terça-feira, 23 de outubro de 2012

Ator de Hollywood defende maior proteção de espécies na Antártica


O ator americano Leonardo DiCaprio defendeu nesta terça-feira (23) a criação de um santuário marinho no Oceano Antártico para proteger as espécies ameaçadas.

Em uma mensagem enviada por e-mail ao grupo de defesa da natureza Avaaz, durante reunião da Convenção para a Conservação dos Recursos Vivos Marinhos Antárticos (CCAMLR), na Austrália , o ator pediu "um incentivo das pessoas" para a criação do santuário.

A conferência, em Hobart, na ilha australiana da Tasmânia, tem por objetivo a criação de um sistema de zonas de proteção marinha no Oceano Antártico, como pedem a Austrália e a União Europeia. Esta região tem colônias de pinguins, focas e baleias, assim como recursos marinhos únicos no mundo.

Proteção necessária, segundo cientistas
Um estudo divulgado em julho pela "Science", realizado por pesquisadores internacionais, apontou a necessidade de reforçar a gestão ambiental da Antártica e proteger melhor o último grande lugar “deserto” do planeta das atividades humanas.

Segundo a investigação científica, a proteção maior é necessária para combater ameaças como o degelo, aumento do turismo, pesca, poluição e invasão de espécies rasteiras, além de uma potencial exploração de petróleo e gás natural nas áreas ao redor.

A pesquisa, que teve a participação da Universidade Texas A&M, dos Estados Unidos, afirma ainda que o sistema do Tratado da Antártica, conjunto de acordos internacionais para proteção do continente que reúne 50 países, está sob pressão por conta da mudança do clima e dos interesses de governos por recursos naturais.

A Antártica possui 90% da água doce do mundo em estado sólido e é um dos locais fundamentais para pesquisas que ajudarão a compreender como o ser humano pode vencer os desafios existentes hoje na Terra, afirmam os cientistas.

Fontes: Globo.com 

Arquitetos propõe ocupar Mail Rail de Londres com fazenda de cogumelos



A experiência de Nova York com o High Line Park, um parque sobre ferrovia abandonada da cidade, é exemplo de urbanismo sustentável para o resto do mundo. A área verde elevada reintegrou parte da ilha de Manhattan que estava em desuso e ofereceu mais uma opção de lazer à população. Inspirada por esta boa solução, instituições de Londres promoveram a competição de arquitetura e design Um High Line para Londres, para que os ingleses bolassem uma nova forma de ocupação de seus espaços públicos.

O projeto vencedor foi o Pop Down, que você vê acima, elaborado por arquitetos do escritório Fletcher Priest. Sua proposta é reocupar o Mail Rail, rede de túneis subterrâneos que, por mais de 75 anos, foi usada pelo serviço de correios da cidade e que, desde 2003, está fechada. E a sugestão para reocupação deste espaço é abrigar uma fazenda de cogumelos e fungos.

Você deve estar pensando: como uma plantação de cogumelos dentro de um túnel atrai pessoas? O Pop Down pretende ocupar parte do Mail Rail que está sob a Oxford Street, rua de comércio supermovimentada na cidade, e por isso seria usada como alternativa de passagem pelas pessoas que quisessem fugir da multidão – ainda mais com o tempo chuvoso de Londres. O túnel seria iluminado por luz natural, por meio de esculturas de vidro no nível da rua com o formato de cogumelos. Além disso, a produção da fazenda do Pop Down abasteceria cafés e restaurantes do entorno.

Infelizmente a competição – que foi promovida pelo TheLandscape Institute, a prefeitura da cidade e o Garden Museum e recebeu mais de 170 projetos – não deu garantias de que o projeto dos vencedores se tornaria realidade. Seria também uma boa ideia para revitalizar alguma região da sua cidade?


Fonte: Super Interessante

Designer cria aparelho que carrega celular com calor da panela



O designer iraniano Ardavan Mirhosseini criou um sistema portátil que permite carregar o celular e outros eletrônicos com o calor de uma panela. A ideia é utilizar energia térmica (e aproveitar o calor que é desperdiçado em tarefas domésticas) para carregar dispositivos movidos a bateria.

O Ecocharge, como foi apelidado, tem uma face magnética flexível para fixá-lo a uma superfície de metal. Com módulos de gerador termoelétrico, converte o calor produzido por panelas ou aquecedores em energia elétrica – e a transmite por condução.
O aparelho tem uma tela que permite que o usuário acompanhe a recarga.



Fonte: Super Interessante

10 tecnologias verdes futuristas para sua casa


É cada vez mais comum o surgimento de soluções ecológicas que buscam levar um pouco de natureza e ar fresco para a vida entre quatro paredes nas grandes cidades. Confira a seguir algumas das mais curiosas.

Planta sorri quando bem tratada

Quem cultiva ou já tentou criar plantas em casa sabe que se trata de tarefa árdua e às vezes cruel. O corre-corre diário pode afetar o tempo e a atenção dedicados aos vazinhos, que precisam de água, ar e um lugar arejado pra ficar. Sem querer, esquecemos de regá-las por um,  dois, três dias, até uma semana inteira e, de repente, toda aquela beleza natural seca e morre. Tudo não seria mais fácil se as plantinhas pudessem comunicar suas necessidades?

Foi exatamente essa a solução encontrada pelo designer JunyiHeo. Para dar uma mãozinha aos humanos (e salvar a vida das plantas), ele criou um vaso inteligente que mede as condições do solo, temperatura e umidade e, a partir de cálculos, verifica se está tudo em ordem com a muda. O resultado é expresso em uma tela LCD por meio de pictogramas em formato de carinhas que manifestam satisfação ou insatisfação. A planta também “sorri” quando é regada ou “entristece” para avisar ao exagerado que já tem mais água do que precisa.

Pia com aquário promove economia de água

Sensibilizar o consumidor sobre o desperdício de água no dia-a-dia não é tarefa fácil. Atento à questão, o designer chinês Yan Lu criou o "Poor Little Fishbowl Sink", uma pia que utiliza um aquário com peixe vivo para estimular, emocionalmente, o consumo consciente. Sempre que a torneira é aberta para atividades comuns, como escovar os dentes e lavar as mãos, o volume de água do aquário acoplado à pia diminui, o que ameaça a sobrevivência do peixe.

A água que sai da torneira não é a mesma do aquário, que contém alimentos e dejetos do animal marinho; elas estão separadas por um filtro. Segundo o designer, o projeto pretende estimular o uso consciente da água através do sentimento de culpa e de responsabilidade pela vida do bichinho. O projeto possui um dispositivo que limita até certo ponto a saída de água do aquário para que o peixe não morra, no caso, por exemplo, de alguém deixar a torneira aberta por muito tempo.

Flor solar recarrega gadgets
Em um mundo cada vez mais conectado à aparelhos eletrônicos, a pressão sobre os recursos energéticos é constante. Então que tal ter em casa uma pequena usina solar para recarregar seus dispositivos tecnológicos?

Foi pensando nisso que o designer Bon-Seop bolou o “Solar Plant”, um aparelho com visual de flor que gera energia elétrica a partir da luz do sol. Basta deixá-lo exposto ao sol durante um tempo e depois plugar no gadget que quiser. Leve e compacto, o Solar Plant pode ser levado pra todos os lados, garantindo energia limpa onde e quando você precisar.


Chuveiro ecológico filtra água


Se você é do tipo que adora um banho de cacheira, o Eco-chuveiro Phyto Purificação é ideal para reproduzir a sensação de uma “ducha” no meio da natureza. Ele possui um sistema hidráulico especial capaz de reciclar e regenerar a água residual através de um jardim no box, onde cada parte desempenha um papel na limpeza da água.
A areia onde as mudas são plantadas funciona como um filtro inicial, por onde o líquido passa antes de chegar às raízes, responsáveis pela retirada dos metais pesados e bactérias. Por fim, a água fica livre de qualquer impureza remanescente ao passar por um filtro de carbono. Com o eco-chuveiro, é possível a poupar um recurso natural valioso e ainda manter um jardim em pleno banheiro. O projeto dos designers Yasamoto, Alban Le Henry, Olivier Pigasse e VincentVandenbrouck.

Parasite Farm: uma fazenda em sua cozinha

Cultivar temperos e hortaliças em casa é um sonho comum para aqueles que gostam de cozinhar. Hoje, na maioria dos supermercados, já é possível encontrar mudas específicas para esse fim. Mas para quem gosta de ousar mesmo, os designers alemãs Charlotte Dieckmann e Nils Ferber criaram o Parasite Farm, um perfeito sistema de agricultura para ambientes internos.

Ele é composto por vasos de dimensões variadas que se encaixam onde o proprietário quiser. O mais bacana é que o mestre-cuca pode personalizar o seu vazo para otimizar o trabalho na cozinha. É possível por exemplo ter uma tábua adaptada para corte dos vegetais, de onde as partes indesejadas podem “deslizar” direto para a terra, servindo como adubo na composteira. Todo o processo é autossuficiente – enquanto o Parasite Farm recebe pedaços de alimentos, ele também fornece legumes fresquinhos. .

E que tal uma janela-jardim no apartamento?

O projeto “Plant Window” é uma janela capaz de abrigar um jardim inteiro, do teto ao chão, e que funciona como uma cortina que filtra a luz e ainda garante um toque verde ao ambiente. A ideia segundo seus criadores, os designers Jianxing Cai, Chao Chen, Qi Wang, & Jiang Wu, é mudar a visão rotineira que os moradores costumam ter da rua (ou do prédio vizinho), dando lugar a uma paisagem natural.

A janela, que funciona como uma estufa, também ajuda a manter o clima e a temperatura dos cômodos sempre agradáveis. E, claro, a escolha das espécies de plantas e flores fica ao cargo do freguês.

Geladeira usa gel para resfriar alimentos

Além de ser um dos eletrodomésticos mais utilizados em casa, a geladeira é um papa-energia de primeira, responsável por até 9 % dos gastos na conta da luz. Em um apelo futurista para repensar os modelos convencionais, o designer russo Yuriy Dmitriev criou o conceito Bio Robot Refrigerator para a Electrolux, que não utiliza eletricidade, nem outra fonte energética.

Todo o seu centro é preenchido por um gel de biopolímero que possui propriedades químicas para resfriar e conservar os alimentos. Tudo o que o usuário tem a fazer é inserir os produtos no gel (não-pegajoso e sem cheiro, segundo o criador) e deixá-los lá, gelando naturalmente, como em uma geladeira comum. Os alimentos ainda ficariam visíveis e acessíveis a qualquer pessoa. Quatro vezes menor que um refrigerador tradicional, o Bio Robot Refrigerator não possui portas ou prateleiras e pode ser utilizado na vertical, na horizontal e até no teto.

Ligado na consciência “verde”

Já pensou com que frequência você esquece uma lâmpada acesa em casa ou mesmo no trabalho? Às vezes, você até sabe que está gastando energia, mas que mal tem deixar a luz do corredor acesa por mais tempo, ou um abajur ligado à noite toda na sala? Todo mundo, em maior ou menor grau, é um pouco assim, desatento com os gastos energéticos.

Preocupado em conscientizar as pessoas sobre a necessidade de preservar os recursos naturais do planeta, o estudante de design americano Andrew Harmon da Universidade de Michigan desenvolveu uma série de interruptores e tomadas inovadores com folhas, musgo e pequenas flores. Apesar de realista, a cobertura é feita de material artificial. A ideia da coleção batizada de “Growth Plate” é espalhar o recado “verde” pela casa, nos lembrando que a natureza sofre os efeitos de nossas ações, mesmo as mais cotidianas.

Cesto de lixo dispensa saco plástico

Eis aí uma solução mão na roda para os paulistanos, que desde janeiro precisam se adaptar ao “banimento” das sacolas plásticas dos supermercados da cidade. A ideia é bem simples: no lugar do saco de polietileno comum, entram camadas de sacolas feitas de papel.

O ideal segundo seus criadores, os designers italianos Riccardo Nannini, Domenico Orefice e Emanuele Pizzolorusso, é que só sejam descartados na lixeira ecológica batizada de Fabriano o chamado lixo sólido, como embalagens plásticas, vidro, papelão e outros materiais que podem ser reciclados. O cesto também pode ser utilizado em escritórios, para descarte de papel.



Fonte: Exame



segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Prédio público na Espanha tem telhado verde



A cidade de Coruña, na Espanha, construiu seu novo centro sociocultural com um grande telhado verde. Conhecida no local como “montanha mágica” o local foi desenhado pelo estúdio de arquitetura Rojo/Fernández-Shaw e é usado para fins culturais, administrativos, sociais e para reuniões e encontros. A construção foi pensada ainda para usar a iluminação natural da região nas salas e escritórios.

Fonte: Atitude Sustentável 

Pesquisadores promovem ações de equilíbrio sustentável no Estuário do Lagamar


Fundado na década de 80, o Instituto de Pesquisas Cananeia (IPeC) é responsável por realizar os programas de preservação ambiental em um dos maiores estuários do litoral brasileiro. O Instituto se destaca por meio do Projeto Boto Cinza, premiado pela Petrobras no ano passado.

A ONG é formada por pesquisadores voluntários que estudam o ecossistema do Estuário Lagamar, uma baía localizada entre o litoral paulista e paranaense, que se estende desde a cidade de Iguape até Paranaguá.

Desde 1981, o IPeC desenvolve importantes programas de preservação ao equilíbrio ecológico da área: o principal deles é o Projeto Boto Cinza, criado com o objetivo de proteger os golfinhos do Estuário, que, embora não sejam ameaçados por predadores naturais, sofrem com a ação do homem, que polui as zonas costeiras onde habitam os botos.


As ações de preservação, no entanto, não abrangem apenas os trabalhos dos pesquisadores do IPeC com os cetáceos: a equipe também desenvolve diversas atividades de educação ambiental para crianças e adolescentes nas comunidades do Estuário Lagamar. “Toda semana, promovemos atividades com os alunos das escolas de Cananeia. A cada seis meses, realizamos o Cruzeiro EducArte, que leva as ações do grupo às crianças e aos adolescentes das comunidades mais afastadas”, explica Lisa Oliveira, bióloga e pesquisadora do IPeC.

O Cruzeiro EducArte é uma iniciativa coordenada pelos voluntários do IPeC, que buscam crianças e adolescentes nas comunidades isoladas do Lagamar e realizam atividades educativas de conscientização ambiental. O trabalho da equipe é apresentado aos habitantes da região, que passam a acompanhar, de perto, as ações de preservação.


Entretanto, nem todas as comunidades estão abertas a receber o IPeC. “Precisamos avaliar as condições de cada localidade. As tribos indígenas, por exemplo, costumam ser bem fechadas. Além disso, existem outros pontos distantes, em que não há estrutura mínima para receber o cruzeiro”, completa Lisa.

Na região central de Cananeia, as visitas nas escolas acontecem uma vez por semana. Durante as ações, os voluntários organizam dinâmicas e atividades lúdicas para os alunos. “Ensinamos como melhorar as nossas atitudes para preservarmos o meio ambiente, e as crianças passam a praticar essas ações no dia-a-dia”, diz Daniela Godoy, pesquisadora do IPeC.


Além da equipe de biólogos, o IPeC também conta com o time de Jovens Pesquisadores, adolescentes que participam dos estudos sobre o Lagamar. Eles são selecionados nas escolas, e, a partir daí, passam a acompanhar as atividades do Instituto, que mantém mais quatro linhas de pesquisa além do Projeto Boto Cinza – uma voltada para as aves, outra para carnívoros, outra para tartarugas e a última sobre resgate de mamíferos marinhos.

Para se tornar um membro do Instituto, o voluntário deve se associar à ONG. Com isso, ele terá o apoio necessário para realizar estudos sobre os complexos ecossistemas do Lagamar e contribuir diretamente com as ações de desenvolvimento sustentável da região.

Fonte: Ciclo Vivo 

Toyota planeja venda de carro híbrido no Brasil para janeiro de 2013


A Toyota anunciou, nesta segunda-feira (22), que no início do próximo ano seu carro híbrido Prius começará a ser comercializado no Brasil. A previsão é de que o modelo custe cerca de R$ 120 mil.

O anúncio foi feito, durante o 27º Salão Internacional do Automóvel, pelo vice-presidente sênior da montadora para o Mercosul, Luiz Carlos Andrade Jr. "Assim como o Etios, o Prius deve aproximar a Toyota de um público mais jovem", afirmou ao G1.

Etios é um modelo compacto que foi recentemente lançado no Brasil. Segundo o presidente da Toyota Mercosul, Shunichi Nakanishi, a produção deste automóvel, realizada em Sorocaba (SP), já está quase toda vendida. Por conta disso, a produção será aumentada para cem mil unidades até o fim de 2013.

O automóvel, que será importado do Japão, combina um motor a combustão e outro elétrico. A pretensão é vender mil unidades anualmente. "Temos estudos que nos dizem que é possível chegar a esse número. Não sabemos se a concorrência quer só marcar presença, com um carro de imagem, ou se a intenção é vender. A nossa é vender", disse Andrade Jr.

O híbrido foi lançado no Japão em 2009 e foi apresentado no Salão de Tóquio em dezembro do ano passado. O Toyota Prius passou por algumas mudanças até chegar ao modelo atual, com 1.8 de 73 kW e 138 cavalos.

A Toyota foi eleita a marca mais verde do mundo pelo segundo ano consecutivo, de acordo com o último relatório Best Global Green Brands (Melhor Marca Verde do Mundo). A montadora conquistou o primeiro lugar em um ranking de 50 empresas que demonstram consciência ambiental em suas atividades.

O Salão Internacional do Automóvel começou a ser apresentado para a imprensa e será aberto ao público do dia 24/10 a 04/11. O evento acontece no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Para mais informações sobre valor do ingresso e horário de funcionamento clique aqui.

Fonte: Ciclo Vivo