quinta-feira, 17 de maio de 2012

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Atitude Sustentável


Carol Barreto viu nos resíduos uma  possibilidade de negocio, inquieta com a quantidade de lixo que geramos  todos os dias,  começou a imaginar de que maneira poderia  transformar todo o lixo que separava, já trabalhava na confecção de bijuterias  e resolveu reutilizar esses matérias. A marca Ecojoia traz a preocupação com a sustentabilidade  do produto final até a embalagem, contribuindo para a conscientização do consumo sustentável e responsável.



Fonte: carolbiju.blogspot

terça-feira, 15 de maio de 2012

Projeto da ABES-SP, em parceria com entidades, viabiliza veículos para coleta de óleo de cozinha


A partir de agora os catadores de materiais recicláveis poderão começar a coletar, também, óleo de cozinha nas residências da capital paulista. Em abril deste ano, eles irão testar um protótipo de carrinho e um triciclo, adaptados para o transporte desse tipo de material.

O modelo do carrinho possui compartimento para a colocação de duas bombonas – recipientes plásticos – para o armazenamento do óleo e pode transportar 60 litros. O triciclo tem capacidade para a colocação de seis bombonas e assim transportar até 180 litros de óleo residual. 

O projeto para a criação dos carrinhos de coleta de óleo foi desenvolvido pela ABES-SP – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, com o patrocínio da Sabesp – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, e com a FEI – Faculdade de Engenharia Industrial, responsável pelo desenvolvimento técnico do protótipo através de sua empresa Jr. FEI.

Delaine Romano, da ABES-SP, coordenadora para projetos envolvendo catadores, relata que o projeto foi inteiramente pensado para atender a demanda dos trabalhadores. “Fizemos uma pesquisa com os próprios catadores e as orientações para atender as necessidades deles foram seguidas à risca”, conta.

Ela informa que o objetivo é tornar viável tanto a coleta como o transporte do material e, por isso, envolve as experiências de todas as entidades envolvidas. “A Sabesp atua como parceira neste projeto para combater a questão do descarte incorreto de óleo, que é um problema muito sério. Muita gente ainda joga a substância na pia da cozinha e, consequentemente, obstrui a rede de esgoto”, explica Delaine.

Marcelo Morgado, assessor de Meio Ambiente da Sabesp, explica que a ideia para viabilizar o carrinho surgiu da necessidade de unir esforços para resolver essa questão. “Além disso, o projeto tem o cunho social, pois irá ajudar na locomoção dos catadores e no transporte de material, e tem também o viés ambiental, uma vez que irá ajudar na conservação do meio ambiente”, observa.

Segundo ele, a capital tem, em média, 77.500 obstruções por ano na rede de esgoto, que geram cerca de 3.000 m³ de resíduo descartado em aterros e estações de tratamento. “Para a Sabesp, é importante reduzir a quantidade de óleo que chega à rede, pois ele também funciona como aglutinante de objetos que as pessoas não deveriam jogar nos vasos sanitários, como barbeadores descartáveis e preservativos”, diz Marcelo. Segundo dados da Sabesp, um litro de óleo de fritura polui mais de 25 mil litros de água.

Filipe Brasizza, diretor do Departamento de Projetos da Júnior FEI – responsável pelo desenvolvimento do protótipo, explica que uma das coisas que mais chamou a atenção neste projeto foi o apelo social. “Através do processo de montagem, conhecemos a rotina de trabalho dos catadores e fizemos uma enquete com perguntas, como quantidade de peso carregada e horas trabalhadas manuseando o carrinho. Através disso, tivemos a noção de como atender essas necessidades”, conta.

O projeto foi supervisionado pelo consultor sênior e professor de mecânica, Renato Marques, e pelos consultores da Júnior FEI, Marcelo Targa e Diego David, que fizeram os cálculos e simulações em softwares.

Brasizza explica, ainda, que após realizar a construção e acompanhamento de montagem do protótipo, atualmente o enfoque é acompanhar a utilização do carrinho e fazer pesquisas para ver a melhora na performance dos trabalhadores. “A FEI é voltada para projetos com apelo social e esse processo vai agregar muito para adotarmos, inclusive, como extensão curricular”, relata.

Segundo Morgado, da Sabesp, outros protótipos de carrinhos de coleta de óleo estão sendo desenvolvidos no momento por alunos de Engenharia do Centro Universitário da FEI.
De acordo com Delaine, da ABES-SP, os catadores deverão percorrer o bairro da Lapa, na zona oeste de São Paulo e região do Glicério na zona central da cidade, para testar os veículos. Marcelo, por sua vez, destaca que a intenção do projeto é encontrar patrocinadores que comprem os carrinhos para os catadores, que poderão vender o óleo para empresas que o reciclam para a produção de biodiesel e sabão.

Além disso, o objetivo da ação, de acordo com Delaine, que também passou a assumir esta semana a coordenadoria do Fórum Lixo e Cidadania do Estado de São Paulo – que tem secretaria executiva na ABES-SP, é fazer com que a reciclagem de óleo de cozinha seja ampliada. “É um material que todos possuem em casa e não pode ser descartado de forma inadequada, porque prejudica muito o meio ambiente”, relata. De acordo com ela, o principal ponto deste projeto da ABES-SP é dignificar o trabalho do catador na capital paulista.

Os tipos de consumidores verdes

Recente pesquisa, divulgada pela Ipsos, mostra que quatro em cada dez americanos estão dispostos a pagar mais por produtos menos ofensivos ao meio ambiente. O levantamento revela ainda que 34% das pessoas não ligam para a procedência do produto na hora da compra.

Compreender os novos comportamentos de compra dos chamados consumidores verdes tem sido, há alguns anos, tarefa das mais inquietantes. o que pensam, o que buscam, e o que escolhem, são os questionamentos que podem mapear não só as preferências, mas também o que pode fazê-los, por exemplo, optar por determinada marca, mesmo que outra ofereça produtos similares. Qual o grau de percepção que os consumidores têm do tema? Como decidem?

Traçar os perfis de consumidores verdes não é novidade, um estudo da Roper Starch Worldwide e da Green Gauge, de 1997, distingue cinco tipos, do mais ao menos verde, definindo-os de acordo com sua postura em relação ao meio ambiente e também diferenciando-os sobre até quanto estariam dispostos a pagar mais por tais produtos. 

Basicamente, concluiu-se que, embora estejam dispostos a pagar mais, ainda faltam a eles mais informações sobre o produto. Há um desconhecimento geral sobre quais as diferenças, entre ecológicos, verdes, sustentáveis e orgânicos. Além disso, muitos consumidores desconfiam das informações que as marcas divulgam. 

O que falta para aumentar o número de consumidores verdes, que podemos entender aqui por aqueles que, primeiramente, pensam no seu bolso, na saúde da sua família, nas condições dos que fabricam e ainda no meio ambiente, em sistemas eficientes de economia e descarte correto, por exemplo?

O que sua empresa pode fazer para conquistar consumidores que cada vez exigem mais responsabilidade, ética e transparência no relacionamento com seus fornecedores e prestadores de serviço? Aqui vão algumas dicas: 
 
-Investir na comunicação responsável com o consumidor: ajudando-os na decisão de compra pela comunicação dos reais diferenciais de sustentabilidade dos produtos;

- Não destacar apenas os aspectos ambientais do produto mas mostrar, principalmente, os benefícios à saúde;

- Não divulgar apenas alterações realizadas para atender legislações, pois isso já não é mais convincente, é obrigação!;

- Inovar, diferenciando-se, mostrando ao seu cliente de forma clara e explícita o que você faz para a saúde dele e para a construção de um mundo melhor, sem violência, com mais educação, mais limpo...

Lembre-se de que o foco tem de estar nas pessoas e não no meio ambiente apenas!

O consumidor verde é aquele que questiona, que busca informações e, principalmente, está atento à postura da empresa. Quanto mais sustentável ela for e conseguir materializar este direcionamento ao consumidor, mais chance terá de se tornar referência na compra e em valor à sociedade.

Fonte: Terra

segunda-feira, 14 de maio de 2012


Amigos, parceiros e colaboradores, dando prosseguimento à campanha de arrecadação de recursos para revitalização do campinho de futebol do Pedro, seguem as formas de participação. Obrigada mais uma vez, Delaine Romano.

Pedro é catador da Associação Coreji e participa do Fórum para o Desenvolvimento da Zona Leste desde 2002. Pedro é uma pessoa comprometida com as crianças e jovens do Jardim Itapema, Aricanduva, onde mora. Em 2010, com a ajuda de alguns membros da comunidade, Pedro conseguiu reservar um espaço em frente a Associação Coreji onde 60 crianças tem acesso à prática do futebol.

Esta iniciativa do Pedro é muito importante pelos seguintes motivos: as crianças têm uma atividade física após o período escolar, há um espaço de socialização na comunidade e uma alternativa saudável para o tempo ocioso. A comunidade do Jardim Itapema é muito carente. O bairro não é urbanizado, não tem pavimentação, esgotamento, transporte público, espaços de lazer, iluminação pública, escolas, nem posto de saúde. Com a Copa do Mundo de 2014 os jovens estão cada vez mais interessados em atividades relacionadas ao futebol. Mas o campo tem sofrido com as intempéries e precisa de reforma. A Associação e os beneficiados não dispõem de recursos para tal. Para que as crianças não fiquem sem este importante equipamento coletivo, montamos a presente campanha de mobilização de parcerias.

FORMAS DE PARTICIPAÇÃO

Aos que se sensibilizarem com a causa do Pedro e quiserem realizar sua contribuição financeira ou material devem.

Para colaborar com recursos financeiros:
Pedro Henrique Mesquita
CPF 264.509.668-90
Banco Itaú
Agência 3098
Conta Corrente - 21767-6
Conta Poupança - 21767-6/500 

Para colaborar com recursos materiais:
ORÇAMENTO PRELIMINAR CONSTRUÇÃO QUADRA ESPORTIVA
Material de construção necessário:
- 15 Barras de Ferro 3/8 (para fazer as colunas)
- 05 canos de PVC de 4" (6 metros cada cano)
- 01 caminhão de areia
- 01 caminhão de pedra
- 30 sacos de cimento

META DE DOAÇÕES
R$ 15.000,00   

CONTRAPARTIDAS (Já captadas)
Mão-de-obra
Associação Coreji
R$ 5.000,00
Projeto, Captação e Supervisão
Fórum para o Desenvolvimento da Zona Leste
R$ 2.000,00
TOTAL CONTRAPARTIDAS
R$7.000,00

Para outras formas de colaboração entrem em contato com o Pedro (11) 7185-0453.