terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Hamburgo quer tirar carros das ruas em 20 anos
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| Os moradores poderão circular por toda a cidade sem ter que tirar o carro da garagem. Foto :Elgrandee/Flickr |
A cidade de Hamburgo, na Alemanha, está lançando um projeto ousado de mobilidade urbana. A intenção é devolver as áreas tomadas pelos carros aos pedestres, ciclistas e parques, reduzindo ao máximo o uso de automóvel para transitar pelas ruas.
O plano prevê a ligação das maiores áreas verdes do município, como parques, reservas, playgrounds, jardins comunitários e cemitérios. Isso corresponde a 40% da área total de Hamburgo, que será totalmente interligada por meio de ciclovias e vias para pedestres.
Chamado de Grünes Netz (em português, Rede Verde), o plano será concluído entre 15 a 20 anos. A partir de então, os moradores poderão circular por toda a cidade sem ter que tirar o carro da garagem.
Também serão ampliadas as áreas verdes. De forma que, assim como os moradores, os animais também sejam beneficiados. Serão conectados habitats para que as espécies possam cruzar o município sem serem atropelados.
Para que a “Rede Verde” seja, realmente, coloca em prática uma equipe da prefeitura atuará na junção de forças: cada um dos sete distritos da região metropolitana terá um representante.
Além de melhorar o trânsito na cidade, um dos principais objetivos do projeto é reduzir a poluição de ar. A temperatura média anual de Hamburgo está em 9 graus Celsius, aproximadamente, 1,2 grau a mais do que há 60 anos. Neste período, o nível do mar também subiu cerca de 20 centímetros.

Fonte: Ciclo Vivo
Britânicos criam máquina que reduz em 90% consumo de água
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| A técnica ainda permite economizar energia. Um processo de lavagem simples e ecológico. |
Pesquisadores da Universidade de Leeds, na Inglaterra, desenvolveram uma técnica que torna as lavagens de roupa muito mais econômicas. Trata-se da substituição de sabão e água por milhões de gotas de polímeros, que são capazes de retirar manchas e odores.
A invenção dos britânicos ganhou forma com a criação de uma máquina de lavar roupas. A “Xeros” é o equipamento da empresa de mesmo nome, que permite um processo de lavagem simples e ecológico. Para utilizá-la, o cliente deve adicionar os polímeros, um pouco mais do que um copo de água e gotas de um detergente fabricado pela própria companhia.
Durante a limpeza, os polímeros se polarizam e atraem as partículas de sujeira – criando um “lamaçal”, que, por sua vez, é sugado e as gotas são separadas para serem reutilizadas.
Segundo o Olhar Digital, além de economizar 90% da água, o produto também consome pouca energia e os polímeros ainda podem ser reutilizados em 500 lavagens. Não bastasse todas essas vantagens, os polímeros também são recicláveis.
A lavadora Xeros também sai na frente dos modelos tradicionais pelo fato de não haver necessidade de separar as peças pela cor, todas podem ser lavadas em um só processo. De acordo com a desenvolvedora, se todos os britânicos adotassem o produto, sete milhões de toneladas de água seriam poupados semanalmente.
Não há previsão para a máquina ser comercializada para uso doméstico.
Fonte: Ciclo Vivo
Pesquisa avaliará os impactos socioambientais de Belo Monte
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| Altamira está agora com sua capacidade esgotada em termos de leitos hospitalares, vagas escolares. Foto :André Solnik/Flickr |
Uma pesquisa científica vai
avaliar os impactos sociais e ambientais da construção da usina hidrelétrica de
Belo Monte, próxima à cidade de Altamira, no Pará. A pesquisa tem apoio da FAPESP por meio do
SPEC - São Paulo Excellence Chair, que visa propiciar a vinda ao Brasil de
pesquisadores do exterior para criar núcleos de pesquisa em universidades
paulistas.
Intitulada “Processos sociais e
ambientais que acompanham a construção da hidroelétrica de Belo Monte,
Altamira, PA”, a pesquisa é liderada pelo cubano Emilio Federico Moran,
professor da Michigan State University, nos EUA. Participam da equipe
cientistas da Universidade Federal de Santa Catarina, da Universidade Federal
do Pará e da Universidade Estadual do Pará.
“Começaremos com o levantamento
dos impactos sobre a população urbana”, disse Moran à Agência FAPESP. “Elaborei
junto com meus colaboradores um questionário para entender como a construção da
hidrelétrica está afetando os moradores antigos, o pessoal que já estava aqui.
Depois, enfocaremos os moradores novos, aqueles que vieram atraídos pela obra:
operários, comerciantes, engenheiros, profissionais de vários tipos.”
“No setor rural, parece que temos
duas possibilidades. Pode ser que o crescimento da população urbana em função
da hidrelétrica, fazendo aumentar a demanda de alimentos, promova uma
intensificação agrícola na região. Mas, pode ser também que as obras atraiam
trabalhadores do campo, levando a um enfraquecimento da agricultura familiar
por falta de mão de obra no setor agrícola. As primeiras observações apontam
nesse sentido, mas estamos só começando os estudos”, disse.
Uma terceira linha de pesquisa
vai acompanhar a população ribeirinha. Um contingente de 20 mil pessoas deverá
ser reassentado em razão da barragem.
“Vamos acompanhar de perto essa
população nativa, que será a mais diretamente afetada. Porque os indígenas
conseguiram que a companhia mudasse o plano da barragem, de forma a não terem
efeitos diretos. Terão, sim, efeitos indiretos. Já os ribeirinhos vivenciarão
um reassentamento enorme: muitos povoados ribeirinhos vão ter de mudar e, de
fato, vários já estão sendo removidos na área”, disse Moran.
De acordo com o pesquisador, as
observações preliminares na área permitem perceber que alguns problemas que
ocorreram no exterior já se manifestam também no Pará.
“A população de Altamira dobrou
nos últimos dois anos. Já alcançou 150 mil pessoas. E vários preparativos para
receber essa população foram prometidos, mas não realizados a tempo”, comentou.
“De modo que Altamira está agora com sua capacidade esgotada em termos de
leitos hospitalares, vagas escolares, efetivos de segurança etc., criando-se
uma situação caótica para todos na cidade.”
“Esperamos poder subsidiar
propostas para um planejamento que considere as pessoas tão importantes como a
produção de energia”, disse Moran. A pesquisa deverá se estender até agosto de
2018.
Fonte: Ciclo Vivo
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Ministério do Meio Ambiente define regras para proteger espécies ameaçadas
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| Veado do Pantanal: espécie ameaçada de extinção. | Foto :Zig Koch |
Todas as novas listas de espécies ameaçadas ou consideradas em risco de extinção, elaboradas no Brasil, deverão obedecer a padrões internacionais de avaliação de risco, com atualização anual por grupos de espécies e verificação geral a cada cinco anos. É o que institui o Programa Nacional de Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção (Pró-Espécies), cujo objetivo é adotar ações de prevenção, conservação, manejo e gestão, visando minimizar as ameaças e o risco de extinção de espécies.
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) quer oferecer subsídios ao desenvolvimento de ações capazes de retirar a espécie da lista o mais rápido possível. O secretário de Biodiversidade e Florestas do MMA, Roberto Cavalcanti, explica que o programa agrega vários elementos em um só lugar e oferece uma base estratégica nacional de conservação da biodiversidade com relevância para normas internacionais, dando mais solidez ao processo.
Nova classificação
Ao contrário dos procedimentos adotados nas listas anteriores, os critérios atuais de avaliação de espécies ameaçadas são os mesmos adotados pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) e nos termos da Convenção de Diversidade Biológica (CDB). “A nova classificação permite lidar com lacunas de conhecimento e incorporar qualquer espécie da fauna no risco de avaliação, que será feito pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)”, informa Cavalcanti.
As classificações abrangem as espécies ameaçadas de extinção; as extintas (que já desapareceram completamente); as extintas da natureza (conhecidas apenas em cativeiro ou fora de sua área de distribuição natural); as criticamente em perigo (em risco extremamente alto de extinção na natureza); em perigo (que está enfrentando risco muito alto de extinção na natureza); as vulneráveis (quando as melhores evidências disponíveis indicam que se atingiu qualquer um dos critérios quantitativos para vulnerável, enfrentando alto risco de extinção na natureza); e as quase ameaçadas de extinção (podendo se enquadrar em uma categoria de ameaça em futuro próximo), entre outras classificações menos preocupantes.
Fonte: Ciclo Vivo
Inscrições abertas para o curso a distância Planos de Saneamento Básico
O Ministério das Cidades, no âmbito do Programa Nacional de
Capacitação das Cidades, por meio da Secretaria Nacional de Saneamento
Ambiental (SNSA) e da Rede Nacional de Capacitação e Extensão Tecnológica em
Saneamento Ambiental (ReCESA), oferece o 1º Curso a distância de autoinstrução
Planos de Saneamento Básico.
O curso é dirigido aos gestores e técnicos de municípios,
governos estaduais, prestadores de serviços, consórcios, associações de
municípios, agências reguladoras e outras entidades relacionadas ao saneamento,
além da sociedade civil interessada no tema. O objetivo principal do curso é
apoiar os municípios na elaboração de seus Planos de Saneamento Básico, em
conformidade à Lei 11.445/2007, que estabelece as diretrizes nacionais para o
saneamento básico.
O conteúdo foi organizado em sete módulos, que totalizam 40h
de estudos, divididas em leituras de textos-base e textos complementares, além
de vídeos e exercícios. O curso é de autoinstrução, sem tutoria. Ao final, o participante que concluí-lo com
aproveitamento mínimo de 75% receberá um certificado de participação.
O curso é gratuito e as inscrições devem ser feitas no
Portal Capacidades por meio do endereço http://www.capacidades.gov.br/ entre os
dias 03/02/2014 e 10/02/2014.
Participe!
Informações:
1º Curso a distância de autoinstrução - Planos de Saneamento
Básico
Período de Inscrições: 03/02/2014 a 10/02/2014
Prazo para realização do curso: 12/02/2014 a 14/04/2014
Inscrições Abertas! (CLIQUE AQUI E FAÇA SUA INSCRIÇÃO)
Fonte: Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental
-Ministério das Cidades
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