sexta-feira, 12 de abril de 2013

Alemães produzem mesa de pebolim feita em papelão


A empresa alemã Pappkicker decidiu inovar o pebolim, tornando o tradicional jogo mais sustentável. A ideia surgiu a partir de um encontro inesperado entre um engenheiro mecânico e um designer industrial. A matéria-prima escolhida: o papelão.

A principal mudança presente no Kartoni, nome dado à criação, é o fato de ser inteiramente feita em papelão. À primeira vista pode parecer estranho, já que uma mesa de pebolim precisa ser muito resistente para suportar toda a animação de um jogo de futebol em uma mesa pode trazer. Mas, a empresa garante que a invenção funciona com a mesma eficiência das mesas tradicionais.

Uma das principais intenções do projeto era criar um tabuleiro de pebolim acessível a qualquer pessoa. Assim sendo, a matéria prima precisaria ser barata e oferecer outras praticidades, como a possibilidade de a mesa ser facilmente desmontada e transportada.


A ideia surgiu em novembro de 2011 e já em março de 2012 o primeiro protótipo estava pronto, atendendo a todas as expectativas e exterminando as dúvidas preexistentes sobre a sua funcionalidade.


Outra vantagem da Kartoni é o fato de os jogadores poderem ser personalizados. Quando o cliente adquire uma mesa, ele recebe também uma cartela com jogadores. Mas, a empresa oferece um aplicativo em que é possível montar o seu próprio time, imprimir os “atletas” e então iniciar a partida. O produto está à venda pelo site de empresa.


Fonte: Ciclo Vivo 

7 dicas para montar um guarda-roupa ecológico


A indústria da moda aos poucos está se voltando para os consumidores mais ecológicos. 

Atualmente, já existem pessoas nessa área especializadas em moda ecologicamente correta. É o caso dos profissionais que dão dicas sobre como montar um closet sustentável.

O objetivo é fazer com que as pessoas saibam aproveitar melhor o que já possui e completar o armário com peças realmente necessárias e fáceis de serem utilizadas.

Veja abaixo algumas sugestões ensinadas por Danielle Ferraz, consultora de imagem e expert em moda ecologicamente correta, ao portal Terra:

- Antes de qualquer coisa, analise suas medidas para ajudar na hora da escolha de roupas que, de fato, serão usadas.
- Invista nas peças básicas: camisetas, saias retas, calças de corte clássico e camisas de cores neutras.
- Cada peça exige um cuidado. Preste atenção nas indicações de lavagem e secagem da etiqueta.
- Observe as roupas que são pouco utilizada e veja se isso não acontece por falta de uma peça complementar. Por exemplo, roupas transparentes às vezes necessitam de um modelo de peça “segunda pele” para usar por baixo, já as blusas de alcinha e tomara-que-caia precisam de sutiã sem alça.
- Procure peças em brechós. Além de serem mais baratas, essas lojas fazem com que as peças circulem por mais tempo, reduzindo o impacto ambiental causado na confecção de novas roupas.
- Na hora de comprar bijuterias, opte pelas biojoias, que são acessórios feitos com matéria-prima natural.
- Não compre tudo que é tendência. Além de não ser ecológico, as chances da roupa ser deixada de lado é muito grande, uma vez que peças desse tipo são bem passageiras.

Fonte: Ciclo Vivo 

Luxo e lixo: uma união possível em eventos sustentáveis


Festa com reutilização de itens de decoração da aniversariante e painel feito de envelopes brancos que estavam esquecidos no fundo da gaveta
Fotos: Divulgação


Bolas, pratos, copos, embalagens de doces, sacolinhas. Todos estes itens descartáveis fazem parte de um típico cenário de uma festa. São centenas, quando não milhares, que no final acabam indo parar no lixo. 

Mas, como comemorar momentos especiais sem agredir o meio ambiente? A resposta está nos eventos sustentáveis.

A empresa carioca especializada em ornamentação de eventos sustentáveis, a Cortando o Sete, é um exemplo que é possível transformar eventos em aulas nada chatas de educação ambiental. Com apenas um ano de mercado, a idealizadora Mirella Santa Rosa, biomédica de formação, afirmou que mesmo ainda engatinhando já consegue expor bem o objetivo e diferencial da sua marca. Ela afirmou que o retorno é garantido, tanto financeiro quanto pessoal.

As festas organizadas pela Cortando o Sete, principalmente aniversários, não utilizam bolas ou bexigas de látex, já que estas viram lixo no final da festa. Além disso, são utilizadas flores da época, os doces são servidos em embalagens reutilizáveis e a decoração é marcada por reutilização de materiais. "Utilizamos do luxo ao lixo. Fazemos coisas lindas com uma simples caixa de papelão, lata de leite em pó, vidrinhos de conserva", contou.

Forminhas feitas com papel semente

Segundo Mirella, o destaque da sua marca está nos convites, lembrancinhas e forminhas feitos de papel semente, para que sejam plantados depois, e na Semente Mágica, que vem com palavras gravadas que ficam marcadas no caule da planta ao crescer. "Um ótimo jeito de encantar as crianças e fazê-las se encantar pela a Mãe Natureza", explicou a empresária.

Brigadeiro de colher servido em embalagem reutilizável

Ela contou ainda que um dos pontos importantes de uma festa sustentável é a possibilidade de educar os participantes sobre os benefícios da sustentabilidade. "Uma festa sustentável não é sinônimo de pobreza de detalhes ou de 'balela' para nos diferenciar no mercado, como já ouvi dizer. É claro que é um diferencial, mas prefiro dizer que é um ideal. Nós precisamos ter consciência de como nosso meio ambiente está sendo degradado a cada dia. Acredito que cada um pode fazer a sua parte em prol da educação ambiental".

Envelope em juta 100% natural e convite feito em papel semente


Não faltam dicas de como economizar recursos. "Nós damos várias dicas para todos que nos procuram, como fazer a festa de dia para que o consumo de energia seja menor", exemplificou.

Garrafinhas de água estão na moda, mas a empresa utiliza apenas a de eco PET, com PET proveniente da cana de açúcar

Para o futuro, Mirella explicou que tem o objetivo de resgatar as festas de antigamente. "Festas sem exageros, gastos absurdos, muitas das vezes feitas em casa, na garagem ou no quintal da vovó.

Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Salvem os mares!


O secretário-geral da ONU destacou o papel crítico desempenhado pelos oceanos para a saúde do planeta, a vida e a economia global
Foto: astique


A poluição, exploração, mudança climática e acidificação ameaçam a vida marinha, lembrou o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon. Ele pediu aos líderes mundiais que realizem ações mais fortes para proteger os mares do planeta durante conferência Altos Mares, Nosso Futuro!, realizada em Paris, no dia 11 de abril.

A mensagem do secretário-geral destacou o papel crítico desempenhado pelos oceanos para a saúde do planeta, a vida e a economia global. "Tanto pela situação de sobrepesca que existe em todos os mares, quanto pela situação de poluição que os oceanos recebem das áreas continentais e quanto pelos impactos das áreas das mudanças climáticas", afirmou Ki-moon à Radio ONU.

Ele destacou que "seja pelo aquecimento das águas superficiais, que estão destruindo os recifes de corais, seja pela maior incorporação de gás carbônico nas águas e que está aumentando a acidez dos oceanos. Isso também está destruindo a vida nos oceanos. São fatores que preocupam ainda mais, além da elevação do nível do mar nas áreas costeiras".

O secretário-geral citou o trabalho da Expedição Tara, que já viajou 70 mil milhas por todos os oceanos para investigar os efeitos do aquecimento global na biodiversidade e vida marinha, e ressaltou que o trabalho conjunto das Nações Unidas, governos, empresários e sociedade civil é essencial para a proteção dos mares.

Fonte: Ecodesenvolvimento.com

Presságio: Filha de Chico Mendes segue os passos do pai


"No começo achei que minha luta era para salvar a comunidade seringueira, depois a floresta, mas hoje percebo que minha luta é pra salvar a humanidade." - Chico Mendes



Palavras como essas do seringueiro, sindicalista, ativista ambiental e revolucionário brasileiro Francisco Alves Mendes Filho - o Chico Mendes -, não haviam mobilizado sua filha Elenira Mendes, de 28 anos, até meados de 2002, ano em que a primogênita teve conhecimento de uma foto dela, ainda recém-nascida, nos braços do pai. Fotografia cujo verso guardava a dedicatória que mudaria a sua vida: "És a vanguarda da esperança. Darás continuidade, um dia, à luta que teu pai não conseguirá vencer".

Atualmente, Elenira lembra a memória de seu pai, assassinado há 25 anos, com um ciclo de palestras que será realizado em todo o Brasil e que compõe a campanha Chico Mendes para Sempre. A primeira parada foi no Centro Universitário Jorge Amado, em Salvador, no dia 11 de abril, onde a ativista falou sobre a importância da preservação ambiental.

Também presidente do Instituto Chico Mendes, Elenira realiza ações de educação ambiental baseadas no legado deixado pelo seu pai, abordando formas de manter a Amazônia equilibrada e preservada, de forma que possibilite a integração entre o ser humano e o meio ambiente. Um dos trabalhos é o livro A História de Chiquinho, desenhado pelo cartunista Ziraldo Pinto, com foco em sustentabilidade.

"Temos a mania de jogar toda a responsabilidade para o poder público, mas temos que olhar para dentro de nós e nos enxergar como agentes transformadores. Se um seringueiro semianalfabeto conseguiu mudar a história do seu estado quando não haviam tantos recursos tecnológicos, por que não podemos fazer a diferença hoje?", provoca a ambientalista.

Em entrevista exclusiva ao EcoD, Elenira comentou sobre alguns assuntos que marcaram a trajetória de luta de Chico Mendes e que hoje estão mais presentes na sociedade.

Seringueiros: "Entre as décadas de 1960 e 1980, a luta dos seringueiros era para continuar em suas localidades extraindo o látex [leite da seringueira que produz a borracha]. Na verdade, esse foi o primeiro passo da luta do meu pai: resguardar o direito dos seringueiros de permanecer em suas locações e extrair o material responsável por sua sobrevivência".

Segundo a ambientalista, hoje os seringueiros que estavam morando na cidade voltaram para o seringal e continuam trabalhando com látex, mas agora, em condições melhores. A atividade no local ainda é forte.

Reserva extrativista: "Esse pode ser considerado o ponto X da luta de Chico Mendes. Ele lutou para que fossem criadas reservas extrativistas e hoje temos várias unidades de preservação permanente, sob os cuidados do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Ibama. A estratégia nasceu do coração dos seringueiros, no Acre, e hoje temos Áreas de Preservação Permanentes (APPs) espalhadas por todo o Brasil."

Assassinato de líderes extrativistas: Recentemente, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e a Secretaria de Diretos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) consideram justa a condenação dos executores dos líderes extrativistas José Claudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo da Silva, assassinados há dois anos no Pará.

Sobre o assunto, a ambientalista declarou que "essa é uma questão que ainda precisa melhorar muito no Brasil. Ainda há conflitos de terra em nosso país e a justiça precisa ser mais punitiva. É inadmissível que, após 25 anos da morte brutal de meu pai, repercutida no mundo inteiro, pessoas continuem sendo assassinadas por isso", desabafa.

Código Florestal: "O código aprovado tem várias deficiências, até mesmo maiores que o anterior. A redução das APPs e a anistia para os desmatadores, por exemplo, são duas das mudanças mais graves a meu ver. A questão financeira seria uma boa forma de punir essas pessoas, não poderíamos perder isso e foi o que aconteceu".

Usina Belo Monte: "Esse é um assunto delicado, pois trata de uma questão que tem sido muito discutida atualmente, que são as políticas públicas indo de encontro às comunidades tradicionais de base. As coisas estão sendo 'empurradas' sem uma consulta prévia à população. Isso precisa ser modificado".

Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Los Angeles ganha escola sustentável com fachada que produz energia solar



A fachada da Green Dot Animo é constituída por 650 painéis solares, responsáveis por 75% da eletricidade utilizada nas dependências da escola. | Foto: Divulgação

Construída recentemente em Los Angeles, a escola pública Green Dot Animo Leadership possui uma fachada totalmente composta por painéis solares. Além de usar energia renovável em larga escala, a instituição também vai mitigar as emissões de carbono – prometendo reduzir, por ano, uma quantidade equivalente à emitida por mais de mil automóveis.

A fachada da Green Dot Animo é constituída por 650 painéis solares, responsáveis por 75% da eletricidade utilizada nas dependências da escola. Assim, o colégio não é só um exemplo de arquitetura sustentável e geração fotovoltaica, mas também serve de modelo para a construção de escolas no mundo inteiro, principalmente nas regiões que recebem altas incidências de raios solares.

Outra importante ação desenvolvida pelo colégio em nome do meio ambiente é a criação de um programa de redução de emissões de carbono, que pretende mitigar, anualmente, até 1,36 milhão de quilos da propriedade que polui o ar – o equivalente à quantia produzida por mais de mil carros ao longo de um ano.

Além de ter uma eficiente estrutura para geração de energia fotovoltaica, a construção do colégio aproveita ao máximo a ventilação natural e a luz do sol, reduzindo o uso de ar condicionado e de iluminação nos ambientes. Os funcionários podem regular a intensidade da luz que entra no colégio. Nas partes externas em que a fachada do prédio não está revestida por painéis solares, foram instaladas telas que estimulam a interação dos alunos com o ambiente que cerca a escola. 

Com informações do InHabitat.

Fonte: CicloVivo

26 coisas que você pode reutilizar em casa



Dicas para você ter uma vida mais sustentável e saber reaproveitar materiais

Mesmo sendo muito importante, o processo de reciclagem utiliza energia, combustível e tempo de transporte dos caminhões que fazem a coleta do lixo nas residências para depois levar os resíduos às cooperativas e recicladores. Isso sem contar a energia das máquinas, o transporte do produto reciclado até as novas fabricas, etc. Todas essas tarefas são necessárias para mitigar os danos ambientais, mas também geram emissões que podem desequilibrar o efeito estufa, contribuindo para o aquecimento global. Por isso, antes de enviar um item para a reciclagem, é importantíssimo que ele tenha sido usado ao máximo. Com o prolongamento da vida útil do objetos por meio da reutilização, o processo de reciclagem se torna muito mais qualitativo.

O Portal eCycle mostra como reaproveitar diversos itens presentes no seu cotidiano:

1. Reutilize cobertores e toalhas. Caso você tenha animais, estique os cobertores e toalhas em um local onde eles possam sentar e dormir. As toalhas velhas também podem se tornar panos de chão;

2. As sementes de frutas e vegetais não precisam ir para o lixo. Plante-as no quintal ou em pequenos vasos e faça uma horta caseira;

3. Essa é para reutilizar a energia do calor. Em épocas frias, após utilizar o forno do fogão, deixe a porta do mesmo aberta para esquentar o ambiente, após desligá-lo;

4. A borra de café pode ser ótima aliada para o crescimento sadio de suas plantas. Confira mais dicas aqui;

5. A árvore de natal pode ser reutilizada a cada ano, mas também pode servir de habitat para os pássaros. Basta colocá-la na varanda de sua casa e esperar que os passarinhos se instalem nela (não pode ser árvore falsa);

6. Reutilize caixas de papelão e plástico bolha para acondicionar louças e itens frágeis quando for organizar uma mudança;

7. Aquele velho tapete pode ser restaurado e ganhar uma segunda vida. Existem lojas específicas que fazem esse trabalho;

8. Reutilize as sobras e cascas de alimentos e todo o material orgânico da sua casa fazendo a compostagem. Saiba o que não deve ir para a composteira e siga o passo-a-passo para aplicar essa técnica sustentável no seu dia-a-dia;

9. Reutilize embalagens de manteiga e margarina para guardar sobras de comida em geral;

10. Roupas velhas podem virar panos de limpeza. Também é possível transformar sua camiseta velha em uma bolsa sustentável;

11. Reutilize o recheio dos travesseiros e edredons velhos para fazer almofadas. Aproveite também para transformar as fronhas do travesseiro como trapos;

12. Guarde o papel de embrulho de algum presente recebido para usá-lo novamente quando for presentear alguém;

13. Utilize os jornais, revistas e outros produtos de papel para ajudar no transporte de itens frágeis;

14. Após as crianças brincarem em piscinas infantis montáveis, que não utilizam água clorada, reutilize a água para molhar plantas e arbustos;

15. Achou uma lata de tinta que já está há muito tempo no armário? Caso ela esteja dentro do prazo de validade, procure cômodos e objetos da sua casa que possam receber uma nova roupagem;

16. Recipientes de vidro com tampa podem servir para guardar sobras de comida ou acondicionarem um doce, como uma geleia;

17. Reaproveite sua escova de dentes na limpeza de lugares de difícil acesso (veja mais aqui);

18. Não sabe o que fazer com pães amanhecidos? Corte-os em fatias e leve-os ao forno para fazer uma deliciosa torrada. Também é possível picá-los e jogá-los no quintal para alimentar pássaros;

19. Com tampinhas de garrafa PET, é possível fazer o seu próprio jogo de damas, por exemplo. Basta amassá-las e coletar peças de duas cores diferentes;

20. Canudinhos plásticos devem ser evitados, mas caso você tenha alguns em casa, é possível transformá-los em miçangas, como mostra o vídeo;

21. Papel alumínio pode ser limpo com cuidado para poder acondicionar alimentos novamente;

22. CDs podem virar mosaicos, espelhos e outras coisas. Confira aqui;

23. As folhas secas, galhos e arbustos do seu quintal podem ser ótimos para a fertilização do solo;

24. O tubo de pasta de dentes pode se transformar num pequeno porta-moedas;

25. Cascas de frutos do mar podem ser quebradas para decorarem o jardim;

26. Tubos de papel higiênico podem servir para crianças fazerem artesanato ou até para brincarem de boliche, substituindo os pinos. Seu cachorro ou gato também pode gostar de brincar com eles.

Muitos desses itens, depois de reutilizados, podem ser reciclados. Clique aqui e saiba onde e como fazer a doação ou a reciclagem.

Fonte: eCycle

Isolante térmico feito com matéria-prima reciclada reduz em até 30% gasto de energia elétrica



O produto é resistente à proliferação de bactérias e fungos. | Foto: Divulgação

Assegurar conforto térmico, acústico e maior proteção contra vazamentos dos telhados é a proposta da manta isolante Alumisol Plus. O produto é uma boa alternativa para reduzir a conta de energia elétrica.

Compatível com diversos tipos de telhados e indicado para projetos residenciais e comerciais, o produto ameniza o ruído das chuvas que incidem diretamente sobre o telhado e isola termicamente, o que melhora o conforto dos habitantes e reduz o custo com refrigeração e aquecimento.

Produzida com lã de vidro obtida a partir de matérias-primas recicladas, película metalizada na face superior e laminado branco na face inferior, o produto é flexível e de fácil instalação.

A aplicação do produto eleva em 20% a eficiência térmica do ambiente em relação a uma cobertura sem aplicação do produto, o que pode resultar até 30% de economia na conta de energia elétrica, quando se utiliza sistema de climatização com um custo inferior a 5% sobre o custo total da cobertura.

O produto ainda é resistente à proliferação de bactérias e fungos, e inóspito a animais de pequeno porte como roedores e aves, evitando assim a formação de ninhos e possíveis incômodos com desratização e extermínio de pragas.

Vendido no varejo como home centers, lojas de material de construção e casas especializadas em coberturas e sobcoberturas, o produto foi desenvolvido pela empresa Isover, clique aqui para conhecer outras soluções em isolamento, para a Construção Civil, Industrial e Automobilístico.

Fonte: CicloVivo

Franceses transformarão fezes de pandas em energia



O zoológico Francês Beauval planeja transformar as fezes poderosas dos pandas em energia. Agora, o animal em extinção poderá ajudar a diminuir as contas de energia do zoológico

Em 2012, o zoológico trouxe dois pandas da China por aproximadamente 1 milhão de dólares por ano em um contrato de 10 anos de duração. Segundo os planos do estabelecimento, os pandas produzirão 25 kg de combustível por dia.

Os pandas comem 35 quilos de bambu em um dia e defecam aproximadamente 30 quilos por dia. Isso os torna os principais candidatos para esta iniciativa verde.

Tudo isso a partir de uma nova planta que será capaz de processar dejetos e transformá-los em energia. As plantas de processamento são usadas para purificar a matéria-prima do gás natural. A instalação custará 3 milhões de dólares e deverá ficar pronta em 2014.

A eletricidade será gerada pela queima de biogás coletado a partir de excrementos dos pandas, de outros animais e de resíduos orgânicos. A estimativa do zoológico é que a planta de processamento irá cortar custos de energia em 40%.

Nos últimos anos, os sistemas de biogás, que usam todos os tipos de resíduos orgânicos, ganharam força como uma alternativa de energia renovável nos Estados Unidos e na Europa, além de países em desenvolvimento.

Fonte: Planeta Sustentável

Egípcia de 16 anos transforma plástico em biocombustível



Tudo começou na sala de aula, quando a menina de 16 anos se viu indignada com a quantidade de plástico consumida no Egito. | Foto: Divulgação

Durante uma feira de ciências em Alexandria, uma adolescente apresentou uma nova tecnologia, capaz de transformar os polímeros do plástico em biocombustível. A inovação, que resultou de muitas pesquisas, pode resolver o problema do descarte inadequado de plásticos e ainda reduzir o uso de combustíveis fósseis.

Tudo começou na sala de aula, quando, indignada com a quantidade de plástico consumida em seu país, Azza Abdel Hamid Faiad realizou uma pesquisa para viabilizar a transformação do material sintético em biocombustível. Ao longo das experiências, a egípcia usou um catalisador para processar o plástico e transformá-lo em um combustível reciclado.

A substância utilizada pela estudante é a bentonita de cálcio, que tem o poder de quebrar os polímeros do plástico ao ser aquecida em altas temperaturas. Ao longo do processo, são liberados gases que transformam o material em etanol, matéria prima do biocombustível. Como resultado, a experiência realizada por Azza culminou em um combustível verde mais potente que os convencionais, podendo ser classificado pelos especialistas como superbiocombustível.

Até o momento, ainda não há uma data estimada para que o composto comece a ser fabricado em larga escala. No entanto, pesquisadores britânicos vêm aprimorando a tecnologia criada em Alexandria, que já rendeu vários prêmios internacionais para Azza.

O sucesso do biocombustível criado pela estudante surpreendeu muita gente ao redor do mundo, uma vez que o Egito passa por momentos sociopolíticos delicados, e ainda segue se reerguendo da ditadura do ex-presidente Hosni Mubarak. De acordo com a Siemens, a alternativa desenvolvida por Azza pode trazer lucros imensos para a indústria de biocombustíveis no futuro. 

Com informações do Green Prophet.

Fonte: CicloVivo

Festival de cinema ambiental tem sessões gratuitas em São Paulo



Memorial da América Latina apresenta filmes nacionais e internacionais ligados à temática

Comemorando 20 anos de existência, o Festival Internacionalde Cinema Ambiental e Direitos Humanos (Ecocine), abre ao público uma mostra retrospectiva de filmes nacionais e internacionais que se ligam à temática, no Memorial da América Latina, em São Paulo, até o dia 13 de abril.

Entre os principais destaques estão os longas “Xingu”, de Cao Hamburguer, “Serra da Desordem”, de Andrea Tonacci e “Vlado 30 anos depois”, de João Baptista de Andrade, além da exibição do piloto do curta “Rua!”, de Ariane Porto, que será seguido de debates coordenados pela própria diretora e pela professora Lilian Amaral. Neste ano, o festival não será competitivo e contará também com diversos curtas-metragens.

O Memorial da América Latina fica localizado na av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, na Barra Funda, em São Paulo. Todas as sessões são gratuitas ao público. Para conferir a programação completa e ter mais informações sobre o festival, acesse o site oficial do evento.

Origem

A Conferência Mundial do Meio Ambiente ocorrida no Rio de Janeiro, em 1992, e que ficou conhecida como ECO 92, alertou o planeta sobre a necessidade de repensar os hábitos de consumo e a relação com o meio ambiente. No litoral paulista, um grupo teve a iniciativa de criar um canal para o estreitamento do público com a temática. Surgiu então Ecocine, que, 20 anos depois, realiza sua 21ª edição.

Fonte: eCycle

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Líder indígena brasileiro é premiado 'Herói da Floresta' pela ONU


O líder indígena da tribo Paiter-Surui, de Rondônia, no norte do Brasil, recebe nesta quarta-feira (10) o prêmio Herói da Floresta. Almir Narayamoga é o vencedor para a América Latina e Caribe, pelo trabalho que tem feito em prol de sua comunidade e da proteção da floresta Amazônica.

A premiação ocorre durante a 10ª sessão do Fórum sobre Florestas das Nações Unidas, em Istambul, na Turquia. Os outros Heróis da Floresta vêm dos Estados Unidos, de Ruanda, da Tailândia e da Turquia.

O indígena brasileiro conseguiu negociar com o governo a construção de escolas e postos de saúde para o povo Surui. Com o Banco Mundial, Almir Narayamoga conquistou a reforma de um programa de desenvolvimento, para que grupos indígenas pudessem ser beneficiados.

Em Istambul, o líder indígena explicou a jornalistas que sua comunidade começou a sofrer extinção após o primeiro contato com não-indígenas, ainda em 1968.

"Meu povo foi reduzido de 5.000 para 292 pessoas. Então, quando me tornei, aos 17 anos, líder do povo Surui, eu comecei a diagnosticar como eu poderia buscar soluções [para problemas] enfrentados pelo meu povo."

O "Herói da Floresta" também criou um plano de 50 anos para a conservação em larga escala da Amazônia.

"Um instrumento importante é diálogo, consciência, respeito e valor da cultura e da floresta. Não estou dizendo que a floresta tem que ser intocável, mas tem que ser usada com responsabilidade, com respeito e com estratégia."

Narayamoga lembra que a preservação é importante porque as florestas trazem equilíbrio climático. O líder Surui conseguiu uma parceria com o Google Earth para que os indígenas aprendessem a usar a tecnologia digital e, assim, monitorar e mapear a floresta onde vivem.

Fonte: Uol.com 

Agricultores constroem fossa que não contamina o meio ambiente em AL


Agricultores agroecológicos de uma comunidade da zona rural de Pão de Açúcar, no Sertão de Alagoas, constroem fossas que não contaminam o meio ambiente. A iniciativa é de produtores rurais agroecológicos do Sítio Terra Firme, na zona rural do município.

Com a orientação de um consultor do Sebrae, a fossa biodigestora dispensa a utilização de laje e cimento em sua construção. Ela é feita com material reaproveitado, como pneus velhos, canos e cascalho, e leva dois dias para ficar pronta.

Segundo o consultor Walter Sandes, a fossa utiliza pneus que servem como uma tubulação por onde os dejetos passam. “Começamos fazendo uma bacia de cimento e a impermeabilizamos, depois, colocamos os materiais reaproveitados, como pedras e entulhos”, explica.

Ao invés de contaminar o solo, os dejetos concentrados na parte inferior da fossa se transformam naturalmente em adubo orgânico, limpando a terra e contribuindo para o desenvolvimento das plantas na parte superior do solo.

Sandes explica que a água dos dejetos que vai para a fossa é absorvida pelas raízes das plantas. O calor do sol transforma a água em vapor e a libera para a atmosfera em um processo chamado de evapotranspiração.

Os produtores também foram orientados a construir um banheiro ecológico, onde as paredes não são de tijolos, mas sim, revestidas com sacos de areia empilhados e rebocados com cimento. “A propriedade não tinha banheiro, então decidimos fazer um. É uma construção muito barata”, explica o consultor.

Os produtores da comunidade são adeptos da agroecologia, método de produção agrícola que visa a preservação dos recursos naturais, buscando a segurança alimentar. A novidade agradou porque não prejudica o meio ambiente.

O presidente da associação de produtores da região, José Antônio, conta que a novidade casou com a filosofia empregada pela associação. “Gostei muito dessa possibilidade de não poluir o solo”, conta.

Esta foi a primeira fossa biodigestora e o primeiro banheiro ecológico construídos na comunidade. Uma idéia que deve ser difundida pelas outras propriedades. “Hoje se precisar fazer uma igual no meu terreno eu já sei fazer”, explica a produtora agroecológica Maria José Góes da Silva.

A consultora Sonia Onuki explica que havia uma necessidade no local por não existir saneamento básico. “Hoje eles tem um espaço onde podem ir com mais tranquilidade, sabendo que os dejetos não vão poluir a terra e o rio”.

A implantação da fossa biodigestora também deve ajudar os produtores a conquistar um certificado do ministério da agricultura, o que possibilita a comercialização dos alimentos que produzem. “Com isso eles não recebem um celo propriamente dito, mas ficam certificados pelo ministério e aptos à comercialização do produto orgânico”, informa o engenheiro agrônomo Leandro Benatto.

Outro método

Na comunidade Sítio Terra Firme, o método Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (Pais) foi adotado. Ele é um processo de incentivo à agricultura familiar na produção de alimentos saudáveis sem o uso de produtos químicos, aproveitando as potencialidades do solo e das pequenas áreas de terra, por meio de plantios consorciados de diferentes culturas.

A gestora do Pais, Ana Carolina Ávila, explica que o modelo é sistematizado e de baixo custo que faz a junção da produção vegetal com a animal.

A propriedade de João Carlos é um exemplo, em um pequeno pedaço de terra ele planta hortaliças e pés de frutas. A sombra dos mamoeiros serve para proteger a horta do sol e do vento e com a sobra do que produz, ele alimenta as aves. A propriedade é irrigada com água do rio São Francisco, para cada unidade do Pais instalada, o produtor recebe um kit de irrigação por gotejamento, telas, arames, mudas de hortaliças e algumas aves.

Fonte: Globo.com 

Carregador solar gera energia ao entrar em contato com o vidro



Flexível, o carregador converte a luz em eletricidade por meio de uma ventosa, que adere facilmente a portas e janelas translúcidas. | Foto: Divulgação

Um carregador solar portátil ganhou destaque em um dos maiores sites internacionais de venda de inovações tecnológicas: batizado de Ray, o dispositivo possui uma ventosa que absorve as células solares encontradas nos vidros das janelas. A tecnologia pode ser aplicada em casa, no carro e até dentro dos aviões.

O carregador movido a energia solar não é uma invenção tão recente assim, mas o diferencial do dispositivo, criado por uma empresa independente, é conseguir transformar em eletricidade os raios de sol que incidem diretamente sobre qualquer tipo de vidro.

Flexível, o carregador converte a luz em eletricidade por meio de uma ventosa, que adere facilmente a portas e janelas translúcidas. Além disso, o Ray também vem com um suporte de apoio, que permite o direcionamento do aparelho para a parte do vidro em que os raios solares batem com mais intensidade naquele momento.

A energia é enviada para o gadget por meio de um cabo USB, que encaixa no suporte do carregador. Sendo assim, o dispositivo pode ser utilizado não só por celulares, mas também por tablets, notebooks e tocadores de mp3.

Nos últimos tempos, com o aumento das pesquisas em tecnologia verde e sustentabilidade, foram criados muitos carregadores que utilizam energias renováveis, porém nem todos os que se apropriam de energia solar têm sistemas aprimorados e podem ser usados de maneira versátil, diferentemente do Ray.

O site Quirky já comercializa o carregador sustentável, que pode ser adquirido por R$ 80 cada unidade. No entanto, um acordo estabelecido entre o site de vendas e o fabricante do Ray afirma que o dispositivo só entrará em produção depois que forem registradas duas mil encomendas na internet. 

Com informações do Greensavers.

Fonte: CicloVivo

Veja cinco formas de reaproveitar garrafas PET


1. Porta-lápis



Essa dica é para ter em cima da escrivaninha ou mesa de trabalho um porta-lápis com design sustentável, que qualquer um pode fazer. Você vai usar a base e a parte superior de uma garrafa, e o “bico” de várias outras garrafas. O vídeo abaixo mostra direitinho como fazer:




2. Puff

Garrafas PET, papelão, durex, cola e espuma são os itens necessários para colocar o seu lado “decorador” para trabalhar. Com um pouco de habilidade, é possível fazer um “móvel” com cores diferentes e aproveitando retalhos de tecidos. O vídeo abaixo mostra o passo-a-passo para fazer o puff:



  3. Porta-trecos


Você vai precisar de dois fundos de garrafa PET cortados, um zíper de 20 centímetros e fio de nylon. O tutorial (em inglês) está disponível neste link. Mas pelas imagens já dá pra ter uma boa ideia de como fazer.
Ao final da página do link, há uma marcação chamada “construção auxiliar”. Ela vem com as marquinhas para auxiliar na costura do zíper na garrafa PET.
Após cortar os fundos das garrafas, cole o papel auxiliar com um durex e costure o zíper na PET. Depois de pronto, é só tirar o papel auxiliar.
A dica é não costurar toda a circunferência de uma vez. Antes, é importante “ajustar” o zíper de cima com o de baixo para terminar a costura.

A invenção é da designer Zitta Schnitt.

4. Luminária


A ideia é fazer uma luminária com garrafa PET e palha de milho – o que dá um efeito aconchegante para o ambiente. Além da garrafa PET, você vai precisar de palha de milho, cola branca, pincel, tesoura, estilete e base com soquete para lâmpada. A base pode ser feita por um marceneiro ou comprada em lojas de artigos para casa.
Uma dica importante é não usar lâmpada comum (incandescente), pois ela esquenta muito e pode derreter o plástico se usada por muito tempo. Opte pelas fluorescentes.

O passo-a-passo pode ser visto aqui.

5. Camisetas de PET


As garrafas também podem ser transformadas em fibras usadas na fabricação de roupas. A marca Camiseta Feita de PET é expert nesse processo.
Primeiro, as garrafas são lavadas e separadas por cores (para a indústria têxtil, são usadas apenas as garrafas sem cor). A PET é moída, fundida a 300ºC e filtrada para a retirada de impurezas.
Após a segunda fusão, o material derretido passa por uma máquina que o transforma em filamentos. “O resultado é uma fibra 20% mais fina que o algodão”, diz o site da empresa. As fibras são transformadas em fios de poliéster. A malha é produzida com 50% algodão e 50% poliéster.

Para conhecer mais (e comprar) veja aqui.

Fonte: Super Interessante


Em um ano, família produz apenas um pote de lixo. Você conseguiria?



Foto: Arquivo pessoal

365 dias e, apenas, um pote de lixo em casa. Você seria capaz de praticamente zerar sua produção de resíduos? Incentivada pela mãe Bea, a família Johnson, de classe média alta, encarou o desafio e não só conseguiu cumpri-lo, como recomenda que outras famílias façam o mesmo. Você se arriscaria?

Segundo Bea – que já lançou até um livro, o Zero Waste Home, para inspirar outras pessoas a reduzir drasticamente sua produção doméstica de lixo – o segredo é adotar a filosofia dos cinco Rs: recusar, reduzir, reutilizar, reciclar e compostar (rot, em inglês). Duvida? Há três anos, os Johnson vivem dessa maneira – e, pelo menos para eles, a tática funciona muito bem.

Entre outras atitudes, os alimentos da família são todos comprados a granel – e carregados em recipientes levados por eles mesmos ao mercado –, as contas são todas recebidas via e-mail para evitar o papel e os produtos de limpeza e higiene são feitos de forma caseira, dispensando embalagens descartáveis – Bea faz até sua própria maquiagem em casa, acredita? Reduzindo a produção de resíduos, reciclar, reutilizar e compostar fica muito mais fácil, garantem eles.

A aventura dos Johnson rumo ao Zero Waste (ou Desperdício Zero, em português) começou há dez anos: pai, mãe e dois filhos viviam, confortavelmente, em uma região nobre da Califórnia, carregando felizes para fora de casa os cerca de mil quilos de resíduos (!) que os americanos produzem, em média, todos os anos. Mas, apesar da vida de Barbie que levava, Bea não estava feliz. Sentindo-se aprisionada a uma vida artificial, ela propôs que a família mudasse para uma casa menor e foi aí que tudo começou.

Para se acomodar no novo lar, os Johnson tiveram que se desfazer de 80% dos seus pertences. No começo não foi fácil, mas quando aprendeu a se desapegar das coisas, a família achou incrível a sensação de se dedicar mais às pessoas e menos aos objetos e decidiu, então, embarcar no desafio Zero Waste Home, que recomeça a cada ano. E eles não pretendem parar tão cedo!

No início, o pai, Scott, não gostou muito da aventura, mas ele mudou de ideia quando fez as contas no papel e descobriu que a “brincadeira” tinha reduzido os gastos anuais da casa em 40%. E aí, animou?

Fonte: Super Interessante