quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Empresa portuguesa transforma garrafas de vinho em vasos de planta


Entre as inúmeras possibilidades de reaproveitamento de garrafas de vidro vazias, a empresa My Little Garden especializou-se na transformação desses objetos em vasos de plantas.

A ideia é dar nova utilidade às velhas garrafas, tornando o que seria lixo em um material aproveitável. Dessa forma, criam os “bottle kits” para o cultivo de ervas aromáticas. O produto reúne um triplo benefício: reciclagem, design e alimentação saudável.


Os kits são compostos por sementes certificadas, o substrato não possui adubo ou produtos químicos, o pavio condutor da água do reservatório a terra é de fibra natural e as garrafas são recolhidas pela própria empresa nos restaurantes de Portugal. O material ainda pode ser reutilizado, após a colheita.

A preocupação social também está presente nos processos desenvolvidos pela companhia. Basicamente, há três instituições parceiras. OASIS, Estabelecimento Prisional de Leiria e restaurantes.


A Organização de Apoio e Solidariedade para a Integração Social (O.A.S.I.S) atribui aos portadores de deficiência a tarefa de cuidar de todo o processo de lavagem e remoção de rótulos das garrafas.


Já a montagem dos kits é realizada por detentos, assim como os demais processos, este também é manual. A caixa possui um manual de instruções indicando os cuidados necessários que o cliente deve se atentar.



Além disso, há parcerias com restaurantes locais que fornecem as garrafas de vinho vazias. Transformando tais objetos em vasos de planta, a My Little Garden também cria peças interessantes para a decoração.



Fonte: Ciclo Vivo 

Estufa sustentável garante condições perfeitas para vegetais

O jardim botânico de Aarhus, na Dinamarca, passou por uma série de reformas e ganhou uma nova estufa, totalmente sustentável. Inspirado na estrutura para vegetais construída anteriormente, o projeto utiliza materiais de alto desempenho e técnicas de arquitetura inteligente para estimular o crescimento de diversas plantas, reduzindo o uso de iluminação artificial e dando prioridade à ventilação natural.

O projeto da estufa foi apresentado pelos arquitetos do escritório dinamarquês CF Møller, especializado em construções sustentáveis. A estrutura é baseada na estufa construída em 1969, com formato de um caracol. Segundo o




site Plataforma Arquitectura, as características do ambiente original foram reproduzidas, a fim de preservar a identidade da primeira construção.


Composta por arquitetos e engenheiros, a equipe responsável pela nova estufa realizou uma série de cálculos para garantir que a luz invada o ambiente interno de acordo com a trajetória do sol. Além disso, as plantas recebem a maior intensidade de luz possível durante os dias nublados e frios, e, no verão, a entrada de luminosidade é regulada pela própria estrutura, que também projeta sombras sobre os vegetais.


A estufa sustentável se transformou numa nova atração turística da cidade, não apenas por reunir diversas espécies de plantas, mas também por reconstruir a importância cultural e ambiental do jardim botânico de Aarhus. Além da estufa, o local também vai abrigar um centro de estudos em botânica.



Redação CicloVivo

Capa para iPhone funciona como carregador movido a energia solar

Uma das amostras promete segurar a bateria em até dez minutos
 após uma hora de luz solar. | Foto :Ascent Solar/Divulgação
A edição 2014 da maior feira de tecnologia do mundo, a CES (Consumer Electronics Show), teve início na última terça-feira (7), em Las Vegas, nos Estados Unidos. Entre as novidades apresentadas, está um case ecológico para iPhone, produzido pela empresa Ascent Solar Technologies.

O modelo vai além de sua função de proteger o aparelho de quedas e desgastes, atuando como carregador movido a energia solar. Para isso, há uma bateria interna recarregável e um painel solar na parte traseira.

O objetivo do sistema energético alternativo é auxiliar no funcionamento do aparelho quando não houver energia elétrica disponível. Por exemplo, no meio de um show, ou durante um passeio ao ar livre.


Os cases sustentáveis pertencem à linha EnerPlex. Uma das amostras promete manter o funcionamento da bateria por até dez minutos após uma hora de exposição à luz solar. Entretanto, a fabricante ressalta que o modo energético alternativo deve ser usado para situações de emergência, não sendo apropriado como principal forma de carregar o celular.

A versão ecológica Surfr, desenvolvida para carregar iPhone 5, está disponível para compra, por cerca de R$ 240.  


Fonte: Ciclo Vivo 

Consumo de água cai 75% após projeto de reuso em lavanderia de Cuiabá

Fatura total de água baixou de R$ 14 mil para
 R$ 3.907,32 |  Foto: slinky2000 

Uma economia de dez mil reais. Esta foi a surpresa de Gustavo Malheiros, proprietário da Lavanderia Alba, em Cuiabá (MT), ao receber sua fatura de água no mês de novembro. Tendo a água como principal insumo de seu negócio, Gustavo viu sua competitividade ser reduzida por conta dos altos gastos mensais. “A empresa acabou ficando estagnada com o consumo elevado, o que me levou a buscar um parceiro para resolver a situação”, explicou ao Centro Sebrae de Sustentabilidade.

Foi então que o empresário procurou o Sebrae no MT e passou a receber o apoio do programa Sebraetec*. Com a consultoria da Água Pura, do Espírito Santo, ele iniciou a construção do projeto de reuso na lavanderia. A empresa passou por um período de ajuste de fornecedores, treinamento dos funcionários e adaptação, e durante este processo já pode ver resultados.



Para Gustavo, um grande motivo para comemoração. “Tivemos um excelente impacto após a implantação do projeto. Foi uma força para a empresa voltar a crescer, e já houve, inclusive, um incremento no número de clientes”, comemorou.

O projeto, que finalizou sua fase de adaptação em novembro, já faz parte da rotina empresarial. Um grande sucesso para a empresa e para o meio ambiente.

*O programa Sebraetec (Serviços em Inovação e Tecnologia) é um instrumento do Sebrae que permite às empresas de qualquer setor econômico o acesso subsidiado a serviços em inovação e tecnologia, visando à melhoria de processos e produtos e/ou à introdução de inovações nas empresas e mercados. Mais informações no site.


Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Rio: escolas públicas ganham pontos de coleta de óleo de cozinha


Criado há cinco anos, o Programa de Reaproveitamento de Óleos Vegetais do Estado do Rio de Janeiro (Prove) começou a instalar pontos de coletas de óleo de cozinha usado no local onde tudo se inicia: as escolas.

A primeira das dez escolas previstas para a primeira etapa da empreitada, o Colégio Estadual Brigadeiro Schorcht, na Taquara, foi escolhida devido ao seu pioneirismo. Em um projeto anterior, três professores modificaram uma antiga Mercedes-Benz 58 movida a diesel e viajaram 37 dias com óleo reciclado pelos próprios alunos.

Oito mil dos 22,7 mil quilômetros rodados pelo veículo foram percorridos com o combustível alternativo, em um trajeto que passou por 29 cidades de quatro países, até chegar em Ushuaia, no extremo Sul da Argentina. A expedição serviu para aprimorar o tema em diferentes disciplinas.

Programa

O Prove nasceu com o objetivo de estimular a cadeia de reciclagem de óleo de cozinha usado como matéria-prima na produção de biodiesel e de sabão e já possui parcerias com restaurantes, hotéis e condomínios. (Clique aqui e assista ao vídeo)

Em 2011, a coordenação do Prove contabilizou 5,5 milhões de litros de óleo recolhidos por suas 45 cooperativas filiadas em vários municípios do Estado do Rio de Janeiro (400/500 mil litros/mês). Já em 2012, foram coletados 4,5 milhões de litros de óleo em todo o Estado do Rio de Janeiro.


Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

China constrói maior parque solar do mundo

Instalada na inóspita Xinjiang, central de geração terá capacidade de 
produzir 10 mil megawatts. | Foto :Arava Power/Flickr 
A China deu início à construção da maior usina solar do mundo, segunda megausina fotovoltaica do país, que possui capacidade instalada de dez mil megawatts e será erguida na remota localidade de Xinjiang. O projeto levará quatro anos para ser finalizado, mas os primeiros painéis começarão a operar ainda em 2014, contribuindo para uma matriz energética mais sustentável em meio ao preocupante cenário de degradação ambiental encontrado no país asiático.

O projeto foi anunciado no final do ano passado pelo governo chinês, que contratou a empresa nacional Trina Solar para construir a central de geração. Frente à dependência do país às fontes não renováveis de energia, as autoridades chinesas estabeleceram que a usina solar de Xinjiang comece suas atividades nos próximos meses, produzindo, inicialmente, 300 megawatts de eletricidade limpa, que serão distribuídos à população enquanto o projeto ainda não é concluído.

Além desta usina solar mais recente – que, atualmente, pode ser considerada como a maior do mundo – em 2009, a China anunciou a criação de outra central de produção fotovoltaica, no isolado deserto da Mongólia. O projeto seria o mais amplo do planeta, com capacidade instalada de dois mil megawatts – no entanto, a Índia já executa a construção de um parque fotovoltaico no deserto do Rajastão, com capacidade de gerar quatro mil megawatts. 

Como a construção da megacentral em Xinjiang é realizada por uma empresa nacional, a China se afirma cada vez mais à frente do mercado de energias renováveis. Assim, além da comercialização de equipamentos de geração (como painéis fotovoltaicos e turbinas eólicas), os projetos de usinas elevam a preocupação do país asiático com as fontes limpas. Entretanto, devido à grande extensão do território chinês e da dependência da queima de carvão mineral, especialistas acreditam que, dificilmente, a remota usina aliviará a poluição nos grandes centros urbanos.


Fonte: Ciclo Vivo 

Empresa lança carrinhos de sorvete que aproveitam energia solar


As placas captam a energia solar, que é retida e armazenada em baterias. As placas captam a energia solar, que é retida e armazenada em baterias.


É do sol que vem a energia necessária para congelar os sorvetes da Springtime, empresa de design holandesa. A máquina ajuda a manter a textura consistente e cremosa da massa.

O carrinho possui painéis fotovoltaicos no teto. A estrutura se mantém suspensa com a ajuda de quatro suportes. As placas captam a energia solar, que é retida e armazenada em baterias. O que fica retido é suficiente para fornecer energia para o congelador mesmo em dias nublados. 


O teto solar pode ser facilmente levantado e a posição ajustada com as mãos, sempre que necessário, para acompanhar o sol e melhorar a eficiência do sistema. Também, se for preciso, é possível recarregar as baterias em tomadas.

As primeiras unidades da tecnologia já estão em funcionamento em Amsterdã, na Holanda. A empresa tem o patrocínio da companhia de alimentos orgânicos Odenwald e a empresa de sorvetes ijs & Zopie. Os primeiros protótipos foram homenageados com dois prêmios internacionais de inovação.


A empresa Springtime foi fundada pelos amigos John Kock e Marcel Schreuder. Os designers investem toda a criatividade em produtos inovadores e sustentáveis. O serviço completo vai desde a fabricação até a distribuição internacional.  Eles trabalham o produto, a marca e a mídia com a colaboração de especialistas. Fundada em 1995, o negócio já tem clientes como Nike, Coca-Cola e Toyota.



Fonte: Ciclo Vivo 

Espuma na orla do Rio é fenômeno natural, diz Instituto Estadual do Ambiente

A espuma amarelada encontrada na orla das zonas oeste e sul da capital carioca na última segunda-feira (6) é um fenômeno natural comum no verão, segundo o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que atribui a ocorrência à decomposição de algas. Ainda assim, o instituto coletou água para análise e o resultado deve ser divulgado nesta terça-feira (7).

Crédito das imagens: Tomaz Silva/ Agência Brasil

De acordo com o Inea, a floração das algas é comum em época de temperatura e insolação elevadas, em um ambiente de mar calmo e rico em nutrientes. Depois da floração, as algas entram em decomposição, e, com a chegada de uma frente fria no fim de semana, que agitou o mar, a formação de espuma foi favorecida.

Crédito das imagens: Tomaz Silva/ Agência Brasil

O instituto vem monitorando as florações desde o início do verão e registrou apenas a incidência da espécie de alga microalgia tetraselmis s.p., que não produz toxinas e não representa risco para os banhistas nem para o meio ambiente.

Crédito das imagens: Tomaz Silva/ Agência Brasil

Divulgado semanalmente pelo Inea, o último boletim de balneabilidade, de dois de janeiro, apontava qualidade imprópria para banho nas praias de Barra de Guaratiba, Pepê, Pepino, São Conrado, Leblon, Diabo, Urca, Botafogo e Flamengo.


Fonte: Ciclo Vivo