terça-feira, 23 de outubro de 2012

Montadora brasileira projeta venda de modelo elétrico nacional para 2012


Os carros elétricos podem ganhar força no Brasil. Além de ser uma opção sustentável no combate às emissões de gases de efeito estufa liberados pela indústria automotiva, o negócio pode colocar o país entre os fabricantes mundiais de veículos elétricos.

A empresa responsável por este projeto é a VEZ – Veículos de Emissão Zero, que já projetou seu primeiro modelo e espera disponibilizá-lo comercialmente ainda neste ano. O resultado é fruto de um trabalho de pesquisas idealizado pelo engenheiro eletricista e diretor-presidente da empresa, Tony Saad, em parceria com instituições de ciência e tecnologia e universidades brasileiras.

Após diversas análises a empresa chegou ao protótipo ideal, um carro compacto, com capacidade para carregar duas pessoas, autonomia de cem quilômetros e velocidade que chega aos 120 km/h. Todos os detalhes foram pensados para suprir as necessidades de moradores de grandes cidades, em que os carros normalmente trafegam com apenas dois passageiros.

O automóvel foi batizado de Seed, uma sigla do inglês Small Eletric with Economic Design (pequeno carro elétrico com design econômico, em tradução livre). Ele é totalmente elétrico e a empresa oferece dois anos de garantia total e quatro anos para a bateria.

Assim como acontece com os veículos elétricos feitos por montadoras internacionais, o Seed poderá ser recarregado em qualquer tomada, levando, em média, sete horas, para que a carga seja completa. No entanto, também existe a opção de carga rápida, em que a bateria é capaz de recuperar 80% de sua capacidade em apenas 20 minutos. No entanto, este é uma escolha que deve ser feita apenas em casos de urgência, pois pode reduzir a vida útil da bateria, e esta recarga só pode ser feita em um eletroposto.

Além do benefício ambiental, o empresário garante que o Seed é bastante atrativo financeiramente. Segundo ele, os gastos são cinco vezes menores, quando comparados aos veículos a gasolina. Se o modelo a combustão representa um gasto mensal de R$ 500, o elétrico consumirá apenas R$ 100. Outro benefício é a baixa manutenção, que se restringe à troca de pastilhas de freios e pneus.

Saad explica que a venda do veículo será iniciada em Curitiba, mas que existe a pretensão de expandir a comercialização para todas as cidades brasileiras com mais de 500 mil habitantes. O preço médio do Seed será de R$ 48 mil, no entanto, se a empresa conseguir incentivos fiscais, ele pode chegar a R$ 20 mil. A montadora também pretende desenvolver dois modelos de utilitários a serem comercializados em 2013.


Fonte: Ciclo Vivo 


Baleia-branca consegue imitar voz humana


As baleias-brancas, também chamadas de belugas, podem imitar a voz humana, segundo estudo realizado por cientistas americanos da Fundação Nacional de Mamíferos Marítimos em San Diego, publicado pelo jornal científico Current Biology.

O cientista Sam Ridgway e seus colegas gravaram os sons de uma baleia macho chamada Noc, que tinha convivido com golfinhos, outras baleias-brancas e humanos. "Nossas observações sugerem que a baleia teve de modificar sua mecânica vocal para fazer sons parecidos com a fala humana", afirmou ele, que atribuiu os esforços do mamífero à necessidade de estabelecer contato com os humanos.


Ao gravar os sons de Noc, descobriram um ritmo similar ao da fala humana e frequências mais baixas que os sons típicos das baleias, muito mais próximos das vozes humanas. "Os sons que escutamos eram um claro exemplo de aprendizagem vocal."

Fonte: Estadão.com 

Ator de Hollywood defende maior proteção de espécies na Antártica


O ator americano Leonardo DiCaprio defendeu nesta terça-feira (23) a criação de um santuário marinho no Oceano Antártico para proteger as espécies ameaçadas.

Em uma mensagem enviada por e-mail ao grupo de defesa da natureza Avaaz, durante reunião da Convenção para a Conservação dos Recursos Vivos Marinhos Antárticos (CCAMLR), na Austrália , o ator pediu "um incentivo das pessoas" para a criação do santuário.

A conferência, em Hobart, na ilha australiana da Tasmânia, tem por objetivo a criação de um sistema de zonas de proteção marinha no Oceano Antártico, como pedem a Austrália e a União Europeia. Esta região tem colônias de pinguins, focas e baleias, assim como recursos marinhos únicos no mundo.

Proteção necessária, segundo cientistas
Um estudo divulgado em julho pela "Science", realizado por pesquisadores internacionais, apontou a necessidade de reforçar a gestão ambiental da Antártica e proteger melhor o último grande lugar “deserto” do planeta das atividades humanas.

Segundo a investigação científica, a proteção maior é necessária para combater ameaças como o degelo, aumento do turismo, pesca, poluição e invasão de espécies rasteiras, além de uma potencial exploração de petróleo e gás natural nas áreas ao redor.

A pesquisa, que teve a participação da Universidade Texas A&M, dos Estados Unidos, afirma ainda que o sistema do Tratado da Antártica, conjunto de acordos internacionais para proteção do continente que reúne 50 países, está sob pressão por conta da mudança do clima e dos interesses de governos por recursos naturais.

A Antártica possui 90% da água doce do mundo em estado sólido e é um dos locais fundamentais para pesquisas que ajudarão a compreender como o ser humano pode vencer os desafios existentes hoje na Terra, afirmam os cientistas.

Fontes: Globo.com 

Arquitetos propõe ocupar Mail Rail de Londres com fazenda de cogumelos



A experiência de Nova York com o High Line Park, um parque sobre ferrovia abandonada da cidade, é exemplo de urbanismo sustentável para o resto do mundo. A área verde elevada reintegrou parte da ilha de Manhattan que estava em desuso e ofereceu mais uma opção de lazer à população. Inspirada por esta boa solução, instituições de Londres promoveram a competição de arquitetura e design Um High Line para Londres, para que os ingleses bolassem uma nova forma de ocupação de seus espaços públicos.

O projeto vencedor foi o Pop Down, que você vê acima, elaborado por arquitetos do escritório Fletcher Priest. Sua proposta é reocupar o Mail Rail, rede de túneis subterrâneos que, por mais de 75 anos, foi usada pelo serviço de correios da cidade e que, desde 2003, está fechada. E a sugestão para reocupação deste espaço é abrigar uma fazenda de cogumelos e fungos.

Você deve estar pensando: como uma plantação de cogumelos dentro de um túnel atrai pessoas? O Pop Down pretende ocupar parte do Mail Rail que está sob a Oxford Street, rua de comércio supermovimentada na cidade, e por isso seria usada como alternativa de passagem pelas pessoas que quisessem fugir da multidão – ainda mais com o tempo chuvoso de Londres. O túnel seria iluminado por luz natural, por meio de esculturas de vidro no nível da rua com o formato de cogumelos. Além disso, a produção da fazenda do Pop Down abasteceria cafés e restaurantes do entorno.

Infelizmente a competição – que foi promovida pelo TheLandscape Institute, a prefeitura da cidade e o Garden Museum e recebeu mais de 170 projetos – não deu garantias de que o projeto dos vencedores se tornaria realidade. Seria também uma boa ideia para revitalizar alguma região da sua cidade?


Fonte: Super Interessante

Designer cria aparelho que carrega celular com calor da panela



O designer iraniano Ardavan Mirhosseini criou um sistema portátil que permite carregar o celular e outros eletrônicos com o calor de uma panela. A ideia é utilizar energia térmica (e aproveitar o calor que é desperdiçado em tarefas domésticas) para carregar dispositivos movidos a bateria.

O Ecocharge, como foi apelidado, tem uma face magnética flexível para fixá-lo a uma superfície de metal. Com módulos de gerador termoelétrico, converte o calor produzido por panelas ou aquecedores em energia elétrica – e a transmite por condução.
O aparelho tem uma tela que permite que o usuário acompanhe a recarga.



Fonte: Super Interessante

10 tecnologias verdes futuristas para sua casa


É cada vez mais comum o surgimento de soluções ecológicas que buscam levar um pouco de natureza e ar fresco para a vida entre quatro paredes nas grandes cidades. Confira a seguir algumas das mais curiosas.

Planta sorri quando bem tratada

Quem cultiva ou já tentou criar plantas em casa sabe que se trata de tarefa árdua e às vezes cruel. O corre-corre diário pode afetar o tempo e a atenção dedicados aos vazinhos, que precisam de água, ar e um lugar arejado pra ficar. Sem querer, esquecemos de regá-las por um,  dois, três dias, até uma semana inteira e, de repente, toda aquela beleza natural seca e morre. Tudo não seria mais fácil se as plantinhas pudessem comunicar suas necessidades?

Foi exatamente essa a solução encontrada pelo designer JunyiHeo. Para dar uma mãozinha aos humanos (e salvar a vida das plantas), ele criou um vaso inteligente que mede as condições do solo, temperatura e umidade e, a partir de cálculos, verifica se está tudo em ordem com a muda. O resultado é expresso em uma tela LCD por meio de pictogramas em formato de carinhas que manifestam satisfação ou insatisfação. A planta também “sorri” quando é regada ou “entristece” para avisar ao exagerado que já tem mais água do que precisa.

Pia com aquário promove economia de água

Sensibilizar o consumidor sobre o desperdício de água no dia-a-dia não é tarefa fácil. Atento à questão, o designer chinês Yan Lu criou o "Poor Little Fishbowl Sink", uma pia que utiliza um aquário com peixe vivo para estimular, emocionalmente, o consumo consciente. Sempre que a torneira é aberta para atividades comuns, como escovar os dentes e lavar as mãos, o volume de água do aquário acoplado à pia diminui, o que ameaça a sobrevivência do peixe.

A água que sai da torneira não é a mesma do aquário, que contém alimentos e dejetos do animal marinho; elas estão separadas por um filtro. Segundo o designer, o projeto pretende estimular o uso consciente da água através do sentimento de culpa e de responsabilidade pela vida do bichinho. O projeto possui um dispositivo que limita até certo ponto a saída de água do aquário para que o peixe não morra, no caso, por exemplo, de alguém deixar a torneira aberta por muito tempo.

Flor solar recarrega gadgets
Em um mundo cada vez mais conectado à aparelhos eletrônicos, a pressão sobre os recursos energéticos é constante. Então que tal ter em casa uma pequena usina solar para recarregar seus dispositivos tecnológicos?

Foi pensando nisso que o designer Bon-Seop bolou o “Solar Plant”, um aparelho com visual de flor que gera energia elétrica a partir da luz do sol. Basta deixá-lo exposto ao sol durante um tempo e depois plugar no gadget que quiser. Leve e compacto, o Solar Plant pode ser levado pra todos os lados, garantindo energia limpa onde e quando você precisar.


Chuveiro ecológico filtra água


Se você é do tipo que adora um banho de cacheira, o Eco-chuveiro Phyto Purificação é ideal para reproduzir a sensação de uma “ducha” no meio da natureza. Ele possui um sistema hidráulico especial capaz de reciclar e regenerar a água residual através de um jardim no box, onde cada parte desempenha um papel na limpeza da água.
A areia onde as mudas são plantadas funciona como um filtro inicial, por onde o líquido passa antes de chegar às raízes, responsáveis pela retirada dos metais pesados e bactérias. Por fim, a água fica livre de qualquer impureza remanescente ao passar por um filtro de carbono. Com o eco-chuveiro, é possível a poupar um recurso natural valioso e ainda manter um jardim em pleno banheiro. O projeto dos designers Yasamoto, Alban Le Henry, Olivier Pigasse e VincentVandenbrouck.

Parasite Farm: uma fazenda em sua cozinha

Cultivar temperos e hortaliças em casa é um sonho comum para aqueles que gostam de cozinhar. Hoje, na maioria dos supermercados, já é possível encontrar mudas específicas para esse fim. Mas para quem gosta de ousar mesmo, os designers alemãs Charlotte Dieckmann e Nils Ferber criaram o Parasite Farm, um perfeito sistema de agricultura para ambientes internos.

Ele é composto por vasos de dimensões variadas que se encaixam onde o proprietário quiser. O mais bacana é que o mestre-cuca pode personalizar o seu vazo para otimizar o trabalho na cozinha. É possível por exemplo ter uma tábua adaptada para corte dos vegetais, de onde as partes indesejadas podem “deslizar” direto para a terra, servindo como adubo na composteira. Todo o processo é autossuficiente – enquanto o Parasite Farm recebe pedaços de alimentos, ele também fornece legumes fresquinhos. .

E que tal uma janela-jardim no apartamento?

O projeto “Plant Window” é uma janela capaz de abrigar um jardim inteiro, do teto ao chão, e que funciona como uma cortina que filtra a luz e ainda garante um toque verde ao ambiente. A ideia segundo seus criadores, os designers Jianxing Cai, Chao Chen, Qi Wang, & Jiang Wu, é mudar a visão rotineira que os moradores costumam ter da rua (ou do prédio vizinho), dando lugar a uma paisagem natural.

A janela, que funciona como uma estufa, também ajuda a manter o clima e a temperatura dos cômodos sempre agradáveis. E, claro, a escolha das espécies de plantas e flores fica ao cargo do freguês.

Geladeira usa gel para resfriar alimentos

Além de ser um dos eletrodomésticos mais utilizados em casa, a geladeira é um papa-energia de primeira, responsável por até 9 % dos gastos na conta da luz. Em um apelo futurista para repensar os modelos convencionais, o designer russo Yuriy Dmitriev criou o conceito Bio Robot Refrigerator para a Electrolux, que não utiliza eletricidade, nem outra fonte energética.

Todo o seu centro é preenchido por um gel de biopolímero que possui propriedades químicas para resfriar e conservar os alimentos. Tudo o que o usuário tem a fazer é inserir os produtos no gel (não-pegajoso e sem cheiro, segundo o criador) e deixá-los lá, gelando naturalmente, como em uma geladeira comum. Os alimentos ainda ficariam visíveis e acessíveis a qualquer pessoa. Quatro vezes menor que um refrigerador tradicional, o Bio Robot Refrigerator não possui portas ou prateleiras e pode ser utilizado na vertical, na horizontal e até no teto.

Ligado na consciência “verde”

Já pensou com que frequência você esquece uma lâmpada acesa em casa ou mesmo no trabalho? Às vezes, você até sabe que está gastando energia, mas que mal tem deixar a luz do corredor acesa por mais tempo, ou um abajur ligado à noite toda na sala? Todo mundo, em maior ou menor grau, é um pouco assim, desatento com os gastos energéticos.

Preocupado em conscientizar as pessoas sobre a necessidade de preservar os recursos naturais do planeta, o estudante de design americano Andrew Harmon da Universidade de Michigan desenvolveu uma série de interruptores e tomadas inovadores com folhas, musgo e pequenas flores. Apesar de realista, a cobertura é feita de material artificial. A ideia da coleção batizada de “Growth Plate” é espalhar o recado “verde” pela casa, nos lembrando que a natureza sofre os efeitos de nossas ações, mesmo as mais cotidianas.

Cesto de lixo dispensa saco plástico

Eis aí uma solução mão na roda para os paulistanos, que desde janeiro precisam se adaptar ao “banimento” das sacolas plásticas dos supermercados da cidade. A ideia é bem simples: no lugar do saco de polietileno comum, entram camadas de sacolas feitas de papel.

O ideal segundo seus criadores, os designers italianos Riccardo Nannini, Domenico Orefice e Emanuele Pizzolorusso, é que só sejam descartados na lixeira ecológica batizada de Fabriano o chamado lixo sólido, como embalagens plásticas, vidro, papelão e outros materiais que podem ser reciclados. O cesto também pode ser utilizado em escritórios, para descarte de papel.



Fonte: Exame



segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Prédio público na Espanha tem telhado verde



A cidade de Coruña, na Espanha, construiu seu novo centro sociocultural com um grande telhado verde. Conhecida no local como “montanha mágica” o local foi desenhado pelo estúdio de arquitetura Rojo/Fernández-Shaw e é usado para fins culturais, administrativos, sociais e para reuniões e encontros. A construção foi pensada ainda para usar a iluminação natural da região nas salas e escritórios.

Fonte: Atitude Sustentável