sexta-feira, 19 de abril de 2013

Lavar roupas sem água? O futuro dos eletrodomésticos



Já imaginou lavar roupas sem usar uma gota de água, ou mesmo controlar seu ar-condicionado estando fora de casa? No que depender das novas tecnologias, o futuro é promissor.

A empresa sul-coreana LG, por exemplo, afirmou que já está concentrada na geração de aparelhos inteligentes e econômicos, os chamados smarts, até então vistos com mais frequência nas TVs. Prova disso, está no recente lançamento da tecnologia LG THINQ, no qual oferece um dispositivo que permite ao consumidor administrar seus eletrodomésticos de forma mais centralizada e conveniente.

A recente expectativa está na máquina de lavar roupas que não utiliza água. Mas, segundo o site Engadget, o projeto permanece em estágios iniciais de desenvolvimento e provavelmente vai ser um segredo ainda por algum tempo. O vice-presidente sênior da LG, Kevin Cha, não quis divulgar o “truque” da máquina.

Enquanto esse aparelho é ainda um segredo comercial, a empresa já disponibiliza no mercado outros com novas funções e tecnologias. Um exemplo está no Styler (foto acima), apresentado na CES deste ano – maior feira de eletrodomésticos do mundo – um equipamento capaz de tirar odores e gomos de roupas sem utilizar detergente ou água.


A outra novidade está no protótipo de geladeira. Ela mantém o interior refrigerado por seis horas sem qualquer tipo de energia.


Já o Hom-Bot da LG promete limpar uma casa com apenas um clique. O robô tira toda a poeira e ainda pode ser monitorado de qualquer lugar, graças às câmeras instaladas e à um aplicativo Android ou iPhone que permite acessá-lo remotamente. Ele custa US$ 899 dólares (cerca de R$ 1.800).


A empresa Electrolux também investe em protótipos que unem tecnologia, economia e funcionalidade. Um deles está no vaporizador inteligente (foto acima), que faz toda a limpeza dos tecidos por meio de um scanner infravermelho. Tudo sem precisar molhar, torcer ou mesmo enxugar.


Uma outra opção de aparelho do futuro, está na chamada Impress (foto acima), uma parede de refrigeração que mantém seus alimentos e bebidas à sua vista, e não por trás de portas fechadas. Além disso, a geladeira Impress não refrigera quando não há nada em seu interior, e usa menos energia quando há poucos itens.

Fonte: Ecodesenvolvimento 

Faça você mesmo: Creme dental natural



Triclosan, flúor, cloreto de belzalcônio e clorexidina. Esses são alguns dos produtos químicos normalmente presentes em pastas de dentes considerados nocivos à saúde, que podem causar desde irritação na pele e até resistência bacteriana e câncer, sem falar nos danos ao meio ambiente causados pelas embalagens. É o que constata o artigo científico “Impactos Ambientais da Pasta de Dente”,  produzido por um grupo de alunos orientados pela professora de biologia e pesquisadora da USP, Mônica Fogaça.

Que tal aprender a fazer um creme dental caseiro, que além de barato não possui toxinas e não agride o meio ambiente?

Aprenda na receita abaixo do site Outra Medicina. Lembrando que é possível acrescentar outros produtos naturais para dar um gosto a mais, como hortelã ou menta.

Ingredientes:

2 colheres de sopa de casca de laranja, ou limão, completamente secas
¼ de xícara de bicarbonato de sódio
2 colheres de chá de sal
Modo de Preparo:

Faça a moagem da casca, em um moinho ou em um processador de alimentos. Acrescente o sal e o bicarbonato. Misture tudo, e volte a passar pelo processador até obter um pó muito fino. Guarde em um frasco que possa ser bem fechado. Quando for utilizar, umedeça a quantia desejada e escove os dentes como de costume.

Conheça abaixo mais detalhes, contidos no artigo, sobre os impactos das pastas de dentes na saúde e ambiente.

Formol

O Formaldeído, também conhecido como formol, formalina, aldeído fórmico ou oximetileno, que é usado com anti-séptico (que inibe a proliferação de micro-organismos). O formol gera alguns impactos à saúde, como ser irritante para a pele, olhos e para o sistema respiratório, o que o compromete. Essa mesma substância, segundo um estudo, mostra que a exposição doméstica do formol aumenta o risco de asma brônquico na infância. Um estudo feito pelo IARC (International Agency for Research on Cancer), em setembro de 2004, mostrou que o formol foi classificado como cancerígeno para humanos.

Triclosan Tóxico

Outra substância encontrada em alguns cremes dentais (como, por exemplo, Colgate Total) é o Tryclosan ou Triclosan, que tem função de anti-séptico e bacteriostático. Segundo alguns estudos, o Triclosan, se exposto a grandes quantidades de cloro (presente na água), forma o clorofórmio, que, de acordo como a Agência de Proteção Ambiental dos EUA, é considerado uma das causas do câncer. O triclosan também pode formar diclorobenzeno-p-dioxina 15, resultado do triclosan com o sofrimento de degradação da luz. A substância resultante acima é considerada cancerígena.

Pode-se considerar o triclosan como uma substância bem tóxica e que, se continuar nos cremes dentais, pode deixar a população doente.

Nitrato de Potássio (KNO3)

O nitrato de potássio, além de ser usado na pasta de dente, é usado também em adubos, como a vinhaça, que, dependendo da quantidade utilizada, pode fazer mal ao solo, pois pode alterar suas propriedades químicas e físicas. Essas alterações podem melhorar a agregação, o que gera uma maior capacidade de infiltração da água no solo e aumentam as chances de ocorrer uma lixiviação de íons (perda da parte negativa dos átomos).

Essa lixiviação contamina as águas subterrâneas quando há grandes quantidades e promove a dispersão de partículas do solo, reduzindo as chances de infiltração de água e elevando o escoamento superficial, as chances de secar o solo e contaminar as águas superficiais.

Além disso, o KNO3 pode ser nocivo se ingerido, pois causa tosse, dor de garganta, vermelhidão na pele e nos olhos, dor abdominal, tontura, diarreia e convulsões. O produto pode ser inflamável e/ou explosivo, se entrar em contato com substâncias combustíveis, e pode explodir, se entrar em contato com substâncias redutoras.

Flúor

O flúor é usado para a prevenção de cárie. Sendo colocado para a prevenção nas mais variadas formas: fluoretação das águas de abastecimento público, pela sua adição ao leite, ao sal e ao açúcar.

Após uma dose de fluoreto certamente letal (5 a 10g de fluoreto de sódio), aparecem sinais de irritação gastrointestinal violenta, tal como náusea, vômito e diarreia. Desenvolve-se um estado de choque e a vítima morre frequentemente entre 2 a 4 horas após a ingestão de fluoreto. Quando as quantidades são um pouco menores, como 8 mg, os sintomas são menos sério, mas ainda pertinentes. É só uma questão de dose que diferencia entre remédio e veneno.

Não há dúvida de que a descoberta das propriedades anticariogênicas do flúor constitui um marcos mais importantes da Odontologia.

Existe um aumento potencial para a ingestão de doses tóxicas de fluoreto, por causa do aumento do uso de produtos com sabor agradável.

Conclui-se que o flúor deve ser usado, mas de forma adequada, pois pode acontecer a intoxicação, mesmo ela sendo bem rara pela quantidade que se deve ingerir.

PEG (Polietilenoglicol)

O PEG é um polímero (composto químico de elevada massa molecular) formado pelo etileno glicol (um álcool), que pode ser encontrado em vários objetos. De acordo com um trabalho realizado em 2006 na Dinamarca, o PEG pode causar um perigo de dermatite alérgica.

Em um congresso especializado, se concluiu que o uso do PEG deve ser restrito às unhas e nunca deve entrar em contato com a pele. Mas há controvérsias dizendo que o PEG é relativamente seguro.

Dependendo do fabricante, o PEG pode conter diversos tipos de impurezas, incluindo óxido de etileno, dioxano e metais tóxicos, como arsênico, níquel e cobalto.

Ou seja, muitos dizem que faz mal e poucos, que faz bem. Mas, de acordo com a pesquisa realizada, obtivemos mais informações que comprovam que o PEG faz mal. 

Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Chef Atala lança instituto em prol da culinária sustentável



Famoso no universo gastronômico do Brasil e do mundo, o chef de cozinha Alex Atala lança em São Paulo o Instituto Atá, que busca valorizar a culinária sustentável. A ideia é disseminar país afora o uso de ingredientes naturais pouco conhecidos que, além de resultarem em alimentos gostosos, são mais saudáveis para quem faz, para quem come e para quem produz a comida.

Nessa missão, Atala conta com a ajuda de outros nove amigos e especialistas, que integram a equipe do Instituto:

- o jornalista Roberto Smeraldi, fundador da ONG Amigos da Terra;
- o antropólogo Beto Ricardo, criador do Instituto Socioambiental (ISA);
- o empresário Maurício Amaro, cofundador do
Retratos do Gosto;
- o engenheiro de produção especializado em alimentos Georges Schnyder;
- o jornalista Ilan Kow;
- o publicitário Rafael Matesso;
- o empresário Ricardo Guimarães, fundador da Thymus Branding;
- o designer Rubens Kato e
- o fotógrafo Sergio Coimbra.

O Instituto foi lançado, oficialmente, na última segunda-feira (15), no restaurante Dalva e Dito, do próprio chef Atala. Na ocasião, ele anunciou algumas das iniciativas do projeto que visam disseminar a culinária sustentável. Entre elas:

- Retratos do Gosto, que busca aproximar chefs e produtores em prol do uso de ingredientes mais sustentáveis com alto potencial gastronômico;
- Servir Insetos, que incentiva o uso de insetos como a formiga saúva amazônica nas receitas culinárias;
- Pimenta Baniwa Jiquitaia, que procura introduzir no mercado a pimenta produzida pelas mulheres da tribo indígena Baniwa e
- Carne Sustentável, que defende o uso da carne produzida de forma sustentável.
A longo prazo, o Instituto Atá ainda pretende abordar mais profundamente outras questões relevantes para a gastronomia sustentável, como a oleodiversidade brasileira e a produção de alga para uso na culinária. Conheça mais sobre o projeto no site Instituto Atá.  

INFLUÊNCIA MUNDIAL

A semana ainda rendeu outras conquistas para Atala: o chef de cozinha brasileiro foi eleito, pela revista americana Time, como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2013, graças ao trabalho que realiza para "moldar uma melhor cultura alimentar para a América Latina".

Além de Atala, apenas mais um brasileiro integra a lista da Time: o ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, que foi classificado pela revista como um pioneiro. Confira a relação completa das 100 pessoas mais influentes de 2013.

Fonte: Planeta Sustentável 

Grande Muralha Verde tenta conter avanço do deserto do Saara

O declínio na quantidade de chuvas, aliado à degradação do solo ocasionada por pecuária e desmatamento, fizeram o deserto do Saara expandir nas últimas década wonker/ Creative Comons

Nas últimas décadas, o deserto do Saara aumentou de tamanho. Os motivos? Declínio na quantidade de chuvas aliado à degradação do solo ocasionada por pecuária e desmatamento. A solução? O projeto Grande Muralha Verde, desenvolvido pela UA - União Africana e apoiado pela ONU - Organização das Nações Unidas, no qual estão reunidos 11 países. Todos partilham dos mesmos objetivos: plantar árvores pelo continente africano para conter a expansão do mais extenso deserto quente do mundo, fornecer apoio para o uso sustentável das florestas em regiões áridas e melhorar a qualidade de vida das comunidades locais.

Após ser completada, a faixa de vegetação terá 15 quilômetros de largura por 7000 quilômetros de comprimento e irá cruzar a África de lesta a oeste. As mudas começaram a ser plantadas no Senagal em 2008. Mauritânia, Mali, Burkina Faso, Niger, Nigéria, Chade, Sudão, Etiópia, Eritreia e Djibouti são os outros países integrantes do projeto.

O corredor de árvores vai funcionar como uma barreira para os ventos secos vindos do Saara. Dessa forma, os níveis de umidade aumentam e permitem até mesmo o florescimento da agricultura. Segundo o WFP - Programa Mundial de Alimentos, da ONU, comunidades no Senagal localizadas em desertos já conseguem cultivar frutos e vegetais graças ao início do projeto.

Para Ulrich Apel, especialista em florestas do GEF - Fundo Global para o Meio Ambiente, a Grande Muralha Verde teve um começo promissor e já mostra resultados. Ele acredita que o programa pode ser replicado na Ásia Central para enfrentar a degradação do solo, os problemas de gestão da água e os impactos das mudanças climáticas.

Fonte: Planeta Sustentável 

Saiba como fazer comedouros de pássaro reaproveitando latas de alumínio



O som dos pássaros e a alegria que estes pequenos animais trazem ao ambiente são incomparáveis. Para permitir que eles sejam livres, mas estejam sempre por perto, uma dica é instalar comedouros no jardim. O CicloVivo separou uma opção sustentável.

Esta sugestão foi publicada inicialmente no site Mom Eneavors. Além da simplicidade com que este artesanato pode ser feito, ele é uma opção para o reaproveitamento de latas de alumínio e o resultado ainda servirá para trazer mais vida ao ambiente.

Materiais necessários: latas; fitas, lenços ou faixas; tinta esmalte; palito de churrasco; pincel e cola quente.

Como fazer:

O primeiro passo para este artesanato consiste em retirar totalmente o rótulo que, normalmente, envolve a lata de alumínio. Feito isso, limpe bem a superfície para que a tinta possa aderir melhor.

As latas devem ser pintadas com as cores que melhor combinarem com o local em que elas serão instaladas. Lembre-se de usar a tinta esmalte e passe quantas camadas julgar necessário. Caso os dotes artísticos estejam bastante apurados, é possível fazer uma estampa na lata, o que dará um charme ainda maior.


Depois que a tinta estiver totalmente seca, amarre o lenço, faixa ou fita em volta da lata e deixe a sobra no tamanho ideal para fixá-la no local escolhido. Para finalizar, corte o palito de churrasco ao meio ou em três pedaços e cole um deles na abertura da lata, para servir como apoio para os passarinhos, enquanto eles comem o alpiste colocado dentro da lata.

Fonte: Ciclo Vivo 

Toyota abre inscrições para programa de patrocínio a atividades ambientais

O anúncio dos projetos escolhidos será realizado em uma cerimônia oficial em Tóquio, no Japão. | Foto: Gnsin/CC

A Toyota Motor Corporation abriu nesta semana as inscrições para a 14ª edição de seu programa de Patrocínios a Atividades Ambientais, que tem como objetivo apoiar projetos de revitalização ambiental e ações de conservação com foco no desenvolvimento sustentável.

Os temas propostos para inscrição no programa de Patrocínios a Atividades Ambientais são: “Conservação da Biodiversidade” e “Contramedidas para o Aquecimento Global”. As bolsas serão oferecidas a organizações sem fins lucrativos (com exceção de escolas), em todos os países que a montadora está presente.

O Programa de Patrocínios a Atividades Ambientais da Toyota foi incluso nas ações da montadora após o reconhecimento com o prêmio Global 500, em 1999. A conquista foi concedida pelo Programa Ambiental da Organização das Nações Unidas (UNEP, na sigla em inglês). Desde 2000, o Programa de Patrocínios a Atividades Ambientais da Toyota, conduzido anualmente, faz parte das ações de contribuição social e ambiental da Toyota.

Para obter mais informações sobre inscrições e detalhes do programa de Patrocínios a Atividades Ambientais da Toyota, entre em contato pelo telefone: + 81-3-3817-9238 (Segunda a Sexta, das 10h às 17h – horário do Japão) ou pelo email: tmc-ecogrant@g500.jp
Pela primeira vez, o anúncio dos projetos escolhidos será realizado em uma cerimônia oficial em Tóquio, no Japão, no próximo dia 23 de maio e contará com participantes de grupos que já receberam as bolsas pelo resultado de suas atividades.

Fonte: Ciclo Vivo 

SP ganha prédio com cobertura ecológica e tomadas para carros elétricos

O edifício, localizado na Avenida Faria Lima, vai reduzir o uso de ar condicionado e reaproveitar a água por meio de um telhado ecológico. | Foto: Reprodução/Facebook

Um edifício comercial inaugurado recentemente na zona oeste de São Paulo é exemplo de arquitetura e construção sustentável. O moderno prédio oferece um sistema de carregamento para carros elétricos e sua estrutura ainda conta com um telhado ecológico e um estacionamento para bicicletas.

O edifício comercial Alvino Slaviero foi construído na Avenida Faria Lima para abrigar escritórios. Porém, um de seus maiores destaques é o telhado ecológico, cobertura de árvores da mata atlântica que tem por função ajudar a diminuir a temperatura interna, uma alternativa natural para o ar-condicionado, muito usado em edifícios comerciais.

Além disso, o telhado verde vai captar a água da chuva, que será direcionada a um sistema de tratamento e filtragem, para, depois, ser reutilizada para usos não potáveis (por exemplo, nos lavatórios e nas descargas).

Outra estratégia adotada na torre de escritórios é o reuso da água de condensação (liberada pelos aparelhos de ar-condicionado) e da água que sai das torneiras, reduzindo o desperdício e aumentando a eficiência do consumo do recurso nas dependências do prédio.

O edifício Alvino Slaviero também conta com um estacionamento especial para as pessoas que vão trabalhar de bike. Fora isso, a estrutura do prédio oferece tomadas para carregar os carros elétricos que pararem no local, embora  poucos veículos na capital paulista sejam movidos à energia elétrica.

De acordo com a Brasilincorp, responsável pela construção, o prédio custou apenas 7% a mais do que os empreendimentos comuns na região – um grande salto para as construções verdes, que, em 2007, custavam cerca de 30% mais que as obras convencionais.

Fonte: Ciclo Vivo 

Cidade russa cogita matar 2 mil cães de rua

Além de indicar que os cachorros e gatos de rua seriam mortos, as autoridades locais abriram uma licitação para contratar uma empresa especializada para a realização do serviço. | Foto: Afonso Verner/Flickr

A cidade russa de Sochi cogitou exterminar dois mil cães de rua. A proposta foi feita com o intuito de deixar o município mais limpo para hospedar os Jogos Olímpicos de Inverno de 2014. A sugestão foi repudiada por grupos de defesa aos animais.

Além de indicar que os cachorros e gatos de rua seriam mortos, as autoridades locais abriram uma licitação para contratar uma empresa especializada para a realização do serviço. A “faxina” foi tão rejeitada pela população, que nenhuma empresa se candidatou ao trabalho.

Em declaração à agência AFP, um porta-voz de Sochi explicou que este não é um caso de crueldade, mas sim uma necessidade para que a cidade esteja mais limpa durante o evento esportivo.

A desculpa não foi bem aceita pelos ativistas, que foram às ruas na última semana, exigindo que os bichos sejam preservados. Em troca da matança, a população pede que sejam criados abrigos para os animais e que eles sejam castrados, para conter a reprodução descontrolada.

Após todas as manifestações, o governo local informou que estuda a proposta de construção de novos abrigos e a licitação agora será feita para encontrar uma empresa especializada em castração.

Fonte: Ciclo Vivo 

Produto permite reciclar o lixo em qualquer lugar


É muito comum as pessoas não cuidarem bem de seu lixo quando estão bebendo umas na praia ou fazendo um piquenique no parque. Pensando nisso foi criado o Waste-Folder, um lixo de papel reciclado resistente à água com divisórias para reciclarmos o lixo em qualquer lugar.


Clique na imagem para aumentar

Fonte: Hypeness

Plantação vertical de morangos em tubo de pvc


Ter uma plantação de morangos em casa pode ser mais fácil do que você imagina. Essa técnica de plantio vertical, requer pouco espaço. Em poucos meses, você estará colhendo seus moranguinhos sem nenhum tipo de pesticida.


Material necessário:

- 1 furadeira com um cortador de 5-7 cm
- 1 broca de 2 ou 3 mm para furar o cano d'água
- 1 cano de pvc de 100mm ou 150mm de diâmetro.
- 1 tampa de pvc no mesmo diâmetro
- 1 cano fino de 15mm
- 1 rolha
- 1 faca
- fita adesiva
- 1 manta de Geotextile (tecido impermeabilizante)
- barbante para amarrar a manta
- adubo fertilizante
- brita
- pés de morango
- 1 caixa grande





Fonte: Ideias Green

Sistema de irrigação controlado pelo smartphone


Os engenheiros do Google, JJ Barrons e Joe Fernandez, criaram um método para controlar o sistema de irrigação do jardim ou do gramado de sua casa usando ferramentas acessíveis como o Android, Arduino, Python, Dart e o Google App Engine.

O aplicativo permite que você controle o sistema de irrigação de sua casa de qualquer lugar do planeta, com um navegador e uma conexão à internet, ou qualquer smartphone com o mesmo, tornando o seu jardim saudável e também promovendo a economia da água.


Agora todo o sistema está disponível ao público, mas antes de ficar pronto, os dois já davam pista do que estavam trabalhando. No início do ano passado, Joe Fernandez divulgou a seguinte frase: “Então… Liguei o gramado na internet.” E desde então passou a cobrir os prós e contras de sua experiência construindo o que ele chama de Projeto Irrduino, que visava acrescentar a funcionalidade de controle remoto para sprinklers de gramado.

Agora não tem desculpas para ter um jardim não cuidado!

Fonte: Blog Planeta Água

Embalagem de iogurte vira boneco da Turma da Mônica




A embalagem do produto pode ser reutilizada pelas crianças
Foto: Divulgação

A Danone e a Mauricio de Sousa Produções (MSP) se uniram para criar O verdadeiro Danone monta turma, uma linha de iogurte com embalagem reaproveitável que pode ser transformada em bonecos da Mônica e do Cebolinha.

Cada tablet do iogurte conta com oito potinhos, que originam quatro bonecos - cada personagem é formado por duas embalagens. Além disso, o produto vem acompanhado com uma cartela com os olhos, cabelos, braços e sapatos que caracterizam os personagens.

A ideia da ação, segundo a MSP, é incentivar a cultura de reaproveitamento e estimular a criatividade das crianças.



Projeto de culinária responsável alia alta gastronomia e preservação da natureza


Iniciativa da Fundação Grupo Boticário reverte parte da renda obtida na venda de pratos sustentáveis para projetos de preservação da natureza, e também disponibiliza receitas

Além de uma necessidade, o ato de comer também pode ser um prazer desde que o alimento esteja bem preparado para passar pelo crivo do paladar. Essa satisfação pode ser responsável se, além do sabor, textura e aroma, as condições de preparo da comida forem ambientalmente corretas. Essa é a premissa básica do programa Gastronomia Responsável.

Idealizado pela Fundação Grupo Boticário, o projeto tem a finalidade de unir alta gastronomia e preservação da natureza. Restaurantes da cidade de Curitiba foram procurados em 2010 e aceitaram participar da iniciativa, com a contrapartida de seguirem, em determinados pratos, quatro princípios da iniciativa: utilização de ingredientes orgânicos, utilização de produtos regionais, não utilização espécies ameaçadas de extinção e aproveitamento integral de alimentos.
Com o passar do tempo, apesar de ainda estarem concentrados predominantemente em Curitiba, muitos restaurantes aderiram ao Gastronomia Responsável em cidades de diversos outros estados, como São Paulo, Pernambuco, Pará e Rio de Janeiro (clique aqui para ver quais são as opções mais próximas). Parte do valor arrecadado com os pratos ligados ao programa é revertido para projetos de conservação promovidos pelo Grupo Boticário (veja mais aqui).

Culinária caseira

Mas não é apenas nos restaurantes que é possível colaborar com a causa. O portal do programa oferece mais de 120 opções de receitas sustentáveis que seguem pelo menos um dos quatro preceitos básicos já citados. As colaborações são dos restaurantes conveniados e dos próprios internautas. Clique aqui para conhecer as receitas e compartilhar suas descobertas culinárias sustentáveis.

Conhece algum lugar legal que poderia se aliar ao Gastronomia Responsável? Passe a dica adiante. O primeiro contato se dá no próprio site do projeto. Confira abaixo um vídeo institucional do programa:





Fonte: eCycle

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Colombiano cria aparelho de compostagem que fermenta resíduos orgânicos e produz gás



A cozinha é um locais que mais geram lixo em uma residência. Segundo dados da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, do Paraná, aproximadamente 52% do lixo doméstico dos brasileiros são formados por resíduos orgânicos. A fim de reduzir este montante de maneira inteligente e ecológica, um designer criou um aparelho que transforma o lixo doméstico em gás.

O protótipo foi desenvolvido pelo colombiano Mauricio Issa, que já ganhou prêmios por seu trabalho com artesanato. Sua mais recente invenção na área ecológica foi batizada de "eComposter", projeto sustentável reconhecido e premiado em 2012.

A ideia é que o eComposter possa ser instalado na cozinha para fermentar os resíduos orgânicos transformando-os em um adubo natural que pode ser usado nas plantas e vegetais do jardim. Ele ainda gera um gás doméstico, que pode ser aproveitado em fogões.

O aparelho de porte pequeno é produzido com biopolietileno a partir da cana-de-açucar, ou seja, é completamente biodegradável. Ele é compacto e de fácil manuseio.

Aderir à compostagem é uma ótima alternativa para reduzir a quantidade de resíduos que é destinada aos aterros sanitários. Esta é uma técnica simples de reaproveitamento, que pode reduzir as emissões do gás metano.

Fonte: Ciclo Vivo 

Jaime Prades faz arte com ‘lixo’ na exposição Osso



Vem aí mais uma exposição do artista plástico espanhol, naturalizado brasileiro, Jaime Prades: a partir de 19/04, a mostra Osso apresenta ao público cerca de 40 obras do acervo do profissional - entre pinturas, esculturas e objetos -, que são, em sua maioria, inéditas e feitas a partir da reutilização de materiais.

A ideia é utilizar a arte para provocar a reflexão a respeito da voracidade da cultura de consumo. "É uma forma poética e delicada de dizer que o que descartamos e consideramos desprovido de qualquer valor, se olhado com outro espírito - ou com o espírito - pode nos dizer coisas que nem imaginamos", explica Jaime Prades.

O destaque da mostra é a instalação Osso, que inclusive dá nome à exposição. Feita com restos de madeira, ferro e plástico, ela é composta por três ilhas que representam a terra, a água e a atmosfera e que interagem entre si, se completando. A intenção é evidenciar a fratura que existe entre homem e natureza na atual sociedade de consumo.

Gratuita, a exposição Osso fica aberta ao público até 08/06 no Espaço Cultural Instituto Cervantes. A mostra ainda integrará a programação da Virada Sustentável 2013, que acontece durante três dias, a partir de 06/06, na cidade de São Paulo.

EXPOSIÇÃO OSSO

Data: 19/04 a 08/06
Horário: de terça a sexta, das 14h às 22h, e aos sábados, das 9h às 15h
Local: Espaço Cultural Instituto Cervantes
Endereço: Av. Paulista, 2439, Consolação - São Paulo/SP
Entrada gratuita

Fonte: Planeta Sustentável 

A floresta de Itaboraí


Ao redor de polo industrial em construção nasce uma área verde maior que o Parque da Tijuca

Cortado por estradas que dão acesso à Serra Fluminense e à Região dos Lagos, o município de Itaboraí, a 50 quilômetros do Rio, passava despercebido aos viajantes. Em 2006, no entanto, teve início uma reviravolta, com o anúncio da construção do complexo petroquímico do Comperj. Orçado em 36 bi­lhões de reais, o empreendimento capitaneado pela Petrobras já desponta na paisagem com suas enormes chaminés, mas outra transformação, ainda pouco visível, está em pleno andamento. Trata-se do plantio de 4 milhões de mudas, englobando 84 espécies da Mata Atlântica, para formar um gigantesco cinturão paisagístico em torno do parque fabril.

Quando a operação estiver concluída, em 2020, a área verde deverá ocupar cerca de 4 500 hectares, espaço superior ao de um dos maiores símbolos cariocas, a Floresta da Tijuca, com seus 3 900 hectares. É tão grande que, se fosse transplantada para o Rio, a vegetação encobriria uma extensão que vai de São Conrado até o Centro, passando pelos bairros litorâneos.

Iniciado em outubro de 2011, o reflorestamento já ocupa uma área equivalente a 780 campos de futebol. Entre as espécies escolhidas estão exemplares ameaçados da flora brasileira, como o pau-brasil e o jacarandá. "Traremos de volta uma diversidade de plantas e animais que há décadas deixou de existir", acredita Sérgio Valle, gerente de implantação do Comperj.

Para viabilizar a iniciativa, foi preciso construir um viveiro florestal de 11 mil metros quadrados, onde a cada seis meses são cultivadas 300 000 mudas. Cerca de 170 trabalhadores se revezam para garantir a dosagem correta de sol, água e nutrientes necessários ao crescimento das várias espécies, assim como o controle de pragas. Entre os profissionais da equipe há biólogos, engenheiros florestais, agrônomos e veterinários.

Apesar de a iniciativa ainda estar no começo, ela já faz efeito no ecossistema local. Após o crescimento das primeiras árvores, animais selvagens desaparecidos havia tempos voltaram a Itaboraí. É comum observar agora a presença de seriemas, cachorros-do-mato, jacarés e cobras. O terreno também teve de ser recuperado. Ocupada ao longo de décadas por fazendas produtoras de gado, coco e laranja, a região apresentava solo empobrecido devido às constantes queimadas.

O projeto contempla ainda o plantio em terras protegidas por lei, como as margens de rio e os topos de morro. Dessa forma, devem surgir verdadeiros corredores verdes ao longo dos leitos dos rios Macacu e Caceribu, conectando diversas reservas ambientais. "Vamos acompanhar o desenvolvimento das mudas até que atinjam três anos, tempo considerado suficiente para a floresta se desenvolver sozinha", explica Júlia Bastos, consultora do projeto.

Criar cinturões de natureza em torno de grandes fábricas é uma tendência mundial, como forma de atenuar os danos ambientais, com impacto circunscrito à região. No caso do Comperj, a inspiração veio da cidade indiana de Jamnagar, onde nos anos 90 se instalou a terceira maior refinaria de petróleo do mundo. Ao redor do complexo, um projeto pioneiro criou o maior cinturão industrial verde do planeta, somando atualmente 650 mil hectares.

Credita-se ao parque, que abriga a maior plantação de manga da Ásia, a redução de 2 graus em média na temperatura local. Esse tipo de cerco traz ainda outro benefício, que é a filtragem dos poluentes emitidos. Ao realizarem a fotossíntese, as plantas transformam o gás carbônico, principal responsável pelo aquecimento global, em oxigênio puro. O mutirão ecológico de Itaboraí também tem um paralelo na história carioca.

Assim como o município fluminense, o Maciço da Tijuca encontrava-se em elevado grau de deterioração no século XIX. Com as terras exauridas pelo plantio intensivo de café e açúcar, as montanhas enfrentavam acelerado processo de erosão, enquanto a população do Rio via escassear suas fontes de água potável. Preocupado com a iminente crise de abastecimento na capital do país, o imperador dom Pedro II ordenou que a área fosse recuperada. Sob o comando do major Manoel Gomes Archer, o trabalho, iniciado em 1862, só terminou doze anos depois, período em que foram plantadas 80 mil mudas de espécies nativas.

Com início de funcionamento previsto para 2015, o Comperj é uma das maiores obras em curso no país. A expectativa é que ele impulsione a economia fluminense com a criação de até 168 mil empregos diretos e indiretos. Composto de fábricas geradoras de derivados do petróleo, como querosene e gasolina, o parque industrial será capaz de refinar até 165 mil barris do produto diariamente. Também vai processar o gás natural extraído das camadas submarinas do pré-sal.

Com a urgência das questões ambientais e a preocupação com a sustentabilidade na ordem do dia do setor econômico, o cinturão verde mostra que é possível conciliar desenvolvimento e proteção ao meio ambiente de forma equilibrada.

Fonte: Planeta Sustentável 

Planejamento urbano deve considerar infraestrutura verde

O planejamento urbano com infraestrutura verde pode ajudar no controle de alagamentos, criar áreas de lazer e melhorar o clima
Foto: sxc.hu

A incorporação da infraestrutura verde — rede de espaços naturais ou construídos que desempenham serviços ambientais — ao planejamento urbano pode trazer uma série de benefícios a cidades como São Paulo, entre eles controle de alagamentos, criação de áreas de lazer para a população e melhoramento microclimático das regiões metropolitanas.

Para alcançar esses benefícios, o urbanista Renier Marcos Rotermund, desenvolveu uma proposta de planejamento da Floresta Urbana — conjunto de árvores e vegetação presentes no ambiente urbano — para a bacia do córrego Judas / Maria Joaquina, na região de Santo Amaro, zona sul de São Paulo. As ideias partiram do mestrado intitulado; Análise e planejamento da Floresta Urbana enquanto elemento da Infraestrutura Verde: estudo aplicado à Bacia do Córrego Judas / Maria Joaquina, São Paulo, desenvolvido na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP.

“O trabalho procurou analisar a vegetação e seu papel na área da bacia do córrego Judas, e como a cobertura de árvores poderia ajudar no melhoramento ambiental dessa bacia”, diz o pesquisador. O planejamento foi antecedido pela análise da cobertura arbórea e outros elementos da bacia a partir da observação de imagens de satélite e análise em campo. O espaço foi dividido em setores, de acordo com o uso e ocupação do solo — residencial, misto de residências e comércio, área industrial, etc. “A análise se deu para determinar como se relacionavam esses espaços e, a partir disso, determinar políticas de manejo dessa cobertura arbórea em cada um desses setores”, conta.

Também foi realizada uma análise pontual do sistema viário da região, “para verificar sua relação com a cobertura arbórea, se existe espaço para mais arborização nessas vias, se esse aspecto pode ser melhorado e como pode se relacionar melhor com as funções da vida urbana — mobilidade de carros, pessoas e demais usos da via pública”, detalha Rotermund.

Para o urbanista, o grande desafio para que planos de infraestrutura verde sejam colocados em prática é a incorporação do conceito pelo poder público, ao planejamento urbano, unindo-a aos demais aspectos da urbanização, como a construção de vias públicas. “É preciso permear todas as áreas com a arborização. É claro que não se conseguirá fazer isso da mesma maneira, mas as áreas verdes e a arborização tem uma função muito importante, fazem parte efetivamente da infraestrutura da cidade. Sem elas, tem-se prejuízos ambientais imensos”.

Por Agência USP

Fonte: Ecodesenvolvimento


Quem faz home office se preocupa mais com o meio ambiente


Uma pesquisa feita nos Estados Unidos comparou a mudança de hábito de trabalhadores ao fazer home office e ao trabalhar dentro das empresas. O estudo realizado com mais de 500 pessoas aponta que a maioria afirma que realiza ações proativas em casa para salvar o meio ambiente, mas que não fazem isso normalmente no trabalho.

Em casa,

74% desligam as luzes ao sair de um cômodo;
60% fazem a própria comida;
56% Mantêm o nível do ar condicionado e o aquecimento em nível baixo para economizar energia;
53% Economizam folhas durante a impressão;
50% Desligam o computador durante a noite;
34% Evitam água engarrafada (plástica).

O comportamento é mais forte nas mulheres, que eram mais propensas do que os homens a imprimir menos (59% vs 47%), manter o aquecimento e ar condicionado em níveis baixos (63% vs 49%), evitar a água engarrafada (40% vs 28% ), desligar as luzes (77% vs 72%), reciclar (41% vs 37%), desligar computadores (51% vs 49%) e fazer o seu próprio almoço (61% vs 59%).

A pesquisa foi realizada pela TeamViewer.

Fonte: Atitude Sustentável 

Ministro brasileiro diz que energia nuclear deve ser prioridade de governo


O ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp, afirmou na última quarta-feira (17) durante audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados, que a reativação do programa nuclear brasileiro para fins pacíficos é um dos principais programas do ministério e prevê a construção de um reator que produzirá energia limpa para utilização medicinal.

Segundo o ministro, os recursos para o desenvolvimento desse programa são de R$ 850 milhões e a construção do reator deverá atender à demanda de produção de insumos para medicina nuclear, além de ser utilizado para pesquisas nessa área. “A produção de energia nuclear para fins pacíficos é uma decisão da qual não abrimos mão”, disse o ministro.

A priorização de produção energética nuclear vai contra a maré mundial. Após o acidente com os reatores da usina nuclear de Fukushima, muitos países decidiram rever seus planejamentos e investir em outras alternativas, que não à nuclear.

Muitos grupos ambientalistas têm trabalhado em protestos que pedem a paralisação de projetos nesta área, como forma de evitar novos acidentes e desastres ambientais com enormes proporções, como aconteceu no Japão em 2011.

A Alemanha é uma das nações que levou a paralisação das usinas nucleares a sério. O país europeu já teve parte de suas plantas nucleares fechadas e pretende exterminar esses trabalhos até 2022. Mesmo que a energia nuclear seja aplicada para fins pacíficos, esta fonte energética ainda assim pode representam grandes riscos à população local e também às comunidades vizinhas às usinas.

Fonte: Ciclo Vivo 

Primeiro outdoor sustentável gera água potável a partir da umidade do ar



O outdoor possui um tanque com capacidade para armazenar cerca de 96 litros de água por dia

Imagine utilizar o poder de alcance da publicidade para ajudar e alertar as pessoas sobre as questões ambientais. Substituir a mensagem consumista dos outdoors por uma mais educativa e inovadora e que pode ser um passo na redução de um problema sério que muitos países estão enfrentando: a falta de água.

A Universidade de Tecnologia e Engenharia (UTEC) de Lima, capital do Peru, em parceria com a agência de publicidade Mayo, desenvolveu um outdoor que é capaz de gerar água potável a partir da umidade do ar.  Essa ideia surgiu por necessidade, porque mesmo com sua umidade atmosférica tendo médias em torno de 98%, a cidade é a segunda maior do mundo situada em um deserto e tem um problema sério com relação à falta de chuvas e à escassez de água potável.

O outdoor capta a umidade do ar e a leva para um filtro de carbono, onde há o processo de condensação, que leva a água para um reservatório. O mecanismo do outdoor realiza um sistema de osmose reversa e conta com a ajuda de cinco máquinas e um sistema eletrônico especial. Após todo esse processo, a água está pronta para ser consumida.

 
Esse tanque é capaz de armazenar 96 litros de água por dia. Depois de reunida, essa água é distribuída por uma torneira instalada na base da estrutura.  A comunidade de Lima e os turistas podem utilizar a água livremente.


Além de se tratar de uma campanha publicitária inovadora, ela também incentiva jovens a se aproximarem de estudos científicos que possam ser soluções para os problemas da realidade, já que a mensagem da peça fala sobre a inovação tecnológica produzida pela universidade. Em três meses de funcionamento, o outdoor já conseguiu gerar cerca de 9 mil litros de água.

A ideia dos criadores é de expandir o conceito desse outdoor para outras cidades, vilarejos e, quem sabe, para o mundo todo e assim conseguir amenizar a problemática da falta de água.

Veja o vídeo abaixo (em inglês) sobre o outdoor:



Imagens: Utec

Fonte: eCycle