Acrílica Ecológica Pinta Gesso, Massa Corrida Ecológica, Massa Acrílica Ecológica, Selador Acrílico Ecológico, Revestimento Ecológico Graffiato, Esmalte Base Água Ecológico e Verniz Base Água Ecológico. Todos atendem aos padrões e requisitos de desempenho nos processos de pintura de construções sustentáveis, de acordo com o LEED, AQUA, entre outros. Além de ter baixo teor de COV (Compostos Orgânicos Voláteis).

“Temos o objetivo de prover soluções inovadoras na preservação de ambientes e superfícies para garantir o bem-estar das pessoas. A Hydronorth reforça o compromisso com a sustentabilidade que, aliada à tecnologia, traz mais conforto aos estabelecimentos”, afirma Matheus Góis, vice-presidente da Hydronorth.

Situada a 13 km de Londrina - Paraná, em Cambé, com um parque fabril operando dentro na industrialização de tintas, texturas, vernizes e impermeabilizantes, a companhia conta com uma estação de tratamento de resíduos.

A Hydronorth atua em mais de 2.500 pontos de vendas em todos os estados do país, entre home centers, como Leroy Merlin, Telhanorte, C&C, além de lojas varejistas e em locais de materiais de construção.

A empresa foi fundada por Amado Gois na cidade de em Cambé, a 13 km de Londrina, no Paraná. Ele foi o responsável por criar as primeiras resinas impermeabilizantes há 31 anos. O faturamento já ultrapassa os 107 milhões.


Fonte: Ciclo Vivo

USP tem ponto de recarga de carros elétricos para estudar o setor



O IEE, Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP, inaugurou o primeiro entreposto de recarga rápida para carros elétricos em São Paulo. A tecnologia recarrega 80% de uma bateria em 30 minutos, o que oferece autonomia de cerca de 180 quilômetros rodados na cidade, a um custo médio de R$10.

Um dos objetivos do projeto é fazer simulações dos efeitos do uso de veículos desse tipo sobre a rede elétrica e projetar cenários para o Brasil. A eficiência e o consumo energético estão sendo testados em modelos elétricos da Mitsubishi e Fiat. Além disso, uma frota experimental de táxis elétricos da Prefeitura de São Paulo, com dez veículos da Nissan, é abastecida diariamente, fornecendo dados que serão essenciais ao projeto, como consumo, eficiência e vida útil das baterias.

Em entrevista ao Jornal da USP, o coordenador-geral do projeto, professor Paulo Roberto Feldmann, avalia que o número de elétricos deverá chegar a cerca de 500 mil unidades até 2012. Algumas projeções internacionais muito positivas apontam que, até 2030, eles devem ter a mesma atratividade dos veículos movidos a combustível e que chegariam a 50% da frota. “Neste horizonte, poderia haver no Brasil uma sobrecarga na rede de distribuição em horários de pico, caso não sejam feitos cálculos sobre a capacidade de geração e distribuição de eletricidade, além de um estudo sobre hábitos dos usuários de veículos elétricos”, indica reportagem do Jornal da USP.

O preço do carro elétrico não sai por menos de R$150 mil no Brasil. “O fundamental ainda não existe no Brasil, que é a regulação desse mercado. Por isso, com base nos estudos, vamos encaminhar ao governo brasileiro e à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sugestões que consideramos adequadas à regulação desse mercado”, diz o professor.


Fonte: Super Interessante

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Grupo de Economia do Saneamento, Energia & Soluções Ambientais

Gostaria de convidá-lo (a) para participar da próxima sessão do Grupo de Economia do Saneamento, Energia & Soluções Ambientais na qual teremos a honra e satisfação de contar com o Presidente da Associação Brasileira de Agências de Regulação (ABAR), Dr. José Luiz Lins dos Santos.

A ABAR tem como objetivo promover a mútua colaboração entre as associadas e os poderes públicos na busca do aprimoramento e consolidação da atividade regulatória no país. 

O evento será no dia 23 de Novembro, das 16:00 às 17:30 na Fundação Getúlio Vargas - Avenida Nove de Julho, 2029 – 6º andar – Sala 604 (lembrar que é possível entrar pela Rua Itapeva, 432. Nesta rua há mais alternativas de estacionamento).


Atenciosamente,

Gesner Oliveira
gesner.oliveira@fgv.br

De onde vem e para onde vai o nosso lixo


Designer mistura arte urbana e sustentabilidade ao criar cobertura de garrafas PET



O designer Garth Britzman aproveitou garrafas PET para fazer uma espécie de toldo que mistura arte urbana e sustentabilidade. Seu trabalho buscou explorar a reutilização de embalagens para fazer uma instalação temporária.






A ideia era estimular alternativas criativas para reciclagem e reutilização de materiais. Britzman dedicou-se ao projeto e teve um ótimo resultado. Além de bonito visualmente, a cobertura de PET pode ter diversas funcionalidades.


No caso, o designer mostrou que ela pode servir para estacionar um carro, protegendo-o do sol. O trabalho dele ficou ainda mais interessante devido aos líquidos coloridos colocados em cada um dos recipientes que ficaram suspensos.


Ele utilizou as cores azuis, verdes e amarelos. Com esse padrão, o resultado foi que as garrafas parecem flores penduradas se olhadas de baixo. Sua instalação foi chamada de “Pop Culture”.


Britzman é um estudante da cidade de Lincoln, localizada em Nebraska nos Estados Unidos. Ele possui um perfil no site Behance, uma plataforma online que divulga o trabalho criativo de profissionais de todo o mundo. Na página, o designer destaca que seus principais interesses giram em torno da arquitetura, design industrial e arte de rua.


O projeto foi realizado por Britzman junto a seus colegas da Universidade de Nebraska. Ao total, foram gastas 200 horas para a conclusão do trabalho. Ele também teve o apoio do professor de arquitetura da instituição, além da ajuda financeira de um programa canadense.


Fonte: Ciclo Vivo 

Honda anuncia veículo compacto totalmente elétrico



A Honda anunciou recentemente um compacto elétrico, que está próximo de ser produzido em maior escala. O modelo foi apelidado de Micro Commuter e teve a sua primeira versão apresentada no Salão do Automóvel de Tóquio, em 2011.


A bateria do compacto está instalada abaixo do assoalho, uma preocupação que se tornou um diferencial do carro, por oferecer maior flexibilidade e funcionalidade aos
 passageiros.



O carro foi projetado para percorrer distâncias curtas. Por isso, sua bateria possui autonomia de apenas 96 quilômetros a cada recarga completa. Além disso, a velocidade máxima alcançada pelo automóvel japonês é de 80 km/h.


O Commuter Micro é ainda menor que o Smart, mesmo que siga padrões bem parecidos. O modelo da Honda possui 254 centímetros de comprimento, 124 centímetros de largura e capacidade para carregar até dois passageiros. O diferencial é percebido também no peso do carro, que com apenas 400 quilos, a metade de um Smart.


O design do Commuter Micro também chama a atenção. As linhas são futurísticas e alguns detalhes da pintura externa ainda podem ser personalizados de acordo com a preferência do proprietário. O painel é totalmente tecnológico, podendo ter tablets incorporados à estrutura para complementar as informações.


Fonte: Ciclo Vivo 

Embrapa desenvolve alface transgênica com alto teor de ácido fólico


A Embrapa deve colocar no mercado nos próximos cinco anos um tipo de alface transgênica com alta concentração de ácido fólico. Segundo o pesquisador Francisco Aragão, coordenador do projeto, alface já produz a vitamina, mas em pequenas quantidades.


A proposta do estudo, que começou em 2006, é aumentar a produção das moléculas que dão origem ao ácido fólico por meio de genes de Arabidopsis thaliana, uma “planta-modelo” utilizada na biotecnologia vegetal. “Os estudos foram realizados de duas maneiras: no primeiro caso, o gene foi inserido no genoma nuclear da planta e no segundo, no cloroplasto (parte da planta responsável pela fotossíntese). A primeira vertente resultou em linhagens de plantas com até 15 vezes mais ácido fólico e a segunda, com duas vezes mais. Aragão pretende iniciar o cruzamento entre as duas variedades para tentar alcançar índices ainda maiores da vitamina nas plantas”, explica o site da Embrapa.

O argumento principal para o desenvolvimento da alface transgênica é que a ausência de ácido fólico no organismo pode causar problemas que vão de depressão a complicações na gravidez. Para complementar a alimentação, há quase uma década a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determina que o ácido fólico seja acrescentado à farinha industrializada.

A dose diária de ácido fólico recomendada para um adulto a partir de 15 anos é de 0.4 mg. A ingestão de duas folhas das alfaces geneticamente modificadas representa 70% da necessidade diária.

Fonte: Superinteressante

Seda de teia de aranha pode ser usada como chip biodegradável



Segundo os cientistas, a teia de aranha é mais forte do que aço, mais resistente que fibras sintéticas e muitíssimo flexível. Esses superpoderes vêm da seda que as aranhas produzem para tecer suas teias. A novidade é que ela transmite luz assim como cabos de fibra ótica de vidro. Por isso, cientistas do Instituto de Física da Universidade de Rennes (França) propõe usar este recurso natural ligados a aparelhos eletrônicos.

A equipe de cientistas liderada por Nolwenn Huby realizou teste com um curto fio de seda conectado a um chip e constatou que o material é capaz de levar informações a dispositivos eletrônicos, mesmo que perca mais luz do que o cabo de vidro. Huby está empolgado com a ideia e garante que a capacidade de transmissão da seda melhorará com revestimento e um pouco mais de pesquisa.

E sabe o que a seda de aranhas e os chips têm a ver com você? O grande êxito desta descoberta é seu potencial de aplicação na medicina. A seda poderia ser usada, por exemplo, para iluminar regiões internas do corpo humano e assim ajudar a registrar imagens em exames de saúde. Como ela é muito fina – 10 vezes mais fina que um fio de cabelo –, entraria no corpo de uma pessoa por uma abertura mínima. Ainda por cima, a seda é absorvida naturalmente pelo corpo humano, sem nenhum dano à saúde. Por isso, faria as vezes de um chip, com a vantagem de ser biodegradável.

Além de ajudar a detectar doenças, a seda da teia de aranha também seria muito útil em bandagens para cicatrizes cirúrgicas, se elas forem associadas a um dispositivo eletrônico para monitorar infecções. É ou não é uma grande contribuição da natureza?


Fonte: Super Interessante

Tomada Cronômetro


Os designers Dan Bee Lee, Jang Soo Kim, KyoYeon Kim e WooRi Kim desenvolveram o projeto de uma tomada com cronômetro que promete evitar a perda de energia – e, claro – economizar na conta mensal de energia elétrica.

A invenção ainda resolve o problema de quando deixamos algum carregador ligado na tomada por muito tempo, evitando que o aparelho continue consumindo energia sem necessidade.

A tomada, que ganhou o nome de Dialug, funciona como um timer que bloqueia a corrente de energia quando a carga fica completa.

O usuário deve plugar o eletrônico na tomada e girá-la no sentido horário, como uma espécie de cronômetro analógico. A partir disso, o contador vai se mover de acordo com o tempo e, quando chegar ao final do período estabelecido, vai cortar a passagem de energia automaticamente, evitando a perda de energia na mesma hora.

Caso prefira, há um jeito de deixar a corrente sempre aberta; basta  girar a chave no sentido anti-horário.




Fonte: Garimpo Verde

Electrolux lança lavadora ecológica que poupa até 45% de água




A Electrolux acaba de lançar a lavadora Ecologic 12 kg com reservatório que economiza até 15 litros de água quando comparada a outras da mesma categoria e utiliza plástico de etanol em sua composição.

O novo modelo promete economizar, em um ano, a água de 50 lavagens de quintal, 21 lavagens de carro com mangueira, 104 lavagens de louça e 90 banhos de 15 minutos. A empresa garante economia em todo o processo e poupa até 45% de água quando comparada aos modelos da mesma categoria disponíveis no mercado.

Com este lançamento a empresa propõe uma forma de lavar roupas de maneira mais sustentável e com maior economia de recursos naturais, se aproximando do conceito ecológico. Desenvolvida no Brasil, a lavadora possui um Eco Reservatório, que permite a reutilização da água do enxágue para uma nova lavagem.

Ele acumula até 15 litros de água proveniente da centrifugação, que podem ser reutilizados quando um novo lote é colocado no cesto de lavagem. Uma luz de led no painel da lavadora avisa quando o reservatório contiver água. Caso a consumidora desista de reutilizar a água, deve ser acionado o comando “esvaziar reservatório” localizado no painel da lavadora. Se a água do reservatório não for utilizada em até 72 horas, a lavadora o esvazia automaticamente.

O produto também apresenta um cesto sem furos que evita o desperdício da água acumulada entre o cesto e o tanque, como nos modelos tradicionais, responsável por poupar 40% de toda a água utilizada na lavagem e, consequentemente, utiliza 40% a menos de sabão.

A Ecologic 12 kg consome a cada quilo de roupa lavada, apenas 7,6 litros de água por ciclo, ao contrário das lavadoras comuns que utilizam, em média, 13 litros para o mesmo ciclo.

Com classificação energética “A”, a empresa afirma que o modelo é o primeiro do mundo a utilizar plástico verde com base em cana de açúcar, uma fonte renovável, reciclável e que ajuda na redução de emissão de gases do efeito estufa em alguns componentes.

“Foram dois anos de pesquisas para chegar a um produto com características que realmente contribuem para a preservação do meio ambiente”, conta Joana Dias, gerente de produtos da Electrolux. “Está nos pilares da empresa ajudar no uso racional da água e de energia internamente como também levar este benefício para os consumidores. Tendo em vista um cenário de alto consumo com tarifa elevada, com a Ecologic 12 kg, podemos gerar uma economia de 15% ao ano nas contas de água e luz”, completa.

Outra característica interessante é a função Eco Enxágue, em que o cesto gira em alta rotação e dispara sprays de água sobre as roupas, potencializando a economia de água e energia, já que não é necessário encher o cesto todo para remover o sabão. Essa função permite uma economia de até 50% comparada aos enxágues tradicionais.

A função Turbo Secagem permite que as roupas saiam mais secas da etapa de centrifugação diminuindo o consumo de energia e tempo de varal.

Como toda a linha de lavadoras da Electrolux, a Ecologic 12kg tem ainda a função Eco Reaproveitamento, que permite à consumidora parar o processo antes de escoar a água do enxágue e reutilizar a água para lavar o quintal ou regar plantas. Porém, a companhia trouxe mais um avanço nessa função. Na lavadora Ecologic é possível reaproveitar a água da lavagem (antes de iniciar o enxágue) e a água do enxágue. O produto já está no mercado com preço sugerido de R$ 1.799, 00.


Fonte: Ciclo Vivo

Estudos viabilizam a reciclagem de livros no Brasil



Pesquisadores viabilizam a reciclagem do material didático utilizado por alunos de escolas públicas e particulares em todo o país. Um projeto elaborado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) pretende reaproveitar a quantidade de exemplares distribuídos anualmente.

Quatro milhões de toneladas de papel são recicladas anualmente no país, um volume equivalente a 43,5% do total consumido pelos brasileiros em 12 meses. Este número pode aumentar com o melhor aproveitamento de materiais específicos, como os livros didáticos usados por alunos de escolas particulares e públicas.

Segundo dados do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, o FNDE, quase 138 milhões de exemplares foram distribuídos em 2011. Considerando as características médias de um livro, um total de 123 mil toneladas de papel têm potencial para reciclagem. Pensando nisso, o IPT realizou um projeto de pesquisa em amostras do miolo e da capa dos livros que mostrou a viabilidade do reaproveitamento do papel em produtos de maior ou menor valor agregado.

A ação do Laboratório de Papel e Celulose  foi proposto para preencher uma lacuna em estudos específicos sobre a reciclagem dos livros didáticos. Grande parte deles é impressa em quatro cores e tem lombada quadrada e miolo fixado com cola de poliuretano. Para um reaproveitamento eficiente, a reciclagem vai remover os pigmentos coloridos e a cola, a fim de evitar os resíduos colantes que se depositam sobre o papel ao longo do processo.   Embora represente uma redução no uso de recursos naturais, a reciclagem do papel é um processo mais complexo em comparação à obtenção de fibras virgens, já que, geralmente, os papéis recuperados consistem em uma mistura de diferentes fontes. Eles possuem uma série de contaminantes – como corantes, revestimentos, laminações e adesivos –  que acabaram sendo misturados durante o ciclo de vida ou de coleta. Além disso, os papéis acumulam outros resíduos, como grampos, clipes e elásticos.   Os processos de reciclagem de cozimento com solução alcalina e destintamento resultaram em papéis com pouca ou quase nenhuma impureza e com alvura equivalente a dos papéis empregados na confecção
A ação do Laboratório de Papel e Celulose  foi proposto para preencher uma lacuna em estudos específicos sobre a reciclagem dos livros didáticos. Grande parte deles é impressa em quatro cores e tem lombada quadrada e miolo fixado com cola de poliuretano. Para um reaproveitamento eficiente, a reciclagem vai remover os pigmentos coloridos e a cola, a fim de evitar os resíduos colantes que se depositam sobre o papel ao longo do processo.   Embora represente uma redução no uso de recursos naturais, a reciclagem do papel é um processo mais complexo em comparação à obtenção de fibras virgens, já que, geralmente, os papéis recuperados consistem em uma mistura de diferentes fontes. Eles possuem uma série de contaminantes – como corantes, revestimentos, laminações e adesivos –  que acabaram sendo misturados durante o ciclo de vida ou de coleta. Além disso, os papéis acumulam outros resíduos, como grampos, clipes e elásticos.   Os processos de reciclagem de cozimento com solução alcalina e destintamento resultaram em papéis com pouca ou quase nenhuma impureza e com alvura equivalente a dos papéis empregados na confecção
A ação do Laboratório de Papel e Celulose  foi proposto para preencher uma lacuna em estudos específicos sobre a reciclagem dos livros didáticos. Grande parte deles é impressa em quatro cores e tem lombada quadrada e miolo fixado com cola de poliuretano. Para um reaproveitamento eficiente, a reciclagem vai remover os pigmentos coloridos e a cola, a fim de evitar os resíduos colantes que se depositam sobre o papel ao longo do processo.   Embora represente uma redução no uso de recursos naturais, a reciclagem do papel é um processo mais complexo em comparação à obtenção de fibras virgens, já que, geralmente, os papéis recuperados consistem em uma mistura de diferentes fontes. Eles possuem uma série de contaminantes – como corantes, revestimentos, laminações e adesivos –  que acabaram sendo misturados durante o ciclo de vida ou de coleta. Além disso, os papéis acumulam outros resíduos, como grampos, clipes e elásticos.   Os processos de reciclagem de cozimento com solução alcalina e destintamento resultaram em papéis com pouca ou quase nenhuma impureza e com alvura equivalente a dos papéis empregados na confecção
A ação do Laboratório de Papel e Celulose  foi proposto para preencher uma lacuna em estudos específicos sobre a reciclagem dos livros didáticos. Grande parte deles é impressa em quatro cores e tem lombada quadrada e miolo fixado com cola de poliuretano. Para um reaproveitamento eficiente, a reciclagem vai remover os pigmentos coloridos e a cola, a fim de evitar os resíduos colantes que se depositam sobre o papel ao longo do processo.

Embora represente uma redução no uso de recursos naturais, a reciclagem do papel é um processo mais complexo em comparação à obtenção de fibras virgens, já que, geralmente, os papéis recuperados consistem em uma mistura de diferentes fontes. Eles possuem uma série de contaminantes – como corantes, revestimentos, laminações e adesivos –  que acabaram sendo misturados durante o ciclo de vida ou de coleta. Além disso, os papéis acumulam outros resíduos, como grampos, clipes e elásticos.

Os processos de reciclagem de cozimento com solução alcalina e destintamento resultaram em papéis com pouca ou quase nenhuma impureza e com alvura equivalente a dos papéis empregados na confecção dos livros didáticos.
Porém, a reciclagem pelo método de desagregação não trouxe resultados tão positivos. Os papéis obtidos apresentaram um alto teor de sujidade, a ponto de impedir a determinação de sua alvura. No entanto, isso não descarta a reutilização: sua aplicação pode ser destinada a outros produtos, como chapas de papelão ondulado e cartões multicamada, que não exigem requisitos de aparência. 

Com informações do IPT.

Fonte: Ciclo Vivo