sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Boletim DIADESOL 2012


Greenpeace elabora ranking de sustentabilidade para empresas de tecnologia



Se antes os empresários não levavam em conta as preocupações sociais e ambientais, hoje é preciso render-se à sustentabilidade para continuar prosperando: veja as cinco empresas de tecnologia mais verdes do ano, eleitas pelo Greenpeace.

O Guide to Greener Eletronics é um relatório anual feito pela ONG que classifica as 16 empresas de tecnologia que adotaram as melhores práticas de gestão sustentável. O CicloVivo mostra quais foram as melhores colocadas.

1. Wipro

A empresa indiana de eletrônicos aparece pela primeira vez no Guia do Greenpeace, ocupando o primeiro lugar do ranking. A Wipro, que estabeleceu a meta de reduzir 85% das suas emissões de poluentes, atualmente, é líder em utilização de energia renovável e em redução de gases de efeito estufa. A empresa indiana também ganhou pontos por seu programa de coleta de lixo eletrônico, pela reciclagem dos materiais e pela limpeza dos resíduos contaminantes utilizados na fabricação dos produtos. Diante de todas essas preocupações ambientais, a companhia ficou com a nota mais alta – 7,1 – sendo que, a pontuação máxima do ranking é dez.

2. HP

A Hewllett-Packard, que ocupava o 1º lugar na edição anterior do relatório, tirou 5,7 na avaliação do Greenpeace e caiu uma posição neste ano. A empresa oferece produtos com boa eficiência energética, além de fazer uma gestão criteriosa de sua cadeia de fornecedores. A empresa norte-americana também é considerada líder em operações sustentáveis devido a seu programa de monitoramento de emissões de carbono.  Mais informações

3. Nokia

A tradicional marca finlandesa obteve nota 5,4 na avaliação. A empresa investe em projetos de carregamento fotovoltaico para celulares, mas, segundo o Greenpeace, ainda precisa desenvolver novas estratégias de redução de consumo de energia, seja em eficiência energética ou no aumento do uso de fontes renováveis. Embora tenha ficado com a medalha de bronze no relatório, a Nokia deverá definir novas metas de redução de gases de efeito estufa em 30% nos próximos três anos.

4. Acer

Em comparação à edição anterior, a empresa do Taiwan subiu nove posições no ranking do Greenpeace, passando a ocupar o quarto lugar. Suas ações sustentáveis são cada vez mais amplas – como os esforços para reduzir a emissão dos gases de efeito estufa e diminuir o uso de contaminantes e substâncias tóxicas na fabricação dos computadores. Além disso, a Acer ganhou destaque por evitar a extração de minerais em áreas de conflito e por monitorar a cadeia produtiva. O conjunto de iniciativas sustentáveis que foi adotado rendeu à Acer a nota 5,1 no relatório.

5. Dell

A empresa, que levou a medalha de prata na edição anterior da publicação, agora figura no quinto lugar do ranking das 16 empresas de tecnologia mais verdes do mundo.  O principal motivo apontado pela ONG é a elaboração dos produtos da Dell: a fabricante não cumpriu com o compromisso de eliminar o uso de PVC e de BFR nos processos de produção, mesmo após assinar o acordo.  Por isso, a nota atribuída à Dell no relatório foi de 4,6.


Clique aqui para acessar o Guide to Greener Eletronics na íntegra.

Fonte: CicloVivo

Aprenda a fazer personagens natalinos com revistas velhas



Presépios sempre fazem parte da decoração de natal. A dica que o Portal CicloVivo separou é inspirada no projeto de artesãos vietnamitas que utilizam revistas velhas como matéria-prima.

Para transformar as revistas antigas em um presépio, serão necessários: revista, bolinhas de madeira, tesoura, cola branca, pincel médio, pincel fino e tinta colorida.

Recorte, com uma tesoura, diversas tiras de revista no sentido longitudinal. O ideal seria recortar tiras com cerca de dois centímetros para que possam ser dobradas, no mesmo sentido, conferindo maior rigidez à estrutura.

Os “personagens” terão formato de cone. Eles serão construídos do topo à base, que representa da cabeça aos pés, portanto as tiras ficarão na ordem crescente.

Para fazer o corpo enrole as tiras de revista sob elas mesmas. Para começar, separe uma tira - já dobrada, passe cola branca em toda sua extensão, com auxílio do pincel médio, e enrole sob ela mesma de modo que o centro fique bem pequeno. Este será o topo do cone. Não precisa exagerar na quantidade de cola. Aplique normalmente, em quantidade suficiente para que uma tira cole na outra.

Quando este topo atingir o tamanho ideal, recorte o que estiver sobrando desta tira. Preste bem atenção no tamanho desta primeira parte, pois ela norteará as restantes. Feito isso, pegue outra tira de revista dobrada, passe cola e enrole-a sob a primeira peça que é o topo do cone. Faça o mesmo procedimento até que seu “personagem” chegue ao tamanho ideal.

Quando o cone estiver pronto, espere secar bem. Se preferir, passe uma demão de cola em toda a estrutura para que fique conservada por mais tempo, rígida e que não descole nenhuma parte. Espere secar.

Para fazer os bracinhos, faça anéis com as tiras de revista. Passe-o por cima do cone e cole pelas costas. Depois de colado, recorte o anel na parte da frente para separar os braços. Espere secar.

Para fazer as cabeças, pinte as bolinhas de madeira com auxílio de um pincel fino, os olhos, nariz, boca e detalhes como cabelo e bigode. Espere secar. Depois de secas, cole-as sob os cones, a seguir coloque os chapéus nas cabeças. Eles terão formato de anel ou cone.

Para fazer a asa do anjo, enrole tiras de revista até que cheguem ao tamanho ideal. Passe cola em toda a asa. Para esperar secar, coloque um pregador no meio deste “rolo”. Isso dará o aspecto das “duas” asas. Depois de seca, basta colar nas costas do seu anjinho e seu presépio estará pronto.

Este artesanato denominado “Mai” foi iniciado por dois assistentes sociais que estavam preocupados com a melhoria da vida das crianças de rua, de mães solteiras e minorias étnicas em aldeias de montanha na cidade de Ho Chi Minh, Vietnã. Com base na crença de que o desenvolvimento social está intimamente ligado à autossuficiência econômica, o Artesanato Mai estende a mão para artesãos em áreas carentes fornecendo marketing, treinamento e retornando alguns dos lucros da venda de artesanato para financiar projetos de trabalho social.

Os 300 artesão (80% são mulheres) associados ao programa Artesanato Mai estão ganhando entre 50 e 70 dólares americanos por mês em um país onde a renda média mensal varia de US$ 20 a US$ 30. Muitos são capazes de trabalhar em suas casas ou em pequenas oficinas em vez de procurar trabalho em indústrias do Vietnã.

O uso criativo de recursos renováveis, como papel, bambu reciclado e outras fibras naturais, tornam os produtos mais vendidos. 


Com informações do SERRV.

Fonte: CicloVivo

Brasília testa ônibus elétrico que deve ser usado na Copa de 2014



Um ônibus elétrico está desfilando pelas ruas de Brasília. O veículo fabricado na China será testado na capital do país nos próximos meses, sem custos para os moradores.

O ônibus atinge a velocidade máxima de 80 km/h, sendo que o mesmo tipo de veículo movido a combustíveis fósseis podem atingir até 90 Km/h, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro.

O veiculo elétrico funciona a partir da combinação de baterias que são recarregadas em até três horas e proporcionam autonomia média de 150 quilômetros, isso se o ar-condicionado estiver ligado. Elas têm vida útil de cinco anos, no mínimo.

Além da população, especialistas da Universidade de Brasília testarão o modelo. A ideia é encontrar alternativas para o transporte até a Copa do Mundo de 2014. Em especial, o objetivo é estudar viabilidade da utilização de um ônibus ecológico no transporte público do Distrito Federal (DF).

Caso o elétrico seja aprovado, é possível que avancem as negociações para a abertura de uma fábrica no Brasil. A Sociedade de Transporte Coletivo (TCB) assinou um acordo, mês passado, com as Rui Hua e Alfa Bus, fabricantes do ônibus elétrico representadas no Brasil pela S4 Clean Energy. A intenção é produzir os elétricos até 2014.

“Estamos próximos de renovar toda a frota de Brasília. Mas, o grande objetivo é desenvolver o negócio no país. Inicialmente, seria uma fábrica modular, com peças que viriam do exterior”, afirma o presidente da TCB, Carlos Koch.

O projeto de implementação de ônibus elétricos e híbridos integra um acordo feito entre o Governo do Distrito Federal e a Federação Internacional de Futebol (Fifa) para a Copa do Mundo de 2014. A intenção é que os novos veículos sejam usados no transporte dos torcedores do aeroporto ao Setor Hoteleiro e ao Estádio Nacional Mané Garrincha.

O ônibus em fase de teste possui ar condicionado e capacidade para transportar 60 pessoas, sendo 28 sentadas, 31 em pé e um espaço para cadeirante. O período de avaliação pode ser estendido por mais um trimestre. Com informações da UOL e Ideias verdes.


Fonte: CicloVivo

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Guaraná Antarctica lança primeira PET 100% reciclada



O lançamento da primeira embalagem totalmente está previsto para este mês. A tecnologia empregada na fabricação da garrafa permite que qualquer outra PET, independente de cor, formato ou fabricante, se transforme em uma garrafa da marca.

Para o gerente de marketing de Guaraná Antarctica, Thiago Guedes Hackradt, a marca investiu exatamente nesse formato para um projeto de sustentabilidade focado em reciclagem porque acredita que o melhor destino para uma garrafa PET é se transformar em uma nova garrafa PET.  “Além de 100% reciclada, a nova garrafa é feita com embalagens de origens distintas, característica presente no DNA do povo brasileiro, que é fruto de uma miscigenação de culturas e origens. Essa decisão reforça ainda mais a brasilidade da marca”, completa o gerente.

Esta iniciativa está alinhada ao Ambev Recicla, que reúne um conjunto de iniciativas para promover o aumento da reciclagem do país, a redução de uso de matéria prima e a educação dos consumidores. Estas ações beneficiam toda a cadeia de produção – consumidores, cooperativas, sociedade e meio ambiente – e estão apoiadas em cinco eixos: educação ambiental, apoio a cooperativas, pontos de coletas seletivas, fomento ao movimento de reciclagem e desenvolvimento de embalagens sustentáveis.

O plano é expandir a iniciativa, chegando a 20% de embalagens de 2 litros de Guaraná Antarctica até o final de 2013. Hoje, ela já está presente em 12% delas, o equivalente a mais de 28 milhões de garrafas ou 56 milhões de litros da bebida. Até o final de 2012, esse número deve subir para 40 milhões de garrafas.

Impacto Ambiental

Produzida nas fábricas da Ambev localizadas em Nova Rio (RJ), Curitibana (PR) e Sapucaia (RS), a embalagem PET 100% reciclada deve consumir 70% menos energia elétrica em relação à produção do material virgem, além de diminuir 20% o consumo de água (dados informados pela Brasil Pet). Outras contribuições do projeto são a economia de petróleo utilizada nesse processo e uma redução anual de material de embalagem em 1,3 milhão de quilos.

Segundo o 8º Censo da reciclagem do PET no Brasil, realizado pela ABIPET (Associação Brasileira da Indústria do PET) são recicladas, atualmente, 294 toneladas de material PET, o equivalente a 57,1% de todo o material virgem produzido. Desse total, apenas 18% são utilizados em embalagens recicladas. Só em 2012, Guaraná Antarctica deve retirar mais de 60 milhões de embalagens das ruas, número que deve crescer nos próximos anos.

“Essa nova aplicação do PET 100% reciclado pós-consumo representara um importante impulso para a reciclagem no país”, destaca Ricardo Rolim, diretor de relações socioambientais da Ambev. “A iniciativa tem potencial considerável para aumentar o índice de reaproveitamento de garrafas PET, impactando toda a cadeia de reciclagem no Brasil. A necessidade de matéria-prima estimula as cooperativas de catadores gerando, assim, um incentivo natural da sociedade para o descarte correto do material”, reforça o diretor.

As novas embalagens de Guaraná Antarctica estarão disponíveis nos principais pontos de vendas da região Sul e nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, com expansão prevista para todo o país até o final de 2014. Mais informações podem ser obtidas pelo site oficial da marca (www.guaranaantarctica.com).

Nos últimos anos Guaraná Antarctica tem investido cada vez mais em ações sustentáveis. Um exemplo é o projeto de redução de consumo de plástico PET das garrafas e das tampas e o desenvolvimento de um design ecológico para suas embalagens - em 2003, o portfólio de refrigerantes da companhia passou a ser “acinturado”, contribuindo para a redução do uso de PET.

A marca também relançou a embalagem de 1 litro retornável, que é uma opção mais econômica e limpa. A inovação representa uma redução de impacto ambiental, pois para cada embalagem de 1 litro retornável, deixam de ser consumidas e descartas no meio-ambiente pelo menos três latas de alumínio. Além disso, o vidro é 100% reciclável e pode ser reutilizado inúmeras vezes.


Fonte: Ciclo Vivo

RJ lança campanha de produtos orgânicos para Copa do Mundo


Já existem no Rio cerca de 300 produtores certificados dentro do processo de comércio justo, que já podem participar das rodadas de negócio da Copa das Confederações. | Foto: Dinko Verz/SXC


Um dos legados que a Copa do Mundo de 2014 quer deixar para o estado do Rio é a estruturação da cadeia produtiva de orgânicos, desde o produtor da matéria-prima, passando pela agroindústria e mercados varejistas, chegando à conscientização dos consumidores sobre os benefícios dos produtos sustentáveis e sem agrotóxicos.

O assunto foi discutido na última segunda-feira (19) no Seminário Brasil Orgânico e Sustentável/Rio de Janeiro - Impactos da Política Nacional de Agroecologia. O presidente da Associação Brasil Orgânico e Sustentável (Abrasos), Alexandre Borges, disse que fazer com que a Copa de 2014 seja a primeira a ter esse viés será um desafio para o setor.

“Todo mundo fala que [o alimento] orgânico é legal, é saudável, mas falta organizar a cadeia produtiva. Nosso problema é estrutural. Temos produtores desistindo e voltando para a prática convencional. Os empreendedores já sofreram muito e perderam dinheiro por causa dos produtores, que são a ponta da cadeia. Também estamos nos reunindo com varejistas, redes regionais, hotéis, para conseguir escoar a produção”, declarou.

Borges adiantou que será lançada nesta quarta-feira (21) a campanha Brasil Orgânico e Sustentável 2014, durante a 8ª Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária, que ocorre até domingo (25) na Marina da Glória. De acordo com ele, a campanha vai gerar oportunidades para o crescimento do setor.

“Estamos na fase de articulação, vendo com os ministros se será uma campanha oficial do governo. De prático vamos ter um site e rodadas de negócios que vão tentar unir as pontas, fazer o casamento entre o produtor, a pequena empresa, os restaurantes, hotéis, o varejo. A gente vai ganhar visibilidade com a campanha na mídia e ainda terá um selo, que será usado por quem cumprir alguns critérios, que ainda serão discutidos”.

O presidente da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro (Pesagro-Rio), Silvio Galvão, compõe o núcleo temático do projeto Brasil Orgânico e Sustentável 2014. Para ele, o Rio tem a responsabilidade de receber bem os turistas que virão para a Copa, mas também de deixar como grande legado o consumo orgânico sustentável e a geração de renda para o produtor.

“O Rio de Janeiro tem como desafio conseguir trazer todos os produtores de forma organizada para participar desse movimento. E, para isso, nós estamos precisando de mais assistência técnica, mais oportunidade de transferência de tecnologia para os produtores rurais”, declarou.

Segundo Galvão, “existem nas prateleiras de diversas empresas de pesquisa agropecuárias dos estados, reunidos por meio do Conselho Nacional dos Sistemas Estaduais de Pesquisa Agropecuária (Consepa) e da própria Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), toda uma metodologia, uma tecnologia pronta para você controlar a questão do manejo, de capim, de pragas, irrigação, buscando sempre o máximo de produtividade e de produção”, completou.

Apesar da proximidade com os grandes eventos esportivos, como a Copa das Confederações em 2013, ele garante que o estado está preparado para o desafio de incentivar a produção e o consumo de orgânicos.

“A Copa do Mundo é um pretexto. O Rio de Janeiro já tem um trabalho, que merecia estar mais desenvolvido, mas por diferentes razões não está. E a gente está usando a Copa do Mundo para acelerar todo um conjunto de politicas públicas para que dê efetivo resultado positivo para o produtor rural. Não adianta resultado político, o produtor tem que ganhar com isso. 2014 é um desafio, mas nós já temos produtos que podem mostrar todo o nosso potencial”.

De acordo com Galvão, já existem no estado cerca de 300 produtores certificados dentro do processo de comércio justo, agricultura orgânica e certificação de origem, além de mil da agricultura familiar, que já podem participar das rodadas de negócio da Copa das Confederações.

Do lado do consumo final, o Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes (SindRio) informou que existe a demanda por produtos orgânicos e que está criando a primeira diretoria de sustentabilidade no país, dentro dos sindicatos patronais. Em um levantamento rápido, o SindRio identificou pelo menos 30 estabelecimentos que trabalham com orgânico e têm esse viés para atrair clientes.

Akemi Nitahara, da Agência Brasil


Fonte: Ciclo Vivo

Empresa paranaense investe em resinas e tintas ecológicas



A companhia Hydronorth, fundada em 1981, no Paraná, tem foco em tintas e impermeabilizantes. Seu diferencial é investir em uma linha sustentável de produtos para construção.

O intuito da empresa é unir tecnologia e inovação sustentável, por isso aposta em produtos especializados na preservação de ambientes e superfícies que não causem grande impacto ambiental, como a linha Ecopintura. Dessa forma, pretende chegar ao faturamento de 120 milhões este ano, contra os R$ 107,2 milhões faturados em 2011.

Entre as apostas, o Telhado Branco, um revestimento impermeabilizante para lajes e telhados, reduz a temperatura interna da construção em até 5°C, diminuindo o uso do ar condicionado e a emissão de CO2 na atmosfera retardando o aquecimento global. Também refletem até 90% do calor emitido pelos raios solares, enquanto os escuros apenas 20%.

O produto atende aos principais requisitos de qualidade e desempenho de acordo com as normais nacionais e internacionais. Tem a tecnologia Bio-Pruf, que combate o crescimento de microorganismos como mofo, algas e bactérias em superfícies externas e internas.

Além do Telhado Branco, a linha Ecopintura conta com mais 10 produtos: Tinta Acrílica Ecológica Premium, Tinta Acrílica Ecológica Standard, Tinta Acrílica Ecológica Econômica, Tinta Acrílica Ecológica Pinta Gesso, Massa Corrida Ecológica, Massa Acrílica Ecológica, Selador Acrílico Ecológico, Revestimento Ecológico Graffiato, Esmalte Base Água Ecológico e Verniz Base Água Ecológico. Todos atendem aos padrões e requisitos de desempenho nos processos de pintura de construções sustentáveis, de acordo com o LEED, AQUA, entre outros. Além de ter baixo teor de COV (Compostos Orgânicos Voláteis).

“Temos o objetivo de prover soluções inovadoras na preservação de ambientes e superfícies para garantir o bem-estar das pessoas. A Hydronorth reforça o compromisso com a sustentabilidade que, aliada à tecnologia, traz mais conforto aos estabelecimentos”, afirma Matheus Góis, vice-presidente da Hydronorth.

Situada a 13 km de Londrina - Paraná, em Cambé, com um parque fabril operando dentro na industrialização de tintas, texturas, vernizes e impermeabilizantes, a companhia conta com uma estação de tratamento de resíduos.

A Hydronorth atua em mais de 2.500 pontos de vendas em todos os estados do país, entre home centers, como Leroy Merlin, Telhanorte, C&C, além de lojas varejistas e em locais de materiais de construção.

A empresa foi fundada por Amado Gois na cidade de em Cambé, a 13 km de Londrina, no Paraná. Ele foi o responsável por criar as primeiras resinas impermeabilizantes há 31 anos. O faturamento já ultrapassa os 107 milhões.


Fonte: Ciclo Vivo