quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Teclado de musgo pretende te deixar mais próximo da natureza



 O equipamento conceitual foi desenvolvido a partir de um modelo da Apple sem fio
Fotos: Divulgação

Ficar próximo da natureza enquanto estiver na frente do computador. Essa é uma das propostas de um novo conceito de teclado, feito a partir de musgo. Isso mesmo. Já mostramos aqui teclado de bamboo, mas dessa vez o designer norte-americano, Robbie Tilton resolveu inovar ainda mais, com o "Natural Keyboard".

Segundo Tilton, a ideia de criar um teclado feito de material orgânico partiu da necessidade de possibilitar mais verde na vida das pessoas, assim como evitar o uso de materiais que trazem prejuízo ao meio ambiente.


O criador afirma que a nova textura é muito agradável de sentir

“Eu era apaixonado para criar este modelo, porque eu sinto que os modernos objetos tecnológicos são frios e sem vida. Ao estarmos rodeados de aparelhos eletrônicos feitos de vidro, metais e plásticos nós nos removemos aos poucos da natureza”, explicou Tilton em seu blog.

O teclado foi desenvolvido a partir de um modelo da Apple sem fio e o criador afirma que a nova textura é muito agradável de sentir. Ele pretende no futuro continuar a fusão entre fabricação digital com materiais naturais para criar peças que são contraditórias as percepções preconcebidas e que são visualmente bonitas, além de funcionais.



Conheça cinco edifícios sustentáveis no Brasil



Brasil já possui 52 construções certificadas
Foto: Divulgação

O Brasil já ocupa a quarta posição no ranking mundial de construções sustentáveis, de acordo com o órgão internacional Green Building Council (Conselho de Construções Verdes).

O primeiro prédio sustentável brasileiro foi erguido em 2004 e, de 2007 até abril de 2012, o país já registrou um total de 526 empreendimentos sustentáveis, sendo 52 certificados e 474 em processo de certificação no GBC.

Confira cinco dos prédios que já possuem a certificação:

Complexo Comercial Rochaverá - São Paulo


 Foto: Divulgação

O Rochaverá foi um dos primeiros empreendimentos do Brasil a reunir vários dos conceitos de Green Building e a conquistar a certificação LEED, categoria Gold. Isso porque todo o projeto foi concebido dentro de quatro premissas: redução do consumo de energia e dos custos operacionais e de manutenção; diminuição do uso de recursos ambientais não renováveis; melhoria da qualidade interna do ar; e ganhos de qualidade de vida e da saúde dos usuários.

Um dos destaques da construção está no sistema próprio de co-geração de energia elétrica, capaz de atender a 100% da carga de todo o complexo, de forma ininterrupta.

Eldorado Business Tower – São Paulo


 Foto: Reprodução

O Eldorado Business Tower, edifício de arquitetura marcante e imponente na Av. das Nações Unidas, região da Marginal Pinheiros da capital de São Paulo, obteve o LEED® C&S – Platinum, certificação Greenbuilding pelo USGBC (United States Greenbuilding Council). Segundo o Centro de Tecnologia de Edificações (CTE), os principais resultados que demonstram a alta performance ambiental do Eldorado Business Tower são:

33% de economia no consumo de água potável, comparado ao padrão norte-americano.
100% de economia de água potável para irrigação
18% de economia no consumo de energia
74% de todo resíduo gerado na obra foi desviado de aterros
30% de todo material empregado é de origem reciclada
50% de todo material adquirido é de origem local
95% de toda madeira é certificada pelo FSC (Forest Stewardship Council);
25% de redução da vazão e volume de água lançada na rede pública durante as chuvas.

Torre Vargas 914 – Rio de Janeiro


Foto: Reprodução

A Torre Vargas, localizada na região central da capital carioca, na Avenida Presidente Vargas, possui 6.315,18 metros quadrados de área útil e teve consultoria ambiental da Cushman & Wakefield para adequar o projeto aos padrões de certificação Leed.

Entre as mudanças no prédio, estão: novo sistema de iluminação de periferia, através de sensores de fachada; instalação de motores elétricos de alto rendimento; uso de medidor de consumo energético individual, possibilitando a rápida identificação de eventuais desvios de consumo (com agilidade); e inclusão de sanitários equipados com metais de pressão para evitar desperdício e esquecimento de torneiras abertas, vasos sanitários com duplo acionamento (3 e 6 litros) e mictórios com sensor de presença.

Ventura Corporate Towers – Rio de Janeiro


Foto: Arco Web

Composto por duas torres, o empreendimento comercial atualmente é ocupado pela Petrobras e pelo BNDES. Localizado na Cidade Nova, o empreendimento contou com diferentes diretrizes que reduzem o impacto sobre o meio ambiente tanto na obra como no dia a dia. Juntas, suas duas torres, com 36 andares cada uma, totalizam 170 mil metros quadrados de área construída, sendo 106 mil metros quadrados de área locável.

O prédio, inteligente, permite que a intensidade da luz seja avaliada através de sistemas de computador. Em dias nublados, por exemplo, a luz artificial é intensificada nos ambientes. Já em dias ensolarados, o computador reduz a intensidade luminosa. Vidros especiais também foram instalados para garantir a iluminação natural e o conforto térmico no interior do empreendimento. Além disso, há sistema de controle de descarte de entulho e reciclagem de lixo.

Edifício Cidade Nova – Rio de janeiro


Foto: Arco Web

O Edifício Cidade Nova, localizado na Rua Ulisses Guimarães, 565, Cidade Nova, no Rio de Janeiro, foi construído pela Bracor, com arquitetura assinada pelo escritório Ruy Resende. A categoria Core&Shell indica que as partes interna e externa do edifício são sustentáveis. O prédio possui seis fachadas compostas por grandes planos de vidro isotérmicos que barram a radiação solar.

Com consultoria ambiental da Cushman & Wakefield, a construção segue normas que diminuem o impacto sobre o meio ambiente, como captação e reúso de água, concepção de paisagismo e área verde proporcionais à edificação, redução de consumo de energia, menos emissão de CO2, controle de ar condicionado individual e disponibilização de vagas especiais para veículos de baixa emissão de poluentes. O Edifício Cidade Nova abriga a Universidade Petrobras.



terça-feira, 23 de outubro de 2012

Aprenda a fazer guirlandas de natal com garrafas PET


As garrafas PET estão presentes no nosso dia-a-dia e são responsáveis por grande volume nos lixões e aterros sanitários bem como a contaminação do solo. Porém existem diversas maneiras de você evitar o descarte deste material que pode ser totalmente reaproveitado. Você pode reutilizar as garrafas PET e enfeitar sua casa para o natal de forma consciente.

Material

- Garrafas PET de diversas cores

- Tesoura

- Cola

- Purpurina

- Arame

- Chave de fenda

- Isqueiro ou fósforo



Método

Modelo 1:

Corte o fundo das garrafas na linha desenhada na própria garrafa. Para facilitar, dê uma leve amassada na garrafa para que então comece a cortar. Para dar um acabamento arredondado queime as bordas com vela ou isqueiro ou então faça dois pequenos cortes, um em cada extremidade, e dobre a garrafa para dentro. Faça isso com todas as garrafas, a quantidade ideal para formar a sua guirlanda vai variar de acordo com o tamanho escolhido. Esquente a ponta da chave de fenda e faça um furo no fundo das peças, onde passará o arame. Passe cola e purpurina na quantidade de garrafas que desejar e espere secar.

Para proteger o enfeite, faça uma mistura de 1:2 de cola e água e passe por cima de todo o trabalho. Depois de seco, passe o arame pelos furos feitos no fundo das peças e encaixe-as conforme mostrado na galeria de fotos acima. Para finalizar basta colocar um laço.

Modelo 2:

Para esta ideia os gargalos das garrafas serão a principal matéria-prima. Por isso, é possível reaproveitar as mesmas garrafas PET de onde foram retirados os fundos. Meça um palmo a partir do bico, faça a marcação com uma caneta comum e recorte.

Para uma guirlanda grande, o ideal é utilizar 38 garrafas. Porém, esse número pode variar de acordo com o tamanho desejado e a quantidade de PET disponível. Após cortar as garrafas, basta passar um fio de arame e colocar os gargalos enfileirados no mesmo sentido. Ao finalizar contorne as duas pontas do arame. O ponto desta junção deve ser coberto pelos enfeites, ou então, pode servir como gancho para pendurar a guirlanda na porta ou na parede. Para enfeitá-la basta deixar a criatividade solta e a dica é reutilizar os enfeites do ano passado, para evitar que eles sejam descartados.

Fonte: Ciclo Vivo 

Empresa brasileira investe em shoppings ecológicos


A empresa Sonae Sierra Brasil possui 11 shoppings centers em operação no país. A companhia é especialista em centros comerciais e pretende investir em dois novos projetos sustentáveis em Londrina (PR) e Goiânia (GO).

O objetivo é instalar nos novos prédios um sistema eficiente de reutilização de água, também de consumo reduzido de energia, além de iluminação natural. As tecnologias requerem mais investimento, mas a empresa espera ter um retorno financeiro a médio e longo prazo.

Neste ano já foi inaugurado o Uberlândia Shopping, o espaço recebeu o investimento de 200 milhões em soluções ecológicas. A Sonae Sierra tem a meta de obter uma taxa de reciclagem mínima de 55% até 2020. Durante o mesmo período também querem pelo menos 10% da água consumida seja de reutilização ou recolhimento de água de chuva.

“Nós temos uma preocupação muito grande, por exemplo, com a questão de reutilização e reciclagem. E essa preocupação ocorre desde a obra. Muitas vezes, dentro da própria construção, também aplicamos materiais reciclados, que não são escolhidos apenas por serem reciclados, mas levando em conta a parte arquitetônica também”, afirma o diretor de Desenvolvimento da companhia, Mário Oliveira.

O shopping de Uberlândia possui certificados no nível de construção, segurança e meio ambiente. Assim como este projeto, a empresa quer levar o conceito para os novos centros comerciais: o Boulevard Londrina Shopping na região central da cidade paranaense e o Passeio das Águas Shopping, em Goiânia, que estão com inauguração prevista para 2013.

“Fizemos uma série de estudos e de pesquisas para chegar até essas cidades em que estamos implantando nossos shoppings. Elas são grandes polos de crescimento”, comenta Mário Oliveira.

Fonte: Ciclo Vivo 

Designer reaproveita cabides de arame para construir fogão portátil



A designer canadense Liz To pensou em uma alternativa para a construção de fogões para comunidades afastadas e carentes. O objetivo é oferecer opções mais sustentáveis e que sejam facilmente replicadas a baixos custos.

A versão do pequeno fogão feito pela designer canadense é ideal para comunidades tibetanas, em que o esterco é frequentemente utilizado como combustível. O modelo de fogão tradicional utilizado nesta região ocasiona doenças e mortes, em consequência da poluição, fator evitado pelo Thab, nome dado ao fogão portátil.

Liz utiliza pedras, argila e cabides de arame, que são constantemente descartados pelos norte-americanos. Os cabides são usados nas lavanderias, mas não são atrativos para que permaneçam em uso constante nas residências estadunidenses.


Com este material, a designer transformou o arame no esqueleto da estrutura do fogão. A fôrma de arame é preenchia com pedras, deixando um vão, revestido em argila, por onde o esterco queimará, gerando calor para esquentar a panela.

O formato do fogão reduz a quantidade de fumaça produzida pela queima de combustível, diminui o tempo necessário para o cozimento, reutiliza materiais descartados e ainda fornece empregos à comunidade local. Mesmo que os cabides tenham que ser importados dos EUA, a designer explica, em seu site, que o pouco espaço ocupado por eles no transporte, permite que o uso seja sustentável. Em um container é possível transportar quase 200 mil cabides. O restante dos materiais é obtido localmente.


Fonte: Ciclo Vivo 

Montadora brasileira projeta venda de modelo elétrico nacional para 2012


Os carros elétricos podem ganhar força no Brasil. Além de ser uma opção sustentável no combate às emissões de gases de efeito estufa liberados pela indústria automotiva, o negócio pode colocar o país entre os fabricantes mundiais de veículos elétricos.

A empresa responsável por este projeto é a VEZ – Veículos de Emissão Zero, que já projetou seu primeiro modelo e espera disponibilizá-lo comercialmente ainda neste ano. O resultado é fruto de um trabalho de pesquisas idealizado pelo engenheiro eletricista e diretor-presidente da empresa, Tony Saad, em parceria com instituições de ciência e tecnologia e universidades brasileiras.

Após diversas análises a empresa chegou ao protótipo ideal, um carro compacto, com capacidade para carregar duas pessoas, autonomia de cem quilômetros e velocidade que chega aos 120 km/h. Todos os detalhes foram pensados para suprir as necessidades de moradores de grandes cidades, em que os carros normalmente trafegam com apenas dois passageiros.

O automóvel foi batizado de Seed, uma sigla do inglês Small Eletric with Economic Design (pequeno carro elétrico com design econômico, em tradução livre). Ele é totalmente elétrico e a empresa oferece dois anos de garantia total e quatro anos para a bateria.

Assim como acontece com os veículos elétricos feitos por montadoras internacionais, o Seed poderá ser recarregado em qualquer tomada, levando, em média, sete horas, para que a carga seja completa. No entanto, também existe a opção de carga rápida, em que a bateria é capaz de recuperar 80% de sua capacidade em apenas 20 minutos. No entanto, este é uma escolha que deve ser feita apenas em casos de urgência, pois pode reduzir a vida útil da bateria, e esta recarga só pode ser feita em um eletroposto.

Além do benefício ambiental, o empresário garante que o Seed é bastante atrativo financeiramente. Segundo ele, os gastos são cinco vezes menores, quando comparados aos veículos a gasolina. Se o modelo a combustão representa um gasto mensal de R$ 500, o elétrico consumirá apenas R$ 100. Outro benefício é a baixa manutenção, que se restringe à troca de pastilhas de freios e pneus.

Saad explica que a venda do veículo será iniciada em Curitiba, mas que existe a pretensão de expandir a comercialização para todas as cidades brasileiras com mais de 500 mil habitantes. O preço médio do Seed será de R$ 48 mil, no entanto, se a empresa conseguir incentivos fiscais, ele pode chegar a R$ 20 mil. A montadora também pretende desenvolver dois modelos de utilitários a serem comercializados em 2013.


Fonte: Ciclo Vivo 


Baleia-branca consegue imitar voz humana


As baleias-brancas, também chamadas de belugas, podem imitar a voz humana, segundo estudo realizado por cientistas americanos da Fundação Nacional de Mamíferos Marítimos em San Diego, publicado pelo jornal científico Current Biology.

O cientista Sam Ridgway e seus colegas gravaram os sons de uma baleia macho chamada Noc, que tinha convivido com golfinhos, outras baleias-brancas e humanos. "Nossas observações sugerem que a baleia teve de modificar sua mecânica vocal para fazer sons parecidos com a fala humana", afirmou ele, que atribuiu os esforços do mamífero à necessidade de estabelecer contato com os humanos.


Ao gravar os sons de Noc, descobriram um ritmo similar ao da fala humana e frequências mais baixas que os sons típicos das baleias, muito mais próximos das vozes humanas. "Os sons que escutamos eram um claro exemplo de aprendizagem vocal."

Fonte: Estadão.com