terça-feira, 30 de outubro de 2012

Seminário " Mata Atântica, o sabor da biodiversidade"

A ABJICA Associação Bolsista da JICA tem o prazer de convidá-lo para o Seminário " Mata Atântica, o sabor da biodiversidade", que ocorrerá no dia 08/11/2012 (Quinta-feira) no Horto Florestal de S.Paulo.

Segue anexo a programação detalhada do evento, que contará com degustação de frutas, distribuição de mudas e sementes nativas da Mata Atlântica.



                       
                                    

Para mais informações: sctc@if.sp.gov.br

Inscrições abertas - Oficina: “Riscos Ambientais Urbanos: uma abordagem preventiva”

A UMAPAZ em parceira com o DGD Leste 3 convida para a oficina “Riscos Ambientais Urbanos: uma abordagem preventiva” nos dias 05, 12 e 26 de novembro, 03 e 10 de dezembro. Propondo a discussão de problemas urbanos associados a eventos naturais potencializados pelo homem, com foco para enchentes e escorregamentos na cidade de São Paulo. 


Esta oficina propõe a discussão de problemas urbanos associados a eventos naturais potencializados pelo homem, com foco para enchentes e escorregamentos na cidade de São Paulo. Estes dois fenômenos são frequentes na cidade e afetam um grande número de pessoas anualmente, podendo se tornar situações de risco.
Para prevenir alguns riscos associados a fenômenos naturais é necessário conhecer um pouco da dinâmica natural do planeta Terra e refletir sobre a interferência dos seres humanos nestes fenômenos. 


As oficinas abordarão a discussão de termos utilizados no assunto, conceitos de geociências essenciais para entendimento técnico básico dos problemas, exemplos de situações de risco e discussões sobre os possíveis desastres ambientais urbanos locais, sempre com uma linguagem simples e acessível. 


Os moradores em áreas de risco necessitam de conhecimento prático com o qual reconheçam as situações de risco e possam agir para prevenir a ocorrência de desastres, a oficina buscará fornecer estes subsídios focando a prevenção na forma de um tripé sustentado por percepção, mitigação e adaptação ao risco. 


Carga horária: 20 horas/aula - 05 encontros de 4 horas cada. 

Programa:
Aula 1 -Sistemas terrestres: Biosfera, hidrosfera, atmosfera, geosfera e suas interações. 

Aula 2 - O que são Desastres Naturais? O que é Risco? Quais são os principais tipos de desastres naturais? 

Aula 3-Riscos Hidrológicos: O ciclo da água urbano/ bacia hidrográfica/ enchentes, inundações e alagamentos/ recursos didáticos para entender níveis de absorção de água no solo, e como construir um pluviômetro. 

Aula 4 – Riscos Geológicos: Relevo de encostas/ tipos de solos e rochas/ tipos de escorregamentos/ como prever um escorregamento. 

Aula 5 – Monitoramento Participativo e discussão sobre os problemas locais. 

Serviço: Oficina “Riscos Ambientais Urbanos: uma abordagem preventiva” 

Dias e horário: 05, 12 e 26 de novembro, 03 e 10 de dezembro das 14h00 as 18h00
Facilitação: Marilza Fernanda da Silva
Coordenação: Agni Gustavo Beuttenmuller
Local: Subprefeitura São Miguel – Rua Ana Flora Pinheiro de Souza, 76 - Auditório
Vagas: 40 vagas.



Para mais informações: eadgdleste3@yahoo.com.br
 

Mobilie sua casa reutilizando caixotes



As caixas de pallets (caixotes) têm muitas utilidades. Uma delas, e uma das mais comum, é transportar alimentos e materiais de construção. Ela é fabricada em grande quantidade e, consequentemente, gera muitos resíduos após a vida útil. Reaproveitá-las é poupar recursos naturais, ou seja, muitas árvores.

Para reduzir o uso de madeira, empresas utilizam caixas de transporte feitas de plástico, metal e papelão. Outras oferecem programas de devolução de pallets, no intuito de facilitar a reciclagem ou o reaproveitamento deles.

Você também pode dar novos destinos a essas caixas, que possuem custo baixo e madeira de alta qualidade. Hoje é bem comum encontrar os pallets compondo a decoração de diversos ambientes. 

Cozinha

Organize os utensílios da sua cozinha utilizando os pallets. Abaixo dois exemplos de como a reutilização pode deixar sua cozinha bem rústica.












Sala

A sua sala pode ser toda montada a partir de caixotes. Com tempo e criatividade, cada detalhe pode ficar encantador.

 


















Quarto

Estante e porta-retrato feitos de pallets podem compor seu quarto. Em ambos, você pode dar um toque pessoal pitando da cor que mais gosta. Ou se preferir, pode deixar com a a cor natural, como na foto abaixo.






Banheiro

Os pallets também podem ser reaproveitados no banheiro de forma bem utilitária, como você pode ver nos dois exemplos abaixo.


Festival Planeta Terra adota destinação correta de resíduos


Há duas semanas, a sexta edição do Festival Planeta Terra agitou a cidade de São Paulo reunindo grandes bandas nacionais e internacionais e pessoas de todas as partes do Brasil. Como ocorre em todos os grandes eventos, ao fim da festa restaram muitas latinhas e copos de plásticos espalhados pelo local. Ao contrário de algumas organizações que simplesmente encaminham os resíduos para o lixo, neste Festival os materiais tiveram a destinação correta.

A empresa Recicleiros foi contratada pelos organizadores para fazer o trabalho de separação e destinação. O primeiro passo foi distribuir nos espaços do festival dois tipos de lixeiras, uma para materiais orgânicos e outra para recicláveis. Ao todo foram 150 lixeiras.

O esquema de destinação correta do lixo é simples. Os sacos com resíduos são retirados por uma equipe de limpeza, que não faz parte do Recicleiros. Em seguida, a empresa recolhe esses sacos e leva para a Central de Reciclagem, que também é instalado no espaço do evento.

Ainda no local, as mulheres da cooperativa separam os diferentes tipos de materiais. Todas as informações sobre os resíduos são anotados e entregues em forma de relatório à empresa contratante. Dessa forma, o trabalho de separação é realizado ao lado do público, que pode ver todo esse processo.

Os Recicleiros recebem os compradores de alguns materiais, como de PET, papelão e latinhas. Mas, há resíduos que são mais difíceis de vender e faz parte do trabalho da empresa encontrar os interessados. Em alguns casos, os materiais são levados para a sede da cooperativa, onde são limpos e secos, para depois serem vendidos. A última solução é mandar os restos para um aterro sanitário. A organização do Festival Planeta Terra é um exemplo para os grandes eventos que vêm ocorrendo nos últimos anos no Brasil.

Fonte: Ciclo Vivo  

Artista espalha viveiros de pássaros pela Dinamarca



O artista dinamarquês Thomas Winther, conhecido como Dambo, ganhou destaque ao iniciar um projeto inusitado de construção de viveiros para pássaros: ele desenvolveu o Happy City Birds, em que montou 250 casinhas coloridas para as aves, espalhadas por quatro grandes cidades da Dinamarca.


Penduradas por todos os cantos – em cima das árvores, nos postes, nos telhados e nas coberturas dos edifícios, – as casinhas foram criadas a partir de materiais gratuitos e reciclados. Os únicos gastos na confecção foram com os pregos.


O artista acredita que os pássaros são importantes agentes de reciclagem nas cidades. Outro aspecto sustentável que os pássaros desenvolveram é que, diferente da maioria das espécies, eles são capazes de ingerir alimentos velhos – reduzindo, assim, os gastos com a alimentação dos bichos.


O Happy City Birds está presente em Copenhague, Aarhus, Odense, Kolding e até em Beirute, no Líbano. Segundo Dambo, além de despertarem afeto nas pessoas, esses animais também são responsáveis por distribuir sementes e até limpar as vias públicas. Dambo não apenas instala os viveiros pelas ruas da cidade, como também os entrega para os criadores de pássaros da Dinamarca.  


Fonte: Ciclo Vivo 

Americanos criam sistema de comunicação entre plantas e humanos através do Twitter


O trio de cientistas da Universidade de Nova York, Rob Faludi, Kate Hartman e Kati London, em parceria com a SparkFun trabalham na criação de um kit chamado Botanicalls. O trabalho está direcionado a uma nova versão de um modelo antigo. O plano é tê-lo disponível em fevereiro deste ano, junto com o código atualizado e instruções para capacitar sua planta favorita para Twittar automaticamente quando precisar  de água, e agradecer através da rede social quando as necessidades forem atendidas.

A empresa espera que dessa maneira seja aberto um novo canal de comunicação entre plantas e seres humanos, em um esforço para promover a compreensão bem-sucedida entre as espécies.

O projeto é relacionado fundamentalmente na comunicação entre as plantas e pessoas. Os projetistas tem como objetivo capacitar ambos, inventando novos caminhos de interação. Para as plantas que poderiam ser negligenciadas são dadas a capacidade de chamar as pessoas por mensagem de texto para pedir assistência. Para as pessoas que não têm certeza da sua capacidade efetiva de cuidar de plantas são dadas pistas visuais e auditivas utilizando métodos humanos de comunicação comum.


O sistema Botanicalls original (inicialmente desenvolvido em 2006) permitiu às plantas de casa fazerem chamadas telefônicas. Quando uma planta desta rede precisa de água, ela pode chamar uma pessoa e pedir exatamente o que precisa. Quando as pessoas telefonam para as plantas, elas orientam o interlocutor sobre suas características botânicas.


O projeto foi originalmente gerado a partir de conversas não-técnicas, entre os alunos de pós-graduação em Programas Interativos de Telecomunicações (ITP) de Nova York, sobre recipientes de jardinagem caseiros, filtração de ar e as qualidades das plantas comuns.


A preocupação dos alunos em trazer as plantas para a comunidade do ITP foi a chance de sobrevivência - tecnólogos raramente têm tempo para parar e cheirar as flores, e muito menos lhes dar água, "mas, e se imaginarmos que as plantas podem nos fazer uma ligação e nos dizer o que precisam e quando?”,  indagou um dos estudantes, dando início ao projeto.



As metas desta rede são: manter as plantas vivas, traduzindo os protocolos de comunicação das plantas (hábito de folha, cor da folhagem, inclinação, etc) para obter mais protocolos de comunicação humana (e-mail, chamadas telefônicas de voz, visualizações digital, etc.); melhorar a conexão das pessoas com as plantas e explorar meios de mostrar como elas ajudam os seres humanos. A invenção também tende criar um senso de comunidade, mostrando como a vida natural é um contraponto valioso para o nosso ambiente.


Já a outra rede chamada Botanicalls Twitter responde à pergunta sobre o que está acontecendo com a sua planta. Ela oferece uma conexão via atualizações de status on-line do Twitter, que alcança as pessoas em qualquer lugar do mundo. Quando a planta precisar de água, ele irá postar para que o seu dono saiba. Ela também enviará agradecimentos quando receber cuidados e atenção.



O código do sistema cobre cinco diferentes atualizações de status, com base nas condições atuais que são: quando o nível de umidade do solo da planta cair abaixo do limiar satisfatório, ele irá enviar um status de atualização da planta que precisa ser regada; se a umidade cair abaixo de um nível crítico a planta irá twittar avisando que ela está precisando de água urgentemente; se houver um rápido aumento da umidade do solo, será detectado como um evento de irrigação e então a planta irá determinar se a umidade do solo subiu para o nível desejado (adequado), se a resposta for positiva, ela enviará um obrigado. Quando a planta for regada e a umidade do solo não alcançar o nível desejado, a planta regada mandará um twitter para relatar que foi regada, mas não o suficiente. Da mesma forma, se ocorrer um evento de irrigação, e a planta não estiver em necessidade de água, ela mandará um twitter para reclamar que está enfraquecida.

Os projetistas também informam “lembre-se de dar à planta a quantidade adequada de luz e de fertilizar o solo em uma base regular. Com os devidos cuidados, sua planta enviará twitter por muitos anos”.



Fonte: Ciclo Vivo  

Lavou, tá novo!

O material recolhido para a reciclagem precisa ser transformado em massa de fibra de celulose antes de entrar nas máquinas, mas, depois, os aparelhos e procedimentos são os mesmos. Geralmente, o papel vendido como reciclado tem apenas parte de sua matéria-prima vinda do reaproveitamento. Isso porque, quanto maior a quantidade de papel reciclado, mais frágil será o produto final. Mas a indústria papeleira nacional já é 100% sustentável: todos os fabricantes usam madeira de reflorestamento.


Fonte: Planeta Sustentável