quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Saiba como reaproveitar lâmpadas e tecidos na decoração de Natal



Lâmpadas queimadas e restos de tecido podem servir como decoração neste Natal. A ideia é reaproveitá-los ao invés de descartá-los no meio ambiente.


Se você tem algum desses utensílios, e não sabe o que fazer com eles chegou a hora de dar um destino ambientalmente correto. Com a reutilização destes materiais e um pouco de criatividade, é possível transformá-los em objetos natalinos personalizados de decoração.

As dicas  hoje são: enfeites de árvore de natal usando lâmpadas queimadas e guirlanda com restos de tecido.



 Enfeites da árvore de natal

Para transformar sua lâmpada velha em enfeites de árvore de natal, basta pintá-las a mão livre com motivos natalinos. O desenho é simples e fácil de fazer, porém se desenhar não for seu ponto forte, a sugestão é pintá-las com as cores do natal, vermelha e verde. 

Depois de decorada e seca, passe um fio na base da lâmpada para prender o ornamento no galho da árvore e seu enfeite já está pronto.























Guirlanda de tecido

Fazer uma guirlanda de tecido é muito simples. Ela pode ser construída de duas maneiras. A forma mais prática é recortando restos de tecido coloridos em formatos quadrangulares. A quantidade de quadrados vai depender do tamanho que você quer que seu enfeite tenha. Quanto mais quadrados recortados, maior será a guirlanda.

Passe um fio no centro de cada quadrado. O mesmo fio conterá todos os recortes de tecido. Quando atingir o tamanho ideal, basta unir as extremidades do fio com um nó. Para fazer um enfeite na parte de cima, recorte um pedaço de tecido em forma de folhas e cole-as uma sobre as outras, ou então, basta colar um laço.

Para fazer a guirlanda da maneira menos prática, é preciso recortar os tecidos em formato circular, alinhavar um fio ao redor da borda com um pequeno espaço de distância de mais ou menos 0,5 cm ou um pouco menos, da extremidade. Quando completar a circunferência, basta puxar o fio. Ao fazer isso, o tecido ir franzir, depois disso, basta dar um ponto no centro da circunferência. Esta é a técnica usada para fazer fuxico e é disso que a guirlanda será formada.

 

Lembrando que para seu fuxico ter o tamanho ideal, a circunferência do tecido recortado deverá ter o dobro do tamanho desejado. Na hora de alinhavar, quanto mais distante forem os pontos, mais o miolo do fuxico fica fechado.

Depois que juntar uma boa quantidade de fuxicos, basta fazer o mesmo procedimento da dica simples: passe um fio por todos e una as extremidades com um nó quando atingir o tamanho desejado. Enfeite com um laço, ramos secos ou “folhas de tecidos”.

Fonte: Ciclo Vivo 

Sustentável por natureza, Fonte Nova fará reuso de água da chuva


No dia 29 de março de 2013, a Arena Fonte Nova será oficialmente entregue à sociedade baiana. O público terá acesso a um estádio que promete se orgulhar de ter nascido de si próprio. Baseada em uma fórmula de sustentabilidade, a arena baiana trabalha com a lógica de fonte renovável desde os seus primeiros passos, quando o concreto do antigo estádio foi reutilizado na construção da nova praça esportiva. Na reta final das obras, a Arena apresenta mais uma inovação renovável. A cobertura do estádio, em processo de montagem, terá um esquema de captação de água da chuva para utilização em sua estrutura sanitária e irrigação do gramado.


A capacidade total de armazenamento de água da chuva no projeto da Arena Fonte Nova é de 698.060 litros. Anualmente, serão captados 37 mil m³ de água pluvial com este sistema, o que representará uma economia de 72% em épocas de chuva e 24% em períodos de estiagem.

A preocupação com escassez de água e a elevação dos custos de energia não-renovável criou uma atitude responsável quanto ao impacto ambiental e a sustentabilidade. O ramo imobiliário adotou a causa e as novas edificações passaram a contar com um sistema de reuso de água. O diretor de Águas Urbanas da Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Bahia, Raimundo Freitas, destaca a importância de um sistema de reutilização de água da chuva.

- Estamos vivendo um momento importante nesse pensamento sobre o uso que fazemos da água. Em particular, da água tratada. No modo geral, o desperdício de água é muito grande.  Gastamos água tratada para lavar a calçada, a área de serviço, o quintal e tudo mais. Enquanto isso, temos água em abundância no período das chuvas. Uma água que poderia ser armazenada de forma simples e barata. E esse aproveitamento gera uma situação na qual o valor da água é reduzido, e a natureza agradece. Com o reuso dessa água, evitamos o desperdício de água tratada e ainda contribuímos para a drenagem das estruturas. 

Atualmente, temos estruturas muito comprometidas com a falta de impermeabilidade. Esse armazenamento ainda contribui para isso. Acho louvável ter esse recurso na Arena Fonte Nova. Isso vai representar uma economia muito grande para o estado, para o empreendedor e principalmente para a natureza. Atitudes como essa, do reuso da água, precisam se tornar práticas naturais dos projetistas. É uma questão de meio ambiente. Ou acordamos agora ou quando acordarmos será muito tarde – disse Freitas.

Da britagem a vagas 'limpas': uma Arena Ambiental

A obra da Arena Fonte Nova foi iniciada em 2010 com a demolição do antigo estádio. Desde então, ações de sustentabilidade ambiental se sucederam no projeto. O primeiro feito foi a reutilização de 100% do material proveniente da demolição do antigo estádio. No total, foram gerados aproximadamente 77,5 mil toneladas de materiais. Todo o aço proveniente da estrutura demolida (1.135 toneladas) foi encaminhado a indústrias siderúrgicas para reaproveitamento. Além disso, 90% do material resultante da britagem do concreto foi reaproveitado na própria obra e o restante destinado a outras obras da Região Metropolitana de Salvador.

Ainda durante as obras, outras pequenas mas não menos importantes ações de sustentabilidade foram feitas. Uniformes descartados pelos operários da obra foram doados para o Projeto Axé, organização não governamental, que vem reutilizando os fardamentos para a confecção de aventais, bolsas, jogos americanos, ecobags e etc.

Depois de pronta, a Arena terá outras ações voltadas para a sustentabilidade. Além do recolhimento de água da chuva, a cobertura do estádio terá um tipo de estrutura que reduz o consumo de aço entre 30% e 40%.

O estádio não fará uso da energia solar para a iluminação, mas vai utilizar o método para o aquecimento de água. Ainda assim, o consórcio que administra o estádio afirma que haverá uma otimização do consumo de energia elétrica em comparação a uma instalação padrão industrial. Serão utilizadas apenas lâmpadas do tipo T-5 de 25W, com maior eficiência e durabilidade, o que resultará numa economia de 35% de energia. Além disso, a Arena terá reatores eletrônicos, em vez de reatores eletromagnéticos. Com isso, a redução total de energia será de aproximadamente 32,5%. Os projetores da iluminação do campo também têm eficiência energética de ponta.

O estádio ainda terá vagas preferenciais para veículos com baixa emissão de CO2, como veículos do tipo “flex”, que funcionam a etanol e um sistema de refrigeração ambientalmente favorável, com a eliminação dos fluidos que agridem a camada de ozônio.
Pituaçu: o primo rico de energia

Em abril de 2012, o estádio Roberto Santos, o Pituaçu, tornou-se o primeiro da América Latina a funcionar com energia solar. O sistema, conhecido como ‘Pituaçu Solar’, tem energia gerada e interligada à rede de distribuição, cuja produção é equivalente a 630MWh ao ano, capaz de abastecer 525 residências. As 3,2 mil placas de silício utilizadas na captação da energia podem produzir 630 megawatts-hora. E, como o consumo médio do estádio é menor, o excedente é destinado ao sistema elétrico que abastece Salvador.

O projeto custou mais de R$ 5,5 milhões, dos quais R$ 3,8 milhões aplicados pela Coelba, empresa que administra o setor elétrico na Bahia, e R$ 1,75 milhão pelo governo estadual. Com a utilização da energia solar, o governo diz economizar cerca de R$120 mil/ano, além de fomentar o uso de novas tecnologias sustentáveis.

Fonte: Globo.com

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Curso de Perícia Judicial Ambiental


Aprenda a fazer um puff com garrafas PET



A dica hoje é fazer um puff totalmente sustentável. Reaproveitando garrafas PET, papelão e retalhos de tecido. O móvel é útil e ainda pode fazer parte da  decoração da sala ou do quarto, deixando o ambiente mais bonito.

Serão necessários os seguintes materiais:

- 32 garrafas PET

- 2 rolos de fita durex larga

- 1 folha de papelão grosso

- 1 lata de cola de sapateiro

- ½ metro de espuma com 5 cm de espessura

- 1 metro de tecido de sua preferência


As garrafas são cortadas ao meio e encaixadas umas nas outras formando uma peça única resistente, conforme mostrado na galeria de fotos. Para uni-las utilize a fita adesiva. Esta será a base de PET. Depois disso, coloque papelão grosso na base e uma espuma sobre o papelão.


O último passo é forrar o objeto com o tecido e costurá-lo pelo lado do avesso. Ao invés de comprar o tecido, você pode reaproveitar peças de retalhos. Com esses materiais é possível fazer um Puff pequeno de aproximadamente 50 centímetros.

Qualquer pessoa gosta de renovar sua casa comprando novos móveis, porém essa necessidade constante de redecorar o ambiente leva muitos objetos úteis a serem facilmente descartados. A ideia deste Puff é justamente reaproveitar materiais usados, para fazer um móvel novo.


Para entender todos os detalhes de como fazer o Puff veja o passo a passo na galeria de imagens e assista ao vídeo abaixo.

Fonte: Ciclo Vivo 

Seminário " Mata Atântica, o sabor da biodiversidade"

A ABJICA Associação Bolsista da JICA tem o prazer de convidá-lo para o Seminário " Mata Atântica, o sabor da biodiversidade", que ocorrerá no dia 08/11/2012 (Quinta-feira) no Horto Florestal de S.Paulo.

Segue anexo a programação detalhada do evento, que contará com degustação de frutas, distribuição de mudas e sementes nativas da Mata Atlântica.



                       
                                    

Para mais informações: sctc@if.sp.gov.br

Inscrições abertas - Oficina: “Riscos Ambientais Urbanos: uma abordagem preventiva”

A UMAPAZ em parceira com o DGD Leste 3 convida para a oficina “Riscos Ambientais Urbanos: uma abordagem preventiva” nos dias 05, 12 e 26 de novembro, 03 e 10 de dezembro. Propondo a discussão de problemas urbanos associados a eventos naturais potencializados pelo homem, com foco para enchentes e escorregamentos na cidade de São Paulo. 


Esta oficina propõe a discussão de problemas urbanos associados a eventos naturais potencializados pelo homem, com foco para enchentes e escorregamentos na cidade de São Paulo. Estes dois fenômenos são frequentes na cidade e afetam um grande número de pessoas anualmente, podendo se tornar situações de risco.
Para prevenir alguns riscos associados a fenômenos naturais é necessário conhecer um pouco da dinâmica natural do planeta Terra e refletir sobre a interferência dos seres humanos nestes fenômenos. 


As oficinas abordarão a discussão de termos utilizados no assunto, conceitos de geociências essenciais para entendimento técnico básico dos problemas, exemplos de situações de risco e discussões sobre os possíveis desastres ambientais urbanos locais, sempre com uma linguagem simples e acessível. 


Os moradores em áreas de risco necessitam de conhecimento prático com o qual reconheçam as situações de risco e possam agir para prevenir a ocorrência de desastres, a oficina buscará fornecer estes subsídios focando a prevenção na forma de um tripé sustentado por percepção, mitigação e adaptação ao risco. 


Carga horária: 20 horas/aula - 05 encontros de 4 horas cada. 

Programa:
Aula 1 -Sistemas terrestres: Biosfera, hidrosfera, atmosfera, geosfera e suas interações. 

Aula 2 - O que são Desastres Naturais? O que é Risco? Quais são os principais tipos de desastres naturais? 

Aula 3-Riscos Hidrológicos: O ciclo da água urbano/ bacia hidrográfica/ enchentes, inundações e alagamentos/ recursos didáticos para entender níveis de absorção de água no solo, e como construir um pluviômetro. 

Aula 4 – Riscos Geológicos: Relevo de encostas/ tipos de solos e rochas/ tipos de escorregamentos/ como prever um escorregamento. 

Aula 5 – Monitoramento Participativo e discussão sobre os problemas locais. 

Serviço: Oficina “Riscos Ambientais Urbanos: uma abordagem preventiva” 

Dias e horário: 05, 12 e 26 de novembro, 03 e 10 de dezembro das 14h00 as 18h00
Facilitação: Marilza Fernanda da Silva
Coordenação: Agni Gustavo Beuttenmuller
Local: Subprefeitura São Miguel – Rua Ana Flora Pinheiro de Souza, 76 - Auditório
Vagas: 40 vagas.



Para mais informações: eadgdleste3@yahoo.com.br
 

Mobilie sua casa reutilizando caixotes



As caixas de pallets (caixotes) têm muitas utilidades. Uma delas, e uma das mais comum, é transportar alimentos e materiais de construção. Ela é fabricada em grande quantidade e, consequentemente, gera muitos resíduos após a vida útil. Reaproveitá-las é poupar recursos naturais, ou seja, muitas árvores.

Para reduzir o uso de madeira, empresas utilizam caixas de transporte feitas de plástico, metal e papelão. Outras oferecem programas de devolução de pallets, no intuito de facilitar a reciclagem ou o reaproveitamento deles.

Você também pode dar novos destinos a essas caixas, que possuem custo baixo e madeira de alta qualidade. Hoje é bem comum encontrar os pallets compondo a decoração de diversos ambientes. 

Cozinha

Organize os utensílios da sua cozinha utilizando os pallets. Abaixo dois exemplos de como a reutilização pode deixar sua cozinha bem rústica.












Sala

A sua sala pode ser toda montada a partir de caixotes. Com tempo e criatividade, cada detalhe pode ficar encantador.

 


















Quarto

Estante e porta-retrato feitos de pallets podem compor seu quarto. Em ambos, você pode dar um toque pessoal pitando da cor que mais gosta. Ou se preferir, pode deixar com a a cor natural, como na foto abaixo.






Banheiro

Os pallets também podem ser reaproveitados no banheiro de forma bem utilitária, como você pode ver nos dois exemplos abaixo.