sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Brasília testa ônibus elétrico que deve ser usado na Copa de 2014



Um ônibus elétrico está desfilando pelas ruas de Brasília. O veículo fabricado na China será testado na capital do país nos próximos meses, sem custos para os moradores.

O ônibus atinge a velocidade máxima de 80 km/h, sendo que o mesmo tipo de veículo movido a combustíveis fósseis podem atingir até 90 Km/h, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro.

O veiculo elétrico funciona a partir da combinação de baterias que são recarregadas em até três horas e proporcionam autonomia média de 150 quilômetros, isso se o ar-condicionado estiver ligado. Elas têm vida útil de cinco anos, no mínimo.

Além da população, especialistas da Universidade de Brasília testarão o modelo. A ideia é encontrar alternativas para o transporte até a Copa do Mundo de 2014. Em especial, o objetivo é estudar viabilidade da utilização de um ônibus ecológico no transporte público do Distrito Federal (DF).

Caso o elétrico seja aprovado, é possível que avancem as negociações para a abertura de uma fábrica no Brasil. A Sociedade de Transporte Coletivo (TCB) assinou um acordo, mês passado, com as Rui Hua e Alfa Bus, fabricantes do ônibus elétrico representadas no Brasil pela S4 Clean Energy. A intenção é produzir os elétricos até 2014.

“Estamos próximos de renovar toda a frota de Brasília. Mas, o grande objetivo é desenvolver o negócio no país. Inicialmente, seria uma fábrica modular, com peças que viriam do exterior”, afirma o presidente da TCB, Carlos Koch.

O projeto de implementação de ônibus elétricos e híbridos integra um acordo feito entre o Governo do Distrito Federal e a Federação Internacional de Futebol (Fifa) para a Copa do Mundo de 2014. A intenção é que os novos veículos sejam usados no transporte dos torcedores do aeroporto ao Setor Hoteleiro e ao Estádio Nacional Mané Garrincha.

O ônibus em fase de teste possui ar condicionado e capacidade para transportar 60 pessoas, sendo 28 sentadas, 31 em pé e um espaço para cadeirante. O período de avaliação pode ser estendido por mais um trimestre. Com informações da UOL e Ideias verdes.


Fonte: CicloVivo

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Guaraná Antarctica lança primeira PET 100% reciclada



O lançamento da primeira embalagem totalmente está previsto para este mês. A tecnologia empregada na fabricação da garrafa permite que qualquer outra PET, independente de cor, formato ou fabricante, se transforme em uma garrafa da marca.

Para o gerente de marketing de Guaraná Antarctica, Thiago Guedes Hackradt, a marca investiu exatamente nesse formato para um projeto de sustentabilidade focado em reciclagem porque acredita que o melhor destino para uma garrafa PET é se transformar em uma nova garrafa PET.  “Além de 100% reciclada, a nova garrafa é feita com embalagens de origens distintas, característica presente no DNA do povo brasileiro, que é fruto de uma miscigenação de culturas e origens. Essa decisão reforça ainda mais a brasilidade da marca”, completa o gerente.

Esta iniciativa está alinhada ao Ambev Recicla, que reúne um conjunto de iniciativas para promover o aumento da reciclagem do país, a redução de uso de matéria prima e a educação dos consumidores. Estas ações beneficiam toda a cadeia de produção – consumidores, cooperativas, sociedade e meio ambiente – e estão apoiadas em cinco eixos: educação ambiental, apoio a cooperativas, pontos de coletas seletivas, fomento ao movimento de reciclagem e desenvolvimento de embalagens sustentáveis.

O plano é expandir a iniciativa, chegando a 20% de embalagens de 2 litros de Guaraná Antarctica até o final de 2013. Hoje, ela já está presente em 12% delas, o equivalente a mais de 28 milhões de garrafas ou 56 milhões de litros da bebida. Até o final de 2012, esse número deve subir para 40 milhões de garrafas.

Impacto Ambiental

Produzida nas fábricas da Ambev localizadas em Nova Rio (RJ), Curitibana (PR) e Sapucaia (RS), a embalagem PET 100% reciclada deve consumir 70% menos energia elétrica em relação à produção do material virgem, além de diminuir 20% o consumo de água (dados informados pela Brasil Pet). Outras contribuições do projeto são a economia de petróleo utilizada nesse processo e uma redução anual de material de embalagem em 1,3 milhão de quilos.

Segundo o 8º Censo da reciclagem do PET no Brasil, realizado pela ABIPET (Associação Brasileira da Indústria do PET) são recicladas, atualmente, 294 toneladas de material PET, o equivalente a 57,1% de todo o material virgem produzido. Desse total, apenas 18% são utilizados em embalagens recicladas. Só em 2012, Guaraná Antarctica deve retirar mais de 60 milhões de embalagens das ruas, número que deve crescer nos próximos anos.

“Essa nova aplicação do PET 100% reciclado pós-consumo representara um importante impulso para a reciclagem no país”, destaca Ricardo Rolim, diretor de relações socioambientais da Ambev. “A iniciativa tem potencial considerável para aumentar o índice de reaproveitamento de garrafas PET, impactando toda a cadeia de reciclagem no Brasil. A necessidade de matéria-prima estimula as cooperativas de catadores gerando, assim, um incentivo natural da sociedade para o descarte correto do material”, reforça o diretor.

As novas embalagens de Guaraná Antarctica estarão disponíveis nos principais pontos de vendas da região Sul e nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, com expansão prevista para todo o país até o final de 2014. Mais informações podem ser obtidas pelo site oficial da marca (www.guaranaantarctica.com).

Nos últimos anos Guaraná Antarctica tem investido cada vez mais em ações sustentáveis. Um exemplo é o projeto de redução de consumo de plástico PET das garrafas e das tampas e o desenvolvimento de um design ecológico para suas embalagens - em 2003, o portfólio de refrigerantes da companhia passou a ser “acinturado”, contribuindo para a redução do uso de PET.

A marca também relançou a embalagem de 1 litro retornável, que é uma opção mais econômica e limpa. A inovação representa uma redução de impacto ambiental, pois para cada embalagem de 1 litro retornável, deixam de ser consumidas e descartas no meio-ambiente pelo menos três latas de alumínio. Além disso, o vidro é 100% reciclável e pode ser reutilizado inúmeras vezes.


Fonte: Ciclo Vivo

RJ lança campanha de produtos orgânicos para Copa do Mundo


Já existem no Rio cerca de 300 produtores certificados dentro do processo de comércio justo, que já podem participar das rodadas de negócio da Copa das Confederações. | Foto: Dinko Verz/SXC


Um dos legados que a Copa do Mundo de 2014 quer deixar para o estado do Rio é a estruturação da cadeia produtiva de orgânicos, desde o produtor da matéria-prima, passando pela agroindústria e mercados varejistas, chegando à conscientização dos consumidores sobre os benefícios dos produtos sustentáveis e sem agrotóxicos.

O assunto foi discutido na última segunda-feira (19) no Seminário Brasil Orgânico e Sustentável/Rio de Janeiro - Impactos da Política Nacional de Agroecologia. O presidente da Associação Brasil Orgânico e Sustentável (Abrasos), Alexandre Borges, disse que fazer com que a Copa de 2014 seja a primeira a ter esse viés será um desafio para o setor.

“Todo mundo fala que [o alimento] orgânico é legal, é saudável, mas falta organizar a cadeia produtiva. Nosso problema é estrutural. Temos produtores desistindo e voltando para a prática convencional. Os empreendedores já sofreram muito e perderam dinheiro por causa dos produtores, que são a ponta da cadeia. Também estamos nos reunindo com varejistas, redes regionais, hotéis, para conseguir escoar a produção”, declarou.

Borges adiantou que será lançada nesta quarta-feira (21) a campanha Brasil Orgânico e Sustentável 2014, durante a 8ª Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária, que ocorre até domingo (25) na Marina da Glória. De acordo com ele, a campanha vai gerar oportunidades para o crescimento do setor.

“Estamos na fase de articulação, vendo com os ministros se será uma campanha oficial do governo. De prático vamos ter um site e rodadas de negócios que vão tentar unir as pontas, fazer o casamento entre o produtor, a pequena empresa, os restaurantes, hotéis, o varejo. A gente vai ganhar visibilidade com a campanha na mídia e ainda terá um selo, que será usado por quem cumprir alguns critérios, que ainda serão discutidos”.

O presidente da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro (Pesagro-Rio), Silvio Galvão, compõe o núcleo temático do projeto Brasil Orgânico e Sustentável 2014. Para ele, o Rio tem a responsabilidade de receber bem os turistas que virão para a Copa, mas também de deixar como grande legado o consumo orgânico sustentável e a geração de renda para o produtor.

“O Rio de Janeiro tem como desafio conseguir trazer todos os produtores de forma organizada para participar desse movimento. E, para isso, nós estamos precisando de mais assistência técnica, mais oportunidade de transferência de tecnologia para os produtores rurais”, declarou.

Segundo Galvão, “existem nas prateleiras de diversas empresas de pesquisa agropecuárias dos estados, reunidos por meio do Conselho Nacional dos Sistemas Estaduais de Pesquisa Agropecuária (Consepa) e da própria Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), toda uma metodologia, uma tecnologia pronta para você controlar a questão do manejo, de capim, de pragas, irrigação, buscando sempre o máximo de produtividade e de produção”, completou.

Apesar da proximidade com os grandes eventos esportivos, como a Copa das Confederações em 2013, ele garante que o estado está preparado para o desafio de incentivar a produção e o consumo de orgânicos.

“A Copa do Mundo é um pretexto. O Rio de Janeiro já tem um trabalho, que merecia estar mais desenvolvido, mas por diferentes razões não está. E a gente está usando a Copa do Mundo para acelerar todo um conjunto de politicas públicas para que dê efetivo resultado positivo para o produtor rural. Não adianta resultado político, o produtor tem que ganhar com isso. 2014 é um desafio, mas nós já temos produtos que podem mostrar todo o nosso potencial”.

De acordo com Galvão, já existem no estado cerca de 300 produtores certificados dentro do processo de comércio justo, agricultura orgânica e certificação de origem, além de mil da agricultura familiar, que já podem participar das rodadas de negócio da Copa das Confederações.

Do lado do consumo final, o Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes (SindRio) informou que existe a demanda por produtos orgânicos e que está criando a primeira diretoria de sustentabilidade no país, dentro dos sindicatos patronais. Em um levantamento rápido, o SindRio identificou pelo menos 30 estabelecimentos que trabalham com orgânico e têm esse viés para atrair clientes.

Akemi Nitahara, da Agência Brasil


Fonte: Ciclo Vivo

Empresa paranaense investe em resinas e tintas ecológicas



A companhia Hydronorth, fundada em 1981, no Paraná, tem foco em tintas e impermeabilizantes. Seu diferencial é investir em uma linha sustentável de produtos para construção.

O intuito da empresa é unir tecnologia e inovação sustentável, por isso aposta em produtos especializados na preservação de ambientes e superfícies que não causem grande impacto ambiental, como a linha Ecopintura. Dessa forma, pretende chegar ao faturamento de 120 milhões este ano, contra os R$ 107,2 milhões faturados em 2011.

Entre as apostas, o Telhado Branco, um revestimento impermeabilizante para lajes e telhados, reduz a temperatura interna da construção em até 5°C, diminuindo o uso do ar condicionado e a emissão de CO2 na atmosfera retardando o aquecimento global. Também refletem até 90% do calor emitido pelos raios solares, enquanto os escuros apenas 20%.

O produto atende aos principais requisitos de qualidade e desempenho de acordo com as normais nacionais e internacionais. Tem a tecnologia Bio-Pruf, que combate o crescimento de microorganismos como mofo, algas e bactérias em superfícies externas e internas.

Além do Telhado Branco, a linha Ecopintura conta com mais 10 produtos: Tinta Acrílica Ecológica Premium, Tinta Acrílica Ecológica Standard, Tinta Acrílica Ecológica Econômica, Tinta Acrílica Ecológica Pinta Gesso, Massa Corrida Ecológica, Massa Acrílica Ecológica, Selador Acrílico Ecológico, Revestimento Ecológico Graffiato, Esmalte Base Água Ecológico e Verniz Base Água Ecológico. Todos atendem aos padrões e requisitos de desempenho nos processos de pintura de construções sustentáveis, de acordo com o LEED, AQUA, entre outros. Além de ter baixo teor de COV (Compostos Orgânicos Voláteis).

“Temos o objetivo de prover soluções inovadoras na preservação de ambientes e superfícies para garantir o bem-estar das pessoas. A Hydronorth reforça o compromisso com a sustentabilidade que, aliada à tecnologia, traz mais conforto aos estabelecimentos”, afirma Matheus Góis, vice-presidente da Hydronorth.

Situada a 13 km de Londrina - Paraná, em Cambé, com um parque fabril operando dentro na industrialização de tintas, texturas, vernizes e impermeabilizantes, a companhia conta com uma estação de tratamento de resíduos.

A Hydronorth atua em mais de 2.500 pontos de vendas em todos os estados do país, entre home centers, como Leroy Merlin, Telhanorte, C&C, além de lojas varejistas e em locais de materiais de construção.

A empresa foi fundada por Amado Gois na cidade de em Cambé, a 13 km de Londrina, no Paraná. Ele foi o responsável por criar as primeiras resinas impermeabilizantes há 31 anos. O faturamento já ultrapassa os 107 milhões.


Fonte: Ciclo Vivo

USP tem ponto de recarga de carros elétricos para estudar o setor



O IEE, Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP, inaugurou o primeiro entreposto de recarga rápida para carros elétricos em São Paulo. A tecnologia recarrega 80% de uma bateria em 30 minutos, o que oferece autonomia de cerca de 180 quilômetros rodados na cidade, a um custo médio de R$10.

Um dos objetivos do projeto é fazer simulações dos efeitos do uso de veículos desse tipo sobre a rede elétrica e projetar cenários para o Brasil. A eficiência e o consumo energético estão sendo testados em modelos elétricos da Mitsubishi e Fiat. Além disso, uma frota experimental de táxis elétricos da Prefeitura de São Paulo, com dez veículos da Nissan, é abastecida diariamente, fornecendo dados que serão essenciais ao projeto, como consumo, eficiência e vida útil das baterias.

Em entrevista ao Jornal da USP, o coordenador-geral do projeto, professor Paulo Roberto Feldmann, avalia que o número de elétricos deverá chegar a cerca de 500 mil unidades até 2012. Algumas projeções internacionais muito positivas apontam que, até 2030, eles devem ter a mesma atratividade dos veículos movidos a combustível e que chegariam a 50% da frota. “Neste horizonte, poderia haver no Brasil uma sobrecarga na rede de distribuição em horários de pico, caso não sejam feitos cálculos sobre a capacidade de geração e distribuição de eletricidade, além de um estudo sobre hábitos dos usuários de veículos elétricos”, indica reportagem do Jornal da USP.

O preço do carro elétrico não sai por menos de R$150 mil no Brasil. “O fundamental ainda não existe no Brasil, que é a regulação desse mercado. Por isso, com base nos estudos, vamos encaminhar ao governo brasileiro e à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sugestões que consideramos adequadas à regulação desse mercado”, diz o professor.


Fonte: Super Interessante

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Grupo de Economia do Saneamento, Energia & Soluções Ambientais

Gostaria de convidá-lo (a) para participar da próxima sessão do Grupo de Economia do Saneamento, Energia & Soluções Ambientais na qual teremos a honra e satisfação de contar com o Presidente da Associação Brasileira de Agências de Regulação (ABAR), Dr. José Luiz Lins dos Santos.

A ABAR tem como objetivo promover a mútua colaboração entre as associadas e os poderes públicos na busca do aprimoramento e consolidação da atividade regulatória no país. 

O evento será no dia 23 de Novembro, das 16:00 às 17:30 na Fundação Getúlio Vargas - Avenida Nove de Julho, 2029 – 6º andar – Sala 604 (lembrar que é possível entrar pela Rua Itapeva, 432. Nesta rua há mais alternativas de estacionamento).


Atenciosamente,

Gesner Oliveira
gesner.oliveira@fgv.br

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