segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Pesquisadores promovem ações de equilíbrio sustentável no Estuário do Lagamar


Fundado na década de 80, o Instituto de Pesquisas Cananeia (IPeC) é responsável por realizar os programas de preservação ambiental em um dos maiores estuários do litoral brasileiro. O Instituto se destaca por meio do Projeto Boto Cinza, premiado pela Petrobras no ano passado.

A ONG é formada por pesquisadores voluntários que estudam o ecossistema do Estuário Lagamar, uma baía localizada entre o litoral paulista e paranaense, que se estende desde a cidade de Iguape até Paranaguá.

Desde 1981, o IPeC desenvolve importantes programas de preservação ao equilíbrio ecológico da área: o principal deles é o Projeto Boto Cinza, criado com o objetivo de proteger os golfinhos do Estuário, que, embora não sejam ameaçados por predadores naturais, sofrem com a ação do homem, que polui as zonas costeiras onde habitam os botos.


As ações de preservação, no entanto, não abrangem apenas os trabalhos dos pesquisadores do IPeC com os cetáceos: a equipe também desenvolve diversas atividades de educação ambiental para crianças e adolescentes nas comunidades do Estuário Lagamar. “Toda semana, promovemos atividades com os alunos das escolas de Cananeia. A cada seis meses, realizamos o Cruzeiro EducArte, que leva as ações do grupo às crianças e aos adolescentes das comunidades mais afastadas”, explica Lisa Oliveira, bióloga e pesquisadora do IPeC.

O Cruzeiro EducArte é uma iniciativa coordenada pelos voluntários do IPeC, que buscam crianças e adolescentes nas comunidades isoladas do Lagamar e realizam atividades educativas de conscientização ambiental. O trabalho da equipe é apresentado aos habitantes da região, que passam a acompanhar, de perto, as ações de preservação.


Entretanto, nem todas as comunidades estão abertas a receber o IPeC. “Precisamos avaliar as condições de cada localidade. As tribos indígenas, por exemplo, costumam ser bem fechadas. Além disso, existem outros pontos distantes, em que não há estrutura mínima para receber o cruzeiro”, completa Lisa.

Na região central de Cananeia, as visitas nas escolas acontecem uma vez por semana. Durante as ações, os voluntários organizam dinâmicas e atividades lúdicas para os alunos. “Ensinamos como melhorar as nossas atitudes para preservarmos o meio ambiente, e as crianças passam a praticar essas ações no dia-a-dia”, diz Daniela Godoy, pesquisadora do IPeC.


Além da equipe de biólogos, o IPeC também conta com o time de Jovens Pesquisadores, adolescentes que participam dos estudos sobre o Lagamar. Eles são selecionados nas escolas, e, a partir daí, passam a acompanhar as atividades do Instituto, que mantém mais quatro linhas de pesquisa além do Projeto Boto Cinza – uma voltada para as aves, outra para carnívoros, outra para tartarugas e a última sobre resgate de mamíferos marinhos.

Para se tornar um membro do Instituto, o voluntário deve se associar à ONG. Com isso, ele terá o apoio necessário para realizar estudos sobre os complexos ecossistemas do Lagamar e contribuir diretamente com as ações de desenvolvimento sustentável da região.

Fonte: Ciclo Vivo 

Toyota planeja venda de carro híbrido no Brasil para janeiro de 2013


A Toyota anunciou, nesta segunda-feira (22), que no início do próximo ano seu carro híbrido Prius começará a ser comercializado no Brasil. A previsão é de que o modelo custe cerca de R$ 120 mil.

O anúncio foi feito, durante o 27º Salão Internacional do Automóvel, pelo vice-presidente sênior da montadora para o Mercosul, Luiz Carlos Andrade Jr. "Assim como o Etios, o Prius deve aproximar a Toyota de um público mais jovem", afirmou ao G1.

Etios é um modelo compacto que foi recentemente lançado no Brasil. Segundo o presidente da Toyota Mercosul, Shunichi Nakanishi, a produção deste automóvel, realizada em Sorocaba (SP), já está quase toda vendida. Por conta disso, a produção será aumentada para cem mil unidades até o fim de 2013.

O automóvel, que será importado do Japão, combina um motor a combustão e outro elétrico. A pretensão é vender mil unidades anualmente. "Temos estudos que nos dizem que é possível chegar a esse número. Não sabemos se a concorrência quer só marcar presença, com um carro de imagem, ou se a intenção é vender. A nossa é vender", disse Andrade Jr.

O híbrido foi lançado no Japão em 2009 e foi apresentado no Salão de Tóquio em dezembro do ano passado. O Toyota Prius passou por algumas mudanças até chegar ao modelo atual, com 1.8 de 73 kW e 138 cavalos.

A Toyota foi eleita a marca mais verde do mundo pelo segundo ano consecutivo, de acordo com o último relatório Best Global Green Brands (Melhor Marca Verde do Mundo). A montadora conquistou o primeiro lugar em um ranking de 50 empresas que demonstram consciência ambiental em suas atividades.

O Salão Internacional do Automóvel começou a ser apresentado para a imprensa e será aberto ao público do dia 24/10 a 04/11. O evento acontece no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Para mais informações sobre valor do ingresso e horário de funcionamento clique aqui.

Fonte: Ciclo Vivo 

As 15 empresas mais verdes do mundo, segundo a Newsweek


O Santander Brasil foi eleito empresa modelo em responsabilidade socioambiental pela publicação americana, e o Bradesco, segunda companhia brasileira a figurar na lista, aparece na terceira posição do ranking de 2012.

1 - Santander Brasil
Indústria: Finanças
Sede: Brasil

Pontuação Verde: 85,7
Impacto ambiental: 88,5
Gestão Ambiental: 88,4
Transparência e Divulgação: 61,5

A edição 2012 do ranking da Newsweek escolheu o Banco Santander Brasil como empresa modelo em sustentabilidade, destacando que a divisão brasileira requer de potenciais clientes o preenchimento de um questionário sobre suas práticas ambientais. Antes de aprovar empréstimos ou linhas de crédito, o banco orienta seus clientes na direção de práticas mais sustentáveis, diz a publicação.

2 - Wipro
Indústria: Tecnologia da Informação e Serviços
Sede: Índia

Potuação Verde: 85,4
Impacto ambiental: 70,2
Gestão Ambiental: 100,0
Transparência e Divulgação: 88,3

De acordo com a publicação, a empresa de serviços de TI indiana planeja converter cinco de seus campus em "zonas de biodiversidade" até 2015 e seu principal centro de dados, na Carolina do Norte, recebeu selo LEED Gold, um atestado de construção que segue padrões ecológicos.






3 - Bradesco
Indústria: Finanças
Sede: Brasil

Pontuação Verde: 83,7
Impacto ambiental: 87,9
Gestão Ambiental: 75,9
Transparência e Divulgação: 99,9

O banco brasileiro iniciou uma organização sem fins lucrativos que conserva 10 milhões de hectares na floresta amazônica, destaca a Newsweek. Ele também destinou 50 milhões de reais para o plantio de 30 milhões de árvores na Mata Atlântica.




4 - IBM
Indústria: Tecnologia da Informação e Serviços
Sede: Estados Unidos

Pontuação Verde: 82,9
Impacto ambiental: 78,9
Gestão Ambiental: 87,0
Transparência e Divulgação: 82,9

A IBM mantém um programa que promove a sustentabilidade através da aplicação da tecnologia em todo o planeta, chamado "Smarter Planet". Os produtos gerados a partir desse programa ajudam os clientes a medir e reduzir o consumo de recursos naturais e a poupar dinheiro, aponta a Newsweek. No laboratório da IBM em Zurique, por exemplo, a água que resfria um supercomputador é usada para aquecer edifícios próximos.



5 - National Australia Bank (NAB)
Indústria: Finanças
Sede: Austrália

Pontuação Verde: 82,7
Impacto ambiental: 82,0
Gestão Ambiental: 79,5
Transparência e Divulgação: 99,8

O banco alcançou a neutralidade de carbono no ano de 2010 por meio de duas frentes: tornando seus centros dados e toda a TI mais eficiente no uso de energia, compensado emisssões através da compra de créditos de carbono. Além disso, sublinha a Newsweek, o investimento em Projetos de Gás e Energia Eólica do banco quase triplicou nos últimos cinco anos.


6 - BT Group
Indústria: Telecomunicações
Sede: Reino Unido

Pontuação Verde: 82,7
Impacto ambiental: 77,3
Gestão Ambiental: 84,2
Transparência e Divulgação: 99,8

De acordo com a publicação americana, a companhia British Telecom começou a monitorar a sua pegada de carbono em 1996 e, desde então, já conseguiu reduzi-la em 59%.




 7 - Munich Re
Indústria: Finanças
Sede: Alemanha

Pontuação Verde: 82,5
Impacto ambiental: 87,6
Gestão Ambiental: 78,2
Transparência e Divulgação: 79,0

A Newsweek destaca como ponto forte o fato da seguradora alemã estudar a mudança climática desde 1974, e em 2005 ter lançado uma ampla iniciativa para ajudar a indústria de seguros a identificar formas de mitigar fênomenos extremos e seus efeitos.




8 - SAP
Indústria: Tecnologia da Informação e Serviços
Sede: Alemanha

Pontuação Verde: 81,8
Impacto ambiental: 80,7
Gestão Ambiental: 78,9
Transparência e Divulgação: 99,8

Para a publicação americana, as soluções de eficiência energética e gestão implementadas pela multinacional alemã já ajudou aos seus clientes economizar mais de 550 milhões de dólares em gastos com luz.



9 - KPN
Indústria: Telecomunicações
Sede: Holanda

Pontuação Verde: 80,6
Impacto ambiental: 76,1
Gestão Ambiental: 81,3
Transparência e Divulgação: 98,3

A empresa de telecomunicações holandesa vem usando ao máximo a eletricidade verde, que é produzida partir de fontes renováveis, como a energia eólica e biomassa, por todo o país. Até 2020, a KPN almeja tornar-se neutra em carbono, diz a Newsweek.


10 - Marks & Spencer Grupo (M&S)
Indústria: Varejista
Sede: Reino Unido

Pontuação Verde: 80,5
Impacto ambiental: 65,7
Gestão Ambiental: 92,0
Transparência e Divulgação: 95,8

A maior rede de lojas de departamento do Reino Unido figura no ranking da Newsweek pelo compromisso com a sustentabilidades demonstrado nos últimos cinco anos. Atualmente, destaca a publicação, a companhia é neutra em carbono e tem controle severo da origem sustentável de muitos produtos alimentícios, principalmente peixes.




11- Tata Consultancy
Indústria: Tecnologia da Informação e Serviços
Sede: Índia

Pontuação Verde: 80,4
Impacto ambiental: 74,9
Gestão Ambiental: 81,8
Transparência e Divulgação: 98,9

De acordo com a Newsweek, as práticas de sustentabilidade da multinacional indiana têm se concentrado em grande parte nas necessidades agrícolas das comunidades indianas - 16 de suas instalações contam com sistema de compostagem e alguns têm biodigestores que transformam lixo em combustível.




12 - Generali Group
Indústria: Finanças
Sede: Itália

Pontuação Verde: 80,1
Impacto ambiental: 84,8
Gestão Ambiental: 78,4
Transparência e Divulgação: 67,1

Em 2011, quase 70% da energia da companhia de seguros veio de fontes de energia verde, incluindo painéis solares e fotovoltaicos, plantas de energia geotérmica e turbinas eólicas. Ainda segundo da Newsweek, graças em grande parte a essas medidas, em 2011, a empresa teve redução recorde de suas emissões.




13 - Bell Canada Enterprises
Indústria: Telecomunicações
Sede: Canadá

Pontuação Verde: 80,0
Impacto ambiental: 74,3
Gestão Ambiental: 83,2
Transparência e Divulgação: 91,5

A publicação americana destaca como positiva a emissão e pagamento de contas pela internet, que em 2011 ajudou a poupar 33 mil árvores e 4 mil toneladas de emissões de gases estufa. E desde 2003, diz a Newsweek, a empresa coletou mais de um milhão de telefones velhos que corriam risco de ir parar nos aterros sanitários, sendo que para cada telefone coletado, um dólar vai para a organização WWF Canadá.




14 - Nokia
Indústria: Equipamento de Tecnologia
Sede: Finlândia

Pontuação Verde: 79,9
Impacto ambiental: 68,3
Gestão Ambiental: 88,2
Transparência e Divulgação: 95,2

Os esforços em produzir aparelhos eletrônicos mais eficientes em energia e com menor impacto ambiental contam pontos a favor da Nokia. Só ano passado, a empresa lançou oito novos dispositivos ecológicos, alguns dos quais feitos a partir de materiais biológicos, plásticos e metais reciclados.




15 - Telefônica
Indústria: Telecomunicações
Sede: Espanha

Pontuação Verde: 79,8
Impacto ambiental: 75,1
Gestão Ambiental: 80,0
Transparência e Divulgação: 99,7

Em 2011, segundo a Newsweek, a empresa de telecomunicações espanhola gastou cerca de 20 milhões de dólares em pesquisa e desenvolvimento de produtos e processos mais eficientes no consumo de energia.




Fonte: Exame.com




Quinto Encontro Técnico Ibero-americano de Alto Nível







Aprenda a fazer decoração de iluminação com pisca-pisca e forminha de brigadeiro



Uma dica publicada no site OhHappy Day para fazer a decoração de ambientes e festas. O passo a passo mostra como fazer uma iluminação simples e diferente usando pisca-pisca e, forminhas de brigadeiro e CupCakes.

As luzes pisca-pisca não são baratas, mesmo assim elas só são usadas, geralmente, uma vez ao ano. Esta iluminação é uma maneira de reaproveitá-las sempre que quiser fazer uma decoração bacana.


O primeiro passo é separar os seguintes materiais: forminhas coloridas de dois tamanhos diferentes (pode as de cupcake ou brigadeiro), uma tesoura, um estilete e o pisca-pisca.


A montagem é bem simples. Basta dobrar uma forminha pequena na metade duas vezes e cortá-la no formato de uma folha. Faça duas flores uma de oito pétalas e outra de 16. Para fazer a primeira, dobre a forminha maior na metade três vezes e então corte de forma arredondada apenas a parte superior. Já para a de 16 pétalas, dobre a forminha maior na metade quatro vezes e depois corte de forma arredondada apenas a parte superior. Vejas as fotos com o passo a passo, na galeria, para entender melhor.


Com todas as forminhas cortadas, faça um pequeno “x” no meio das forminhas e perfure o centro para encaixar as lâmpadas. Quanto mais coloridas elas forem, mas bonita ficará a decoração.


Fonte: Ciclo Vivo 

Hospital paulista lança programa “Meu prato saudável”


O Hospital das Clínicas e o InCor (Instituto do Coração) acabam de lançar um programa que vai orientar as pessoas a manterem uma alimentação saudável. As dicas podem ser acompanhadas através do site e por um aplicativo de celular.

A alimentação de 90% dos brasileiros é rica em produtos calóricos e de baixo teor nutritivo, de acordo com a Análise de Consumo Alimentar Pessoal no Brasil, da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O programa então busca “garantir que todos os nutrientes essenciais ao organismo estejam presentes no dia a dia da população”.

O “Meu Prato Saudável” mostra quais as porções compõem a pirâmide alimentar, como cada pessoa pode montar o prato e um cardápio pronto. O programa baseia-se em três pilares: alimentação, vida saudável e atividade física. Em breve o site também dará espaço exclusivo para os profissionais de saúde.

“O objetivo é permitir a identificação dos ingredientes e quantidades adequadas, para manter uma nutrição correta e balanceada. O programa leva em consideração a realidade brasileira, com a indicação de alimentos com os quais as pessoas já estão habituadas no seu dia a dia”, de acordo com informações do site do programa.

Na página também estão disponíveis algumas receitas saudáveis para o café da manhã, almoço, jantar e lanches. Além disso, há uma versão exclusiva só para as crianças, o “Meu Pratinho Saudável”. O site dá dicas desde o aleitamento saudável até os lanches para crianças em idade escolar.

O programa enumera diversos benefícios que podem ser obtidos com a mudança de hábito. “Fazer escolhas saudáveis, manter-se fisicamente ativo e reduzir o peso representam a melhor forma de conscientização para promover a saúde, a qualidade de vida e o bem-estar.Para se cadastrar no programa,clique aqui.

Fonte: Ciclo Vivo 

Hong Kong tem seu primeiro edifício neutro em carbono


O ZCB é o primeiro prédio carbono zero de Hong Kong. Construído neste ano, o edifício é fruto do trabalho do escritório chinês de arquitetura Ronald Lu and Patners. O projeto conta com sistemas que priorizam a eficiência e permitem o aproveitamento das fontes renováveis de energia.

A construção foi pensada com um design passivo. Dessa forma, a orientação e o layout foram escolhidos como fator determinante para melhorar a ventilação e iluminação natural. O corredor de entrada, por exemplo, é espaçoso e totalmente aberto para que a brisa do verão eleve o conforto térmico e mellhore as condições internas dos usuários da estrutura, descartando o uso de ar-condicionado.


As janelas, paredes, coberturas e telhados foram instalados de maneira a aumentar o sombreamento e isolamento térmico, elevando a performance energética do edifício. Estas medidas passivas, já previstas no projeto devem reduzir em 20% o consumo energético, se comparado às construções civis tradicionais.


Além de ser carbono zero, os arquitetos acreditam que o prédio seja capaz de produzir mais energia do que o necessário para satisfazer o seu consumo. Para isso, contará com sistemas fotovoltaicos e geração de energia a partir de biodiesel.


A preocupação da equipe de projetos era reduzir ao máximo o impacto ambiental da construção. Portanto, em todas as etapas foi priorizada a conservação de recursos e a utilização de menos materiais, para reduzir também a produção de resíduos. Os entulhos da obra foram reutilizados no enchimento de paredes, assim nenhuma carga ambiental foi atribuída ao lixo.



Para garantir que tudo estará sempre funcionando da melhor maneira, o ZCB é equipado com um sistema de monitoramento que possui 2.800 sensores espalhados por toda a estrutura. As áreas controladas são: uso de energia, qualidade ambiental interna, materiais, uso de água, ocupação e condições locais. O prédio também conta com quatro estações meteorológicas instaladas ao ar livre para a coleta de dados microclimáticos, que informarão e otimizarão o desempenho dos sistemas e serviços.

Fonte: Ciclo Vivo