quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Conheça 28 empresas premiadas no guia de sustentabilidade Exame

Presidente do Itaú, Roberto Setubal recebe o prêmio da empresa eleita
 a mais sustentável do ano.  Foto :Flávio Santana/Biofoto

Na última quarta-feira (6), o “Guia Exame de Sustentabilidade” divulgou o nome das empresas brasileiras que são exemplo de responsabilidade socioambiental. Das 184 inscritas, o levantamento selecionou 61 companhias organizadas em 20 setores da economia. Confira abaixo as premiadas.

Bunge - Setor Agronegócio

A empresa Bunge teve reconhecimento pela sua primeira usina de biodiesel inaugurada no município de Nova Mutum, em Mato Grosso. A iniciativa de energia limpa permite gerar renda para cerca de 10 mil pequenos agricultores.

Tetra Pak - Setor Bens de Capital

A fabricante de embalagens Tetra Pak teve destaque graças à inovação tecnológica que ajuda a reduzir o impacto ambiental da empresa por meio da reciclagem. Estima-se que a companhia terá reciclado 31% das embalagens que produziu até o final de 2013. Além disso, investe na questão social por meio da capacitação de cooperativas de reciclagem.

Natura - Setor Bens de Consumo

Além de criar a marca SOU, que incentiva o consumo consciente, a empresa pretende inaugurar no Pará, em 2014, um complexo industrial onde o resíduo de uma empresa pode virar matéria-prima para a outra. Essa troca pode se ocorrer da seguinte maneira: Se a Natura precisa apenas do óleo de uma determinada fruta, a polpa pode ser encaminhada por outra empresa que a utilize na composição de seus produtos.

Even - Setor Construção Civil

Construtora e incorporadora de São Paulo, a Even segue padrões da construção sustentável e leva soluções que reduzem o consumo de água e energia para apartamentos.

Promon - Setor Consultoria

Especializada em projetos de infraestrutura, a empresa mede o impacto socioambiental de todos os seus trabalhos. Uma de suas ações foi implementar um sistema de tratamento dos efluentes da Petrobras. A iniciativa é responsável por fazer o reuso de 78% do efluente enviado para tratamento, gerando uma economia de 30 milhões de litros de água.

Whirlpool - Setor Eletrônicos

Líder no setor de eletrodomésticos no Brasil, a dona das marcas Brastemp e Consul, busca eliminar o envio de resíduos industriais para os aterros. De suas três fábricas no país, duas já transformam o material que iria para o lixo em produtos como telhas e esquadrias.

Elektro - Setor Energia

A empresa já formou 400 instaladores e técnicos de distribuição através de cursos gratuitos. A distribuidora também se esforça para reduzir suas emissões de gases efeito estufa. No momento, está em fase de testes, uma um guindaste movido a eletricidade, que substitui os tradicionais a óleo diesel.

Eurofarma - Setor Farmacêutico

O programa que orienta os consumidores a fazerem o descarte correto foi o destaque da empresa. Por meio de uma parceria com a rede de drogarias do Grupo Pão de Açúcar, onde instalou urnas para a coleta desses materiais, foram arrecadados 4,5 toneladas de resíduos.

CCR - Setor Infraestrutura

A concessionária CCR administra a Via Dutra, rodovia que liga São Paulo e Rio de Janeiro, e busca torná-la um modelo de estrada sustentável. Para isso, segue um plano de metas que envolve: segurança viária, educação, resíduos, mobilidade, saúde e segurança alimentar, infraestrutura verde e empreendedorismo local. Já são Sessenta e quatro ações em andamento.

Itaú Unibanco - Setor Instituições Financeiras

O Itaú atingiu a meta de reduzir o desperdício de papel ao estimular seus clientes a usarem mais a internet para realizar transações financeiras. Agora, utiliza outra tática na área de sustentabilidade: seus analistas buscam nos relatórios de outras empresas quais as ações trazem menos riscos ambientais e trabalhistas para os investidores.

Braskem - Setor de Química

A empresa de petroquímica Braskem já teve grande destaque por criar o plástico de polietileno verde, produzido a partir de cana-de-açúcar. A grande sacada do momento é sua matéria-prima que reduz o impacto da indústria de sapatos. A companhia desenvolveu um material que dispensa uma etapa da produção de calçados que envolve irradiação com luz ultravioleta, isso elimina a emissão de gases como o ozônio.

Duratex - Setor Material de Construção

Após se surpreender, há pouco mais de um ano, com o aumento de 17% nas emissões de gases efeito estufa, a fabricante de louças, metais sanitários e painéis de madeira, decidiu substituir o óleo diesel por aparas de eucalipto. Também trocou geradores  antigos por modelos mais econômicos.

Votorantim Metais - Setor Mineração

Ao mesmo tempo em que desenvolve projetos de redução e reaproveitamento das sobras dos processos industriais, a companhia gera lucro. Em sua unidade de Niquelândia, em Goiás, um resíduo de cobre é transformado em insumo de fertilizantes, o que rende 23 milhões de reais.

Fibria - Setor Papel e Celulose

O destaque da fabricante de papel está em seus projetos sociais. No ano passado, foram investidos 27 milhões de reais em projetos de geração de renda, o que contribuiu para a melhoria da perspectiva de vida e também para a redução de furtos de madeira, que reduziu 86%.

Laboratório Fleury - Setor Serviços de Saúde

O destaque do Grupo Fleury deve-se às práticas que buscam a conscientização ambiental dentro da rede de unidades e através das organizações sem fins lucrativos da área de saúde.

Alcoa - Setor de Siderurgia

A empresa reaproveita 77% do alumínio e busca atingir 100% até 2030. A técnica da empresa é investir em um processo chamado de refusão em que o material reciclado possa ser reutilizado na fabricação de mais alumínio ou usado na construção civil, sob a forma de tijolos e pavimento para ruas. Outra iniciativa da companhia já conseguiu reduzir em 6,5% o consumo de energia, o que atinge uma economia de 39 milhões de reais.

Algar Telecom - Setor Telecomunicações

O grande destaque dessa empresa é o seu programa Boi na Linha, que desde 2011 recicla a cobertura dos telefones públicos em produtos para a agropecuária, como recipientes de água e ração para o gado.

Ecofrotas - Setor Transportes

A empresa gaúcha é especializada em gestão sustentável de frotas. Ela mostra a seus clientes, os benefícios de usar um combustível menos poluente (ainda que o valor seja maior), de fazer manutenção preventiva e de conscientizar os condutores para uma direção eficiente.

Walmart - Setor Varejo

O Walmart investe em um sistema de monitoramento por satélite pelo qual é possivel visualizar se as fazendas estão desmatando, se ocupam terras indígenas ou embargadas. Há também um trabalho de apoio aos pecuaristas da Amazônia para a produção de gado de um modo mais sustentável, em conjunto com os frigoríficos parceiros da rede e a ONG The Nature Conservancy (TNC).

Sabin – Setor PME (Pequenas e médias empresas)

O Laboratório Sabin, de Brasília, dá apoio laboratorial para projetos internos e de universidades e pesquisadores independentes, desde que seus funcionários também participem. O trabalho realizado teve destaque no maior evento da área no mundo, realizado pela Associação Americana de Química Clínica, nos Estados Unidos.

O Guia também destacou as mais sustentáveis em sete categorias: Unilever (Governança de Sustentabilidade), Novartis (Direitos Humanos), Embraco (Relação com a Comunidade), Alcoa (Relação com os Fornecedores), Coca-Cola (Gestão de Água), Aperam (Gestão de Biodiversidade) e (Kimberly-Clark) Gestão de Resíduo.

Além dessas, também teve destaque a concessionária Ecorodovias no quesito governança corporativa, econômico-financeira, social e ambiental. A empresa teve destaque pelo seu projeto de registro eletrônico da arrecadação nas praças de pedágio, que deverá reduzir o consumo de papel, plástico e emissão de poluentes, além de baixar o custo de operação.


“Outra vez fazemos parte desta importante publicação. Esse fato nos enche de orgulho e motiva ainda mais a trabalhar para que a companhia seja reconhecida por suas atitudes e projetos”, afirma Artaet Martins, assessor de sustentabilidade da Ecorodovias.


Fonte: Ciclo Vivo 

Biblioteca é construída com caixas de leite na Europa

Utilizando madeira e caixas de leite recicladas, estudantes e professores da Universidade Técnica de Riga (RTU), na Letônia, ergueram a Story Tower, uma biblioteca temporária que funcionará também como espaço para a troca de livros e experiências entre a comunidade.

Os responsáveis pela biblioteca sustentável foram os estudantes de arquitetura da RTU, que a projetaram com antecedência e executaram a construção em apenas três dias e meio, na pequena cidade de Cesis, situada a 90 quilômetros da capital letã. A estrutura tem o formato inspirado numa lâmpada gigante de madeira, oferecendo espaço com conforto suficiente para acomodar os visitantes.


A base e a estrutura da biblioteca foram construídas com madeira de origem local, e as telhas – 2.250, no total, todas resistentes aos extremos climáticos e à ação das chuvas – foram confeccionadas apenas com as caixinhas de leite. Assim, as embalagens assépticas da Tetra Pak foram cortadas, dobradas e montadas nas corretas proporções para o uso na construção.


A fim de priorizar a acessibilidade na Story Tower, as estantes de livros foram integradas nos níveis mais baixos das paredes. Assim, além de facilitar a leitura para crianças, idosos e portadores de necessidades especiais, a estrutura também elimina o tempo de espera até um funcionário pegar o livro.


A Story Tower foi construída na praça central de Cesis, e manterá suas atividades até que a principal biblioteca da cidade letã seja reinaugurada. Assim como este exemplo do leste europeu, outras construções sustentáveis vêm se tornando cada vez mais comuns em locais importantes. Depois de ser arrasada pela passagem de um furacão, a cidade neozelandesa de Christchurch, por exemplo, ganhou uma catedral feita de papelão e vitrais reciclados, que será desativada quando a estrutura for reerguida novamente.




Fonte: Ciclo Vivo

Estrutura transforma ar do deserto em gelo e água potável

Projeto tem por objetivo aumentar a oferta do recurso essencial nas
regiões mais áridas do planeta.  Foto :Divulgação

Depois que a umidade do ar nas regiões desérticas do Egito foi equiparada à umidade presente nos Países Baixos, o artista holandês Ap Verheggen se uniu a um grupo de engenheiros para tirar do papel o incrível projeto do SunGlacier, uma estrutura arrojada capaz de transformar os níveis de umidade do ar em gelo – que, depois de derretido, pode ser consumido de diversas maneiras.

O SunGlacier foi inspirado em uma folha gigante, com 200 m² – e, de um lado, a estrutura comporta painéis solares que proporcionam a refrigeração dos condensadores, equipamentos responsáveis por converter a umidade do ar desértico em gelo.


Os engenheiros do projeto e os representantes da empresa Cofely Refrigeração afirmam que, dependendo da maneira com que forem usadas, as placas fotovoltaicas conseguem produzir quantidades de gelo mesmo com temperaturas altas e secas intensas – cenário comum do Saara.

Nos testes, o SunGlacier utiliza um sistema que reproduz as características do deserto: enquanto um umidificador reproduz os níveis de água encontrados na atmosfera, um ventilador gigante simula os ventos cortantes do deserto, capazes de derreter o gelo gerado pela estrutura. Aí, então, a água vai se acumulando até atingir o limite do SunGlacier, sendo entregue a um maior número de pessoas.


Com o agravamento da escassez de água na região, o ambicioso SunGlacier pode se tornar um dos projetos mais viáveis a serem implantados nos próximos anos no Saara. Entre as recentes iniciativas de desenvolvimento sustentável para regiões áridas, destaca-se o plano de construção de cinco usinas fotovoltaicas no Marrocos, que deverão ampliar a matriz de geração energética limpa até 2020.


Fonte: Ciclo Vivo 

Radioatividade de Fukushima contamina atuns nos EUA

Marés e fenômenos climáticos trouxeram atuns contaminados por césio-134, elemento da usina
 japonesa.  | Foto :Danilo Cedrone (United Nations Food and Agriculture Organization) 

Passados mais de dois anos após o acidente nuclear em Fukushima, os efeitos do desastre vêm sendo observados até mesmo do outro lado do Pacífico: recentemente, muitos atuns encontrados na costa da Califórnia, nos EUA, têm apresentado altos níveis de contaminação por radioatividade. A situação já havia ocorrido anteriormente, mas se repete toda vez que há ocorrência de tempestades e intempéries no mar.

Os peixes foram encontrados concentrando o elemento radioativo césio-134, oriundo da usina nuclear, mas a maioria dos especialistas afirma que não há motivos para alarde quando o assunto é a alimentação.

A minoria dos atuns comercializados nos estabelecimentos norte-americanos é proveniente de águas japonesas – 70% são importados da América Central, enquanto os demais 30% são produzidos nacionalmente, em Boston e Louisiana.  

No início de outubro, pesquisadores norte-americanos realizaram testes em 50 atuns capturados na costa da Califórnia, dos quais 33 contavam com a presença de césio-134, imediatamente atribuída ao acidente em Fukushima. Para Timothy J. Jorgensen, diretor em Medicina e Radiação da Universidade de Georgetown, os “atuns radioativos” não oferecem perigo aos consumidores.

“Quando o atum migra através do oceano, os índices de radioatividade que podem ter sido adquiridos nas águas costeiras de Fukushima diminuem consideravelmente”, explicou Jorgensen ao jornal norte-americano Tampa Bay Times.

Contrariando às manifestações de ativistas, especialistas argumentaram que há outros alimentos que emitem níveis de radiações imensuráveis, independentemente do acidente nuclear em Fukushima, e que, mesmo se o índice de césio-134 se elevar na faixa litorânea japonesa,  os consumidores do peixe não correm perigo.

O atum é um dos peixes mais apreciados no mundo inteiro, no entanto, o gigante da água salgada aparece na lista dos animais que mais correm risco de extinção no habitat marinho, devido à pesca excessiva e outros fatores.


Fonte: Ciclo Vivo 

10 enfeites natalinos sustentáveis para você fazer


O natal está chegando e as ruas, avenidas e casas demonstram o espírito natalino em cada uma de suas decorações. É possível deixá-las mais sustentáveis, através do reaproveitamento de materiais que seriam facilmente descartados. Separamos dez itens que podem ser feitos com materiais usados, assim você ajuda o meio ambiente e ainda economiza. Você pode chamar crianças para participarem, assim eles se divertem enquanto preparam os enfeites.

1. Árvore de natal de madeira velha

Aprenda a “construir” uma árvore de natal com o reaproveitamento de materiais. A sugestão é simples, e para fazer sua “obra de arte” basta ter restos de madeira, pregos e martelo. Com eles você pode criar árvores pequenas, grandes ou do tamanho de enfeites. Veja como fazer.





2. Enfeites de natal com resíduos de jardim

A sugestão é utilizar “restos de jardinagem” como pequenos gravetos e transformá-los em enfeites natalinos. Os enfeites são fáceis de criar e podem ser feitos até pelas crianças. Para ter uma noite estrelada, use galhos do jardim para fazer as decorações de janelas ou da própria árvore. Aprenda aqui como fazer.





3. Enfeite de rena reaproveitando rolhas

As rolhas usadas podem ser reaproveitadas e transformadas na base de um enfeite de natal. Com este material será feito uma rena. O trabalho é tão simples que crianças de três anos poderão ajudar. Veja como fazer.





4. Guirlandas de natal com garrafas PET

As garrafas PET estão presentes no nosso dia-a-dia e são responsáveis por grande volume nos lixões e aterros sanitários bem como a contaminação do solo. Porém existem diversas maneiras de você evitar o descarte deste material que pode ser totalmente reaproveitado. O CicloVivo dá a dica de como você pode reutilizar as garrafas PET e enfeitar sua casa para o natal de forma consciente. Aprenda como fazer.





5. Enfeite para árvore de natal feito de lâmpada queimada

Para transformar sua lâmpada velha em enfeites de árvore de natal, basta pintá-las a mão livre com motivos natalinos. O desenho é simples e fácil de fazer, porém se desenhar não for seu ponto forte, a sugestão é pintá-las com as cores do natal, vermelha e verde. Veja como fazer.





6. Anjinhos de natal utilizando latas de alumínio

Latas de alumínio são um dos materiais mais reciclados no Brasil. Por não ter aparentemente muita funcionalidade, este vasilhame acaba sendo descartado. No entanto, ele pode ser muito utilizado para fazer artesanatos. A sugestão é utilizar as latinhas para fazer anjinhos, que podem ser usados para enfeitar presépios, móveis ou árvores de natal. Aprenda afazer.





7. Presépio de revistas velhas

Presépios sempre fazem parte da decoração de natal. A dica do CicloVivo é inspirada no projeto de artesãos vietnamitas que utilizam revistas velhas como matéria-prima. Veja como fazer.





8. Sino de natal reutilizando garrafas PET

É possível dar um destino melhor para as garrafas plásticas. O CicloVivo ensina como transformá-las em um lindo sino de natal. Aprenda afazer aqui.





9. Árvore de natal de garrafas PET

Para ajudar a minimizar o problema dos aterros sanitários e ainda economizar dinheiro o CicloVivo ensina como fazer uma árvore de natal reaproveitando garrafas PET. Veja como é fácil.





10. Boneco de neve e floco de neve

Os enfeites podem ser feitos com restos de tecido, meias, palitos de sorvete, entre outros. A dica que o CicloVivo separou, é um enfeite de boneco e um floco de neve, feitos de maneira sustentável. Aprenda a fazer.



Fonte: Ciclo Vivo