sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Aprenda a fazer um brigadeiro sustentável

Quem aproveita os alimentos em sua totalidade, sabe os benefícios que essa prática traz, não só para o nosso corpo, mas também para todo o planeta. Ingredientes que costumam ir para o lixo podem esconder grandes segredos da culinária sustentável.


A sustentabilidade na cozinha é simples, prática e valoriza cada parte que compõe uma receita. Quem sabe aproveitar tudo o que os ingredientes podem oferecer, sempre descobre novos sabores e também contribui para o fim do desperdício dos alimentos em nossa sociedade.

Outra característica da culinária sustentável é utilizar ingredientes regionais no preparo da receita, e, para isso, nada melhor do que fazer um brigadeiro, doce típico da culinária brasileira. A origem do nome é desconhecida, mas, diz a lenda, que o doce foi nomeado em homenagem ao Brigadeiro Eduardo Gomes, um candidato “galã” que se candidatou à Presidência da República em 1946 e 1950.

A receita era preparada por seus seguidores nos eventos da campanha política, e foi chamada, por um bom tempo, de “docinho do Brigadeiro”. Mesmo não tendo assumido a Presidência da República, a guloseima tornou-se ícone da culinária brasileira, sobretudo nas festas infantis. Para fazer a versão sustentável da receita, utilizando cascas de banana, você vai precisar de:

1 lata de leite condensado;

½ lata de leite (integral ou desnatado) – (use a lata de leite condensado);

13 cascas de bananas lavadas (qualquer tipo, menos banana da terra);

1 colher de sopa de margarina;

4 colheres de sopa de amido (Maizena);

6 colheres de sopa de achocolatado em pó;

200 gramas de chocolate granulado.

Modo de preparo

Primeiro, bata todos os ingredientes no liquidificador. Coloque a mistura em uma panela e cozinhe em fogo médio, mexendo sempre. Assim que o brigadeiro descolar do fundo da panela, sua receita está pronta. Depois de esfriar, faça pequenas bolinhas e cubra-as com o chocolate granulado.

Fonte: Ciclo Vivo  

ZARA assume compromisso de eliminar substâncias químicas perigosas até 2020

O maior varejista de moda do mundo, o grupo têxtil Inditex, do qual a Zara faz parte, assumiu hoje o compromisso de eliminar todas as substâncias químicas perigosas de sua cadeia de produção, incluindo a de fornecedores, até 2020. A decisão é uma resposta à pressão pública que a Zara recebeu com a campanha Detox do Greenpeace Internacional.

Como parte do compromisso, a Inditex exigirá que seus 20 fornecedores divulguem informações sobre as substâncias utilizadas já em março de 2013, fazendo com que aqueles que moram perto das fábricas finalmente tenham acesso às informações sobre os descartes de resíduos no ambiente.

“O Greenpeace parabeniza a Zara pelo compromisso de fazer moda sem poluir. Se a maior varejista de moda do mundo pode mudar, não há desculpa para que as outras marcas não limpem suas cadeias de produção”, afirmou Martin Hojsik, Coordenador da Campanha Detox do Greenpeace Internacional. Ele ainda disse que “as pessoas se manifestaram em todo o mundo contra a moda tóxica e agora é o momento para que outras marcas, como a Esprit, Gap, Levi’s e a Victoria Secret ouçam seus clientes e se 'desintoxiquem' também”.

O compromisso e a resposta da Zara vieram apenas oito dias depois de o Greenpeace ter lançado o relatório “Fios tóxicos: o grande remendo da indústria da moda”, em Pequim. Desde então, mais de 300 mil pessoas se juntaram à campanha, com dezenas de milhares de pessoas compartilhando a mensagem de que a Zara precisava limpar sua cadeia de produção no Facebook e no Twitter. Sem deixar de mencionar as mais de 700 pessoas que foram às ruas protestar nas fachadas das lojas da Zara em todo o mundo.

A Zara é a oitava marca a se comprometer a eliminar o descarte de produtos químicos perigosos em toda sua cadeia de fornecimento e em seus produtos desde que a  campanha foi lançada, em 2011. Ela se junta às marcas Nike, Adidas, Puma, H&M, M&S, C&A e Li-Ning, que já se comprometerem.

Além disso, a Zara exigirá que pelo menos 20 fornecedores comecem a divulgar os dados sobre poluição até o final de março de 2013 e pelo menos cem fornecedores até o final de 2013, incluindo informações sobre os corantes azóicos que são cancerígenos.

“As pessoas têm o direito de saber com o que os seus rios estão sendo poluídos e quais são os produtos químicos perigosos em suas roupas. O compromisso da Zara de agir de forma mais transparente é um marco na maneira como as roupas são fabricadas e será a chave para forçar que mais marcas se comprometam com a poluição ‘zero’ por substâncias químicas perigosas até 2020”, disse Li Yifang, da campanha de Tóxicos do Greenpeace Sudeste Asiático.

A campanha Detox do Greenpeace exige que as marcas de moda se comprometam a não descartar nenhum resíduo químico perigoso no ambiente até 2020 e que exijam que seus fornecedores divulguem todas as substâncias tóxicas descartadas nos rios para as comunidades locais.

A organização comprou e testou roupas das 20 maiores marcas em abril de 2012. Dentre as substâncias encontradas, destacou-se a presença de etoxilatos de nonilfenol, que se quebram no meio ambiente e formam substâncias químicas que são interferentes hormonais.

Fonte: Ciclo Vivo  

Projeto na Espanha usa energia solar


Uma construção de frente para o mar na cidade de Barcelona, na Espanha, é um exemplo de como é possível fazer um projeto arquitetônico que amplie a utilização de energias alternativas.

Conhecida como Pavilhão Endesa ou Solar House 2.0, a estrutura angulada permite o suporte de uma série de painéis fotovoltaicos, fornecendo energia limpa para uso no espaço. Além disso, a construção foi feita em apenas um mês, com as peças pré-fabricadas e aumentando a eficiência de produção do espaço.

Nos meses quentes, a estrutura dos painéis solares ajuda a diminuir a incidência de raios solares no interior, deixando a temperatura mais agradável e ajudando na diminuição do uso de aparelhos com essa finalidade. Já no inverno, devido à diferença de angulação da insolação, o espaço deve receber maior quantidade de luz solar (e consequentemente de calor).

O espaço foi desenhado pelo Instituto de Arquitetura Avançada da Catalunha e teve apoio da companhia de energia Endesa.

Fonte: Atitude Sustentável 

5 maneiras de aproveitar o óleo de cozinha na limpeza ecológica


Nas prateleiras do armário da cozinha há uma infinidade de produtos que podem ser usados na limpeza da casa. Antes da hora da faxina, veja as dicas a seguir para aproveitar o óleo alimentar, tanto o de girassol, como o azeite virgem.

- Mobiliário de madeira: Faça seu próprio polidor de móveis com dois copos de óleo vegetal ou azeite virgem e o sumo de um limão. Basta misturar os dois ingredientes e aplicar nos móveis com um pano macio. Essa solução também é eficaz para disfarçar riscos em móveis de madeira clara.

- Mobiliário de vime e rattan: São móveis mais artesanais e que tendem a secar e rachar ou se partir. Para evitar que isso ocorra, aqueça um pouco de óleo vegetal ou de girassol e pincele em toda a peça.

- Panelas de ferro fundido: Este tipo de panela não pode ser muito esfregada, pois isso faz com que ela solte uma ferrugem prejudicial à saúde. Então, se ficarem restos de alimentos grudados na peça utilize uma pasta feita da mistura de sal grosso e óleo vegetal para limpá-la. Após passar em toda a panela, lave normalmente com água quente.

- Superfícies em aço inoxidável: Não precisa utilizar produtos tóxicos para dar brilho às suas peças. Um pouco de azeite virgem em um pano macio é a solução para deixar a superfície mais limpa e brilhosa.

- Limpe janelas e esquadrias de alumínio: Misture óleo de cozinha e álcool, a mesma medida para ambos. Coloque um pouco da solução em um pano macio ou flanela e depois no alumínio. É importante não passar diretamente na peça a ser limpa.

Fonte: Ciclo Vivo 

Atividades do programa “Escolas de Bicicleta” são interrompidas e alunos perdem suas bikes

Desde outubro, os monitores do programa “Escolas de Bicicleta” estão de braços cruzados devido ao atraso de seus salários. As atividades foram interrompidas e as bikes foram retiradas dos alunos que participavam do projeto.

Se, nos primeiros dias do programa “Escolas de Bicicleta”, os alunos estavam empolgados com o novo meio de transporte usado no trajeto casa/escola, a expressão dos estudantes agora é outra. Foi combinado que, depois de fazerem os testes necessários e frequentarem as aulas práticas, os alunos dos CEUs poderiam usufruir das bikes de bambu até o final deste ano. Assim, além de aprenderem as normas do uso das bikes, também praticariam atividade física e teriam um novo meio de transporte para o deslocamento diário.

Entretanto, nem se passaram seis meses desde o lançamento do projeto e as atividades já foram suspensas: sem receber seus salários, os monitores abandonaram o trabalho e as bicicletas foram retiradas dos alunos, sem nenhum aviso prévio, nem para as crianças, nem para os pais, que assinaram um termo de responsabilidade sobre o uso de cada bicicleta.

As bikes de bambu, que deveriam estar nas mãos dos cem alunos atendidos pelo projeto, nem sequer ficam estacionadas nos bicicletários dos CEUs – muitas estão guardadas nas próprias salas de aula das escolas públicas.

A Prefeitura de São Paulo alega que o instituto responsável pelo programa atrasou os salários dos monitores no mês passado, mas que o pagamento já foi efetuado. A Prefeitura também afirma que as bicicletas precisam passar por manutenção, e que a continuidade do programa é encargo da próxima administração da cidade.

As bikes utilizadas no projeto fazem parte de uma linha exclusiva criada pelo designer brasileiro Flávio Deslandes, que, atualmente, desenvolve suas criações na Europa. Inicialmente, a Secretaria Municipal de Educação desembolsou R$ 3,1 milhões para a elaboração do programa, que atenderia os alunos dos CEUs da capital paulista.

Os alunos que participam do programa também receberam um kit com acessórios, composto por capacetes, iluminação, colete refletivo, bagageiro, buzina, espelho retrovisor e cadeado.

Fonte: Ciclo Vivo 

Praça Victor Civita comemora quatro anos



Em novembro a Praça Victor Civita celebra quatro anos e tem motivos de sobra para comemorar. Fruto de uma bem-sucedida parceria entre o Instituto Abril, a Prefeitura da Cidade de São Paulo e empresas privadas, o espaço já está inserido na agenda cultural da capital.

Inaugurada em 2008, a Praça foi construída em uma área que abrigou durante 40 anos o Incinerador Pinheiros, e por essa razão, tinha seu terreno altamente contaminado. Um projeto arquitetônico possibilitou a revitalização do local, criando um novo, diversificado e acolhedor espaço que vai muito além de uma praça: funciona como centro cultural e de lazer.


A Praça oferece programação regular e diversificada todos os finais de semana. Já se apresentaram no local – que conta com uma arena e arquibancada para 300 pessoas – artistas como Criolo, Pitty, João Carlos Martins, Otto, Toquinho, Ivan Lins, Jair Rodrigues, Nando Reis, entre outros.


Atividades esportivas são oferecidas diariamente com o projeto “Mexa-se na Praça” no qual professores especializados conduzem aulas de ioga, pilates, exercícios de condicionamento físico e alongamento.

Também está instalado na Praça o CIIPE – Centro de Integração, Informação e Preparação para o Envelhecimento, que desenvolve atividades específicas para o público da terceira idade.

Completando a programação, o Instituto Verdescola tem um programa de educação ambiental dirigido a escolas em geral, que conta com visitas orientadas pelos espaços pedagógicos da Praça e também com oficinas de reaproveitamento de materiais.


O desenvolvimento sustentável é o fio condutor que norteou toda a recuperação do espaço. A praça é modelo de revitalização urbana, ao dar novo uso a um espaço anteriormente condenado, e abriga o Museu da Sustentabilidade, localizado no antigo prédio do Incinerador Pinheiros, além dos jardins suspensos, também chamados de “tec garden”, que servem como exemplo de cultivo sustentável de plantas usadas para fins fitoterápicos e de produção de bio combustíveis.

Graças a um modelo de gestão compartilhada – contando com as empresas Abril, CCR, Claro, Levisky Arquitetos, Gerdau, Itaú, Sabesp, Instituto Verdescola e outros importantes parceiros, a Praça Victor Civita se insere na agenda pública da cidade como um espaço democrático de cultura e convivência.

É por isso que, para a Associação Amigos da Praça Victor Civita (AAPVC), que assumiu oficialmente a gestão da Praça em setembro de 2012, torna-se prioridade a chegada de novos parceiros, amigos da cidade que potencializem a promoção de suas ações socioculturais.


“Com a adoção deste modelo de gestão colaborativa, as empresas mantenedoras do espaço têm participação ativa nas políticas e práticas da Praça. E a AAPVC está sempre aberta a novos parceiros, como empresas interessadas em se juntar a um projeto de difusão cultural, de formação para a cidadania e de qualificação da experiência urbana”, afirma Marcelo Bressanin, superintendente da Praça Victor Civita.

A Praça Victor Civita abre diariamente, das 6h30 às 19h e localiza-se na rua Sumidouro, 580, quase na esquina com a Marginal Pinheiros, no bairro de Pinheiros, em São Paulo. Para mais informações, acesse: www.pracavictorcivita.org.br

Fonte: Ciclo Vivo 

Norte-americano cria escultura com galhos de árvores



Patrick Dougherty, um veterano na arte ecológica, criou a “Ballroom”, uma escultura elaborada com galhos e instalada em Federation Square, em Melbourne. A obra é inspirada na Catedral de St. Paul, que fica na região do polo cultural australiano.

Mais de dez toneladas de galhos de salgueiro foram utilizadas na construção da nova escultura do artista Patrick Dougherty, nascido em Oklahoma, nos EUA. A “Ballroom” levou apenas três semanas para ficar pronta. Ela possui uma cúpula interna e janelas curvadas, para permitir a entrada da luz do sol. A inspiração para a obra é a Catedral de St. Paul, localizada nas imediações de Federation Square. Foi utilizada uma estrutura de metal para dar sustentação à escultura de galhos.


Os australianos consideram o salgueiro como uma praga arbórea, uma vez que suas raízes atingem os canos subterrâneos, prejudicando o sistema de esgotos das cidades. Embora as raízes sejam inimigas das redes subterrâneas, Dougherty provou que, ao menos, estas árvores tem um enorme potencial artístico a oferecer.

A obra ficará exposta até o início do ano que vem, e a realização do projeto fica por conta da própria administração da Federation Square, polo de efervescência cultural de Melbourne, que agrega museus, cinemas, teatros e restaurantes.


Patrick Dougherty tem mais de 200 criações ecológicas e nomeou sua técnica como stickwork. Ele desenvolve diversos materiais com galhos de árvores – desde telhados, cabanas, até trabalhos mais complexos, como moradias sustentáveis e esculturas.

Fonte: Ciclo Vivo