quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Apartamentos compactos têm tamanho de garagem


O arquiteto Eugene Lubomir utilizou a experiência adquirida durante o tempo em que passou na China, Argentina e Itália, para desenvolver um sistema de moradias compactas para a cidade de Nova York. A proposta consiste em construir apartamentos em áreas similares a uma garagem.

A ideia de Lubomir foi apresentada no concurso de planejamento urbano e residencial de Nova York, realizado pelo prefeito Michael Bloomberg. O intuito do trabalho é oferecer opções de moradia mais baratas e no centro da cidade, capazes de abrigar pessoas que moram sozinhas.


É comum que grandes cidades sofram com a falta de espaço para construir novas residências. Assim, surgem as opções de casas ou apartamentos compactos. Nos Estados Unidos este modelo nem sempre foi visto com bons olhos, no entanto hoje ele se mostra como uma boa alternativa, que para ter sucesso depende muito da estrutura disponível ao seu redor.


A sugestão para Nova York é construir os apartamentos, apelidados de upLIFT, no centro da cidade, para que os moradores estejam perto de diversas facilidades e estruturas já existentes, como estações de metrô, escritórios, entre outras coisas. Os apartamentos poderiam ser construídos em pequenas áreas, atualmente ocupadas por estacionamentos.


O visual futurista é completado pelo uso de placas fotovoltaicas, que fornecerão energia limpa aos moradores, e pela utilização de fachadas equipadas com jardins verticais. De acordo com o arquiteto, toda a estrutura para a construção de um apartamento pré-fabricado poderia ser transportada em um caminhão, demonstrando a redução nos gastos com materiais e transporte.

Fonte: Ciclo Vivo  

Vagão de 1949 é transformado em casa


A estrutura de um vagão de 1949 é usada para montar uma casa. Para isso, todos os acabamentos e itens internos foram removidos, restando apenas a “casca”. Em seguida, a estrutura recebeu um novo forro, sistemas elétricos e móveis.


A maioria dos vagões “aposentados” são abandonados, sem passar por processos de reciclagem ou reaproveitamento. O vagão está em Portland, nos EUA.

Fonte: Atitude Sustentável

Starbucks quer aproveitar resíduos na produção de novos produtos



A Starbucks está desenvolvendo um projeto com cientistas a fim de transformar todo o lixo produzido pela companhia em ingrediente para a produção de bioplásticos e detergentes. O plano sustentável busca reduzir a pegada de carbono da rede multinacional.

Estima-se que a empresa despeje, anualmente, 1,3 bilhão de toneladas de resíduos em aterros sanitários. Para reduzir esse número, a Starbucks anunciou seu novo projeto durante o 244º Encontro Nacional da Sociedade Química Americana.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Hong Kong, na China, busca encontrar maneiras de aproveitar a borra de café e os produtos vencidos das lojas na produção de substâncias úteis. O estudo está em fase de testes e a líder da pesquisa, Carol Lin, acredita que o procedimento poderia gerar um grande retorno para a empresa.

"Cada pessoa em Hong Kong produz, em média, meio quilo de resíduos de alimentos por dia. É o mais alto, em média, de todos os países asiáticos", disse Carol à Revista Scientific American. Segundo a pesquisadora, a previsão é de que três dos aterros sanitários da cidade atinjam sua capacidade total até 2018.

A técnica consiste em colocar as borras de café e os outros resíduos em uma mistura com fungos. Consequentemente, serão geradas enzimas, que quebram os carboidratos transformando-os em açúcares simples. A mistura é então transferida para um tanque de fermentação, onde as bactérias convertem os açúcares em ácido succínico. Esta substância é a mesma utilizada na produção de produtos como sabão, bioplásticos e medicamentos.

Para Carol, o método em desenvolvimento será uma alternativa mais sustentável do que usar alimentos na produção de biocombustíveis, pois acredita que, ao longo prazo, pode contribuir com o aumento e escassez de alimentos em algumas regiões do mundo. “Utilizando resíduos de alimentos como a matéria-prima em uma biorrefinaria, certamente seria uma alternativa eficaz”, afirmou.

A pesquisadora também afirma que há grandes empresas internacionais interessadas no projeto e no momento os pesquisadores buscam provar que o método é economicamente viável.


Com informações da Revista PEGN e Scientific American.
Fonte: CicloVivo

Americanos criam sistema de comunicação entre plantas e humanos através do Twitter



O trio de cientistas da Universidade de Nova York, Rob Faludi, Kate Hartman e Kati London, em parceria com a SparkFun trabalham na criação de um kit chamado Botanicalls. O trabalho está direcionado a uma nova versão de um modelo antigo. O plano é tê-lo disponível em fevereiro deste ano, junto com o código atualizado e instruções para capacitar sua planta favorita para Twittar automaticamente quando precisar  de água, e agradecer através da rede social quando as necessidades forem atendidas.


A empresa espera que dessa maneira seja aberto um novo canal de comunicação entre plantas e seres humanos, em um esforço para promover a compreensão bem-sucedida entre as espécies.

O projeto é relacionado fundamentalmente na comunicação entre as plantas e pessoas. Os projetistas tem como objetivo capacitar ambos, inventando novos caminhos de interação. Para as plantas que poderiam ser negligenciadas são dadas a capacidade de chamar as pessoas por mensagem de texto para pedir assistência. Para as pessoas que não têm certeza da sua capacidade efetiva de cuidar de plantas são dadas pistas visuais e auditivas utilizando métodos humanos de comunicação comum.

O sistema Botanicalls original (inicialmente desenvolvido em 2006) permitiu às plantas de casa fazerem chamadas telefônicas. Quando uma planta desta rede precisa de água, ela pode chamar uma pessoa e pedir exatamente o que precisa. Quando as pessoas telefonam para as plantas, elas orientam o interlocutor sobre suas características botânicas.

O projeto foi originalmente gerado a partir de conversas não-técnicas, entre os alunos de pós-graduação em Programas Interativos de Telecomunicações (ITP) de Nova York, sobre recipientes de jardinagem caseiros, filtração de ar e as qualidades das plantas comuns.

A preocupação dos alunos em trazer as plantas para a comunidade do ITP foi a chance de sobrevivência - tecnólogos raramente têm tempo para parar e cheirar as flores, e muito menos lhes dar água, "mas, e se imaginarmos que as plantas podem nos fazer uma ligação e nos dizer o que precisam e quando?”,  indagou um dos estudantes, dando início ao projeto.


As metas desta rede são: manter as plantas vivas, traduzindo os protocolos de comunicação das plantas (hábito de folha, cor da folhagem, inclinação, etc) para obter mais protocolos de comunicação humana (e-mail, chamadas telefônicas de voz, visualizações digital, etc.); melhorar a conexão das pessoas com as plantas e explorar meios de mostrar como elas ajudam os seres humanos. A invenção também tende criar um senso de comunidade, mostrando como a vida natural é um contraponto valioso para o nosso ambiente.



Já a outra rede chamada Botanicalls Twitter responde à pergunta sobre o que está acontecendo com a sua planta. Ela oferece uma conexão via atualizações de status on-line do Twitter, que alcança as pessoas em qualquer lugar do mundo. Quando a planta precisar de água, ele irá postar para que o seu dono saiba. Ela também enviará agradecimentos quando receber cuidados e atenção.

O código do sistema cobre cinco diferentes atualizações de status, com base nas condições atuais que são: quando o nível de umidade do solo da planta cair abaixo do limiar satisfatório, ele irá enviar um status de atualização da planta que precisa ser regada; se a umidade cair abaixo de um nível crítico a planta irá twittar avisando que ela está precisando de água urgentemente; se houver um rápido aumento da umidade do solo, será detectado como um evento de irrigação e então a planta irá determinar se a umidade do solo subiu para o nível desejado (adequado), se a resposta for positiva, ela enviará um obrigado. Quando a planta for regada e a umidade do solo não alcançar o nível desejado, a planta regada mandará um twitter para relatar que foi regada, mas não o suficiente. Da mesma forma, se ocorrer um evento de irrigação, e a planta não estiver em necessidade de água, ela mandará um twitter para reclamar que está enfraquecida.



Os projetistas também informam “lembre-se de dar à planta a quantidade adequada de luz e de fertilizar o solo em uma base regular. Com os devidos cuidados, sua planta enviará twitter por muitos anos”.

Clique aqui para obter mais informações sobre o sistema.

Fonte: CicloVivo

Brasil bate novo recorde na reciclagem de latas de alumínio



  
Foto: jaguardelplatanar

Somente 17, em cada mil latinhas de alumínio consumidas no Brasil, em 2011, foram parar no lixo. O índice de reciclagem de 98,3% atingiu um novo recorde e continua garantindo a liderança do país no setor, segundo informações do Valor Econômico. Em 2010, o percentual foi de 97,6%.

Na realidade, de acordo com o diretor executivo da Abralatas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade), Renault de Freitas Castro, o Brasil pode considerar que toda a latinha consumida vai para a reciclagem. Isso porque não são contabilizadas as latas utilizadas para outros fins, como artesanato e fundições caseiras.
Por ser reciclável infinitamente sem perder a qualidade, a latinha também é o material mais reciclado internamente. O plástico PET, que ocupa a segunda posição, possui índices bem menores, com a reciclagem de 56% do material consumido.

A indústria brasileira reciclou no ano passado 18,4 bilhões de latas de alumínio, o equivalente a 50,4 milhões por dia, de acordo com a Abal (Associação Brasileira de Alumínio). Logo abaixo do Brasil, figuram na lista de recicladores o Japão, com o percentual de 92,6%, e a Argentina, com 91,1%. A Europa possui uma média 66,7%, pouco acima dos Estados Unidos (65,1%).

A reciclagem, que é estimulada neste setor no país há duas décadas, é feita essencialmente da coleta dos catadores de materiais recicláveis, responsáveis por encaminhar 85% das latinhas à reciclagem. Anualmente, a reciclagem gera um incremento de R$ 645 milhões na economia e economiza 3.780 GWh de energia, ao dispensar a utilização de mais matéria-prima para fabricação de novas latinhas, 95% a menos do que uma nova.



Taj Mahal será abastecido com energia solar



O monumento indiano Taj Mahal em breve receberá energia de uma usina solar. O projeto está previsto em relatórios de uma usina que será instalada perto da construção, na cidade indiana de Angra.

A obra está estimada em cerca de 20 mil euros e será financiada pelo Fundo do Patrimônio Taj. O projeto teve início com o Departamento de Turismo, após inúmeras interrupções de energia no local. Desta forma, o setor espera resolver o problema de falta de energia em alguns pontos da cidade.

Eleito uma das Sete Maravilhas do Mundo, o Taj Mahal é uma das obras mais procuradas pelos turistas que visitam a Índia, devido à sua beleza e à história de amor do imperador Shah Jahan, que construiu o monumento em homenagem à sua esposa, que morreu durante o parto.

Outro ponto turístico famoso que está investindo em sustentabilidade é a Torre Eiffel, na França. Na construção, será instalado um sistema eficiente de produção de energia e reuso de água.

A geração de energia ocorrerá por meio de turbinas eólicas e painéis solares, o que deve representar uma redução de 30% no consumo. Além disso, será instalado um mecanismo de aproveitamento da água. A previsão é que as obras sejam concluídas em 2014. 


Com informações do Energy Live News.

Fonte: CicloVivo

Complexo sustentável será construído em São Paulo



Com programas de eficiência energética, reaproveitamento de água e gestão de resíduos, o primeiro complexo sustentável da América Latina será construído na capital paulista. A área de convivência vai abrigar residências e estabelecimentos comerciais.


Localizado na Marginal Pinheiros, o Parque da Cidade é um complexo em construção, que ocupa uma área de, aproximadamente, 80 mil m². Destes, 22 mil m² são de área verde, que compreende cerca de 30 mil árvores e um lago. Ao longo do terreno, também estão instalados empreendimentos corporativos, uma área residencial, uma torre comercial, um shopping e um hotel.


Como o projeto foi construído para incentivar a interação do público com a natureza, a única área restrita do Parque da Cidade é onde estão instaladas as residências. Segundo os idealizadores, depois que forem concluídas as obras, cerca de 65 mil pessoas deverão visitar o local todos os dias. O acesso será realizado por meio de um sistema de vans elétricas, responsáveis por interligar o empreendimento às estações de trem e metrô.

Para incentivar a prática de esportes e a redução das emissões de carbono, serão construídas ruas e calçadas que priorizem a acessibilidade dos pedestres, que poderão fazer corridas e a caminhadas. Além disso, o complexo possuirá ciclovias e bicicletários. O Parque da Cidade também deverá contar com postos de recargas para veículos elétricos.

Os idealizadores do projeto pretendem reduzir o consumo de água em até 67%, por meio de investimentos em reuso de água e em sistemas de esgoto a vácuo. O Parque da Cidade deverá contar com iniciativas de eficiência energética, que incluem o aproveitamento da luz natural, o uso de energia solar e os programas de educação ambiental para os visitantes do complexo.



Um edifício do empreendimento já tem escritórios à venda – a média de preço do metro quatro quadrado é de R$ 14.200. Segundo a construtora, este prédio ficará pronto em 2015. No entanto, o Parque da Cidade deverá ser lançado em partes, e será totalmente concluído apenas em 2020.



Fonte: CicloVivo e Garimpo Verde