quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Aprenda a decorar reutilizando caixas de ovos


Caixas de ovos são itens bastante comuns em quase todas as cozinhas. No entanto, elas perdem a sua utilidade original com muita facilidade e logo é descartada.



A sugestão separada pelo CicloVivo foi publicada inicialmente no site Krokotak e consiste em aproveitar a caixa para fazer um quadro de coração. Neste caso, o ideal é que todos os quadrados sejam cortados na mesma medida. Para fazer um quadrinho pequeno será preciso 12 quadrados.

Os outros materiais necessários são: uma pequena placa de papelão, tinta e cola branca ou cola quente. Com todos os cortes em mãos, basta dispô-los no formato correto sobre o papelão e depois colá-los. Espere a cola seca, para que estejam bem fixos, e pinte-os com as cores desejadas. É preciso ter cuidado para pintar todos os vão, sem deixar muito excesso para que a tinta não escorra quando o quadrinho for pendurado na parede.


Para finalizar, é possível pintar as margens com cores diferentes ou aproveitar sobras de papel, tecido ou E.V.A. para destacá-la.


Fonte: Ciclo Vivo 

Gelo no Ártico aumentou 50% em relação a 2012


Durante a temporada de outono no hemisfério norte, um satélite da Agência Espacial Europeia (ESA) monitorou o Oceano Ártico e detectou um aumento de 50% no volume de gelo marinho em relação ao ano passado. Chamado de Cryosat, o equipamento verificou que o mar de gelo do Ártico media cerca de 9.000 quilômetros cúbicos nos últimos meses de outono, contra os 6.000 quilômetros cúbicos registrados ano passado.

Embora a observação tenha revelado bons resultados em comparação ao ano anterior, a ESA destacou que os dados não indicam uma inversão da tendência do aquecimento global. Mesmo assim, o cenário é bem mais positivo do que na medição anterior, quando, devido a um degelo recorde, o gelo do Ártico registrou sua menor extensão desde quando tiveram início as observações.

Entre 1980 a 1989, o gelo marinho no Ártico nestes mesmos meses chegava a medir 20.000 quilômetros cúbicos. Naquela época, começavam a ganhar força os primeiros movimentos em nome do desenvolvimento sustentável, em meio à globalização excessiva e ao intenso processo de industrialização, sobretudo nos países em desenvolvimento.

De acordo com a INFO, o satélite CryoSat foi lançado em 2010 pela ESA, com o objetivo de obter informações sobre o gelo marinho no Oceano Ártico – como extensão, espessura e outras propriedades relacionadas a estas formações glaciares. A Agência Espacial Europeia vem desenvolvendo diversas importantes pesquisas na área de meio ambiente: recentemente, os cientistas da ESA descobriram que o terremoto que deu origem ao tsunami causador do acidente nuclear de Fukushima alterou a gravidade da Terra. 


Fonte: Ciclo Vivo 

Resíduos são usados para produzir biocombustível no Canadá


Restos de madeira, plásticos, tecidos antigos e resíduos não recicláveis vêm sendo utilizados na produção de biocombustíveis, no Canadá. Os responsáveis pela nova tecnologia são os cientistas da empresa Enerkem, que, além de colaborarem para a menor queima de recursos fósseis, também encontraram uma forma inteligente de aproveitar boa parte dos resíduos produzidos nas grandes cidades.

Nos laboratórios da empresa, a equipe descobriu que a nova tecnologia que utiliza os resíduos é mais viável que a produção de combustível convencional, gastando menos dinheiro e menos energia nos processos de elaboração. De acordo com o site Vida Más Verde, a produção já foi patenteada e não expõe a riscos de contaminação nem o meio ambiente, nem o pessoal envolvido nos processos.

Com o sucesso da transformação dos resíduos, a expectativa é que, nos próximos dois anos, três novas unidades de transformação sejam construídas – duas no Canadá e uma nos EUA, no estado do Mississipi. Segundo os representantes da empresa, cada fábrica tem capacidade para gerar mais de 10 milhões de galões de biocombustíveis todos os anos. Assim, com a produção seguindo a todo vapor, será possível suprir cerca de 10% da demanda de combustíveis nos EUA.

O biocombustível elaborado com resíduos tem a mesma eficiência dos convencionais, sem utilizar petróleo ao longo do processo. Vários materiais encontrados no lixo servem de recurso para a produção do insumo, exceto peças de metal, vidro e pedras. A Enerkem também está em busca de profissionais para atuarem em Québec e na cidade de Alberta.


Fonte: Ciclo Vivo 

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Leis para enfrentar mudanças climáticas são aprovadas em 15 estados


Leis que definem instrumentos para enfrentar as mudanças climáticas já foram aprovadas em 15 estados brasileiros, mostra a pesquisa O Desafio da Harmonização das Políticas Públicas de Mudanças Climáticas, divulgada na última terça-feira, 17 de dezembro.

As normas antecipam muitos pontos que estão apenas em discussão no plano federal, explica a pesquisadora do Núcleo de Economia Socioambiental da Universidade de São Paulo (USP), Juliana Speranza. "Há avanços, tem uma massa crítica de como se pensa a política, até os instrumentos, marcos regulatórios que são criados, anteriores ao que o governo federal agora vem discutir", enfatiza.

O levantamento foi lançado pelo Fórum Clima, que reúne o Fórum Amazônia Sustentável, o Instituto Ethos e a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

Destaques

Entre os destaques da pesquisa estão os estados do Amazonas, Acre e de Mato Grosso, que implementaram sistemas de remuneração para evitar o desmatamento. O Amazonas tem em sua política de mudanças climáticas mecanismos de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (Redd+) e de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). Em 2013, o estado de Mato Grosso criou o marco regulatório para o Redd+, enquanto o Acre tem, desde 2010, legislação que prevê o PSA.

"Nos estados da Amazônia, sempre houve uma preocupação com a questão do desmatamento, você tem a sociedade civil ali muito presente e é natural que tenham emergido iniciativas de políticas estaduais", explica. A pesquisadora lembrou que um programa nacional de PSA, que remunere proprietários de terra por conservar recursos naturais, está sendo discutido no Senado.

Metas

As metas de redução de emissões de gases são realidade em São Paulo, no Rio de Janeiro e na Paraíba. Na avaliação de Juliana, ações como essas acabam ajudando o país a diminuir os níveis de poluição. "Se os estados começam a ter uma agenda doméstica, que está gerenciando essas emissões e assumem um compromisso de que lá na frente, em uma data X, tem que reduzir tantos por cento [as emissões], isso ajuda na conta que a gente tem para o Brasil como um todo", acrescentou.

Além dos efeitos concretos, as políticas estaduais trazem, segundo a pesquisadora, determinados temas para a pauta nacional e também funcionam como experiência prática das medidas. "Os estados têm um universo de instrumentos de políticas públicas que já ocorrem em seu território e agora, em nível federal, você acaba bebendo um pouco na fonte desses estados".

A especialista chama a atenção, no entanto, para a necessidade de coordenação das ações para obter melhores resultados. "Existe a necessidade de que, em nível nacional, você coordene um pouco as iniciativas, senão cada estado vai fazer da sua forma e você vai ter problemas de harmonização de metodologia, de parâmetros", destacou Juliana sobre a necessidade de padrões de medidas e normas. A pesquisadora destaca que a falta de uma regulação unificada pode complicar, por exemplo, a situação de empresas que atuam em mais de um estado.

Por Agência Brasil


Fonte: Ecodesenvolvimento.com 

Luminária que utiliza raios solares é mais sustentável que o LED

A empresa norte-americana SunCentral desenvolveu uma luminária solar inteligente para dispensar o uso das lâmpadas nos ambientes internos durante o dia. Chamado de SunBeamer Skylight, o equipamento é composto por lâminas espelhadas, que não só refletem a luz naturalmente recebida, como também seguem a trajetória do sol para aumentar a eficiência da iluminação.



Com objetivo de diminuir o consumo de energia nas construções, gerando benefícios ambientais e econômicos, o objeto foi projetado para ser instalado em edifícios, residências e estabelecimentos comerciais. Embora seja baseado no simples conceito das claraboias, o SunBeamer tem um complexo funcionamento, que levou um bom tempo para ser desenvolvido: composta por lâminas refletoras, a luminária solar consegue seguir a trajetória do sol ao longo do dia, orientada por um GPS instalado no objeto.


Assim, diferentemente das claraboias convencionais, o SunBeamer regula e estabiliza a entrada de luz nos cômodos, independente da posição do sol. “Queremos iluminação natural, mas o problema das claraboias convencionais é que elas criam pontos de luz que se movem. Nós queremos usar a luminária solar porque não importa a posição do sol, nós podemos produzir iluminação de maneira equilibrada, projetá-la onde for preciso e direcionar a luz ao teto”, explicou ao InHabitat o especialista em eficiência energética Peter Busby.


Com gastos nulos após a compra, a luminária solar mais sustentável que o LED ainda pode ser colocada nos andares térreos para fornecer luz a pisos subterrâneos, dispensando o uso de lâmpadas nestes ambientes, que pouco recebem a luz do sol. De acordo com os criadores, as luminárias solares de maior tamanho são muito eficientes, podendo ser instaladas na parte superior dos prédios para fornecer iluminação até mesmo para as calçadas.


A SunBeam está disponível em três tamanhos, sendo que a menor versão tem 67 centímetros e seu desempenho é maior com a instalação de mais luminárias solares, formando uma rede capaz de iluminar naturalmente os ambientes. A instalação é rápida e feita numa placa de vidro que vai no teto das construções, que passam a reduzir significativamente o consumo de energia. De acordo com os especialistas, a iluminação é o segundo maior ponto de consumo nas residências, atrás apenas dos eletrodomésticos ligados nas tomadas. O produto está disponível para vendas apenas nos EUA.


Fonte: Ciclo Vivo 

Chico Mendes é declarado patrono do meio ambiente brasileiro


Foi sancionada no dia 16, pela presidenta Dilma Rousseff, a lei que torna Chico Mendes patrono do meio ambiente do Brasil. O líder seringueiro, morto há 25 anos, ficou conhecido internacionalmente por sua luta em favor da categoria, cujos meios de subsistência dependiam da preservação da floresta e suas seringueiras nativas.

Nesta segunda-feira, haverá sessão solene no Congresso Nacional em memória dos 25 anos da morte do líder seringueiro.  O evento ocorrerá às 11h, no plenário do Senado.

Biografia

Filho do migrante cearense, Francisco Alves Mendes e de Maria Rita Mendes, começou no ofício de seringueiro ainda criança, acompanhando o pai em excursões pela mata. Só aprendeu a ler aos 20 anos, já que na maioria dos seringais não havia escolas, nem os proprietários de terras tinham intenção de criá-las em suas propriedades.


Iniciou a vida de líder sindical em 1975, como secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Brasiléia e participou ativamente das lutas dos seringueiros para impedir o desmatamento através dos "empates" - manifestações pacíficas em que os seringueiros protegem as árvores com seus próprios corpos. Organizava também várias ações em defesa da posse da terra pelos habitantes nativos.

Chico Mendes formou uma aliança entre sua gente e os índios amazônicos, o que persuadiu o governo a criar reservas florestais para a colheita não predatória de produtos como o látex e a castanha do pará.


A proposta "União dos Povos da Floresta" em defesa da Floresta Amazônica buscava unir os interesses dos indígenas, seringueiros, castanheiros, pequenos pescadores, quebradeiras de coco babaçu e populações ribeirinhas, através da criação de reservas extrativistas. Essas reservas preservam as áreas indígenas e a floresta, além de ser um instrumento da reforma agrária desejada pelos seringueiros.

Chico Mendes foi assassinado a tiros, no quintal de sua casa, em Xapuri, no Acre, no dia 22 de dezembro de 1988, uma semana depois de completar 44 anos. Chico anunciou que seria morto em função de sua intensa luta pela preservação da Amazônia e buscou proteção, mas as autoridades e a imprensa não deram atenção.


Fonte: Ciclo Vivo 

Prefeitura fará parceria com catadores para aumentar reciclagem em SP

O prefeito Fernando Haddad (PT) anunciou nesta quarta-feira, 18, que adotará um modelo de parceria com os 2 mil catadores da capital para multiplicar por dez a capacidade de reciclagem de resíduos sólidos na capital até 2016 com triagem mecanizada. Além disso, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fará um investimento de R$ 40 milhões a fundo perdido para as centrais de triagem da cidade.
Os catadores de São Paulo temem que os novos centros de processamento automático diminuam a sua fonte de renda, já que precisam de menos trabalhadores. Hoje, São Paulo recicla 1% dos resíduos sólidos. Com os novos centros, a perspectiva da Prefeitura é atingir a meta de 10% do material descartado.
A Prefeitura agendará reunião com os trabalhadores em janeiro, antes da inauguração de dois novos centros de processamento mecanizado na capital, em maio. Cada um deles tem a capacidade dos 20 centros manuais em funcionamento na cidade. A previsão que sejam instalados quatro novo centros para expandir a capacidade de processamento até 2016. " A meta para 2016 já está quase contratada", afirmou Haddad.
O anúncio do prefeito foi feito na abertura do Expocatadores na manhã desta quarta, no Centro de Exposições Anhembi. "A mecanização não é para substituir, é para aumentar a renda e incluir mais pessoas nesse setor", afirmou o prefeito.

Fonte: Estadão.com