quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Designer mistura arte urbana e sustentabilidade ao criar cobertura de garrafas PET



O designer Garth Britzman aproveitou garrafas PET para fazer uma espécie de toldo que mistura arte urbana e sustentabilidade. Seu trabalho buscou explorar a reutilização de embalagens para fazer uma instalação temporária.






A ideia era estimular alternativas criativas para reciclagem e reutilização de materiais. Britzman dedicou-se ao projeto e teve um ótimo resultado. Além de bonito visualmente, a cobertura de PET pode ter diversas funcionalidades.


No caso, o designer mostrou que ela pode servir para estacionar um carro, protegendo-o do sol. O trabalho dele ficou ainda mais interessante devido aos líquidos coloridos colocados em cada um dos recipientes que ficaram suspensos.


Ele utilizou as cores azuis, verdes e amarelos. Com esse padrão, o resultado foi que as garrafas parecem flores penduradas se olhadas de baixo. Sua instalação foi chamada de “Pop Culture”.


Britzman é um estudante da cidade de Lincoln, localizada em Nebraska nos Estados Unidos. Ele possui um perfil no site Behance, uma plataforma online que divulga o trabalho criativo de profissionais de todo o mundo. Na página, o designer destaca que seus principais interesses giram em torno da arquitetura, design industrial e arte de rua.


O projeto foi realizado por Britzman junto a seus colegas da Universidade de Nebraska. Ao total, foram gastas 200 horas para a conclusão do trabalho. Ele também teve o apoio do professor de arquitetura da instituição, além da ajuda financeira de um programa canadense.


Fonte: Ciclo Vivo 

Honda anuncia veículo compacto totalmente elétrico



A Honda anunciou recentemente um compacto elétrico, que está próximo de ser produzido em maior escala. O modelo foi apelidado de Micro Commuter e teve a sua primeira versão apresentada no Salão do Automóvel de Tóquio, em 2011.


A bateria do compacto está instalada abaixo do assoalho, uma preocupação que se tornou um diferencial do carro, por oferecer maior flexibilidade e funcionalidade aos
 passageiros.



O carro foi projetado para percorrer distâncias curtas. Por isso, sua bateria possui autonomia de apenas 96 quilômetros a cada recarga completa. Além disso, a velocidade máxima alcançada pelo automóvel japonês é de 80 km/h.


O Commuter Micro é ainda menor que o Smart, mesmo que siga padrões bem parecidos. O modelo da Honda possui 254 centímetros de comprimento, 124 centímetros de largura e capacidade para carregar até dois passageiros. O diferencial é percebido também no peso do carro, que com apenas 400 quilos, a metade de um Smart.


O design do Commuter Micro também chama a atenção. As linhas são futurísticas e alguns detalhes da pintura externa ainda podem ser personalizados de acordo com a preferência do proprietário. O painel é totalmente tecnológico, podendo ter tablets incorporados à estrutura para complementar as informações.


Fonte: Ciclo Vivo 

Embrapa desenvolve alface transgênica com alto teor de ácido fólico


A Embrapa deve colocar no mercado nos próximos cinco anos um tipo de alface transgênica com alta concentração de ácido fólico. Segundo o pesquisador Francisco Aragão, coordenador do projeto, alface já produz a vitamina, mas em pequenas quantidades.


A proposta do estudo, que começou em 2006, é aumentar a produção das moléculas que dão origem ao ácido fólico por meio de genes de Arabidopsis thaliana, uma “planta-modelo” utilizada na biotecnologia vegetal. “Os estudos foram realizados de duas maneiras: no primeiro caso, o gene foi inserido no genoma nuclear da planta e no segundo, no cloroplasto (parte da planta responsável pela fotossíntese). A primeira vertente resultou em linhagens de plantas com até 15 vezes mais ácido fólico e a segunda, com duas vezes mais. Aragão pretende iniciar o cruzamento entre as duas variedades para tentar alcançar índices ainda maiores da vitamina nas plantas”, explica o site da Embrapa.

O argumento principal para o desenvolvimento da alface transgênica é que a ausência de ácido fólico no organismo pode causar problemas que vão de depressão a complicações na gravidez. Para complementar a alimentação, há quase uma década a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determina que o ácido fólico seja acrescentado à farinha industrializada.

A dose diária de ácido fólico recomendada para um adulto a partir de 15 anos é de 0.4 mg. A ingestão de duas folhas das alfaces geneticamente modificadas representa 70% da necessidade diária.

Fonte: Superinteressante

Seda de teia de aranha pode ser usada como chip biodegradável



Segundo os cientistas, a teia de aranha é mais forte do que aço, mais resistente que fibras sintéticas e muitíssimo flexível. Esses superpoderes vêm da seda que as aranhas produzem para tecer suas teias. A novidade é que ela transmite luz assim como cabos de fibra ótica de vidro. Por isso, cientistas do Instituto de Física da Universidade de Rennes (França) propõe usar este recurso natural ligados a aparelhos eletrônicos.

A equipe de cientistas liderada por Nolwenn Huby realizou teste com um curto fio de seda conectado a um chip e constatou que o material é capaz de levar informações a dispositivos eletrônicos, mesmo que perca mais luz do que o cabo de vidro. Huby está empolgado com a ideia e garante que a capacidade de transmissão da seda melhorará com revestimento e um pouco mais de pesquisa.

E sabe o que a seda de aranhas e os chips têm a ver com você? O grande êxito desta descoberta é seu potencial de aplicação na medicina. A seda poderia ser usada, por exemplo, para iluminar regiões internas do corpo humano e assim ajudar a registrar imagens em exames de saúde. Como ela é muito fina – 10 vezes mais fina que um fio de cabelo –, entraria no corpo de uma pessoa por uma abertura mínima. Ainda por cima, a seda é absorvida naturalmente pelo corpo humano, sem nenhum dano à saúde. Por isso, faria as vezes de um chip, com a vantagem de ser biodegradável.

Além de ajudar a detectar doenças, a seda da teia de aranha também seria muito útil em bandagens para cicatrizes cirúrgicas, se elas forem associadas a um dispositivo eletrônico para monitorar infecções. É ou não é uma grande contribuição da natureza?


Fonte: Super Interessante

Tomada Cronômetro


Os designers Dan Bee Lee, Jang Soo Kim, KyoYeon Kim e WooRi Kim desenvolveram o projeto de uma tomada com cronômetro que promete evitar a perda de energia – e, claro – economizar na conta mensal de energia elétrica.

A invenção ainda resolve o problema de quando deixamos algum carregador ligado na tomada por muito tempo, evitando que o aparelho continue consumindo energia sem necessidade.

A tomada, que ganhou o nome de Dialug, funciona como um timer que bloqueia a corrente de energia quando a carga fica completa.

O usuário deve plugar o eletrônico na tomada e girá-la no sentido horário, como uma espécie de cronômetro analógico. A partir disso, o contador vai se mover de acordo com o tempo e, quando chegar ao final do período estabelecido, vai cortar a passagem de energia automaticamente, evitando a perda de energia na mesma hora.

Caso prefira, há um jeito de deixar a corrente sempre aberta; basta  girar a chave no sentido anti-horário.




Fonte: Garimpo Verde

Electrolux lança lavadora ecológica que poupa até 45% de água




A Electrolux acaba de lançar a lavadora Ecologic 12 kg com reservatório que economiza até 15 litros de água quando comparada a outras da mesma categoria e utiliza plástico de etanol em sua composição.

O novo modelo promete economizar, em um ano, a água de 50 lavagens de quintal, 21 lavagens de carro com mangueira, 104 lavagens de louça e 90 banhos de 15 minutos. A empresa garante economia em todo o processo e poupa até 45% de água quando comparada aos modelos da mesma categoria disponíveis no mercado.

Com este lançamento a empresa propõe uma forma de lavar roupas de maneira mais sustentável e com maior economia de recursos naturais, se aproximando do conceito ecológico. Desenvolvida no Brasil, a lavadora possui um Eco Reservatório, que permite a reutilização da água do enxágue para uma nova lavagem.

Ele acumula até 15 litros de água proveniente da centrifugação, que podem ser reutilizados quando um novo lote é colocado no cesto de lavagem. Uma luz de led no painel da lavadora avisa quando o reservatório contiver água. Caso a consumidora desista de reutilizar a água, deve ser acionado o comando “esvaziar reservatório” localizado no painel da lavadora. Se a água do reservatório não for utilizada em até 72 horas, a lavadora o esvazia automaticamente.

O produto também apresenta um cesto sem furos que evita o desperdício da água acumulada entre o cesto e o tanque, como nos modelos tradicionais, responsável por poupar 40% de toda a água utilizada na lavagem e, consequentemente, utiliza 40% a menos de sabão.

A Ecologic 12 kg consome a cada quilo de roupa lavada, apenas 7,6 litros de água por ciclo, ao contrário das lavadoras comuns que utilizam, em média, 13 litros para o mesmo ciclo.

Com classificação energética “A”, a empresa afirma que o modelo é o primeiro do mundo a utilizar plástico verde com base em cana de açúcar, uma fonte renovável, reciclável e que ajuda na redução de emissão de gases do efeito estufa em alguns componentes.

“Foram dois anos de pesquisas para chegar a um produto com características que realmente contribuem para a preservação do meio ambiente”, conta Joana Dias, gerente de produtos da Electrolux. “Está nos pilares da empresa ajudar no uso racional da água e de energia internamente como também levar este benefício para os consumidores. Tendo em vista um cenário de alto consumo com tarifa elevada, com a Ecologic 12 kg, podemos gerar uma economia de 15% ao ano nas contas de água e luz”, completa.

Outra característica interessante é a função Eco Enxágue, em que o cesto gira em alta rotação e dispara sprays de água sobre as roupas, potencializando a economia de água e energia, já que não é necessário encher o cesto todo para remover o sabão. Essa função permite uma economia de até 50% comparada aos enxágues tradicionais.

A função Turbo Secagem permite que as roupas saiam mais secas da etapa de centrifugação diminuindo o consumo de energia e tempo de varal.

Como toda a linha de lavadoras da Electrolux, a Ecologic 12kg tem ainda a função Eco Reaproveitamento, que permite à consumidora parar o processo antes de escoar a água do enxágue e reutilizar a água para lavar o quintal ou regar plantas. Porém, a companhia trouxe mais um avanço nessa função. Na lavadora Ecologic é possível reaproveitar a água da lavagem (antes de iniciar o enxágue) e a água do enxágue. O produto já está no mercado com preço sugerido de R$ 1.799, 00.


Fonte: Ciclo Vivo

Estudos viabilizam a reciclagem de livros no Brasil



Pesquisadores viabilizam a reciclagem do material didático utilizado por alunos de escolas públicas e particulares em todo o país. Um projeto elaborado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) pretende reaproveitar a quantidade de exemplares distribuídos anualmente.

Quatro milhões de toneladas de papel são recicladas anualmente no país, um volume equivalente a 43,5% do total consumido pelos brasileiros em 12 meses. Este número pode aumentar com o melhor aproveitamento de materiais específicos, como os livros didáticos usados por alunos de escolas particulares e públicas.

Segundo dados do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, o FNDE, quase 138 milhões de exemplares foram distribuídos em 2011. Considerando as características médias de um livro, um total de 123 mil toneladas de papel têm potencial para reciclagem. Pensando nisso, o IPT realizou um projeto de pesquisa em amostras do miolo e da capa dos livros que mostrou a viabilidade do reaproveitamento do papel em produtos de maior ou menor valor agregado.

A ação do Laboratório de Papel e Celulose  foi proposto para preencher uma lacuna em estudos específicos sobre a reciclagem dos livros didáticos. Grande parte deles é impressa em quatro cores e tem lombada quadrada e miolo fixado com cola de poliuretano. Para um reaproveitamento eficiente, a reciclagem vai remover os pigmentos coloridos e a cola, a fim de evitar os resíduos colantes que se depositam sobre o papel ao longo do processo.   Embora represente uma redução no uso de recursos naturais, a reciclagem do papel é um processo mais complexo em comparação à obtenção de fibras virgens, já que, geralmente, os papéis recuperados consistem em uma mistura de diferentes fontes. Eles possuem uma série de contaminantes – como corantes, revestimentos, laminações e adesivos –  que acabaram sendo misturados durante o ciclo de vida ou de coleta. Além disso, os papéis acumulam outros resíduos, como grampos, clipes e elásticos.   Os processos de reciclagem de cozimento com solução alcalina e destintamento resultaram em papéis com pouca ou quase nenhuma impureza e com alvura equivalente a dos papéis empregados na confecção
A ação do Laboratório de Papel e Celulose  foi proposto para preencher uma lacuna em estudos específicos sobre a reciclagem dos livros didáticos. Grande parte deles é impressa em quatro cores e tem lombada quadrada e miolo fixado com cola de poliuretano. Para um reaproveitamento eficiente, a reciclagem vai remover os pigmentos coloridos e a cola, a fim de evitar os resíduos colantes que se depositam sobre o papel ao longo do processo.   Embora represente uma redução no uso de recursos naturais, a reciclagem do papel é um processo mais complexo em comparação à obtenção de fibras virgens, já que, geralmente, os papéis recuperados consistem em uma mistura de diferentes fontes. Eles possuem uma série de contaminantes – como corantes, revestimentos, laminações e adesivos –  que acabaram sendo misturados durante o ciclo de vida ou de coleta. Além disso, os papéis acumulam outros resíduos, como grampos, clipes e elásticos.   Os processos de reciclagem de cozimento com solução alcalina e destintamento resultaram em papéis com pouca ou quase nenhuma impureza e com alvura equivalente a dos papéis empregados na confecção
A ação do Laboratório de Papel e Celulose  foi proposto para preencher uma lacuna em estudos específicos sobre a reciclagem dos livros didáticos. Grande parte deles é impressa em quatro cores e tem lombada quadrada e miolo fixado com cola de poliuretano. Para um reaproveitamento eficiente, a reciclagem vai remover os pigmentos coloridos e a cola, a fim de evitar os resíduos colantes que se depositam sobre o papel ao longo do processo.   Embora represente uma redução no uso de recursos naturais, a reciclagem do papel é um processo mais complexo em comparação à obtenção de fibras virgens, já que, geralmente, os papéis recuperados consistem em uma mistura de diferentes fontes. Eles possuem uma série de contaminantes – como corantes, revestimentos, laminações e adesivos –  que acabaram sendo misturados durante o ciclo de vida ou de coleta. Além disso, os papéis acumulam outros resíduos, como grampos, clipes e elásticos.   Os processos de reciclagem de cozimento com solução alcalina e destintamento resultaram em papéis com pouca ou quase nenhuma impureza e com alvura equivalente a dos papéis empregados na confecção
A ação do Laboratório de Papel e Celulose  foi proposto para preencher uma lacuna em estudos específicos sobre a reciclagem dos livros didáticos. Grande parte deles é impressa em quatro cores e tem lombada quadrada e miolo fixado com cola de poliuretano. Para um reaproveitamento eficiente, a reciclagem vai remover os pigmentos coloridos e a cola, a fim de evitar os resíduos colantes que se depositam sobre o papel ao longo do processo.

Embora represente uma redução no uso de recursos naturais, a reciclagem do papel é um processo mais complexo em comparação à obtenção de fibras virgens, já que, geralmente, os papéis recuperados consistem em uma mistura de diferentes fontes. Eles possuem uma série de contaminantes – como corantes, revestimentos, laminações e adesivos –  que acabaram sendo misturados durante o ciclo de vida ou de coleta. Além disso, os papéis acumulam outros resíduos, como grampos, clipes e elásticos.

Os processos de reciclagem de cozimento com solução alcalina e destintamento resultaram em papéis com pouca ou quase nenhuma impureza e com alvura equivalente a dos papéis empregados na confecção dos livros didáticos.
Porém, a reciclagem pelo método de desagregação não trouxe resultados tão positivos. Os papéis obtidos apresentaram um alto teor de sujidade, a ponto de impedir a determinação de sua alvura. No entanto, isso não descarta a reutilização: sua aplicação pode ser destinada a outros produtos, como chapas de papelão ondulado e cartões multicamada, que não exigem requisitos de aparência. 

Com informações do IPT.

Fonte: Ciclo Vivo