quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Dicas para reduzir o consumo de energia em sete pontos da casa


Quer reduzir seu impacto ambiental e, de quebra, poupar na conta de luz? Basta seguir algumas dicas simples para serem aplicadas no uso dos equipamentos mais comuns de casa: ar condicionado, chuveiro elétrico, geladeira, máquina de lavar, lâmpadas e ferro elétrico.

Ar condicionado

  • Mantenha portas e janelas bem fechadas para evitar entrada de ar do ambiente externo;
  • Verifique o correto funcionamento do termostato, regulando-o adequadamente para 25°C;
  • Se possível, instale o aparelho onde ele não fique exposto ao sol.


Chuveiro


  • Limite seu tempo debaixo da água quente ao mínimo indispensável;
  • Não tente aproveitar uma resistência queimada, isso aumenta o consumo;
  • Nos dias quentes, mantenha a chave de temperatura na posição "verão" (na posição "inverno", o consumo é aproximadamente 30% maior).


Televisor

  • Não deixe o televisor ligado sem necessidade;
  • Não durma com o televisor ligado;
  • Não tente consertar o televisor. Mesmo desligado existe o risco de choque.





Geladeira


  • Coloque a geladeira em local ventilado, afastada de paredes, fora do alcance dos raios solares e distante de fogões e estufas;
  • Não use a parte traseira da geladeira para secar panos ou roupas;
  • Não a deixe aberta, nem fique abrindo desnecessariamente;
  • Não coloque alimentos quentes na geladeira;
  • Verifique se as borrachas de vedação da porta estão em bom estado;
  • Descongele sua geladeira regularmente;
  • Observe as recomendações do fabricante.


Máquina de lavar

  • Procure lavar de uma só vez a quantidade de roupa indicada pelo fabricante;
  • Utilize a dosagem correta de sabão para que você não tenha de repetir a operação enxaguar;
  • Leia com atenção o manual do fabricante para tirar maior proveito de sua máquina de lavar.


Iluminação


  • Habitue-se a apagar as lâmpadas dos ambientes desocupados;
  • Evite acender qualquer lâmpada durante o dia, utilizando melhor a iluminação natural;
  • Opte, sempre que possível, por lâmpadas fluorescentes. Elas dão melhor resultado, duram mais e gastam menos energia;
  • E lembre-se: lâmpadas de maior potência consomem mais energia.


Ferro elétrico

  • Habitue-se acumular a maior quantidade possível de roupas, para passá-las de uma só vez;
  • Use a temperatura indicada para cada tipo de tecido, no caso de ferro automático;
  • Quando precisar interromper o serviço, desligue o ferro.


 Fonte: Ecodesenvolvimento 






6 plantas que melhoram a qualidade do ar em residências


Quem mora nas grandes cidades sofre muito com a poluição urbana. O ar poluído pode afetar até mesmo os que passam mais tempo em casa do que nas ruas. Isso acontece porque o ar que circula nos ambientes internos também pode ser prejudicial à saúde humana.

Neste sentido, não só como item de decoração, cultivar plantas em casa é um grande benefício para seus moradores. Algumas plantas, em especial, podem desempenhar seu papel de forma mais eficaz. Conheça seis delas que melhoram a qualidade do ar.

- Azaléia

Eficiente para combater poluentes como COVs (Compostos orgânicos voláteis) e amoníacos (um composto presente em diversos produtos de limpeza). Essa planta é indicada para cozinhas e banheiros. Precisa de rega apenas uma vez por semana e de cinco horas de sol diariamente.

- Bromélia

Ajuda na absorção de fumaça, por isso é indicada para cozinha. Para manter essa planta, basta fazer uma rega a cada três dias. Ao contrário da Azaléia que precisa de muito sol, a Bromélia necessita apenas de luz solar indireta.

- Cacto

Muito útil para barrar as ondas eletromagnéticas. É indicado ter um cacto na sala próximo ao aparelho de TV ou na cozinha, junto ao micro-ondas. Para os supersticiosos, a planta ajuda a tirar o mau olhado nos ambientes.

- Gérbera, begônia e crisântemo

São indicadas para as residências onde há fumantes. As três podem atuar com eficiência contra a fumaça de cigarro. A Gérbera gosta de luz, já a Begônia tem que ser protegida da luz solar direta, assim como a Crisântemo que, apesar de precisar de muita luz, não suporta sol direto. Elas devem ser expostas nas salas e quartos.

Fonte: Ciclo Vivo 

Norte-americano usa materiais reciclados para construir casa na floresta


O arquiteto norte-americano conhecido como “Jeffrey, o construtor natural” projetou uma pequena casa feita com materiais reciclados e edificada em meio à floresta de Cottage Grove, no estado no Oregon, EUA. A moradia foi idealizada para ter impacto ambiental mínimo.

“Meu objetivo era fazer uma cabine bem construída e barata, usando o máximo de material reaproveitado quanto fosse possível”, explica Jeffrey, em seu blog. Além da preocupação com os materiais usados, o construtor explica que o projeto também pretende modificar os padrões atuais de consumo, em que as casas são muito grandes e as pessoas descartam utensílios, antes mesmo de tentar consertá-los.

A casa foi construída com o espaço suficiente para abrigar apenas o essencial: cama, mesa e um pequeno fogão a lenha, que auxilia no controle da temperatura local durante o inverno. O formato escolhido pelo arquiteto foi o geodésico, sem cantos, para que o morador se sentisse aconchegado dentro da estrutura.


A base da construção foi feita com madeira recuperada, encontrada em um cais, e blocos de concreto também reaproveitados. A cúpula superior é composta por madeiras de pallets, fixadas com tubos de PVC. Mesmo assim, Jeffrey achou importante fazer um telhado para melhorar a impermeabilização do local, utilizando restos de cedro.


O isolamento é feito com lã de ovelha, um material barato e abundante na região. Jeffrey conta que conseguiu todo o montante que precisava, trocando um dia de trabalho em uma fazenda local por seis sacos de lã.


Os acabamentos da “cabana” foram feitos a partir de uma mistura entre a argila coletada localmente, areia e palha, que havia sobrado de um projeto realizado no campus da Universidade de Aprovecho. Externamente a casa ficou com uma aparência bastante rústica. Por dentro, o arquiteto tomou muito cuidado com a recuperação dos materiais, para que o ambiente se tornasse bastante agradável.

A construção total levou aproximadamente dois meses e os gastos básicos foram com a compra de parafusos, pregos, areia e outros pequenos materiais, que somaram US$ 200. O restante, o arquiteto retirou de aterros e entulhos de construção.

Fonte: Ciclo Vivo 

Leblon ganhará 51 bicicletários


Em busca de uma forma de minimizar os transtornos causados pela interdição do trânsito em trechos da Av. Ataulfo de Paiva em função das obras da Linha 4 do metrô, a Prefeitura vai instalar 51 bicicletários no bairro. Os equipamentos terão vagas para 210 bicicletas no total e ficarão instalados próximos a pontos comerciais, como padarias, bancos e farmácias.

O objetivo da Prefeitura é facilitar a vida dos moradores do Leblon, com o estímulo ao uso da bicicleta para deslocamento dentro do bairro. A Av. Ataulfo de Paiva, principal afetada com as interdições, receberá 29 dos novos bicicletários.  

Fonte: Planeta Sustentável 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Boletim ABES Outubro/ Novembro


"Máquina de Biopeixe" pode ajudar na produção de biodiesel, segundo Petrobras



Óleo de peixe, extraído dos resíduos, pode ser alternativa para geração de renda e energia limpa
Foto: javiermerchante

Possibilitar um destino ambientalmente adequado aos resíduos produzidos pela atividade da pesca, além de permitir o incremento da renda dos produtores de tilápia de açudes do Ceará com a venda do óleo de peixe (Biopeixe), extraído dos resíduos, para a produção de biodiesel. Este é o principal objetivo da "Máquina de Biopeixe", lançada no dia 19 de novembro na Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará (Nutec), em Fortaleza (CE).

A Petrobras Biocombustível, por meio do gerente de suprimento agrícola da Usina de Biodiesel de Quixadá, Silvano Cavalcante, destacou a importância do projeto. “Trata-se de matéria-prima com potencial para produção de biodiesel com ganhos ambientais, além de promover inclusão social”, ressaltou o executivo. A iniciativa está alinhada às diretrizes do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel.

De acordo com o coordenador do projeto pelo Nutec, Tarcísio Costa Filho, a máquina está em processo de transferência de tecnologia para uma futura produção em escala comercial. A concretização dessa etapa será iniciada ainda este mês no Laboratório de Pesquisa do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS), em Pentecoste, Ceará. O equipamento foi desenvolvido pelo Nutec com apoio do Banco do Nordeste do Brasil.

Em outubro, a Petrobras Biocombustível e o Ministério da Pesca e Aquicultura assinaram memorando de entendimentos para ampliar programas cooperativos com foco na pesquisa e produção de biodiesel a partir de matéria-prima residual do pescado.

O acordo tem como principais objetivos aumentar o aproveitamento e a produtividade dos recursos naturais, pesqueiros e aquícolas, incrementar a renda dos pescadores e agregar valor à sua produção, além de promover o desenvolvimento técnico, científico e de inovações tecnológicas para a atividade.



Grife Diesel cria linha “made in Africa”, em parceria com Bono Vox



O dono da grife Diesel, Renzo Rosso, desenvolverá uma linha “made in Africa” de roupas utilizando algodão cultivado ecologicamente no continente. O projeto será realizado em parceria com a marca Edun, do cantor Bono Vox e sua esposa Ali Hewson.

O casal possui fazendas onde cultiva algodão ecológico, uma vez que a marca do vocalista do U2 é ligada a projetos de moda sustentável e ética, e pretende aumentar sua produção para que a grife italiana também possa utilizar a matéria-prima. 

Tanto Bono como Rosso tentaram evitar os questionamentos sobre o mercado da filantropia relacionado a uma indústria lucrativa. Entre as palavras, disseram que “não é caridade, é apenas trabalho. Não é ajuda, é parceria”. O discurso também foi seguido por Simone Cipriani, diretor do Ethical Fashion Initiative (EFI), instituição que desenvolve um trabalho junto aos artesãos da África e Haiti e com as maiores marcas de luxo do mundo.

Para a confecção da linha seria usado mão de obra artesanal africana e material reciclado, porém não em todas as peças. A recompensa será o investimento em educação e escolas. Além de, logicamente, oferecer boas condições de trabalho.

O projeto ainda poderia ser melhor se houvesse uma contribuição cultural das artesãs africanas na produção. A iniciativa, no entanto, aproveitará apenas o trabalho braçal, sem que haja uma ação coletiva e criativa a fim de desenvolver produtos com valores culturais significativos da região.

A Diesel está entre as marcas, avaliadas pelo Greenpeace, em que foram descobertas a utilização de químicos proibidos na União Europeia que poluem a água e podem afetar a saúde humana. 


Com informações da Folha.

Fonte: CicloVivo