sexta-feira, 26 de abril de 2013

Teto de shopping tem horta de 1 000 metros quadrados

Inara Chayamiti / Horta no eto do Shopping Eldorado 


Uma pequena ilha verde se destaca entre os prédios da Marginal Pinheiros, em São Paulo. Com 1 000 metros quadrados, a horta que fica no teto do Shopping Eldorado já deu cem berinjelas e inúmeros pés de alface, entre outras plantas.

Por trás do telhado verde está o projeto de compostagem que ocorre há um ano no local. As plantas crescem diretamente no composto orgânico produzido pelo shopping. São geradas quatorze tonelas de adubo por mês a partir dos restos das 10 mil refeições servidas por dia na praça de alimentação.

Com a compostagem e a reciclagem, o shopping recicla 25% das 300 toneladas de lixo mensais.

Para realizar a compostagem, o Eldorado encomendou duas enzimas específicas para acelerar a decomposição adequada do seu lixo. Na natureza, isso levaria até 180 dias e, dessa forma, leva três horas, segundo o engenheiro agrônomo Rui Signori.

O projeto custa R$ 12.000,00 por mês. "Daqui cinco anos, vai ser praticamente inviável mandarmos lixo para o aterro devido às taxas. Quando o projeto ganhar corpo, teremos uma grande economia", prevê o técnico de operações Tiago de Lima Silva.

Até o fim do ano, Signori pretende cobrir todo o teto, que tem 9.800 metros quadrados. "Formando esse microclima, vamos chegar no segundo passo do projeto que é tentar diminuir em um grau a temperatura interna do shopping", afirma.

Fonte: Planeta Sustentavel 

População brasileira é a que mais entende sobre conceito de biodiversidade do mundo

Documentários, escola e publicidade são as principais fontes para 
manter o brasileiro informado no assunto  Foto: Gov/Ba


O Barômetro da Biodiversidade 2013, lançado pela Union for Ethical Biotrade (UEBT), apontou que 51% dos brasileiros sabem dar a definição correta do conceito de biodiversidade e 96% já ouviram falar no termo. O país apresenta o maior índice de consciência sobre a biodiversidade, à frente das outras quatro nações analisadas: Alemanha, China, Estados Unidos, Reino Unido e França. Documentários, escola e publicidade são as principais fontes para manter o brasileiro informado no assunto.

Os pesquisadores ouviram seis mil pessoas nos seis países analisados. No total, 75% dos consumidores estão conscientes sobre a biodiversidade, enquanto 48% deram uma definição correta do termo.

"O Barômetro da Biodiversidade é uma importante fonte de dados sobre as tendências globais de informação sobre a biodiversidade. Os resultados não só mostram uma crescente conscientização mas também que o respeito à biodiversidade gera grandes oportunidades de negócios", afirmou o secretário executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica da ONU (CBD), o brasileiro Bráulio Dias.

O Barômetro da Biodiversidade UEBT gera informações sobre a conscientização acerca da biodiversidade e como a indústria da beleza apresenta o tema. A ferramenta também ilustra o progresso em atingir as metas do Plano Estratégico da CBD, e seus resultados farão parte do próximo Panorama da Biodiversidade Global.



Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

5% dos consumidores do Brasil são conscientes


O número de consumidores conscientes no Brasil não sofreu aumento significativo nos últimos seis anos, conforme aponta a Pesquisa Akatu 2012: Rumo à Sociedade do Bem-Estar, lançada nesta quinta-feira (25), em São Paulo, pelo Instituto Akatu. De acordo com o levantamento, que entrevistou 800 pessoas de todas as regiões do Brasil, apenas 5% dos consumidores do país podem ser classificados como conscientes - exatamente a mesma percentagem das duas últimas edições da pesquisa, que foram realizadas em 2010 e 2006.

Já o número de consumidores que podem ser considerados engajados - classificação que aparece logo abaixo dos consumidores conscientes no levantamento - caiu: eles são 22% atualmente, contra 28% em 2006. Para chegar a esse resultado, o Akatu analisou o comportamento dos entrevistados em 13 diferentes indicadores relacionados ao consumo consciente - entre eles, os hábitos de reciclar, comprar orgânicos e ler os rótulos dos produtos antes de decidir se vai levá-los para casa.

Para Aron Belinky, coordenador técnico da pesquisa, o resultado pode ser reflexo da "bonança econômica" que o Brasil vive nos últimos anos. "A parcela mais carente da população, que possui menos posses, tem uma tendência maior de, neste período de bonança, querer produtos vangloriados pela sociedade de consumo. No entanto, isso não significa que eles não queiram seguir pelo caminho da sustentabilidade", explicou.   

Belinky se refere a outro resultado da Pesquisa Akatu 2012, que apontou que a população está, sim, adotando práticas de consumo mais conscientes, ainda que, neste momento, de maneira eventual e não contínua. Os hábitos sustentáveis que mais se popularizaram nos últimos dois anos foram os de planejar a compra de alimentos e de roupas, que sofreram, respectivamente, aumento de 11% e 7%. "Esta é a diferença entre consumo consciente e consumismo. Ninguém defende que as pessoas deixem de comprar, mas que façam compras melhores, com mais sabedoria", disse Belinky.

SOCIEDADE DE BEM-ESTAR
A Pesquisa Akatu 2012 ainda avaliou o que é felicidade para os consumidores brasileiros. Estes resultados do levantamento foram considerados mais positivos pela equipe do Instituto: mais de 60% dos entrevistados consideram que felicidade é ter saúde e bom convívio social com a família e os amigos. Apenas três em cada dez brasileiros associa o sentimento à posse de bens. (Saiba mais em: Bem-estar traz mais felicidade do que consumo, diz estudo)

"Isso significa que as pessoas, em geral, estão mais mobilizadas para alcançar o bem-estar. Ou seja, a cultura de consumo, criada em cima de uma noção superficial de felicidade, está mudando", opinou Belinky.

Presente no evento, o sociólogo Ricardo Abramovay - autor do primeiro livro publicado pelo selo Planeta Sustentável, o Muito Além da Economia Verde - concorda com Belinky, mas acredita que a sociedade ainda precisa ir muito além: "A pesquisa aponta para avanços graduais, mas precisamos de avanços extraordinários. Não é só explicar para as pessoas consumirem menos, reutilizarem e reciclarem. Precisamos redesenhar, renovar e regenerar nosso papel enquanto consumidores", afirmou. Abramovay ainda completou: "Se tivéssemos 60 anos para mudar de postura, poderíamos ir aos poucos, fazendo transformações mais lentas e menos traumáticas, mas não temos esse tempo."

O CONSUMIDOR E AS EMPRESAS
A última parte da Pesquisa Akatu 2012 avaliou como o consumidor enxerga a Responsabilidade Social das Empresas (RSE) e concluiu que os brasileiros estão mais céticos em relação ao assunto. Apenas 8% das pessoas disseram acreditar nas informações de RSE que as companhias divulgam. Há dois anos, a porcentagem era de 13%.

Além disso, o consumidor está mais exigente e afirmou que o comportamento das empresas impacta, cada vez mais, sua decisão de compra. Entre as questões que mais são levadas em conta estão:
- Não maltratar animais (52%);
- Ter boas relações com a comunidade (46%);
- Ter selos de proteção ambiental (46%);
- Ajudar na redução do consumo de energia (44%) e
- Ter selo de garantia de boas condições de trabalho (43%).

Já as práticas que mais "queimam o filme" das empresas, perante os consumidores, são vender produtos que podem causar danos à integridade física das pessoas (72%) e fazer propaganda enganosa (71%).

"Saber que o potencial de adesão ao consumo consciente e à sustentabilidade já se expressa nos desejos dos consumidores é um sinal de alerta para empresas e lideranças em geral, que deveriam avaliar mais profundamente suas estratégias de explorar mais ainda um modelo esgotado, insustentável e conflitante com as aspirações dos consumidores e com suas concepções de felicidade", finalizou Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu e conselheiro do Planeta Sustentável.

Fonte: Planeta Sustentável 

A Importância de Uma Sustentabilidade Ambiental Para Todos



A sustentabilidade ambiental é uma expressão que denomina as ações feitas pelos seres humanos, a fim de suprir suas necessidades, sem comprometer a integridade dos recursos naturais para as próximas gerações. Dessa forma, uma pessoa ou instituição sustentável é aquela que toma medidas em prol do combate ao desperdício de água e alimentos, ao desmatamento, às queimadas ou qualquer dano causado ao meio ambiente, preservação da fauna e da flora mundial, entre outros.

As iniciativas voltadas para a sustentabilidade surgiu devido à necessidade de lutar contra ações que ameaçam a natureza e seu ecossistema, bem como garantir a existência de água pura, solos férteis e de plantas e animais de qualquer espécime. Através de hábitos simples, é possível usar os recursos naturais de forma inteligente. Alguns métodos utilizados hoje promovem a exploração controlada de recursos florestais e do replantio das árvores derrubadas, criação de Zonas de Proteção Ambiental etc. O uso de energia limpa e renovável (como eólica, solar, geotérmica e hidráulica) também é importante, já que evita o consumo excessivo de combustíveis fósseis e diminui a emissão de gás carbônico (CO2) na atmosfera, contribuindo para o aquecimento do planeta através do fenômeno conhecido como efeito estufa.

A reciclagem, método cada vez mais buscado por empresas privadas, objetiva a separação do lixo por material de fabricação e reutilizá-los. Dessa forma, reaproveita-se um material específico (como o papel), reduz-se a quantidade de lixos jogados no solo e também da retirada de recursos minerais. Hábitos como o uso de um único copo descartável por indivíduo, por exemplo, evita custos para empresa e evita lixo em excesso.

Atualmente, há grupos que buscam conscientizar a população quanto ao consumo e desperdício da água, além de realizar a proteção dos recursos hídricos e despoluição de lagos, rios, lagoas e mares.

Fonte: Atitudes Sustentáveis

Facebook vai construir parque verde no telhado da nova sede




O novo campus será construído em 22 hectares e vai abrigar 2.800 novos funcionários
Fotos: divulgação

Primeiro o Google. Agora é a vez do Facebook] transformar sua sede em um ambiente sustentável. Em vez de derrubar e construir outro prédio, a empresa de tecnologia vai reformar e ampliar o campus que fica em Menlo Park, na Califórnia, ainda esse ano.
  
 
O arquiteto Frank Gehry é o responsável pelo projeto, no qual o destaque não está em seu interior, mas no telhado, que será transformado em uma grande área verde. Além de plantas, como os carvalhos, o local terá móveis, quiosques, cafés e os funcionários vão poder andar entre o leste e oeste através de um túnel projetado para andar de bicicleta e caminhar. Segundo o GreenBiz, o telhado será um verdadeiro parque verde.


A empresa deve seguir a exigência da cidade em plantar 80% de espécies nativas ou xeriscape – aquelas que precisam de pouca ou nenhuma água. "Vamos plantar uma tonelada de árvores no jardim e muito mais no terraço que se estende por todo o edifício", afirmou a empresa.




O novo campus será construído em 22 hectares e vai abrigar 2.800 novos funcionários. Não se sabe ainda se ele terá certificação LEED ou se vai incorporar energias renováveis.


Antes do descarte correto, reutilizar garrafas reduz gastos com recursos naturais e energia



A reutilização das garrafas de vidro inspira a criação de modelos retornáveis para garrafas PET

Você se lembra das embalagens retornáveis? Em termos de sustentabilidade, essa era uma ótima ideia. Você levava as garrafas de vidro vazias para os centros de troca, e recebia em retorno garrafas cheias de refrigerante ou cerveja.

Esse sistema era propício para a diminuição dos custos de fabricação de garrafas novas. Sem contar que processos de destinação, como reciclagem, incineração ou aterramento de embalagens descartadas, também eram postergados. Ao reutilizar uma garrafa 10 vezes, você evitava a fabricação de outras nove. Além disso, o consumidor também era beneficiado, já que pagava apenas pelo líquido e não pela garrafa.

Apesar de ser uma tendência que está lentamente voltando, é raro encontrar postos de troca, ou até mesmo mercados que vendam bebidas em garrafas. Mas isso não significa que a reutilização de embalagens não seja possível ou importante.

Reciclagem no Brasil

De acordo com um censo realizado pela Associação Brasileirada Indústria do PET (Abipet), no ano de 2011 foram recicladas 297 toneladas desse tipo de material, o que representa em torno de 50% do total consumido. Dessa quantidade, 39,3% do total é destinada à indústria têxtil; 18,7% para a fabricação de resinas insaturadas e alquídicas; e 18% para a fabricação de novas embalagens, sejam de alimentos ou não.

Mesmo em um crescente constante visto ano a ano, a reciclagem de PET no Brasil está longe do ideal. Somado a isso estão os custos que incorrem sobre o processo de reciclagem, como o uso de energia e água e a emissão de gases do efeito estufa para o transporte de material reciclado.

Embalagens retornáveis

As vantagens das embalagens retornáveis é objeto de um estudo realizado em 2004 na Unicamp. Nele, são apontadas algumas das vantagens desse tipo de produto, como a quantidade de gás carbônico (CO2) emitido e de energia utilizadas, que podem ser 50% menores em comparação ao PET não retornável.

Muitos desses produtos vão parar nos oceanos, na forma de microplástico, contribuindo com a poluição que, hoje, muitos ambientalistas acreditam ser irreversível.

As análises do ciclo de vida desses tipos de produtos, que incluem a análise de fatores, como o impacto ambiental da produção, transporte, venda e descarte, ainda são poucos. Mesmo assim, em um primeiro momento, a embalagem retornável se apresenta com uma alternativa mais sustentável.

Como mencionado anteriormente, as garrafas retornáveis estão voltando, mas sua disponibilidade ainda é muito menor em comparação a que existia nos anos 80. Uma nova iniciativa, que chegou ao Brasil através de uma multinacional de refrigerantes, traz o conceito de PET reutilizável, produto comum em diversos países do mundo.

O produto, que pode ser reutilizado até 25 vezes, está disponível apenas no estado de Santa Catarina, mas o sucesso da iniciativa abre portas para a implantação do sistema em outras cidades.

Contribuindo

Algumas dicas simples podem ajudar você a contribuir com a diminuição desse tipo de resíduo. Sempre que possível, opte por embalagens retornáveis. Evite embalagens pequenas - elas carregam menor conteúdo e têm grande gasto de energia e recursos naturais na produção.

Isso é ainda mais importante no caso da água. Garrafas pequenas causam um problema muito maior em comparação aos grandes galões, já que geram muito mais material descartável. Por que não utilizar água filtrada e garrafas térmicas ou canecas para se hidratar fora de casa, em vez de comprar sempre uma garrafinha?

Apesar de a reciclagem ter um valor social alto para as cooperativas de catadores, a redução desse tipo de resíduo é essencial no combate contra o aquecimento global e a redução de poluição no mundo.

Fonte: eCycle

Prato comestível: opção gostosa para poupar sabão e água depois da refeição



Com esses pratos comestíveis você reduz o desperdício de água, pratos descartáveis e energia

Depois de saborear um delicioso almoço caseiro, resta a terrível tarefa de lavar a louça. A preguiça pode fazer com que o ato seja deixado para depois, o que pode causar problemas de relacionamento. Não adianta argumentar que lavar a louça aumenta a pegada hídrica e o impacto ambiental (gasto de sabão), pois é um trabalho que precisa ser feito de qualquer jeito. Mas imagine a possibilidade de não lavar a louça simplesmente porque você... comeu o prato!

Foi essa a alternativa criada pelo instituto Piet Zwart para poupar esforços e recursos naturais: criar incríveis pratos comestíveis. Eles são feitos manualmente e servem para colocar petiscos e outros pequenos alimentos. Após devorar o conteúdo, é só comer o pratinho. Assim, evita-se o desperdício de energia para produção do prato, além da redução dos gastos com sabão e água, que só precisarão ser usados nos talheres, copos e panelas, dependendo da refeição.



Para conceber os pratos comestíveis, os designers Joanne Choueiri, Giulia Cosenza e Povilas Raskevicius, do Piet Zwart, desenvolveram o Rollware - um rolo (parecido com o de macarrão) entalhado com desenhos que se fixam na massa. Os pinos de rolagem que são acoplados em conjuntos possuem três funções. A primeira é "abrir a massa", para que ela fique plana; a segundo é "imprimir" o desenho no alimento; e a terceira é cortar a massa com o tamanho de um círculo (para entender melhor o processo, confira o vídeo no final da página). Depois de pronta essa massa vai ser cozida e, em vez de ser descartada, servirá de alimento.



Existem quatro tipos de rolo com desenhos padronizados. Desse modo, é possível variar e criar pratos para diferentes tipos de alimentos, incentivando a criatividade do usuário. Há inclusive o formato da tradicional casquinha de sorvete.

Os pratos comestíveis ajudam a sua refeição ficar mais agradável e ainda te oferecem uma sobremesa caseira embutida para o final. Só fique atento à limpeza das mãos e da mesa em que você for se alimentar para que não haja qualquer risco de contaminação.



O instituto inovador, além do Rollware, desenvolveu outros produtos nessa mesma linha sustentável. Para mais informações, clique aqui.

Confira o vídeo abaixo, que demonstra como produzir um prato comestível com o Rollware:




Imagens: Trendhunter

Fonte: eCycle

22 sinais de que a Terra está em apuros (e nós também)


Conheça alguns dos sinais que indicam que o planeta está passando por maus bocados e que a humanidade pode ser tão culpada quanto vítima das mudanças


Para muitos, a mudança climática pode parecer um problema distante, vago e complexo a ser resolvido pelas próximas gerações. Mas o ritmo das transformações pelas quais o mundo vem passando está se acelerando e seria um perigo ignorar isso. “São mudanças que deixam marcas reais e muitas vezes doloridas sobre as pessoas, os animais, os ecossistemas e os recursos naturais dos quais todos nós dependemos”, afirma a campanha mundial lançada no dia 22 de abril em homenagem ao Dia da Terra. Conheça nos próximos slides alguns dos sinais de que o planeta está passando por maus bocados e de que a humanidade pode ser tão culpada quanto vítima dessa transição.

Está cada vez mais quente


O ano de 2012 foi o nono mais quente desde que os cientistas começaram a registrar a temperatura da Terra, em 1850, somando-se à série histórica de anos com temperaturas recordes – registradas entre 2001 e 2011.

A média da temperatura do ano passado foi de 14,6 graus, 0,8 grau a mais que em 1880, segundo análise da Nasa. Com o aumento das concentrações de gases efeito estufa a situação pode piorar.

Desertificação afeta 168 países


A transformação de áreas em desertos é um fenômeno que já afeta 168 país no mundo hoje, ante 110 nações duas décadas atrás. Só na África, a degradação da terra compromete entre 4% e 12% do PIB agrícola, segundo projeções da ONU. Nos EUA, a seca severa já custa 490 milhões de dólares ao ano e afeta uma área três vezes o tamanho da Suíça.

Zonas mortas


Atualmente, existem cerca de 500 zonas mortas no mundo, que cobrem mais de 245 mil quilômetros quadrados, quase a superfície inteira do Reino Unido. São zonas litorâneas onde a vida marinha foi praticamente sufocada pela poluição.

Emissões não param de subir


As emissões de gases de efeito estufa, vilões do aquecimento global, não param de crescer. Elas alcançaram novos níveis recordes em 2011, segundo a Organização Meteorológica Mundial. Para se ter uma ideia, as emissões de CO2 subiram 2,5 por cento em 2011, atingindo 34 bilhões de toneladas.

Já a sua concentração na atmosfera aumentou no 2,0 ppm (partes por milhão), depois de subir 2,3 ppm em 2010. O CO2 é responsável por 85% do aquecimento global registrado nos últimos 10 anos.

Energia de hoje é tão suja quanto há 20 anos


O desenvolvimento mundial das tecnologias de energia limpa continua bem abaixo do nível necessário para evitar os piores impactos das mudanças climáticas, advertiu a Agência Internacional de Energia (AIE), em seu relatório anual sobre o progresso de fontes limpas.

Na prática, os investimentos bilionários já realizados em prol de tecnologias mais limpas está sendo anulado pelo crescimento do uso de fontes sujas. Para se ter uma ideia do descompasso, enquanto a geração de combustível não-fóssil cresceu cerca de um quarto entre 2000 e 2010, o aumento da geração a partir do carvão no mesmo período foi de 45%.

Ar irrespirável


A poluição do ar nas grandes cidades tem alcançado níveis nada seguros para a saúde humana. Por ano, em todo o mundo, mais de 3 milhões de pessoas morrem em decorrência da poluição atmosférica. Em muitos países não existe qualquer regulamentação da qualidade do ar e, quando elas existem, as normas nacionais e sua aplicação variam muito.

Rios de água suja


A cada 20 segundos, uma criança morre de doenças diarreicas, em grande parte evitáveis por meio de saneamento adequado, melhor higiene e acesso a água segura. Por ano, 1,5 milhão de crianças morrem do mesmo problema. Todos os anos, 3,5 milhões de pessoas morrem no mundo por problemas relacionados ao fornecimento inadequado da água, à falta de saneamento e à ausência de políticas de higiene, segundo a ONU.

Derretimento recorde afeta as geleiras...


Quatro trilhões de toneladas. Esse é o volume estimado de gelo que derreteu ao longo dos últimos 20 anos na Groelândia e na Antártica, segundo um estudo realizado por uma equipe internacional de pesquisadores apoiados pela NASA e pela Agência Espacial Europeia (ESA). O volume de gelo que virou água no período contribuiu para o aumento de 11 milímetros no nível do mar, uma forte evidência do aquecimento global. E vem mais por aí. Juntas, essas duas camadas estão perdendo até três vezes mais gelo por ano (equivalente a um aumento de 0,95 milímetros no nível do mar) do que na década de 1990 (com aumento de 0,27 milímetros). Cerca de dois terços da perda está vindo da Groenlândia, e o restante da Antártica.

...e o degelo está 10 vezes mais rápido


O degelo da Antártica durante o verão está acontecendo num ritmo 10 vezes mais rápido que há 600 anos, segundo um estudo internacional publicado na revista Nature Geoscience. Embora o aquecimento também tenha causas naturais e aconteça de forma regular há centenas de anos, o degelo se intensificou nos últimos 50 anos, a medida que aumentava a atividade industrial no mundo.

Em contrapartida, o mar sobe...


Um estudo recente relaciona a elevação do Pacífico às mudanças climáticas. As águas subiram cerca de 20 centímetros nos últimos 200 anos. Segundo os pesquisadores, os maiores picos na elevação do nível do mar aconteceram entre 1910 e 1990, o que pode estar vinculado a intensificação das atividades industriais.

O Atlântico também está subindo. De acordo com um estudo publicado pela revista Nature Climate Change, o nível do mar em uma faixa costeira atlântica nos Estados Unidos, incluindo as cidades de Nova York e Boston, aumenta até quatro vezes mais rapidamente do que a média mundial.

...e também "salga"


Uma pesquisa feita por cientistas australianos sugere que as mudanças climáticas podem estar afetando o ciclo hídrico da Terra. A suposição vem do fato de, nos últimos 50 anos, a concentração de sal nos corpos de água do planeta ter mudado de forma muito rápida. Enquanto algumas áreas, como a costa do Pacífico da América do Norte à Rússia, ficaram mais doces, outras estão mais salgadas, caso do Atlântico. A co-autora da pesquisa, Susan Wijffels, afirmou que os números são reveladores porque a salinidade era indicativa de mudanças no ciclo de chuva e evaporação.

Os corais pedem ajuda


A maior barreira de corais do planeta vive uma crise ambiental sem precedentes. Relatório recente mostra que a Grande Barreira de Corais Australiana já perdeu mais da metade de sua cobertura (50,7%) nos últimos 27 anos. E, se nada for feito na próxima década, podem restar apenas 5% da formação no ano de 2022. Não para aí. Segundo pesquisa global com mais de 700 espécies de corais, aproximadamente 33 % delas estão ameaçadas de extinção com o crescente aumento de temperatura do planeta.

1 em cada 5 vertebrados corre risco


Uma pesquisa publicada na revista Science mostra que as populações de mamíferos, aves, anfíbios, répteis e espécies de peixes apresentou queda de 40% nos últimos 40 anos. De acordo com o relatório "A Perda das Espécies", realizado em conjunto por mais de 100 zoólogos e botânicos de todo o mundo, a cada semana, uma nova espécie é adicionada à lista de ameaçadas de extinção, risco que atinge um quinto dos vertebrados do mundo.

Múltiplos fatores têm contribuído para o desaparecimento de animais, entre eles a conversão de terra agrícola, exploração excessiva, crescimento populacional, a poluição e o impacto de espécies exóticas invasoras.

Espécies estão "perdendo o rumo"


A elevação das temperaturas tem causado o que os cientistas chamam de “estresse térmico” no mundo animal. Durante vinte anos, pesquisadores europeus vêm estudando o movimento de populações de aves e borboletas no continente frente às mudanças cada vez mais constantes no clima. O resultado preocupa: os animais simplesmente não conseguem migrar na velocidade necessária para habitats com condições propícias para alimentação e procriação e correm risco de desaparecer ao se concentrarem em regiões com clima mais hostil. Ou seja, as aves e borboletas europeias estão voando para longe de seus habitats mais adequados, sofrendo com o tal “estresse térmico”.

Eventos extremos – e caros


De acordo com um relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), as catástrofes ambientais causaram um prejuízo recorde de 138 bilhões de dólares para a economia mundial em 2012. O furacão Sandy foi o mais caro, custando 50 bilhões para economia americana. Tufão Bopha nas Filipinas deixou 1901 mortos.

O uso desgovernado de pesticidas preocupa...


O mundo está vivendo um boom no uso de pesticidas na agricultura, que é liderado pelo Brasil. Por aqui, a aplicação de agrotóxicos nas culturas cresceu nada menos do que 190% entre 2009 e 2010, enquanto no resto do mundo o mercado se expandiu 93%. Na ponta do lápis, o país consome 19% de todos os pesticidas usados no mundo.

...assim como a poluição por nitrogênio


Desde 1990, a China tornou-se o maior consumidor de fertilizantes nitrogenados do mundo, que, apesar de ajudarem no crescimento rápido do cultivo, aumentando a oferta de alimentos, também poluem e deterioram o solo quando usados de forma indiscriminada. Um estudo publicado pela revista Nature indica que a poluição por nitrogênio aumentou 60% em 30 anos no país, uma ameaça para os ecossistemas e a saúde humana.

Mudanças radicais à mesa


Um estudo feito pelo Grupo Internacional de Consulta em Pesquisa Agrícola (CGIAR, na sigla em inglês) para as Nações Unidas sugere que o aquecimento global pode comprometer, até 2050, cerca de 20% da produção trigo, arroz e milho – as três commodities agrícolas mais importantes e que estão na base de metade das calorias consumidas por um ser humano.

É uma perda preocupante, contra a qual será preciso lutar, sob a dura pena de mergulhar bilhões de pessoas na fome – um mal que atinge um em cada sete habitantes do planeta.

Toneladas de alimentos vão pro lixo


Um estudo revela que entre 30 e 50% dos alimentos disponíveis no mundo não são consumidos, o que se traduz no desperdício de até 2 bilhões de toneladas de comida por ano. Segundo o relatório Global Food; Waste not, Want not,  o desperdício é fruto de condições inadequadas de armazenamento e transporte, adoção de prazos de validade curtos, ou compra excessiva por parte dos consumidores. Outro problema é a preferência dos supermercados por alimentos “perfeitos” em termos de formato, cor e tamanho.

Entulho pós-moderno só aumenta


O acesso fácil às tecnologias modernas tem um efeito colateral difícil de se digerir. Anualmente, segundo dados da ONU, o mundo gera em média 40 milhões de toneladas de lixoeletrônico por ano. A maior parte vem de países emergentes, como o Brasil, que ainda não possuem sistema de gestão eficiente para lidar com esse tipo de material. Artefatos eletroeletrônicos contêm materiais que demoram a se decompor – plástico, metal e vidro – e outros altamente prejudiciais à saúde, como mercúrio, chumbo, cádmio, manganês e níquel.

Vai faltar planeta


Já somos sete bilhões de pessoas no mundo, comendo, usando energia, poluindo e consumindo cada vez mais produtos em um planeta finito. A pressão sobre os recursos naturais só aumenta. Segundo o Global Footprint Network, uma organização de pesquisa que mede a pegada ecológica do homem no planeta, a diferença entre a capacidade de regeneração da natureza e o consumo humano gera um saldo ecológico negativo que vem se acumulando desde a década de 80, também estimulado pelo crescimento populacional.

Multiplicação das cabras



Fonte: Exame


13 megaconstruções sustentáveis do futuro

Projetos sugerem soluções inovadoras para problemas ambientais e urbanos que assolam o planeta. Ideias foram inscritas em concurso anual da revista de arquitetura eVolo Magazine

Guarda-chuva para os Pólos


Durante as últimas décadas, as calotas polares vêm sofrendo perdas recordes de gelo. A reconstrução das camadas árticas é o principal objetivo do projeto vencedor do concurso da eVolo, o Polar Umbrella que, como um guarda-chuva gigante, reduziria o ganho de calor em regiões vulneráveis.

Este arranha-céu gélido funcionaria como uma metrópole flutuante, equipada com laboratórios do NOAA (Administração Oceânica e Atmosférica dos EUA), estações de energia renovável, dormitórios, e habitats para a vida selvagem. Várias dessas estruturas seriam estrategicamente distribuídas pelas áreas mais afetadas, ajudando ainda a regenerar as calotas através de sistemas que congelam a água do oceano.

Parque aéreo em Pequim


O rápido aumento da população nas grandes cidades ao redor do mundo tem levado ao desenvolvimento de sérios problemas de design urbano, incluindo a falta de infraestrutura, habitação e principalmente de áreas de lazer. Em Pequim, uma forma de solucionar a falta de espaço é um arranha-céu que flutua acima da terra. O chamado Parque Luz permanece à tona graças a um grande balão em forma de cogumelo cheio de hélio que conta com ajuda hélices movidas a energia solar. Parques para recreação, campos desportivos e restaurantes ficariam suspensos por cabos de aço reforçado. Paineis solares cobrem a parte superior da estrutura e coletores de água acumulam água da chuva para irrigação das plantas e uso nos banheiros.

Refúgio pós-apocalipse


O "Zero" é um arranha-céu radical projetado para garantir a sobrevivência da humanidade após a devastação global. Ele funciona como uma caixa de ferramentas de emergência, que será o ponto de partida para o restabelecimento da ordem social através da comunicação digital e troca de informações.

O elemento-chave é a informação. Vivemos na era digital. Comunicação e conhecimento são os nossos recursos mais importantes hoje.
Por isso, o "Zero" é dedicado à coleta de informações, uma espécie de cofre de dados on-line para se certificar de que o conhecimento humano não está perdido. Governo, institutos e organizações ao redor do mundo são capazes de enviar informações ao "Zero". Qualquer coisa considerada importante da construção arquitetônica, planejamento agrícola, registros científicos, etc, pode ser armazenada dentro deste cofre de dados. Se um "Zero" for destruído, os dados não serão perdidos, já que haverá outros cofres do tipo espalhados pelo mundo.

Controlador de PH


Desde a Revolução Industrial na Europa, os níveis de poluição ambiental não param de aumentar. Uma das consequência mais explícitas disso nas grandes cidades é a chuva ácida. O projeto PH Conditioner Skyscraper visa filtrar os poluentes industriais e, eventualmente, transformá-los em recursos como água e fertilizantes químicos. Sua membrana porosa ligada a sacos de ar tem a capacidade de absorver os materiais ácidos e enviá-los ao núcleo purificador onde a neutralização tem lugar com a substância alcalina produzida por fixação de azoto através de uma ação biológica de microorganismos.

Agricultura vertical no Aeroponic


Cerca de 3 bilhões de pessoas dependem do arroz como principal fonte de alimento. Em 2025, a dependência deve atingir 4 bilhões de pessoas. O projeto Aeroponic propõe a criação de fazendas verticais descentralizadas que sejam capazes de fornecer arroz suficiente para as gerações futuras. A estrutura básica consiste de uma matriz de paralelogramos de bambu que criam terraços de campos cultiváveis e conta com um sistema de irrigação natural. O projeto leva assinatura do designer Jin Ho Kim.

Prédio que sequestra CO2


"Big Wood" é um protótipo de construção em massa de madeira que, a medida que é erguido, ajuda a sequestrar CO2 da atmosfera. Aço e concreto armado têm sido os materiais primários para construção dos arranha-céus ao longo dos anos. Infelizmente, estes materiais têm uma produção que consome muita energia e custos de reciclagem altos. Segundo os designers, o “Big Wood” seria uma forma mais inteligente e de menor impacto ambiental. Estudos recentes provaram o sucesso de estruturas de madeira de até 30 andares. Mas seria possível ir além.

Máscara vulcânica


A fumaxa tóxica que é expelida durante erupções vulcânicas pode gerar problemas ambientais e para saúde de quem mora em vilarejos próximos. Como não dá para controlar as erupções vulcânicas, os designers da Máscara VolcanElectric proponhem a construção de uma estrutura industrial que pode coletar as cinzas e a fumaça tóxica durante uma erupção - mantendo-as fora dos céus e longe de cidades - e que também aproveita o calor do vulcão em períodos de calmaria para fornecer energia elétrica limpa para áreas vizinhas. De partida, o protótipo seria testado sobre o vulcão Popocatepetl, na Cidade do México, um dos 10 mais ativos do mundo.

Prédio-tecido


O projeto Skinscape foi inspirado a partir da ideia de que o meio ambiente modifica a arquitetura com o tempo e, em alguns casos, a natureza até tenta reivindicá-lo, quando por exemplo, árvores e plantas recobrem a fachada de casas. Este projeto explora a possibilidade de criar um tecido-edifício entre os arranha-céus das cidades. O tecido não só expande as áreas dos edifícios, mas também pode modifica-los para permitir novos arranjos. A ideia é que os edifícios precisam evoluir com o tempo para se adequarem as novas exigências urbanas e sociais. O projeto é assinado pelos designers Woongyeun Park, Jaegeun Lim, Haejun Jung, Karam Kim.

Presídios mais humanos


O projeto SymbioCity repensa a forma como as prisões são construídas e operadas em um esforço para melhor a justiça penal e sistemas de reabilitação. Tradicionalmente, dizem os designers do SymbioCity, prisões funcionam como um parasita em cidades, sugando recursos, mas não dando nada em troca. Ao localizar prisões em núcleos urbanos, os prisioneiros ficariam cercados pela sociedade (em vez de isolados em prisões localizadas em áreas rurais) e, portanto, seriam inspirados a melhorar a si mesmos, para que possam reentrar na sociedade.

Outras mudanças também são propostas: presos seriam pagos pelo trabalho que fazem, mas eles também seriam cobrados por suas acomodações, alimentação e outras amenidades. As prisões também seriam forçadas a tornar-se mais autossuficientes, em vez de só usarem o dinheiro dos contribuintes: os presos passariam a cultivar seu próprio alimento em fazendas verticais e a criar o seu próprio gado. A proposta é assinada pelos designers Khem Aikwanich e Nigel Westbrook.

Prédios que filtram chuva


A poluição da água é fonte de preocupação crescente na China e se tornou um dos maiores desafios ambientais do país nas últimas décadas, ao lado da poluição do ar e das altas concentrações de nitrogênio no solo. Para melhor o acesso a este recurso em Xangai, os designers chineses Zhang Zhiyang, Liu Chunyao projetaram torres que podem coletar e purificar a água da chuva e também purificar a água do rio. Além de garantir água limpa, as torres aproveitam os resíduos orgânicos da filtragem como adubo para agricultura e produção de energia.

Arranha-céu minhoca


O arranha-céu Urban Earth Worm usa uma das criaturas mais comuns do solo como sua inspiração. Assim como minhocas limpam a terra e resolvem os problemas de poluição, deixando os ecossistemas mais sadios, este arranha-céu vai limpar a poluição do ar e do solo nas cidades.
A estrutura é, de fato, na forma de um anlídeo, com curvas que se estendem por toda a cidade, limpando do ar e tratando resíduos. Não para aí. Na parte superior da estrutura de tubos, solos preenchem as reetrâncias permitindo o cultivo de alimentos.

Ilhas coletoras


Você já deve ter ouvido falar do Pacific Garbage Patch, um verdadeiro lixão de milhões de toneladas de plásticos que vaga pelo Oceano Pacífico. Um projeto concebido pelos designers sul-coreanos Park Sung-Hee e Na Hye Yeon pretende mudar essa história. Trata-se da Kinectic Irlands, módulos flutuantes que “varreriam” o mar aglutinando os resíduos plásticos em blocos e de forma ordenada. A certa altura, esses blocos seriam recobertos de solo sintético como elementos de construção de uma cidade futurista flutuante. Essa ilha poderá até ser coberta com terra, de modo a ter fundação sólida que permita o desenvolvimento de culturas agrícolas.

Cidade Submarina


A construção de uma cidade submarina é o objetivo principal deste projeto que responde ao aumento do nível do mar nas próximas décadas. Os USA National Research Council estima que, somente neste século, o nível do mar vai subir entre 50 e 200 centímetros. O projeto foi concebido como uma "tigela" flutuante com uma enorme átrio aberto para o céu onde a luz solar será capaz de chegar a todos os níveis subaquáticos. A geometria é composta por uma matriz de caixas de tamanhos diferentes que permitem a delimitação de funções específicas, como espaços comunitários e de lazer, áreas privadas e comerciais, além de muita superfície verde para parques, fazendas e produção de oxigênio.


Fonte: Exame